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Variedades

Câmara Setorial do Tabaco gaúcha tem encontro preparatório à COP 10

Por Marina Klein Telles 26/10/2023
Por Marina Klein Telles

Promovida pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, por meio do Departamento de Governança e Sistemas Produtivos, foi realizada, em formato híbrido, a Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, nesta quarta-feira, 25 de outubro, em Porto Alegre.

Romeu Schneider, presidente da Câmara, abriu o encontro e listou a série de agendas com ministérios e a recente participação em audiência pública realizada pela CONICQ para abordar as preocupações em torno a 10ª Conferência das Partes (COP 10), da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT), que acontece de 20 a 25 de novembro, no Panamá.

Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), apresentou os resultados da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CEPA/UFRGS), sobre o Perfil Socioeconômico do Produtor de Tabaco da Região Sul do Brasil. “Recebemos muitas críticas por parte dos antitabagistas, que afirmam que o produtor vive em situação de vulnerabilidade. Mas a realidade confronta essas afirmações. Segundo mostra a pesquisa, 80% dos produtores de tabaco enquadram-se nas classes A e B, enquanto a média geral brasileira não chega a 25%”, destacou. Os principais resultados da pesquisa estão disponíveis em: www.sinditabaco.com.br

Segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), dos 1.191 municípios da Região Sul do Brasil, 490 produziram tabaco na safra 2022/23. O total de famílias envolvidas chega a 125 mil, com renda bruta estimada em quase R$ 11 bilhões. “Comparativamente, o rendimento de um hectare de tabaco equivale a 6,37 hectares de soja e de 7,66 hectares de milho. Esse resultado é importante para pequenos produtores e explica porque muitos deles optam pelo tabaco, considerando o perfil da agricultura familiar e o fato de que muitos deles produzem em terrenos acidentados, que não são passíveis de mecanização ou de ampliação de área”, comentou Schneider.

A Abertura da Colheita do Tabaco faz parte dos eventos oficiais do Estado e a expectativa é de que seja realizado no Parque da Expoagro Afubra, no município de Rio Pardo, no dia 1º de dezembro, com a participação de autoridades. Ficou registrado pelo grupo o pedido para que o governador do Estado, Eduardo Leite, participe do momento, celebrando a abertura de mais uma safra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2023 0 Comentários 414 Visualizações
Variedades

SindiTabaco presente na 38ª Oktoberfest

Por Marina Klein Telles 25/10/2023
Por Marina Klein Telles

Quem passeou pelo Parque da 38ª Oktoberfest de Santa Cruz do Sul (RS), pode visitar o estande-estufa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) dentro da feira. O espaço esteve aberto ao público para visitação e no local os visitantes puderam conferir as principais ações do setor em ESG, além de registrar a lavoura de tabaco no jardim.

De acordo com o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, além de ser um momento de contato dos visitantes com o setor do tabaco, é também um período para confraternizar com os mais diversos segmentos da sociedade. De 05 a 22 de outubro, a entidade realizou diversos eventos no local, quando recebeu industriais, amigos da indústria, além de representantes da FIERGS, do judiciário, da segurança, de entidades ligadas ao agronegócio e de órgãos de imprensa  

Fotos: Junio Nunes/divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2023 0 Comentários 506 Visualizações
Variedades

Renda per capita mensal do produtor de tabaco é o dobro da média brasileira

Por Marina Klein Telles 20/10/2023
Por Marina Klein Telles

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por meio do Centro de Estudos e Pesquisas em Administração (CEPA/UFRGS) divulgou o relatório com os resultados da segunda edição da pesquisa Perfil socioeconômico do produtor de tabaco da Região Sul do Brasil. Assim como a primeira edição, realizada em 2016, o estudo foi encomendado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e conduzido no período entre 30 de junho a 20 de julho de 2023, em 37 municípios produtores de tabaco que compõem a Região Sul do Brasil.

Coordenada pelo Prof. Dr. Luiz Antonio Slongo, a pesquisa contou com o apoio do Prof. Dr. Rafael Laitano Lionello (ESPM/SP) e dos doutorandos Lucas Dorneles Britto (PPGA/UFRGS) e Nathalia Soares Brum de Mello (PPGA/UFRGS), além de técnicos da universidade. A coleta de dados foi feita com base em entrevistas pessoais, realizadas na residência dos produtores. A população considerada para esse estudo foi composta por produtores de tabaco da Região Sul e, para efeitos de amostra, considerou-se um total de 1.145 casos, com erro amostral máximo de 2,9%.

Acesse a pesquisa completa

Os resultados da pesquisa apontam para uma boa condição socioeconômica dos produtores de tabaco da Região Sul do Brasil. “Verifica-se um bom acesso a itens de conforto doméstico, bem como a itens relacionados às condições de higiene e saúde. Tais condições são facilitadas por um bom nível de renda familiar e per capita, as quais se mostram bem superiores às médias nacionais, bem como por um bom acesso à informação e à atualização. Constata-se ainda na pesquisa que os produtores apresentam um elevado grau de satisfação com a sua condição de agricultor e, em especial, por ser produtor de tabaco. Esta constatação é ratificada pela boa autoavaliação que eles fazem da sua condição de vida”, conclui Slongo.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, os resultados reafirmam a importância econômica e social do tabaco no meio rural. “Em muitos momentos temos ouvido que o produtor de tabaco vive em uma situação de vulnerabilidade, mas a pesquisa desmonta essa narrativa. Assim como aconteceu em 2016, os resultados não surpreendem quem conhece o setor do tabaco, mas eles vão impressionar quem ainda consome informações com fontes ideológicas”, afirma Schünke.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/10/2023 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Delegação do Zimbábue visita a região para conhecer as práticas do setor do tabaco

Por Marina Klein Telles 15/09/2023
Por Marina Klein Telles

Quase uma década depois de receber a visita de executivos da ECLT Foundation (Eradicating Child Labour in Tobacco Foundation), fundação para a eliminação do trabalho infantil na cultura do tabaco com sede na Suíça, em outubro de 2013, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), recebeu a visita de uma delegação do Zimbábue que viajou ao Brasil por intermédio da ECLT para acompanhar os avanços em ESG.

O encontro fez parte de uma série de visitas realizadas entre 11 e 15 de setembro a uma das maiores regiões produtoras de tabaco do mundo, o Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul. Participaram da agenda onze representantes das seguintes entidades: Tobacco Industry Marketing Board (TIMB), órgão regulador do tabaco no Zimbábue; Ministry of Public Service, Labour and Social Welfare (MOPSLSW), do governo federal; do Zimbabwe Tobacco Association (ZTA), representação dos produtores; e do Tobacco Leaf Exporters Association of Zimbabwe (TLEAZ), representação das indústrias; bem como do Tobacco Research Board.

Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, recebeu a delegação na segunda-feira, 11 de setembro, na sede da entidade. “O Brasil, além de ser há 30 anos o maior exportador de tabaco no mundo, é também uma referência na produção sustentável e modelo para outros países no que diz respeito ao Sistema de Integração e as ações que permeiam essa parceria no âmbito social, ambiental e econômico”, observou o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

O executivo da entidade listou exemplos, como ações voltadas à saúde e segurança dos produtores, de logística reversa de embalagens de agrotóxicos, de reflorestamento e diversificação, entre outros. A agenda contemplou ainda um momento especial para conhecer uma das maiores iniciativas do setor para o combate ao trabalho infantil: o Instituto Crescer Legal. “Em 2023, completamos 25 anos de combate ao trabalho infantil e temos muitos motivos a comemorar. O Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do setor que já tem apresentado grandes resultados e está fazendo a diferença para as futuras gerações”, comentou.

Além do SindiTabaco, a delegação visitou a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o Instituto Crescer Legal, empresas associadas ao SindiTabaco que possuem operações no Zimbábue, o laboratório de biodiversidade da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e a Fundação de Proteção Ambiental de Santa Cruz do Sul (Fupasc).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2023 0 Comentários 590 Visualizações
Variedades

Campo em Debate apresenta a defesa do setor do tabaco para a COP 10

Por Marina Klein Telles 01/09/2023
Por Marina Klein Telles

Com o tema O tabaco é agro: a expectativa para a COP 10, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), participou na quarta-feira, 30 de agosto, do programa Campo em Debate, na Casa RBS TV, na programação da 46ª Expointer, em Esteio (RS). O evento foi transmitido ao vivo pelo canal GZH, no Youtube e contou com a mediação da jornalista Gisele Loeblein.

Ela abriu o debate trazendo os números da produção de tabaco no Rio Grande do Sul, sendo seguida pela participação do presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcilio Drescher. “Chegamos a quase 600 mil pessoas que vivem, diretamente da cultura. Em média, a renda do tabaco corresponde a 51%, e é complementada com diversificação. A média da propriedade é de 10,5 hectares. Nessa pequena extensão de terras, os produtores rurais sustentam suas famílias e utilizam, em média, apenas 3,29 hectares para o tabaco. Pouca área com tabaco proporciona uma excelente renda aliada à diversificação. Na última safra, a renda bruta do produtor chegou a R$ 88 mil per capita por família, em média, e ainda tem a renda da diversificação”, ressaltou.

A diversificação é um dos temas que tem sido tratados pelos países que assinaram a Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT), da Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas como debater diversificação do produtor sem envolver os principais interessados? A falta de transparência e de inclusão do setor produtivo nos debates foi um dos pontos centrais do debate em torno da participação do Brasil, no mês de novembro, da 10ª Conferência das Partes (COP 10) da CQCT.

Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) falou sobre as preocupações do setor em torno do evento. Para o executivo, a ausência de representantes do setor produtivo nas discussões é um símbolo emblemático.  “É lamentável que nem mesmo a representação dos produtores possa participar. A falta de transparência e a completa falta de diálogo entre as partes tornam os eventos unilaterais e, portanto, totalmente ditatoriais”, comenta Schünke.

O presidente do SindiTabaco também ressaltou que os países tem autonomia para adotar as recomendações advindas da COP. “O Brasil, no entanto, tem se mostrado, ao longo desses últimos anos, protagonista na adoção dessas medidas, o que é um paradoxo considerando que somos o maior exportador mundial de tabaco há 30 anos e o segundo maior produtor, atrás somente da China”, destacou o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2023 0 Comentários 570 Visualizações
Variedades

Subcomissão da ALRS faz encaminhamentos para a defesa do setor do tabaco

Por Marina Klein Telles 30/08/2023
Por Marina Klein Telles

A 46ª Expointer, em Esteio, foi o local escolhido para a entrega oficial do Relatório Final da Subcomissão em Defesa do Setor do Tabaco e de Acompanhamento da COP 10, vinculada à Comissão de Agricultura, Pecuária, Pesca e Cooperativismo da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), na terça-feira, 29 de agosto.

Representantes da cadeia produtiva, autoridades e lideranças políticas e empresariais acompanharam a entrega do documento das mãos do presidente da subcomissão, deputado Marcus Vinicius, ao presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Pesca e Cooperativismo, deputado Luciano Silveira.

O documento é resultado de um trabalho de 90 dias quando foram coletadas informações sobre o setor em audiências públicas promovidas pela Subcomissão em seis municípios gaúchos – Santa Cruz do Sul, Camaquã, Venâncio Aires, Rio Pardo, Candelária e Arroio do Tigre. O relatório será agora submetido à aprovação da Comissão da Agricultura até o dia 12 de setembro.

Encaminhamentos propostos pelo documento

1 – Criação de um grupo de trabalho com representantes de agricultores, empresas, governos estaduais e municipais, visando à participação efetiva na formação da posição brasileira na COP-10;

2 – Garantia de que governos e organismos públicos e privados cumpram os termos da declaração interpretativa da Convenção-Quadro para não prejudicar o livro comércio e a cadeia produtiva;

3 – Recusa de adoção de posturas prejudiciais ou proibitivas aos produtores e ao comércio de produtos ilícitos de tabaco por parte dos organismos do governo;

4 – Evitar a implementação de novos impostos e tributos que aumentem a carga sobre a cadeia produtiva durante debates sobre reforma tributária;

5 – Implementação rigorosa de ações de fiscalização e combate ao contrabando, descaminho, pirataria e falsificação de produtos do setor do tabaco;

6 – Adoção regulamentada de novas tecnologias, como tabaco aquecido e cigarro eletrônico com nicotina de tabaco, para preservar a cadeia produtiva;

7 – Retirada de campanhas governamentais que façam alegações infundadas sobre crimes ambientais e ocupação inadequada de terras pela fumicultura;

8 – Reconhecimento da importância econômica e social do tabaco pelo parlamento estadual por meio da apresentação de um Projeto de Lei;

9 – Mobilização e participação de agentes estatais e parlamentares em atividades da COP 10 por meio de missões oficiais.

“Não vamos admitir que em pleno 2023 tenhamos deputados barrados na porta de um evento realizado com dinheiro público, como ocorreu em outros anos. E já fica nosso recado ao governo federal que aqui no Rio Grande do Sul não vamos aceitar restrições à produção de tabaco”, enfatizou o deputado Marcus Vinícius durante o evento.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, participou do evento e está otimista com a demonstração de apoio e defesa da continuidade da produção e exportação. Para Schünke, o documento será uma ferramenta importante na defesa da cadeia produtiva. “Esse é um momento muito positivo, porque é um momento democrático. Todos puderam se expressar, todos os elos da cadeia produtiva foram ouvidos, assim como todos os partidos políticos puderam se expressar. Essa caminhada foi um exemplo de democracia e é exatamente o contrário do que temos visto nas COPs, que considero a pior ditadura que existe, onde o nosso negócio é discutido e não podemos participar”, disse o executivo.

Tabaco é agro

Segundo o levantamento da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), a safra 2022/2023 superou 605 mil toneladas e a comercialização do produto rendeu quase R$ 11 bilhões aos 125 mil produtores da Região Sul do Brasil. Ainda de acordo com a Afubra, o faturamento médio de um hectare de tabaco se equivale a 6,19 de soja ou a 7,55 hectares de milho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2023 0 Comentários 465 Visualizações
Business

Tabaco integra debate do Mapa Econômico do RS

Por Marina Klein Telles 04/08/2023
Por Marina Klein Telles

Com o painel ‘Desafios e Oportunidades Econômicas para a Região Centro e Vales’, o Jornal do Comércio promoveu nesta quinta-feira, 3 de agosto, a segunda edição do evento ‘Mapa Econômico do RS’, no auditório da Associação de Entidades Empresariais de Santa Cruz do Sul (Assemp), em Santa Cruz do Sul (RS). Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) foi um dos debatedores convidados para o evento, junto a Flávio Haas, vice-presidente regional da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), e de Eneo Karkuchinski, CEO do Grupo Imec. A mediação foi feita por Guilherme Kolling, editor-chefe do JC.

O presidente do SindiTabaco abriu o painel falando da importância econômica do tabaco para a região. “Em Santa Cruz do Sul, 70% da arrecadação vem do setor do tabaco. Mas ele é também importante para a região e para o Rio Grande do Sul, maior produtor e exportador do Brasil. Cerca de 90% do tabaco produzido na Região Sul do Brasil é processado em Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, saindo daqui para os portos”, comentou.

Flávio Haas, reforçou a defesa da cadeia produtiva e fez um chamamento às lideranças. “Sabemos da importância do tabaco para o produtor, sabemos da competência de quem dirige esse setor. Desejamos que a indústria do tabaco se perenize aqui, mas é preciso investir também na diversificação da nossa economia. Precisamos buscar sinergia com outros setores do agronegócio, junto à indústria da transformação”, avalia.

Indicadores de Tabaco

– Quase 50% do tabaco produzido no RS está nas regiões dos Vales e Centro;

– Dos 192 municípios produtores de tabaco no Rio Grande do Sul, 42 estão na Região dos Vales e muitos deles se destacam no ranking de maiores produtores;

– 150 mil toneladas produzidas, em média, nos últimos anos na região dos Vales, o que representa a metade do total produzido no RS e 25% de toda a Região Sul do Brasil;

– 33 mil produtores de tabaco nos Vales, quase 145 mil pessoas envolvidas; 65 mil no Rio Grande do Sul e um total de 290 mil pessoas envolvidas;

– R$ 2,5 bilhões de receita aos produtores dos Vales; R$ 5 bilhões no RS;

– 25 mil empregos gerados pela indústria no Estado;

– Divisas de 2 bilhões de dólares, em média, nos últimos anos, sendo que 80%, em média, é exportado pelo Porto de Rio Grande.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2023 0 Comentários 520 Visualizações
Business

Ministro do Desenvolvimento Agrário recebe representantes do setor do tabaco

Por Marcel Vogt 14/07/2023
Por Marcel Vogt

Comitiva formada por representantes da cadeia produtiva do tabaco se reuniram nesta quinta-feira, 13 de julho, com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, em Brasília, para abordar as preocupações do setor acerca da 10ª Conferência das Partes (COP 10) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT). O grupo foi formado pelo presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke; o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner; o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Giuseppe Lobo; e o diretor executivo do Sindicato da Indústria do Tabaco no Estado da Bahia (Sinditabaco–BA), Marcos Souza. 

 

O grupo destacou a relevância econômica e social da produção e exportação do tabaco para o Brasil e endereçou a preocupação com a posição brasileira que será levada ao Panamá, especialmente no que tange a uma possível interferência no cultivo do produto. O ministro, por sua vez, deixou muito claro ao grupo de que é favorável à regulação atual ao setor, mas contrário à substituição da cultura. Segundo Teixeira, o produtor deve ter assegurado o direito ao plantio do tabaco, especialmente diante dos bons resultados econômicos para o País. Ele ainda fez uma recomendação para que o setor invista mais na produção com bioinsumos. 

 

Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, aproveitou a visita para informar sobre as pesquisas que demonstram que a cultura do tabaco está entre as que menos demandam agrotóxicos. “As empresas têm investido no controle biológico de pragas e buscado as melhores soluções quando o assunto é saúde e segurança do produtor”, comentou. Ele também reforçou o entendimento acerca da regulação brasileira. “Entendemos as questões de saúde que envolvem o nosso produto, mas enquanto houver demanda precisamos preservar o emprego e a renda gerada pela cadeia produtiva”, disse Schünke.  

 

Por que tabaco?

 

Além da garantia de venda do produto, a renda é fato determinante. Na última safra, a receita auferida pelos mais de 128 mil produtores de tabaco no Sul do Brasil ultrapassou R$ 9,5 bilhões. O último Censo Agropecuário, realizado em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 3,9 milhões de propriedades rurais do Brasil foram caracterizadas como pertencentes à agricultura familiar no período e a produção nesses estabelecimentos gerou receita total de R$ 107 bilhões, uma média de R$ 27,4 mil por propriedade. Para efeitos de comparação, na safra 2016/17, somente com o cultivo do tabaco, o produtor recebeu, em média, R$ 40,5 mil, montante 32% acima da média brasileira. Há de se considerar ainda que, por ser diversificado, o produtor de tabaco aufere outras receitas, mas o tabaco se destaca nos rendimentos da pequena propriedade: apesar de ter ocupado apenas 17% da área da propriedade no período, o tabaco representou, em média, 52% da receita do produtor, segundo a Afubra.  

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2023 0 Comentários 459 Visualizações
Variedades

SindiTabaco chega aos 76 anos com foco no ESG

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

No dia 24 de junho, a entidade que reúne as empresas de tabaco completa 76 anos de atuação pela sustentabilidade de todos os elos da cadeia produtiva. Criada em 1947, com o nome de Sindicato da Indústria do Fumo, a representação surgiu a partir da necessidade de organização das indústrias do setor junto aos trabalhadores e aos órgãos governamentais. Desde então, a sua área de abrangência aumentou para as diversas regiões do Brasil e houve algumas alterações na denominação, que desde 2010 é Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

Com papel importante nas ações pela manutenção da produção e das operações industriais, o sindicato busca se antecipar às necessidades de inovação. Há várias décadas, o setor vem implementando ações que estão alinhadas à ESG (Environmental, Social and Governance), uma das siglas mais comentadas no mundo corporativo na atualidade. Mesmo antes de se falar em ESG, o setor do tabaco já conduzia atividades visando o ambiental, o social e a governança dentro dos propósitos de produção sustentável.

Diversas iniciativas foram tomadas de forma a atender as exigências governamentais e de clientes. “O próprio Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), criado em 1918, já era um prenúncio da capacidade de organização do setor no Brasil e o SindiTabaco baseou muitas de suas práticas nessa integração. O incentivo à produção florestal energética, que ocorre desde 1978 e mantém o setor autossuficiente em lenha para as estufas, é um exemplo. Há ainda o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos realizado há 23 anos e criado antes de haver lei sobre logística reversa”, comenta o presidente da entidade, Iro Schünke.

A entidade atua ainda em diferentes frentes sociais. “Combatemos o trabalho infantil desde a década de 1990, incentivamos à diversificação das propriedades e a conscientização sobre a saúde e segurança do produtor são práticas constantes. São ações que resultam no fortalecimento da cadeia produtiva e consequente estabilidade do Brasil no topo do ranking mundial de exportações há três décadas”, celebra o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 478 Visualizações
Variedades

Tabaco é tema de audiência pública em Brasília

Por Marina Klein Telles 16/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT) foi o primeiro tratado internacional de saúde pública da história da Organização Mundial da Saúde (OMS). Representada por 192 países membros da Assembleia Mundial da Saúde, o tratado agregou o maior número de adesões na história da Organização das Nações Unidas. No mês de novembro, o Brasil participará da 10ª Conferência das Partes (COP 10), da CQCT, que este ano será realizada no Panamá. Com o objetivo de esclarecer e debater previamente o posicionamento do país nesse encontro mundial, o deputado federal Alceu Moreira requereu audiência pública realizada na última quinta-feira, 15 de junho, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

“Hoje dizemos em alto em bom som: fazemos parte do agro, produzimos algo lícito, não cometemos crime, os produtores não tem responsabilidade pela quantidade de fumantes no Brasil. Hoje, queremos ouvir, mas principalmente dizer ao Brasil que não temos nenhuma paixão pelo ato de fumar, como não temos aos que bebem em demasiado. Mas temos orgulho em fazer o debate construtivo no sentido de proteger uma produção lícita e não vamos aceitar sermos recriminados por sermos produtores de tabaco”, disse o parlamentar ao abrir os trabalhos.

Estiveram presentes representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O Ministério da Saúde não se fez presente na audiência, mas enviou nota, que foi lida por Moreira. Segundo a nota, a pasta declinou o convite porque ainda não há, por parte da OMS, liberação de agenda da COP 10, o que deve ocorrer no mês de agosto, tornando a participação no debate “desnecessária”.

Matheus Machado de Carvalho, chefe da divisão de saúde global do MRE, fez um breve histórico da ratificação da CQCT e a participação do Itamaraty nesse processo. Comentou que ainda não existe um processo de definição da delegação brasileira em relação a esses temas e que esse assunto deverá ser tratado pela Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CONICQ), comissão multidisciplinar criada para este fim. O representante do Itamaraty, comentou que em tese os trabalhos foram somente interrompidos no último governo e que há um processo interno de reestruturação da CONICQ, com base na nova estrutura governamental. “Fomos consultados e a princípio teremos um representante. Quem está coordenando esse processo de consultas entre os ministérios é o Ministério da Saúde e é provável que a estrutura seja muito parecida com a anterior”, disse.

Clecivaldo Sousa Ribeiro, coordenador-geral de produção vegetal do MAPA, falou aos presentes sobre a relevante participação do tabaco para o agro brasileira, em especial na geração de renda e emprego. “Os produtores seguem regras extremamente rigorosas para a produção de tabaco no Brasil, todas em conformidade com a legislação. A lavoura do tabaco no Brasil é uma lavoura sustentável, que tem se preocupado em não utilizar mais terra, mas aumentar a sua produtividade por meio de novas tecnologias e que tem sido acompanhada de perto pela área de produção vegetal”, relatou.

Marcos Vinicius, coordenador de Agregação de Valor do MAPA, falou sobre o processo de certificação da produção de tabaco no Brasil e as garantias sociais e ambientais que o selo do MAPA concede. “Fomos procurados, de forma voluntária, para certificar o produto e podemos afirmar que o tabaco brasileiro é sustentável: não utiliza trabalho escravo, não agride o meio-ambiente e conta com a certificação das diferentes etapas”, falou.

Manoel Mendonça, coordenador de Fomento à Assistência Técnica e Extensão Rural do MDA, falou sobre o papel do MDA na implementação da Convenção-Quadro. “O papel do MDA é oferecer alternativas mais sustentáveis aos produtores de tabaco e que tem sido implementada em alguns municípios como a fruticultura, a criação de pequenos animais. Nosso objetivo é o de salvaguardar os produtores das incertezas do mercado e de uma futura redução da demanda. Não perdemos de vista a importância econômica e social do tabaco e sabemos que é um processo, que não pode ocorrer de forma abrupta”, falou.

Participaram do evento representantes da cadeia produtiva, como o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner; o executivo da Abifumo, Giuseppe Lobo; e representante da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) e da Fentifumo.

Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), abriu seu comentário enfatizando a falta de transparência nos debates conduzidos no âmbito da CQCT. “Não conheço ditadura pior que a da Convenção-Quadro, onde os maiores interessados não podem participar das discussões. As inverdades que normalmente ouvimos, e são muitas, especialmente da área da saúde, precisam ser rebatidas com fatos. É o caso da campanha lamentável que vimos no dia 31 de maio, com uma criança sentada em frente a um prato de cinzas de tabaco. É uma agressão à criança e uma agressão ao setor do tabaco, que é um produto lícito, que gera renda e empregos para milhares de cidadãos brasileiros e que é protagonista em produção sustentável, o chamado ESG. A minha intervenção é no sentido de atentarmos a como o Brasil se posicionará na próxima COP e alertar para consequências de um posicionamento malconduzido na próxima COP”, disse Schünke.

Além de representantes do executivo federal e de entidades ligadas ao setor, diversos políticos participaram da audiência, caso do deputado federal gaúcho, Marcelo Moraes. “No passado, a intenção da CQCT era reduzir o número de fumantes, mas no decorrer da caminhada, e o Brasil foi um ator importante nessa condução, começaram a atacar a produção: tentaram limitar a área de produção, extinguir as linhas de crédito aos produtores. Fica o encaminhamento para que, desde agora, busquemos os ministérios que possam contribuir com a posição brasileira na próxima COP, porque estamos falando da maior exportação do Rio Grande do Sul e a oitava do Brasil”, destacou o deputado federal, Marcelo Moraes.

Ao final da audiência, o grupo definiu a construção de um documento base que será compartilhado nesses encontros estratégicos junto aos ministérios e comissões de interesse. “Nosso trabalho será o de construir, com articulação e com absoluto respeito à opinião divergente, os espaços a que o tabaco tem direito a ter no agro brasileiro, como uma produção absolutamente lícita e que não merece a recomendação ou reprimenda de ninguém”, concluiu Moreira ao encerrar a audiência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2023 0 Comentários 447 Visualizações
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