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sustentabilidade

Business

Realizada primeira edição de 2024 da Terça da Integração da Acist-SL

Por Jonathan da Silva 07/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Acist-SL promoveu nesta terça-feira (5) a primeira edição de 2024 da Terça da Integração. O encontro foi organizado pelo Núcleo de Empreendedoras, que utilizou a oportunidade para celebrar o mês da Mulher. A sede social da entidade, em São Leopoldo, esteve lotada para o evento.

A coordenadora do Núcleo de Empreendedoras, Caroline Guinzelli, analisa positivamente a realização do encontro. “Este evento foi marcado por um clima muito leve, com muita conversa, troca de experiências e, claro, com novos contatos gerados”, avalia. A vice-coordenadora Josivani Mendes reforça a avaliação. “Esta leveza chancela a essência feminina”, ressalta.

Caroline Guinzelli, coordenadora do Núcleo de Empreendedoras

Inovação

A gestora do Grupo de Trabalho da Terça da Integração, Ana Cláudia Colissi, apontou as inovações trazidas para o evento. Uma, foi a destinação adequada dos resíduos orgânicos e secos gerados, que foram separados de acordo com as normas vigentes e recolhidos com o suporte da Cooperativa Atitude Feminina e com a Virando a Terra. “Esta foi o projeto piloto do nosso Grupo de Trabalho ESG, uma vez que a sustentabilidade é uma das nossas bandeiras”, explica a gestora.

Ana Cláudia Colissi, gestora do Grupo de Trabalho da Terça da Integração

Outra inovação foi a apresentação de produtos e/ou serviços das nucleadas por meio de materiais gráficos e alguns elementos físicos. Novamente, foi incentivada a escolha por materiais de divulgação também recicláveis ou reutilizáveis.

O Grupo de Trabalho que atuou no evento foi composto também pelas empreendedoras Carla Batista, Estela Horácio e Tatiana Timm.

Relevância do Núcleo

O presidente da Acist-SL, Daniel Klafke, destacou a importância que o Núcleo tem para a Associação, lembrando dos projetos realizados ao longo do tempo, que foram case de sucesso nos congresso da Federasul. “A força feminina é admirável e a Associação só tem a ganhar com este grupo coeso e que cresce cada vez mais”, ressaltou.

Klafke falou sobre a importância do grupo

A programação do jantar contou com uma rodada de apresentação de todos os presentes e das boas-vindas aos novos associados. A Terça da Integração teve o patrocínio de Sicredi Pioneira, Imobiliária São Luiz, SKA Automação e Engenharias, Datwyler, Frontec, Oliva Construções & Empreendimentos Imobiliários.

Fotos: Evandro Francisco/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/03/2024 0 Comentários 531 Visualizações
Business

Abicalçados entrega certificação de sustentabilidade para a mineira Marluvas

Por Jonathan da Silva 06/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Marluvas, indústria de calçados profissionais e de segurança de Dores de Campos-MG, recebeu no último dia 28 de fevereiro a certificação do Origem Sustentável no nível Prata (mais de 40% dos indicadores do programa atingidos). A entrega foi realizada presidente do Conselho da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Caetano Bianco Neto, e o presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira.

Com uma produção de aproximadamente 50 mil pares de calçados por dia, a empresa mineira tem investido na utilização de matérias-primas sustentáveis e na eficiência do processo produtivo. A empresa havia sido certificada em janeiro, mas a entrega ocorreu no final de fevereiro, durante visita dos dirigentes da Abicalçados.

O líder de ESG da Marluvas, Emerson Leão, destaca que a empresa, desde sua fundação, em 1972, tem como missão a sustentabilidade, não somente econômica, mas também ambiental e social. “A proteção está em nosso DNA e sabemos que ela só é completa quando preservado o ambiente em que vivemos. Por isso, investimos em soluções verdes, realizamos compensação ambiental e racionalizamos os recursos utilizados na produção”, comenta.

Leão conta que a Marluvas tem buscado matérias-primas sustentáveis e já oferece ao mercado produtos com forração oriunda de garrafa pet, por exemplo. “Para cada par de calçado, uma garrafa pet é reciclada, transformada em fibras e devolvida à sociedade num novo produto. As linhas de calçados TXT e Nexus já recebem esse tipo de forração”, conta o profissional, ressaltando que a garrafa também está presente no contraforte da maior parte dos produtos e em mantas utilizadas na linha Premier.

A Marluvas vem investindo em processos mais eficientes e que garantam o aproveitamento máximo da matéria-prima, com destaque para o reaproveitamento de quase 100% do poliuretano (PU) e 100% do PVC utilizado na base na produção do solado. Quando o assunto é reaproveitamento de insumos, a empresa também compartilha boas práticas: as aparas de couro dos sapatos são co-processadas e viram insumos para fornos de clínquer – blend utilizado para o aumento da temperatura dos fornos de cimenteiras -, sendo as cinzas incorporadas no próprio cimento. Já os recortes de espumas passam a compor estofados e as caixas de papelão que seriam descartadas são recolhidas por empresas de reciclagem.

Cultura

Leão ressalta, ainda, a cultura de sustentabilidade que a empresa cria oficialmente desde o ano de 1999, quando nasceu o Programa de Coleta Seletiva. Na época, a Marluvas adotou o uso consciente de energia elétrica, com a substituição de todas as lâmpadas por led; o tratamento do esgoto gerado; a arborização das suas unidades fabris; a instalação de lixeiras no centro das cidades em que está inserida; e um programa de educação ambiental para colaboradores e estudantes.

Origem Sustentável

Criado pela Abicalçados em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), o Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente, mais de 100 empresas de calçados e componentes, que respondem por mais de 45% da produção nacional do setor estão certificadas ou em processo de certificação. Mais informações estão disponíveis no site www.origemsustentavel.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2024 0 Comentários 548 Visualizações
Business

Assintecal entrega Prêmio Primus Inter Pares no dia 11

Por Jonathan da Silva 05/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) entrega no dia 11 de março a 24ª edição do Prêmio Primus Inter Pares, que visa destacar empresas que se destacaram nas áreas de inovação, sustentabilidade, design e exportação. Considerada a principal premiação para a indústria de base da cadeia coureiro-calçadista no Brasil, a cerimônia acontece a partir das 19 horas, no Stage NH, em Novo Hamburgo.

De acordo com a gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, a premiação tem a missão de não apenas destacar, mas gerar cases positivos para referência das empresas brasileiras produtoras de componentes. “Hoje, o Brasil conta com mais de 3 mil indústrias em plena atividade, fornecendo materiais de qualidade para a maior indústria de calçados do Ocidente. Ter uma premiação como a do Primus Interpares é uma ferramenta para o desenvolvimento contínuo de toda a cadeia produtiva”, avalia Aline.

No ano passado, centenas de pessoas, entre empresários da cadeia calçadista, autoridades, imprensa e profissionais da atividade, participaram do evento que também marcou a comemoração de 40 anos da Assintecal. São patrocinadores do Prêmio Primus Inter Pares a Braskem e a Covestro (masters), a Eurolatina, a Transduarte, Montebravo e a Biason Assessoria Ambiental.

A Stage NH está localizada na Av. Cel. Travassos, 777, em Novo Hamburgo-RS.

As categorias

Categoria: Inovação Tecnológica Covestro
Subcategorias: Inovação Aberta (MPE e MGE) / Projeto no Plano (MPE e MGE) / Projeto em Andamento (MPE e MGE)

Categoria: Origem Sustentável
Subcategorias: Ambiental (MPE e MGE) / Social (MPE e MGE) / Governança (MPE e MGE)

Categoria: Design
Subcategorias: Design (MPE e MGE)

Categoria: Exportação
Concorrem todos os portes

Sobre a Assintecal

Há quatro décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão do setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2024 0 Comentários 513 Visualizações
Cidades

Com lei, Gramado lança Programa de Conscientização e Redução do Plástico

Por Jonathan da Silva 01/03/2024
Por Jonathan da Silva

Já está em vigor em Gramado a Lei Municipal nº 3.808/2020, que visa reduzir o impacto ambiental do plástico e incentivar o consumo consciente através da proibição da distribuição de sacolas plásticas gratuitas aos consumidores. A lei foi sancionada em 2020 e passou por duas alterações, que ampliaram a proibição para as sacolas biodegradáveis e estabeleceram um prazo de adequação para os comerciantes. Como forma de orientar e sensibilizar a população e os empreendedores sobre a importância da medida, a Secretaria do Meio Ambiente do município desenvolveu um material informativo sobre a lei, o Programa Municipal de Conscientização e Redução do Plástico.

A lei tem como objetivo promover uma mudança de hábito na sociedade e estimular o uso de sacolas reutilizáveis, confeccionadas com material resistente e durável, já que o plástico é um dos principais poluentes do meio ambiente e a diminuição do seu uso contribui para a preservação dos recursos naturais e da biodiversidade. A adoção do hábito de carregar sua própria sacola é uma atitude sustentável que ajuda a economizar os recursos naturais e impacta na qualidade de vida das pessoas.

A lei também instituiu o Programa Municipal de Conscientização e Redução do Plástico, que prevê o controle e restrição quanto à distribuição gratuita de sacolas plásticas em todos os estabelecimentos comerciais no município de Gramado. O programa pode ser acessado em Programa Redução de Plástico.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/03/2024 0 Comentários 687 Visualizações
Business

Ecovalor expande operações e chega a Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 20/02/2024
Por Jonathan da Silva

A Ecovalor, consultoria especializada em Gestão Ambiental e Sustentabilidade e ESG, chega ao Instituto Caldeira, em Porto Alegre, neste início de 2024. Com atuação em 15 estados brasileiros e mais de 450 clientes atendidos, a presença na capital gaúcha visa maior aproximação da empresa com os clientes da região metropolitana e atender à crescente demanda por soluções ESG destas empresas.

Com 11 anos de atividades, a empresa  conta com uma equipe de mais de 30 pessoas, distribuídas entre Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará. A Ecovalor está presente em cidades como Taquara, Caxias do Sul, Gramado e Fortaleza. O time é composto por especialistas com formação em áreas como engenharias ambiental, química e de segurança do trabalho, administração de empresas, direito, biologia, geologia, jornalismo e marketing. “Cada vez mais as empresas estão buscando estar alinhadas com as melhores práticas de sustentabilidade e ESG. Estamos há uma década no mercado e, nos últimos três anos, é impressionante o quanto o tema passou a ser valorizado pelas empresas. Acreditamos que este é um movimento sem volta e urgente, de adaptação das organizações a pressões como as mudanças climáticas, novas gerações e regulamentações socioambientais”, destaca o CEO da empresa, Elias Neto.

Entre 2021 e 2023 o crescimento de receita bruta foi de 312% e a expectativa é dobrar o faturamento no ano de 2024.

Do setor calçadista a um portfólio diversificado

Com um portfólio que iniciou no setor calçadista através de parcerias com Abicalçados e Assintecal, hoje, a Ecovalor transita em diferentes segmentos e reúne entre seus clientes marcas como Arezzo&Co, Soprano, Solar Coca-Cola, Calçados Beira Rio, Copag, Vicunha e Dauper Biscoitos. Na serra gaúcha, o foco é a construção civil, atuando em grandes projetos como o W Hotel, bandeira de luxo da Rede Marriot, e o ClubMed, renomada rede de resorts francesa, ambos a ser instalados em Gramado, RS. No centro do País, o foco é o agronegócio: a empresa atende o Grupo Conceito, um dos maiores de Goiás, nas áreas de estratégia ESG, inventário e geração de créditos de carbono.

Além da atuação junto às empresas, a Ecovalor tem se destacado em parcerias estratégicas com Associações e Federações. A empresa é responsável técnica pelo Programa Origem Sustentável, principal certificação ESG da cadeia calçadista no mundo, geridas pela Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados e a Assintecal – Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos. Além disso, está desenvolvendo junto com a FIEMS – Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul, o Programa ESG-FIEMS, certificação ESG para as empresas daquele Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/02/2024 0 Comentários 756 Visualizações
Cidades

Prefeitura e Senai realizam monitoramento do Arroio Estância Velha

Por Jonathan da Silva 07/02/2024
Por Jonathan da Silva

O monitoramento dos principais pontos de arroios de Estância Velha foi realizado nesta semana pela prefeitura do município, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (Semapa), em parceria com o Senai. Os trabalhos se concentraram no Arroio Estância Velha. A coleta e a análise da água dos arroios é realizado trimestralmente com o objetivo de evitar irregularidades contra o meio ambiente.

O trabalho no Arroio Estância Velha contemplou desde a sua nascente no bairro Floresta até a foz na divisa com o município de Portão, onde encontra o Arroio Portão. Foram coletadas amostras de água em nove pontos, passando pelos bairros Floresta, das Rosas, Campo Grande e Industrial.  “Com o monitoramento da qualidade da água do arroio, é possível identificar lançamentos irregulares de efluentes líquidos, auxiliando a equipe técnica na adoção de providências imediatas, para minimizar os efeitos negativos sobre o ambiente”, destacou Viviane Diogo, secretária de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura.

Análise mais profunda

Durante esta fase da coleta de água já foi analisada a condutividade, o PH, o oxigênio devolvido e a temperatura, de acordo com o educador ambiental Hoeslen Mauzer. Não houve intercorrências graves. “As amostras coletadas no trabalho de campo desta semana serão avaliadas pelo Laboratório do Senai que posteriormente envia os resultados para a Semapa”, destacou Mauzer. “Esse trabalho é muito importante para uma cidade que busca sustentabilidade”, finalizou o educador ambiental.

Foto: PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/02/2024 0 Comentários 491 Visualizações
Cidades

Movimento Cinturão Verde realiza primeira reunião do grupo técnico

Por Marina Klein Telles 31/01/2024
Por Marina Klein Telles

O Movimento Cinturão Verde – no contexto de uma cidade socioambiental segue empenhado em sua agenda de organização e mobilização social. Na manhã da terça-feira (30), a iniciativa realizou a primeira reunião do grupo técnico, no Salão Nobre do Palacinho da Praça da Bandeira.

O encontro inicial teve como objetivo ouvir os convidados e suas aspirações, bem como avaliar formas para o desenvolvimento do trabalho em conjunto. Participaram representantes do meio acadêmico – Unisc, Dom Alberto e Unipampa, de entidades de classe, do segmento empresarial e das secretarias municipais de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade (Semass) e de Planejamento e Governança.

A prefeita Helena Hermany destacou a relevância da participação dos convidados. Ela salientou a urgência que o Cinturão Verde e o meio ambiente têm em sua agenda de governo. “Nossa geração não cuidou desta riqueza como deveria. Agora, chegou a hora de fazermos a nossa parte”.

A prefeita lembrou que os efeitos da degradação ambiental já não podem ser ignorados, com os sucessivos eventos climáticos que têm causados danos ao redor do planeta e também começaram a se manifestar na região e no próprio município.

Helena salientou também a importância de, com perseverança, sensibilizar as crianças e a população em geral para a necessidade da preservação ambiental. “Conscientização é algo que demora, precisaremos de persistência para chegar ao nosso objetivo”. Entretanto, a chefe do Executivo Municipal reforçou sua crença em que é possível atingir os resultados almejados. “Nossa cidade tem condições que muitas outras não têm. Este é um compromisso nosso com as gerações futuras”.

Conforme Helena, a iniciativa terá um olhar especial para as áreas preservadas, bem como para os proprietários preservacionistas.

Idealizador e coordenador do Movimento Cinturão Verde, o geólogo ambientalista José Alberto Wenzel destacou que a proposta busca o estabelecimento de uma cidade socioambiental, abrangendo também outras áreas como o a do Lago Dourado, a Várzea, piscinões, praças e parques.

De acordo com Wenzel, o trabalho transversal, buscando abranger também iniciativas de outros entes da sociedade, tem como objetivo pensar Santa Cruz do Sul para os próximos 30 anos, com ações de curto, médio e longo prazo. “Temos uma tarefa muito grande de não gerar uma falsa expectativa na população, criando uma visão integrada da proposta e para as próximas três décadas”.

Conforme o geólogo, mais de 20 reuniões já foram realizados com diferentes segmentos da sociedade para a apresentação do movimento. Wenzel ficou especialmente entusiasmado com informação apresentada pelo biólogo Jair Putze. Conforme o pesquisador, algumas áreas do Cinturão Verde, por hectare, apresentam mais biodiversidade que alguns espaços da Amazônia.

Titular da Semass, o secretário Cesar Cechinato frisou que é preciso comemorar o patrimônio ambiental do qual Santa Cruz do Sul dispõe. Para ele, a iniciativa trata, em outros termos, sobre a cidade que os santa-cruzenses desejam ter. “Santa Cruz do Sul pode manter e ampliar seus indicadores de qualidade de vida e o movimento é a ferramenta para isso”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2024 0 Comentários 458 Visualizações
Variedades

Diretoria do Sindienergia-RS para gestão 2024-2027 toma posse

Por Jonathan da Silva 24/01/2024
Por Jonathan da Silva

Tomou posse oficialmente na terça-feira (23) a diretoria do Sindicato das Indústrias de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul (Sindienergia-RS) para o período de 2024-2027. A gestão será liderada pela presidente Daniela Cardeal e pelo vice-presidente Rafael Salomoni, que terão a missão de fortalecer ainda mais um setor em consolidação no Rio Grande do Sul.

A presidente Daniela Cardeal e o vice-presidente Rafael Salomoni

Entre os projetos da nova diretoria estão a elaboração de uma certificação e um selo, com o objetivo de aumentar a participação das empresas e indústrias de energias renováveis na matriz energética do Rio Grande do Sul, e mostrar quem são aquelas que já promovem esse aumento, ampliando as inovações e a sustentabilidade. A ideia é estender essa certificação aos municípios gaúchos que se destacam nesse sentido.

Com o objetivo de beneficiar o mercado gaúcho de energias renováveis, a nova diretoria também elenca áreas de atuação para os próximos anos. “Quando falamos em fortalecimento da indústria de energia renovável, pensamos em capacitação profissional, interlocução nacional, estudos de mercados para atração de novos investimentos, eventos que abranjam todas as fontes renováveis, enfim, ações que estimulam e demonstram a participação do Rio Grande do Sul na descarbonização global”, ressaltou a presidente Daniela Cardeal. A educação será um pilar importante até 2027, com o intuito de preparar profissionais para o mercado e conscientizar a sociedade sobre a relevância das  energias renováveis para o presente e o futuro.

A gestão afirma que também se manterá próxima aos governos municipais, estaduais e federal, e junto a entidades nacionais que representam o setor industrial brasileiro, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrando para o Brasil aquilo que o Rio Grande do Sul faz e trazer experiências de fora do Estado que possam ser positivas. Outra novidade é o Comitê de Mercados, que tem como principal função mostrar todo o potencial de investimento em mercados regulados, livres, de carbono e geração distribuída. “Olharemos de perto os entraves e os pontos positivos para incentivar e atrair novos investimentos para o Estado”, explicou a presidente.

Até 2030, entre investimentos já realizados, em contratos, ou que ainda serão feitos, são previstos cerca de R$ 26 bilhões para o Estado, através da geração de diversas fontes (que incluem bioenergias, hídricas, solar e eólicas) e transmissão. O período pós-2030 inclui ainda a possibilidade de negócios em hidrogênio verde (cerca de R$ 62 bilhões), eólicas onshore (R$ 120 bilhões), eólicas nearshore (R$ 70 bilhões) e eólicas offshore (potencial de mais de R$ 800 bilhões), entre outros.

Gestão anterior

Guilherme Sari, presidente que encerrou a gestão na terça feira e esteve à frente do Sindienergia-RS por seis anos, relembrou realizações dos últimos anos, como a ampliação da representatividade da entidade, que hoje conta com 80 associados, incluindo grandes players do setor, e abrange todas as fontes renováveis e o setor de transmissão do Estado. Outro papel foi inserir o Rio Grande do Sul no mapa nacional da energia renovável. “Precisamos trazer os investimentos e o Sindienergia, ao longo da última gestão, desempenhou a função de fazer o Estado reconhecido nacionalmente e desmistificar questões regionais”, afirmou Sari.

Sari ressaltou também o trabalho de internacionalização por meio da aproximação com Embaixadas e Consulados. Hoje, o estado é o terceiro em potência instalada em geração distribuída, e um crescimento que não envolveu apenas solar, eólica e hídricas, mas também as bioenergias, o hidrogênio verde. “Um dos marcos da minha gestão era atingir a autossuficiência e ela segue sendo válida, porque não faz sentido que um Estado como o nosso, com todo esse potencial de geração renovável, ainda importe 30% da energia. Nosso potencial é de ser exportador”, destacou Sari.

Fotos: Gustavo Mansur/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/01/2024 0 Comentários 687 Visualizações
Moda e beleza

Indígena apresenta corante à base de mandioca no Inspiramais

Por Jonathan da Silva 24/01/2024
Por Jonathan da Silva

O indígena, pesquisador e designer Sioduhi Piratapuya apresentou nesta terça-feira (23) no Inspiramais uma tecnologia chamada Maniocolor, um corante natural à base de raspas da casca da mandioca. A apresentação ocorreu já no primeiro dia da programação de palestras do Inspiramais, salão que lança mais de mil materiais para as indústrias de calçados, confecções, móveis e bijuterias nos dias 23 e 24 de janeiro.

O indígena do povo originário Piratapuya, do território do Alto Rio Negro, na Amazônia, afirmou que o projeto faz parte da sensibilização sobre o uso sustentável do potencial da floresta. Sioduhi Piratapuya citou ainda alguns dados alarmantes, como as mais de 90 milhões de toneladas de resíduos têxteis descartadas nos últimos anos e o fato de 17% a 20% da poluição das águas serem provenientes de tingimentos e tratamentos de tecidos. “Nascemos com o comprometimento de implementar soluções sustentáveis para a Amazônia e foi a partir daí que passamos a pesquisar os tingimentos naturais que respeitassem toda a nossa biodiversidade”, destacou o pesquisador.

Moda com propósito

De acordo com Piratapuya, a Amazônia tem um potencial de uso sustentável que pode mudar a realidade da moda mundial. “Voltei para a Amazônia há cerca de um ano para ajudar a mudar a realidade da floresta e do povo indígena”, afirmou. O corante de mandioca foi utilizado em duas coleções do Sioduhi Studio, empresa fundada pelo indígena. Em 2022, foi apresentada a coleção Manioqueen e no ano passado a coleção Amõ Numiã: Ontem, hoje e amanhã. A partir de 2024, segundo ele, a meta é expandir ainda mais o processo na floresta amazônica, com projetos voltados à comercialização do material e colaborações com marcas do segmento da moda.

Sioduhi encerrou a programação de sete palestras do dia 23. Na quarta (24), o salão continua com sua programação, com exposições sobre tecnologias sustentáveis que utilizam fungos no segmento têxtil e calçadista, sobre a pesquisa Periféricos, que embasará a coleção de materiais que será lançada no próximo Inspiramais, entre outras apresentações.

O salão

A 29ª edição do Inspiramais, salão que reúne mais de 150 expositores de insumos e materiais que devem receber a visitação de mais de 7 mil pessoas do Brasil e de parte do mundo no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre-RS, é uma promoção da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel). A realização é do programa Brazilian Materials e a parceria do Sebrae Nacional. Saiba mais no site www.inspiramais.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/01/2024 0 Comentários 471 Visualizações
Ensino

Astronomia e sustentabilidade da Terra é tema de disciplina na Universidade Feevale

Por Marina Klein Telles 18/01/2024
Por Marina Klein Telles

Uma disciplina lançada pela Universidade Feevale e que pode ser cursada por estudantes de qualquer curso, inclusive de fora da Instituição, aborda os princípios fundamentais da Astronomia, a sustentabilidade do planeta Terra e as contribuições da pesquisa espacial para as diversas tecnologias à disposição da humanidade. Nós e o Universo é uma disciplina optativa, com carga horária total de 80h, sendo 50h presenciais e 30h a distância.

A iniciativa é do professor César Eduardo Schmitt, mestre em Física e professor dos cursos de Engenharia e de Medicina da Feevale. Segundo ele, a preocupação com a sustentabilidade do planeta Terra deve ser comum a todos os seres humanos. “Nada melhor que conhecermos o nosso lugar no universo, a fim de tomarmos ciência de nossa fragilidade neste planeta, que é tão rico e com propriedades favoráveis à vida”, comenta.

Schmitt ressalta que a Astronomia é considerada a ‘mãe de todas as ciências’. “Da necessidade de conhecermos o que estava no céu e nossa relação para com ele, derivaram a filosofia, a matemática, a geografia e outras ciências”, afirma. O professor lembra que a disciplina pode ser cursada por pessoas da comunidade, principalmente professores dos ensinos Fundamental e Médio que queiram se aprimorar nos conceitos relativos à Astronomia. Para isso, é necessário se inscrever pelo site feevale.br/extravestibular e acessar o link “Aluno Especial”.

Sobre as aulas

Optativa e ofertada a estudantes de todos os cursos e à comunidade em geral, a disciplina Nós e o Universo será ministrada nas terças-feiras e quintas-feiras, das 18h às 19h15min. As aulas presenciais serão dialogadas e expositivas e, nas aulas a distância, serão utilizados recursos multimídia, como vídeos, áudios, textos científicos, simulações computacionais e práticas de observação do céu a olho nu.

Os alunos conhecerão, na disciplina, as relações entre os movimentos da Terra, da Lua e do Sol para a descrição de fenômenos astronômicos, como duração do dia e da noite, estações do ano, fases da lua, eclipses e marés, entre outros. Também poderão reconhecer os modelos atuais do universo, como evolução estelar, buracos negros, espaço curvo e big bang, bem como compreender os conceitos de velocidade e aceleração associados ao movimento dos planetas.

Confira o conteúdo

– História da astronomia desde a antiguidade
– Astronomia dos povos antigos e dos povos indígenas
– História dos meteoritos
– Astronomia x astrologia
– As primeiras medidas de distâncias dos planetas e do raio da Terra
– Influência dos astros nas nossas vidas (medidas de tempo, formação dos elementos químicos, radiação cósmica)
– Tipos de corpos celestes, evolução estelar
– Mecânica celeste: sistemas geocêntricos e heliocêntricos
– Gravitação universal
– Surgimento da vida – condições para um planeta dar suporte à vida (sustentabilidade da Terra)
– Exobiologia
– Pesquisa espacial e suas tecnologias em nosso cotidiano – lixo espacial
– Modelagem em escala do sistema solar
– Tópicos da relatividade especial e geral
– Observação do céu

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2024 0 Comentários 497 Visualizações
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