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xadrez

Cultura

Campo-bonense Iuri Passini é campeão da categoria livre do Xadrez On-line

Por Caren Souza 31/03/2021
Por Caren Souza

O campo-bonense Iuri Pasini foi o campeão da Copa Campo Bom de Xadrez On-line, na categoria livre, disputada no sábado (27) no formato Arena, na plataforma lichess. O torneio teve três horas de duração e a cada vitória o competidor somava dois pontos no ranking, ao final, quem alcançasse maior pontuação era o vencedor. Ao todo foram realizadas 365 partidas, com mais de 24 mil movimentos executados pelos jogadores. A competição foi organizada pela Administração Municipal, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, e teve a participação de enxadristas de diversos municípios do Estado.

Para chegar ao título, Pasini precisou superar Augusto Horiguti, de Bento Gonçalves, para quem já havia perdido um título no formato presencial. “Para mim teve um sabor especial, lembro que em um torneio há alguns anos eu estava com a partida praticamente ganha, mas cometi um erro e ele (Horiguti) aproveitou e me derrotou. Desta vez estava concentrado e consegui vencer” disse o campeão, morador do bairro Santo Antônio.

Satisfeito com a experiência de jogar on-line, Iuri Pasini parabenizou a Prefeitura de Campo Bom pela organização “e por nos proporcionar mais uma oportunidade de competir neste período de distanciamento social. Estamos nos adaptando a este formato, é muito diferente jogar sem poder observar as reações do adversário, é mais frio. Mas iniciativas como essa reduzem a saudade que estamos de jogar um campeonato”.

Conhecido o campeão, o titular da Secretaria de Esporte e Lazer, João Carlos e Silva (JC), foi até a residência de Pasini para a entrega do troféu. “Estamos já há alguns anos entrando no modo on-line das competições, pois esta é mais uma forma de engajar a comunidade. É o nosso terceiro ano promovendo competições on-line e a receptividade tem sido muito boa”, explica o secretário.

Ao cumprimentar o campeão Iuri Pasini e todos os participantes do torneio, o prefeito Luciano Orsi destacou o esforço da Administração Municipal para oferecer esporte e lazer para a comunidade, mesmo em tempos de pandemia. Não podemos nos descuidar da saúde da população, neste momento tão conturbado, mas nem por isso deixamos de buscar novas formas de ocupação sadia para todos”, argumenta o prefeito.

Primeiros colocados da categoria livre

1º lugar: Iuri Alan Pasini – Campo Bom

2º lugar: Augusto Horiguti – Bento Gonçalves

3º lugar: Roberto Muller – Ivoti

4º lugar: Elemar Rodrigues Severo Junior – Campo Bom

5º lugar: Leonardo Muller – Novo Hamburgo

Modalidade escolar

Ao longo do mês de abril, em datas ainda a serem confirmadas pela Secretaria de Esporte e Lazer, serão disputadas as próximas etapas Copa Campo Bom de Xadrez On-line, da modalidade escolar. Na primeira etapa, dia 20 de março, os vencedores foram Thiago Bremm (categoria Sub-15), Pedro Henrique Pasini (Sub-13), João Pedro Lutz (Sub-11) e André Penteado (Sub-9). Ao término de quatro etapas, os enxadristas que tiverem a maior pontuação na soma geral serão os campeões.

Fonte: Assessoria
31/03/2021 0 Comentários 628 Visualizações
Cultura

Alunos de xadrez do Colégio Mauá de Santa Cruz do Sul participam de jogos internacionais

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mesmo distantes fisicamente da escola, os alunos do Colégio Mauá, de Santa Cruz do Sul, seguem nas rotinas de estudos e atividades extracurriculares por meio da internet. O mês de outubro representa a reta final para os encontros internacionais do time de xadrez escolar on-line. “Serão disputas muito importantes para os nossos alunos. Vamos precisar do auxílio dos nossos professores de Línguas para intermediarem os comentários e interações ao vivo durante as competições”, destaca o técnico de Xadrez do Mauá, Flávio Schedler.

Na programação de outubro dos alunos que participam dos encontros internacionais estão três disputas, no dia 11, o Colégio Mauá enfrenta a Inglaterra; no dia 18, a Alemanha; e no dia 25, a Espanha. Os demais estudantes recebem pequenas atividades semanais e participam de aulas em grupos em uma ferramenta de videoconferência. Desde abril, os participantes das oficinas de Xadrez da escola recebem exercícios e vídeo aulas para manter o nível e complementar os estudos. Além das competições virtuais, eles também participam de lives semanais de treinos, onde são divididos por grupos específicos.

Retorno

Sobre a retomada das atividades presenciais, Schedler falou que, recentemente, participou de convenções referentes ao sistema que será adotado. “As orientações mundiais se mostraram seguras na Europa”, frisa. O técnico ainda destaca que a higienização do material antes e após a aula, além do distanciamento social e a não formação de duplas, é confortável e viável.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2020 0 Comentários 627 Visualizações
Cidades

Capão da Canoa recebe torneio de xadrez

Por Gabrielle Pacheco 07/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Neste sábado, 8, acontece o III Torneio de Xadrez Rápido de Capão da Canoa. A disputa acontecerá durante o turno da tarde na Praça Luiz Bassani, localizada na R. Guaraci, 1040-1050. A Prefeitura de Capão da Canoa, por meio do Departamento de Esportes, órgão vinculado à Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, apoia o evento.

A Federação Gaúcha de Xadrez é responsável pelo planejamento, coordenação e arbitragem do evento, que tem como objetivo proporcionar entretenimento aos enxadristas que veraneiam no litoral gaúcho. O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, destaca o foco do Executivo em fortalecer as mais diversas modalidades. “Somos referência em eventos esportivos no litoral norte, por isso vamos apoiar e incentivar a prática em todos os segmentos possíveis”, reforça.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/02/2020 0 Comentários 873 Visualizações
O Fashionista

O xadrez

Por Gabrielle Pacheco 10/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

Ter uma peça xadrez no guarda roupa equivale a um amigo fiel. Não é futilidade e nem leviandade, é uma constatação de autoconfiança. Tem momentos em que é necessário vestir uma roupa mais profissional e séria, mas para não ficar chato com aquela camisa lisa, você coloca uma camisa xadrez e pronto. Está profissional, sério e cool. É uma estampa que desafia os códigos de moda, caminha em qualquer ocasião, e cai bem em qualquer forma de corpo.

Apesar de sempre ter estado in, pensando de forma genérica, é possível associar o xadrez a algo do momento e da juventude. Mas na moda, as coisas são muito mais complexas e históricas. Uma roupa em uma passarela, não é simplesmente um pedaço de costura bonito que o designer criou e vestiu na modelo. Uma roupa tem que representar algo, ter contexto. É uma forma de comunicação e só existe comunicação se há um emissor, uma mensagem e um receptor. Se eu, designer/emissor, encaminhar através da roupa problemáticas sociais/mensagem, e você comprador e fã/receptor, entender a questão, comunicação realizada com sucesso. É eu dizendo algo relevante para você.

Aos poucos, as pessoas vão compreendendo que a moda não é futilidade e desfile de beleza, é uma empregadora maciça e uma forma de expressão artística e social. Esclarecendo essas questões, o xadrez representa pontos de conexão. Listras e cores diversas que se conversam e formam algo intrigante, faço uma correlação com a nossa sociedade. Pessoas e cores diversas que se conversam e formam algo intrigante = sociedade. Por isso faz sentido as pessoas se identificarem tanto com essa estampa. É diversa como a gente!

Essa conexão remonta há 700 a.C. A historiadora norte-americana Elizabeth Jane Wayland Barber, descobriu uma associação da estampa com os antigos celtas, um povo que viveu no Oeste da Europa reunidos em diversas tribos. As pesquisas arqueológicas realizadas através de escavações mostraram que vestimentas com padronagens têxteis, feitas com fios de lã e pigmentos à base de vegetais de pântanos foram encontrados, e se assemelham com o xadrez usado hoje.

(Foto: Reprodução / Representação do povo celta)

Mas só a partir do século XVII, na Escócia, que a estampa se difundiu. O tartã, lã com as estampas quadriculadas, foi símbolo de resistência e guerrilha do Levantes Jacobitas, uma série de batalhas que ocorreram entre 1688 e 1746 pela Escócia, Inglaterra e Irlanda a fim de restituir a Casa Stuart ao trono; Jacobitas se refere ao termo Jacobus, forma em latim do nome James. James II, da Casa Stuart, foi o último rei católico da Inglaterra, derrotado e deposto pelo nobre protestante William III na Batalha do Boyne em 1688. O neto do rei James, Carlos Stuart por sua vez, apesar de ser italiano, mas por ser descendente e ter uma uma grande simpatia pela Grã-Bretanha, montou um exército para reconquistar o trono perdido pelo avô, liderando os Jacobitas e assim, restaurar a dinastia Stuart.

A tentativa foi mais um fracasso para o currículo dos Jacobitas. O exército fora derrotado na batalha de Culloden pelo exército oposto de nove mil homens e Carlos teve de fugir para a França e depois para a Itália para não ser morto. No final dessa batalha, todas as esperanças do grupo foram destruídas e trazer os Stuart de volto ao trono, era impossível. Mas, apesar da perda, um item marcou a quase revolução. O casaco usado por Carlos durante todo esse processo, um tartã com gola e mangas de veludo clássico, causou uma revolução fashion.


(Foto: Reprodução / Imagens do casaco de tartã usado por Carlos Stuart no Levantes Jacobitas. A peça tem 272 anos e está exposta no Museu Nacional da Escócia, no centro de Edimburgo. No canto direito, retrato pintado de Stuart).

Depois da perda total dos Jacobitas e do exílio de Carlos, o rei baniu o uso do xadrez por quase 100 anos, o que rendeu um status cult, afinal, usar o que é proibido é muito mais interessante. O tartã só foi restabelecido tempos depois, após o romancista Sir Walter Scott recriar de forma romântica as batalhas do Levantes Jacobitas, os clãs e a essência cultural escocesa no livro “Waverley”. Scott era favorável a causa liderada por Carlos Stuart, apesar de saber que era uma rebelião que já nascia morta. A forma como o autor desenvolveu o romance histórico reacendeu a alma nacionalista, e a aristocracia inglesa em um ato irônico, passou a se apropriar da estampa novamente.

O ponto marcante para a liberação do tartã, segundo historiadores, foi a visita do rei George IV a Edimburgo, convidado por Walter Scott, na qual ele vestiu um kilt. Durante a viagem a capital da Escócia, foi pintado usando o traje nacional escocês, influenciando para o retorno da peça e cravando firmemente o xadrez na história.

 
(À esquerda e no centro, os atores escoceses Alan Cumming e Sean Connery usando kilt. À direita, retrato do rei Goerge IV em visita à Escócia | Foto: Reprodução)

Séculos passaram, a mitologia mesclada ao marketing gerou uma estampa atemporal e incrivelmente vendável.  Antes feito de lã à mão e nobre, hoje a máquina printa e populariza. O que também é interessante, pois democratiza a estampa europeia para todo o tipo de pessoa, idade e gênero.

O xadrez foi peça central em movimentos sonoros e sociais, como o movimento punk nos anos 1970 que utilizou de forma cômica, ridicularizando os costumes tradicionais e patriarcais da cultura inglesa. Nos anos 1990, o movimento grunge utiliza de forma desleixada e suja a estampa. As bandas de garagem com uma sonoridade bastante crua formada por jovens, fez o hard rock e as calças de couro da década anterior, repensar sua estética.

(Foto: Reprodução / A estampa xadrez nos anos 70′ usada de forma cômica pelos punks para ridicularizar os costumes britânicos.)

(Foto: Reprodução / A estampa nas peças em flanela.)

E essa é a importância do tartã, permear movimentos culturais diferentes, mantendo uma estética própria, mas plural. E aí, o que você tem de xadrez no armário? Vale mantinha, cachecol, casaco, camisa e cueca.

Texto: Matheus Martins / Fotos: Divulgação
10/08/2018 0 Comentários 2,1K Visualizações
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