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Saúde

Vigilância em Saúde alerta para leptospirose e acidentes com animais peçonhentos

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

Em virtude das fortes chuvas no no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta sexta-feira (3) um comunicado sobre os riscos de transmissão de leptospirose e acidentes com animais peçonhentos em locais com enchentes.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que é transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria Leptospira. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra se imersa por longos períodos em água contaminada, além de mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias, sendo que normalmente ocorre entre sete e 14 dias após contato com as águas de enchente ou esgoto. Por esse motivo, o Cevs alerta que é importante a vigilância em saúde e a Atenção Básica dos municípios estarem atentas nos próximos dias quanto aos sintomas deste agravo.

Os principais sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios. A doença pode apresentar letalidade de até 40% nos casos mais graves.

O Cevs chama a atenção por meio do comunicado para aqueles municípios com alta transmissão de dengue e que foram atingidos pelas cheias para o diagnóstico diferencial entre esses agravos, já que muitos dos sintomas são similares.

Limpeza

Nos locais que tenham sido invadidos por água de chuva, recomenda-se fazer a desinfecção do ambiente com hipoclorito de sódio a 2,5%, presente na água sanitária (um copo de água sanitária para um balde de 20 litros de água).

Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados, manter a cozinha limpa sem restos de alimentos, retirar as sobras de alimentos ou ração de animais domésticos antes do anoitecer, manter o terreno limpo e evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais são ações que ajudam a evitar a presença de roedores. A luz solar também ajuda a matar a bactéria.

Testagem laboratorial

Considerando o atual cenário de chuvas e cheias em várias regiões do estado, casos suspeitos oriundos de área de alagamento e com sintomas compatíveis com leptospirose devem iniciar tratamento medicamentoso imediato. Quando possível, deve ser coletada amostra a partir do sétimo dia do início dos sintomas para envio ao Laboratório Central do Estado (Lacen/RS).

No caso de municípios impossibilitados de envios de amostras devido às limitações diversas, a coleta pode ser enviada para laboratórios privados enquanto durar o decreto de calamidade pública no Rio Grande do Sul em razão das chuvas intensas (Decreto 57.596/2024, publicado em 01/05/2024).

Tratamento

O tratamento (antibioticoterapia) está indicado em qualquer período da doença, mas sua eficácia costuma ser maior na primeira semana do início dos sintomas. Sempre com uma avaliação de um profissional de saúde, na fase precoce são utilizados Doxiciclina ou Amoxicilina. Para a fase tardia, Penicilina cristalina, Penicilina G cristalina, Ampicilina, Ceftriaxona ou Cefotaxima .

Acidentes com animais peçonhentos

As autoridades também devem ficar alerta para o aumento na ocorrência de acidentes com animais peçonhentos, em função de deslocamentos dos habitats naturais destes animais, provocados pelas inundações. Os profissionais de saúde devem estar atentos aos fluxos de encaminhamento da sua região dos pacientes para tratamento com antivenenos.

Em casos de suspeita ou acidentes com animais peçonhentos, qualquer pessoa ou o profissional de saúde, durante o atendimento, pode contatar o Centro de Informações Toxicológicas (CIT) pelo telefone 0800-7213000, disponível 24 horas.

Mais informações estão disponíveis no site da Secretaria da Saúde.

Foto: Brigada Militar/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 545 Visualizações
Saúde

Inverno aumenta em até quatro vezes busca por tratamento de varizes

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2022
Por Gabrielle Pacheco

Entre as doenças vasculares, as varizes são as que mais afetam a população. Estudo da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) mostra que 38% dos brasileiros sofrem com a doença, sendo encontrada em 30% dos homens e 45% das mulheres. Quanto mais idoso, também maior a prevalência, sendo que 70% das pessoas acima dos 70 anos podem ter varizes.

O benefício de operar no inverno é que não tem exposição solar.

Dr. Vinícius Lain, cirurgião vascular (Fabio Grison/Divulgação)

No consultório do médico cirurgião vascular Vinícius Lain, em Caxias do Sul, de cada dez pacientes, sete a oito se queixam de varizes. De acordo com o especialista, no inverno a procura para resolver o problema também aumenta, já que as baixas temperaturas são favoráveis para os tratamentos clínico e cirúrgico. Durante a estação, são operados de três a quatro vezes mais do que em outros períodos. “Aqui na Serra, como o verão e o inverno são bem distintos, o benefício de operar no inverno é que não tem exposição solar”, pontua. Ele afirma que, quando indicado o procedimento cirúrgico, por questões estéticas, pede-se para o paciente não se expor à radiação solar por 60 dias. “No pós-operatório, ainda é preciso usar uma meia elástica por um mês, o que acaba sendo mais confortável no inverno do que no verão”, explica Dr. Vinícius.

O que são as varizes

As varizes são dilatações das veias nas pernas, nas coxas e nos pés, podendo ser de pequeno, médio ou de grande calibre, e mais comuns a partir dos 30 anos. Os fatores de riscos para o desenvolvimento são predisposição genética, sexo feminino, idade e obesidade. É mais corrente também em pessoas que trabalham muito tempo paradas de pé ou sentadas, pelo fato de ficarem sem mexer a bomba da musculatura. Para prevenir o problema, é preciso ter uma alimentação saudável e praticar exercício físico regular.

Apesar de não ser uma doença vascular grave, quando não tratada, as varizes podem evoluir para tromboflebite (coágulos inflamatórios), que podem estar associadas à trombose venosa profunda. Porém, normalmente, as varizes estão mais correlacionadas a questão estética e ao desconforto de peso nas pernas. “A população brasileira presta bastante atenção, não só do ponto de vista funcional, mas também estético. Algumas varizes podem doer e outras serem simplesmente estéticas. No entanto, os sintomas em ambas incluem a sensação de peso nas pernas, inchaço e percepção de que o membro inferior está mais quente durante à noite”, elucida o médico cirurgião vascular.

Creme não é tratamento

Dr. Vinícius Lain conta que os populares cremes para varizes não resolvem e nem são indicados para tratar a doença. “Na melhor das hipóteses, ele tira apenas a sensação de peso do final do dia, pois são cremes que geram o resfriamento da pele”, pondera.

Uma vez tiradas as varizes, elas não podem voltar (…), mas com o passar dos anos, outras veias podem se dilatar.

Os tratamentos para varizes podem ser clínicos ou cirúrgico e dependerão da avaliação de cirurgião vascular. No caso clínico, ele é feito com o uso de meias elásticas e algumas medicações que aliviam a sensação de peso, mas as veias não desaparecem. Para o desaparecimento das veias, são recomendados a cirurgia ou os tratamentos menos invasivos, como o uso da espuma. “Ela é indicada em pacientes mais idosos, onde o risco da cirurgia é maior do que o benefício, ou quando não se tem o objetivo estético. Sempre que tiver a finalidade estética, mediante avaliação médica, a cirurgia de varizes acaba sendo a mais indicada”, esclarece.

Dentro das cirurgias de varizes, é possível realizá-la de forma tradicional, onde a veia é removida; por termo ablação, que é o uso de laser; por radiofrequência, para fazer a cauterização da safena; ou ainda a associação entre elas. O procedimento minimamente invasivo é feito em ambiente de centro cirúrgico, demora entre 1h e 1h30 min e o paciente vai para a casa no mesmo dia. A cirurgia, quando indicada, é oferecida pelo SUS e pelos convênios de saúde.

“A recuperação mais rápida é quando tem indicação de uso de radiofrequência dentro da cirurgia. É possível ainda associar a escleroterapia, que é a secagem das veias, dentro da cirurgia, tendo uma potencialização do resultado estético. Uma vez tiradas as varizes, elas não podem voltar, mas como existe uma pré-disposição ao aparecimento dos vasos, com o passar dos anos, outras veias podem se dilatar”, afirma Dr. Vinícius Lain.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Saúde

Acesso à oncologia de precisão é o novo desafio do tratamento da doença

Por Stephany Foscarini 06/05/2022
Por Stephany Foscarini

O acelerado desenvolvimento da ciência tem impacto no diagnóstico e tratamento de diversas doenças. Em relação ao câncer, entre outras vantagens, a oncologia de precisão resulta no uso de perfis genômicos para orientação de diagnóstico e terapia em muitos tipos de tumor. Várias mutações passaram a ser conhecidas e ajudam a definir qual o melhor medicamento indicado que, embora seja muitas vezes de alto custo, tem elevado potencial de benefício comparado aos tratamentos convencionais, como quimioterapia. No artigo de alerta publicado na Nature Medicine, 15 especialistas de 11 países, alertam que o desenvolvimento de novos medicamentos direcionados a populações específicas de pacientes resulta em um paradoxo: “se não tivermos acesso aos diagnósticos avançados, podemos estar desenvolvendo medicamentos que nunca chegarão aos pacientes”, como destaca o Dr. Stephen Stefani, do Grupo Oncoclínicas, o único brasileiro entre os autores do estudo.

Atualmente, no Brasil existem alternativas relativamente amplas e terapias mais complexas no sistema privado – o que representa 20% da população, como as imunoterapias com alvo identificado. No entanto, o sistema público carece tanto do teste de forma ampla como da capacidade econômica de arcar com os remédios que esses testes possam recomendar”.

O oncologista gaúcho considera que alguns desafios precisam ser vencidos, entre os quais facilitar estratégias de disponibilidade igualitárias aos testes genômicos para reduzir desigualdades no acesso aos medicamentos. “Atualmente, no Brasil existem alternativas relativamente amplas e terapias mais complexas no sistema privado – o que representa 20% da população, como as imunoterapias com alvo identificado. No entanto, o sistema público carece tanto do teste de forma ampla como da capacidade econômica de arcar com os remédios que esses testes possam recomendar”.

Dr. Stefani também aponta que é necessário garantir que estudos com oncologia de precisão forneçam evidências robustas para novos medicamentos e tecnologias sejam absorvidos no sistema de saúde. Também observa que a grande maioria das pesquisas que estudam mutações genéticas relacionadas ao câncer é feita em populações brancas americanas e europeias. “O questionamento sobre a pertinência de extrapolar dados científicos para o paciente de cada região, como o Brasil, só será minimizado quando tivermos um sistema de saúde integrado e com capacidade de captar dados continuamente. Para tanto, deve haver uma política de saúde com uma agenda alinhada com essas demandas científicas”, pondera.

Stephen Stefani

Ele ainda entende que nos esforços para avaliar o valor da oncologia de precisão, o conceito de preço e de valor são distintos. “Os países têm se posicionado de forma clara sobre qual a sua capacidade de incorporação de tecnologias e qual possibilidade de priorizar a saúde em seu orçamento. O desafio de nações pobres deve iniciar por medidas corajosas de uma reengenharia no sistema de saúde, desde a precificação de remédios até a organização de modelos de negócios mais modernos, evitando o já desgastado fee-for service, modelo que privilegia pagar pelo uso e não pelo resultado”, acrescenta.

O oncologista do Grupo Oncoclínicas ainda ressalta a importância da formação de médicos para interpretação de dados genômicos. “Formar e, talvez o mais complexo, reter profissionais para usar tecnologia em saúde de forma racional e responsável é um enorme desafio quando o sistema de saúde tem tantas inequidades: o mesmo médico acaba tendo que decidir de forma diferente se está no sistema público ou privado”. Dr. Stefani frisa que é preciso empoderar os pacientes para a tomada de decisão compartilhada e afirma que uma abordagem de múltiplas partes interessadas para a geração de evidências, avaliação de valor e prestação de cuidados de saúde é necessária para traduzir os avanços na oncologia de precisão em benefícios a pacientes oncológicos em todo o mundo.

Sobre a oncoclínicas

Fundado em 2010, o Grupo Oncoclínicas (ONCO3) é a maior instituição privada no mercado de oncologia clínica do Brasil em faturamento. A Oncoclínicas conta com 91 unidades, entre clínicas, laboratórios de genômica, anatomia patológica e centros integrados de tratamento de câncer, estrategicamente localizadas em 25 cidades brasileiras. Desde sua fundação, passou por um processo de expansão com o propósito de se tornar referência em tratamentos oncológicos em todas as regiões em que atua.

O corpo clínico da Companhia é composto por mais de 1.000 médicos especialistas com ênfase em oncologia, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pela linha de cuidado integral no combate ao câncer. A Oncoclínicas tem parceria exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado à Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite o site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Anticoagulantes no tratamento de complicações da Covid-19

Por Milena Costa 18/05/2021
Por Milena Costa

Não é de hoje que as enoxaparinas e heparinas sódicas são aplicadas em tratamentos anticoagulantes em pacientes com possibilidade de quadros de risco que podem desenvolver tromboembolismo venoso. Em pesquisa realizada pelo Hospital Sírio-Libanês em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), foi constatada uma melhor funcionalidade do pulmão de pacientes graves que foram tratados com medicamentos como heparina sódica.

É claro que para cada paciente, alguns protocolos de utilização sugerem doses intermediárias e doses padrões, mas depende do quadro clínico da pessoa que necessita do medicamento. A aplicação medicamentosa da heparina sódica para o tratamento de casos graves da covid-19 surgiu em março, quando uma paciente apresentou cianose e queda de oxigenação sanguínea. Após este caso, os pesquisadores identificaram quadros de trombos em pacientes que faleceram em decorrência do Coronavírus, confirmando a hipótese da doença causar coagulação intravascular nos pulmões.

Por que a Covid-19 causa coagulação do sangue?

Uma pessoa ao ser infectada pela Covid-19 e que desenvolve os sintomas, têm o pulmão como primeiro órgão afetado pela doença. O vírus entra pelo corpo através da respiração até chegar nas vias aéreas, e em alguns pacientes ocorre o que é chamado de tempestade inflamatória, um processo inflamatório intenso que pode afetar outras regiões do corpo, podendo causar certo desequilíbrio no organismo e levar à trombose. Como há a chance de elevar à quadros graves e a necessidade de medidas medicamentosas, se faz utilização de anticoagulantes, como enoxaparina e heparina sódica.

Nos casos graves da doença, nota-se que após certo período há o desenvolvimento de sinais clínicos de trombose pelo corpo. Estes pacientes passam a ter maiores riscos de ter quadros graves que envolvem obstrução dos vasos sanguíneos do coração, cérebro e pulmão. Outras enfermidades podem aumentar as chances do desenvolvimento.

Fonte: Assessoria.
18/05/2021 0 Comentários 592 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento oferece tratamento para Covid com antiviral mais indicado

Por Caren Souza 14/05/2021
Por Caren Souza

O Hospital Moinhos de Vento passou a oferecer aos pacientes com COVID-19 o tratamento com o único antiviral disponível até o momento com indicação para a doença — o remdesivir. O medicamento foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela agência federal de saúde dos EUA, FDA (Food and Drug Administration). Ele será administrado na forma intravenosa em pacientes internados, pois seu uso e venda são restritos a hospitais. A aplicação varia de cinco a dez dias.

Com o nome registrado de Veklury, o remdesivir foi desenvolvido para combater a ação de vírus como o Ebola, mas passou a ser considerado para tratar a COVID-19. É produzido pelo laboratório Gilead Sciences na América do Norte, na Ásia e na Europa, e será oferecido a pacientes hospitalizados para tratamento particular. O medicamento foi testado na terapia com pacientes em instituições de saúde nos Estados Unidos e teve seu uso autorizado por entidades sanitárias em mais de 20 países como Argentina, Índia, Israel, Japão, Rússia, Coreia do Sul e Canadá.

De acordo com o médico intensivista do Hospital Moinhos Regis Goulart Rosa, membro do projeto Coalizão COVID Brasil, estudos com o medicamento mostraram a recuperação mais rápida dos pacientes internados — foram dez dias, contra os 15 dias daqueles que não receberam. No entanto, assinala, mesmo que uma pessoa tenha sido tratada com o remdesivir, ela deve ser vacinada.

No Brasil, a Anvisa autorizou o uso para adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos e peso mínimo de 40 quilos. O paciente deve ter desenvolvido pneumonia grave provocada pelo SARS-CoV-2, precisar de oxigenação suplementar de baixo ou alto fluxo ou outra ventilação não invasiva. No entanto, não deve ser usado em pessoas que foram intubadas.

O superintendente médico do Hospital Moinhos, Luiz Antônio Nasi, ressalta o pioneirismo da instituição ao oferecer o medicamento. Ele acrescenta que o remdesivir teve seu uso aprovado nos Estados Unidos ainda no ano passado e vem sendo amplamente utilizado nos hospitais norte-americanos. O antiviral tem recebido atenção no mundo inteiro na terapia de casos graves de COVID-19, com estudos que indicam uma redução no tempo de hospitalização. “É um importante auxílio no enfrentamento da situação que estamos vivendo”, destaca.

Fonte: Assessoria
14/05/2021 0 Comentários 681 Visualizações
Saúde

Pandemia pode agravar casos de glaucoma em pacientes que abandonaram tratamento

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

O glaucoma é o problema de visão que mais causa cegueira irreversível em todo o mundo. Só no Brasil, estima-se que 1,5 milhão de pessoas tenham a doença, que provoca a atrofia do nervo óptico –responsável por conectar o olho ao cérebro –, interrompendo, assim, a transmissão dos sinais entre esses dois órgãos e levando à cegueira.

Na pandemia, muitos pacientes têm deixado de fazer as revisões periódicas e até abandonado o tratamento.

A maioria não apresenta sintomas, mas com o passar dos anos e se não tratado devidamente, a pessoa com glaucoma tende a ter a visão periférica prejudicada, ou seja, não enxerga as laterais, vendo somente o que está a sua frente. Em casos mais avançados a visão central também é afetada e pode evoluir para a cegueira.

Apesar de não existir cura, a maioria dos casos pode ser controlada adequadamente com tratamento – uso de colírios, laser ou cirurgia. A investigação diagnóstica para identificar que tipo de glaucoma o paciente apresenta é importante, uma vez que o tratamento varia entre as diferentes formas do problema.

“Na pandemia, muitos pacientes têm deixado de fazer as revisões periódicas e até abandonado o tratamento, o que pode levar ao estágio mais grave da doença”, alerta a presidente da Sorigs, Terla Castro, ressaltando que a melhor prevenção é realizar consultas regulares com o oftalmologista para a detecção precoce, evitando a progressão e o agravamento da doença.

Além do fator hereditário, a longevidade e o envelhecimento da população são fatores de risco para o glaucoma. A doença acomete, principalmente, pessoas acima de 40 anos de idade. Por isso, fique alerta aos sintomas que podem indicar a patologia, como perda da visão lateral intermitente, visão embaçada, olhos vermelhos, dor súbita, inchaço e até náuseas.

Projeções internacionais indicam que o total de pacientes com glaucoma em todo o mundo chegará a 111,8 milhões, em 2.040.

24 horas pelo Glaucoma

Para ajudar na prevenção à doença, a Sorigs integra a campanha nacional 24 horas pelo Glaucoma, promovida pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG). Trata-se de uma maratona nas redes sociais que ocorrerá dia 22 de maio (sábado). Por meio de uma plataforma digital, será exibida ao longo de um dia, uma série de produtos e serviços que trarão conteúdos relevantes para pacientes e familiares, profissionais da saúde, médicos e gestores públicos e privados. Os interessados podem acessar o site do projeto (https://www.24hpeloglaucoma.com.br/).

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 549 Visualizações
Saúde

Ampliação do Centro Covid já funciona em Novo Hamburgo

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

Já está em funcionamento a ampliação da estrutura do Centro Covid, espaço criado há um ano para tratar excepcionalmente pacientes infectados com o novo coronavírus, em uma área isolada ao lado do Hospital Municipal. O aumento do espaço físico, segundo a prefeita Fátima Daudt, se explica diante do crescimento exponencial dos casos da doença nos últimos dias. A ampliação começou na segunda-feira passada, para oferecer mais dois consultórios e foi montada junto à entrada de veículos e funcionários.

 

o vírus está atacando com gravidade inclusive pessoas mais jovens. O momento é muito grave.

 

Na terça-feira (2), o Centro Covid recebeu 166 pacientes. Para se ter uma ideia do aumento dos números, em novembro e dezembro do ano passado, esse número chegava a 100 atendimentos diários.

Os dois consultórios da ampliação somam-se aos três que já existem, além de uma ampla área de tendas e cadeiras para acomodar os pacientes. Com isso, ocupa-se parte da Rua Henri Dunant, entre a Avenida Pedro Adams Filho e Rua Dr. Magalhães Calvet, que está interditada no trecho.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o registro de atendimentos no Centro Covid, em fevreiro, foi o mais alto desde o início da pandemia, em março de 2020.

Importante lembrar que a população, diante de sintomas ou de suspeita de Covid-19, deve procurar, primeiro, atendimento nas unidades de saúde dos bairros, como orienta a prefeita. “Nossos postos contam com consultórios exclusivos para covid. Lá, as pessoas com sintomas recebem uma fitinha vermelha em seus pulsos para terem uma avaliação mais apurada no Centro Covid”, explica Fátima, ao mesmo tempo que reforça o apelo para que as pessoas se cuidem e mantenham as atitudes de prevenção ao contágio.

“O vírus está atacando com gravidade inclusive pessoas mais jovens. O momento é muito grave. Além disso, a vacinação no País está muito lenta”, acrescenta a prefeita. Ela enfatiza os cuidados individuais básicos: usar máscara, lavar as mãos com frequência com sabão ou álcool gel e evitar aglomerações. “São medidas simples, mas de uma importância fundamental para conter a disseminação do vírus e proteger nossos familiares”, finaliza.

 

Fonte: Assessoria

08/03/2021 0 Comentários 599 Visualizações
Canabidiol é alternativa terapêutica
Moda e beleza

Canabidiol pode ser aliado da saúde e da beleza

Por Gabrielle Pacheco 18/01/2021
Por Gabrielle Pacheco

Já ouviu falar do canabidiol? Em suma, trata-se de uma molécula natural derivada da cannabis medicinal – a popular maconha. Nos últimos tempos, ela tornou-se protagonista não só dos cosméticos, como fármacos e produtos nutricionais, devido a propriedades antioxidantes e potencial terapêutico.

O canabidiol atua sobre as diferentes células da pele para liberar seus antioxidantes.

Apesar de derivada da cannabis, o canabidiol não age como composto psicoativo, ou seja, não tem efeito sobre o sistema nervoso. No entanto, um estudo recente das Universidades de Córdoba, da Argentina, e da escocesa Dundee conseguiu demonstrar o mecanismo de ação para a atividade antioxidante dessa molécula. “O canabidiol atua sobre as diferentes células da pele para liberar seus antioxidantes. Nesse sentido, pesquisadores descobriram que ele induz a expressão de heme oxigenase 1, uma enzima com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, nas principais células da camada superior da pele”, afirma o farmacêutico Maurizio Pupo, pesquisador, consultor em Cosmetologia e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Ada Tina Italy.

Ação potente do canabidiol

De acordo com o estudo, a liberação dessa enzima é conseguida graças à redução da proteína BACH1, que suprime a expressão da enzima. Os pesquisadores ainda conseguiram modificar a molécula para que elas tivesse mais uma ação antioxidante, dessa vez ativando a proteína NRF2. “Essa proteína controla a maneira como certos genes são expressos. Esses genes específicos ajudam a proteger as células contra o ‘estresse oxidativo’, nome que se dá ao estado em que o nosso corpo fica quando não consegue combater os efeitos nocivos dos radicais livres, podendo levar a problemas como mutações no DNA celular, que podem favorecer o aparecimento de câncer de pele”, diz Maurizio.

O canabidiol acaba oferecendo uma resposta antioxidante e inflamatória muito potente.

Com essa nova molécula, os pesquisadores conseguiram uma dupla atividade antioxidante. “Dessa forma, segundo o estudo, o canabidiol acaba oferecendo uma resposta antioxidante e inflamatória muito potente. Isso ocorre através de um mecanismo de ação muito interessante para o tratamento de doenças de pele, como dermatite atópica. Além disso, há um grande potencial de uso em cosméticos, devido às propriedades antioxidantes”, diz o farmacêutico.

A partir desses estudos, a equipe de pesquisa continuará modificando as moléculas para melhorar suas propriedades e, mais adiante, realizará estudos em modelos animais para entender seu potencial terapêutico para dermatoses e outras doenças inflamatórias.

Foto: Divulgação
18/01/2021 0 Comentários 810 Visualizações
Saúde

AMRIGS pede cautela na administração de medicamentos em casos de Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As respostas para a imunização e tratamento da Covid-19 vão chegar, mas vão levar mais tempo. Esta é a avaliação do presidente da Sociedade de Pneumologia do Rio Grande do Sul e associado da AMRIGS, Gustavo Chatkin. Segundo o médico, é necessário ter cautela e, principalmente, proceder com uma avaliação individual de cada paciente para tomada de decisão sobre os medicamentos a serem administrados. Chatkin frisa ainda que a doença é nova, o que dificulta estabelecer tratamentos com garantia.

“Por lidarmos com uma doença avassaladora, não só do ponto de vista clínico, mas social, é natural que haja uma angústia na busca por medicações com efeitos imediatos. Porém, o que se tem até agora são medicações consagradas para outras doenças e que, em alguns casos, sugerem benefícios, mas é preciso um estudo mais avançado.”

O médico faz uma analogia com os casos de H1N1, que teve o seu primeiro surto em 2009 e por um longo período se discutiu os benefícios do medicamento popularmente conhecido como Tamiflu. No caso do coronavírus, algumas prefeituras estão se baseando em casos de sucesso em regiões específicas e oferecendo kits de medicamentos para o tratamento.

“Estamos numa fase que não há proibição, mas sim uma particularização dos casos. As Sociedades Gaúcha e Brasileira de Pneumologia dizem que é preciso haver uma particularização. Ou seja, o médico tem essa capacidade de decisão de dizer que determinado paciente de acordo com o caso pode se beneficiar ou não. Eu não vejo com maus olhos o uso de alguns momentos em determinadas fases da doença, mas é importante deixar claro que não há um consenso. Tem que haver critérios. Assim como tiveram casos de sucesso, houve casos que não funcionaram”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2020 0 Comentários 563 Visualizações
Saúde

Medo da Covid-19 provoca queda em diagnósticos de câncer e atrasa tratamento

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As projeções vêm da Europa, mas podem se repetir aqui no Brasil. Na Inglaterra, existe uma estimativa de que o número de mortes de pacientes com novos diagnósticos de câncer aumentem em até 20% nos próximos 12 meses. São mais de seis mil pacientes. A causa é o medo que leva a atrasos na procura por exames de diagnóstico e também no abandono dos tratamentos em andamento.

Para chegar nessas estimativas, um estudo da University College London analisou dados de oito hospitais e detectou redução de 76% nos encaminhamentos urgentes de pessoas com suspeita de câncer e diminuição de 60% nos agendamentos de quimioterapia. Por aqui, a baixa procura por consultas e exames de diagnóstico repete o cenário preocupante.

No Hospital Moinhos de Vento, a situação mais crítica é a percebida no Serviço de Mastologia. A queda chega a 80% em exames de diagnóstico e em cirurgias para retirada de tumores. “O medo do novo coronavírus pode aumentar as taxas de mortalidade por câncer. As pessoas que não estão fazendo os exames de rastreamento podem descobrir um tumor quando as chances de tratamento e cura são menores. Além disso, no sistema público, podemos ter um colapso pela alta demanda de pacientes oncológicos com diagnóstico tardio e, com isso, mais dificuldade para tratá-los”, explica a chefe do Serviço de Mastologia da instituição, Maira Caleffi. “Estamos trabalhando sob todos os cuidados e as pacientes estão sendo operadas em prazos rápidos e em áreas muito seguras”, completa.

Epidemia de câncer

Os procedimentos de biópsia para identificação de tumores tiveram queda de até 50% de março a junho deste ano em comparação com 2019, os quatro meses seguintes à confirmação do primeiro caso de Covid-19 no estado. A diminuição do movimento no Centro de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento também chama a atenção. O número de novos pacientes iniciando tratamentos com radioterapia foi 20% menor no período. A média diária de sessões chegou a reduzir pela metade em alguns momentos.

O chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento, Sérgio Roithmann, alerta para o risco de uma “epidemia” de câncer em estágios mais avançados, no futuro. “Evoluímos muito na última década com novas tecnologias que nos permitem tratar o câncer de forma mais eficaz e menos dolorosa. Temos cirurgia conservadora, robótica, radioterapia de precisão, drogas alvo, imunoterapia e as possibilidades de cura com menos sequelas. Mas o diagnóstico precoce é o que salva vidas de dois em cada três casos. O efeito dessa redução dos diagnósticos e dos atraso no início e até interrupção dos tratamentos pode fazer com que as chances de sucesso das terapias sejam limitadas”, ressalta.

Ambiente mais seguro e fluxos individualizados

A oncologista Daniela Rosa destaca que o receio dos pacientes que deixaram de procurar os hospitais demonstra falta de informação. “Os protocolos e rotinas adotados devido ao risco de contaminação tornou algumas áreas ainda mais seguras. A instituição possui fluxo individualizado para atender pacientes com sintomas respiratórios para prevenir infecções de pessoas com outros problemas de saúde. Com a suspensão de procedimentos eletivos e medidas que limitam a circulação, está até mais fácil e mais rápido realizar qualquer exame e consulta”, pontua a médica do Serviço de Oncologia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 541 Visualizações
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