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Fiergs manifesta preocupação com riscos ao desabastecimento de combustíveis

Por Marina Klein Telles 10/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) manifesta preocupação com as recentes informações sobre dificuldades na distribuição de combustíveis no Estado. O abastecimento regular de diesel e de outros combustíveis é essencial para o funcionamento da indústria, da logística e das cadeias produtivas.

A preocupação se intensifica diante dos relatos de produtores rurais e entidades do setor do agronegócio sobre a não entrega de diesel nos últimos dias por parte de transportadores revendedores retalhistas (TRRs). Em plena colheita da safra de verão, o desabastecimento já começa a afetar as operações no campo, além de elevar os custos de produção.

Para a indústria gaúcha, o tema é motivo de atenção imediata. O Rio Grande do Sul possui forte integração entre agropecuária e indústria, com cadeias produtivas profundamente conectadas. O agronegócio, considerando suas diversas etapas, representa cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, o que faz com que dificuldades no campo tenham reflexos diretos sobre a atividade industrial, a logística e o abastecimento de insumos.

O cenário ganha ainda mais relevância diante do agravamento das tensões no Oriente Médio, que têm impactado a oferta mundial de petróleo. O fechamento do Estreito de Ormuz, aliado a bombardeios contra instalações petrolíferas e infraestrutura de produção, além das limitações logísticas decorrentes do conflito, contribui para ampliar as incertezas no mercado internacional de energia.

Segundo o presidente da FIERGS, Claudio Bier, a situação exige atenção e monitoramento para evitar impactos mais amplos sobre a economia gaúcha. “A indústria depende de energia e logística para operar. Problemas no abastecimento de combustíveis afetam o transporte de insumos, a distribuição de produtos e o funcionamento das cadeias produtivas. O fato de o setor agropecuário já estar enfrentando dificuldades no acesso ao diesel em um momento crucial como a colheita reforça a preocupação com possíveis efeitos em toda a economia do Estado”, afirma.

A FIERGS seguirá acompanhando a evolução da situação e reforça a importância da atuação coordenada entre empresas do setor energético e autoridades públicas para assegurar a normalidade no abastecimento de combustíveis e evitar prejuízos à atividade econômica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 132 Visualizações
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Fecomércio-RS Debate reúne pré-candidatos ao governo do Estado em Porto Alegre

Por Marina Klein Telles 10/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Casa do Comércio Gaúcho, sede da Fecomércio-RS, em Porto Alegre, será palco, no dia 19 de março, de mais uma edição do Fecomércio-RS Debate. O encontro reunirá pré-candidatos ao governo do Rio Grande do Sul em um momento dedicado à apresentação de ideias e à discussão de propostas relacionadas ao desenvolvimento do Estado. Entre os convidados, estão: Edegar Pretto (PT), Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Luciano Zucco (PL), Luís Antônio Covatti (Progressistas) e Marcelo Maranata (PSDB). As inscrições para o evento, incluindo almoço, estão abertas no site www.fecomercio-rs.org.br/debate.

Consolidado como um espaço de reflexão sobre temas relevantes para a sociedade gaúcha, o Fecomércio-RS Debate tem como objetivo fomentar o diálogo sobre planos e perspectivas nas áreas que impactam diretamente o setor do comércio de bens, serviços e turismo gaúcho. Questões ligadas à economia, educação, inovação e turismo estarão entre os assuntos abordados pelos participantes, em um cenário de análise sobre caminhos possíveis para o fortalecimento do ambiente de negócios no Rio Grande do Sul.

“O Fecomércio-RS Debate é uma oportunidade de ampliar o diálogo entre o setor produtivo e as lideranças políticas que pretendem conduzir o futuro do Estado. Buscamos conhecer propostas, estimular a reflexão e contribuir para um debate qualificado sobre temas que impactam diretamente o comércio, os serviços, o turismo e, de forma mais ampla, o desenvolvimento econômico e social da nossa sociedade”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn. A programação inicia às 11h30.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 101 Visualizações
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Grupo imobiliário gaúcho investe R$ 5,5 milhões em ferramentas de Inteligência Artificial para atendimento ao cliente

Por Marina Klein Telles 10/03/2026
Por Marina Klein Telles

Enquanto o mercado imobiliário brasileiro observa com cautela os efeitos da reforma tributária, que começou a ser implementada no início deste ano, a Auxiliadora Predial, um dos maiores grupos imobiliários do país, anuncia a continuidade de um investimento estratégico de R$ 5,5 milhões em ferramentas para ampliar sua gestão de clientes e agilizar o atendimento com base em dados e Inteligência Artificial (IA).

O novo investimento na plataforma Salesforce, líder mundial em gestão de relacionamento com o cliente (CRM), já mostra os primeiros resultados: a Auxiliadora Predial reduziu em até 240 vezes o tempo de atendimento aos clientes, posicionando o grupo gaúcho como pioneiro no setor imobiliário ao adotar a ferramenta. Além disso, a empresa está investindo em ferramentas que permitem utilização de IA para resolver demandas e auxiliar colaboradores e realizar o agendamento inteligente de serviços e visitas. “Estamos buscando uma visão 360° do cliente, integrando dados de vendas, locação e administração de condomínios em uma única interface inteligente. A ideia é ter a tecnologia como aliada, permitindo que uma grande imobiliária tenha o relacionamento ainda mais próximo – como geralmente ocorre em pequenas empresas”, destaca o diretor de Aluguéis da Auxiliadora Predial, Mário César Soares.

Para ele, com a nova infraestrutura de CRM ampliada ao atendimento, o grupo gaúcho busca ainda mais excelência no contato com os clientes e, também, a preparação para o futuro – pois o número de clientes da empresa tende a aumentar ao longo dos próximos anos. “A partir da implantação das novas ferramentas de IA, já estamos observando uma redução no tempo de resposta ao cliente e uma personalização sem precedentes na jornada do locatário, pois sabemos que o cliente de hoje exige agilidade”, afirma o diretor.

Processo começou em 2023 e se expandiu

A primeira etapa do processo de melhoria no atendimento ao cliente por meio de gestão de dados e IA iniciou ainda em 2023, com a implantação da plataforma Salesfore, que unificou dados e colocou o cliente ainda mais no centro do negócio com a integração de marketing, vendas e IA para gerenciar o relacionamento com o público. Já em outubro do ano passado, o grupo estendeu a utilização da ferramenta para a área de atendimento, finalizando o processo estratégico de implementação gradual no último dia 30 de janeiro.

Na contramão do pessimismo

A continuação do investimento anunciado pelo grupo do Rio Grande do Sul ocorre em um momento de transição no mercado brasileiro. Isso porque, no mês passado, começou a ser implementada a reforma tributária, trazendo mudanças significativas em diversos setores da sociedade – incluindo o setor imobiliário. “Sabemos que, em momentos de incerteza, o mercado fica paralisado. A Auxiliadora Predial, ao longo de seus 94 anos de atuação, já passou por diversas transições de mercado, sempre com uma resiliência exemplar. Acreditamos que esse investimento na relação com o cliente nos reafirma como protagonistas em mais esse momento de transição do nosso país”, explica Soares.

“Preparação para o crescimento dos próximos anos”

Ao analisar o mercado e escolher investir em ferramentas de IA para gestão do cliente, a Auxiliadora Predial busca se antecipar ao crescimento da empresa. “Já estamos nos preparando para suportar o volume de operações projetado para o próximo triênio, garantindo que a infraestrutura tecnológica cresça à frente da demanda comercial”, diz.

Além disso, Mário comenta sobre o que ele chama de dicotomia no atendimento do mercado imobiliário. “Ou você é grande e impessoal ou é pequeno e próximo. Com esse investimento, estamos quebrando esse paradigma por meio da tecnologia para oferecer o melhor dos dois mundos: o portfólio robusto de uma líder de mercado com a agilidade e personalização de um atendimento dedicado”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 135 Visualizações
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Federarroz orienta produtores a relatar aumento de preço e falta de óleo diesel

Por Marina Klein Telles 09/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), em nota, está orientando os produtores rurais do estado a informarem casos de aumento recente no preço do óleo diesel ou dificuldades de abastecimento do combustível em estabelecimentos comerciais. A entidade vem recebendo reclamações de diferentes regiões gaúchas sobre problemas de fornecimento.

De acordo com a Federarroz, os relatos indicam duas situações principais: aumentos no preço do combustível nos últimos dias e cancelamento de vendas ou alegação de ausência de estoque por parte de estabelecimentos que comercializam óleo diesel.

O diretor jurídico da entidade, Anderson Belloli, solicita que os produtores encaminhem informações sobre postos ou empresas que tenham registrado essas ocorrências. Os dados serão reunidos pela entidade e encaminhados ao Ministério Público, à Polícia Civil, à Polícia Federal e à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de órgãos de defesa do consumidor, para avaliação e eventual adoção das medidas cabíveis.

A entidade informa que a identidade dos produtores será preservada. As denúncias podem ser encaminhadas para o e-mail anderson@federarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 93 Visualizações
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Mercado de veículos no RS registra queda no primeiro bimestre de 2026

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado de veículos zero quilômetro no Rio Grande do Sul registrou retração em fevereiro e também no acumulado do primeiro bimestre do ano. De acordo com dados divulgados pelo Sincodiv/Fenabrave-RS, foram emplacadas 12.277 unidades no estado em fevereiro, número 4,2% inferior ao registrado em janeiro, quando foram comercializados 12.815 veículos. Na comparação com fevereiro de 2025, quando foram vendidas 14.048 unidades, a queda foi de 12,58%.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, o mercado gaúcho soma 25.092 veículos comercializados, frente a 28.900 unidades no mesmo período do ano anterior, o que representa retração de 13,18%.

Comparação com o mercado nacional

Segundo o Sincodiv/Fenabrave-RS, o desempenho de fevereiro acompanha características sazonais do início do ano, período marcado por férias, retomada gradual das atividades econômicas e menor número de dias úteis.

Mesmo assim, o desempenho do estado ficou abaixo da média nacional. Enquanto o mercado gaúcho registrou retração de 4,2% em relação a janeiro, o mercado brasileiro apresentou crescimento de 2,25%. Na comparação com fevereiro de 2025, o Rio Grande do Sul teve queda de 12,58%, enquanto o país registrou alta de 4,13%. No acumulado do ano, o estado apresenta recuo de 13,18%, enquanto o mercado nacional cresce 5,73%.

Com esse desempenho, o Rio Grande do Sul passou a ocupar a 11ª colocação no ranking nacional de vendas de veículos, atrás de estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina, Pernambuco, Pará, Goiás e Ceará.

Desempenho do segmento de automóveis

O segmento de automóveis registrou 5.995 unidades vendidas em fevereiro, número 2,93% inferior ao de janeiro, quando foram comercializadas 6.176 unidades.

No acumulado do primeiro bimestre, o segmento soma 12.171 unidades, frente a 14.012 no mesmo período de 2025, representando retração de 13,14%.

O presidente do Sincodiv/Fenabrave-RS, Jefferson Fürtstenau, afirma que o desempenho precisa ser analisado dentro do contexto do início do ano. “Apesar de o Rio Grande do Sul figurar na sexta colocação nacional em vendas de automóveis no acumulado, o mês de fevereiro ele contabilizou a 5ª colocação, esse resultado também reflete um mês de janeiro mais fraco para o segmento. Ainda assim, em fevereiro o Estado vendeu mais automóveis do que o Rio de Janeiro, que ocupa a quarta colocação geral no ranking geral”, salienta Fürtstenau.

Comerciais leves

O segmento de comerciais leves registrou 1.478 unidades vendidas em fevereiro, queda de 11,18% em relação a janeiro, quando foram comercializadas 1.664 unidades.

No acumulado do bimestre, o volume soma 3.142 unidades, frente a 4.141 no mesmo período de 2025, retração de 24,12%.

De acordo com a entidade, o desempenho está relacionado ao cenário econômico do agronegócio no estado, setor que possui relação direta com a demanda por picapes e utilitários.

Caminhões

O segmento de caminhões registrou 471 unidades em fevereiro, redução de 1,88% em comparação com janeiro.

No acumulado do bimestre foram 951 unidades comercializadas, frente a 1.524 no mesmo período de 2025, o que representa retração de 37,6%.

Apesar da redução no volume, o Sincodiv/Fenabrave-RS destaca que o segmento possui ticket médio elevado e continua representando parcela importante da movimentação econômica do setor no Estado, mantendo a quinta colocação no ranking nacional.

Ônibus

O segmento de ônibus registrou 50 unidades vendidas em fevereiro, queda de 32,43% em relação a janeiro, quando foram comercializadas 74 unidades.

No acumulado do bimestre, o volume soma 124 unidades, frente a 234 no mesmo período de 2025, retração de 47,01%.

Com o desempenho, o segmento também perdeu posição no ranking nacional, passando da sexta para a oitava colocação.

Motocicletas

O segmento de motocicletas registrou 2.922 unidades vendidas em fevereiro, retração de 3,6% em relação a janeiro.

No acumulado do bimestre, foram comercializadas 5.953 unidades, contra 5.799 no mesmo período de 2025, crescimento de 2,66%.

Apesar da alta, o desempenho gaúcho permanece abaixo da média nacional, onde o segmento registra crescimento mais acelerado.

Impacto das motocicletas no ranking nacional

Segundo o levantamento, o baixo volume de vendas de motocicletas influencia diretamente a posição do Rio Grande do Sul no ranking nacional de comercialização de veículos.

No acumulado do bimestre, o Ceará registrou 25.786 veículos vendidos, superando o Rio Grande do Sul, que contabilizou 25.092 unidades. A diferença se amplia quando observado o segmento de duas rodas: o estado nordestino comercializou 17.133 motocicletas, enquanto o Rio Grande do Sul registrou 5.953 unidades.

Situação semelhante ocorre na comparação com o Pará, que ocupa a oitava posição no ranking nacional. O estado soma 29.980 veículos vendidos no bimestre, enquanto o Rio Grande do Sul registra 25.092. A principal diferença também está nas motocicletas: o Pará comercializou cerca de 24 mil unidades, frente às 5.953 vendidas no Estado gaúcho.

Avaliação do setor

Para o presidente do Sincodiv/Fenabrave-RS, o desempenho registrado no início do ano deve ser acompanhado com cautela. “É claro que a queda nesses dois primeiros meses preocupa. No entanto, quando observamos os segmentos de automóveis e caminhões, que possuem os maiores tickets médios, o Rio Grande do Sul continua apresentando bom desempenho e relevância no mercado nacional. Importante aguardar o desempenho de março, que apresenta forte perspectiva de recuperação, para avaliarmos o primeiro trimestre do ano”, conclui Jefferson Fürtstenau.

De acordo com a entidade, o comportamento do mercado nos próximos meses dependerá da evolução do cenário econômico, da recuperação de setores estratégicos como o agronegócio e da manutenção das condições de crédito ao consumidor.

Foto: Senivpetro/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 124 Visualizações
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Empresa de tecnologia de Campo Bom projeta crescer 300% nos próximos cinco anos

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Secullum Software, empresa de tecnologia sediada em Campo Bom, projeta um crescimento de 300% nos próximos cinco anos no mercado de soluções para gestão de recursos humanos e departamento pessoal. A meta é posta pelo empreendimento após oito anos consecutivos de expansão anual superior a 20% e inclui a ampliação da equipe, da infraestrutura e do portfólio de produtos. Para 2026, a empresa prevê aumento de 30% no faturamento.

O empreendimento atua em todo o Brasil e atende atualmente mais de 150 mil organizações. Segundo a companhia, cerca de 7 milhões de pessoas utilizam diariamente seus sistemas voltados à gestão de rotinas de RH e departamento pessoal.

Soluções tecnológicas

De acordo com os diretores da empresa, Fernando Lemmertz e Luiz Eduardo Cezar, a estratégia de crescimento está relacionada à demanda por soluções tecnológicas que simplifiquem processos administrativos e atendam às exigências legais do setor. “Vemos um mercado com alta demanda, mas muitas vezes mal atendido por soluções que focam excessivamente em marketing e pouco em entrega técnica”, afirmam os diretores Fernando Lemmertz e Luiz Eduardo Cezar.

Eles também destacam que a confiabilidade das plataformas é um dos fatores que sustentam a expansão da empresa. “Nosso diferencial competitivo está na confiabilidade e na estabilidade operacional. Mantemos uma taxa de disponibilidade de 99,9%, e essa previsibilidade é decisiva para quem lida com folha, jornada e obrigações legais”, complementam.

História da Secullum

A Secullum Software foi fundada há 26 anos, em um período em que o mercado ainda apresentava baixa integração entre equipamentos de controle de ponto e sistemas de software.

Um dos marcos da trajetória ocorreu em 2008, quando a empresa adaptou seus sistemas à nova portaria do Ministério do Trabalho relacionada ao registro eletrônico de ponto. Na ocasião, o software Ponto Secullum 4 tornou-se o sistema mais vendido do país nesse segmento.

Nos anos seguintes, a empresa adotou um modelo de negócios baseado em receita recorrente e ampliou seu portfólio com soluções baseadas em computação em nuvem, incluindo o Secullum Ponto Web.

Segundo os diretores da empresa, a estratégia de evolução tecnológica tem sido acompanhada de investimentos em produto e na rede de parceiros. “Vivemos um momento de forte expansão. No último ano, crescemos 24% e, para este ano, projetamos avanço de 30% no faturamento. Esse resultado reflete uma trajetória sólida, além de investimentos contínuos em produto, marca e rede de parceiros”, destacam.

Ecossistema tecnológico

Atualmente, as soluções da empresa oferecem integração com equipamentos de registro de ponto e controle de acesso. Os sistemas também incluem recursos como reconhecimento facial e geolocalização.

O ecossistema tecnológico da companhia inclui ferramentas de gestão de arquivos, assinatura eletrônica de documentos e controle de férias. Nos próximos meses, a empresa prevê lançar novos módulos voltados ao controle de benefícios, equipamentos de proteção individual (EPIs), materiais e processos de admissão digital.

A companhia também planeja ampliar o uso de inteligência artificial em seu assistente virtual. “Projetamos sistemas intuitivos para que a tecnologia seja aliada, não obstáculo. O objetivo é reduzir retrabalho e devolver tempo estratégico ao RH”, afirmam Fernando Lemmertz e Luiz Eduardo Cezar.

Expansão da estrutura

Para sustentar o crescimento projetado, a empresa prevê ampliar o quadro de colaboradores em 20% ainda em 2026. Atualmente, a Secullum conta com cerca de 100 profissionais entre equipe direta e terceirizados.

Além disso, possui uma rede com mais de 800 revendedores que atuam na comercialização das soluções em diferentes regiões do país.

No plano de infraestrutura, a empresa prevê a construção de um terceiro prédio até 2028, ampliando sua área física para mais de 2 mil metros quadrados.

Segundo os diretores, o foco estratégico permanece voltado ao mercado brasileiro. “Nossa prioridade absoluta é a confiabilidade. É essa base que permite inovar com segurança e projetar crescimento consistente no longo prazo”, afirmam.

Foto: Secullum Software/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 277 Visualizações
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Exportações brasileiras de carne suína crescem em fevereiro

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 122,1 mil toneladas em fevereiro de 2026, um volume 6,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados na sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O crescimento foi impulsionado principalmente pela demanda de mercados asiáticos, com destaque para as Filipinas, que ampliaram as importações do produto brasileiro no mês.

De acordo com a ABPA, em fevereiro de 2025 haviam sido embarcadas 114,4 mil toneladas de carne suína. Já neste ano, o volume chegou a 122,1 mil toneladas.

Crescimento também financeiro

Em receita, as vendas internacionais do setor somaram US$ 284,1 milhões no mês, valor 4,1% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, quando as exportações alcançaram US$ 272,9 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o Brasil exportou 238,4 mil toneladas de carne suína, crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando o volume foi de 220,5 mil toneladas.

A receita gerada pelas exportações também apresentou aumento no período. Nos dois primeiros meses de 2026, o setor somou US$ 554,4 milhões, frente aos US$ 510,9 milhões registrados no primeiro bimestre do ano anterior, o que representa crescimento de 8,5%.

Principais destinos

Entre os mercados importadores, as Filipinas ampliaram a liderança como principal destino da carne suína brasileira. Em fevereiro, o país importou 40,9 mil toneladas, volume 77,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 12,1 mil toneladas, aumento de 34,8%, e China, com 11,1 mil toneladas, queda de 43%. Também figuram entre os principais destinos Chile, com 8,8 mil toneladas, alta de 6%, e Hong Kong, com 8 mil toneladas, retração de 40%.

Outros mercados relevantes foram Singapura, com 5,4 mil toneladas (-16,6%), Argentina, com 4,3 mil toneladas (-10,5%), Uruguai, com 4 mil toneladas (+8,7%), México, com 3,2 mil toneladas (+8%) e Geórgia, com 3,1 mil toneladas (+122%).

Exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança em fevereiro, com 57 mil toneladas embarcadas. O volume, porém, representa queda de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 29,7 mil toneladas exportadas e crescimento de 24,1%, o Paraná, com 20,6 mil toneladas (+15,3%), Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+39,2%) e Minas Gerais, com 3,1 mil toneladas (+34,3%).

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que a expansão em diferentes mercados tem contribuído para o desempenho das exportações. “O avanço expressivo em mercados como Filipinas e Japão demonstra a confiança dos importadores no status sanitário, na regularidade de fornecimento e na competitividade da proteína produzida no Brasil. Ao mesmo tempo, a diversificação de destinos tem ampliado a segurança da pauta exportadora, reduzindo a dependência de mercados específicos e abrindo novas oportunidades comerciais. Neste cenário, fatores como a credibilidade sanitária, a capacidade produtiva e a eficiência logística do setor brasileiro deixam de ser apenas condicionantes e passam a se consolidar como diferenciais estratégicos para sustentar o crescimento das exportações ao longo do ano”, comentou Santin.

Foto: Bearfotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 130 Visualizações
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Painel Mulher Empreendedora abre temporada de eventos da CDL Mulher

Por Marina Klein Telles 09/03/2026
Por Marina Klein Telles

A CDL Santa Cruz, por intermédio do departamento da CDL Mulher, vai abrir sua temporada de eventos nesta terça-feira, dia 10, a partir das 19h, no Soder Hotel, com um painel alusivo ao Dia Internacional da Mulher. Intitulado de Mulher Empreendedora, o evento busca debater a temática “Antes do CNPJ tem uma pessoa”.

A coordenadora do CDL Mulher, Ana Machado, destaca que se trata de um momento para celebrar, inspirar e fortalecer relações entre as empresárias protagonistas do comércio local, mas ao mesmo tempo, aberto aos empresários homens, para que participem das atividades e se integrem aos debates.

A atividade terá como palestrante principal Daniela Mattos, que vai abordar o tema: “Antes do CNPJ tem uma pessoa”. Anteriormente ocorre um painel protagonizado pelas empresárias Thaís Rediske e Joana Tornquist.

Daniela Mattos é apresentadora do programa Elas Inspiram, da TV Cidade de Farroupilha, é graduada em Letras e professora de formação. Atualmente, atua como palestrante e mentora de empresários, desenvolvendo um trabalho voltado ao comportamento humano, liderança e desenvolvimento emocional. Especialista em Neurociência e Comportamento, é mestre em Educação pela Universidade Federal de Pelotas e doutoranda pela Universidade de Passo Fundo, com trabalhos publicados na Europa -Portugal, Espanha e França.

É escritora e autora do livro A Força Que Habita em Mim, obra que convida à reflexão, ao autoconhecimento e ao fortalecimento interior como base para o equilíbrio emocional e o desenvolvimento integral da vida, pessoal e profissional.

Com forte presença nas redes sociais, Daniela é idealizadora da Revista Elas Inspiram, projeto que amplia o propósito do programa televisivo ao destacar mulheres de diferentes áreas e trajetórias, promovendo o protagonismo feminino e valorizando histórias que transformam.

Os ingressos e mais informações podem ser obtidas junto à CDL Santa Cruz pelo WhatsApp (51) 98061-6332. O valor é de R$ 50,00 para associados da CDL e público em geral, R$ 100,00.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 97 Visualizações
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Cerca de 85% das exportações do RS ao Oriente Médio passam por países com portos no Golfo Pérsico

Por Marina Klein Telles 09/03/2026
Por Marina Klein Telles

O Rio Grande do Sul exportou US$ 1,3 bilhão em mercadorias para o Oriente Médio em 2025, valor que correspondeu a 6% do total exportado pelo estado no período. Desse total, 85,6% desembarcam em países com portos no Golfo Pérsico, onde está o Estreito de Ormuz – fechado desde o início do conflito na região. O dado consta de estudo divulgado nesta sexta-feira (6) pelo Sistema FIERGS e demonstra a dimensão dos riscos aos quais as exportações estão expostas em razão da instabilidade geopolítica.

Para o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, o cenário atual exige atenção redobrada das empresas gaúchas que mantêm relações comerciais com o Oriente Médio. “A retomada e ampliação do conflito aumentou a instabilidade em uma área estratégica para o comércio internacional, especialmente no entorno do Golfo Pérsico e do Estreito de Ormuz”, avalia.

Entre os principais parceiros comerciais do RS na região estão Emirados Árabes Unidos (US$ 471,5 milhões, equivalente a 36,4% das exportações para o Oriente Médio), Arábia Saudita (US$ 258 milhões e 19,9%) e Irã (US$ 163,9 milhões e 12,7%). “Em meio a toda essa instabilidade, é preciso que as indústrias avaliem rotas e fornecedores alternativos, revisem estratégias e reforcem mecanismos para redução de riscos”, alerta Bier.

Os principais ramos exportados pelo Rio Grande do Sul para o Oriente Médio envolvem produtos do abate de aves (US$ 461,9 milhões, equivalente 35,6% do total exportado pelo ramo), óleos vegetais em bruto (US$ 85,7 milhões, 5,5%), cultivo de milho (US$ 84,1 milhões, 5,4%) e processamento industrial do tabaco (US$ 79,6 milhões, 2,8%).

Do lado das importações, a vulnerabilidade concentra-se sobretudo na aquisição de insumos químicos e produtos ligados à cadeia de fertilizantes. As importações dos intermediários para fertilizantes somaram US$ 414,7 milhões, ou 36,9% das compras do Rio Grande do Sul provenientes dessa região. Um eventual aumento no custo dos fertilizantes por questões logísticas pode impactar a produção agrícola gaúcha e, consequentemente, os produtos do agronegócio.

Acesse o estudo completo no link: https://observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-estrategica/relacoes-comerciais-com-o-oriente-medio-2/

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 137 Visualizações
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Da fazenda ao mercado premium: mulheres impulsionam a Carne Angus Certificada

Por Marina Klein Telles 09/03/2026
Por Marina Klein Telles

Por 30 anos, Simone Romancini acompanhou o pai em uma empresa que produzia equipamentos para a pecuária. Em 2020, tornou-se proprietária da Fazenda Nossa Senhora Aparecida I e II, em Novas Laranjeiras (PR), no centro-sul do estado, e buscou fazer diferente para alavancar a produção de carne de qualidade. “De três anos para cá, percebi que poderia ter muito mais se eu partisse para uma carne premium, uma carne diferenciada. Foi nesse momento que a carne Angus surgiu na minha vida. Comecei a pesquisar um consumidor mais detalhista, que busca algo diferente. Com esse objetivo, entrei para o Programa Carne Angus Certificada”, conta a pecuarista.

Simone nasceu em uma família apaixonada pelos animais e pela vida no campo, com irmão e filhos veterinários. Entretanto, apesar de estar acostumada com a lida, a pecuarista salienta que encontrou dificuldades no período inicial no comando da propriedade, não apenas por estar situada em um setor predominantemente masculino, mas também por almejar mudanças. Mas, ela acreditou no propósito e seguiu em frente. “Lá atrás, não foi nada fácil, porque eu via alguns olhares de desdém, alguns comentários pejorativos. Com o passar do tempo, meu trabalho começou a se sobressair, as coisas estão diferentes. Com o decorrer dos anos, fiquei mais confiante, sabendo me posicionar melhor em um mercado que era masculino”, destaca.

A partir da parceria com a Padrão Beef, Simone passou a entregar carne premium e está se especializando para alcançar qualidade ainda maior. “Com mais cuidado, mais capricho. De uns três anos para cá, é só Angus que temos na fazenda”, destaca, ao concluir que o trabalho não se diferencia entre ser de homem ou de mulher. “Existem pessoas que são qualificadas e pessoas que não são. Temos que fazer o nosso melhor e acreditar que vamos conseguir”, assegura.

Outro exemplo de produtora que entrega seu melhor para produzir Carne Certificada Angus vem de Lídia Massi Serio. A proprietária da Fazenda São Luiz, em Mato Grosso do Sul (MS), é a terceira geração de produtores rurais da família e vem conduzindo de perto o trabalho com gado Angus, que, segundo ela, chegou para agregar muita qualidade ao rebanho. “A raça Angus foi uma forte aliada para o melhoramento dos resultados na pecuária. Iniciamos com o projeto de aproveitar o excelente desempenho desses animais, principalmente no ganho de peso e na qualidade da carne. Existe uma demanda alta do mercado por carne de qualidade, portanto, a produção com genética Angus tem se tornado cada vez mais atrativa, principalmente na comercialização”, destaca.

Em relação ao programa de certificação, Lídia evidencia os benefícios de lidar com um padrão superior de proteína no mercado. “Entram as bonificações e a maior valorização da carcaça no frigorífico, o que incentiva o melhoramento genético do rebanho. Também abre a possibilidade de comercializar uma carne premium com selo de qualidade reconhecido pelo mercado, algo que tem se tornado cada vez mais atrativo e necessário”, acentua a produtora, que recomenda resiliência e persistência para vencer desafios que ainda se impõem no campo, como a imprevisibilidade das leis rurais e a falta de mão de obra qualificada. “Os obstáculos, por muitas vezes, fogem da nossa capacidade de controle, mas o campo é surpreendente, é como um filho querido que faz malcriação, mas depois te abraça e beija com carinho. Não dá para resistir”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 141 Visualizações
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