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Variedades

Produtividade da soja no RS fica abaixo da média nacional

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

A produtividade da soja no Rio Grande do Sul tem ficado abaixo da média registrada em outros estados brasileiros nos últimos cinco anos, segundo análise apresentada nesta terça-feira (10) durante o 36º Fórum Nacional da Soja, realizado no Auditório Central da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque. A avaliação foi apresentada pelo fundador da Veeries e especialista em inteligência de mercado para o agronegócio, Marcos Rubin, durante debate que reuniu especialistas para discutir competitividade, cenário produtivo e perspectivas para as cadeias da soja e do milho.

O evento integrou a programação técnica da 26ª edição da Expodireto Cotrijal. Durante a palestra “2026: O Novo Ciclo da Soja e do Milho: entre safras recordes e mudanças na demanda”, Marcos Rubin apresentou dados e ferramentas voltadas à análise do mercado agrícola.

Cenário da produtividade

Na apresentação, Rubin exibiu dados sobre o desempenho da soja nos últimos anos e afirmou que a produtividade no Rio Grande do Sul tem ficado abaixo da média observada em outros estados brasileiros.

Segundo o especialista, fatores climáticos têm contribuído para esse cenário, além de limitações no investimento nas lavouras. “Além do clima tem sobrado menos dinheiro para investir em novas safras”, ressaltou o especialista.

Demanda por biodiesel

Durante a palestra, Rubin também destacou o potencial da produção de biocombustíveis como alternativa para ampliar a demanda por soja no país. “A nova China para o Brasil é a geração de biodiesel. No Brasil, existe um mercado interno considerável para comercialização de biodiesel. A gente tem uma oportunidade gigantesca. Então, se aplicarmos o biocombustível no futuro, ele vai ser o principal responsável pelo crescimento da demanda de soja no Brasil nos próximos anos”, concluiu o palestrante.

Perspectivas do cenário internacional

Rubin também apresentou gráficos comparativos sobre a evolução da produção de soja no cenário internacional. Segundo ele, o Brasil ampliou significativamente sua produção nos últimos dez anos em comparação com os Estados Unidos.

Sobre as perspectivas futuras, o especialista afirmou que há sinais mais positivos para o segundo semestre, mas destacou fatores de incerteza no cenário internacional. “Eu acho que existem fatores imponderáveis como as consequências da guerra Estados Unidos-Irã. Tem um fator que não é benéfico nessa questão da guerra, que é o fertilizante. A gente não sabe por quanto tempo, mas os preços já subiram”, constatou Rubin.

Infraestrutura e logística

Além da análise de mercado, o fórum também abordou desafios relacionados à infraestrutura e à logística do agronegócio brasileiro. A programação incluiu a palestra “Da adversidade à vantagem competitiva: o novo ciclo estratégico do Termasa”, apresentada pelo vice-presidente da Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) e dos terminais portuários Termasa-Tergrasa, Guillermo Dawson Jr.

Durante a apresentação, Dawson Jr. falou sobre o papel da infraestrutura portuária e da logística integrada na competitividade do setor. “O momento da soja é uma preocupação constante que vai desde o clima até questões comerciais, em um contexto mundial de guerras. Nos cabe dar as melhores condições de infraestrutura logística para que a soja possa ingressar nos mercados”, afirmou o especialista.

Terminais portuários

O dirigente também apresentou informações sobre a trajetória dos terminais Termasa-Tergrasa, localizados no Porto de Rio Grande. Segundo ele, o empreendimento surgiu no final dos anos 1960 a partir de uma iniciativa de cooperativistas que buscavam alternativas para o escoamento da produção de grãos.

O terminal tornou-se o primeiro terminal graneleiro do país em 1972. Atualmente, o Termasa passa por um processo de reconstrução após um acidente envolvendo um navio, com investimento estimado em R$ 600 milhões. As obras devem se estender até outubro de 2026.

Abertura do fórum

Na abertura do fórum, o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Paulo Pires, destacou a relevância do encontro, que chega à 36ª edição e ocorre pelo 26º ano consecutivo dentro da Expodireto Cotrijal. “Eu acho que a questão mais importante do Fórum da Soja é a interação. Nós temos basicamente representantes de cooperativas, de empresas, do sistema financeiro e é nesse contexto que temos uma seleção muito grande de debates no sentido convergente para solucionar os problemas”, ressaltou Pires.

O 36º Fórum Nacional da Soja é promovido pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), pela Cotrijal e pela Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL), com apoio do Sistema Ocergs/Sescoop-RS.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Variedades

Fórum Nacional da Soja debate logística e mercado na Expodireto Cotrijal

Por Jonathan da Silva 03/03/2026
Por Jonathan da Silva

O 36º Fórum Nacional da Soja será realizado no dia 10 de março, próxima terça-feira, às 9h, no Auditório Central da Expodireto Cotrijal, durante a 26ª edição da feira, em Não-Me-Toque. O encontro reunirá especialistas para discutir competitividade, cenário produtivo e perspectivas para soja e milho, com foco em infraestrutura portuária, safras e mudanças na demanda global.

A programação integra a agenda técnica da feira e é promovida pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Cotrijal e Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL), com apoio do Sistema Ocergs/Sescoop-RS.

Análise estratégica

O diretor executivo da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Sérgio Feltraco, afirmou que o evento contribui para a avaliação de cenários no setor. “O fórum traz uma vertente de informações estratégicas para análise das nossas cooperativas e para o relacionamento com os principais parceiros igualmente convidados para o evento. Nesse momento de turbulência da geopolítica e de possíveis implicações no mercado, é preciso maior atenção aos impactos no setor”, ressaltou Feltraco.

Palestras confirmadas

Entre as palestras previstas está “Da adversidade à vantagem competitiva: O Novo Ciclo Estratégico do Termasa”, apresentada pelo vice-presidente da Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) e dos terminais portuários Termasa-Tergrasa, Guillermo Dawson Jr., que atua na gestão de infraestrutura portuária e na coordenação de projetos estratégicos ligados à logística e ao escoamento da produção agrícola.

Também integra a programação a palestra “2026: O Novo Ciclo da Soja e do Milho — Entre safras recordes e mudanças na demanda”, ministrada pelo fundador da Veeries, Marcos Rubin, especialista em inteligência de mercado para o agronegócio, com mais de 20 anos de atuação em análise de commodities.

Serviço

  • O quê: 36º Fórum Nacional da Soja
  • Quando: 10 de março, terça-feira, às 9h
  • Onde: Auditório Central da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque
Foto: Arquivo pessoal/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Variedades

Principal demanda dos setores de trigo e soja é a recuperação do solo

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Perdas pontuais de safra, degradação do solo e bloqueios das rodovias são os principais impactos causados pelas fortes chuvas de maio às cadeias produtivas de trigo e soja do Rio Grande do Sul. Essa é a avaliação de entidades representativas dos dois setores apresentada durante reunião conjunta das câmaras setoriais, promovida na segunda-feira (27), de forma remota, pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

A colheita da soja já estava se aproximando da conclusão, quando ocorreram as enchentes, que provocaram perdas no fim da safra. “No total do Estado, a perda não vai parecer significativa. Mas estamos falando de vários produtores que perderam tudo, 100% da safra. Então, é preciso cuidado ao observar esses dados. Não dá para tratar de forma igual os diferentes”, pontuou o assistente técnico em culturas da Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS-Ascar), Alencar Rugeri.

Mesmo com a safra colhida e armazenada, outro problema trazido pelas enchentes preocupa o setor: o escoamento da produção, já que a malha rodoviária precisa ser recuperada em vários pontos do Estado. “O desafio atual será tirar o grão dos armazéns e fazê-lo chegar ao Porto do Rio Grande”, avaliou o coordenador da Câmara Setorial da Soja, Nereo Starlick.

Para o trigo, que está em período de semeadura, as chuvas trouxeram como consequência a degradação do solo cultivável. “Desde as chuvas de setembro e de novembro do ano passado que estamos com uma erosão absurda no sol. Já plantamos soja com dificuldade extrema. Agora, então, piorou. O produtor ainda terá que lidar com a recuperação da fertilidade do solo”, explicou o diretor e coordenador da Comissão do Trigo e Culturas de Inverno da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Hamilton Jardim.

As estimativas da produção de trigo para a próxima safra, por causa da escassez de sementes, já registravam uma queda, em comparação com a área cultivada no ano passado, que chegou a 1,5 milhão de hectares.

Entre os encaminhamentos das câmaras setoriais para as reuniões das Câmaras Nacionais do Trigo e da Soja estão: requisição de linhas de crédito específicas para reconstrução a produtores rurais que perderam tudo; linhas de crédito para recuperação de áreas degradadas; prorrogação da Resolução 5.123 do Conselho Monetário Nacional, que renegocia parcelas de operações de crédito rural de investimento, além da inclusão de outras culturas, como as de frutas, de arroz e de trigo; recuperação das rodovias federais no RS, para não haver problemas no escoamento da produção agrícola.

Participaram da reunião representantes dos seguintes órgãos e entidades: secretarias da Fazenda e de Desenvolvimento Econômico, Badesul, Banrisul, BRDE, Banco do Brasil, Companhia Nacional de Abastecimento, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Emater/RS-Ascar, Associação das Empresas Cerealistas do Estado do Rio Grande do Sul, Sindicato da Indústria do Trigo, Bolsa Brasileira de Mercadorias, Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul e Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 350 Visualizações
Business

Produção de grãos brasileira deverá chegar a 390 milhões de toneladas nos próximos dez anos

Por Marcel Vogt 21/07/2023
Por Marcel Vogt

A produção de grãos no Brasil deverá aumentar 24,1% nos próximos dez anos, chegando perto de 390 milhões de toneladas na safra 2032/2033, com acréscimo de 75,5 milhões de toneladas. Esse acréscimo corresponde a uma taxa de crescimento de 2,4% ao ano.  devem continuar alavancando o crescimento da produção de grãos.

A área de grãos deve expandir-se dos atuais 77,5 milhões de hectares (Conab – maio/2023) para 92,3 milhões de hectares em 2032/33. Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2022/23 a 2032/33, feito pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

As projeções do Agronegócio mostram um enorme potencial de crescimento do setor, que deverá ocorrer, principalmente, com base na produtividade, entretanto, de acordo com a pesquisa, será necessário ampliar os investimentos em pesquisa. A expansão de área deverá ocorrer devido ao padrão de crescimento da agricultura brasileira. De acordo com o estudo, a produtividade e as tecnologias operam juntas no sentido de crescimento sustentável.

A adição dos 14,7 milhões de hectares à área plantada de grãos poderá vir da conversão de áreas atualmente degradadas, particularmente, oriundas de pastagens extensivas, entre outras possibilidades, que evitem afetar a cobertura vegetal do país. De acordo com a análise da pesquisa, 78% da expansão da área plantada deverá ocorrer com o cultivo da soja.

A produção de soja em 2032/33 está projetada para 186,7 milhões de toneladas, acréscimo de 20,6% em relação à produção de 2022/23. A projeção de exportação de soja em grão está em 121,4 milhões de toneladas, com participação prevista de 60,6% nos embarques mundiais.

A área de milho segunda safra deve expandir-se sobre áreas liberadas pela soja, no sistema de plantio direto. Milho e soja deverão sofrer pressão devido ao uso crescente como culturas relevantes para produção de biocombustíveis, biodiesel e etanol de milho.

A produção total de milho está projetada para 160 milhões de toneladas para 2032/33, alta de 27% em relação à produção de 2022/23. As exportações e a demanda de milho para a produção de etanol serão duas importantes forças a estimular o cultivo. O milho adquire importância crescente como matéria prima e como alimento.

Brasil e Estados Unidos deverão liderar juntos as exportações mundiais de milho, estimadas em 69 milhões de toneladas por país. Corresponde a uma participação nas exportações de 30% para cada um dos países.

As projeções do algodão em pluma indicam produção de 3,6 milhões de toneladas em dez anos, expansão de 26,8%, dominado principalmente pela produtividade. Mato Grosso e Bahia respondem atualmente por 90% da produção nacional. Espera-se que o aumento da produtividade seja impulsionado por melhoramento genético, melhores práticas agronômicas, novas tecnologias e agricultura de precisão.

O Brasil deverá responder por 12,5% da produção mundial de algodão em 2030. Estados Unidos, Brasil e Índia deverão ser os principais exportadores ao final destas projeções. O consumo de algodão no Brasil deve apresentar estabilidade nos próximos anos, situando-se em 732 mil toneladas anuais.

Dados da OCDE/FAO mostram que, a partir dos anos 1990, o consumo per capita de fibra de algodão foi ultrapassado pelas fibras sintéticas, devido aos preços mais acessíveis.

Carnes

A produção de carnes (bovina, suína e frango deverá ter alta de 6,6 milhões de toneladas entre 2022/23 e 2032/33, representando 22,4% de aumento. Saindo dos atuais 29,6 milhões de toneladas para 36,2 milhões de toneladas de carnes.

As carnes de frango e suínas são as que devem apresentar maiores índices de crescimento nos próximos anos: frango, 28,1% e suína, 23,2%. A produção de carne bovina deve crescer 12,4%, embora o Brasil continue liderando o mercado internacional do produto, suprindo 28,5% do consumo mundial.

De acordo com o documento, deverá haver um esforço de crescimento em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento para o setor, haja vista a procura por proteína animal

Segundo o estudo, o mercado interno, as exportações e os ganhos de produtividade deverão ser os principais fatores de crescimento na próxima década. Em 2032/33, perto de 33% da produção de soja deve ser destinada ao mercado doméstico, o milho, 65%, e o café quase 43% da produção deve ser consumida internamente.

Como uma das conclusões do documento, o aumento da produção nacional deverá ser pressionada com o crescimento do mercado interno e das exportações brasileiras.

Cerca de 35,5% da produção de carne de frango será destinada ao mercado interno. A participação da carne suína será de 14,8% no mercado interno. Embora o Brasil seja um grande exportador para diversos produtos, o consumo interno será relevante.

O trabalho das Projeções tem por objetivo indicar direções do crescimento da agropecuária e fornecer informações aos formuladores de políticas públicas quanto às tendências de produtos do agronegócio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2023 0 Comentários 471 Visualizações
Business

Exportações do Estado atingem US$ 3,2 bilhões no 1º bimestre

Por Marina Klein Telles 24/03/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações do Rio Grande do Sul atingiram US$ 3,2 bilhões no primeiro bimestre de 2023, segundo maior valor da série histórica para o período desde 1997. A quantia coloca o Estado na quinta posição no ranking nacional das vendas ao exterior, responsável por 7,4% do total embarcado pelo país no período, que somou vendas externas de US$ 43,37 bilhões. 

O fumo não manufaturado, com embarques que somaram US$ 406,45 milhões alta de 23,2% na comparação com o mesmo período de 2022, liderou a lista de produtos mais vendidos do Rio Grande do Sul.

Os números das exportações gerais do Estado foram divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG). Os dados do material, elaborado pelos pesquisadores Ricardo Leães e Sérgio Leusin Júnior, usam como fonte o Sistema ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e apontam, pelo segundo ano seguido, para vendas externas acima do patamar de US$ 3 bilhões no período. No primeiro bimestre de 2022, o comércio do Estado com outros países somou US$ 3,23 bilhões.

Entre as maiores baixas na comparação com o primeiro bimestre do ano anterior estão os cereais (total de US$ 386,3 milhões; -18,7%), soja em grão (total de US$ 175,9 milhões; -25,5%), outras matérias plásticas em formas primárias (total de US$ 20 milhões; -59,2%) e polímeros de etileno, em formas primárias (total de US$ 70,9 milhões; -24,5%).

Por outro lado, além do fumo não manufaturado, entre os principais produtos que apresentaram crescimento estão a carne de frango (total de US$ 237,9 milhões; + 25,6%), celulose (total de US$ 199,7 milhões; +39,1%) e óleo de soja (total de US$ 133,8 milhões; +103,8%).

Entre os produtos de fora do agronegócio, destacaram-se os calçados, com vendas externas de US$ 97,3 milhões, e partes e acessórios de veículos automotivos, com um total exportado de US$ 88,7 milhões nos dois primeiros meses do ano.

Principais destinos

Em janeiro e fevereiro de 2023, o Rio Grande do Sul exportou para 161 destinos do mundo. Na liderança dos países importadores está a China, responsável por 16,3% do total das compras, seguida da União Europeia (13,9%), Estados Unidos (8,7%), Indonésia (5,7%) e Argentina (4,6%). 

Em comparação com o mesmo período do ano passado, as vendas para a União Europeia foram as que apresentaram a maior queda (menos US$ 139,5 milhões; -23,9%), seguida, em valores absolutos, por Marrocos (menos US$ 56,6 milhões; -98,3%) e Chile (menos US$ 35 milhões; -41%). 

Entre as maiores altas estão as exportações para a Indonésia (mais US$ 94,6 milhões; +107,7%), Vietnã (mais US$ 59,7 milhões; +71,1%), Irã (mais US$ 37,1 milhões; +394,8%) e China (mais US$ 30,9 milhões; +6,3%). 

A manutenção do país asiático como maior comprador dos produtos gaúchos foi sustentada pelo aumento nas importações do fumo não manufaturado, carne suína e carne de frango, a despeito das reduções das compras de soja em grão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/03/2023 0 Comentários 620 Visualizações

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