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Cidades

Governador é convidado para a abertura da Colheita de Tabaco

Por Gabrielle Pacheco 28/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, recebeu nesta quarta-feira (27), o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, o prefeito de Arroio do Tigre, Marciano Ravanello, e o vice-presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marco Antonio Dornelles, para tratar sobre a abertura oficial da Colheita de Tabaco no estado gaúcho. Em 2019, a programação será realizada no dia 13 de dezembro, em Arroio do Tigre, na propriedade de Jeferson Stertz, em Linha Paleta. Em sua terceira edição, o evento é uma promoção do governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) e com apoio do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

“Tenho grande respeito aos produtores de tabaco e é importante valorizar essa cultura que tem esta condição de gerar renda de forma tão relevante para a economia do nosso Estado. Estamos falando de agricultura familiar e de boas condições de retorno financeiro para os produtores a partir do tabaco. As políticas que um governo possa ter em redução de consumo são uma coisa; mas jamais transformar o cultivo em um problema, pelo contrário. É preciso entender que há demanda e não criar entraves. Da nossa parte terão sempre apoio e prestígio, vamos trabalhar juntos pela geração de renda e melhor aproveitamento para o Estado”, comentou o governador sobre o papel do tabaco no Estado. Leite comentou ainda que vai tentar estar presente no evento.

“Estamos falando de agricultura familiar e de boas condições de retorno financeiro para os produtores a partir do tabaco.”

Diversas autoridades locais e estaduais deverão se fazer presentes na Abertura da Colheita do Tabaco, produto que é cultivado por 75 mil produtores em 227 municípios gaúchos. Na safra 2018/2019 foram produzidas 312 mil toneladas em 142 mil hectares, gerando R$ 2,9 bilhões de receita aos produtores do Estado. “O SindiTabaco apoia os eventos desde 2017 por entender que é um momento de destacar a importância econômica e social do tabaco para milhares de produtores e para a economia da Região Sul. O Brasil é, há 26 anos, o maior exportador mundial de tabaco. O Rio Grande do Sul é responsável por grande parte dos embarques e o tabaco representa quase 10% do total exportado no Estado. Manter essa economia ativa é nossa prioridade”, destacou Schünke no encontro.

“O Rio Grande do Sul é responsável por grande parte dos embarques e o tabaco representa quase 10% do total exportado no Estado.”

Esta é a terceira edição do evento. Em 2017, a abertura da colheita foi realizada em Venâncio Aires, na região central do RS; em 2018, Canguçu, no Sul do Estado, sediou o evento que agora vai para a região Serra. Venâncio Aires e Canguçu têm grande tradição no cultivo de tabaco do tipo Virgínia; já Arroio do Tigre, localizado na Região Centro-Serra gaúcha, ocupa a 15ª posição entre os municípios brasileiros produtores de tabaco e a 9ª colocação no Rio Grande do Sul, destacando-se no cultivo da variedade Burley. Tendo o tabaco como principal cultura agrícola, o município tem 2.509 produtores que produziram 9.511 toneladas de tabaco na safra 2018/2019, cultivando 4.504 hectares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/11/2019 0 Comentários 430 Visualizações
Cidades

Programa do SindiTabaco coleta embalagens vazias

Por Gabrielle Pacheco 13/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de segunda-feira, 18 de novembro, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, realizado pelo SindiTabaco em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), percorrerá as regiões dos Vales do Rio Pardo e Taquari. Até o dia 29 de janeiro de 2020, produtores de tabaco de 19 municípios gaúchos poderão destinar corretamente suas embalagens, utilizadas no cultivo do tabaco e também em outras culturas.

Os produtores são orientados a realizar a tríplice lavagem para que as embalagens possam ser destinadas à reciclagem específica. “Depois da coleta, as embalagens são encaminhadas para centrais de recebimento credenciadas pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), onde passam por triagem e separação”, explica o coordenador do programa, Carlos Sehn. O inpEV estima que 93% das embalagens são recicladas; os outros 7% são incinerados.

A ação contribui para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Segundo Sehn, o programa atende exclusivamente os produtores de tabaco, mas, como são agricultores diversificados, eles têm a oportunidade de entregar também as embalagens dos agrotóxicos usados em outras culturas.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2019 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Manifesto exalta empreendedor do campo

Por Gabrielle Pacheco 14/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

“Tem gente que olha a lavoura e pensa no futuro, na fartura da colheita e na prosperidade. Tem gente que olha a lavoura e pensa no passado e no esforço para se chegar onde está. Para nós, a terra é a grande conexão, conecta gerações em busca de um único propósito, viver cada vez melhor”.

Esse é o pano de fundo do manifesto publicado no canal do SindiTabaco no Youtube. O vídeo retrata a vida dos produtores rurais na atualidade, homens e mulheres que vivem de cultivar a terra com planejamento, inovação e de olho na sustentabilidade e levanta questões inerentes ao homem do campo que trabalha pela qualidade de seu produto com informação, precisão e preservação.

“O Brasil é um país grande e em seu território existem diferentes formas de cultivar a terra. Aqui no Sul o produtor tira seu sustento em uma pequena área. O agronegócio familiar é exemplo de empreendedorismo, de persistência e de boas práticas. Homenageá-lo é o grande objetivo deste manifesto”, afirma Iro Schünke, presidente do SindiTabaco.

“O agronegócio familiar é exemplo de empreendedorismo, de persistência e de boas práticas.”

A sucessão também é tema do manifesto. “Quando a tecnologia encontra o campo, a família se une mais, o jovem opta pela terra, junta força, coragem, conhecimento, aprende com a experiência e transforma com sustentabilidade”, consta eu outro trecho do vídeo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/10/2019 0 Comentários 588 Visualizações
Business

Brasil segue na liderança do mercado mundial de tabaco

Por Gabrielle Pacheco 25/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O setor de tabaco brasileiro deve fechar 2019 mantendo sua liderança no mercado mundial. Segundo pesquisa encomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) junto à PricewaterhouseCoopers (PwC), a tendência é de um acréscimo de 6% a 10% em dólares e de 10% a 15% no volume de tabaco embarcado em 2019.

Conforme dados do Ministério da Economia, no ano passado foram embarcadas 461 mil toneladas de tabaco (gerando US$ 1,99 bilhão), sendo 457 mil toneladas da região Sul, com receita de US$ 1,95 bilhão. De janeiro a agosto deste ano, o Brasil embarcou 345 mil toneladas de tabaco, o que representou US$ 1,35 bilhão em receita para o País segundo dados do Ministério da Economia.

Os números representam um aumento de 30,4% em volume e de 16,5% em dólares na comparação com o mesmo período em 2018. Segundo Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, o mercado de tabaco brasileiro tem se mantido estável nos últimos anos e o aumento se deve à postergação de embarques para a China que aconteceriam no final de 2018 para o início de 2019.

“No ano passado tivemos uma queda nas exportações devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019. Como reflexo, é esperado um aumento nos embarques do ano corrente. Atualmente, o Brasil detém de 25% a 30% dos negócios mundiais de tabaco e o levantamento aponta que deveremos manter a liderança das exportações mundiais de tabaco”, avalia Iro Schünke, presidente do SindiTabaco.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/09/2019 0 Comentários 486 Visualizações
Business

Embarques de tabaco devem superar os US$ 2 bilhões

Por Gabrielle Pacheco 10/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

De janeiro a agosto deste ano, o Brasil embarcou 345 mil toneladas de tabaco, o que representou US$ 1,35 bilhão em receita para o País segundo dados do Ministério da Economia. Os números representam um aumento de 30,4% em volume e de 16,5% em dólares na comparação com o mesmo período em 2018.

Até o mês de dezembro, a expectativa é de manutenção do aumento nos embarques. Segundo pesquisa encomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) junto à PriceWaterhouseCoopers (PWC), a tendência é de um acréscimo de 6% a 10% em dólares e de 10% a 15% no volume de tabaco embarcado em 2019.

Segundo Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, o mercado de tabaco brasileiro tem se mantido estável nos últimos anos e o aumento se deve à postergação de embarques para a China que aconteceriam no final de 2018 para o início de 2019.

“No ano passado tivemos uma queda nas exportações devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019. Como reflexo, é esperado um aumento nos embarques do ano corrente. Atualmente, o Brasil detém de 25% a 30% dos negócios mundiais de tabaco e o levantamento aponta que deveremos manter a liderança das exportações mundiais de tabaco”, avalia Iro Schünke, presidente do SindiTabaco.

De janeiro a agosto, o tabaco representou 0,91% do total de exportações brasileiras e 4,73% dos embarques da Região Sul. No Rio Grande do Sul, onde o produto é bastante representativo para a balança comercial, foi responsável por 9,02% do total das exportações até o momento, com o embarque de quase 285 mil toneladas e R$ 1,1 bilhão em divisas.

O Rio Grande do Sul também é o maior produtor de tabaco do Brasil.

Da produção brasileira de tabaco, em torno de 85% é destinada à exportação, que vai para 100 países em todos os continentes. O principal mercado continua sendo a União Europeia, que em 2018 recebeu 41% do tabaco exportado. O segundo é o Extremo Oriente, com 24%.

Depois vêm a África/Oriente Médio, com 11%; a América do Norte, com 10%; a América Latina, com 8%; e o Leste Europeu, com 6%. A principal nação importadora do tabaco brasileiro é a Bélgica, seguida pelos Estados Unidos (2º lugar), China e Indonésia. Na sequência da lista dos principais clientes estão o Egito (5º lugar), a Alemanha e a Rússia (7º).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2019 0 Comentários 497 Visualizações
Business

SindiTabaco defende liberação de dispositivos eletrônicos para fumar

Por Gabrielle Pacheco 07/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O presidente do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), Iro Schünke, participa nesta quinta-feira, 8 de agosto, da audiência pública para deliberar sobre a liberação dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) conhecidos como cigarros eletrônicos e tabaco aquecido. O evento promovido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em Brasília, tem como objetivo coletar subsídios técnicos e científicos atualizados sobre os produtos.

A primeira manifestação da Anvisa é de 2009, quando a Agência publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 46/2009 que proibiu a comercialização, importação e propaganda de cigarros eletrônicos. A decisão sobre dispositivos eletrônicos foi baseada na ausência de dados científicos e ainda continua em vigor. Representantes do setor do tabaco serão ouvidos e as indústrias apresentarão dados e pesquisas sobre os dispositivos. Schünke defenderá a regulamentação e a liberação dos produtos.

“Apoiamos não só a discussão, mas principalmente a liberação e a regulamentação desses novos produtos de tabaco uma vez que eles já estão sendo usados em vários países do mundo e, no Brasil, serão mais uma opção à disposição do consumidor”, afirma o executivo do SindiTabaco. Segundo ele, os números do setor do tabaco também devem ser apresentados. “Devemos apresentar a importância econômica e social que a cadeia produtiva do tabaco representa para o Sul do País, especialmente no que tange a geração de renda, de empregos e de divisas com a exportação”, antecipa. O Brasil é o segundo maior produtor mundial de tabaco em folha e o maior exportador desde 1993.

“Tudo aquilo que é benéfico à indústria do tabaco, naturalmente será benéfico para toda a cadeia produtiva. Na produção destes novos produtos que usam tabaco certamente o Brasil será um dos fornecedores devido à qualidade do tabaco produzido no País. E como este é um tema que não tem volta, é importante que o Brasil esteja aberto a estes novos produtos, pois isso poderá trazer outros benefícios para o país que já possui uma tradição mundial no setor”, avalia ele lembrando que a região do Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, concentra um dos maiores polos industriais do setor no mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2019 0 Comentários 597 Visualizações
Cidades

Conscientização para quase 30 mil produtores rurais

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Realizado pelo SindiTabaco e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o 11º Ciclo de Conscientização sobre Saúde e Segurança do Produtor e Proteção da Criança e do Adolescente, encerrou os eventos deste ano com a presença de aproximadamente 2,5 mil pessoas. Entre elas, estiveram produtores rurais, agentes de saúde e autoridades locais.

Em 2019 foram realizados seis eventos que tiveram início no Rio Grande do Sul, passando pelos municípios de Segredo e Rio Pardo, e seguiram para Santa Catarina e Paraná, quando aconteceram em Papanduva (SC), Chapadão do Lageado (SC), Ivaí (PR) e Rebouças (PR). Realizados desde 2009, os Ciclos de Conscientização já reuniram aproximadamente 30 mil pessoas em mais de 60 municípios com o objetivo de discutir temas que são trabalhados permanentemente nas relações do Sistema Integrado de Produção de Tabaco.

Para o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, “a família é a primeira escola da criança onde valores essenciais são adquiridos, é um local de crescimento pessoal e transmissão de cultura entre as gerações”. O executivo explica que os processos mudaram, tanto na forma de se comunicar, como no modo de gerir a propriedade.

“Os jovens precisam estar hoje muito melhor preparados para enfrentar os desafios da vida e o aprendizado obtido na escola é fundamental tanto para o desenvolvimento pessoal como para o profissional. A educação hoje é a melhor herança que podemos deixar para os nossos filhos”, complementa.

O Brasil é o 2º produtor mundial de tabaco e o maior exportador dentro de um mercado externo que busca a produção sustentável, com garantias de que não foi utilizada mão de obra infantil ou que existiram danos à saúde e segurança dos produtores rurais. O Rio Grande do Sul é responsável por aproximadamente 50% do processo produtivo no país, Santa Catarina 30% e o Paraná quase 20%.

No Brasil, o decreto 6481/2008 regulamentou duas convenções internacionais, seguindo a recomendação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o que colocou o tabaco na chamada lista TIP, das piores formas de trabalho e, portanto, proibidas para menores de 18 anos. O trabalho infantil se caracteriza ao utilizar crianças ou adolescentes para substituir a mão de obra adulta necessária em atividade econômica, privando-a de educação ou de momentos de lazer.

A programação tem início com um bate-papo sobre proteção da criança e do adolescente com a participação do procurador aposentado pelo Ministério Público do Trabalho, Veloir Dirceu Fürst, e da advogada e socióloga, Dra. Ana Paula Motta Costa. Em um vídeo em formato de perguntas e respostas, eles respondem questionamentos comuns dos produtores sobre o tema trabalho infantil.

Em outro vídeo, o Dr. NikoTino, personagem criado para passar as mensagens de forma acessível ao público, traz informações sobre a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos, bem como sobre a utilização da vestimenta de colheita. Conheça alguns dos pontos destacados por ele ou assista ao vídeo completa no canal do SindiTabaco no Youtube.

O encerramento fica por conta da peça teatral Rádio Fascinação, encenada pelo grupo de atores de Santa Cruz do Sul (RS) do Espaço Camarim com a participação de egressos do Instituto Crescer Legal, iniciativa do SindiTabaco para oferecer alternativas aos jovens rurais, especialmente na faixa entre 14 e 17 anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2019 0 Comentários 544 Visualizações
Cidades

Tabaco brasileiro apto à exportação para China

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O tabaco brasileiro foi, mais uma vez, certificado pelos técnicos chineses da Administração Geral das Alfândegas da República da China (Gacc) para ser embarcado. A pré-inspeção é uma das exigências do atual protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China para a exportação do tabaco e compreende a coleta de amostras do produto processado para testes laboratoriais que comprovem a fitossanidade do tabaco brasileiro antes do embarque.

O encerramento das atividades ocorreu nesta sexta-feira (19) em Santa Cruz do Sul (RS) e reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas exportadoras, integrantes da Gacc, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

Segundo Liu Fuchao, supervisor da Gacc, o trabalho deste ano foi concluído com sucesso. “Dois grupos de inspeção estiveram na região desde meados de junho e 60 amostras foram analisadas de um volume total de 43 mil toneladas compradas pela China. Os dois grupos viram o empenho das empresas brasileiras em respeitar as exigências fitossanitárias do acordo, garantindo a segurança do tabaco à China”, relatou o técnico sobre o material que foi analisado no laboratório da Central Analítica da Unisc. A responsável técnica do Laboratório de Fitopatologia, professora Adriana Dupont, acompanhou as análises laboratoriais.

A China é um importante parceiro do agronegócio brasileiro há alguns anos e isso também acontece no setor do tabaco: em 2017 figurou como segundo maior país comprador do tabaco brasileiro, gerando US$ 276 milhões em divisas, o que representou 13% do total embarcado no ano. Em 2018, devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019, o país figurou na terceira colocação, com US$ 165 milhões embarcados.

Como reflexo, é esperado um aumento nos embarques do ano corrente. Pesquisa realizada em março pela PriceWaterhouseCoopers confirmou essa expectativa, apontando aumento de 6% a 10% no total dos embarques de 2019, tanto em dólares quanto em volume.

“Historicamente, a China só não é o maior país importador devido ao porto da Antuérpia, na Bélgica, destino de 40% do nosso produto. Esperamos que essa relação sólida continue por muitos anos”, ressaltou o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Por se tratar de uma missão oficial de inspeção agropecuária, feita por técnicos de outro país, técnicos do Mapa acompanharam todo o processo de coleta e análises das amostras. Mauro Ruggiro e Roque Danieli representaram a Superintendência do Mapa no RS e enfatizaram a importância do trabalho realizado.

“Trabalhamos neste acompanhamento há mais de 10 anos e vemos a seriedade do trabalho conduzido pelos técnicos, assim também como no caso das empresas brasileiras. O resultado positivo para o Brasil é resultado direto de um trabalho consolidado de integração entre produção no campo e beneficiamento do produto”, afirmou Danieli que também falou da expectativa de reavaliar os termos do protocolo em breve.

Representando o Departamento de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura em Brasília, Débora Maria Rodrigues Cruz destacou a importância da atividade, “ao assegurar a sanidade do produto e o atendimento dos requisitos fitossanitários para atendimento do protocolo com a China”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 451 Visualizações
Cidades

Santa Catarina recebe Ciclo de Conscientização

Por Gabrielle Pacheco 04/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um grande público participou do 11º Ciclo de Conscientização sobre Saúde e Segurança do Produtor e Proteção da Criança e do Adolescente, na tarde desta terça-feira (2) em Papanduva (SC).

Aproximadamente 500 pessoas, entre produtores de tabaco, agentes de saúde, diretores de escolas, conselheiros tutelares e autoridades compareceram ao evento com o objetivo de discutir temas importantes como trabalho infantil, utilização da vestimenta de colheita e cuidados no manejo de agrotóxicos.

Promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), desde 2009, o Ciclo de Conscientização atende aos acordos firmados perante o MPT-RS e MPT-Brasília e já conta com a participação de mais de 25 mil pessoas de 60 municípios.

Para o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, “ao adotar condutas que cuidam da saúde e bem-estar de todos os envolvidos no processo de produção, preservamos também o próprio negócio, considerando que exportamos boa parte da nossa produção e o mercado externo busca produção sustentável, com garantias de que não foi produzido por mão de obra infantil ou às custas da saúde e segurança dos produtores”.

O gerente de assuntos ambientais da Afubra e coordenador geral do Projeto Verde é Vida, Adalberto Huve, endossa o movimento de conscientização. “Nós sabemos o quanto o tabaco é importante aqui no Sul do Brasil. Educação hoje é a melhor herança que podemos deixar para os nossos filhos. Se todos nós trabalharmos em conjunto para levar o conhecimento e esclarecimento à cadeia produtiva a sustentabilidade do negócio se torna mais nobre”.

Com quase 1,4 mil produtores de tabaco, Papanduva está entre os maiores produtores da folha em Santa Catarina, estado responsável por aproximadamente 30% da produção de tabaco no País.

O prefeito em exercício de Papanduva, João Jaime Ianskoski, o presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Tafarel Schons, além de autoridades locais, acompanharam a programação que iniciou com um bate-papo sobre proteção da criança e do adolescente com a participação do procurador aposentado pelo Ministério Público do Trabalho, Veloir Dirceu Fürst, e da advogada e socióloga, Dra. Ana Paula Motta Costa. Em um vídeo em formato de perguntas e respostas, eles responderam questionamentos comuns dos produtores sobre o tema trabalho infantil.

No Brasil, o decreto 6481/2008 regulamentou duas convenções internacionais, seguindo a recomendação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o que colocou o tabaco na lista de formas de trabalho e, portanto, proibidas para menores de 18 anos. O trabalho infantil se caracteriza ao utilizar crianças ou adolescentes para substituir a mão de obra adulta necessária, privando-a de educação ou de momentos de lazer.

Na sequência, o Dr. NikoTino trouxe informações sobre a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos, bem como sobre a utilização da vestimenta de colheita.

O encerramento ficou por conta da peça teatral Rádio Fascinação, encenada pelo grupo de atores de Santa Cruz do Sul (RS), Espaço Camarim, que também interagiu com o público e relembrou os principais pontos de forma lúdica e bem-humorada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2019 0 Comentários 500 Visualizações
Cidades

Trabalho infantil e saúde dos produtores é debatido em Rio Pardo

Por Gabrielle Pacheco 07/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um grande público participou do 11º Ciclo de Conscientização sobre Saúde e Segurança do Produtor e Proteção da Criança e do Adolescente, na tarde desta quinta-feira (6) em Rio Pardo (RS). Mais de 500 pessoas, entre produtores de tabaco, agentes de saúde, diretores de escolas, conselheiros tutelares e autoridades compareceram ao Centro Comunitário de Rincão Del Rey, com o objetivo de discutir temas importantes como trabalho infantil, utilização da vestimenta de colheita e cuidados no manejo de agrotóxicos.

Promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), desde 2009, o Ciclo de Conscientização atende aos acordos firmados perante o MPT-RS e MPT-Brasília e já tiveram a participação de mais de 25 mil pessoas de 60 municípios.

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, abriu o evento falando sobre importância dos temas. “Os nossos filhos precisam estar hoje muito melhor preparados que nós antigamente. Muitos processos mudaram, a forma de se comunicar, de gerir a propriedade. A gente quer o melhor para os nossos filhos e, atualmente, o melhor para eles é estudar. Assim também, sabemos que o nosso bem mais precioso é a saúde. Muitos problemas podem ser evitados por meio da prevenção. Utilizar o EPI e a vestimenta de colheita, seguindo as recomendações da nossa equipe de campo, pode fazer toda diferença”, destacou o executivo.

Iro Schünke ainda comentou: “além disso, ao adotar essas condutas, estamos cuidando também do nosso próprio negócio, considerando que exportamos boa parte da nossa produção e o mercado externo busca produção sustentável, com garantias de que não foi produzido por mão de obra infantil ou às custas da saúde e segurança dos produtores”.

Com mais de mil produtores de tabaco, Rio Pardo está entre os 20 maiores produtores da folha no Rio Grande do Sul, estado responsável por quase 50% da produção de tabaco no País.

O prefeito de Rio Pardo, Rafael Barros, acompanhou a programação que iniciou com um bate-papo sobre proteção da criança e do adolescente com a participação do procurador aposentado pelo Ministério Público do Trabalho, Veloir Dirceu Fürst, e da advogada e socióloga, Dra. Ana Paula Motta Costa. Em um vídeo em formato de perguntas e respostas, eles responderam questionamentos comuns dos produtores sobre o tema trabalho infantil.

No Brasil, o decreto 6481/2008 regulamentou duas convenções internacionais, seguindo a recomendação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o que colocou o tabaco na lista de formas de trabalho e, portanto, proibidas para menores de 18 anos. O trabalho infantil se caracteriza ao utilizar crianças ou adolescentes para substituir a mão de obra adulta necessária, privando-a de educação ou de momentos de lazer.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2019 0 Comentários 515 Visualizações
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