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tratamento

Saúde

Brasil implementa nova metodologia de combate ao câncer

Por Gabrielle Pacheco 03/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer é a segunda maior causa de mortes em todo o planeta – enfrentá-lo é um grande desafio, não somente para pacientes, mas também para governos, gestores públicos e privados, profissionais e instituições de saúde, universidades e o terceiro setor.

Na busca por oferecer de forma mais eficaz, justa e sustentável os cuidados necessários às pessoas com câncer, o Brasil está entre os sete países a receber um projeto global inovador: C/Can City Cancer Challenge, criado pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC). A iniciativa busca criar uma comunidade global de cidades e alianças estratégicas para atuar juntas no planejamento e implementação de soluções locais no combate à doença, desde o diagnóstico até o tratamento.

A capital do Rio Grande do Sul foi a terceira cidade da América Latina selecionada para fazer parte desta aliança e receber todo o apoio necessário. Porto Alegre tem 1,4 milhão de habitantes (IBGE, 2018) e uma incidência estimada de 8.000 casos de câncer por ano (Inca, 2018), dados que impulsionaram a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), o Hospital Moinhos de Vento, e a Prefeitura – por meio da Secretaria Municipal de Saúde – a participar do projeto.

Em 5 de setembro, a partir das 11h15, no 6º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) em São Paulo, serão compartilhadas as principais ações, estratégias e aprendizados adquiridos a partir de um grande mapeamento realizado no município, durante o painel “Metodologias inovadoras no enfrentamento do câncer: a experiência City Cancer Challenge no Brasil”, organizado pela Femama.

“Temos percebido uma mudança de paradigma a partir da chegada do C/Can em Porto Alegre em 2018. É a primeira vez que o Brasil recebe um projeto como esse, que influencia a forma como as partes interessadas, tanto do setor público quanto privado e representantes da sociedade civil colaboraram para melhorar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer de forma equitativa e com qualidade”, afirma Maira Caleffi, presidente voluntária da Femama e chefe do setor de Mastologia do Hospital Moinhos de Vento.

A meta é trabalhar duro para reduzir em 25% a mortalidade por câncer em Porto Alegre até 2030. “O câncer pode até ser um problema global, mas as soluções para vencê-lo são locais e elas dependem dos esforços de todos. A cidade poderá servir como modelo para a metodologia ser incorporada nacionalmente. Dessa forma, vamos conseguir melhorar a assistência em saúde a toda a população brasileira”, comenta a mastologista e líder do Comitê Executivo do C/Can em Porto Alegre.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/09/2019 0 Comentários 562 Visualizações
Saúde

Aprovado medicamento para câncer de rim avançado

Por Gabrielle Pacheco 23/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no último dia 16, sob a Resolução-RE Nº 2.282, a imunoterapia Keytruda (pembrolizumabe) — o anti-PD-1 da MSD, em combinação com axitinibe, um inibidor da tirosina quinase — para o tratamento de primeira linha para pacientes com carcinoma de células renais avançado ou metastático.

Essa é a primeira indicação de pembrolizumabe para a forma mais comum de câncer de rim e a primeira terapia anti-PD-1 aprovada no país como parte de um regime de combinação de dois medicamentos com mecanismos distintos: imunoterapia e terapia alvo.

O carcinoma renal de células claras é o principal tipo de câncer que pode atingir o rim, correspondendo a aproximadamente 75% dos casos. No Brasil, a incidência estimada é de 7 a 10 casos para cada 100 mil habitantes. O prognóstico da doença depende, dentre outros fatores, da idade do paciente e da rapidez do diagnóstico e do início do tratamento. A Dra. Marcia Datz Abadi, Diretora Médica de Oncologia da MSD Brasil, afirma:

“Estamos confiantes com a aprovação no Brasil também para o tratamento do câncer de rim metastático, pois o uso de pembrolizumabe permite que pacientes tenham a chance de uma maior sobrevida.”

A liberação foi baseada em dados que demonstraram melhora significativa na sobrevida global, na sobrevida livre de progressão e na taxa de resposta global da combinação quando comparada ao sunitinibe, terapia-alvo padrão, em pacientes acometidos pelo câncer de rim metastático.

A taxa de sobrevida global foi de 90% para os indivíduos tratados com pembrolizumabe em combinação com axitinibe versus 78% para os pacientes que receberam sunitinibe no período de 12 meses. Já a mediana de sobrevida livre de progressão no primeiro grupo foi de 15,1 meses em comparação a 11,1 com a terapia padrão.

A comparação para a taxa de resposta objetiva, uma medida de desfecho de eficácia adicional, foi de 59% para pacientes que receberam pembrolizumabe e axitinibe contra 36% para os que receberam sunitinibe.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2019 0 Comentários 608 Visualizações
Saúde

Tratamento para hepatite C no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Como parte da estratégia de prevenção das atividades do Julho Amarelo, que alerta para a importância do diagnóstico e tratamento contra as hepatites, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, esteve em Campo Grande (MS), nesta segunda-feira (22), onde divulgou o novo Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais.

Atualmente, mais de 500 mil pessoas vivem com o vírus da hepatite do tipo C e ainda não sabem, já que se trata de uma doença silenciosa e que geralmente não apresenta sintomas até que se torne mais grave. Desde janeiro deste ano, foram enviados para todos os estados 24 mil tratamentos completos para hepatite C.

A previsão é que cerca de 50 mil pessoas sejam tratadas pelo Sistema Único de Saúde ainda neste ano.

Para incentivar a busca pelo diagnóstico e tratamento da doença, o Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, pactuaram o plano de eliminação da hepatite C até 2030. Segundo Luiz Henrique Mandetta, essa é uma meta possível de ser alcançada.

“Hoje nós estamos com todas as possibilidades que os médicos pediam para poder fazer o tratamento melhor para cada uma dessas pessoas. Temos a expectativa de que, com o aumento da testagem, possamos chegar nesses 50 mil por ano. Nós temos uma meta, uma meta difícil, mas a gente precisa ter até 2030, com vacina e tratamento, número praticamente zero de hepatites no Brasil”.

Todas as pessoas diagnosticadas com hepatite C têm a garantia de acesso ao tratamento, sendo que agora em 2019, o Governo Federal fez a maior compra já realizada no Brasil para o tratamento da hepatite C. Foram quase 43 mil tratamentos e outros sete mil estão em processo de compra. Essa ação coloca o Brasil como protagonista mundial no combate a essa doença.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/07/2019 0 Comentários 593 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento amplia serviços de oncologia

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de um investimento de R$ 8 milhões, o Hospital Moinhos de Vento poderá atender mais pacientes, em menos tempo e com maior precisão em seu Centro de Oncologia Lydia Wong Ling. A instituição conta agora com um novo acelerador linear TrueBeam, equipamento utilizado em diversas técnicas de radioterapia e radiocirurgia. Com ele, pacientes com câncer têm à disposição técnicas que reduzem o desconforto, além de garantir irradiação mais precisa, protegendo órgãos e tecidos próximos aos atingidos.

A ampliação dos serviços foi apresentada em evento nesta terça-feira (9), no auditório Anfiteatro Schwester Hilda Sturm. O superintendente executivo do hospital, Mohamed Parrini, destacou os investimentos constantes em tecnologia.

“Mesmo em um serviço de excelência como o que já prestamos, há muito espaço para avançar. O primeiro TrueBeam que adquirimos completou três anos em funcionamento aqui e os impactos positivos desse sistema no tratamento dos pacientes, aliado à qualificação da equipe e outras melhorias de gestão, já alcançaram reconhecimento dentro e fora do país”, ressaltou. Estudo publicado pelo Clinical Journal of Oncology Nursing mostrou uma redução de 24 para 14 dias entre o diagnóstico da doença e o início do tratamento no Moinhos de Vento.

No evento, especialistas da instituição falaram sobre o trabalho desenvolvido nos últimos anos, demonstrando os impactos nas taxas de sobrevida dos pacientes. Foram explanados dois casos de pacientes que não apresentaram nenhum efeito colateral às técnicas utilizadas no HMV. Um debate com a participação de profissionais do Moinhos e de Samir Abdallah Hanna, doutor em Medicina pela Universidade São Paulo (USP), também abordou os avanços na área.

“Importante destacar que o Hospital Moinhos de Vento não deixa nada a desejar a nenhum centro de tratamento de câncer do mundo”, reforçou Hanna, que é radio-oncologista do Hospital Sírio-Libanês.

Para o superintendente médico do Hospital Moinhos de Vento, Luiz Antonio Nasi, foram as novas tecnologias e a constante qualificação dos profissionais que permitiram que a radioterapia alcançasse resultados importantes no tratamento e na cura de tumores.

“É isso que estamos fazendo aqui: buscando incansavelmente melhores resultados. E, principalmente, proporcionar aos paciente com câncer todas as técnicas de tratamento oncológico, como cirurgia, radioterapia, imunoterapia, aumentando as chances de cura e de preservação da qualidade de vida”, concluiu. O secretário municipal de Saúde, Pablo Stürmer, prestigiou o evento.

Segundo ele, “quando um hospital se torna uma referência em atendimento médico, isso desenvolve a cidade”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2019 0 Comentários 487 Visualizações
Saúde

Tratamento da atrofia muscular espinhal via SUS

Por Gabrielle Pacheco 04/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os pacientes que sofrem com atrofia muscular espinhal (Ame), doença rara, genética e grave, uma das mais de 8 mil doenças raras conhecidas no mundo, celebraram recentemente, a assinatura da portaria SCTIE/MS Nº24[1] que determinou a disponibilização do medicamento Spinraza (nusinersena) no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com Ame 5q tipo 1.

Para pacientes com Ame 5q Tipo 1, a portaria estabeleceu a incorporação do Spinraza ao SUS, nos moldes tradicionais – ou seja, assim como qualquer outra tecnologia incorporada à rede pública. Já para os pacientes classificados com Ame 5q tipos 2 e 3, o Ministério da Saúde se comprometeu a disponibilizar o medicamento via compartilhamento de risco, modalidade inédita no Brasil.

Em menos de dois meses, dando continuidade ao processo de disponibilização do tratamento, a pasta formalizou no Diário Oficial da União (Dou) a portaria nº 1.297/2019[2] – que institui o projeto piloto de compartilhamento de risco para incorporação de tecnologias em saúde, com o objetivo de garantir aos pacientes com Ame 5q tipos 2 e 3 acesso ao tratamento.

A portaria evidencia que o Spinraza é o único tratamento para Ame 5q aprovado no Brasil e que dispõe de evidências científicas para os tipos 2 e 3, embora entenda que mais estudos são necessários – e, portanto, a escolha pelo compartilhamento.

O documento também ressalta a necessidade de acompanhar os dados de vida real para que se comprove a evolução do paciente.

“A construção desse novo modelo reforça uma dinâmica importante e ética entre indústria e o Ministério da Saúde. Além disso, estabelece uma nova política de acesso no país, uma vez que esse projeto piloto poderá servir de referência para outras doenças raras”, explica Christiano Silva, gerente geral da Biogen Brasil, farmacêutica responsável pelo medicamento.

Para Renato Trevellin, presidente da associação Unidos pela Cura da Ame, a publicação da portaria é um grande avanço para o paciente. “A inclusão do medicamento no SUS foi um primeiro e grande passo. Mas o paciente precisa estar respaldado com uma política de cuidado bem estabelecida e que funcione de forma efetiva. A portaria estabelece, de forma clara, a dinâmica do projeto de avaliação periódica assim como define que os centros de referência serão aqueles especializados no tratamento de Ame, por exemplo. E essas definições deixam a comunidade de Ameno Brasil mais amparada”, explica Trevellin.

O documento indica que os serviços de referência em doenças raras, hospitais universitários estaduais e federais serão responsáveis pela dispensação do tratamento e pela coleta de dados referentes aos desfechos e parâmetros de efetividade clínica estabelecidos.

“Compreendemos a necessidade de buscar soluções que garantam acesso a terapias transformadoras do curso natural de doenças graves. Entendemos como positivo e enriquecedor o debate sobre uma participação ética, responsiva e inovadora do setor privado na agenda social. Nosso objetivo é que os recursos públicos sejam investidos de maneira eficiente, mas que todas as necessidades clínicas e sociais da comunidade Ame no Brasil sejam atendidas, em sua completude e integralidade”, reforça André Liamas, diretor de acesso ao mercado e relações corporativas da Biogen.

Com a publicação da portaria, um ponto bastante questionado pela comunidade de Ame é sobre pacientes que estão em ventilação mecânica invasiva permanente, os quais não foram citados no projeto piloto e nem na primeira portaria. Durante audiência na Comissão de Pessoas com Deficiência (CPD), realizada em 12 de junho, o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, esclareceu que, caberá aos médicos assistentes que fazem o acompanhamento destes pacientes indicarem o uso do tratamento.

Com isso, a recomendação do profissional médico deverá ser respeitada pelo Ministério da Saúde e assim os pacientes em ventilação mecânica invasiva permanente terão acesso ao tratamento – respeitados os critérios necessários, como comprovação de teste genético.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2019 0 Comentários 1,2K Visualizações
Variedades

Perdas por maus-tratos a animais podem chegar a R$ 30 milhões ao ano

Por Gabrielle Pacheco 16/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com sabor inigualável, a carne suína se tornou a proteína mais consumida no mundo nos últimos tempos. Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontam que, em 2017, 42,9% de toda carne consumida no mundo foi suína: das 117 milhões de toneladas, 3,75 foram produzidas no Brasil.

Apesar do número parecer baixo, o País ocupa o quarto lugar como maior produtor e expositor no segmento. Mas a produção requer atenção especial.

O bem-estar dos animais é assunto primordial no processo de criação, que garante melhor qualidade de vida aos animais e evita prejuízos econômicos, uma vez que, de acordo com a Embrapa Suínos e Aves, problemas de maus-tratos desencadeiam perdas anuais de R$ 30 milhões.

E, para assegurar que o animal está sendo bem tratado, ele não deve apresentar sinais de fome, sede, desnutrição, desconforto, dor, ferimentos, doenças, medo e estresse. Além disso, deve estar livre para expressar seu comportamento natural no ambiente em que vive.

“São conceitos básicos e que devem ser atendidos. A saúde do animal e seu estado afetivo são prioridades em todo o processo de criação”, comenta o gerente técnico de suíno da Alegra, Fabrício Penaforte Borges.

Grande parte dos animais ainda vive em condições ruins, que desencadeiam problemas comportamentais e emocionais. “Os animais são capazes de ter muitas sensações e sentimentos, como os seres humanos. É importante que eles estejam em ambientes que sejam agradáveis e que permitam uma relação amigável e empática com os cuidadores”, diz Borges.

A primeira empresa brasileira a receber a certificação North American Meat Institute (NAMI) de bem-estar animal para suínos, concedida pelo World Quality Services (WQS), foi a Alegra, que já teve o selo renovado.

“Para nós, a renovação mostra nossa preocupação em oferecer produtos de alta qualidade, que são produzidos de acordo com as normas e controles mundiais de saúde ambiental”, comenta o líder da Unidade Industrial de Carnes da Alegra, Dennis Donkers.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/06/2019 0 Comentários 505 Visualizações
Saúde

Imunoterapia renova esperanças de pacientes com câncer

Por Gabrielle Pacheco 15/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Considerado o maior avanço dos últimos anos no tratamento do câncer, de acordo com a Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO – American Society of Clinical Oncology), a Imunoterapia ainda é recente no país. As primeiras drogas só tiveram aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2011, mas ela já é considerada uma revolução no tratamento contra o câncer.

O Dr. Bernardo Garicochea, oncologista e especialista em genética do Grupo Oncoclínicas, que atua diretamente no acompanhamento dos estudos e análises que ditam as principais inovações no protocolo para tratamento oncológico mundial, explica que é cedo para afirmar que a imunoterapia seria a chave para a cura do câncer. De toda forma, os passos já trilhados são observados com otimismo e lançam boas perspectivas para tratamentos de cânceres metastáticos.

“Mesmo havendo um longo caminho e muitas variáveis a serem avaliadas no que diz respeito às indicações da imunoterapia, ela pode ser tratada como uma abordagem promissora que pode beneficiar diversos pacientes”, ressalta o médico.

Segundo Dr. Bernardo, “a imunoterapia, é a estratégia em que medicamentos podem estimular o sistema imunológico do próprio paciente a reconhecer as células cancerosas como invasoras e combate-las. Mais recentemente, estratégias em que as próprias células do paciente são modificadas fora do corpo para atacarem as células cancerosas tem se mostrado muito promissoras, especialmente em canceres do sangue (mieloma, leucemias e linfomas)”, explica ele.

A imunoterapia geralmente é bem mais tolerada pelo organismo do que a quimioterapia, mas por ser uma terapia que altera o sistema imunológico, pode gerar algumas doenças autoimunes, como dermatites ou vitiligo. Alguns pacientes podem ter efeitos mais intensos como colite, hepatite ou pneumonite, mas estes efeitos podem ser revertidos com a parada da medicação e até com a introdução de corticoide.

É importante que os profissionais que tomam conta de pacientes que recebem imunoterapia estejam preparados para reconhecer precocemente esses efeitos colaterais antes que eles se tornem graves demais. “À medida que esse tratamento for mais utilizado, vamos aprender a gerenciar rapidamente essas reações”, afirma o médico.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/05/2019 0 Comentários 549 Visualizações
Variedades

Dança é aliada na luta contra o câncer

Por Gabrielle Pacheco 01/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O câncer é a segunda maior causa de mortes no mundo e estima-se que tenha surgido mais de 18 milhões de novos casos no último ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Só no Brasil, esse número é em torno de 582 mil.

Pesquisas contínuas e inovações na medicina melhoraram significativamente a detecção precoce e o tratamento dos diversos tipos de tumores, dando aos pacientes maiores esperanças de sobrevivência e cura. No entanto, a jornada no combate à doença não é fácil e requer perseverança, além do apoio de familiares e amigos.

Uma parte importante no momento do diagnóstico do câncer é reconhecer as emoções e os sentimentos. De acordo com a Sociedade Americana de Câncer, tratamentos que lidam com esses pilares – também conhecidos como intervenções psicossociais – podem ajudar os pacientes a lidarem com o sofrimento, melhorarem a qualidade vida e o bem-estar em todo o processo curativo.

A psicóloga Lilian Nobre ressalta que o corpo e a mente são interligados. “É importantíssimo que as pessoas com câncer tenham uma perspectiva positiva sobre sua condição. Se manter ativo e ter uma vida social saudável, pode trazer benefícios para lidar com a doença, o estresse e a fadiga, que são comuns durante o tratamento”.

Aliada no tratamento

Assim como para a população em geral, é essencial que a prática do exercício físico seja prazerosa para os pacientes. “É importante que estejam em um ambiente em que se sintam apoiados e tenham um convívio social. Por isso, a Zumba pode ser uma alternativa pois, além dos benefícios físicos no manejo dos sintomas, também é uma aula que promove suporte psicossocial”, explica Regina Chamon, médica hematologista e especialista em medicina Integrativa do Centro Paulista de Oncologia.

Segundo a especialista, a prática de exercício físico para os pacientes é importante em todas as fases do tratamento, desde que sejam liberadas pelo oncologista. Pacientes com metástases ósseas, por exemplo, podem ter restrições.

Cura pela dança

O advogado Edmur Pereira de Nascimento foi diagnosticado com câncer de próstata aos 52 anos e teve um prognóstico ruim. “Minha médica disse que a situação era muito grave e cuidar da mente e recuperar a felicidade ajudariam no tratamento. Ela me indicou um remédio: a Zumba”.

No início, Edmur não acreditou na sugestão, mas resolveu seguir a recomendação. “Participei de uma aula e adorei. Durante uma hora eu ri, cantei, me diverti e esqueci de tudo o que estava me amargurando. Foi então que comecei a praticar a modalidade e nunca mais parei”, conta o advogado que hoje também é instrutor da dança.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
01/04/2019 0 Comentários 843 Visualizações
Variedades

Professores da Feevale pesquisam tratamento de água e efluentes

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Duas pesquisas desenvolvidas por professores do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Universidade Feevale apresentam resultados que impactam positivamente o manejo de água e de efluentes urbanos e industriais.

O projeto liderado pelo professor Marco Antônio Siqueira Rodrigues, Recuperação de Água de Efluentes Utilizando Processos de Membranas, contribui com a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) na investigação e na apropriação dos processos de separação por membranas no tratamento de água para abastecimento público, bem como no tratamento de esgotos e efluentes industriais. A importância dessa pesquisa se amplia porque cada vez mais se constata a presença de poluentes emergentes na água potável. Isso decorre, sobretudo, a partir da contaminação dos mananciais pelo lançamento de esgoto e de efluentes industriais.

O tratamento mais usual de água para abastecimento da população é do tipo tradicional, com etapas de coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e fluoretação, mas ele é insuficiente. Diante desse cenário, é imprescindível o desenvolvimento de novas tecnologias direcionadas ao tratamento complementar de águas para abastecimento público e de efluentes urbanos e industriais, em razão da necessidade de se remover compostos remanescentes do tratamento convencional.

Outro projeto da Feevale, Desenvolvimento de Membranas Poliméricas para Eletrodiálise, coordenado pelo professor Fabrício Celso, parte da escassez de água potável no Brasil, situação que vem aumentando consideravelmente, conforme a edição de 2017 do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, da Agência Nacional de Águas (ANA). Para proporcionar o uso racional da água, diversas tecnologias avançadas estão em estudo e desenvolvimento, entre elas a eletrodiálise, empregada no tratamento de água e de efluentes industriais. Esse processo é eficiente principalmente para remoção dos metais pesados presentes no estado líquido.

O trabalho de Celso tem o objetivo de desenvolver materiais que possam ser usados para fabricação de membranas para uso em eletrodiálise. Já foram elaboradas no laboratório membranas que apresentam desempenho 40% superior em comparação a outros produtos comercialmente disponíveis.

Doutorado

As duas pesquisas são desenvolvidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, que está com inscrições abertas até 11 de fevereiro para o processo seletivo da primeira turma do doutorado profissional. Este curso, nessa modalidade, é inédito no Rio Grande do Sul.

O objetivo do PPG é produzir pesquisas avançadas na área de materiais e processos, formando doutores que, mediante o conhecimento científico, busquem soluções para demandas associadas ao desenvolvimento industrial. Assim, busca a qualificação de processos, a melhoria dos materiais já existentes, bem como o desenvolvimento de novos materiais e processos que impulsionem o desenvolvimento regional. Com área de concentração em Desenvolvimento Tecnológico em Materiais, são duas as linhas de pesquisa: Desenvolvimento e caracterização de materiais e Otimização de processos industriais.

Mais informações no site www.feevale.br/materiais.

Foto:

08/01/2019 0 Comentários 443 Visualizações
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