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tratamento de esgoto

Cidades

Comusa assina contrato para maior obra de saneamento da América Latina

Por Marina Klein Telles 15/12/2023
Por Marina Klein Telles

Depois de mais de uma década, e para fechar os 25 anos da autarquia com chave de ouro, vai ter início a obra que vai mudar o saneamento de Novo Hamburgo. A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo assinou, na quinta-feira (14), o contrato com a empresa vencedora da licitação, a MGM Serviços Técnicos, de Porto Alegre, para a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Luiz Rau, obra que, quando finalizada, dará um salto de 50% no tratamento de esgoto do Município. “É um passo enorme que estamos dando para o saneamento e a melhoria na qualidade de vida da população hamburguense. É uma conquista que ultrapassa os limites da cidade e beneficia toda a região, pois as águas do nosso Rio dos Sinos também serão beneficiadas”, comemora a prefeita Fátima Daudt.

Com um orçamento de mais de R$ 70 milhões, financiados pela Caixa e Banrisul, com contrapartida da autarquia, essa será a maior obra da história da Comusa e a maior obra de saneamento em execução na América Latina. A concretização da ETE é uma luta que foi prioridade da gestão da autarquia desde 2017, no início da primeira gestão da prefeita Fátima.

“Junto com a prefeita Fátima Daudt, nossa primeira ação na direção da Comusa foi recuperar esses recursos que estavam prestes a ser perdidos. Conseguimos, refizemos o projeto, garantimos as licenças ambientais, aprovamos a licitação e, agora, finalmente, vamos ver essa obra sair do papel. É inacreditável o quanto nossos servidores trabalharam nesses últimos 5 anos para chegarmos até aqui. E, não podemos esquecer: esse é apenas o primeiro passo do tratamento de esgoto em Novo Hamburgo”, comemora o vice-prefeito e diretor-geral, Márcio Lüders, que assumiu o comando da autarquia em 2018.

O sistema da ETE Luiz Rau vai integrar as 11 ETEs já existentes no Município e que, hoje, tratam em torno de 8% do esgoto de toda cidade, incluindo a Roselândia e Vila Palmeira, ambas entregues ainda nesta gestão. Mas a Comusa já pensa na próxima etapa, que pode elevar o tratamento a 90% de toda Novo Hamburgo, caso o projeto seja aprovado no PAC 2. “Com o sistema da ETE do Arroio Pampa, que vai requerer um volume muito maior de recursos, e que se interligará ao sistema da ETE Luiz Rau, garantindo um aumento exponencial do saneamento no Município. Com isso, estamos encaminhados para garantir o Marco do Saneamento bem antes do prazo estipulado, em 2033”, aponta.

Após a assinatura do contrato, a Comusa deve emitir, nos próximos dias, a ordem de início das obras. A previsão de conclusão é no final de 2024. “Esse é um momento histórico para nossa cidade e o resultado de muito empenho de todos os setores envolvidos”, comenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2023 0 Comentários 543 Visualizações
Cidades

São Gabriel inaugura Estação de Tratamento de Esgoto

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2022
Por Gabrielle Pacheco

O município de São Gabriel passa a atingir 60% do esgoto tratado e canalizado, após a inauguração, nesta quinta-feira (02), da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Vacacaí. O funcionamento da ETE coloca a cidade acima da média de outros municípios e está dentro das exigências do Marco Regulatório Saneamento.

O prefeito de São Gabriel, Lucas Menezes, participou da cerimônia ao lado do Ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, e do Secretário Nacional de Saneamento, Pedro Ronald Maranhão Braga Borges. Pelo Governo do Estado, estiveram presentes o Diretor do Departamento de Gestão de Recursos Hídricos e Saneamento da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Infraestrutura, o engenheiro agrônomo Ivo Lessa e a diretora substituta, Patrícia Moreira Cardoso, além de outras autoridades.

São Gabriel conquista um índice que é três vezes superior à média de todo o Rio Grande do Sul (…) e à nacional.

O Diretor da São Gabriel Saneamento, Luiz Antônio Bertazzo, ressalta que a nova ETE é resultado de um investimento de R$ 23 milhões e que as obras da empresa para instalação de 80 quilômetros de novas redes coletoras e de esgotamento sanitário ao longo de dez anos de contrato somam um investimento total de R$ 60 milhões. “Essa nova estação possui capacidade de tratamento de 108 litros por segundo com alto padrão de eficiência, sem geração de odores e com baixo custo operacional, com soluções tecnológicas modernas e ambientalmente corretas”, comenta.

Menezes destacou a importância desses investimentos para que São Gabriel alcance um novo patamar de saneamento básico, sustentabilidade e saúde global. “Ao atingir 60% de esgoto coletado e tratado, São Gabriel conquista um índice que é três vezes superior à média de todo o Rio Grande do Sul, onde menos de 25% da população tem acesso a esgoto tratado, e superior também à média nacional, que é de 55% dos brasileiros sem acesso a coleta e tratamento de esgoto”, assinala.

Devido à instalação de redes coletoras, uma grande quantidade de obras são necessárias no município, mas a empresa São Gabriel Saneamento garante que, no fim deste mês, deverão começar os consertos e a repavimentação de vias que sofreram interferência em razão das melhorias.

Foto: Amanda Chagas Hickmann | Fonte: Assessoria
03/06/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Limpeza de fossa-filtro auxilia o tratamento de esgoto em Novo Hamburgo

Por Stephany Foscarini 23/03/2022
Por Stephany Foscarini

Com meta de atingir tratamento de esgoto em toda a cidade até 2030 e cumprir o estabelecido no Marco Regulatório do Saneamento, a Comusa – Serviço de Água e Esgotos de Novo Hamburgo trata, anualmente, em torno de 170 toneladas de carga orgânica do esgoto doméstico em sua estrutura existente. Em levantamento da coordenadoria de produção da autarquia, as oito estações de tratamento de esgoto em operação responderam por 160 toneladas de carga orgânica de esgoto doméstico, em 2021, enquanto 10 toneladas são tratadas por fossas e filtros instaladas em imóveis de todo o Município.

Ao todo, Novo Hamburgo produz, aproximadamente, 3500 toneladas de carga orgânica de esgoto doméstico anualmente e trata, em torno, de 5% desse total. Com o começo das obras da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Luiz Rau, que teve suas obras de terraplanagem iniciadas em 2 de março e tem previsão de conclusão para 2024, o tratamento de esgoto do Município deve passar para 1750 toneladas de carga orgânica de esgoto anualmente, 50% de todo material orgânico produzido.

Atualmente, temos ETEs em alguns pontos da cidade que tratam o esgoto de bairros específicos até a conclusão da Luiz Rau, que vai realmente mudar a realidade de Novo Hamburgo”.

O raio-x produzido pela coordenação de produção mostra um dado importante: fossas e filtros são métodos eficazes de tratamento da carga orgânica do esgoto doméstico que fazem a diferença no resultado final. No entanto, a falta de cuidado por parte da população pode diminuir a eficácia desse método. “Atualmente, temos ETEs em alguns pontos da cidade que tratam o esgoto de bairros específicos até a conclusão da Luiz Rau, que vai realmente mudar a realidade de Novo Hamburgo”, comenta a diretora-geral, Andrea Braun. “Mas, as fossas e filtros são algo mais próximo que a própria população pode ajudar com pequenos cuidados anuais. Se cada um faz a sua parte, temos menos sujeira indo parar no Rio dos Sinos, maior eficiência das ETEs e, consequentemente, uma sobrevida para o mesmo rio que usamos para abastecer a cidade”, aponta.

Limpeza dos sistemas de fossa-filtro

A limpeza do sistema fossa-filtro deve ser feita de acordo com o dimensionado no projeto (1 a 5 anos) para evitar o mau cheiro, vazamentos. Assim, seu sistema de tratamento de esgoto sanitário estará funcionando corretamente. Sem a limpeza periódica, o lodo se acumula, diminuindo o espaço no recipiente e arrastando sólidos para o filtro e corpo hídrico, contaminando o meio ambiente.

O que é fossa-filtro?

O sistema de tratamento individual doméstico com utilização Sistema Fossa – Filtro é uma alternativa econômica e ambientalmente sustentável para tratamento do esgoto sanitário. Amplamente utilizado no Brasil, o tratamento individual só funciona se for corretamente operado e projetado. A fossa e o filtro precisam ser limpos periodicamente, pois, quando cheios de sólidos (lodos), se transformam em simples caixas de passagem, causando mau cheiro nas redes pluviais e poluição ambiental.

O que é carga orgânica e como é medida a poluição?

A água potável, após ser consumida pelo usuário em suas diversas formas (banho, vaso sanitário, cozinha, lavanderia etc.), quando descartada se torna esgoto contendo cargas orgânicas que precisam ser adequadamente tratadas. Esta carga orgânica é expressa como Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), um parâmetro ambiental usado para medir o grau de poluição das águas e a qualidade do tratamento de esgoto. Quanto mais DBO, maior o grau de poluição na água.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2022 0 Comentários 755 Visualizações
Cidades

ETE Feitoria completa 6 meses da chegada da energia limpa na unidade

Por Stephany Foscarini 04/03/2022
Por Stephany Foscarini

O Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae) inaugurou no dia 28 de julho de 2021, mais uma novidade para contribuir no serviço municipal de tratamento de esgoto. Com um investimento de R$ 509,6 mil, a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Feitoria começou a se tornar energeticamente autossustentável com a instalação de uma miniusina fotovoltaica. O equipamento tem capacidade de geração de 85 kWp, quantidade adequada para alimentar todo o local.

Elas além de reduzirem nossos custos de energia elétrica todos os meses, tem a previsão de oferecer o payback (tempo de retorno do investimento) daqui a 5 ou 6 anos”.

Segundo o engenheiro eletricista do Semae, Cristiano Baumgarten, as novas placas já coletaram cerca de 65 mil KWh. “Elas além de reduzirem nossos custos de energia elétrica todos os meses, tem a previsão de oferecer o payback (tempo de retorno do investimento) daqui a 5 ou 6 anos”, explica.

Além de pensar numa unidade com tratamento de qualidade para garantir a preservação do nosso rio, também pensamos na autossustentabilidade da ETE, buscando avanços dentro da própria autarquia”.

Conforme o vice-prefeito de São Leopoldo e diretor-geral do Semae, Ary Moura, essa economia reflete o compromisso do Semae com os moradores e com o meio ambiente. “Além de pensar numa unidade com tratamento de qualidade para garantir a preservação do nosso rio, também pensamos na autossustentabilidade da ETE, buscando avanços dentro da própria autarquia. Tudo para proteger um patrimônio que é de todos nós”, enfatiza.

A ETE Feitoria atende cerca de 40 mil moradores da região e tem capacidade para tratar até 80 litros de esgoto por segundo. Além dela, o município conta com outras quatro Estações de Tratamento de Esgoto (Distrito Industrial, Tancredo Neves, Tarcílio Nunes/Santo André e Vicentina).

Foto: Digue Cardoso Arfoc/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2022 0 Comentários 803 Visualizações

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