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sustentabilidade

Ensino

Seminário de Educação em Novo Hamburgo debate sustentabilidade

Por Jonathan da Silva 18/09/2025
Por Jonathan da Silva

O 7º Seminário de Educação Ambiental Sala Verde Padre Amstad: Educação para Sustentabilidade em Foco reuniu cerca de 140 pessoas nesta quarta-feira (17), no auditório do Centro Administrativo Leopoldo Petry, em Novo Hamburgo. O encontro contou com palestras, painéis e apresentações culturais voltadas ao debate sobre educação, preservação ambiental e ações alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Na abertura, o secretário de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, destacou a relevância do evento para além do ambiente escolar. “São momentos que acabam proporcionando discussões que vão reverberar, não só para dentro da escola, mas também para a sociedade”, afirmou o titular da pasta.

O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Anderson Bertotti, ressaltou, por sua vez, a importância de envolver a comunidade escolar. “Falamos em preservação, em coleta, em separação do lixo, mas precisamos plantar a semente disso lá dentro das escolas. Vamos conseguir conscientizar e sensibilizar as nossas crianças para que levem esse aprendizado para todo mundo”, pontuou Bertotti.

Palestras e reflexões

A pesquisadora Sandra Lilian Silveira Grohe apresentou a palestra principal do seminário. Sandra defendeu que a educação deve ser prioridade para que cidades se tornem sustentáveis e ressaltou a necessidade de unir escolas e comunidades em torno de políticas públicas permanentes e participação popular.

Na sequência, o Coral Catavida Coolabore apresentou músicas que reforçaram a importância da colaboração e da consciência ambiental.

Cases e práticas locais

O seminário abriu espaço para compartilhar experiências desenvolvidas em escolas da região. Foram apresentados projetos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Senador Salgado Filho, de São Leopoldo, e das escolas municipais Arnaldo Grin e Alecrim, de Novo Hamburgo. Os exemplos mostraram como iniciativas locais podem contribuir para a transformação de comunidades.

No turno da tarde, a pesquisadora Daiana Schwengber ministrou a palestra “Por uma Educação Lixo Zero”. Ela afirmou que a educação ambiental deve envolver não apenas crianças, mas também adultos e consumidores. “Ao invés de ser apenas uma escolha pessoal, transforma-se em ação coletiva, capaz de gerar impactos significativos”, destacou Daiana.

Gestão de resíduos e experiências Lixo Zero

Representantes das cooperativas Univale e Coolabore participaram do painel sobre gestão de resíduos, reforçando que a separação correta do lixo é uma prática simples que pode gerar grandes impactos.

Outra mesa apresentou cases de escolas que implementaram o conceito Lixo Zero. Foram compartilhadas experiências da Escola Municipal de Ensino Fundamental Olímpio Vianna Albrecht, de São Leopoldo, e da Escola Técnica de Agricultura, de Viamão, que mostraram como envolver a comunidade escolar em ações para reduzir a geração de resíduos.

Encerramento com documentário

O seminário foi encerrado com a exibição do documentário “Lixo se Transforma”, dirigido por Gustavo Rubert. O filme apresentou um panorama da gestão de resíduos em Novo Hamburgo, desde a destinação domiciliar até a etapa final de tratamento, ressaltando o papel dos catadores e cooperativas.

Promovido pelas secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMMADU) e Educação (SMED), em parceria com a Educredi e a Apoena Socioambiental, o evento foi gratuito e ofereceu certificado aos participantes.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2025 0 Comentários 259 Visualizações
Variedades

Primeira planta de produção de biometano do RS é inaugurada

Por Jonathan da Silva 16/09/2025
Por Jonathan da Silva

Foi inaugurada nesta segunda-feira (15) a primeira planta de produção de biometano do Rio Grande do Sul, a Biometano Sul. Localizado em Minas do Leão, o empreendimento é resultado de um investimento de R$ 150 milhões realizado pela Arpoador Energia e pelo Grupo Solví, com financiamento do Fundo Clima do BNDES. A unidade, instalada na central da CRVR, tem capacidade para produzir 66 mil metros cúbicos por dia de combustível renovável, que já foi contratado pela Ultragaz para abastecer o mercado industrial gaúcho.

O projeto recebeu incentivos estaduais por meio do Fundopem RS e do Integrar RS, que oferecem isenções fiscais e abatimento de encargos para estimular parcerias público-privadas. Durante a cerimônia de inauguração, que contou com a presença do governador Eduardo Leite (PSD), do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, e de representantes do Grupo Solví, foi destacada a importância do biometano para a matriz energética gaúcha.

O governador Leite afirmou que o projeto está alinhado às diretrizes de sustentabilidade do governo estadual. “Conta com incentivos por parte do governo do Estado, porque está perfeitamente associado aos conceitos de sustentabilidade que movem o nosso governo e que buscam, nesses investimentos, consolidar uma posição destacada do RS no tratamento de resíduos”, enfatizou o chefe do executivo estadual.

Autoridades como o governador Eduardo Leite marcaram presença na inauguração

Novos investimentos em energia renovável

O diretor da Biometano Sul, Rafael Salamoni, ressaltou que a iniciativa marca um novo momento para o estado. “Essa é a nossa primeira unidade, mas nosso compromisso com o futuro do RS vai muito além. No próximo ano, inauguraremos uma segunda planta em São Leopoldo, reforçando nossa missão de reduzir as emissões de gases de efeito estufa”, pontuou Salamoni.

Já o diretor-presidente da CRVR, Leomyr Girondi, destacou a relevância da transformação de resíduos em energia limpa. “Transformar resíduos em energia limpa para o desenvolvimento econômico e novas oportunidades para a sociedade é um momento histórico para o estado, que passa a contar com uma fonte renovável de energia produzida a partir do biogás gerado no aterro sanitário da CRVR”, afirmou Girondi.

Perspectivas para a economia

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, avaliou que a transição energética é estratégica para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. “O Rio Grande do Sul se posiciona com investimentos robustos por meio de incentivos do estado. O objetivo é produzir combustíveis renováveis, essenciais para atender à demanda da indústria e de toda a cadeia produtiva, que passa a adotar o biometano como alternativa viável para a descarbonização e uma produção cada vez mais sustentável”, comentou Polo.

Expansão no Vale do Sinos

A Solví já iniciou a construção de uma segunda planta de biometano em São Leopoldo, no Vale do Sinos. A unidade terá capacidade para gerar 34 mil m³ por dia e contará com investimentos de mais de R$ 100 milhões. Somadas, as duas plantas representam aportes de R$ 230 milhões, consolidando a empresa como uma das principais referências em transição energética no Sul do país.

O que é o biometano

O biometano é produzido a partir da purificação do biogás gerado pela decomposição de resíduos orgânicos em aterros sanitários. Com características semelhantes às do gás natural, pode ser aplicado em veículos, geração de energia, processos industriais e aquecimento. O combustível integra o programa federal Combustível do Futuro, que incentiva alternativas renováveis, ao lado do diesel verde e do combustível sustentável para aviação.

Foto: Edivan Rosa/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2025 0 Comentários 983 Visualizações
Projetos especiais

Leopoldense “Virando a Terra” tem projeto aprovado na Lei de Incentivo à Reciclagem

Por Jonathan da Silva 16/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Virando a Terra, empresa de São Leopoldo especializada em compostagem, teve um projeto aprovado pelo Ministério do Meio Ambiente por meio da Lei de Incentivo à Reciclagem. A iniciativa permite que empresas da região enquadradas na modalidade de lucro real destinem até 1% do Imposto de Renda (IR) devido para apoiar a ação, sem custo adicional, já que o valor corresponde a um tributo federal.

Os recursos arrecadados com o projeto serão revertidos em atividades voltadas à comunidade, como coletas de resíduos orgânicos, palestras e oficinas sobre compostagem e separação de resíduos, visitas escolares à sede da empresa, distribuição de composteiras e doação de composto orgânico para hortas comunitárias.

Marco na história da empresa

Para a sócia-proprietária da Virando a Terra, Eduarda Jaeger, a aprovação representa um marco na trajetória da empresa. “Este projeto nos dá condições de ampliar significativamente nossa atuação na redução dos impactos ambientais em São Leopoldo e arredores. Agora, buscamos parceiros que compartilhem dessa visão e queiram associar sua marca à sustentabilidade e à responsabilidade social”, afirmou Eduarda.

Compromisso com a economia circular

A Virando a Terra destaca que, com a aprovação, reforça seu compromisso em promover a economia circular e transformar resíduos em recursos. A iniciativa incentiva que empresas locais se engajem em práticas que tragam benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a comunidade.

Foto: Chico Júnior/Trilha Conteúdos/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2025 0 Comentários 351 Visualizações
Variedades

Multinova lança material sustentável que substitui a madeira convencional

Por Jonathan da Silva 27/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Grupo Multinova anunciou a ampliação de seu portfólio com a inclusão do Resysta, material produzido a partir de casca de arroz e PVC, que chega como alternativa sustentável à madeira convencional. A novidade foi divulgada em Farroupilha e faz parte da estratégia da empresa de investir em soluções que reduzam impactos ambientais, eliminando a necessidade do corte de árvores.

Segundo o diretor administrativo da Multinova, Julio Mugnol Filho, o Resysta é 100% reciclável, leve, resistente e semelhante à madeira natural, podendo ser aplicado no acabamento de construções. “O material valoriza a estética e aumenta a durabilidade, com garantia de 25 anos”, detalhou Mugnol Filho.

O produto substitui espécies como ipê, teca e pinus, com potencial de reduzir entre 50% e 80% as emissões de CO₂ em comparação ao uso da madeira convencional. Além disso, o aproveitamento da casca de arroz evita que esse resíduo agrícola seja descartado ou queimado, prevenindo a liberação de CO₂ e metano.

Expansão de mercado

De acordo com a Multinova, o ingresso da empresa nesse novo segmento foi possível a partir do investimento na empresa Aevo, também de Farroupilha, responsável pela produção dos perfis Resysta, peças utilizadas principalmente em fachadas para oferecer acabamento estético e proteção contra intempéries. Para Mugnol Filho, a decisão foi motivada pelo crescimento da demanda por soluções sustentáveis e pelo potencial do setor. A expectativa é que a inclusão da linha contribua para um aumento de aproximadamente 10% no faturamento anual da companhia.

O que é a Multinova

Fundada em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, a Multinova atua nacionalmente na fabricação de plásticos bolha, polietileno e polipropileno expandido. A empresa possui unidades em diferentes regiões do país e fornece soluções para diversos setores da indústria, com foco em tecnologia, inovação e produtos alinhados à economia circular.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2025 0 Comentários 317 Visualizações
Projetos especiais

Belém Novo será palco da 4ª edição do #LimpeOLagoGuaíba em novembro

Por Jonathan da Silva 25/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Praça José Comunal, no bairro Belém Novo, em Porto Alegre, será o ponto de encontro da quarta edição do #LimpeOLagoGuaíba, evento que combina esporte, sustentabilidade e mobilização social, marcado para o próximo dia 20 de novembro. A iniciativa, organizada pelo Projeto Nadando Pelos Cartões Postais em parceria com a Produtora GP Social, tem como objetivo mobilizar a comunidade para a conservação ambiental por meio de atividades esportivas e da cidadania ativa.

A programação inclui provas de natação, corrida, plogging (atividade que combina corrida ou caminhada com a coleta de lixo) e caminhada. Durante as atividades, os participantes terão o desafio de recolher resíduos das margens do lago. Equipes de diferentes faixas etárias participarão da ação, que também oferecerá um kit exclusivo com brindes para cada atleta.

Resultados anteriores e expectativas

Na edição de 2024, o evento reuniu mais de 500 participantes e resultou na retirada de cinco toneladas de resíduos do Guaíba, entre plásticos, metais e outros materiais descartados irregularmente. Para 2025, a expectativa da organização é dobrar o número de inscritos, superando a marca de 1.000 pessoas, ampliando o impacto ambiental e social da iniciativa.

Parcerias e apoio institucional

O #LimpeOLagoGuaíba tem apoio do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smel), da Secretaria de Mobilidade Urbana (EPTC) e da Secretaria de Cultura de Porto Alegre. O evento segue a inspiração de movimentos que unem esporte e natureza no Brasil e em outros países, reforçando a preservação ambiental como parte do cotidiano das comunidades.

Serviço

  • O quê: 4ª edição do evento #LimpeOLagoGuaíba
  • Quando: 20 de novembro de 2025
  • Onde: Praça José Comunal – Belém Novo, Porto Alegre
  • Modalidades: Natação, corrida, plogging e caminhada
  • Inscrições e detalhes: francisswim.com.br
Foto: Alex Rocha/PMPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2025 0 Comentários 317 Visualizações
Cidades

Campo Bom realiza seminário sobre licenciamento ambiental no dia 3 de setembro

Por Jonathan da Silva 22/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, promove o Seminário de Licenciamento Ambiental no próximo dia 3 de setembro, às 14h, no auditório da Secretaria de Educação (Smec). De acordo com a administração campo-bonense, o evento tem como objetivo orientar empresários, técnicos, profissionais liberais e a comunidade em geral sobre os processos, etapas e responsabilidades relacionados ao licenciamento.

A programação começará com a abertura oficial e seguirá com um debate orientado. Entre os temas estarão a importância da licença ambiental para empreendimentos, a obrigatoriedade do licenciamento conforme a legislação, a atuação da fiscalização em Campo Bom, riscos e penalidades pela ausência de licença, além das modalidades disponíveis (LP, LI, LO e de regularização) e etapas do processo.

Também serão abordados aspectos práticos, como a documentação necessária, responsabilidades do técnico contratado, condicionantes ambientais e prazos previstos na legislação vigente.

Espaço para diálogo

Após as explanações, às 15h30min, os participantes poderão interagir diretamente com técnicos e fiscais da Secretaria de Meio Ambiente de Campo Bom em um espaço de perguntas e respostas.

Importância do debate

A secretária de Meio Ambiente de Campo Bom, Ana Luiza Orsi, destacou que o seminário busca aproximar poder público, empreendedores e cidadãos. “Nosso objetivo é tornar o processo de licenciamento mais transparente e acessível, mostrando que ele não é apenas uma exigência legal, mas uma ferramenta essencial para garantir desenvolvimento sustentável, segurança jurídica e qualidade de vida para toda a comunidade”, afirmou a titular da pasta.

Serviço

  • O quê: Seminário de Licenciamento Ambiental
  • Quando: 3 de setembro, às 14h
  • Onde: Auditório da Smec – Av. Independência, 800, 4º andar, Campo Bom
  • Quanto: gratuito, sem necessidade de inscrição prévia
Foto: Shamchai Oliveira/PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2025 0 Comentários 279 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco debate sustentabilidade no evento ESG Experience

Por Jonathan da Silva 22/08/2025
Por Jonathan da Silva

Empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) apresentaram experiências voltadas à sustentabilidade durante a 3ª edição do ESG Experience, realizada nesta quinta-feira (21), em Santa Cruz do Sul. O evento, realizado no Memorial da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e promovido pela Associação Comercial e Industrial (ACI) em parceria com a instituição de ensino, reuniu palestras e painéis temáticos sobre práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.

Na programação, foram expostos cases de empresas do setor como BAT Brasil, China Brasil Tabacos, JTI e Philip Morris. A Alliance One Brasil também participou como apoiadora. O objetivo da ação foi compartilhar exemplos de práticas de sustentabilidade desenvolvidas na cadeia do tabaco, que já conta com um histórico de integração entre produtores e indústrias, consolidado pelo Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT).

Histórico de integração e sustentabilidade

O SIPT, estabelecido há mais de cem anos, promove a relação direta entre produtores e empresas e é considerado referência para outras cadeias produtivas. Segundo a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, o sistema é fundamental para incentivar boas práticas agrícolas. “Engajar e conscientizar os produtores integrados sobre boas práticas agrícolas é uma das missões da assistência técnica gratuita oferecida pelo SIPT. Mesmo antes do termo ESG ser cunhado, a cadeia produtiva do tabaco já atuava em programas de combate ao trabalho infantil, além de iniciativas voltadas à logística reversa, ao reflorestamento e o correto manejo do solo”, afirmou Fernanda.

Sustentabilidade como prioridade

Para a assessora técnica do sindicato, a presença expressiva das empresas do setor no evento reflete o compromisso contínuo com as pautas socioambientais. “A sustentabilidade deixou de ser um diferencial: é uma prioridade estratégica para este setor que está historicamente ligado ao desenvolvimento regional”, concluiu Fernanda.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2025 0 Comentários 323 Visualizações
Variedades

Debate sobre eficiência energética reúne 120 lideranças em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 18/08/2025
Por Jonathan da Silva

Mais de 120 lideranças empresariais participaram, na tarde desta terça-feira (12), em Santa Cruz do Sul, do painel “Soluções em Energia: Armazenagem, Eletrificação e Digitalização”, que discutiu estratégias para reduzir custos, ampliar a confiabilidade e acelerar a transição energética. O evento foi promovido pela Solled Energia, WEG e Bright Strategies no Salão Principal do Condomínio Reserva dos Pássaros e contou com executivos e gestores dos setores industrial, comercial e do agronegócio.

O painel foi conduzido por Mara Schwengber, CEO da Solled Energia e WG Energia, fundadora do G5 Solar, coordenadora estadual da Absolar e vice-presidente de Comércio da ACI; Ricardo Estefano Rosa, gerente global de vendas de Bess na multinacional WEG e membro do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Soluções em Armazenagem de Energia (Absae); e Bárbara Rubim, CEO da Bright Strategies, vice-presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Energia Solar (Aboslar) e diretora de Energia do Departamento de Infraestrutura da Fiesp.

Segundo Mara, o encontro apresentou um conceito atual de gestão de energia voltado especialmente para indústria, comércio e serviços, que sentem primeiro os impactos das oscilações de custo. Ao contextualizar o cenário regulatório, ela citou duas medidas provisórias federais que ampliam a isenção de conta de energia para famílias de baixa renda. “Se eu vou isentar a conta de energia de praticamente 50% dos brasileiros, alguém precisa pagar essa conta”, afirmou a empresária.

Mara ressaltou que as empresas precisam avaliar o melhor modelo de renovação dos contratos no mercado livre, considerando riscos e alternativas para melhorar a previsibilidade de custos.

Armazenamento de energia e otimização de consumo

Os palestrantes também abordaram o uso de sistemas de armazenamento de energia, como o Bess (Battery Energy Storage System), em que baterias guardam energia para uso posterior. “O Bess é uma solução de armazenamento de energia. É uma bateria, sim, mas é uma bateria que atua com inteligência”, explicou Mara.

Segundo a palestrante, o sistema reduz o consumo nos horários de ponta, otimiza contratos de demanda, aumenta a independência da rede, permite armazenar excedentes e contribui para a continuidade operacional ao evitar microinterrupções que desperdiçam energia gerada.

O modelo Energy as a Service (EaaS) também foi apresentado como alternativa para economia imediata, previsibilidade de custos e transferência de risco ao fornecedor.

Viabilidade econômica e impactos ambientais

Mara destacou que, nos últimos dois anos, o preço das baterias caiu cerca de 70% e que, em ambientes industriais, o retorno sobre investimento pode chegar a um ano e meio, quando o Bess atende demandas específicas do cliente. Ela reforçou que se trata de um produto sob medida, que exige avaliação caso a caso.

A CEO da Solled explicou que o armazenamento ajuda a reduzir bandeiras tarifárias, já que a energia solar é gerada durante o dia e, sem baterias, o sistema aciona usinas térmicas no horário de pico. Mara apontou que parte dessa energia tem sido desperdiçada por falta de rede para transferir a produção entre polos de geração e centros de consumo, e defendeu que o tema seja debatido por órgãos reguladores.

O que é a Solled

Fundada em Santa Cruz do Sul, a Solled atua há 14 anos no setor de energia solar. A empresa já atendeu mais de cinco mil clientes, evitou a emissão de mais de 14 mil toneladas de CO₂ por ano e proporcionou mais de R$ 100 milhões em economia anual aos clientes. É parceira WEG, mantém um Centro de Distribuição WEG para atendimento nacional e possui a certificação AAA da Absolar, sendo a primeira integradora de energia solar do Brasil a receber o selo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2025 0 Comentários 281 Visualizações
Variedades

Feira Canela + Verde retorna ao Espaço Canela Rural neste sábado

Por Jonathan da Silva 14/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Feira Canela + Verde será atração neste sábado, 16 de agosto, das 9h às 13h, na parte externa do Centro de Feiras, no Espaço Canela Rural. Promovido pela Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo do município serrano, o evento reúne ações ambientais e atividades voltadas à comunidade e visitantes, após edição anterior durante a Festa Colonial.

A iniciativa contará com distribuição gratuita de mudas de árvores nativas e adubo orgânico, recolhimento de resíduos eletrônicos, comercialização de produtos de agricultores locais, feira de artesanato e espaço para crianças. Também está prevista na programação a Feira de Adoção de Animais, promovida pelo Centro Municipal de Proteção aos Animais (Cempra).

O biólogo Alékos Elefthérios, um dos organizadores, explica que a escolha do local favorece a interação com o público. “Estamos retornando à área externa do Centro de Feiras, espaço que proporciona uma boa integração das nossas atividades ecológicas com a comunidade e visitantes”, afirma Elefthérios.

Atividades paralelas

Durante o evento, o espaço também será ocupado pela Feira Ecológica e Cultural de Canela, que oferecerá produtos e atrações complementares à programação principal.

Serviço

  • O quê: Feira Canela + Verde
  • Quando: Sábado, 16 de agosto, das 9h às 13h
  • Onde: Espaço Canela Rural (parte externa do Centro de Feiras), Canela
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Diego Rabello/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2025 0 Comentários 249 Visualizações
Projetos especiais

Projeto no RS evita emissão de quase 4 mil toneladas de CO₂ em um ano

Por Jonathan da Silva 13/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Projeto Ar, Água e Terra evitou a emissão de 3.869,97 toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO₂e) em 2024, ao capturar mais gases de efeito estufa do que emitiu. A iniciativa, conduzida pelo Instituto de Estudos Culturais e Ambientais (Iecam) com patrocínio da Petrobras, atua junto a dez aldeias Guarani em mais de 3 mil hectares nos biomas Pampa e Mata Atlântica do Rio Grande do Sul. O resultado faz parte do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa da 4ª fase do projeto, que segue até 2026.

O levantamento, baseado em metodologia reconhecida internacionalmente pelo Programa Brasileiro GHG Protocol e normas ISO 14064-1 e 14064-2, apontou emissões totais de 10,95 tCO₂e em 2024, com média mensal de 0,91 tCO₂e. As principais fontes foram veículos e uso de adubos no reflorestamento.

Por outro lado, a recuperação de 20,82 hectares gerou mitigação estimada de 3,83 tCO₂e no ano, podendo chegar a 945 tCO₂e no longo prazo. Já as áreas de preservação e conservação, que somam 3.145 hectares, capturaram cerca de 3.877 tCO₂e, com potencial de até 42.096 tCO₂e em 20 anos.

Importância do inventário

De acordo com a coordenadora do projeto e presidente do Iecam, Denise Wolf, o inventário é um instrumento estratégico. “Mais do que números, o Inventário funciona como bússola: aponta onde estão os principais focos de emissão, orienta o planejamento de ações de mitigação e oferece credibilidade a parceiros, à patrocinadora e à sociedade”, afirma Denise.

Próximos passos

Para os próximos dois anos, o projeto prevê ampliar áreas restauradas, fortalecer a integração entre reflorestamento, agroflorestas e segurança alimentar, e aprofundar a união entre saberes tradicionais indígenas e práticas ambientais contemporâneas.

Comunidades participantes

  • Caraá: Teko’a Ka’aguy Pau (Aldeia Vale das Matas)

  • Maquiné: Teko’a Nhuu Porã (Aldeia Campo Bonito/Molhado)

  • Riozinho: Teko’a Kuaray Resé (Aldeia Sol Nascente)

  • Osório: Teko’a Yriapu (Aldeia Som do Mar)

  • Palmares do Sul: Teko’a Anhetenguá (Aldeia da Verdade)

  • Porto Alegre: Teko’a Parí Roké (Aldeia Porta do Mar)

  • Rio Grande: Teko’a Guaviraty Porã (Aldeia da Guaibiroba Boa)

  • Santa Maria: Teko’a Nhu Porã (Aldeia Campo Bonito)

  • Torres: Teko’a Nhuundy (Aldeia do Campo Aberto/Capinzal)

  • Viamão: Teko’a Pindo Miri (Aldeia Coqueirinho/dos Coqueiros)

Foto: Iecam/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2025 0 Comentários 580 Visualizações
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