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Business

Suspensão de tarifas de importação da Coreia do Sul pode impulsionar as vendas de suínos brasileiros

Por Ester Ellwanger 01/06/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína poderão ser beneficiadas pelas cotas de importação com tarifa zero anunciadas esta semana pelo governo da Coreia do Sul, segundo avaliação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A Coreia do Sul, um dos principais destinos das carnes de aves brasileiras e um dos maiores importadores globais de carne suína, deverá liberar a partir de junho cota de 50 mil toneladas sem tarifa de importação.

A cota é aberta para os países que detém plantas habilitadas para exportar para o mercado sul-coreano, incluindo o Brasil. Atualmente, apenas unidades produtoras de Santa Catarina (que até pouco tempo era o único estado reconhecido como livre de aftosa sem vacinação) estão habilitadas a embarcar carne suína para o país asiático.

Espera-se que Paraná e Rio Grande do Sul também sejam reconhecidos pelos sul-coreanos, na esteira do reconhecimento destes estados como livres de aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH, sigla em inglês).

A medida anunciada faz parte de uma série de suspensões de tarifas publicadas pelo governo sul-coreano como medidas de “estabilização do custo de vida e do custo de alimentos” (tradução livre) e tem como objetivo reduzir impactos inflacionários.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, a medida poderá impactar positivamente os embarques de carne suína do Brasil para o país asiático.

“Dado o contexto internacional e a crescente presença brasileira na Coreia do Sul, especialmente após a ação de promoção de imagem realizada no ano passado pela ABPA, em conjunto com a ApexBrasil e a embaixada brasileira em Seul, é esperado que as exportações brasileiras sejam influenciadas por esta oportunidade aberta aos habilitados. A cota é uma oportunidade para gerar divisas importantes para o setor produtivo, que enfrenta grandes dificuldades neste momento”, analisa Santin.

Entre janeiro e abril, a Coreia do Sul importou 2,6 mil toneladas, volume 85,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As vendas para o mercado geraram receita de US$ 7,2 milhões nos quatro primeiros meses deste ano, 133% a mais que o realizado no mesmo período de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/06/2022 0 Comentários 524 Visualizações
Business

Após registro de PSA no Haiti ABPA reforça campanha

Por Ester Ellwanger 21/09/2021
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) colocou o setor em campanha total de prevenção à Peste Suína Africana (PSA) em território nacional, após a notificação das autoridades sanitárias do Haiti sobre a ocorrência da enfermidade em seu território.

Localizado na ilha de Hispaniola – segunda maior ilha das Grandes Antilhas – o Haiti divide o território insular com a República Dominicana, que recentemente informou a ocorrência da doença. Apesar da localização insular das duas nações (o que reduz o risco de contaminação por vias terrestres, à exemplo do que ocorre na Europa e Ásia), a ocorrência mantém em apreensão todas as nações das Américas.

No Brasil, setores públicos e privados se engajaram em diversas iniciativas focadas na prevenção. Via ABPA, uma intensa e extensa campanha multilíngue (em português, inglês, francês, crioulo e espanhol) está em curso nas redes sociais, na comunicação interna das empresas produtoras e fornecedoras da cadeia produtiva, e nas mais diversas vias, incluindo stakeholders e outras organizações.

Ao mesmo tempo, por meio do Grupo Especial de Prevenção à Peste Suína Africana (GEPESA) da ABPA, foram integrados esforços para reforço junto ao Governo Federal pela intensificação da defesa sanitária.

“O Ministério da Agricultura se adiantou à pauta e intensificou a inspeção nos principais portos de entrada do País, impedindo a entrada de produtos cárneos. Indo além, o MAPA estabeleceu uma legislação ainda mais restritiva à entrada destes produtos, assinou um convênio interpaíses de emergencialidade para a prevenção de PSA e instalou uma campanha nacional que ampliou a conscientização, em um esforço que contou com a ABPA, os auditores fiscais e outras entidades do setor”, avalia Sulivan Alves, Diretora Técnica da ABPA.

Ao mesmo tempo, avalia Sulivan, a América Latina também entrou em estado de atenção por meio do grupo #TodosContraLaPPA, com intercâmbio de informações e esforços de 21 associações de 18 países do continente latino-americano, em uma grande campanha continental.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, desde as primeiras ocorrências globais da enfermidade, na Ásia, a ABPA tem liderado junto às agroindústrias do setor a instituição de planos de prevenção de contingência para blindar o setor produtor e exportador de carne suína do Brasil.

“Embora os cuidados estejam intensificados sobre esta doença, nada mudou e seguimos nas mesmas condições de antes, livres da enfermidade. Nosso objetivo é preservar o rebanho e, indo além, o papel econômico e social do setor produtivo como gerador de empregos, divisas e segurança alimentar para o país. Não estamos poupando esforços para preservar o nosso status sanitário. E sempre é bom lembrar que a doença não tem impacto sobre a saúde humana”, defende. Vale lembrar que o Brasil é livre de PSA há quatro décadas – o último foco da enfermidade foi registrado no Brasil, no início da década de 80.

Foto: Divulgação| Fonte: Assessoria
21/09/2021 0 Comentários 452 Visualizações
Business

Exportações de carne suína batem recorde em 2019

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

As vendas de carne suína do Brasil alcançaram volume recorde em 2019, de acordo com números revelados hoje pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram embarcadas 750,3 mil toneladas ao longo dos 12 meses do ano passado. O saldo é 16,2% superior ao registrado em 2018, quando foram comercializadas 646 mil toneladas. Apenas em dezembro, foram exportadas 76 mil toneladas, volume 35,1% maior em relação ao mesmo período de 2018, com 56,2 mil toneladas. É o maior embarque mensal já registrado na história do setor.

Em receita, o saldo das vendas alcançou US$ 1,597 bilhão, número 31,9% maior que o resultado de 2018, com US$ 1,2 bilhão. Em dezembro, as vendas chegaram a US$ 183,6 milhões – maior saldo mensal já alcançado pelo setor. As vendas para a Ásia – região fortemente impactada por focos de Peste Suína Africana (PSA) – foram o grande impulso das exportações de 2019. A China, que assumiu o primeiro lugar nas importações já no primeiro mês do ano passado, importou 248,80 mil toneladas, volume 61% superior ao total embarcado em 2018.

Também impactado pela PSA, o Vietnã aumentou suas importações em 82,6%, com total de 13,54 mil toneladas em 2019. “A crise sanitária na Ásia reconfigurou o comércio internacional de proteína animal. A China, que foi a maior afetada, ampliou sua capacidade de importação de carne suína brasileira com a habilitação de novas plantas em novembro de 2019. Este é um dos fatores que devem favorecer o aumento das vendas brasileiras em 2020, já que os indicadores de instituições como o Rabobank demonstram que este quadro deve perdurar no mínimo ao longo do ano”, analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

“A crise sanitária na Ásia reconfigurou o comércio internacional de proteína animal.”

Na América do Sul, o Uruguai foi o principal destino, com 40,48 mil toneladas importadas, volume 12,8% maior em relação ao saldo de 2018. Também o Chile se destacou, com importação de 44,54 mil toneladas (+28,9%). No Leste Europeu, a Rússia importou 35,28 mil toneladas. “Crescemos nossas vendas não apenas na Ásia, mas em outras regiões importadoras, como a América do Sul. Nossos esforços estarão concentrados, agora, no fortalecimento destas parcerias e busca de novos mercados”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/01/2020 0 Comentários 418 Visualizações

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