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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Esporte

Turismo lança projeto Pedalando no Lago

Por Marina Klein Telles 28/04/2026
Por Marina Klein Telles

Com 20 bicicletas à disposição, sendo 18 para o público adulto, duas infantis e uma adaptada, foi lançado na manhã deste sábado, 25, o projeto Pedalando no Lago, no Lago Prefeito Telmo Kirst, do Complexo Esportivo Normélio Egídio Boettcher, de Santa Cruz do Sul. A iniciativa é da Secretaria Municipal de Turismo, em parceria com o Clube Santa Ciclismo, Sicredi e Unimed Vales do Rio Pardo e Taquari. O ato contou com a presença do vice-prefeito, Alex Knak, de representantes de entidades parceiras, imprensa e comunidade em geral.

Em seu pronunciamento, a secretária de Turismo, Jaqueline Marques de Souza, destacou a importância da parceria para a execução do projeto e anunciou mais novidades para o complexo esportivo. “Esta é uma das demandas que mais nos foi solicitada para nossa secretaria, para que ampliássemos a quantidade de bicicletas para nossos usuários. Este foi um pedido do nosso prefeito Sérgio Moraes, para que buscássemos uma solução e é com grande alegria e satisfação que conseguimos fazer esta entrega”, disse a secretária. Ela anunciou ainda que mais investimentos serão realizados no local. Segundo ela, através de uma emenda parlamentar do deputado federal Marcelo Moraes, no valor de R$ 400 mil, serão ampliadas as quadras esportivas para diversas modalidades.

Já o vice-prefeito, Alex Knak, salientou a importância do complexo esportivo para o encontro das famílias. “Primeiro quero agradecer aos parceiros por estarmos entregando hoje mais este projeto. Isso demonstra que quando a gente une forças, consegue-se avançar mais e entregar mais resultados à nossa população”, disse Knak, que destacou ainda que outras ações estão sendo planejadas para o local. “Estamos em busca de parceiros para explorar esta lâmina de água para proporcionar mais momentos de lazer a nossas famílias santa-cruzenses e a nossos turistas. Nosso foco é pensar na vida das pessoas, e este local, que abastece nossa cidade, agora passa a se transformar, também, em uma área de visitação e de confraternização”, declarou o vice.

O presidente do Sicredi, Heitor Petry, elogiou a iniciativa. “Meus parabéns á prefeitura pela iniciativa. É mais um projeto que somos parceiros e é da natureza da nossa cooperativa apoiarmos ações como esta, que faz parte do nosso eixo social”, afirmou Petry. Também se pronunciaram o presidente do Clube Santa Ciclismo, Carlos Corrêa, e a analista de Marketing da Unimed Vale do Taquari e Rio Pardo, Kellin Alves.

Como utilizar as bicicletas – Para acessar o sistema, o primeiro passo é baixar gratuitamente o aplicativo Vai de Bici, disponível para smartphones nas lojas Google Play (Android) e App Store (iOS). Após a instalação, o usuário deve realizar um cadastro simples, informando seus dados pessoais, criando uma senha e enviando a documentação solicitada.

A liberação do cadastro ocorre após análise, com prazo de até 24 horas. Por isso, a orientação é que os interessados façam o registro com antecedência para já estarem aptos a utilizar o serviço a partir do início da operação. Com o cadastro aprovado, basta acessar o aplicativo no local, escanear o QR Code da bicicleta disponível e iniciar o uso.

Regras e orientações – O sistema de bicicletas compartilhadas é destinado a maiores de 18 anos, que tenham condições físicas e habilidade para conduzir bicicleta, além de aceitar os termos de uso da plataforma.O acesso ao aplicativo é individual e intransferível, sendo o usuário responsável pela guarda de sua senha e pela utilização da conta. Em caso de qualquer irregularidade, é necessário acionar o suporte do sistema.

Além de facilitar o uso, a plataforma também garante mais controle e segurança, permitindo o monitoramento das bicicletas e a rastreabilidade das utilizações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Cultura

Caravana da Alegria reúne mais de 1,5 mil pessoas em Lagoa Vermelha

Por Marina Klein Telles 28/04/2026
Por Marina Klein Telles

O clima da maior festa alemã do Rio Grande do Sul, com música ao vivo, danças típicas e ambientação temática, tomou conta de Lagoa Vermelha na noite do último sábado, 25. A realização da 1ª Caravana da Alegria da Oktoberfest Santa Cruz, na sede da Associação dos Motoristas, reuniu mais de 1,5 mil pessoas e contou com animação da Super Banda Choppão. “Estamos muito felizes com a receptividade da comunidade de Lagoa Vermelha. Foi um momento inesquecível, marcado pela alegria, pela animação e pela integração”, destacou o presidente da 41ª Oktoberfest, Gilberto Luís Eidt.

A comitiva santa-cruzense que prestigiou o evento foi liderada pelo presidente Gilberto Eidt, pelo vice-presidente, Mathias Bertram, pelo presidente da Associação de Entidades Empresariais (Assemp), Fábio Costa de Borba, pelas soberanas da 40ª Oktoberfest, Rainha Rafaela Nicknig e Princesas Amanda Werner e Sofia Pretzel, pelos bonecos Fritz e Frida, além das 10 candidatas que concorrem aos títulos de soberanas da 41ª Oktoberfest: Julia Maria Baierle da Silveira, Luiza Lehmen, Bruna Eduarda Schaefer, Fernanda Laís Hauth, Emanuela Thayná Schuster, Eduarda Glesse, Nadine Klein, Cândida Appel, Gabriele Renata Bredow e Verônica Luíza Ketzer. Também integraram a comitiva, integrantes voluntários da Coordenação Executiva da 41ª Oktoberfest.

O evento contou com apresentação de danças folclóricas com integrantes do Grupo Polka do Centro Cultural 25 de Julho, demonstração dos jogos germânicos, com o bolão de mesa, e a tradicional polonaise, que lotou o salão. Na recepção, os convidados entraram no clima com os chapéus e copos personalizados da Oktoberfest. Para o presidente da Associação dos Motoristas de Lagoa Vermelha, Davi Toledo, a experiência foi inesquecível. “Só temos a agradecer a vocês pela parceria nesta festa incrível e maravilhosa”, comemorou. Um dos apoiadores locais da Caravana foi o ex-secretário estadual de Turismo e deputado estadual, Ronaldo Santini, natural de Lagoa Vermelha.

Divulgação

A Caravana da Alegria integra o calendário de divulgação da 41ª Oktoberfest e Feirasul 2026, que ocorrem de 8 a 12, de 15 a 18 e de 21 a 25 de outubro, no Parque da Oktoberfest, em Santa Cruz do Sul. Com realização da Assemp e do Município de Santa Cruz do Sul, a Festa da Alegria 2026 contará com desfiles temáticos, apresentações de danças folclóricas, shows nacionais, jogos germânicos, diversificada gastronomia, Centro Cervejeiro, além de muitas outras atrações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Business

Venda do tabaco assegura mais de R$ 117 milhões de ICMS aos municípios do RS

Por Marina Klein Telles 27/04/2026
Por Marina Klein Telles

O desempenho da cadeia produtiva do tabaco no Rio Grande do Sul projeta um impacto direto superior a R$ 117 milhões no retorno de ICMS para 2026, alcançando 178 municípios gaúchos. O dado parte da estimativa líquida de R$ 93.651.540,02 que retornam às administrações municipais, já descontados 20% destinados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A recomposição desse percentual eleva o montante total gerado pela atividade para R$ 117.064.425,03, ampliando a leitura sobre a relevância econômica do setor. Os dados referem-se apenas à primeira fase da comercialização, entre o produtor e a indústria.

A distribuição desses recursos evidencia uma característica marcante da cadeia produtiva no Estado. Em um conjunto de 31 municípios (veja tabela), nos quais a atividade supera 10% de participação no retorno de ICMS, o volume financeiro alcança aproximadamente R$ 72 milhões dentro de um total de cerca de R$ 360 milhões gerados nessas cidades. Esse comportamento indica um peso médio próximo de 20% na composição das receitas, com casos em que a dependência ultrapassa 40%, consolidando o setor como eixo estruturante das economias locais.

Para o presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Gilson Becker, o dado revela não apenas a dimensão econômica da cadeia, mas a sua capacidade de sustentação territorial. “Estamos falando de um setor que garante receita direta para os municípios e que, ao mesmo tempo, contribui de forma significativa para o financiamento da educação por meio do Fundeb”, afirma. Segundo Becker, a análise precisa considerar o conjunto da operação. “Quando se observa o valor total gerado, percebe-se que o impacto é ainda maior do que o retorno direto, alcançando áreas essenciais como a educação”, acrescenta.

A leitura agregada do Estado reforça esse entendimento. Embora o tabaco represente cerca de 3,8% do total do ICMS distribuído, estimado em mais de R$ 2,43 bilhões líquidos, sua presença é decisiva em regiões produtoras, onde a atividade sustenta parte relevante da arrecadação e garante estabilidade financeira às administrações locais. No entanto, todo este retorno está vinculado à comercialização do tabaco ainda na etapa primária da cadeia produtiva – da propriedade à indústria – não contemplando os valores gerados nas fases industriais e de exportação, que ampliam significativamente o impacto econômico do setor.

Becker destaca que a previsibilidade desses recursos é fundamental para o planejamento municipal. “A cadeia do tabaco tem um papel claro na organização das finanças locais, permitindo investimentos e manutenção de serviços públicos. É uma atividade que gera renda, movimenta a economia e se traduz diretamente em receita para os municípios.” Para o dirigente, que é produtor de tabaco e prefeito de Vera Cruz, município que tem na cultura 13,8% correspondente ao tabaco no “bolo” do ICMS, a compreensão desse impacto é essencial para o debate sobre políticas públicas voltadas ao setor. “Os números mostram que qualquer decisão que envolva a cadeia produtiva precisa considerar os efeitos diretos nas comunidades produtoras”, pontua.

Relevante nos maiores

Além dos municípios com maior dependência relativa, o tabaco também apresenta impacto relevante em economias de maior porte, mesmo quando sua participação percentual é mais diluída. Em Canguçu, o retorno fiscal estimado vindo da atividade chega a R$ 6.428.953,81, enquanto em Santa Cruz do Sul o valor alcança R$ 3.585.053,70, dentro de estruturas econômicas mais diversificadas.

Outros centros com maior volume de arrecadação também registram valores expressivos vinculados à cadeia produtiva. Venâncio Aires, por exemplo, soma R$ 5.702.454,79, São Lourenço do Sul ultrapassa R$ 5,1 milhões e Camaquã se aproxima de R$ 3 milhões. Mesmo com percentuais menores na composição do ICMS, os montantes absolutos reforçam a importância econômica da atividade em diferentes escalas regionais.

Para Becker, esse comportamento evidencia a abrangência do setor. “Mesmo em municípios com economia diversificada, o tabaco mantém participação relevante e contribui de forma consistente para a arrecadação. Isso demonstra que estamos diante de uma cadeia integrada, com impacto que vai além das regiões tradicionalmente produtoras”, afirma. Segundo ele, a atividade se mantém como vetor de desenvolvimento regional. “É uma presença que sustenta empregos, renda e receitas públicas em diferentes contextos econômicos”, avalia.

Mais de um terço do Estado

A presença da cadeia produtiva do tabaco no Rio Grande do Sul se estende a 178 municípios, em um universo de 497 existentes no Estado, ou seja, mais de um terço dos municípios gaúchos contabilizam retorno do tabaco. O dado evidencia a capilaridade da atividade e reforça sua inserção em diferentes realidades econômicas, indo além das regiões tradicionalmente produtoras.

Essa abrangência demonstra que o impacto do setor não está restrito a localidades com maior dependência percentual, mas também alcança municípios onde a participação é menor, ainda assim contribuindo para a composição da receita pública. A distribuição territorial amplia a relevância da cadeia ao integrar diferentes dinâmicas regionais.

Para o presidente da Amprotabaco, Gilson Becker, o alcance territorial é um dos principais indicadores da importância do setor. “Quando observamos que mais de um terço dos municípios gaúchos recebem retorno direto do tabaco, fica evidente que estamos falando de uma atividade com impacto amplo, que sustenta economias locais e contribui para o desenvolvimento regional.” Segundo ele, essa capilaridade reforça a necessidade de olhar estratégico sobre a cadeia produtiva. “É um setor presente no território, com reflexos concretos na arrecadação e na vida das comunidades”, complementa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2026 0 Comentários 63 Visualizações
Variedades

Motorhomes viram negócio bilionário no Brasil e tecnologia de energia se torna peça-chave nessa corrida

Por Marina Klein Telles 27/04/2026
Por Marina Klein Telles

O mercado de motorhomes no Brasil deixou de ser um nicho e entrou definitivamente na agenda de crescimento da indústria. O que até poucos anos atrás era restrito a um público específico hoje ganha escala, diversidade e sofisticação, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pela busca por autonomia.

Os números ajudam a dimensionar esse movimento. Em 2024, o setor movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão e pode crescer até 11,2% ao ano, segundo estimativas do Sebrae. No cenário global, a tendência é ainda mais robusta: o mercado deve superar US$ 49 bilhões até 2034, enquanto o segmento de veículos recreativos projeta expansão adicional de US$ 28,6 bilhões até 2026.

Por trás dessa expansão, há uma mudança estrutural. O consumidor ficou mais jovem, mais digital e disposto a investir mais em experiências, com gastos médios de férias que já chegam a € 2.800 (cerca de R$ 16 mil).

O efeito pós-pandemia que redefiniu o setor

O ponto de virada aconteceu a partir de 2020. O isolamento social, combinado à necessidade de segurança e flexibilidade, transformou o motorhome em uma solução prática para viajar, e, em muitos casos, viver.

A demanda explodiu. Locadoras ficaram pressionadas, fabricantes aceleraram produção e novos players entraram no mercado. O resultado foi a consolidação de um novo ciclo de crescimento que ainda está em curso.

Hoje, a indústria nacional já opera com produção estimada entre 450 e 500 unidades mensais, incluindo motorhomes, trailers e campers.

Energia: o diferencial invisível que virou protagonista

Se há um elemento que simboliza a nova fase do setor, é a energia. A evolução dos motorhomes passa diretamente pela capacidade de operar de forma autônoma, longe da rede elétrica, com conforto e segurança. É nesse ponto que empresas de tecnologia ganham protagonismo.

A holandesa Victron Energy se posiciona como uma das principais fornecedoras globais de soluções para esse novo cenário. Com mais de cinco décadas de atuação, a companhia vem ampliando sua presença no Brasil acompanhando o avanço do caravanismo.

Seu portfólio inclui sistemas completos que combinam baterias, inversores, carregadores e plataformas de monitoramento remoto, permitindo que motorhomes operem com independência energética total.

O desempenho acompanha essa estratégia. A operação brasileira da empresa cresceu 113% em 2025 e avançou mais 133% em participação de mercado no primeiro trimestre de 2026, consolidando o país como um dos focos globais da companhia.

Segundo Edimar Prumucena, Sales Manager da operação da Victron no Brasil, “a empresa, o diferencial competitivo está na confiabilidade e na robustez dos sistemas, projetados para operar em ambientes exigentes, com alto nível de eficiência e segurança. Sistemas da Victron permitem que veículos operem de forma totalmente independente da rede elétrica, com armazenamento em baterias, geração solar embarcada e gerenciamento inteligente do consumo, essencial para viagens longas”.

A aposta em armazenamento e eficiência

Dentro da estratégia de expansão, a empresa reforça a aposta na SuperPack NG, bateria de lítio desenvolvida para substituir modelos de chumbo-ácido em novas instalações e projetos de retrofit. “O equipamento já sai de fábrica com BMS integrado e recursos voltados à operação simplificada, como aquecimento interno para carregamento em temperaturas abaixo de 0°C e chave física liga/desliga para armazenamento fora de temporada”, ressalta Edimar Prumucena. Disponível nas versões 12V, 24V e 48V, o modelo é compatível com o aplicativo VictronConnect, permitindo monitoramento e configuração remota.

Na prática, isso significa maior autonomia, mais segurança e gestão inteligente de energia, atributos essenciais para quem passa dias ou semanas fora de infraestrutura convencional.

Santo Inácio: produção nacional com escala e personalização

Se a tecnologia é o motor invisível, a indústria nacional é o braço que leva essa inovação para a estrada. A Santo Inácio Motorhomes, com sede em Gramado (RS) e com mais de 17 anos de atuação, a empresa se consolidou como uma das principais referências do setor do país. Com mais de 10 mil m² de estrutura industrial e mais de 1.100 clientes atendidos, a empresa traduz o crescimento do mercado em escala produtiva. Um número que ajuda a dimensionar o crescimento do segmento, mas que, segundo, relatos de clientes, representa algo maior: uma mudança de estilo de vida.

Hoje, a Santo Inácio mantém um ritmo médio de produção de cerca de 10 unidades por mês, com modelos que variam entre R$ 300 mil e mais de R$ 1,5 milhão, todos incorporando sistemas completos da Victron Energy.

A proposta vai além da fabricação: a empresa investe em engenharia própria e projetos adaptados à realidade brasileira, garantindo autonomia energética e conectividade em qualquer cenário. Os motorhomes são equipados com soluções avançadas de armazenamento e geração de energia, permitindo longos períodos fora da rede elétrica convencional, sem abrir mão de conforto e segurança.

Outro diferencial é a autonomia de internet. Muitos modelos contam com antenas acopladas ao veículo, como as da Starlink, que utilizam conexão via satélite para oferecer sinal estável mesmo em regiões remotas. Isso possibilita acesso à internet em locais considerados inóspitos, como áreas isoladas da Amazônia ou no Deserto do Atacama, ampliando a liberdade de viagem sem desconexão do mundo digital.

Da viagem ao novo modelo de vida

O avanço do setor revela uma mudança mais profunda: o motorhome deixou de ser um produto e passou a ser plataforma de estilo de vida. Famílias que passam mais tempo juntas, profissionais que trabalham remotamente e empreendedores que operam sem endereço fixo fazem parte de um novo perfil de usuário.

Os relatos de clientes reforçam essa transformação. Há viagens que cruzam toda a América do Sul, de Ushuaia e Montevideo e chegam até o Alasca. Outras atravessam oceanos e seguem para Europa e norte da África, passando por destinos como o Marrocos.

Nesse contexto, autonomia energética e de internet confiáveis deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos básicos.

O Brasil no radar global do caravanismo

O avanço do setor também redesenha o mapa do mercado nacional. O Sul concentra a produção, o Sudeste lidera o consumo e regiões como Centro-Oeste e Nordeste começam a ganhar espaço com o ecoturismo.

Apesar dos desafios, como infraestrutura limitada e ausência de regulamentação específica, o Brasil avança para uma fase mais madura.

A combinação de tecnologia, mudança de comportamento e novos modelos de negócio coloca o país entre os mercados emergentes mais promissores do caravanismo global.

E, nesse cenário, empresas como Victron Energy e Santo Inácio deixam claro que o futuro do setor não está apenas nas estradas, mas na energia que sustenta cada quilômetro percorrido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2026 0 Comentários 101 Visualizações
Ensino

Grupo do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Feevale realiza visita técnica

Por Marina Klein Telles 27/04/2026
Por Marina Klein Telles

A fim de conectar a teoria discutida em sala de aula com a realidade da indústria, um grupo de alunos, professores e um intercambista do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Universidade Feevale esteve em visita técnica à sede da Herc, em Porto Alegre. Eles exploraram na prática os processos de transformação de materiais poliméricos, em 24 de abril, quando a atividade integrou o cronograma da unidade curricular de Ciência dos Materiais, ministrada pelos professores Daiana Arnold e Eduardo Polesello.

A iniciativa partiu de uma proposta dos estudantes Eduardo Theves Carabajal e Filipe Melo da Silva. O foco central da visita foi a análise aplicada de materiais poliméricos, permitindo que os pós-graduandos observassem in loco os processos de transformação, controle de qualidade e desafios tecnológicos envolvidos na fabricação de produtos de alta escala.

Inovação contínua

Com mais de seis décadas de trajetória no mercado brasileiro, a Herc é amplamente reconhecida pela fabricação da tradicional torneira preta de jardim, um ícone da construção civil no país. “Durante a visita, o grupo teve a oportunidade de conhecer como uma marca consolidada mantém sua relevância por meio de inovação contínua”, pontua Daiana.
Atualmente, o portfólio da empresa ultrapassa os 500 produtos, todos desenvolvidos com o propósito de oferecer soluções práticas e simplificadas para o cotidiano dos consumidores. De acordo com Daiana, para os alunos da Feevale, o contato com a linha de produção da empresa foi fundamental para compreender como o estudo das ciências dos materiais poliméricos se traduz em eficiência, durabilidade e design para o mercado de massa.

“A atividade reforça o compromisso da Universidade Feevale e do PPG em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais no avanço técnico e científico no campo dos materiais, formando pesquisadores e gestores capazes de inovar em processos industriais e no desenvolvimento de novas soluções tecnológicas para o mercado”, conclui a professora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2026 0 Comentários 71 Visualizações
Variedades

Sicredi Vale do Rio Pardo apresenta resultados financeiros e de impacto social

Por Marina Klein Telles 27/04/2026
Por Marina Klein Telles

Como um ambiente de transformação, a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Sicredi Vale do Rio Pardo ocorreu nesta quinta-feira, 23 de abril, no auditório da sede administrativa, em Santa Cruz do Sul. Com a presença da diretoria, executivos, conselheiros de Administração e Fiscais, delegados de núcleo, gestores, assessores e imprensa, o encontro anual apresentou os resultados, ações sociais e conquistas da cooperativa em 2025, além de tomada de decisões importantes para o desenvolvimento da instituição e da região. Foi o evento final de todo processo assemblear após os encontros presenciais com os associados na região. O evento ainda contou com uma palestra show, embasada na neurociência, realizada pela dupla Léo e Iara, e uma apresentação teatral relativa aos 10 anos do Programa Cooperativas Escolares.

O ciclo de assembleias de núcleo, realizado com o quadro social, ocorreu de 9 de fevereiro a 9 de abril de 2026, um total de 34 eventos em todos os municípios da região de abrangência. A AGO é o momento de maior intensidade, em que os delegados de núcleo representam os associados nas pautas que orientam o futuro da Sicredi Vale do Rio Pardo, como a prestação de contas e a destinação de resultados. Em 2025, o corpo associativo da instituição aumentou 7,8% em relação ao ano anterior, fechando o ano com 79,8 mil associados.

No que diz respeito ao resultado, a cooperativa teve uma evolução de 45,4%, o que representou um valor de R$ 119,5 milhões, sendo aprovada na assembleia a distribuição de mais de R$ 29 milhões diretamente aos associados. “Celebramos uma nova marca histórica quando falamos no resultado positivo de 2025. Um fator importante para o fortalecimento e solidez da cooperativa nos âmbitos econômico e social com valores importantes de retorno aos associados via rateio ou através dos Fundos da área social. É o futuro próspero sendo construído por todas as pessoas que acreditam na força do cooperativismo”, destacou o presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Álvaro Petry.

Outros números importantes de 2025 apresentados na assembleia dizem respeito a R$ 1,3 bilhão em crédito concedido, R$ 3 bilhões em depósitos totais, R$ 2,9 bilhões em ativos totais e R$ 479,5 milhões em patrimônio líquido. Além do impacto econômico, a cooperativa é muito ativa na sociedade, com a realização de investimentos em programas e iniciativas sociais, educacionais, culturais e ambientais. O Programa Crescer, focado na educação cooperativista para associados, lideranças e comunidade, formou 3.477 pessoas no ano passado.

Os programas educacionais são exemplos de transformação social nos nove municípios de atuação da Sicredi Vale do Rio Pardo. Em 2025, o Programa Cooperação Na Ponta do Lápis contabilizou mais de 287 mil pessoas alcançadas pelas ações de educação financeira, sendo 1.199 crianças e adolescentes impactados. No Finanças na Mochila, programa dedicado à formação de educadores com o tema da educação financeira, foram
 2.800 estudantes impactados em
 42 escolas participantes.

Cooperativas Escolares

O Programa Cooperativas Escolares completou 10 anos em 2026, somando 35 cooperativas escolares ativas e mais de 1.200 jovens impactados. Com apresentações durante o ano comemorativo, quatro egressos do programa, que fazem parte do Movimento de Oportunidades, Vivências e Experiências (Move), apresentaram um relato de vivências e experiências que conta a história do cooperativismo escolar. Na assembleia, eles subiram ao palco não para apenas um momento de entretenimento, mas para materializar por meio da oratória os valores aprendidos com a iniciativa.

A apresentação representa uma viagem pela história do cooperativismo escolar, fazendo uma correlação entre os itens trazidos pelo Padre Amstad, como registros fotográficos, vestimentas, entre outros. Os egressos ainda apresentaram os dados do programa, a importância de vestir a camiseta e os principais planos da iniciativa para impactar positivamente a vida dos jovens associados e das comunidades.

Fundo Social

Durante o ciclo de assembleias de núcleo, além da prestação de contas e definição dos rumos da instituição, a cooperativa entregou as placas simbólicas para as entidades contempladas com os recursos do Fundo Social. Neste ano, foram 290 beneficiadas em nove municípios da região, o maior número de projetos impactados pela iniciativa, representando um repasse de mais de R$ 2,1 milhões.

Conforme o presidente da instituição, Heitor Álvaro Petry, em mais um ciclo do Fundo Social, a cooperativa está apoiando ações, projetos e programas de interesse coletivo. “Enquanto cooperativa, nosso papel é fomentar o desenvolvimento regional. O Fundo Social vem do resultado que o associado gera e que volta para a própria comunidade. Com o movimento, é possível ajudar a dar segmento ou incentivar novas ações que impactam positivamente a vida das pessoas, comunidades e ecossistema”, destacou.

O processo iniciou com o cadastro das entidades entre novembro de 2025 e janeiro deste ano. Logo após, um comitê local avaliou cada proposta com base nos critérios do edital e no potencial de impacto social. O teto padrão para cada projeto foi de até R$ 10 mil. Alinhados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), os projetos abrangem áreas como educação, cultura, esporte inclusivo, saúde, meio ambiente, segurança, inclusão social e desenvolvimento local.

As instituições beneficiadas estão distribuídas nos nove municípios de abrangência da Sicredi Vale do Rio Pardo: General Câmara (14), Herveiras (16), Passo do Sobrado (13), Rio Pardo (15), Santa Cruz do Sul (119), Sinimbu (26), Vale Verde (8), Venâncio Aires (52) e Vera Cruz (27). Mais informações e números gerais da cooperativa podem ser conferidos no Relatório Anual 2025, disponível no site da cooperativa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2026 0 Comentários 65 Visualizações
Cultura

Encontro de Orquestras encerra as comemorações dos 30 anos da Rota Romântica

Por Marina Klein Telles 27/04/2026
Por Marina Klein Telles

A programação especial pelos 30 anos da Associação Rota Romântica foi encerrada neste sábado, 25 de abril, com uma noite marcada por emoção, integração regional e valorização da herança cultural. O Encontro de Orquestras, realizado no Anfiteatro Padre Werner da Unisinos, em São Leopoldo, reuniu músicos, autoridades e comunidade em um espetáculo que celebrou a música como elo entre as 14 cidades do roteiro turístico.

Com recepção ao público a partir das 18h e início das apresentações às 19h, o evento contou com repertórios variados e apresentações da Orquestra Municipal de Linha Nova, Grupo Instrumental de Presidente Lucena, Orquestra de Sopros de Nova Petrópolis e Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo, promovendo um verdadeiro intercâmbio artístico entre municípios da Rota Romântica.

Na abertura oficial, a presidente da Associação Rota Romântica, Terezinha Marina Kuhn Haas, destacou o significado simbólico da noite dentro das comemorações das três décadas da entidade. “Este é um momento de confraternização, uma noite de magia e música. O nosso slogan traduz muito bem essa proposta: deixe-se levar pelo coração”, afirmou.

Representando o município anfitrião, o secretário de Cultura e Relações Internacionais de São Leopoldo, Geison Freitas, ressaltou a importância do turismo cultural para a economia e para a qualidade de vida da população. “Quando falamos de turismo para nossas cidades, falamos de geração de renda para a região e de melhoria na vida das pessoas. Conhecer São Leopoldo e a Rota Romântica, fortalece esse movimento. A Rota é propulsora da economia e pode transformar a nossa comunidade”, destacou.

Ao longo da noite, o público acompanhou apresentações que evidenciaram a força da música instrumental na região, tradição fortemente ligada à colonização alemã e preservada ao longo das gerações.

A Orquestra Municipal de Linha Nova, fundada em 1993, junto ao Grupo Instrumental de Presidente Lucena, ligado ao projeto Música na Terra da Schmier, mostraram o potencial da iniciação musical entre crianças e jovens na abertura da programação.

Na sequência, a Orquestra de Sopros de Nova Petrópolis apresentou repertório que transitou entre o clássico e o popular, reafirmando a tradição musical do município sede da entidade. Encerrando a noite, a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo, uma das mais antigas do país, emocionou o público com sua trajetória de 74 anos e reconhecida importância histórica e cultural.

Além da celebração artística, o encontro também teve caráter social, com arrecadação de utensílios e equipamentos para atividades de manicure, destinados à Assistência Social de São Leopoldo, fortalecendo o compromisso comunitário que marca a atuação da Rota Romântica. Foram arrecadados mais de 200 itens e R$ 987,15 para o projeto social.

“Celebrar 30 anos com uma programação que reuniu memória, conhecimento e cultura foi uma forma de honrar nossa trajetória e, ao mesmo tempo, inspirar os próximos passos da Rota Romântica como um projeto coletivo de desenvolvimento regional, afirmou a Presidente Terezinha.

Com o Encontro de Orquestras, a Associação Rota Romântica encerrou a programação comemorativa iniciada com jantar festivo em Nova Petrópolis e seminário técnico em Ivoti, reafirmando que sua trajetória de 30 anos vai além da promoção turística: é também uma história de integração regional, preservação cultural e desenvolvimento coletivo.

A programação especial dos 30 anos contou com o apoio da Sicredi Pioneira, Instituto Ivoti, Unisinos, Secretaria de Assistência Social de São Leopoldo e Nova Era Cosméticos. Mídia Partner: Grupo Sinos.

Foto: Darlan Silva/divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Variedades

Vitória vem do coração e coroa Gap Orfeu e Guerreira da Pavei no Bocal de Ouro

Por Marina Klein Telles 27/04/2026
Por Marina Klein Telles

Como preza a tradição do Cavalo Crioulo, a comemoração da vitória do Bocal de Ouro 2026 veio em família. Foi ao lado da filha Luzia que, às lágrimas, o ginete Ricardo Gigena Wrege percorreu a volta da vitória do Bocal de Ouro, logo após vencer com o cavalo Gap Orfeu (Box 67) na tarde deste sábado (25/04), em Esteio (RS). O animal é criação de uma das famílias mais tradicionais da raça, representada por Eduardo Macedo Linhares e Maria Helena Macedo Linhares em uma tarde de público entusiasmado nas arquibancadas da Arena do Cavalo Crioulo. Garantindo que o coração “está firme” após uma disputa definida na última etapa, o patriarca dedicou o prêmio à equipe da GAP Genética. “Transfiro o prêmio a toda minha equipe de trabalho, que é muito boa”, disse ao lado da esposa, de amigos e familiares.

Bicampeão do Bocal, Ricardo Gigena Wrege relata que a presença da família é essencial para a obtenção de resultados em pista. “Ter minha esposa e meus filhos por perto é um conforto. É o que nos dá força. É uma alegria conseguir mostrar o melhor de cada cavalo. Sou grato à minha equipe, inclusive aos que ficaram preparando os animais que irão para FICCC”, destaca, lembrando que o gateado rosilho foi entregue ao centro de treinamento em janeiro. “A gente chega aqui com uma estratégia traçada. As coisas foram acontecendo, e ele foi respondendo muito bem a cada prova. Há cavalos que crescem muito durante a competição e outros que acabam se entregando. Vai muito do coração de cada cavalo. Esse veio crescendo prova a prova e surpreendendo demais”, disse o ginete que, a cada etapa, ganha um beijo de boa sorte da esposa. Ao lado de Gap Orfeu, filho de Fantástico de São Pedro e Amanda de São Pedro, Wrege finalizou a disputa com 20.765 pontos.

Festa em família também entre as fêmeas com a vitória da égua Guerreira da Pavei (Box 44), da Cabanha Pavei, de Içara (SC). Com 21.220 pontos, ela se manteve na liderança com estabilidade. “Estou extremamente feliz, emocionado. Eu sabia que tinha uma égua muito boa em casa e uma equipe maravilhosa, mas só acreditei na última corrida. O cavalo agrega à família e a família agrega o cavalo. Ter a nossa família junto é fundamental”, frisou o criador Filipe Silveira Pavei, que comemorou a vitória ao lado do filho, João Antônio, e da esposa.

Na volta da vitória, na Arena do Cavalo Crioulo, o cenário foi o mesmo. No lombo da égua, o ginete Fernando Andrighetti celebrou a primeira colocação do pódio com o filho Francisco, de quatro anos. “É um trabalho de muita gente, um grande esforço para chegar aqui e dar tudo certo. Ela teve muita constância do início ao fim, não teve nenhuma prova ruim”, afirma Andrighetti. Nascida em 2018, a colorada é filha de Chicão de Santa Odessa e Guerreira da Água Verde, e passou por treinamento de um ano e meio para participar das disputas em Esteio (RS).

Força Extra no Freio

A força dos animais estreantes selecionados no Bocal de Ouro deve acirrar a disputa do Freio de Ouro durante a Expointer 2026. Segundo o jurado Luiz Martins Bastos Neto, que avaliou os machos, os animais que pontearam a prova apresentaram um nível muito bom. “Vão mostrar uma expressiva representação para o Freio de Ouro. São fortes concorrentes”. Nas fêmeas, o jurado Telmo de Oliveira Peixoto frisou a qualidade morfológica e a constância em pista. “Durante a semana, tivemos bastante alternância entre as posições, muitos animais de qualidade”. Cláudio Neto de Azevedo, Douglas Leite Gonçalves, Gustavo Silveira Rodrigues e Luciano Comiotto também compuseram os trios de jurados nas fêmeas e machos, respectivamente. O jurado reserva foi João Luis Arisio.

Ao todo, a etapa selecionou oito machos e oito fêmeas para a grande final na Expointer, totalizando em 16 exemplares classificados. Entre 20 e 25 de abril, 92 conjuntos (48 machos e 44 fêmeas) participaram das disputas no Parque de Exposições Assis Brasil. Foram provas de Morfologia, Andaduras, Figura, Voltas Sobre Patas (VSP) e Esbarradas, Bayard/Sarmento, Mangueira I e II e Campo I e II.

A Classificatória em Esteio foi promovida pela ABCCC e transmitida pelo canal do Youtube da associação. Conforme o calendário de seletivas da ABCCC, mais seis classificatórias para o Freio de Ouro serão realizadas até julho de 2026: Gaúcha Sul e Norte, Regiões (5, 7 e 8), Aberta em Esteio, a do Uruguai, em Montevidéu, e a do Freio da FICCC. O ciclo do Freio de Ouro do Cavalo Crioulo conta com o patrocínio de Banrisul, Bayer, Florestal, John Deere, Supra e Vetnil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2026 0 Comentários 167 Visualizações
Moda e beleza

Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio S.A.

Por Marina Klein Telles 27/04/2026
Por Marina Klein Telles

O que tradicionalmente acontece nas passarelas ganha um novo território, batizado de Fashion Experience. É quando a fábrica sai da posição de bastidor e passa a ocupar o centro da cena, simbolizando o ponto onde a moda nasce, ganha forma e se projeta ao consumidor em nível global.

Ao abrir as portas da filial 17 em Sapiranga, no Rio Grande do Sul, a empresa conduz a compreensão para além do produto final. É como assistir, em time-lapse, à trajetória de um calçado. Da ideia ao desenho, da matéria-prima à confecção, do acabamento ao momento em que chega a quem o escolhe.

Muitas vezes, ao segurar um sapato ou uma bolsa em uma loja física, ou ao escolhê-lo em um e-commerce e outros ambientes digitais, não se percebe a quantidade de decisões, análises e mãos envolvidas até que aquele produto exista. Fashion Experience materializa essa virada de perspectiva. Tornar visível o que normalmente não se vê, mas que está diretamente ligado a cada item.

Oito marcas. Oito universos. Um único chão de origem

A Filial 17 não precisa ser adaptada para receber um desfile. Ela simplesmente se revela. As esteiras seguem no lugar, o maquinário permanece exposto, a estrutura industrial intacta. O que muda é a percepção. A iluminação reconstrói o espaço em camadas sensoriais, criando para cada marca um universo visual próprio, uma ambiência que não explica o produto, mas o ancora no ambiente exato onde ele nasce.

É nesse cenário que entram em cena as coleções 2027 de Beira Rio, Moleca, Vizzano, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta e BR Sport.
Beira Rio abre em tons que elevam o significado do cotidiano. A mulher plural, real, que quer elegância sem renunciar à vida que tem, dando voz ao sentimento e à estética effortless. Moleca pulsa com a energia de quem não segue tendência. Ela cria. Presente desde 1986 nas gerações que reescrevem o que é ser estilosa, é jovial, genuína e dona da collab mais desejada do momento com Ana Castela, a boiadeira mais amada do Brasil. Vizzano entra como um manifesto fashionista, com radar ligado no que há de mais trendy e a atitude de quem transita entre o glamour e a sofisticação sem perder o fio do desejo.

Modare Ultraconforto desacelera a cena e traz o conforto como linguagem de autocuidado. Tecnologias exclusivas que exaltam o bem-estar e um olhar que não sacrifica quem você é pelo que você veste. Na sequência, Molekinha e Molekinho traduzem o universo infantojuvenil com leveza, expressão e pertencimento desde os primeiros passinhos. Meninas e meninos que não apenas descobrem, mas reformulam o mundo.

Actvitta convoca o movimento, interligando inovação e vida ativa. Das corridas de rua à academia e à rotina profissional, emula no desfile aquilo que propõe no dia a dia. Responsividade que protege, tecnologia que incentiva e design que acompanha. BR Sport encerra com autenticidade masculina, unindo casualidade e funcionalidade e ampliando sua presença nos circuitos automobilísticos por meio da parceria com a Fuel Tech, onde estilo e potência seguem a mesma direção.

No evento, mais do que um desfile, o Fashion Experience propõe uma imersão que amplia a compreensão sobre o que sustenta a moda em escala. Tecnologia, manufatura e, acima de tudo, pessoas.
Nesse percurso, tecnologia e sensibilidade caminham juntas. De um lado, a IA aplicada à operação industrial, à leitura de dados e ao comportamento de consumo. De outro, a inteligência humana que imprime precisão, repertório e cuidado em cada etapa. Colaboradores da companhia, especialistas no fazer que transforma matéria em produto e a traduz em um portfólio de it shoes e bags, também estarão presentes no evento como protagonistas de uma engrenagem que opera com consistência e capilaridade.

Na era em que a indústria da moda se consolida como um dos setores mais significativos da economia internacional, movimentando trilhões de dólares e empregando milhões de pessoas em todo o mundo, a Calçados Beira Rio S.A. integra esse ecossistema como uma de suas forças estruturantes. Presente em mais de 115 países, produzindo aproximadamente 600 mil pares por dia e com 9 mil colaboradores diretos distribuídos em 11 unidades fabris, todas no Rio Grande do Sul, a companhia conta ainda com 11 mil prestadores de serviços e cerca de 10 mil colaboradores indiretos. Conecta atuação em múltiplos mercados à inserção local, contribuindo para a geração de renda, a movimentação econômica e o fortalecimento das comunidades onde atua.

Há quase 51 anos, a companhia sustenta uma visão alinhada ao zeitgeist. Uma jornada que, desde 1975, valoriza a evolução, mas reconhece que é o elemento humano, atento, criterioso e sensível, que dá sentido, direção e confiabilidade ao que chega ao mercado.

Esse movimento legitima a atuação global da Calçados Beira Rio S.A. Mais do que desenvolver produtos assertivos e de forte apelo, a companhia entrega uma arquitetura de suporte para cada um de seus mais de 30 mil clientes, com conteúdo replicável e multilíngue, em português, espanhol e inglês, e soluções que se desdobram da capacitação e da formação contínua de quem atua no varejo. Aplicativos como o Eu Vendo Moda, voltado à performance no ponto de venda, e o BR Post Fácil, desenvolvido com o objetivo de auxiliar o pequeno e o médio varejista, amplificando sua presença digital, são expressões dessa diretriz, que integra treinamento, curadoria e um portfólio de serviços especializados proprietários, incluindo a ambiência de loja pautada pela ecoeficiência, sob uma premissa única. Expandir o valor gerado em cada comércio onde suas marcas estão presentes.

Porque hoje, mais do que consumir, importa compreender

Ao trazer essa experiência para dentro de sua operação, a Calçados Beira Rio S.A. amplia também o entendimento sobre o papel da indústria e o valor do Made in Brasil. Cada sapatilha, tênis, scarpin, flat, sandália, chinelo, clog ou papete reflete mais do que design, tendência ou usabilidade. Reflete uma origem sustentável e rastreável, com impacto que ultrapassa o consumo.
Mais do que saber o que se consome, cresce o interesse por entender de onde vem, como foi feito e quem está por trás, seja na esfera comercial ou no consumo final. Nesse contexto, políticas ancoradas em ESG deixam de ser um discurso isolado e passam a ser percebidas na prática. Na eficiência dos processos, no reuso de insumos, no uso inteligente da tecnologia, dos recursos hídricos e energéticos, na valorização das pessoas e na responsabilidade com cada fase da produção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2026 0 Comentários 212 Visualizações
Cultura

Padre Fábio de Melo e Geriatricus são destaques na programação de maio do Teatro Feevale

Por Marina Klein Telles 24/04/2026
Por Marina Klein Telles

As mães do Vale do Sinos e região recebem um presente especial no mês em que seu dia é celebrado. Um dos maiores nomes da música e da comunicação religiosa do Brasil sobe ao palco do Teatro Feevale. Ele se apresenta em 9 de maio, às 20h. Cantor, compositor e poeta, o Padre Fábio consolidou sua trajetória unindo fé e melodia. Com milhões de discos vendidos e uma presença marcante nas redes sociais, ele transforma seus shows em verdadeiros encontros de reflexão sobre a vida, o amor e a esperança.

O humor marca presença em 27 de maio com o espetáculo Geriatricus em Novo Hamburgo. A apresentação promete momentos de intensa descontração a partir de personagens como Véia (Dona Celeste), Leandrinho e Gutinho ganham vida em  interpretações que misturam humor, teatralidade e interação direta com o público. O resultado é um espetáculo envolvente, onde a plateia canta, ri e revive grandes momentos da música.

Mas, antes do Padre Fábio de Melo, o público pode conferir Gabriel & Shirley – Fora do Play, em 2 de maio. No dia 17, é a vez da peça Troca ou Não Troca, uma comédia sobre amor, desejo e segredos.  Diogo Almeida chega no dia 20 com o show Professores No Limite. Os sucessos eternizados por Freddie Mercury vão emocionar o público com o tributo God Save The Queen, com Pablo Padin, em 24 de maio.

Na noite seguinte, 25, é a vez de Thiago Concer com a palestra Vendas Não Ocorrem Por Acaso.  A programação de maio se encerra com uma noite especial quando acontecem dois espetáculos juntos, no dia 30, unindo show do Piano Rock, de Glaucio Cristelo, e a celebração dos 45 anos da banda 14 Bis.

Saiba mais

A programação do Teatro Feevale é atualizada constantemente. Para mais informações e compra de ingressos, acesse o site oficial – teatrofeevale.com.br – ou acompanhe o Instagram @teatrofeevale. A bilheteria funciona de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h, exceto feriados, no Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo). Confira os descontos e promoções no site www.teatrofeevale.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2026 0 Comentários 71 Visualizações
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