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volta às aulas

Cidades

Aulas presenciais na Região 7 não retornam em setembro

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em reunião na última terça-feira, 1º, prefeitos da Região 7 decidiram adotar um protocolo regional com relação à retomada das aulas presenciais proposta hoje pelo Governo do Estado. Por decisão colegiada os gestores definiram que as aulas não retornam em setembro, como proposto pelo Estado. A possibilidade de retorno em outubro ainda será avaliada pelos prefeitos em nova reunião no decorrer das próximas semanas, sendo que há indicativo, na maioria das cidades, pela manutenção do formato remoto até o final do ano.

Um dos principais pontos que resultou na decisão dos prefeitos diz respeito à exposição das crianças a situações de risco e contaminação tendo em vista sua vulnerabilidade já comprovada. “Estudos científicos apontam que crianças pequenas transmitem sim a Covid e além disso possuem carga viral maior que a do adulto, o que pode resultar em um novo pico na pandemia regional caso o retorno às aulas seja autorizado neste momento”, justifica a presidente da Amvars Tânia Terezinha da Silva.

Por ora os prefeitos decidiram aguardar e avaliar a evolução epidemiológica regional e, no decorrer do mês voltar a discutir o assunto. A decisão tem validade para as redes municipais e privada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2020 0 Comentários 466 Visualizações
Cidades

Secretaria de Educação e Cultura de Picada Café faz consulta às famílias para a volta das aulas presenciais

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

As famílias de alunos das escolas da rede municipal e dos centros de educação infantil passarão a receber a partir de hoje uma pesquisa na qual poderão se posicionar a respeito do retorno das aulas presenciais. São nove perguntas que abordam temas como a organização das famílias durante a pandemia, um possível calendário de retorno, protocolos sanitários,etc. As respostas serão analisadas pelos Comitês de Operações Emergenciais de cada escola, pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura e serão informadas ao Comitê Municipal de Crise. Farão parte do conjunto de situações que serão analisadas para projetar um retorno do ensino presencial ou não. O governo municipal deverá ter um posicionamento até o final de agosto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 521 Visualizações
Variedades

SBP defende retomada gradual das aulas no RS

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O possível retorno de crianças e adolescentes às escolas no final de agosto e início de setembro é visto com preocupação pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS). A entidade reconhece a extrema complexidade do assunto uma vez que há dois aspectos em debate variando conforme a realidade de cada família. De um lado estão aqueles que podem continuar exercendo suas atividades em home-office e por segurança preferem que as atividades continuem de forma online. Porém, há famílias que estão retomando o trabalho e não possuem alternativa para viabilizar alguém que cuide dos filhos.

O consenso, segundo o médico pediatra e associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), José Paulo Ferreira, é de que precisam ser respeitadas as peculiaridades de cada região e de cada família.

“As pessoas estão muito inseguras para esse processo de retomada das aulas. Não há respostas para tudo. Há vírus e bactérias diferentes circulando em diferentes países e em diferentes estados. Por isso não podemos nos basear no que acontece na Europa e Estados Unidos. O aspecto positivo é que vimos muitos casos de retorno das aulas em alguns lugares e que não trouxeram grandes problemas”, afirmou.

Entre as medidas defendidas pelo médico está a retomada gradual, dividida por etapas.

“É interessante observamos que há, sim, pais que não estão tendo outra opção porque precisam trabalhar e há relatos de casos de muitas famílias que precisam recorrer a meios alternativos, o que as acaba expondo de qualquer maneira. São decisões que precisam envolver a parte médica, social e econômica. A partir disso precisamos ser maduros o suficiente para avaliar e se precisar, recuar nas ações”, completa.

As definições sobre o retorno às atividades escolares no país são de responsabilidade dos governos municipal, estadual e federal. Tais decisões devem ser tomadas em conjunto e com base em análises consistentes do contexto local. O momento de reabertura das escolas deve ser orientado por análises epidemiológicas que indiquem redução contínua de novos casos de Covid-19 e redução da transmissão comunitária da doença.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou recentemente nota de apoio ao “Manual sobre biossegurança para reabertura de escolas no contexto da Covid-19”, desenvolvido pela Fiocruz. O conteúdo estabelece uma série de regras e procedimentos a serem seguidos pelas escolas. O material pode ser conferido no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 561 Visualizações
Cidades

Retorno às aulas presenciais em Novo Petrópolis será discutido no Comitê de Crise Coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 15/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Administração Municipal e o Comitê de Crise Coronavírus Nova Petrópolis estarão reunidos na próxima terça-feira, dia 18 de agosto. A pauta do encontro será a discussão sobre o retorno às aulas presenciais no Município. A reunião  foi convocada pela coordenadora do grupo, secretária Municipal de Saúde e Assistência Social, Cláudia Pires.

Recentemente, o Governo do Estado sugeriu o dia 31 de agosto para o retorno presencial das aulas para a Educação Infantil. A proposta foi recebida com crítica por parte de educadores e responsáveis de estudantes, conforme repercussão no Rio Grande do Sul. Em Nova Petrópolis as aulas estão suspensas desde 19 de março, conforme determinação Estadual.

“Nova Petrópolis está agindo com absoluta cautela no que diz respeito ao retorno presencial das aulas. E seguiremos discutindo este assunto com a Saúde Municipal e com os membros do Comitê de Crise Coronavírus. Enquanto isso, o ensino remoto segue a pleno em toda a rede Municipal”, ponderou a secretária Municipal de Educação, Cultura e Desporto, Cristiane Kieling.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2020 0 Comentários 529 Visualizações
Variedades

Retorno gradual das aulas pede cautela, explica advogado

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Tão logo iniciou o ano letivo na maioria das escolas, universidades e organizações educacionais do país, os alunos já viram as suas rotinas mudarem drasticamente por conta dos avanços da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Desde então, com as medidas de distanciamento social, as instituições se viram obrigadas a recorrer à tecnologia para manter as suas atividades e a aula online se tornou a única modalidade de ensino possível no momento.

Ainda nessa semana, o governo do Estado e a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) sugeriram o retorno de modo gradual das escolas públicas e privadas, com as aulas da educação infantil reiniciando a partir de 31 de agosto. O cronograma segue com o retorno do ensino superior, em 14 de setembro, dos ensinos médio e técnico, em 21 de setembro, dos anos finais do ensino fundamental, em 28 de setembro, e dos anos iniciais, em 8 de outubro.

Além do retorno seguro em meio a pandemia, outra grande preocupação tanto para as escolas como para os alunos é com relação à carga horária mínima de horas-aula, respeitando o que está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394, de 1996) ou em contrato.

“É importante que os conteúdos destinados a cada ano letivo sejam abordados, em regime de colaboração intensa dos pais e mães ou responsáveis (…).”

No fim de julho, o Senado Federal aprovou a Medida Provisória 934/2020, que desobriga as escolas de ensino básico e universidades de cumprir a quantidade mínima de dias letivos neste ano em razão da pandemia de Covid-19. O texto agora aguarda sanção presidencial.

Volta às aulas

De acordo com o advogado João Paulo Forster, do escritório porto-alegrense Forster Advogados Associados, em um cenário de incertezas, não é possível exigir das escolas a retomada das atividades ou até mesmo que a prestação das aulas se dê integralmente de forma síncrona. “É importante que os conteúdos destinados a cada ano letivo sejam abordados, em regime de colaboração intensa dos pais e mães ou responsáveis, conforme a idade dos alunos”, afirma.

O ensino à distância não pode ser feito simplesmente ligando uma câmera, explica Forster. “Ele possui peculiaridades, tanto do ponto de vista do docente quanto do aluno, que devem ser consideradas nessa entrega”, diz.

O texto estabelece que os estabelecimentos de educação infantil (até quatro anos de idade) sejam dispensados de cumprir os 200 dias obrigatórios do ano letivo e também a carga mínima de 800 horas, conforme estabelece a LDBEN.

“Essa não é uma situação comum, pois fugiu da vontade de ambas as partes envolvidas.”

Já no caso das escolas de ensino fundamental e médio, a carga horária mínima deve ser cumprida, mas pode ser distribuída em menos dias letivos que os 200 obrigatórios. O mesmo também deve ocorrer no ensino superior, respeitando a grade curricular de cada curso.

No caso das instituições particulares, quando os consumidores pagaram pelo ensino presencial e tiveram a prestação de serviço interrompida ou adaptada, o advogado ainda explica que é preciso entender a atual situação em que vivemos. “Muitos pais de alunos de escolas particulares ainda sugerem pedir a revisão do contrato, mas essa não é uma situação comum, pois fugiu da vontade de ambas as partes envolvidas. São normas estabelecidas pelos governos, impedindo a abertura das escolas. Nesse caso, as instituições não são as responsáveis por eventual dano sofrido”, reforça João Paulo Forster.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 585 Visualizações
Cidades

COE Municipal de Sapiranga realiza reunião para discutir planos de contingência

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ocorreu nesta quarta-feira, 5, no Auditório Jacobina Maurer, da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto, mais uma reunião das equipes integrantes do Centro de Operações de Emergência em Saúde para a Educação – COE Municipal, nomeado através da Portaria N.º 0874/2020. O grupo se reúne semanalmente para discutir e elencar medidas de segurança para evitar a propagação do novo coronavírus no âmbito das instituições de ensino do Município.

Estiveram presentes na reunião representantes da Secretaria de Saúde, Elisiane de Oliveira Machado e Elton José de Mello, representantes da Secretaria de Educação, secretária municipal Cláudia Kichler e Ana Andrioli, representante do Conselho Municipal de Educação, Luciane Hartmann e das escolas privadas do município Fabiana Bacher Migliavacca.

Conforme Decreto Municipal N.º 6978/2020, publicado em 24 de junho, todas as instituições de ensino do Município de Sapiranga devem apresentar ao COE Municipal um Plano de Contingência, que apresenta ações de prevenção e controle da propagação no novo coronavírus, considerando uma possível retomada das aulas presenciais.

Na reunião foram analisados e aprovados mais 12 planos de contingência, além de uma troca de ideias, sempre visando a segurança de toda a comunidade escolar. O COE Municipal lembra que não há previsão de retorno das atividades presenciais até o momento e que todas as ações são feitas priorizando a vida.

As instituições que ainda não encaminharam o ofício de formação do COE-E Local podem enviar para o e-mail smed@smed.sapiranga.rs.gov.br, para que seja feita a Portaria correspondente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2020 0 Comentários 539 Visualizações
Cidades

COE Municipal analisa planos de retomada das instituições de ensino em Sapiranga

Por Gabrielle Pacheco 31/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ocorreu na tarde desta quarta-feira, 29, no auditório da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto, reunião das equipes integrantes do Centro de Operações de Emergência em Saúde para a Educação (COE) do Município, nomeado através da Portaria número 0874/2020. A equipe se reúne semanalmente, às quartas-feiras, para análise dos planos de retomada das atividades das instituições de ensino do município.

Estiveram resentes na reunião representantes da Secretaria da Saúde, Elisiane de Oliveira Machado e Elton José de Mello, representantes da Secretaria de Educação, Cláudia Kichler e Ana Andrioli, também representante do Conselho Municipal de Educação, Luciane Hartmann e a Procuradora Geral do Município, Ariane Pereira.

Dentre as atribuições do COE, está a articulação, em conformidade com os Planos de Contingência Estadual, de ações no âmbito das instituições de ensino, com o objetivo de controlar a acompanhar o avanço do novo coronavírus. Os planos de retomada, desenvolvidos por cada instituição de ensino, são necessários para que, quando o município saia da classificação de bandeira vermelha, devido a pandemia do coronavírus, as escolas possam voltar às suas atividades, mas com extremo cuidado e atenção. Dentre as ações que serão implementadas pelas escolas, está o monitoramento da temperatura dos alunos, observação de possíveis sintomas e sala de isolamento, onde alunos que apresentarem sintomas possam permanecer até a chegada dos pais ou responsáveis.

No encontro, 12 planos de retomada foram analisados. Os planos de retomada devem ser entregues ao COE por cada uma das instituições de ensino de Sapiranga, tanto estaduais e municipais, quanto particulares. Instituições como a escola de idiomas Yázigi e a Rede Sinodal já tiveram seus planos analisados durante a reunião desta quarta-feira. A estrutura do COE Municipal segue as orientações do governo do Estado, determinadas pelo Decreto Estadual 55.292, de 4 de junho e da Portaria Conjunta SES/SEDUC/RS 01/2020.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2020 0 Comentários 505 Visualizações
feevale
Variedades

Aulas da graduação começam nesta segunda-feira na Universidade Feevale

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As aulas de graduação do segundo semestre da Universidade Feevale se iniciarão nesta segunda-feira (27). Para os ingressantes ou aqueles que irão cursar disciplinas do primeiro semestre, o início está marcado para o dia 6 de agosto – as turmas devem ser consultadas no Espaço Feevale. Diante da preocupação com o bem-estar de todos e do cenário global, em razão da pandemia de Covid-19, as aulas seguirão no ambiente virtual Blackboard. As práticas presenciais terão início quando os protocolos assim permitirem, visando à segurança dos estudantes, docentes e suas famílias.

Já a Escola de Aplicação Feevale, Idiomas Feevale e MBAs e especializações começarão as atividades no dia 3 de agosto; para os acadêmicos de mestrados e doutorados as aulas se iniciarão no dia 10 do mesmo mês, todas no ambiente virtual. Quando o cenário permitir, será retomada a modalidade presencial.

Para recepcionar os acadêmicos, a Universidade preparou uma ação de volta às aulas.  Todos os estudantes que interagirem com os posts específicos da ação nas redes sociais da Instituição, entre 10 e 14 de agosto, receberão, em suas casas, um presente e uma mensagem especial.

Confira mais informações sobre o retorno das aulas na Feevale

As atividades práticas em laboratórios necessárias à conclusão de cursos de mestrado e doutorado serão mantidas, respeitando as orientações vigentes quanto ao percentual de ocupação dos espaços, utilização de EPIs e outros cuidados.

Biblioteca

Alunos de todos os níveis de ensino podem retirar livros, por agendamento, pelo e-mail biblio@feevale.br (retirada disponível para materiais localizados na biblioteca do Câmpus II). Pelo mesmo e-mail, a equipe esclarece dúvidas e auxilia nas pesquisas. Também é realizado empréstimo de notebooks de acordo com o Programa de Empréstimo de Notebooks Feevale (PENF). Há isenção de multas e prorrogação do prazo de devolução do material até o retorno das aulas presenciais.

Serviços

Nos câmpus I e II, em Novo Hamburgo, foram instaladas lixeiras específicas para descarte de luvas e máscaras, com as devidas orientações. A coleta de óleo de cozinha segue normalmente, bem como a coleta de tampinhas para a Fundação AMO Criança.

Site Bem-Vindo

A Instituição preparou o site, que contém outros detalhes sobre os serviços, como Webmail Feevale, site acessível em Libras e acessos aos câmpus, entre outros. Essas e outras informações podem ser obtidas, também, pelo telefone (51) 3586-8822.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2020 0 Comentários 594 Visualizações
Variedades

Cartilha orienta para acolhimento seguro e responsável na reabertura de escolas

Por Gabrielle Pacheco 01/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Fruto do esforço conjunto de especialistas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e da Universidade Católica de Brasília (UCB), o Guia de Recomendações Gerais para Reabertura das Escolas convida à reflexão sobre o significado e o sentido que os espaços da escola precisam alcançar no pós-pandemia. A cartilha, que foi publicada e chancelada pela Unesco-Brasil, tem por objetivo promover um acolhimento seguro e responsável a todos e está dividida entre orientações para gestores escolares, professores, estudantes e suas famílias.

O fechamento das escolas gerou impactos ao ano letivo, aos processos de ensino e de aprendizagem e às emoções de comunidades escolares. Segundo o professor doutor das Escolas de Humanidades e da Saúde e da Vida da PUCRS, Alexandre Guilherme, que é um dos pesquisadores coordenadores da publicação, a suspensão de aulas presenciais e a rápida transição para um ensino remoto provocaram uma mudança profunda nas atividades dos gestores, técnicos-administrativos e professores da Educação Básica, fazendo com que tivessem de aprender a aplicar novas técnicas e metodologias, antes exclusivas para o ensino à distância. Além disso, ele ressalta o grande impacto na rotina de estudantes e suas famílias, de diferentes idades e realidades diversas.

“A cartilha foi concebida para ser extremamente prática e de fato ajudar na reabertura das escolas. Esse aspecto prático, utilizando linguagem acessível e sensível a todos, é o diferencial. A abordagem sobre a necessidade de cuidar dos sentimentos e emoções é também muito importante, respeitando a subjetividade de todos os participantes da comunidade escolar. O momento que vivemos, a pandemia, é único e inesperado e nosso retorno às aulas presenciais nas escolas deve considerar isso. Temos que pensar no momento de abertura, de transição para uma certa normalidade e considerar os meses de isolamento, o estresse experenciado com as constantes notícias sobre a pandemia.”, ressalta.

O professor, apontado Leitor da Cátedra Unesco de Juventude, Educação e Sociedade (UCB/Brasília), orienta que o momento reabertura não será usual, mas sim um momento de avaliação e diagnóstico do contexto e situação de cada escola. “A pandemia está sendo vivenciada de forma diferente em diferente cidades e regiões do país. A reabertura é um momento de acolhimento e após isso podemos pensar/reorganizar as demandas tradicionais de um ano letivo como currículo e cronograma. O guia pretende ser um subsídio pedagógico, cujas diretrizes podem ser adaptadas a cada contexto”, comenta.

Outro olhar que o documento aborda é o da importância de planos de ação, prevenção e gerenciamento de crises, ainda pouco presente em todas as áreas, não apenas na Educação.

A iniciativa surgiu por meio de uma parceria já estabelecida do Grupo de Pesquisas em Educação e Violência (GruPEV) da PUCRS com a UCB. Além de Alexandre, assinam pela universidade gaúcha as pesquisadoras Cibele Cheron e Caroline Becker e, pela universidade brasiliense os pesquisadores Renato Brito e o Irmão Lucio Gomes Dantas.

De acordo com o Pró-Reitor de Graduação e Educação Continuada da PUCRS, Irmão Manuir Mentges, o Guia reflete a missão institucional das duas universidades católicas de produzir, difundir conhecimento e promover a formação humana e profissional para o desenvolvimento de uma sociedade justa e fraterna.

“A expectativa pela volta à “normalidade” nos lançará outro desafio: o de preparar os espaços da escola para dissipar os efeitos promovidos pela catarse que se seguirá ao regresso do convívio social. Educadores, gestores, estudantes e familiares esperam encontrar na escola os espaços de escuta e de reconstrução do convívio social essenciais à natureza humana e este guia pode contribuir com essa necessidade”, comenta.

A cartilha foi distribuída para toda Rede Marista de escolas e associadas. O download do arquivo pode ser feito neste link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2020 0 Comentários 744 Visualizações
Variedades

Aulas nas redes pública e privada serão retomadas em modelo de ensino remoto a partir de 1º de junho

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Suspensas no Rio Grande do Sul desde 19 de março, as aulas nas redes pública e privada voltarão, a partir de 1º de junho, em modelo de ensino remoto. Consideradas prioridade do plano de retomada das atividades escolares no Estado, as aulas remotas serão oferecidas na rede pública pela plataforma Classroom, do Google for Education, e incluirão a criação de mais de 300 mil ambientes virtuais.

O Executivo garantirá o ensino remoto para todos os níveis da rede pública na modalidade híbrida, com uso de tecnologia e a disponibilização de materiais aos pais ou responsáveis com dificuldade de acesso via internet. “Não deixaremos nenhum aluno para trás. Sabemos que há desafios no ensino remoto quanto ao uso de tecnologias e, nas próximas duas semanas, trabalharemos para alcançar todos os alunos e identificar todas as dificuldades de acesso”, detalhou o governador Eduardo Leite nesta quarta-feira, 27, em coletiva de imprensa transmitida pelas redes sociais.

Na rede estadual, a proposta inclui o espelhamento de mais de 37 mil turmas, ou seja, criar no ambiente virtual espaços correspondentes para todas as turmas. Além disso, serão criados mais de 300 mil ambientes virtuais/componentes/disciplinas, ofertadas mais de mil turmas preparatórias para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e organizados 2,5 mil pátios para recreio virtual (espaço de integração entre os alunos para que possam conversar e trocar experiências). Também estão previstos criação de salas de professores, serviços de orientação educacional e de coordenação pedagógica virtual.

Para contornar as dificuldades de conexão, a Assembleia Legislativa contribuirá com R$ 5,4 milhões, ao longo de 12 meses, para que a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) garanta a oferta de capacidade extra para smartphones cadastrados de até 900 mil alunos e professores. Serão R$ 450 mil mensais para custear a parceria com operadoras de telefonia.

“O momento é de insegurança, especialmente para os pais. Não teremos aulas presenciais em junho e chegaremos aos nossos alunos de forma remota. Estamos correndo contra o tempo para garantir que os estudantes não percam o contato com a escola”, explicou o secretário da Educação, Faisal Karam.

A determinação do Estado é de que as aulas do ensino privado também sejam realizadas de forma remota durante o mês de junho.

De 19 de março a 31 de abril, a Secretaria de Educação promoveu, para manter o vínculo entre o aluno e as escolas, aulas programadas na rede estadual de ensino. O planejamento dos conteúdos e a preparação das dinâmicas pedagógicas foram realizados pelos educadores a partir das possibilidades de cada comunidade escolar.

Segunda etapa

A segunda etapa de retorno, agora presencial, tem previsão de início em 15 de junho, com a volta de aulas do Ensino Superior, de pós-graduações e do Ensino Técnico Subsequente. A retomada será restrita ao estágio curricular obrigatório e às atividades práticas de ensino essenciais à conclusão de cursos, de pesquisa e em laboratórios. A estimativa é de que 41 mil alunos retornem às aulas nesta etapa.

Além disso, cursos livres – profissionalizantes, de idiomas, de artes, pré-vestibulares e similares – também poderão retomar as aulas, com a obrigação de estarem adaptados às regras estabelecidas nos protocolos do Estado. A previsão é de que esse tipo de atividade envolva o retorno de 100 mil estudantes. No entanto, a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, lembra que a maioria dessas atividades não envolve aulas diárias, e que esse retorno acabará sendo distribuído ao longo dos dias da semana.

No próximo dia 15 de junho, o Executivo anunciará, de acordo com a realidade verificada no Rio Grande do Sul no momento, quais atividades poderão ser retomadas a partir de julho. “Trabalhamos, em um primeiro momento, com a retomada inicial de alunos da Educação Infantil e do Ensino Médio, embora ainda não haja definições. Há outros cenários possíveis também e vamos definir a melhor estratégia de retorno sempre com a preocupação em garantir a segurança de alunos, professores e funcionários”, reforçou Leite.

Educação Infantil e Ensino Médio

O Executivo analisa os cenários de retorno para identificar os grupos prioritários, de acordo com necessidades específicas. Neste período inicial de avaliação, identificou que há motivos para que as aulas da Educação Infantil e do Ensino Médio sejam as primeiras a serem retomadas, de forma gradual, no momento em que se mostrar adequado.

“Crianças menores necessitam da garantia de aprendizagem presencial, há necessidade de contato para que todo o potencial da criança seja desenvolvido”, lembrou o governador Eduardo Leite. No entanto, é mais difícil conscientizar crianças pequenas da importância do respeito às regras de higiene e de restrição de contato.

De outro lado, os jovens e adolescentes, que conseguem lidar melhor com aprendizagem à distância e ensino remoto, estão no último período de ensino antes do ingresso nas universidades ou no mercado de trabalho.

“A prioridade de retorno está nas duas extremidades, na Educação Infantil e no Ensino Médio. Temos de dar os corretos estímulos na base, para não perdermos a capacidade de aprendizagem das crianças, e também devido ao estímulo econômico, para que os pais possam deixar as crianças em um local seguro, com tranquilidade. Por outro lado, os estudantes do Ensino Médio precisam estar bem preparados para ingressar nas universidades e no mercado de trabalho”, ressaltou o governador.

Um eventual retorno da Educação Infantil e do Ensino Médio em julho, possibilidade que ainda está em discussão, passará pelo cumprimento de protocolos gerais e específicos de saúde, elaborados conjuntamente pelas secretarias de Educação e da Saúde.

A portaria, que deve ser publicada em 29 de maio, instituirá os Comitês Operacionais de Emergência em Saúde – COE Escola, que terão competência para reunir informações, convocar esforços, analisar situações e planejar e acompanhar ações. Também demandará a construção de um Plano de Contingência para prevenção, monitoramento e controle da transmissão da Covid-19 nas instituições com mais de cem pessoas, considerando alunos, professores e funcionários.

O secretário Faisal Karam explicou que cada escola terá autonomia para criar grupos de trabalho que ficarão responsáveis por fiscalizar a condição de equipamentos de proteção individual (EPIs), a higienização das escolas e a aferição da temperatura dos alunos. O governo do Estado ainda disponibilizará um aplicativo no qual poderão ser inseridas informações em tempo real a respeito de eventuais casos de alunos sintomáticos nas escolas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 580 Visualizações
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