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Stephany Foscarini

Stephany Foscarini

Business

Bolsa de Sementes coleta mais de 571,2 mil quilos em 2021

Por Stephany Foscarini 14/03/2022
Por Stephany Foscarini

Em 2022, o projeto Bolsa de Sementes completa 20 anos e dá continuidade à sua missão de desenvolver uma consciência ecológica e ambiental nas comunidades inseridas nas regiões de atuação da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Ao longo de duas décadas, a iniciativa é conduzida por meio do Verde é Vida, através de uma parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e, ano após ano, tem contribuído para a conservação da biodiversidade e recuperação das florestas naturais. Nem mesmo os últimos dois anos de pandemia impediram a continuidade dos trabalhos e o engajamento das escolas.

A premiação dos educandários que mais se destacaram no último período letivo será realizada durante a programação da Expoagro Afubra 2022. A solenidade de entrega dos cheques bônus está agendada para o dia 23 de março, a partir das 15 horas, no palco do Espaço da Inovação do Agro, dentro do Parque. Em 2021, o Bolsa de Sementes envolveu 54 escolas participantes no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que coletaram 571.271 quilos de sementes. Esse montante representa R$ 25.425,25 para as instituições, que podem trocar os valores por mercadorias em uma das lojas da Agro-Comercial Afubra.

Ao longo da trajetória do Bolsa de Sementes, foram mais de 20 toneladas de sementes coletadas, ajudando na preservação das espécies e promovendo a diversificação genética. Por meio do Projeto, a comunidade escolar de 210 instituições de ensino, distribuídas em 69 municípios do Sul do Brasil, são incentivadas a realizar a coleta e beneficiamento de sementes de árvores nativas. Todo material é encaminhado para o Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM, onde ocorre a triagem, identificação e armazenamento por região no banco de sementes – que ficam à disposição da população para produção de mudas, com distribuição gratuita (os interessados podem preencher o formulário de solicitação pelo endereço eletrônico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/03/2022 0 Comentários 595 Visualizações
Cidades

Agência Municipal de Emprego de Novo Hamburgo está com 191 vagas de trabalho abertas

Por Stephany Foscarini 14/03/2022
Por Stephany Foscarini

Vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a Agência Municipal de Emprego (AME) de Novo Hamburgo está com 191 oportunidades de empregos abertas em sua unidade. Para se candidatar a uma das vagas, basta o candidato comparecer à Agência, que fica na Rua Joaquim Pedro Soares, número 349, no Centro, de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 16h, com a carteira de trabalho. Também é possível ver as vagas e se candidatar pelo aplicativo Sine Fácil, assim o candidato não precisa se deslocar até a agência.

Oportunidades

Cargo | Quantidade | Local de Trabalho

Ajudante de açougueiro (comércio) | 1 vaga | Novo Hamburgo

Ajudante de carga e descarga de mercadoria | 3 vagas | Novo Hamburgo

Ajustador mecânico de manutenção | 2 vagas | Novo Hamburgo

Analista ambiental | 1 vaga | Estância Velha

Analista de marketing | 1 vaga | Novo Hamburgo

Armador de estrutura de concreto | 2 vagas | Novo Hamburgo

Arte-finalista | 1 vaga | Novo Hamburgo

Assistente comercial | 1 vaga | Estância Velha

Assistente comercial | 1 vaga | Novo Hamburgo

Atendente de farmácia – balconista | 2 vagas | Novo Hamburgo

Atendente de mesa | 1 vaga | Novo Hamburgo

Atendente de padaria | 1 vaga | Novo Hamburgo

Atendente de telemarketing | 3 vagas | Novo Hamburgo

Auxiliar administrativo | 1 vaga | Novo Hamburgo

Auxiliar contábil | 1 vaga | Novo Hamburgo

Auxiliar de confeitaria | 1 vaga | Novo Hamburgo

Auxiliar de cozinha | 1 vaga | Novo Hamburgo

Auxiliar de cozinha | 1 vaga | Campo Bom

Auxiliar de escritório | 1 vaga | Novo Hamburgo

Auxiliar de estoque | 2 vagas | Novo Hamburgo

Auxiliar de linha de produção | 4 vagas | Novo Hamburgo

Auxiliar de linha de produção | 1 vaga | Portão

Auxiliar de logística | 3 vagas | Novo Hamburgo

Auxiliar de manutenção predial | 2 vagas | Estância Velha

Auxiliar de mecânico de autos | 1 vaga | Novo Hamburgo

Auxiliar de padeiro | 1 vaga | Novo Hamburgo

Auxiliar técnico de mecânica | 1 vaga | Novo Hamburgo

Biomédico | 1 vaga | Novo Hamburgo

Bolseiro (bolsas de couro) | 1 vaga | Novo Hamburgo

Cabeleireiro | 1 vaga | Novo Hamburgo

Carpinteiro | 3 vagas | Novo Hamburgo

Colador de calçados | 2 vagas | Novo Hamburgo

Consultor | 1 vaga | Novo Hamburgo

Consultor de vendas | 4 vagas | Novo Hamburgo

Corretor de imóveis | 3 vagas | Novo Hamburgo

Cortador de madeira – na extração | 1 vaga | Estância Velha

Costureira em geral | 3 vagas | Novo Hamburgo

Costureiro de amostra | 1 vaga | Novo Hamburgo

Cozinheiro geral | 2 vagas | Novo Hamburgo

Cozinheiro industrial | 1 vaga | Novo Hamburgo

Cuidador em saúde | 1 vaga | Novo Hamburgo

Desenhista projetista mecânico | 2 vagas | Novo Hamburgo

Eletricista | 2 vagas | São Leopoldo

Eletricista auxiliar | 2 vagas | Novo Hamburgo

Eletricista de instalações | 5 vagas | Novo Hamburgo

Eletricista de instalações industriais | 2 vagas | Novo Hamburgo

Eletrotécnico | 1 vaga | Novo Hamburgo

Empregado doméstico diarista | 1 vaga | Novo Hamburgo

Empregado doméstico nos serviços gerais | 5 vagas | Novo Hamburgo

Encarregado de expedição | 1 vaga | Novo Hamburgo

Esteticista | 3 vagas | Novo Hamburgo

Estoquista | 8 vagas | São Leopoldo

Ferramenteiro | 1 vaga | Novo Hamburgo

Gerente de produção | 1 vaga | Novo Hamburgo

Instalador hidráulico | 2 vagas | Novo Hamburgo

Instrutor de informática | 2 vagas | Novo Hamburgo

Jardineiro | 1 vaga | Estância Velha

Lavador de automóveis | 2 vagas | Novo Hamburgo

Líder de produção, no acabamento de chapas e metais | 1 vaga | Novo Hamburgo

Lixador de móveis | 1 vaga | Novo Hamburgo

Mãe social | 1 vaga | Novo Hamburgo

Marceneiro | 1 vaga | Campo Bom

Marceneiro | 1 vaga | Novo Hamburgo

Matrizeiro | 1 vaga | Novo Hamburgo

Mecânico de auto em geral | 1 vaga | Novo Hamburgo

Mecânico montador | 6 vagas | Novo Hamburgo

Mestre de obras | 1 vaga | Novo Hamburgo

Montador de equipamentos elétricos | 2 vagas | Novo Hamburgo

Montador de móveis de madeira | 1 vaga | Novo Hamburgo

Montador soldador | 1 vaga | Novo Hamburgo

Montador, a mão | 2 vagas | Novo Hamburgo

Montador, a máquina | 2 vagas | Novo Hamburgo

Motorista entregador | 3 vagas | Novo Hamburgo

Operador de caixa | 3 vagas | Novo Hamburgo

Operador de centro de usinagem com comando numérico | 3 vagas | Novo Hamburgo

Operador de extrusora (química, petroquímica e afins) | 1 vaga | Novo Hamburgo

Operador de fresadora com comando numérico | 1 vaga | Portão

Operador de furadeiras | 1 vaga | Novo Hamburgo

Operador de injetora de plástico | 2 vagas | Novo Hamburgo

Operador de máquinas fixas, em geral | 1 vaga | Estância Velha

Operador de processo de moagem | 2 vagas | Novo Hamburgo

Operador de sistema de climatização | 1 vaga | Novo Hamburgo

Passador de roupas | 1 vaga | Novo Hamburgo

Pedreiro | 3 vagas | Novo Hamburgo

Pintor a fio | 3 vagas | Novo Hamburgo

Pizzaiolo | 1 vaga | Novo Hamburgo

Preparador de couros curtidos | 3 vagas | Novo Hamburgo

Recepcionista atendente | 1 vaga | Novo Hamburgo

Representante comercial | 1 vaga | Novo Hamburgo

Revisor de qualidade de calçados | 1 vaga | Novo Hamburgo

Servente de obras | 2 vagas | Novo Hamburgo

Soldador | 6 vagas | Novo Hamburgo

Técnico eletrônico | 1 vaga | Novo Hamburgo

Torneiro mecânico | 2 vagas | Novo Hamburgo

Vendedor de comércio varejista | 1 vaga | Novo Hamburgo

Vendedor interno | 14 vagas | Novo Hamburgo

Vendedor pracista | 2 vagas | Novo Hamburgo

Vagas exclusivas PcDs

Auxiliar de expedição | 1 vaga | Novo Hamburgo

Repositor de mercadorias | 1 vaga | Novo Hamburgo

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/03/2022 0 Comentários 813 Visualizações
Cultura

Magliani será homenageada pela Fundação Iberê com uma grande exposição que resgata 50 anos de produção

Por Stephany Foscarini 13/03/2022
Por Stephany Foscarini

No dia 19 de março (sábado), às 14h, a Fundação Iberê inaugura uma grande e inédita exposição de Maria Lídia Magliani (1946-2012). “Magliani” reunirá cerca de 200 obras provenientes de mais de 60 coleções, incluindo os principais museus do Brasil como Museu de Arte do Rio, Museu Afro Brasil, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAC-USP, MAC-RS, Museu de Arte de Santa Catarina, MARGS, Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo (Pelotas) e Fundação Vera Chaves Barcellos (Viamão). Com curadoria de Denise Mattar (SP) e de Gustavo Possamai (RS), a mostra inclui trabalhos desde a época de estudante – início dos anos 1960 – até 2012, ano de seu falecimento.

A obra de Magliani é um desafio. Não é uma arte fácil, é feita para incomodar, para fazer refletir. A artista estava interessada nas questões humanas, nas relações entre os seres, nos problemas e no sofrimento inerente à existência: o desencontro, o desamor, a hipocrisia da sociedade, o medo da solidão”.

“A obra de Magliani é um desafio. Não é uma arte fácil, é feita para incomodar, para fazer refletir. A artista estava interessada nas questões humanas, nas relações entre os seres, nos problemas e no sofrimento inerente à existência: o desencontro, o desamor, a hipocrisia da sociedade, o medo da solidão. A apresentação de seu trabalho na Fundação Iberê, torna inevitável o paralelo com pintor. Em 1993, Iberê disse: ‘Eu não nasci para brincar com a figura, fazer berloques, enfeitar o mundo. Eu pinto porque a vida dói’. Uma frase que poderia ser de Magliani, que, em 1997, escreveu: ‘Eu gostaria de dizer às pessoas que veem os meus quadros: ‘Sinto muito senhores, não é agradável’”, destaca Denise, que conheceu Maria Lídia Magliani em 1987. Ela era diretora técnica do Museu de Arte Moderna de São Paulo, e a artista participou do Panorama da Arte Brasileira. Anos mais tarde, em 2004, a curadora reencontrou Magliani no Rio de Janeiro, onde fez a apresentação da exposição Trabalho Manual.

Magliani foi uma artista rara e merece todo reconhecimento. Por isso, garimpamos e reunimos o máximo de obras possível, sem medir esforços”.

Como lembra Gustavo Possamai, responsável pelo acervo da Fundação Iberê: “Magliani foi uma artista rara e merece todo reconhecimento. Por isso, garimpamos e reunimos o máximo de obras possível, sem medir esforços. Promovemos a restauração de muitas delas, reunimos escritos e depoimentos seus e de quem escreveu sobre seu trabalho, revisamos e ampliamos sua cronologia. É nossa forma de contribuição para a redescoberta de seu trabalho.” Possamai conta que, durante o processo de pesquisa, foi encontrada uma carta de Iberê para Magliani, datada de 1992, na qual o pintor escreveu: “Nós dois temos a mesma meta, o mesmo ideal, a mesma devoção. Haveremos de deixar nossos rastros neste chão em que nascemos.” Um depoimento precioso que reitera a oportunidade dessa exposição.

“…pinto a solidão no meio da cidade… a solidão do consumo”

Nascida em 25 de janeiro de 1946, na cidade de Pelotas, Magliani veio morar em Porto Alegre, com 4 anos de idade. As informações sobre a família são esparsas. Seu avô era italiano, decorador de paredes; o pai era servidor público e a mãe fazia serviços domésticos. Apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pela família, desde a adolescência gostava de ler, de ouvir música, de ir ao cinema, ao teatro, de desenhar e de pintar.

Magliani formou-se em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da UFRGS, mas se autodenominava pintora: “artista plástico faz muita coisa; eu só pinto, desenho, gravo, tudo derivado da pintura”. Apesar da afirmação, ainda na década de 1960, trabalhou em teatro, ilustrando capas de programas, fazendo cenografia e atuando em peças, como “A Celestina” (1970), de Fernando Rojas; “As Criadas” (1969), de Jean Genet, e “O negrinho do pastoreio” (1970), de Delmar Mancuso, nesta última como protagonista. Em 1969, em parceria com Francisco Aron, criou o “Espaço de Arte”, no corredor do Teatro Aldeia II, onde expôs pinturas. Também se interessava por moda, e apreciava customizar, costurar e tricotar o que vestia.

Outra área de atuação foram os jornais, onde trabalhou, nos anos 1970, como diagramadora e ilustradora, ofício retomado em algumas mudanças de cidade posteriormente. Os jornais foram Folha da Manhã, Diário de Notícias, Zero Hora e Folha de São Paulo, entre outras participações e ilustrações.

Magliani deixou de residir em Porto Alegre em 1980, morou em São Paulo, em Tiradentes, Minas Gerais e no Rio de Janeiro, mas nunca se desligou nem de Porto Alegre e nem de sua terra natal, Pelotas, realizando regularmente exposições nessas cidades.

Sua produção é intensa e vigorosa e a exposição apresenta um panorama bastante consistente de seu trabalho. A mostra é complementada por uma publicação dividida em dois volumes: o primeiro deles concebido como um catálogo de obras, e o segundo reunindo entrevistas e textos de Magliani, algumas de suas cartas, textos sobre ela de autores como: Teniza Spinelli, Celso Marques, Carlos Scarinci, Angélica de Moraes, Maria Amélia Bulhões, entre outros.

Reunindo um volume significativo de obras, a exposição apresenta trabalhos de todo o percurso de Magliani, organizados de forma cronológica e mostrando as alterações que sua obra foi sofrendo ao longo dos anos. Para compartilhar com o público a instigante personalidade da artista e sua multiplicidade, o trajeto da mostra é complementado com algumas frases e fotos da artista em vários momentos de sua vida.

Na sequência são apresentadas pinturas do início de sua carreira, de 1964 a 1967, caracterizadas por um clima melancólico e lírico, com a inserção das frases poéticas riscadas sobre a tinta: A espera do canto (c.1965/1966), O mesmo corpo com som de primavera (1966), Autorretrato na nuvem (1966), Eu tenho a flor (1967) e Eu sou a inútil pureza nascida de dois silêncios (1967) são algumas delas.

Em 1968 há uma mudança significativa na obra da artista, na qual ela se descreve como uma “delatora do desencontro”. É uma fase de passagem, influenciada pela pop art com trabalhos, como Segundo canto para o amigo triste e As portas fechadas da cidade.

Era um período difícil da ditadura militar e a convivência com a censura nas redações influencia a obra de Magliani. Seu repertório torna-se mais drástico, e, em 1976, ela faz a exposição Anotações para uma história, no MARGS. Foi um choque! A sociedade gaúcha não estava preparada para o que viu, e rejeitou com veemência o trabalho. No ano seguinte, levou ainda mais longe sua proposta realizando a série Elas, com grotescas mulheres seminuas, imensamente gordas, que ela considerava uma espécie de retrato interior da humanidade, e dizia: “Minha intenção é fazer a figura sair da tela, se derramar por cima da gente, sufocando”. A série, muito bem representada na retrospectiva, chamou a atenção dos críticos Jacob Klintowitz e Marc Berkowitz e foi determinante para a mudança da artista para São Paulo. Antes de ir embora, realizou na Galeria Independência, em Porto Alegre, a exposição Brinquedo de armar, reunindo desenhos e pinturas, sobre as quais dizia: “Acho que a mulher é o brinquedo mais armado e desarmado constantemente. Mas considero que todo mundo é, ou pode ser, um brinquedo de armar.”

O período de 1980 a 1988, o mais marcante da carreira da artista, coincide com o tempo em que ela residiu em São Paulo. Lá produziria as séries Retratos falados, Crônica do amanhecer e Discussões com Deus. Abandonando os tons sépia, passa a usar cores vibrantes e ácidas; mescla lápis de cor, de cera, pastel, grafite e até materiais de maquiagem, como corretivo e delineador, e muda o tratamento da pintura, usando a tinta acrílica e adotando pinceladas ágeis e gestuais, como traços de desenho, num processo que imprime movimento ao trabalho. É um momento no qual a obra de Magliani conversa de perto com a de Francis Bacon, atingindo o ápice de contundência e visceralidade da pintora. Retorcidos e distorcidos, corpos e rostos se desfazem e refazem, em movimentos bruscos.

Seus trabalhos são apresentados no Panorama do Museu de Arte Moderna de São Paulo, na Bienal de São Paulo, e, em 1987, Evelyn Ioschpe promove no MARGS uma mostra de caráter retrospectivo: Auto-retrato dentro da jaula. Dez anos depois da rejeição que sofrera, Magliani foi acolhida pelo público de sua cidade como uma estrela, a mais importante artista gaúcha de sua geração. O público poderá ver novamente todas essas séries, hoje integrando coleções de museus como Pinacoteca do Estado de São Paulo, MAM-SP e MAC-USP.

Em 1989, ela já estava cansada da violência e da poluição e queria fazer pinturas em um lugar mais tranquilo. Escolheu a pequena e histórica Tiradentes (MG). Lá, suas pinturas revelaram a solidão das montanhas, retomando os tons terrosos, nas séries em Gerais, Madrugada insone e Acumulações. A artista também desenvolve, nesse período, uma série de cabeças, que são esculturas em madeira e papel machê.

Em 1997, mais uma mudança, agora para o Rio de Janeiro, mais especificamente o bairro de Santa Tereza. Passou a frequentar o Estudio Dezenove, onde conheceu Julio Castro, que viria a se tornar colega, amigo, e, finalmente, o principal guardião de sua obra, após seu falecimento.

Em 1999, Magliani retornou a Porto Alegre, onde ministrou algumas aulas e oficinas de pintura e papel machê. A passagem pela capital gaúcha durou um ano. No ano 2000 voou para o Rio de Janeiro. Com tantas mudanças a produção de Magliani diminui, mas há séries marcantes nesse período: em Gerais, Madrugada insone, Acumulações e Alfabeto, trabalho que deriva para as figuras recortadas das séries Retratos de Ninguém e Todos. A partir de 2009 é intensa sua produção de gravuras, impressas no Estudio Dezenove por Julio Castro. Um dos sonhos, Fábula, Da noite e O poeta são algumas delas. Curiosamente, ao lado desse mergulho no universo monocromático, denso e expressionista da gravura, Magliani desenvolve a série mais colorida e lúdica de toda a sua carreira. São pinturas realizadas em estridentes cores acrílicas, recortes em madeira e objetos. Uma parte desse conjunto, sob o título My baby just cares for me, foi apresentada em exposição individual da artista, no Museu Imaginário, em Bruxelas, Bélgica.

Todos esses momentos, apresentados em conjunto, revelam com clareza a excelência da obra de Maria Lídia Magliani, que começa a ser redescoberta também internacionalmente.

Magliani humanista

Apesar de pessoalmente engajada na luta pelos direitos humanos, Magliani não admitia que sua obra fosse interpretada como política ou identitária. Era intransigente nessa questão. São muitas as declarações dela a esse respeito. “Meu interesse é pelo que as pessoas sentem, não pelo que elas pensam […] Tenho preocupação com a vida, com a humanidade em geral. Nada a ver com raça específica, religião, nada. Uma coisa que é comum a todo mundo. A essência humana é igual para todos. O que interessa é isso. Todos os outros acréscimos: nacionalidade, cor, ideologia, credo, preferência sexual, time de futebol, tudo isso é acessório.”

Dentro dessa atitude de defesa da autonomia da sua obra, acima de qualquer circunstância, está também a rejeição a todo tipo de abordagem referenciando seu trabalho à negritude. “Por que sempre me perguntam como é ser negra e ser artista? Ora, é igual ao ser de qualquer outra cor. As tintas custam o mesmo preço, os moldureiros fazem os mesmos descontos e os pincéis acabam rápido do mesmo jeito para todo mundo.” A posição de Magliani sempre foi candente nessa questão, e ela afirmava, desassombradamente, que era contrária a guetos. Na publicação da UFRGS, Nós, os afro-gaúchos, de 1997, fez a seguinte declaração, quase um manifesto: “Sou brasileira, nascida no Rio Grande do Sul. Isto é o bastante. Não quero escolher uma raça em função da cor da minha pele. Não quero ser fatiada, dividida em porções, me aceito como soma.”

Uma lutadora, sem medo de desafios, que, entre divertida e séria, dizia: “Minha mãe falava: ‘Não se pode dar um passo maior que as pernas.’ Então vou ficar sentada, não vale a pena caminhar? Qual é a graça? Dar um passo maior que as pernas sempre. Romper expectativas, e os estereótipos principalmente.”

Maria Lídia Magliani faleceu na noite de 21 de dezembro de 2012, no Rio de Janeiro, vítima de uma parada cardíaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2022 0 Comentários 775 Visualizações
Cultura

Festival exalta identidade cultural de Monte Belo do Sul

Por Stephany Foscarini 12/03/2022
Por Stephany Foscarini

Em Monte Belo do Sul, a vida acontece ao ar livre, em meio a vales entrecortados por encostas comumente cobertas de parreirais. Nesse cenário de natureza exuberante e calmaria típica de um lugarejo onde a vida gravita ao redor da igreja e da praça centrais, todos estão convidados a viverem como um monte-belense por dois dias, no próximo final de semana.

E isso inclui, claro, vivenciar os hábitos enogastronômicos dos locais. Durante o Vieni Vivere la Vita Festival, dias 19 e 20 de março, o pequeno município da Serra Gaúcha oferecerá, junto ao sabor de suas agroindústrias, restaurantes e vinícolas, uma pitada generosa da autenticidade cultural. Todos os 27 expositores da terceira edição do encontro estão estabelecidos no município e são representantes legítimos da herança de ofícios e saberes deixada pelos imigrantes italianos que colonizaram a região.

Instalados em charmosas barraquinhas na praça Padre José Ferlin, no centro da cidade, os participantes oferecerão o mais genuíno patrimônio do município aos visitantes. Ele aparecerá tanto expresso pela culinária local, por meio de pratos típicos ou incrementados por toques de chefs, quanto através de taças de vinho ou espumante, além de se manifestar em peças de artesanato.

Tudo isso ocorre em meio a um grande clima de descontração. Por isso, uma extensa agenda de apresentações culturais e artísticas ganha palco para tornar o clima de convivência e reencontros – depois de um longo período de restrições impostas pela pandemia – ainda mais especial. Shows com corais, grupos de dança e conjuntos musicais estão agendados para ocorrerem a partir das 13h30min no sábado e do meio-dia no domingo.

O Vieni Vivere la Vita (cuja tradução significa “venha viver a vida”) tem ajudado a destacar e fortalecer a presença de Monte Belo como destino cada vez mais procurado por quem visita a Serra em busca de seus vinhedos e paisagens naturais. Na última edição do evento, em 2019, cerca de 6 mil visitantes estiveram na cidade. Em 2020, uma edição virtual foi realizada a fim de manter a proposta de divulgar o município.

Realizado pela Secretaria de Cultura e Turismo de Monte Belo do Sul, o festival terá transmissão virtual da programação nos canais digitais do Visite Monte Belo (no Facebook e YouTube). Os shows são promovidos pela Associação Comunitária dos Amigos de Monte Belo e conta com apoio cultural do roteiro turístico Visite Monte Belo e patrocínio da Transportes Dumar, por meio de financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul. Mais informações no site e nas redes sociais do @visitemontebelo.

Sobre o município

Monte Belo do Sul surgiu em 1992, após seu desmembramento como distrito de Bento Gonçalves. Localizado a 618 metros acima do nível do mar, o município tem sua economia baseada no cultivo da uva. Hoje, a cidade ostenta os títulos de maior produtor de uvas per capita da América Latina, com 2.270 hectares de parreirais, e o de maior produtor de uvas brancas para espumantes do Estado.

Um dos atrativos mais vistosos da cidade é a Igreja São Francisco de Assis, cujas torres de 65 metros de altura e podem ser avistadas a quilômetros de distância, devido à sua localização na parte mais alta de Monte Belo. Conforme dados do IBGE de 2020, a população do município é de pouco mais de 2,5 mil habitantes.

Quem expõe

Agroindústria e artesanato 

1) Produtos Coloniais Gabriel

2) Artesanatos Benatti

3) Senzafine (produtos à base de lavanda)

4) De Costa Cogumelos e Alho Negro

5) Ateliê Elis Regina

6) Casa Lovisa

7) Emporium Casa Nostra

8) Cutelaria Filippon

Gastronomia 

1) Casa Olga

2) Café Faccin

3) Francesco Trattoria

4) Ristorante Nonna Metilde

5) Rota 444

6) Bello Sapore

7) Casa Biasotto

8) Confeitaria Benvenutti

Vinícolas 

1) Casa Fantin (pão cozido na hora em forno à lenha)

2) Vinícola Vallebello

3) Famiglia Tasca

4) Casa Moro Vinhos Finos

5) Faccin Vinhos

6) Vinícola De Mari

7) Vinícola Calza

8) Somacal Vinhos e Licores

9) Casa Marques Pereira (terão dois pratos)*

10) Vinícola Monte Bello

11) Dom Riccardo Vinhos Finos

Programação cultural

Dia 19 de março (sábado)

13h30: Apresentação cultural das escolas municipais

15h: Corais Musicando Melodias, Alegria de Cantar e Grupo Vicentino (Projeto Monte Belo: Música, Canto e Dança)

16h15: Grupo de Danças La Barca

17h: Joce Sampaio Trio

18h45: Lançamento do Videoclipe “Igreja Matriz São Francisco de Assis: patrimônio material, histórico e religioso”

19h: Délcio Tavares e banda

19h45: Lançamento do Videoclipe “Monte Belo Visto de Cima”

21h: Acústicos Band

Dia 20 de março (domingo)

12h: Grupo Acordes

14h: Acustic Rock Maicon & Pontel

15h30: Ragazzi Dei Monti

17h15: Lançamento do Videoclipe “Monte Belo do Sul: valores culturais”

17h30: Samba de Moça

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2022 0 Comentários 589 Visualizações
Business

Biamar investe R$ 60 milhões e inaugura complexo em Farroupilha

Por Stephany Foscarini 12/03/2022
Por Stephany Foscarini

Os fios entrelaçados que contam a trajetória de 35 anos da gaúcha Biamar se abrem para um novo momento da marca, considerada uma das mais importantes no segmento de malhas e tricots do Brasil. Com investimento que ultrapassa os R$ 60 milhões, a empresa familiar revela ao público, no dia 14 de março, seu novo complexo de 22.681,70 m².

As inéditas instalações estão interligadas por um túnel subterrâneo e por uma passarela ao antigo prédio, na Rua Júlio de Castilhos, 2.003, no bairro Vicentina, em Farroupilha, na Serra Gaúcha. Outros 3 mil m² já foram aprovados para construção e as obras devem iniciar em breve.

Dividido em seis andares, o edifício abrigará loja de dois pisos, estoque de produtos a pronta entrega, depósito, setores comercial, financeiro, administrativo, criativo e de marketing, salas de reuniões, auditório para treinamentos e docas para entrada de caminhões. De forma provisória, o espaço acomodará também a tecelagem e passadoria, até a conclusão da ampliação da sede anterior, quando voltarão para o local.

Assinado pela arquiteta Lisana Maggioni, o novo prédio da Biamar conta ainda com estacionamento coberto para carros, ônibus e vans e áreas preparadas para excursões comerciais, com copa e ambientes de descanso para guias e lojistas. No próximo ano, a grife gaúcha também inaugurará no endereço o museu Nossa História.

Com atendimento exclusivo ao varejo atacado, a nova sede da Biamar foi projeta para oferecer melhores condições de trabalho aos 470 colaboradores da empresa – sendo 370 deles com atuação presencial no espaço – e uma infraestrutura completa para os 10 mil clientes lojistas ativos da marca. Atualmente, os principais mercados consumidores da Biamar são os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Além dos lojistas, desde 2018, a label comercializa seus produtos através de e-commerce próprio.

“A nova sede foi planejada para atender melhor o cliente lojista, que sai da sua casa, da sua cidade para vir até Farroupilha fazer as compras para a sua loja. Queríamos oportunizar uma experiência melhor, um atendimento mais satisfatório e um mix maior de produtos. Com a ampliação do espaço também poderemos desenvolver e lançar várias outras linhas, algumas das quais já estão em desenvolvimento”, explica o diretor Itacir Ari Marmentini, que divide a sociedade do grupo Biamar com a irmã, Devilda Marmentini Biazoli, e com o cunhado Segundo Biazoli. Além da marca homônima, a companhia é detentora das marcas aBênção, BlackPool e Urbanity.

A infraestrutura foi pensada em detalhes, desde a fachada, que remete às tramas, a iluminação que acolhe até as plantas, com flores e árvores que trazem os conceitos da aromaterapia. Os ciprestes e as araucárias que precisaram ser retirados e foram extraídos com a autorização dos órgãos ambientais foram transformados em mobiliário e também estilizaram algumas paredes da loja.

Novos horizontes

Mesmo antes da abertura das novas instalações, o ano já começou especial para a Biamar. Em 2022, a grife de malhas e tricots aposta numa nova forma de lançamentos, até então trabalhados nos anos anteriores apenas em três coleções macros. Em janeiro, a marca apresentou o grande lançamento, chamado “Novos Horizontes”, em alusão ao momento da companhia. Em março, junto a inauguração do complexo, a Biamar apresenta a coleção-cápsula “Terra”, com cores intensas, matérias-primas naturais, texturas e modelagens que abraçam. Ainda neste mês, serão lançadas as linhas inéditas de jaquetas de nylon e de botas, aumentando a gama da Biamar Shoes, apresentada em 2021. Neste ano também estreiam no catálogo outras pequenas campanhas e a coleção de verão.

Este é um ano diferente, onde muitas mudanças estão sendo aplicadas, tanto de espaços físicos como de práticas, mas mantendo os ideais que sempre nortearam a empresa. Desde o início, priorizamos as pessoas, sejam elas funcionários, clientes ou fornecedores, nossos produtos e nossa marca”.

“Este é um ano diferente, onde muitas mudanças estão sendo aplicadas, tanto de espaços físicos como de práticas, mas mantendo os ideais que sempre nortearam a empresa. Desde o início, priorizamos as pessoas, sejam elas funcionários, clientes ou fornecedores, nossos produtos e nossa marca. Também nos preocupamos com o meio ambiente, desenvolvendo peças com o mínimo de desperdício, e mesmo o mínimo é descartado de forma correta”, assegura a coordenadora de Criatividade e Estilo, Suélen Biazoli, que ao lado da mãe, Devilda – idealizadora da Biamar -, desenvolvem e criam as coleções.

Foto: Luís Henrique Bisol/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2022 0 Comentários 1,9K Visualizações
Saúde

Cuidados com a exposição solar nas crianças deve ser permanente

Por Stephany Foscarini 12/03/2022
Por Stephany Foscarini

A temporada de praia acabou, mas isso não deve significar um relaxamento no cuidado com o sol. As temperaturas seguem altas e, com a rotina de volta às aulas, os cuidados com as crianças permanecem sendo importantes na proteção contra os efeitos do sol.

É importante não expor a pele das crianças diretamente entre as 10h e 15h. Roupas com fator de proteção solar são, sim, muito eficazes e recomendamos que sejam utilizadas sempre que possível e de preferência às de manga comprida”.

“É importante não expor a pele das crianças diretamente entre as 10h e 15h. Roupas com fator de proteção solar são sim muito eficazes e recomendamos que sejam utilizadas sempre que possível e de preferência às de manga comprida”, explica a dermatologista e diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Clarissa Prati.

A outra recomendação é estar muito atento a hidratação oferecendo sempre bastante água. No caso de passeios ou idas para o pátio, uma dica útil é o uso de chapéus que protegem orelhas e pescoço, além do uso do protetor solar. Bebês de até seis meses precisam permanecer na sombra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2022 0 Comentários 691 Visualizações
Esporte

Noia renova contrato com a Dresch Sport por mais duas temporadas

Por Stephany Foscarini 11/03/2022
Por Stephany Foscarini

O Esporte Clube Novo Hamburgo (ECNH) celebra a renovação de contrato com mais um importante parceiro. O Noia assinou com a Dresch Sport, de São Leopoldo, por mais duas temporadas, sendo assim, a empresa continuará como nossa fornecedora de material esportivo em 2022/2023. O ato de assinatura do novo contrato foi realizada na tarde desta quinta-feira (10), no Estádio do Vale, e contou com a participação do diretor da Dresch Sport, Luis Dresch, e do diretor de futebol do Anilado, Juarez Radaelli.

Dresch falou sobre a importância dessa parceria com o Noia, que vem desde o ano de 2010. “São longos anos de parceria. E além de o clube estar próximo da nossa fábrica, ele representa o Vale do Sinos, uma região que é importantíssima para nós. Tantos os clubes amadores, como outros profissionais e empresas que são nossas clientes, essa parceria repercute muito para nós. O clube é importante e sempre foi”, destacou Luis Dresch.

Tenho muita fé e esperança de que o time pode voltar a ser campeão. Começou debaixo e está chegando lá. Quem sabe não possa repetir?”.

A respeito da expectativa em relação ao desempenho do Anilado neste Gauchão 2022, Luis Dresch também foi enfático ao dizer que acredita no bicampeonato. “Tenho muita fé e esperança de que o time pode voltar a ser campeão. Começou debaixo e está chegando lá. Quem sabe não possa repetir?”, questionou.

Treino

O ECNH realizou um treino fechado no gramado principal do Estádio do Vale nesta quinta-feira (10), já pensando na partida decisiva por uma vaga nas semifinais do Campeonato Gaúcho 2022 contra o São José. O confronto deste sábado, 12, às 16h30, ocorre no Estádio Francisco Novelletto Neto, em Porto Alegre, e é válido pela última rodada da fase de classificação do Estadual.

A atividade começou com aquecimento e trabalho físico, sob orientação do preparador Marcos Tavares e do auxiliar Douglas Ramos. Na sequência, o treinador Gelson Conte e seu auxiliar Jeferson Câmara promoveram um treino tático, com foco na melhor estratégia para buscar a vitória fora de casa.

É a partida mais importante que temos no ano. Temos a possibilidade de avançar às semifinais do Gauchão. Os outros objetivos, como a Série D, estão sendo alcançados aos poucos”.

O zagueiro Luís Gustavo projetou o duelo na grama sintética do campo do São José. “É a partida mais importante que temos no ano. Temos a possibilidade de avançar às semifinais do Gauchão. Os outros objetivos, como a Série D, estão sendo alcançados aos poucos. Teremos alguma dificuldade por conta do gramado sintético, mas precisamos nos adaptar o mais rápido possível para um bom jogo”, avaliou. “Vamos precisar fazer um jogo muito forte, coerente e aguerrido. E nas oportunidades que tivermos, teremos que aproveitar para fazer os gols”, reforçou.

Para o duelo, o Noia tem a volta do paraguaio Bustamante, que cumpriu suspensão automática contra o Grêmio. Já o lateral-direito Camargo está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Estão pendurados com dois cartões amarelos, o lateral Léo, os volantes Kaio e Alex Nagib e o atacante Jeffinho. Seguem em recuperação de lesões os laterais Léo e Lucas Luan, o zagueiro Micael e o centroavante Alemão, que serão reavaliados pelo departamento médico antes do jogo.

Foto: Gustavo Henemann/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2022 0 Comentários 748 Visualizações
Cidades

Aberto segundo processo seletivo simplificado de 2022 da Fundação de Saúde para contratação de médicos

Por Stephany Foscarini 11/03/2022
Por Stephany Foscarini

A Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) oferece oportunidades para médicos de diferentes áreas de atuação. Em seu segundo Processo Seletivo Simplificado (PSS) do ano, a instituição visa à contratação de profissionais para vagas da Atenção Básica até a rotina hospitalar. As inscrições seguem até 20 de março, e podem ser feitas pelo formulário on-line, exclusivamente pela Internet, portanto, disponível no site.

As oportunidades são para as seguintes contratações:

– Médico Clínico Geral (Generalista)

– Médico Emergencista

– Médico Ginecologista Obstetra (Atuação na Atenção Básica)

– Médico Ginecologista Obstetra (Atuação Hospitalar)

– Médico Neurocirurgia

– Médico Pediatria Clínica (Atuação Atenção Básica)

– Médico Pediatria Clínica (Atuação UPA)

– Médico Psiquiatra

– Médico Radiologia e Diagnóstico por Imagem – Ecografia

– Médico Saúde Coletiva

Importante:

O requerimento de inscrição e o edital de abertura, com todas as informações necessárias já se encontram na pasta Concursos – Processos Seletivos Simplificados – PSS 02/2022 no site da FSNH.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2022 0 Comentários 823 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Campo Bom realiza audiência pública para tratar do Plano Diretor

Por Stephany Foscarini 11/03/2022
Por Stephany Foscarini

A próxima audiência pública para tratar do Plano Diretor de desenvolvimento territorial de Campo Bom já tem data marcada e é aberta ao público geral. Será na terça-feira, 22, com início às 19h, no Auditório da Secretaria de Educação e Cultura (Rua 12 de outubro, 123, Centro). A pauta desta vez é a revisão do plano e a escolha dos representantes da sociedade que auxiliarão na comissão técnica.

A participação da comunidade foi de extrema importância. Mas, como tivemos um novo período de paralização das atividades presenciais, optamos por organizar uma nova audiência”.

Na audiência pública para apresentação da proposta de minuta de revisão do plano, apresentada em dezembro de 2021, continha a compilação de todos os dados, estudos e diretrizes elaboradas durante o processo, que agora entra em nova fase. “A participação da comunidade foi de extrema importância. Mas, como tivemos um novo período de paralização das atividades presenciais, optamos por organizar uma nova audiência”, explica o prefeito Luciano Orsi. “A próxima tem o objetivo de eleger representantes de diversos segmentos da sociedade, para retomar todo processo já feito nas Audiências Públicas das 5 Regiões que o município foi dividido para revalidação do plano, a fim de revalidar os dados e estudos levantados”, explica o secretário de Obras, Planejamento e Serviços Urbanos Uilian Thiesen.

Elaboração participativa

Visando contemplar a população, a elaboração do Plano Diretor é feita de forma participativa. Para que todos os segmentos tenham espaço de fala nos debates sobre o futuro estrutural da cidade é que já foram realizadas as audiências públicas locais, que se somam a esta. A partir disso será enviada a minuta para aprovação do Legislativo. Assim, Campo Bom terá um ordenamento territorial atualizado, visando o melhor para o presente e futuro da cidade.

A construção do documento passou e passa por diversas etapas, como: sensibilizar e mobilizar a sociedade para a participação; identificar os problemas e potencialidades do município – Leitura da Realidade Municipal; definir princípios e diretrizes do desenvolvimento municipal; elaborar a proposta de projeto de lei; aprovação; acompanhamento da execução, com revisão periódica.

Foto: Jordana Fioravanti/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2022 0 Comentários 793 Visualizações
Cidades

Cerca de 28 mil pessoas acima dos 18 anos ainda precisam completar o esquema vacinal contra a Covid-19 em Sapiranga

Por Stephany Foscarini 11/03/2022
Por Stephany Foscarini

Conforme dados extraídos do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), cerca de 28 mil pessoas se encontram com alguma dose da vacina contra o coronavírus em atraso em Sapiranga, ou seja, não completaram o esquema vacinal com segunda ou terceira dose. Até esta quarta-feira (9), eram 4.073 pessoas com 18 anos ou mais com a dose 2 atrasada (8,13%) e 24.838 pessoas 18 anos ou mais com a dose de reforço atrasada (43,9%). A cidade oferece ao todo nove postos de vacinação (confira abaixo), além de formar parcerias com empresas para imunização de grupos.

“Pedimos para que as pessoas com a vacina em atraso procurem as unidades de saúde para completar o esquema vacinal. Percebemos que com o esquema completo, mesmo contraindo a Covid, são apresentados sintomas leves da doença, não necessitando internações, o que nos mostra a eficiência da vacina”, explicou a secretária Municipal de Saúde, Janete Hess.

A coordenadora das Imunizações da Secretaria de Saúde, Marise Franzen, ressalta que estudos comprovam que a forma grave da doença tem menor chance de se desenvolver após a imunização. “Um estudo da Secretaria Estadual da Saúde mostrou que idosos com a dose de reforço tiveram 21 vezes menos risco de óbito em comparação com aqueles não vacinados”, explicou.

Onde vacinar

A vacinação contra a Covid-19 ocorre diariamente nas unidades de saúde de Sapiranga, algumas inclusive ampliaram seu horário de atendimento facilitando o acesso da população, como é o caso da Unidade de Saúde do Centro, que funciona diariamente das 7h até as 21h. Na UBS Centenário, UBS Amaral Ribeiro e UBS São Luiz, o horário para vacinação é das 7h até as 19h. Na ESF São Paulo, Bairro Oeste, João Goulart e Morada São Luiz, é das 7h até as 18h. Na UBS Vila Irma, das 7h até as 13h. Nas terças-feiras não há vacinação de adultos nas unidades de saúde Morada São Luiz, São Paulo, João Goulart e no Posto do Centro, devido à vacinação das crianças que ocorre nesses lugares neste dia. Confira os endereços das unidades de saúde.

Vacinação nas empresas

Empresas interessadas em vacinação dos funcionários podem entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica para agendamento pelo telefone 3959.1005, ramal 208. Até o momento, 11 empresas agendaram a vacinação. Em algumas, a ação ocorre a cada 15 dias para poder contemplar todos os funcionários de acordo com a data do aprazamento da vacina. Além das empresas, há vacinação em Comunidades Terapêuticas e Instituições de Longa Permanência de Idosos.

Fique em dia com a imunização

Confira o cronograma das doses a receber conforme a vacina:
Coronavac/Butantan (para pessoas com 18 anos ou mais)
Esquema primário de duas doses
Segunda dose: 28 dias (quatro semanas) após a primeira dose
Reforço: 4 meses após a segunda dose

AstraZeneca/Fiocruz (para pessoas com 18 anos ou mais)
Esquema primário de duas doses
Segunda dose: de 28 a 56 dias (4 a 8 semanas) após a primeira dose
Reforço: 4 meses após a segunda dose

Janssen (para pessoas com 18 anos ou mais)
Esquema primário de dose única
Reforço: 4 meses após a segunda dose

Pfizer (para pessoas com 12 anos ou mais)
Esquema primário de duas doses
Segunda dose: de 21 a 84 dias (3 a 12 semanas) após a primeira dose
Reforço (somente para pessoas acima de 18 anos): 4 meses após a segunda dose

Doses infantis

Pfizer (para crianças dos 5 aos 11 anos)
Esquema primário de duas doses
Segunda dose: 56 dias (8 semanas) após a primeira dose
Reforço: ainda não previsto

Coronavac/Butantan (para crianças dos 6 aos 17 anos, exceto indivíduos imunossuprimidos)
Esquema primário de duas doses
Segunda dose: 28 dias (quatro semanas) após a primeira dose
Reforço: ainda não previsto

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2022 0 Comentários 715 Visualizações
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