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UNIVALE

Cidades

Última fase de estudo com testes rápidos ocorre neste fim de semana em Santa Cruz

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A primeira pesquisa a estimar o número de pessoas que já contraíram o coronavírus na população terá a quarta e última fase de testes rápidos neste fim de semana em nove cidades do Rio Grande do Sul. Em Santa Cruz, a meta é testar e entrevistar mais 500 pessoas, nos dias 23 e 24 de maio. O estudo inédito, coordenado pela Universidade Federal de Pelotas a partir de parceria com o Governo do Rio Grande do Sul, concluirá o mapeamento dos casos de coronavírus e o acompanhamento da velocidade de disseminação do contágio no Estado. Ao todo, dois mil santa-cruzenses farão parte dessa análise.

A Diretora de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Santa Cruz (Unisc), Andreia Valim, avalia a pesquisa como uma experiência ímpar para profissionais e estudantes da área da saúde. “Aprendemos muito ao longo das quatro rodadas. Nossos alunos cresceram enquanto profissionais de saúde e desenvolveram segurança nas atividades em campo”, destaca.

De acordo com a diretora, a pesquisa tem como objetivos: estimar o percentual de gaúchos com anticorpos para o coronavírus, avaliar a velocidade de expansão da infecção ao longo do tempo, determinar a porcentagem de infecções assintomáticas ou subclínicas e obter cálculos precisos da letalidade. “Os objetivos estão sendo atingidos e, dessa forma, a pesquisa dá subsídios para a tomada de decisões a nível estadual e nos municípios em que está sendo aplicada”, explica Andreia.

O secretário municipal de Saúde, Régis de Oliveira Júnior, destaca a importância das pessoas receberem os pesquisadores em suas residências para que a pesquisa seja concluída e, assim, possa contribuir ainda mais com as deliberações do Gabinete de Emergências e com as decisões do prefeito, Telmo Kirst. “São as informações que vêm da comunidade que nos auxiliam a definir as estratégias a serem tomadas para que continuemos agindo, de acordo com dados científicos e conforme orientação de profissionais técnicos, contra o vírus”, detalha.

A pesquisa tem apoio de uma rede de doze instituições de ensino superior públicas e privadas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos); Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc); Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ); Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana); Universidade de Caxias do Sul (UCS); IMED e Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Universidade La Salle (Unilasalle).

Os custos do estudo, de R$ 1,5 milhão, têm financiamento da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro. Os resultados são divulgados por integrantes da coordenação do estudo e do Governo do RS em aproximadamente 48 horas após a finalização de cada rodada do inquérito populacional.

Como funciona

No domicílio, novo sorteio determina o morador que irá realizar o teste. Durante a visita, os entrevistadores – profissionais voluntários da área da saúde – coletam uma amostra de sangue (uma gota) da ponta do dedo do participante, que será analisada pelo aparelho de teste em aproximadamente 15 minutos.

Enquanto o resultado é processado, os participantes respondem a um breve questionário de informações sociodemográficas básicas, sintomas da Covid-19 nas últimas semanas, busca por assistência médica e rotina da família em relação às medidas de prevenção e isolamento social.

Se o resultado for positivo, todos os moradores da residência são testados e os pesquisadores entregam um informativo com orientações e repassam o contato dos participantes para acompanhamento e suporte da Secretaria de Saúde do Município.

Em caso de dúvida, os participantes poderão entrar em contato com os órgãos de segurança do de Santa Cruz para checar a abordagem à casa. A Brigada Militar e a Guarda Municipal das localidades estão apoiando o estudo e têm informações sobre os locais de visitação previstos na pesquisa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 467 Visualizações
Cidades

Sabão e solidariedade na luta contra o coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 20/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A melhor prevenção no combate ao coronavírus é a higiene das mãos. E para isso, precisamos de sabão. Pensando neste simples ato, a UNIVALE, cooperativa contratada pela Prefeitura de Novo Hamburgo para o serviço de Coleta Seletiva, por meio do projeto Catavida, vem produzindo e distribuindo às comunidades do município sabões em barra feitos a partir do óleo de cozinha, recolhidos nos diversos pontos de coleta da cidade.

Além de reutilizar o óleo de fritura, a cooperativa também reaproveita baldes, para realizar a mistura dos produtos necessários, e também os potes de margarina, para moldar o sabão. Num primeiro momento, os sabões foram distribuídos entre os colaboradores da cooperativa e, posteriormente, às comunidades do município, nos bairros Liberdade, Santo Afonso e Canudos. Ao todo, cerca de 400 unidades de sabão já foram distribuídas.

“Lavar as mãos constantemente é essencial para evitar a contaminação pelo coronavírus. Este gesto de levar este sabão que produzimos às comunidades, de forma voluntária e gratuita, demonstra a solidariedade dos nossos cooperados com a população. Para isso, usamos o óleo de fritura doado pela comunidade e materiais que recebemos na coleta seletiva, que além de deixar de poluir o meio ambiente, transforma-se em algo útil para a sociedade”, comentou o presidente da UNIVALE, Alessandro Alves.

A gerente de Tratamento e Destinação Final de Resíduos, Cristiane Hermann, parabenizou a iniciativa da cooperativa. “Ações como essa renovam as nossas esperanças. Além de um olhar de solidariedade muito gratificante em tempos de pandemia, isso mostra um senso de fraternidade tão grande, que nos emociona demais e não cabe no coração”.

Além do desenvolvimento dos sabões, a UNIVALE também está providenciando máscaras de proteção para serem distribuídas aos que necessitam e não têm condições financeiras de adquirir. As máscaras são confeccionadas em TNT (tecido-não-tecido) e elástico, e estão sendo produzidas pelos cooperados da UNIVALE e por costureiras, parceiras neste projeto, e estão sendo gradativamente entregues às comunidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2020 0 Comentários 419 Visualizações

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