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tabagismo

Saúde

Universidade Feevale recebe médico oncologista britânico

Por Marcel Vogt 28/09/2023
Por Marcel Vogt

O médico oncologista Peter Harper, da Inglaterra, visitou a Universidade Feevale nesta terça-feira (26), a fim de conhecer a estrutura de saúde da Instituição e conversar sobre futuras parcerias em estudos científicos na área de redução de danos vasculares. A diretora de Relações Internacionais e Institucionais da Feevale, Paula Casari Cundari, recepcionou o profissional, junto ao coordenador do curso de Medicina, Pedro Lombardi Beria, e ao professor Eduardo Barbosa, especialista em hipertensão. “Ficamos honrados em ter o doutor Harper aqui. É um momento muito especial e esperamos que esta seja a primeira de muitas visitas”, disse Paula.

Harper fez perguntas sobre a estrutura do curso de Medicina da Instituição e falou sobre suas próprias áreas de estudo, que têm relação com as consequências do tabagismo e com a redução de danos no uso da nicotina. “Sou apaixonado pelo estudo do câncer, dos problemas decorrentes do tabagismo e da indústria do tabaco, e passo muito tempo aprendendo o que podemos fazer para tentar diminuir os danos disso”, pontuou, apresentando as medidas que locais como o Reino Unido e Suécia adotaram para diminuir o uso do tabaco e, consequentemente, os danos de sua combustão.

Também estiveram no encontro a diretora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS) da Feevale, Caren Mello Guimarães, e o professor Patricio López-Jaramillo, reitor da Universidade de Santander (UDES), na Colômbia, que deu uma palestra aos acadêmicos de Medicina no mesmo dia. Depois da reunião, Harper conheceu o Centro Integrado de Especialidades em Saúde (Cies) da Feevale, junto à coordenadora do espaço, Paula Tonello.

Foto: Andrieli Siqueira/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/09/2023 0 Comentários 612 Visualizações
Variedades

Tabaco é tema de audiência pública em Brasília

Por Marina Klein Telles 16/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT) foi o primeiro tratado internacional de saúde pública da história da Organização Mundial da Saúde (OMS). Representada por 192 países membros da Assembleia Mundial da Saúde, o tratado agregou o maior número de adesões na história da Organização das Nações Unidas. No mês de novembro, o Brasil participará da 10ª Conferência das Partes (COP 10), da CQCT, que este ano será realizada no Panamá. Com o objetivo de esclarecer e debater previamente o posicionamento do país nesse encontro mundial, o deputado federal Alceu Moreira requereu audiência pública realizada na última quinta-feira, 15 de junho, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

“Hoje dizemos em alto em bom som: fazemos parte do agro, produzimos algo lícito, não cometemos crime, os produtores não tem responsabilidade pela quantidade de fumantes no Brasil. Hoje, queremos ouvir, mas principalmente dizer ao Brasil que não temos nenhuma paixão pelo ato de fumar, como não temos aos que bebem em demasiado. Mas temos orgulho em fazer o debate construtivo no sentido de proteger uma produção lícita e não vamos aceitar sermos recriminados por sermos produtores de tabaco”, disse o parlamentar ao abrir os trabalhos.

Estiveram presentes representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O Ministério da Saúde não se fez presente na audiência, mas enviou nota, que foi lida por Moreira. Segundo a nota, a pasta declinou o convite porque ainda não há, por parte da OMS, liberação de agenda da COP 10, o que deve ocorrer no mês de agosto, tornando a participação no debate “desnecessária”.

Matheus Machado de Carvalho, chefe da divisão de saúde global do MRE, fez um breve histórico da ratificação da CQCT e a participação do Itamaraty nesse processo. Comentou que ainda não existe um processo de definição da delegação brasileira em relação a esses temas e que esse assunto deverá ser tratado pela Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CONICQ), comissão multidisciplinar criada para este fim. O representante do Itamaraty, comentou que em tese os trabalhos foram somente interrompidos no último governo e que há um processo interno de reestruturação da CONICQ, com base na nova estrutura governamental. “Fomos consultados e a princípio teremos um representante. Quem está coordenando esse processo de consultas entre os ministérios é o Ministério da Saúde e é provável que a estrutura seja muito parecida com a anterior”, disse.

Clecivaldo Sousa Ribeiro, coordenador-geral de produção vegetal do MAPA, falou aos presentes sobre a relevante participação do tabaco para o agro brasileira, em especial na geração de renda e emprego. “Os produtores seguem regras extremamente rigorosas para a produção de tabaco no Brasil, todas em conformidade com a legislação. A lavoura do tabaco no Brasil é uma lavoura sustentável, que tem se preocupado em não utilizar mais terra, mas aumentar a sua produtividade por meio de novas tecnologias e que tem sido acompanhada de perto pela área de produção vegetal”, relatou.

Marcos Vinicius, coordenador de Agregação de Valor do MAPA, falou sobre o processo de certificação da produção de tabaco no Brasil e as garantias sociais e ambientais que o selo do MAPA concede. “Fomos procurados, de forma voluntária, para certificar o produto e podemos afirmar que o tabaco brasileiro é sustentável: não utiliza trabalho escravo, não agride o meio-ambiente e conta com a certificação das diferentes etapas”, falou.

Manoel Mendonça, coordenador de Fomento à Assistência Técnica e Extensão Rural do MDA, falou sobre o papel do MDA na implementação da Convenção-Quadro. “O papel do MDA é oferecer alternativas mais sustentáveis aos produtores de tabaco e que tem sido implementada em alguns municípios como a fruticultura, a criação de pequenos animais. Nosso objetivo é o de salvaguardar os produtores das incertezas do mercado e de uma futura redução da demanda. Não perdemos de vista a importância econômica e social do tabaco e sabemos que é um processo, que não pode ocorrer de forma abrupta”, falou.

Participaram do evento representantes da cadeia produtiva, como o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner; o executivo da Abifumo, Giuseppe Lobo; e representante da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) e da Fentifumo.

Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), abriu seu comentário enfatizando a falta de transparência nos debates conduzidos no âmbito da CQCT. “Não conheço ditadura pior que a da Convenção-Quadro, onde os maiores interessados não podem participar das discussões. As inverdades que normalmente ouvimos, e são muitas, especialmente da área da saúde, precisam ser rebatidas com fatos. É o caso da campanha lamentável que vimos no dia 31 de maio, com uma criança sentada em frente a um prato de cinzas de tabaco. É uma agressão à criança e uma agressão ao setor do tabaco, que é um produto lícito, que gera renda e empregos para milhares de cidadãos brasileiros e que é protagonista em produção sustentável, o chamado ESG. A minha intervenção é no sentido de atentarmos a como o Brasil se posicionará na próxima COP e alertar para consequências de um posicionamento malconduzido na próxima COP”, disse Schünke.

Além de representantes do executivo federal e de entidades ligadas ao setor, diversos políticos participaram da audiência, caso do deputado federal gaúcho, Marcelo Moraes. “No passado, a intenção da CQCT era reduzir o número de fumantes, mas no decorrer da caminhada, e o Brasil foi um ator importante nessa condução, começaram a atacar a produção: tentaram limitar a área de produção, extinguir as linhas de crédito aos produtores. Fica o encaminhamento para que, desde agora, busquemos os ministérios que possam contribuir com a posição brasileira na próxima COP, porque estamos falando da maior exportação do Rio Grande do Sul e a oitava do Brasil”, destacou o deputado federal, Marcelo Moraes.

Ao final da audiência, o grupo definiu a construção de um documento base que será compartilhado nesses encontros estratégicos junto aos ministérios e comissões de interesse. “Nosso trabalho será o de construir, com articulação e com absoluto respeito à opinião divergente, os espaços a que o tabaco tem direito a ter no agro brasileiro, como uma produção absolutamente lícita e que não merece a recomendação ou reprimenda de ninguém”, concluiu Moreira ao encerrar a audiência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2023 0 Comentários 420 Visualizações
Saúde

Grupo antitabagismo da UBS Santo Afonso mantém agenda semanal

Por Felipe Schwartzhaupt 30/08/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, reservado no Calendário da Saúde em 29 de agosto, vale a pena reforçar as ações de sensibilização, apoio e aconselhamento de um grupo formado por participantes determinados a largar o cigarro, mudar hábitos de vida e evitar futuras recaídas. Tratam-se dos inscritos no programa antitabagismo implementado na Unidade Básica de Saúde (UBS) Santo Afonso sob orientação da farmacêutica Daniela Pinhatti Flores.

Conforme a profissional, outros interessados em participar dos encontros devem procurar a unidade pública de atenção primária em saúde mais próxima de sua casa e solicitar o encaminhamento ao programa. “O tempo preconizado para o tratamento é de doze meses, e envolve as etapas de avaliação, intervenção e manutenção da abstinência”, observa Daniela.

O grupo antitabagismo da USB Santo Afonso tem se reunido nas tardes de quarta-feira na Base de Ações Comunitárias Integradas (BACI), situada no mesmo bairro e próxima à unidade do território. “Desde abril deste ano, estamos com o programa ativo, e o grupo se encaminha para a quarta semana de atividade”, acrescenta Daniela.

A farmacêutica explica que, no Sistema Único de Saúde (SUS), o método consiste no aconselhamento terapêutico estruturado e com abordagem intensiva, acompanhado pelo tratamento medicamentoso, quando necessário, o que inclui os adesivos transdérmicos de nicotina terapêutica.

Técnicas de auriculoterapia, conhecida como terapia aplicada a pontos na parte do ouvido externo, ajudam a tratar o vício e costumam ser utilizadas pela profissional ao final das reuniões. Daniela conta com o apoio técnico da farmacêutica residente da Universidade Feevale Anna Rita Ferreira, que trabalha com informações precisas ao identificar crenças sobre o tabagismo e destacar os benefícios de parar de fumar.

Programa implementado em todo o Brasil

O Programa Nacional de Controle do Tabagismo é uma iniciativa instituída pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), uma organização federal que objetiva reduzir a prevalência de fumantes e a consequente mortalidade relacionada ao consumo de derivados do tabaco no

Brasil. São ações educativas, de comunicação e de atenção à saúde no intuito de promover a cessação do hábito de fumar, não apenas pelo dano individual, mas para proteger a população da exposição passiva e ambiental à fumaça do tabaco.

Atenção psicossocial faz parte do atendimento

Conforme o coordenador do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Santo Afonso, Germano Bota, o programa prevê a parceria entre a Saúde Mental e a Atenção Primária em Saúde. “A adesão ao projeto reflete a importância da integração entre os serviços e do trabalho em rede no atendimento aos usuários do SUS”, observa Bota, que tem acompanhado ações do grupo na BACI.

De acordo com o INCA, o tabagismo é, precisamente, “uma doença crônica causada pela dependência à nicotina presente nos produtos à base de tabaco”, apontado como um dos principais causadores de câncer e mortes precoces e evitáveis ao redor do planeta.

No entanto, é imprescindível compreender a questão sob esse olhar mais abrangente, pois o hábito traz impactos diretos à convivência familiar e social. O primeiro erro está em considerar o tabagista como uma pessoa “sem força de vontade”. Nada disso! Quem fuma, na verdade, está passando por uma pressão psicológica muito grande diante da dependência química. Portanto, para redução do estresse e combate à ansiedade, a troca de experiências em grupo de apoio tem se mostrado o método mais eficaz para os usuários do SUS que desejam se livrar do fardo de estar preso ao gesto repetitivo, viciante e de efeitos danosos de acender o cigarro.

Foto: Karina Moraes/ Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2022 1 Comentário 799 Visualizações
Saúde

Não se engane: fumar qualquer tipo de cigarro faz muito mal à saúde

Por Stephany Foscarini 04/06/2022
Por Stephany Foscarini

O tabagismo é uma doença causada pela dependência química da nicotina e que, há muito tempo, vem sendo combatida pelos médicos. Apesar de haver muito trabalho no esforço de conscientização por entidades médicas e profissionais, há uma nova preocupação no cenário atual que é o cigarro eletrônico, que vem sendo amplamente usado, especialmente por jovens e que acabam servindo como porta de entrada para o fumo tradicional.

Segundo artigo feito por pesquisadores da Coordenação de Prevenção e Vigilância do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o uso de cigarro eletrônico aumenta em mais de três vezes o risco de experimentação de cigarro convencional. Pelo menos 1 a cada 5 jovens de 18 a 24 anos usa cigarros eletrônicos no Brasil, ou seja, 19,7%.

A diferença é que no cigarro eletrônico a nicotina é volatilizada enquanto no cigarro tradicional há a queima, feita por combustão. Porém em ambos os casos acontece a absorção da nicotina que vai trazer malefícios. O cigarro eletrônico está proibido no Brasil. Porém, é facilmente encontrado e percebemos um número muito grande de jovens aderindo, o que nos preocupa muito. E não se enganem: o aroma mais agradável não impede a ação da nicotina sobre nosso organismo”.

“A diferença é que no cigarro eletrônico a nicotina é volatilizada enquanto no cigarro tradicional há a queima, feita por combustão. Porém em ambos os casos acontece a absorção da nicotina que vai trazer malefícios. O cigarro eletrônico está proibido no Brasil. Porém, é facilmente encontrado e percebemos um número muito grande de jovens aderindo, o que nos preocupa muito. E não se enganem: o aroma mais agradável não impede a ação da nicotina sobre nosso organismo”, alertou o médico cirurgião oncológico, diretor de comunicação da Amrigs, Marcos André dos Santos.

As sociedades médicas brasileiras esperam que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decida ainda este ano manter proibida a importação e venda de cigarros eletrônicos no Brasil. Em 2009, a agência publicou resolução proibindo os chamados Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), que agora passam por processo de discussão e atualização de informações técnicas.

A AMB, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), têm se unido em torno da proibição do comércio dos cigarros eletrônicos. Essas entidades alertaram a Anvisa sobre os prejuízos desse aparelho e têm lutado contra a informação falsa dos fabricantes, que afirmam que o cigarro eletrônico é alternativa mais saudável ao cigarro convencional.

Esse tipo de cigarro, chamado de vapers pelos fabricantes, na intenção de associar à figura do cigarro, contém uma série de substâncias nocivas e cancerígenas. Eles trazem, em sua composição, substâncias como nicotina, propilenoglicol e glicerol, ambos irritantes crônicos; acetona, etilenoglicol, formaldeído, entre outros produtos cancerígenas e metais pesados (níquel, chumbo, cádmio, ferro, sódio e alumínio). Para atrair consumidores, são incluídos aditivos e aromatizantes como tabaco, mentol, chocolate, café e álcool.

Todos nós sabemos os malefícios que o tabagismo causa à nossa saúde. O cigarro, independente de sua característica, é um fator promotor de tumores malignos. Entre os mais comuns estão o câncer de boca e de laringe. Além disso, causa uma série de complicações pulmonares como enfisema pulmonar e doenças cardíacas. Portanto, estamos falando de um sério problema de saúde pública”.

“Todos nós sabemos os malefícios que o tabagismo causa à nossa saúde. O cigarro, independente de sua característica, é um fator promotor de tumores malignos. Entre os mais comuns estão o câncer de boca e de laringe. Além disso, causa uma série de complicações pulmonares como enfisema pulmonar e doenças cardíacas. Portanto, estamos falando de um sério problema de saúde pública”, finalizou.

Orientação para quem quer parar de fumar

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), em parceria com a Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio Grande do Sul, reforça algumas orientações para quem está tentando parar de fumar. Os sintomas de abstinência do cigarro são transitórios e passageiros. A síndrome de abstinência da nicotina é um sinal de que o organismo está voltando a funcionar normalmente.

Você poderá sentir dor de cabeça, irritabilidade, dificuldade de concentração, ansiedade, alteração do sono e aumento de apetite. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a intensidade dos sintomas de ficar sem o cigarro variam de pessoa para pessoa, considerando também o nível de dependência. Mas eles passam e são parte do caminho na luta de quem quer parar de fumar.

Dicas do INCA para lidar com a síndrome de abstinência

  • Não ter cigarro em casa;
  • Evitar álcool e café;
  • Fazer exercícios e se alimentar bem;
  • Pensar nos benefícios.

Ao parar de fumar, os benefícios à saúde são quase imediatos, conforme explicado pelo INCA:

  • Após 20 minutos, a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal;
  • Após 2 horas, não há mais nicotina circulando no sangue;
  • Após 8 horas, o nível de oxigênio no sangue se normaliza;
  • Após 12 a 24 horas, os pulmões já funcionam melhor;
  • Após 2 dias, o olfato já percebe melhor os cheiros e o paladar já degusta melhor a comida;
  • Após 3 semanas, a respiração se torna mais fácil e a circulação melhora;
  • Após 1 ano, o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido à metade;
  • Após 10 anos, o risco de sofrer infarto será igual ao das pessoas que nunca fumaram.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2022 0 Comentários 1,7K Visualizações
Saúde

Amrigs alerta para riscos da relação entre tabagismo, narguilé e coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O tabagismo, que sempre causou muitos danos à saúde, aparece no cenário da pandemia do coronavírus como um fator importante e, mais do que nunca, é necessário o alerta para que a população abandone o hábito. Pesquisas já mostraram que fumantes têm 14 vezes mais problemas com relação à Covid-19, comparados com uma pessoa que não fuma.

“Algumas medidas são importantes serem enfatizadas neste momento. Além dos malefícios do cigarro, chamamos a atenção para o uso do narguilé (espécie de cachimbo de água de origem oriental, utilizado para fumar tabaco aromatizado) que tornou-se muito popular especialmente nos grandes centros urbanos. Nestes casos, o risco de transmissão do vírus cresce substancialmente, uma vez que há um compartilhamento do material”, explica o médico pneumologista e mentor do Projeto Fumo Zero da Amrigs, Luiz Carlos Corrêa da Silva.

O alerta é válido, ainda, para todos os outros dispositivos de inalação de tabaco que produzem vapor.

“Todos fazem muito mal à saúde e, neste momento de absoluta insegurança em relação às possibilidades danosas do coronavírus, precisamos transmitir essa mensagem de alerta”, completa Luiz Carlos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 546 Visualizações

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

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