A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) cobrou esclarecimentos sobre a condução de um médico algemado pela Guarda Municipal em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Novo Hamburgo, após a divulgação do caso sem informações completas sobre as circunstâncias. A manifestação foi feita por meio de uma nota pública, na qual a entidade solicita apuração rigorosa dos fatos e da forma como o episódio ocorreu e foi divulgado. O caso teria começado durante um atendimento na unidade de saúde e evoluído para o encaminhamento do profissional à delegacia.
Na nota, a Amrigs afirma que a ausência de informações detalhadas sobre o ocorrido exige posicionamento das autoridades competentes. A entidade destaca a necessidade de esclarecimento tanto dos fatos quanto dos procedimentos adotados durante a condução do médico.
Segundo a associação, situações como essa não devem se tornar recorrentes e precisam ser analisadas dentro de um contexto mais amplo. A entidade aponta que há registros frequentes de episódios envolvendo desrespeito e violência contra médicos no exercício da profissão.
Posicionamento da entidade
A Amrigs afirma considerar inaceitável qualquer forma de violência no exercício da Medicina e reforça a necessidade de investigação do caso. A entidade também ressalta que, até o momento, não há confirmação oficial sobre eventual prática de ilícito por parte do profissional envolvido.
Ainda de acordo com a associação, o fato de o episódio ter ocorrido em um ambiente assistencial amplia a necessidade de apuração, considerando as condições em que o atendimento à população é realizado.
Acompanhamento do caso
A entidade informa que seguirá acompanhando o caso e reforça o compromisso com a defesa dos médicos e com a qualidade da assistência prestada à sociedade. A Amrigs também destaca a importância do esclarecimento completo dos fatos, com observância dos direitos e das condições adequadas para o exercício da Medicina.


