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Variedades

Programa de Recebimento de Embalagens atua no controle da poluição por agrotóxicos

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Esta sexta-feira, 11 de janeiro, é o Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos, data criada para conscientização da população brasileira quanto aos riscos causados pelo uso indiscriminado de defensivos. No setor do tabaco, uma grande contribuição com a causa é realizada pelo Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, desenvolvido há 18 anos pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e que já possibilitou a correta destinação de mais de 15 milhões de embalagens vazias.

O programa permite o recebimento das embalagens vazias de agrotóxicos usadas nas propriedades rurais pelos produtores de tabaco integrados. Por meio da coleta itinerante, duas equipes percorrem roteiros distintos, abrangendo todas as regiões produtoras de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Os produtores rurais recebem, previamente, convites entregues pelos técnicos das empresas associadas ao SindiTabaco, com informações sobre os locais, datas e horários do recebimento em cada localidade. Além disso, a coleta conta com um software desenvolvido especialmente para o Programa para armazenamento das informações e o acompanhamento da operação em tempo real.

Conforme o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, a ação contribui para a preservação do meio ambiente e a saúde e segurança do produtor e da sua família. O Programa atende exclusivamente os produtores de tabaco, mas, como são agricultores diversificados, eles têm a oportunidade de entregar também as embalagens dos agrotóxicos usados nas outras culturas. “Na verdade, o tabaco é o produto agrícola comercial que menos utiliza agrotóxicos”, explica Schünke. “Uma pesquisa conduzida pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ-USP) mostrou que o tabaco usa apenas 1,2 quilo de ingrediente ativo por hectare”, lembra.

Após recebidas, as embalagens são enviadas para centrais de recebimento credenciadas pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), onde passam por triagem e separação para, então, seguirem à destinação final. Conforme o coordenador do Programa, Carlos Alberto Sehn, aproximadamente 90% do material coletado é reciclado e usado na produção de outros produtos, principalmente na construção civil, como rodas e caçambas para carriolas e conduítes corrugados, caixas de descarga para sanitários e tubulações para esgoto sanitário, entre outros. “E o restante do material, cerca de 10%, é destinado para incineradoras licenciadas”, explica.

Roteiros pela Serra e Sul do RS

Atualmente, as equipes do programa estão realizando os roteiros de recebimento de embalagens na região serrana do Rio Grande do Sul, por localidades de municípios como Ilópolis, Anta Gorda, Arvorezinha, Itapuca, Nova Alvorada, Doutor Ricardo, Relvado, Coqueiro Baixo e David Canabarro. E, de 28 de janeiro a 11 de abril, haverá recebimento na região Sul do RS, em 26 municípios: Pelotas, Arroio do Padre, Piratini, Canguçu, Morro Redondo, Cerrito, Rio Grande, Turuçu, São Lourenço do Sul, Cristal, Chuvisca, Sertão Santana, Dom Feliciano, São Gerônimo, Amaral Ferrador, Encruzilhada do Sul, Sentinela do Sul, Cerro Grande do Sul, Tapes, Camaquã, Mariana Pimentel, Guaíba, Barra do Ribeiro, Butiá, Arroio dos Ratos e Barão do Triunfo. Confira os roteiros no site: sinditabaco.com.br/programas-socio-ambientais/gestao-ambiental/programa-de-recebimento-de-embalagens.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2019 0 Comentários 589 Visualizações
Variedades

Aberta oficialmente a colheita do tabaco

Por Gabrielle Pacheco 07/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

A II Abertura Oficial da Colheita do Tabaco ocorreu em 6 de dezembro, em Canguçu (RS). O ato foi realizado na propriedade de Renato Bohn Blank, do Distrito de Herval, numa promoção conjunta da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi), Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Usando a vestimenta de colheita desenvolvida pelo SindiTabaco com base em estudos e pesquisas e que confere 98% de proteção dérmica, as autoridades realizaram simbolicamente a abertura da colheita da safra 2018/2019.

A festividade reuniu mais de 350 pessoas para celebrar a importância das 150 mil famílias dedicadas à produção, em uma homenagem aos homens e mulheres que são gestores de pequenas propriedades. Plantam e colhem alimentos, criam animais e geram riqueza para os municípios e estados. Presente em 556 municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a cultura do tabaco envolve 600 mil pessoas no meio rural.

Na solenidade, o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, disse que os produtores de tabaco são fundamentais para a cadeira produtiva de um setor que tem grande importância social e econômica. Ao lembrar que é filho de pequenos produtores, ele disse que a realização da Abertura da Colheita é um reconhecimento do governo do Estado com a cadeia produtiva do tabaco, pois o Rio Grande do Sul produz 50% do volume do país. Schünke disse também que o Sistema Integrado de Produção de Tabaco, em seus 100 anos completados neste ano, fez com que o Brasil se tornasse o maior exportador, condição que se mantem há 25 anos. Para ele, mesmo se houver decréscimo no consumo de tabaco, o Brasil continuará sendo um grande produtor, pois tem tabaco de qualidade e, por isso, mercado para o produto.

O vice-presidente da Afubra, Marco Antonio Dornelles, acrescentou que a cadeia tem grande importância em arrecadação e pratica ações de responsabilidade social através de diversos programas desenvolvidos. O presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Rudinei Harter, acrescentou que, na última Conferência das Partes, em Genebra, houve dificuldades e conquistas. “Fomos reconhecidos pela nossa atividade e discutimos que saúde também se faz através da renda gerada pelo tabaco”, disse. “Precisamos da manutenção das famílias no campo e o tabaco é um dos produtos que promovem isso”, disse. Por sua vez, o vice-presidente da Amprotabaco e prefeito de Canguçu, Marcos Vinicius Müller Pegoraro, acrescentou que a cultura elevou o município ao que é hoje, com seu comércio desenvolvido porque o setor rural se desenvolveu graças ao tabaco. “Queremos agradecer a cada um de vocês que produzem e nos auxiliam a construir um município mais próspero”, salientou.

O deputado estadual Marcelo Moraes, representando da Assembleia Legislativa, falou que a data reconheceu o tabaco como uma das grandes culturas do Rio Grande do Sul. “São 75 mil famílias que dependem do tabaco e 25 mil famílias que dependem do emprego na indústria do tabaco. “Se tiver prejuízo, o maior prejudicando nem será o produtor, mas sim o empregado da indústria, que é dependente da cadeia”, falou. Por sua vez, o deputado federal Luís Carlos Heinze, representando a Câmara dos Deputados, disse reconhecer a importância da atividade. “Os antitabagistas querem substituir a cultura, mas nenhuma atividade dá a renda que dá o tabaco”, falou, além de colocar-se à disposição para continuar defendendo toda a cadeia produtiva.

O secretário de Agricultura, Odacir Klein, acrescentou que o evento demonstra a importância da cultura do tabaco. “O tabaco produzido aqui é quase totalmente enviado para o exterior. Temos mercado internacional para o produto que é gerador de bem-estar social para o nosso povo”, disse. “Temos que resistir a essa posição equivocada para a produção do tabaco, pois é uma cultura da maior importância para a nossa economia”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2018 0 Comentários 659 Visualizações
Cidades

Iro Schünke do SindiTabaco recebe Comenda da Polícia Rodoviária Estadual

Por Gabrielle Pacheco 05/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, recebeu a Comenda do Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM). A cerimônia ocorreu ontem, 4, em Porto Alegre (RS), durante as comemorações de 14 anos do CRBM. Além de Schünke, outras personalidades receberam a honraria entregue em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à corporação.

Na ocasião, o comandante do CRBM, coronel José Henrique Gomes Botelho, destacou a atuação dos policiais rodoviários e comentou sobre as dificuldades de trabalho com o efetivo reduzido. Ao entregar as medalhas e os diplomas aos homenageados, o comandante ressaltou a importância das entidades e pessoas que apoiam a corporação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/12/2018 0 Comentários 461 Visualizações
Cidades

Setor do tabaco completa duas décadas de atuação no combate ao trabalho infantil

Por Gabrielle Pacheco 23/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Há 20 anos, em 25 de novembro de 1998, entidades representativas das indústrias e dos produtores de tabaco formalizaram um pacto para combater o trabalho infantil e criaram o programa O Futuro é Agora!. A iniciativa foi pioneira no meio rural e o passo inicial de uma série de ações. Conforme o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, ao longo do tempo, as ações continuaram sendo aprimoradas para atender normas legais que foram surgindo e para maximizar os resultados obtidos.

Com a estratégia de buscar apoio de entidades representativas do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, em 2008 o O Futuro é Agora! entrou em nova fase com a criação da Rede Social, composta por agentes públicos e privados e representantes do setor fumageiro para debater questões relativas ao trabalho infantil nas lavouras. Houve mobilização e integração de outros agentes, tornando-os corresponsáveis pelo programa, o que levou à ampliação das ações em favor da proteção de crianças e adolescentes do meio rural.

Formalização
Em 15 de dezembro de 2008 foi assinado Termo de Compromisso entre o SindiTabaco e suas empresas associadas, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS), formalizando e intensificando as ações de combate ao trabalho infantil na produção do tabaco. Em março de 2011, acordo semelhante foi assinado com o Ministério Público do Trabalho de Brasília, com aplicação em Santa Catarina e no Paraná.

Além do compromisso de não permitir o trabalho de crianças e adolescentes, as empresas de tabaco, por meio do SindiTabaco e da Afubra, produziram campanhas publicitárias e material educativo alertando sobre o problema. “Também passaram a ocorrer seminários de conscientização para os produtores rurais e as indústrias adotaram a prática de exigir atestado de matrícula e comprovante de frequência escolar dos produtores integrados”, lembra Iro Schünke.

Também em 2011, para adequação ao Decreto nº 6.481, de 12 de junho de 2008, o então O Futuro é Agora! passou a ser chamado Programa Crescer Legal. A atuação recebeu incrementos nas atividades de incentivo à educação dos filhos dos produtores, em especial aos adolescentes, pois a nova legislação passou a proibir o trabalho na agricultura até os 18 anos, inclusive na produção de tabaco. As ações tiveram ênfase na conscientização dos produtores integrados e da sociedade, bem como no incentivo à educação dos filhos dos produtores e qualificação do jovem rural. Houve ainda ampliação na proposta de trabalho conjunto com as prefeituras e redes de educação para a proteção da infância e adolescência. Em 2012, ocorreu treinamento, com a participação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), dos mais de 1,2 mil orientadores de campo das empresas de tabaco para que estimulassem a educação dos filhos dos produtores, mantendo-os longe do trabalho irregular.

Novos passos
Em 23 de abril de 2015, um novo passo foi dado com a criação do Instituto Crescer Legal. Com a missão de combater o trabalho de crianças e adolescentes no meio rural, em especial na cadeia produtiva do tabaco, por meio de ações no campo cultural, educacional, socioassistencial, em atendimento à legislação e de forma articulada com as várias instituições que atuam com os mesmos propósitos. Iniciativa do SindiTabaco, fundado por pessoas físicas ligadas à agricultura, à educação e aos direitos da criança e do adolescente e mantido por indústrias do setor de tabaco, o Instituto visa oferecer subsídios para que o jovem permaneça e se desenvolva no meio rural, através de oportunidades de geração de renda e do desenvolvimento das habilidades e potencialidades.

Com seu pioneiro Programa de Aprendizagem Profissional Rural, a entidade passou a oferecer cursos voltados ao empreendedorismo e gestão rural para que os jovens percebam possibilidades de desenvolvimento nas comunidades onde vivem ao mesmo tempo que têm a oportunidade de formação profissional por meio da Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Eles têm a carteira assinada, salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos. As atividades práticas, porém, não ocorrem nas empresas contratantes, mas sim em trabalhos no grupo, pesquisas nas suas comunidades e junto a suas famílias, além de visitas técnicas e viagens de estudo.

Na primeira edição do programa, durante projeto piloto entre 2016 e 2017, 84 jovens aprendizes de cinco municípios gaúchos receberam seus certificados no curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural. Atualmente, 121 jovens de sete municípios estão participando do curso que encerra em dezembro de 2018. Para 2019, estão previstas mais turmas do programa de aprendizagem em sete municípios. Além disso, em setembro 2017 foi criado o Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, direcionado a egressas do programa de aprendizagem para que elas ampliem a reflexão sobre o papel da mulher no campo e no mundo e contribuam com a comunidade por meio da comunicação de jovem para jovem.

Linha do tempo
• Lançado, em 25 de novembro de 1998, o programa O Futuro é Agora! e assinatura de pacto pela erradicação do trabalho infantil.
• Em sua fase inicial, até 2006, o O Futuro é Agora! teve sua atuação segmentada nos projetos Protetor da Criança e da Terra, Indústrias Parceiras da Escola e Criança Feliz é Criança que Estuda.
• Em 27 de novembro de 2008, um evento marcou os 10 anos do programa O Futuro é Agora!. Com a participação de Renato Mendes, da OIT, e de Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos redatores do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os convidados acompanharam o debate “Trabalho Infantil na Agricultura Familiar: Mitos, Realidades e Perspectivas”.
• Em 15 de dezembro de 2008 foi assinado o Termo de Compromisso com o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul. E em março de 2011, acordo semelhante foi assinado com o Ministério Público do Trabalho de Brasília, com aplicação em Santa Catarina e no Paraná.
• Em maio de 2011, foi criado o Programa Crescer Legal.
• Em 23 de abril de 2015 foi fundado o Instituto Crescer Legal.
• Em 2016 o Programa de Aprendizagem Profissional Rural passou a oferecer a jovens rurais o curso de Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural.
• Em 2017 foi criado o programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, com capacitação em comunicação para meninas egressas do Programa de Aprendizagem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2018 0 Comentários 433 Visualizações
Variedades

Municípios produtores de tabaco apresentam desenvolvimento acima da média

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

Levantamento realizado anualmente pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) comprovou que municípios produtores de tabaco estão em vantagem de desenvolvimento na comparação com outras localidades brasileiras. O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) varia de 0 (mínimo) a 1 ponto (máximo) para classificar o nível de desenvolvimento de cada localidade em diferentes categorias. Quanto mais perto de 1, melhor o grau de desenvolvimento apresentado pelo município em categorias como saúde, educação, emprego e renda.

Considerando os 30 maiores produtores de tabaco, os destaques são Santa Cruz do Sul, polo de beneficiamento de tabaco e com cigarreiras instaladas ou em fase de instalação, com índice 0,8502; e o município catarinense de Ituporanga, com índice de 0,8075, considerados altos pelo IFDM. Não há registro de municípios com baixo desenvolvimento e apenas 2 municípios aparecem com desenvolvimento regular: Dom Feliciano, com 0,5798, e São João do Triunfo, com 0,5985. Os dados têm 2016 como ano-base.

O consultor-executivo da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amproabaco), Dalvi Soares Freitas, destaca, entretanto, que os resultados seriam ainda piores sem a presença do tabaco no município. “Há poucas culturas que têm o poder de fixação do homem no meio rural e com a mesma capacidade de geração de renda em pequenas propriedades. Em muitos municípios o que vemos é o tabaco como mola propulsora da economia local e o que possibilita a geração de renda, empregos e serviços em outras áreas. Em muitos casos, o resultado positivo da economia municipal está diretamente relacionado a uma boa safra de tabaco”, salienta Freitas.

Os outros 26 municípios, 86% da lista, estão classificados como desenvolvimento moderado, sendo que 13 aparecem na faixa entre 0,7-0,8, e outros 13 na faixa entre 0,6-0,7. Comparando o resultado com o cenário brasileiro, podemos dizer que o conjunto de municípios se sobressai na faixa entre 0,7-0,8. Enquanto no Brasil apenas 30% dos municípios alcançaram a faixa, essa é a realidade de 43% dos maiores municípios produtores de tabaco.

“Esse é o tipo de levantamento que comprova a importância social e econômica do tabaco para os municípios sul-brasileiros e que deve ser levado em consideração pelo governo em situações como a que estamos vivenciando hoje, de expectativa frente a mais uma Conferência das Partes”, avalia o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, fazendo menção à COP 8, da Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco, encontro que acontecerá em Genebra, na Suíça, entre os dias 1º e 6 de outubro, e que pode impactar diretamente o mercado de tabaco brasileiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2018 0 Comentários 544 Visualizações
Business

R$ 50 milhões deixam de circular diariamente na economia com a parada da compra de tabaco

Por Gabrielle Pacheco 30/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

Representantes das empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (30), para avaliar os prejuízos causados com a paralisação dos caminhoneiros. Desde o início da semana, praticamente todas as empresas estão com o processo parado devido à falta de insumos para operação de caldeiras e empilhadeiras como o gás GLP, óleo combustível e lenha. Os serviços terceirizados de transporte e de alimentação dos trabalhadores também estão comprometidos devido à falta de diesel, gás e alimentos.

No processo de compra da matéria-prima, o tabaco cru, a estimativa é de que R$ 50 milhões ao dia estão deixando de circular devido a não comercialização do tabaco. Há ainda uma preocupação com o produto que está nos caminhões e que pode ter sua qualidade prejudicada pela temperatura e umidade. Com relação às exportações, até o momento cerca de US$ 60 milhões deixaram de ser embarcados. Os prejuízos também se somam às horas paradas de cerca de 10 mil trabalhadores.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, a retomada do trabalho nas empresas dependerá do fornecimento dos insumos essenciais para o processo. Enquanto isso não acontece, além dos prejuízos já mencionados, o setor teme outros reflexos futuros.

O processo e os embarques parados podem comprometer a expectativa de exportação de tabaco durante o ano e afetar clientes internacionais, devido ao não atendimento do cronograma de entrega, além de favorecer países concorrentes. Por outro lado, há ainda a preocupação com a entrega de insumos da nova safra, o que pode afetar o início da produção de mudas nos canteiros”, avalia o executivo.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2018 0 Comentários 450 Visualizações
Variedades

SindiTabaco recebeu o intercâmbio de informações sobre a Lei da Integração

Por Gabrielle Pacheco 19/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) recebeu uma comitiva da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas, de Campinas (SP), e da Feltrin Sementes Ltda., de Farroupilha (RS), nesta quinta-feira, 18 de janeiro, para o intercâmbio de informações sobre a Lei 13.288/2016, conhecida como Lei da Integração. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, e o assessor da diretoria, Carlos Sehn, receberam os visitantes e repassaram informações sobre a experiência do setor com o seu centenário Sistema Integrado de Produção de Tabaco. A apresentação mostrou os principais dados do setor de tabaco e sua destacada posição no ranking mundial, bem como um detalhamento acerca do sistema de integração adotado pelas empresas de tabaco.

A Lei da Integração esteve entre os temas debatidos, especialmente com relação às estruturas que devem ser constituídas em cada cadeia produtiva, como o Fórum Nacional de Integração (Foniagro) e a Comissão para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadec), bem como em relação aos documentos que devem ser disponibilizados pelas integradoras, caso do relatório de informações da produção integrada (Ripi) e do documento de informação pré-contratual (Dipc). O contrato de integração, que deve contemplar aspectos que estabelecem as obrigações e responsabilidades entre produtores integrados e integradores, garantindo transparência na relação entre as partes, também foi discutido pelo grupo.

A Lei da Integração se constitui em um marco regulatório nas relações de integração do agronegócio, visando disciplinar o sistema de produção integrada, servir como mecanismo para difundir o sistema de integração como modelo para as cadeias produtivas do agronegócio, bem como para o seu fortalecimento. O SindiTabaco atuou ativamente na elaboração do texto da Lei desde 2010 até a sua aprovação. Segundo Carlos Sehn, a experiência do setor norteou inúmeros debates com parlamentares e lideranças de diversas entidades do agronegócio durante a construção da Lei. “O setor de tabaco está ajustado à nova Lei, que acima de tudo assegura ainda mais transparência na relação entre os produtores integrados e as integradoras, além de garantir segurança jurídica ao sistema de integração”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2018 0 Comentários 518 Visualizações
Business

Programa do SindiTabaco é case no controle da poluição por agrotóxicos

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quarta-feira (11), comemorou-se em todo o país o Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos. A data foi criada para conscientização da população quanto aos riscos causados pelo seu uso indiscriminado e problemas causados ao meio ambiente e à saúde. No setor do tabaco, um programa itinerante é case de sucesso nesse sentido.

Trata-se do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, desenvolvido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), e que já retirou quase 15 milhões de embalagens do campo em seus 17 anos de atuação, destinando-as para centrais de recebimento e triagem credenciadas pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV).

Segundo o coordenador do programa, Carlos Sehn, o processo de coleta beneficia os pequenos produtores integrados ao setor, além de toda a sociedade. “Ao recolher as embalagens, o programa preserva o meio ambiente, assegurando ainda a saúde e a segurança do produtor e da sua família”, destaca Sehn.

Até 24 de janeiro, o programa itinerante percorre o Litoral Sul de Santa Catarina; entre 5 de fevereiro e 9 de março, estará na região do Alto Vale catarinense, abrangendo 56 municípios; e entre 12 de março e 6 de abril segue pelo Centro Norte de SC, percorrendo 16 municípios.

“O número de embalagens recolhidas pelo programa do setor pode dar a impressão de que utilizamos muito agrotóxicos, quando na verdade somos o que menos utiliza, segundo apontaram pesquisas. Além disso, os produtores de tabaco podem destinar ainda as embalagens utilizadas em outras culturas”, destaca o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

De acordo com pesquisa conduzida pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP), o tabaco está entre aquelas que utilizam menos ingredientes ativos por hectare, em torno de 1,1 kg de IA/HA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2018 0 Comentários 543 Visualizações
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