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Projetos especiais

Setor do tabaco e Embrapa assinam cooperação-técnica

Por Jonathan da Silva 26/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) assinaram, nesta terça-feira (25), o Projeto Solo Protegido, durante a programação da Expoagro Afubra, em Rio Pardo. A iniciativa, com duração de 60 meses, tem o objetivo de diagnosticar e monitorar a qualidade do solo em unidades produtoras de tabaco na região Sul do Brasil, além de propor intervenções com base em Boas Práticas Agrícolas (BPAs).

O projeto prevê a análise de 33 propriedades distribuídas em 11 microrregiões produtoras de tabaco. Pesquisadores da Embrapa vão coletar amostras para avaliar a qualidade física, química e biológica do solo, além de medir os estoques de carbono presentes nas áreas analisadas. O trabalho será desenvolvido em quatro etapas: diagnóstico da qualidade do solo, recomendação dos planos de intervenção, aplicação das práticas sugeridas e monitoramento dos resultados.

O pesquisador da Embrapa e coordenador do projeto, Adilson Bamberg, explicou que a conservação do solo é um desafio na produção de tabaco devido à inclinação dos terrenos, à incidência de chuvas intensas e a eventos climáticos extremos. “São fatores que podem afetar a qualidade do solo e, consequentemente, a qualidade do tabaco brasileiro, impactando diretamente quem produz”, comentou Bamberg.

O coordenador destacou também que o setor já adota práticas conservacionistas, mas que ainda há possibilidade de avanços. “Temos uma técnica consolidada que retém água e sedimentos, que são os camalhões. Mas temos oportunidades de melhorias e espaço para avançar em questões de erosão, de mix de cobertura, do carbono que precisa ser retirado da atmosfera e ser fixado no solo”, acrescentou Bamberg.

Parceria e impactos para o setor

A chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Rosane Martinazzo, ressaltou que o projeto começou a ser discutido há dois anos e que sua implementação ocorre em um momento oportuno, diante dos impactos de eventos climáticos no Rio Grande do Sul em 2024. “Desejamos a todos um excelente trabalho e quiçá em cinco anos estaremos aqui apresentando os resultados deste trabalho construído a muitas mãos”, avaliou Rosane.

O chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Junior, destacou a relevância da parceria público-privada no desenvolvimento de soluções para o setor agrícola. “Temos nos aproximado cada vez mais do setor produtivo, dos agricultores, das associações, para construir um país do nosso tamanho. De importadores, hoje somos uma referência mundial em alimentos, com 320 milhões de toneladas de grãos, e isso é reflexo do empreendedorismo dos agricultores, da ciência e da tecnologia, e de boas políticas públicas”, afirmou Stumpf Junior.

Importância econômica da produção de tabaco

A produção de tabaco no Sul do Brasil representa 95,4% do total nacional, envolvendo mais de 133 mil famílias de produtores na safra 2023/2024 e gerando um valor bruto estimado em R$ 11 bilhões.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, enfatizou a expectativa positiva para os próximos anos. “Tenho convicção que os resultados que vamos colher nesses próximos cinco anos vão auxiliar para a manutenção da liderança do Brasil no mercado mundial de tabaco, gerando desenvolvimento, renda e divisas para nossas regiões produtoras e para o país”, ressaltou Thesing.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2025 0 Comentários 323 Visualizações
Projetos especiais

SindiTabaco e Embrapa lançam Projeto Solo Protegido na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 24/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e a Embrapa Clima Temperado lançam nesta terça-feira, 25 de março, durante a Expoagro Afubra, o Projeto Solo Protegido. A iniciativa, que terá duração de 60 meses, tem entre seus objetivos a avaliação dos estoques de carbono em unidades produtoras de tabaco no sul do Brasil. A assinatura do termo de cooperação ocorrerá no auditório 2, às 13h30min, com a presença de autoridades e representantes do setor.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou que o projeto permitirá um diagnóstico das propriedades e a promoção da qualidade do solo. “Os produtores de tabaco, em sua grande maioria, já adotam práticas conservacionistas. Mas teremos pela frente cinco anos de aprendizados conjuntos e que certamente trarão bons resultados no futuro”, afirmou Thesing.

Especialistas da Embrapa realizarão coletas de amostras para avaliar a qualidade física, química e biológica do solo em 33 propriedades de 11 microrregiões produtoras de tabaco. A iniciativa será desenvolvida em quatro etapas: diagnóstico da qualidade do solo, recomendação dos planos de intervenção, intervenção e monitoramento.

Capacitação e banco de dados

O coordenador do projeto, Adilson Bamberg, ressaltou a importância da iniciativa para o setor. “Nada na área de solo se constrói de um dia para o outro. É um imenso desafio, mas encaramos com bons olhos. Trata-se de um setor que já vem atuando no sentido de melhorar e que merece a atenção da Embrapa”, salientou Bamberg.

O projeto prevê capacitações para produtores e orientadores, com demonstrações em propriedades de referência durante dias de campo. Também será criado um banco de dados sobre atributos químicos, físicos e biológicos do solo, a partir das informações coletadas pelas empresas associadas, para auxiliar na tomada de decisões sobre correções do solo.

Foto: Inor Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/03/2025 0 Comentários 412 Visualizações
Projetos especiais

SindiTabaco lança campanha sobre sementes certificadas para produtores de tabaco

Por Jonathan da Silva 20/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas iniciaram uma campanha para conscientizar os produtores sobre a importância do uso de sementes certificadas. A iniciativa, que conta com o apoio de entidades representativas do setor, será realizada nos próximos meses nas principais regiões produtoras de tabaco.

Como parte da campanha, serão distribuídos materiais em diferentes formatos, incluindo cards, folders, vídeos e spots de rádio. A assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, explicou que o primeiro material a ser divulgado será um card enviado por WhatsApp. “É uma ferramenta muito utilizada no campo e tem um alcance muito bom e rápido. Também teremos um folder e um vídeo com mais informações sobre o que são sementes piratas e quais os prejuízos que esses produtos representam para a produção de tabaco”, afirmou Fernanda.

Riscos das sementes não certificadas

A assessora técnica da entidade destacou que o Brasil possui uma reputação consolidada no mercado de tabaco e que o controle sanitário é fundamental para evitar a introdução de doenças. “Por não serem fiscalizadas e não passarem por rigoroso controle de qualidade e sanidade, as sementes piratas trazem o risco de disseminação de pragas e doenças para as regiões produtoras de tabaco”, salientou Fernanda. Além disso, ela alertou que o uso dessas sementes pode resultar em penalidades para produtores e comerciantes, já que a venda de sementes sem certificação é uma infração prevista na legislação.

A assessora também ressaltou que as sementes não certificadas impactam a produtividade e podem comprometer a qualidade da safra. “Em casos de problemas de germinação, o produtor não terá garantias ou suporte técnico”, acrescentou Fernanda.

Impacto no setor

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que a proliferação de sementes não certificadas pode prejudicar a reputação do tabaco brasileiro no mercado internacional. “Somos líderes mundiais na exportação de tabaco em folha há mais de 30 anos. Para oferecer uma semente qualificada, que cumpra todas as exigências legais e sanitárias, são necessários vários anos de investimento em pesquisa e inovação”, explicou o dirigente, que ainda recomendou que os produtores consultem o orientador agrícola em caso de dúvidas.

Identificação das sementes certificadas

De acordo com o SindiTabaco, as sementes certificadas possuem informações obrigatórias no rótulo da embalagem, como o número de registro Renasem/Mapa. Além disso, as sementes peletizadas são uniformes, de mesmo tamanho e cor, e não apresentam sinais de mofo ou contaminação.

Reforço na fiscalização

A campanha também busca fortalecer a fiscalização contra a comercialização de sementes piratas. No Paraná, denúncias podem ser feitas à Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) pelo site adapar.pr.gov.br/Pagina/Fale-com-o-Ouvidor. Em Santa Catarina, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) recebe denúncias pelo telefone 0800 644 6510. No Rio Grande do Sul, as denúncias podem ser enviadas para o e-mail sementesemudas@agricultura.rs.gov.br.

O sindicato

Fundado em 1947 e sediado em Santa Cruz do Sul, o SindiTabaco representa a indústria do setor em todo o território nacional, exceto nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Com 14 empresas associadas, a entidade atua principalmente na região sul do Brasil, onde se concentra 94% da produção nacional de tabaco.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2025 0 Comentários 341 Visualizações
Projetos especiais

Produtores de tabaco de SC podem devolver embalagens de agrotóxicos em programa

Por Jonathan da Silva 26/02/2025
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco das regiões do litoral e do centro norte de Santa Catarina podem realizar a devolução de embalagens vazias de agrotóxicos durante o mês de março. O Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, conduzido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), percorrerá 41 municípios litorâneos até o dia 12 de março. Entre os dias 17 de março e 8 de abril, serão atendidos 14 municípios da região centro norte do estado.

De acordo com a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana, os produtores que participam da iniciativa recebem comprovantes válidos para os órgãos de fiscalização ambiental, em conformidade com o Decreto 4.074/2002, que regulamenta a devolução de embalagens de agrotóxicos aos estabelecimentos de origem. “Orientamos os produtores para que façam a tríplice lavagem dos recipientes, que estejam perfurados e com as tampas removidas para devolução, com o objetivo de garantir a possibilidade de reciclagem e transformação em outros insumos plásticos”, afirmou Fernanda.

Após a coleta, as embalagens são encaminhadas para centrais credenciadas, onde são separadas e enviadas a unidades recicladoras. Segundo o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inPEV), 93% do material coletado no Brasil é reciclado. A região Sul é responsável por 84% das mais de 4 mil operações itinerantes de recebimento realizadas anualmente no país.

História do programa e impacto ambiental

Criado no ano 2000 pelo SindiTabaco e suas empresas associadas, em parceria com a Afubra, o programa antecedeu a legislação sobre logística reversa, estabelecida pelo Decreto 4.074/2002 e pelo Sistema Campo Limpo. Atualmente, percorre 1,8 mil pontos de coleta em 385 municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. No Paraná, iniciativas semelhantes contam com o apoio de empresas do setor.

Com um índice de reciclagem de 93%, o Brasil lidera mundialmente a destinação ambientalmente correta de embalagens plásticas de defensivos agrícolas. O país supera outros locais que possuem programas semelhantes, como França (77%), Canadá (73%) e Estados Unidos (33%). O alto índice é possível devido às práticas adotadas pelos produtores, como a tríplice lavagem e perfuração dos recipientes, exigidas pelas centrais do inPEV.

Os produtores de tabaco, que costumam diversificar sua produção com outras culturas, podem utilizar o programa para a devolução de embalagens utilizadas em qualquer cultivo. Estudos indicam que o tabaco está entre as culturas que menos demandam o uso de agrotóxicos.

O SindiTabaco

Fundado em 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, principal polo de produção e beneficiamento de tabaco do mundo. A entidade, que inicialmente era o Sindicato da Indústria do Fumo, ampliou sua atuação ao longo dos anos e, desde 2010, passou a abranger todo o território nacional, exceto Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Com 14 empresas associadas, o SindiTabaco concentra suas atividades na Região Sul, onde 94% do tabaco brasileiro é produzido, envolvendo cerca de 626 mil pessoas no meio rural em 509 municípios. Mais detalhes podem ser acessados em sinditabaco.com.br.

Foto: SindiTabaco/Banco de Imagens/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2025 0 Comentários 354 Visualizações
Variedades

Seminário discute trabalho decente na produção de tabaco no Paraná

Por Jonathan da Silva 06/02/2025
Por Jonathan da Silva

O município de Irati, no Paraná, sediou, nesta quarta-feira (5), o Seminário sobre Trabalho Decente na Produção de Tabaco. O evento, promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), reuniu 450 pessoas, incluindo produtores, orientadores das empresas integradoras, sindicatos e representantes da cadeia produtiva e de órgãos de fiscalização. O objetivo foi orientar sobre boas práticas no setor e reforçar a necessidade de conformidade com a legislação trabalhista.

No evento, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou a relevância do seminário para buscar soluções e prevenir irregularidades. “Somos uma importante cadeia produtiva para o Sul do país e por isso atuamos firmemente na questão do trabalho decente na produção”, afirmou Thesing. O dirigente também ressaltou a crescente demanda internacional por produtos sustentáveis e a necessidade de o setor se adequar a regras e padrões globais. Segundo Thesing, o MTE não atua apenas na fiscalização, mas também na orientação para evitar problemas.

A superintendente regional do MTE no Paraná, Regina Perpetua Cruz, propôs a criação de um selo de trabalho sustentável para o tabaco brasileiro. “Lá fora, querem saber se aqui não tem trabalho escravo. Por isso, a importância do diálogo para estarmos juntos pela conscientização”, ponderou Regina.

O auditor fiscal e coordenador do Projeto Rural no Paraná, Eduardo Reiner, ressaltou que a atuação dos órgãos públicos também deve incluir atividades para afastar jovens do trabalho infantil. “A melhor coisa que pode existir para o auditor é ir fiscalizar e não encontrar nada”, comentou Reiner.

Programa Trabalho Sustentável

Durante o evento, o chefe da Divisão de Assuntos Internacionais da Inspeção do Trabalho, auditor fiscal Guilherme Schuck Candemil, apresentou o Programa Trabalho Sustentável, que busca promover o trabalho decente em cadeias produtivas por meio do diálogo social. “Temos momentos prévios à fiscalização, especialmente em períodos de entressafra, com possibilidades de treinamentos e capacitações para produtores, trabalhadores e técnicos agrícolas”, explicou Candemil.

O chefe da Seção de Planejamento e Avaliação da Superintendência Regional do MTE no Rio Grande do Sul, Rudy Allan Silva da Silva, apontou a necessidade de ações preventivas para evitar sanções. Segundo ele, cerca de 3 milhões de brasileiros estão afastados da Previdência Social por invalidez relacionada ao trabalho. Silva destacou as reuniões técnicas do setor do tabaco com o MTE para evitar que problemas comprometam a cadeia produtiva.

União de entidades na prevenção

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, afirmou que a entidade busca garantir segurança e equilíbrio econômico aos produtores. “Os produtores devem acatar as sugestões, não apenas para o cumprimento da legislação, mas para que nossa produção seja sustentável”, pontuou Drescher.

O assessor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Paraná (FAEP), Bruno Vizioli, reforçou que os sindicatos podem oferecer apoio aos produtores. Já o assessor jurídico da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep), Adilson Korchak, chamou a atenção para a necessidade de adequação na contratação de mão de obra na agricultura familiar, considerando o limite de 120 dias para evitar o enquadramento no regime previdenciário.

O prefeito de Irati, Emiliano Gomes (PSD), destacou a importância da agricultura para a economia local, representando 59% do PIB municipal, com o tabaco responsável por 17%. Segundo o chefe do executivo local, todas as partes envolvidas estão empenhadas na busca por um trabalho sustentável no setor.

Materiais educativos e orientações aos produtores

O coordenador trabalhista da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Hugueney do Amaral Mello, avaliou o seminário como um espaço para esclarecimento de dúvidas e prevenção de autuações. “Se pode entender melhor os problemas, buscar soluções e estreitar os laços para ter melhores condições de trabalho para todos”, destacou Mello.

Durante o evento, foram distribuídas cartilhas elaboradas pelo MTE e por entidades parceiras. Os materiais serão entregues a produtores de tabaco em todo o estado do Paraná por técnicos agrícolas e equipes de campo das empresas associadas ao SindiTabaco.

Foto: Juliano Gill/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 433 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco e órgãos de segurança avaliam ações contra roubos

Por Jonathan da Silva 17/12/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e órgãos de segurança pública realizaram uma reunião nesta quinta-feira (12), em Santa Cruz do Sul, para avaliar os resultados das ações contra o roubo de cargas de tabaco em 2024 e projetar as estratégias para o próximo ano. O encontro contou com a presença do major Daniel Mello, da Brigada Militar; da delegada Ana Luísa Pippi, da Delegacia Regional de Polícia; e do comandante da Polícia Rodoviária Estadual, Vinícius Massulo.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, agradeceu a parceria entre o setor e os órgãos de segurança, destacando os avanços conquistados. “Os resultados já obtidos falam por si só”, afirmou o dirigente, ressaltando a importância de seguir com o trabalho conjunto devido à relevância econômica e social da cultura do tabaco para a região.

Durante o encontro, foram apresentados os números parciais da safra 2023/2024, que apontam uma redução nos casos de roubo de cargas nos últimos seis anos. O total caiu de 26 ocorrências em 2019 para três em 2024, considerando dados parciais até o dia 12 de dezembro. Segundo o SindiTabaco, as ocorrências mais comuns envolvem tabaco cru, principalmente durante o transporte entre as propriedades rurais e as indústrias de beneficiamento. Em 2023, foram registradas também duas ocorrências de roubo de tabaco processado em contêineres durante o transporte para os portos de exportação.

O assessor de Relações Institucionais do SindiTabaco, Sérgio Rauber, destacou a importância das ações preventivas realizadas em conjunto com as forças de segurança. “As atividades conjuntas são fundamentais para a adoção de medidas preventivas e para garantir agilidade no caso de ocorrências”, salientou Rauber.

Planos para 2025

Os desafios para 2025 também foram discutidos, com a definição de estratégias para intensificar a comunicação rápida entre transportadores e órgãos de segurança. Os representantes da Brigada Militar e da Polícia Civil reforçaram que a rapidez na comunicação das ocorrências é essencial para o direcionamento efetivo das investigações. Um novo encontro foi agendado para o início de 2025, com a participação da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal.

Trabalho integrado

De acordo com os órgãos de segurança, a redução nos casos de roubo nos últimos anos é resultado do trabalho integrado entre as polícias e da adoção de medidas específicas, como a divulgação de protocolos de segurança aos transportadores e a utilização de equipamentos eletrônicos de monitoramento. As ações preventivas incluem também orientações direcionadas aos motoristas durante o transporte da safra, por meio de canais como WhatsApp e distribuição de folders com informações e dicas de segurança.

O SindiTabaco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco foi fundado em 1947 e tem sede em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, polo mundial de produção e beneficiamento de tabaco. A entidade representa 14 empresas associadas e atua em todo o território nacional, com exceção dos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Na região sul, que concentra 98% da produção nacional de tabaco, o setor envolve cerca de 626 mil pessoas no meio rural em 509 municípios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/12/2024 0 Comentários 355 Visualizações
Variedades

Desafios e oportunidades no setor do tabaco são discutidos em palestra do Tá na Hora!

Por Jonathan da Silva 03/12/2024
Por Jonathan da Silva

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, participou da reunião-almoço Tá na Hora!, promovida pela Associação Comercial e Industrial (ACI) na manhã desta terça-feira (3) em Santa Cruz do Sul. Em sua palestra, Thesing abordou os desafios e oportunidades para o setor do tabaco, destacando o papel do Brasil como maior exportador mundial e o potencial de crescimento por meio da regulamentação de novos produtos.

Thesing iniciou sua fala agradecendo a oportunidade de promover o diálogo e reforçando a importância da união da cadeia produtiva. “Temos trabalhado de forma muito intensa para o fortalecimento do nosso sistema integrado. Essa união é imprescindível para a manutenção do Brasil na liderança deste mercado mundial e para atacarmos os desafios que dizem respeito a todos os envolvidos na cadeia produtiva”, afirmou o presidente, que destacou ainda a importância de grupos de trabalho focados em temas como integração, sustentabilidade, qualidade e inovação.

Durante a palestra, Thesing abordou mitos e fatos sobre o setor do tabaco, com a apresentação do documento Assunto Controverso, Contraponto Necessário. “Sempre que ouvirem algo controverso sobre o tabaco, em especial sobre temas relacionados a agrotóxicos, trabalho infantil, monocultura e renda, convido a consultar esse documento”, sugeriu o dirigente do SindiTabaco.

Os desafios do setor, incluindo o combate ao mercado ilegal e os impactos da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, também foram discutidos. Thesing criticou as ações do governo brasileiro, que, segundo ele, impõem medidas restritivas prejudiciais ao setor. “O governo brasileiro é um dos nossos principais sócios, leva anualmente mais de R$ 16 bilhões em impostos. Pela relevância econômica e social para os brasileiros, é um contrassenso esse mesmo governo ser protagonista na adoção de medidas restritivas”, destacou o palestrante.

Outro ponto abordado foi a proibição dos Dispositivos Eletrônicos de Fumar (DEFs), que estão proibidos no Brasil desde 2009. Thesing destacou o crescimento do consumo desses produtos no país, que passou de 500 mil consumidores em 2018 para mais de 2,9 milhões em 2023. “O produto que circula hoje no nosso País não é produzido por uma indústria legal, com controles sanitários rígidos. Regulamentar é cuidar. Proibir é negligenciar”, afirmou o presidente.

Thesing também enfatizou a importância da regulamentação dos novos produtos, especialmente para Santa Cruz do Sul e região, pelo potencial de geração de renda, impostos e empregos. “Santa Cruz do Sul, mesmo não sendo tão populosa, é o terceiro município em arrecadação, resultado direto da indústria do tabaco. Olhar para os novos produtos e defender a participação da cadeia produtiva estabelecida aqui no Brasil neste novo negócio global é também olhar para o futuro da nossa cidade e região”, destacou o palestrante.

Por fim, o executivo apontou que a produção de dispositivos com nicotina líquida já representa 20% do mercado mundial e destacou que o Brasil, embora seja o segundo maior produtor de tabaco, está perdendo oportunidades neste mercado em expansão. “Esse é um mercado que está em ampla expansão e já tem um faturamento anual estimado em US$ 320 milhões. Mais de 100 países já regulamentaram o uso destes produtos e este é o mercado potencial que estamos perdendo”, concluiu Thesing.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2024 0 Comentários 417 Visualizações
Variedades

Evento “Tá na Hora” da ACI Santa Cruz debate futuro do setor do tabaco

Por Jonathan da Silva 25/11/2024
Por Jonathan da Silva

A reunião-almoço Tá na Hora, promovida pela Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul, debaterá, no dia 3 de dezembro, os desafios e oportunidades do setor do tabaco. A edição do evento no último mês do ano acontecerá às 12h, no restaurante do Hotel Águas Claras, e terá como painelista o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing.

Com o tema “Tabaco: desafios e oportunidades”, Thesing discutirá como o Brasil, maior exportador de tabaco do mundo, pode fortalecer sua posição no mercado global por meio do sistema integrado de produção e da regulamentação de novos produtos do setor.

Thesing, natural de Santa Cruz do Sul, é economista formado pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e técnico em contabilidade. Com mais de 40 anos de atuação no setor, começou sua carreira na Tabacos Brasileiros (atual Universal Leaf) e exerceu funções de liderança nas áreas administrativa, de recursos humanos e logística. Desde outubro de 2024, o empresário preside o SindiTabaco e o Instituto Crescer Legal, além de atuar como conselheiro do Conselho de Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Concex/Fiergs).

As inscrições para o evento custam R$ 90 para associados e R$ 130 para não associados e podem ser feitas pelo telefone ou WhatsApp da ACI, no número (51) 3713-1400.

O Tá na Hora conta com o patrocínio de JTI, Unisc, Philip Morris Brasil, Gazeta Grupo de Comunicações, Universal Leaf, Unimed, BRDE e BAT.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2024 0 Comentários 347 Visualizações
Variedades

Posse festiva em Santa Cruz inicia nova gestão do SindiTabaco e do Instituto Crescer Legal

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

Valmor Thesing foi empossado nesta sexta-feira (8) como presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e diretor presidente do Instituto Crescer Legal, em cerimônia realizada em Santa Cruz do Sul. O evento marcou o início da nova gestão, que será responsável por liderar as entidades entre 2024 e 2027, e contou com a presença de representantes das empresas associadas, autoridades e parceiros institucionais.

O evento também celebrou a despedida de Iro Schünke, que esteve à frente do SindiTabaco por 18 anos e liderou o Instituto Crescer Legal desde sua fundação, em 2015. Durante a cerimônia, Thesing destacou o legado de Schünke. “Tive a oportunidade de trabalhar lado a lado com o Iro nesses últimos anos e é uma honra para a diretoria empossada seguir o legado deixado por ele. Parabéns pela vida dedicada ao tabaco, ao agro e ao futuro do meio rural”, afirmou o novo presidente.

Com quatro décadas de experiência no setor do tabaco, Thesing começou sua trajetória na empresa Tabacos Brasileiros, atualmente Universal Leaf Tabacos, onde ocupou diversos cargos e atuava, desde 2009, como diretor Administrativo. No Instituto Crescer Legal, Thesing foi membro do Conselho Fiscal de 2015 a 2024. Já no SindiTabaco, exerceu o cargo de vice-presidente de Relações Industriais (Recursos Humanos) por 12 anos.

O novo presidente afirmou que pretende dar continuidade ao trabalho das gestões anteriores, destacando a importância da integração e da manutenção da cadeia produtiva do tabaco. “A missão da nova gestão, em ambas as entidades, é dar continuidade ao trabalho que vem sendo realizado. Com a estrutura que temos hoje e, com o apoio dos nossos parceiros, de entidades públicas e privadas, estou confiante de que vamos seguir a defesa do nosso setor, fortalecendo a integração e a manutenção desta importante cadeia produtiva”, destacou Thesing.

Novas diretorias

Sinditabaco (2024-2027)

Diretoria
  • Presidente: Valmor Thesing
  • Vice-presidentes: Cristina Quatke, Edenir Gassen, Jorge Guilherme Struecker, Paulo Cezar Favero, Roberto Naue e Vilson Peiter
  • Suplentes: Alcindo Luiz Glesse, Cleber da Silveira, Eduardo Renner, Elton Delcio Jacobs, Erasmo de Moura e Miqueline Maske
Conselho fiscal
  • Titulares: Fabio Andre Gressler, Inacio Luis Leismann e Irineu da Silva
  • Suplentes: Marcelo Becker e Oziel Claus Kohn
Delegados representantes junto às federações das indústrias
  • Titulares: Valmor Thesing e Jorge Guilherme Struecker
  • Suplentes: Cristina Quatke e Paulo Cezar Favero

Instituto Crescer Legal

Diretoria
  • Diretor Presidente: Valmor Thesing
  • Diretor Vice-presidente: Paulo Cezar Favero
  • Diretor Administrativo: Vilson Peiter
  • Diretor Financeiro: Marcos Beus
Conselho fiscal
  • Presidente: Benício Albano Werner
  • Conselheiros: Erasmo de Moura e Irineu da Silva
  • Suplentes: Dieter Knak Filho e Carlos Alberto Sehn
Conselho consultivo
  • Presidente: Iro Schünke
  • Conselheiros: Adalberto Sidnei Huve, Carmen Lúcia de Lima Helfer, Deise Silene Ziebell, Leila Cristina Wünsch, Miqueline Maske, Nestor Raschen e Sergio Francisco Rauber
Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 484 Visualizações
Projetos especiais

SindiTabaco lança Plano de Auxílio Mútuo para reforçar segurança no agronegócio

Por Jonathan da Silva 05/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Comissão de Segurança e Saúde do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) lançou no início deste mês de novembro o Plano de Auxílio Mútuo (PAM), uma iniciativa voltada para a segurança e a prevenção de riscos nas operações do setor do tabaco. Em parceria com o setor privado e o 6° Batalhão de Bombeiros Militares, o plano busca aprimorar práticas de emergência e engajar a comunidade para aumentar a segurança no agronegócio.

O PAM é resultado de anos de evolução das práticas de segurança entre empresas do setor, conforme explica o coordenador da comissão no SindiTabaco, Cristian Maciel dos Santos. “Já tivemos experiências similares, mas o PAM representa uma evolução no trabalho conjunto com o Corpo de Bombeiros e outros parceiros para estabelecer um regime interno robusto de resposta a emergências”, afirma Santos. O coordenador destaca que a iniciativa integra equipes técnicas, jurídicas e operacionais das empresas associadas, além do suporte jurídico do SindiTabaco.

Além de fortalecer a segurança industrial, o PAM tem uma vertente educacional. Em parceria com o Instituto Crescer Legal, são realizadas atividades de capacitação para educadores e jovens aprendizes em prevenção de incêndios e primeiros socorros. “Esses conhecimentos irão beneficiar o ambiente de trabalho e as comunidades rurais que fazem parte da cadeia produtiva do tabaco,” comenta Santos, ressaltando que o projeto alcança famílias e jovens no campo, ampliando a rede de apoio em situações de emergência.

O plano já promoveu treinamentos em conjunto com a empresa Bequisa, fornecedora de produtos químicos, visando ao manuseio seguro e à prevenção de incêndios nas operações de fumigação. Esses exercícios fazem parte do princípio de comprometimento do SindiTabaco com a segurança e saúde no setor agroindustrial.

O PAM estabelece um modelo de cooperação que poderá servir como referência para outros setores industriais, unindo segurança, prevenção e desenvolvimento comunitário com base em responsabilidade social corporativa e segurança pública.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 414 Visualizações
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