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Variedades

Tabaco brasileiro aguarda parecer da China para ser exportado

Por Gabrielle Pacheco 03/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devido à pandemia, a pré-inspeção do tabaco, uma das exigências do protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China, ocorreu sem a presença dos técnicos da Administração Geral das Alfândegas da República da China (GACC). Em acordo com o GACC, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ficou encarregado da coleta das amostras do produto processado e envio à Central Analítica da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) para testes laboratoriais que comprovem a fitossanidade do tabaco brasileiro antes do embarque.

O encerramento oficial das atividades ocorreu na última sexta-feira, 31, por videoconferência, e reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas exportadoras, do MAPA e UNISC. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, abriu a reunião.

“Dizer que estamos chegando ao final deste processo em um ano atípico e cheio de desafios como este já é uma grande vitória, o que só foi possível com o empenho de todas as entidades e empresas envolvidas nesse processo. A China é um dos maiores importadores do tabaco brasileiro, ajudando a fortalecer cada vez mais toda a cadeia produtiva no País. Ficamos satisfeitos que em 2020 houve um acréscimo no volume comprado, ou seja, mais tabaco foi comprado comparativamente que o ano passado e esperamos que isso seja uma curva ascendente”, ressaltou Schünke.

Roque Danieli, da Superintendência do MAPA no RS, apresentou o resultado das análises realizadas e que serão despachadas à China para parecer final. Segundo ele, foram 58 amostras coletadas nos lotes de tabaco processados por sete empresas. “Todas cumpriram os requisitos sanitários e não foram detectadas pragas quarentenárias constantes no protocolo”, informou.

Daniele também comentou que técnicos do MAPA têm realizado inspeções no campo para averiguar o uso de agrotóxicos. “Percebemos que os produtores de tabaco não estão utilizando nenhum produto fora daqueles registrados e autorizados pelo MAPA. É o setor que menos tem tido problemas no assunto de defensivos, muito em função da PI Tabaco que teve a participação do MAPA na sua implementação. Temos verificado que ao longo dos anos a qualidade do tabaco vem melhorando e, considerando que esse é um trabalho das equipes de campo, salientamos que esse trabalho deve continuar, uma vez que é também um relevante fator para o comércio internacional”, ressaltou.

A responsável técnica do laboratório da Central Analítica da UNISC, professora Adriana Dupont, destacou que a inspeção é apenas uma parte do trabalho que vem sendo realizado e muito importante para a Região Sul do País. Dupont explicou que foram 40 dias de intenso trabalho avaliando o tabaco processado para poder entregar os laudos dentro do prazo, destacando que não foram encontradas estruturas viáveis de pragas quarentenárias, o que deve resultar na autorização de embarque do produto pelas autoridades chinesas.

Izabela Mendes Carvalho, chefe da divisão de programas especiais do Ministério da Agricultura em Brasília, parabenizou a todos pelo excelente trabalho. “Este é um trabalho conjunto e que viabilizou por mais um ano a exportação do tabaco brasileiro para a China, cumprindo com todas as exigências sanitárias do mercado chinês. Os inspetores da GACC e representantes comerciais não puderam vir ao Brasil devido às circunstâncias e agradecemos pela confiança no Ministério da Agricultura que ficou encarregado pela coleta, monitoramento e todo o processo de certificação fitossanitária. Esclarecemos que todos os procedimentos foram rigorosos no sentido de garantir a segurança do tabaco a ser exportado”, concluiu. Izabela informou ainda que nesta segunda-feira, 03 de agosto, “todos os documentos serão encaminhados para a China para que possam ser analisados e processados da forma mais rápida possível”.

Xinghua Zhou, presidente da China Tabaco Internacional do Brasil (CTIB), informou que o objetivo agora é conseguir o mais rápido possível o resultado da GACC. “Depende do órgão chinês a aprovação para embarcar para a China. Temos mais uma etapa pela frente e esperamos que esse momento de embarque se concretize o mais rápido possível”, comentou o executivo.

A China é um importante parceiro do agronegócio brasileiro há alguns anos e isso também acontece no setor do tabaco: em 2017 figurou como segundo maior país comprador do tabaco brasileiro, gerando US$ 276 milhões em divisas, o que representou 13% do total embarcado no ano. Em 2018, devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019, o país figurou na terceira colocação, com US$ 165 milhões embarcados. Em 2019, voltou à segunda colocação, com US$ 383 milhões.

O tabaco representou 0,95% do total de exportações brasileiras e 4,84% dos embarques da Região Sul de 2019. No Rio Grande do Sul, estado que concentra mais da metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,62% do total das exportações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2020 0 Comentários 896 Visualizações
Variedades

Embalagens vazias de agrotóxicos serão recolhidas em 65 municípios gaúchos

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A partir da próxima segunda-feira, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos percorre duas regiões gaúchas: de 27 de julho a 10 de agosto estará na região Serra Planalto e de 12 de agosto a 28 de outubro no Sul do Rio Grande do Sul. No período serão atendidos 65 municípios pela ação desenvolvida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

Prestes a completar 20 anos em outubro, o programa já destinou corretamente mais de 16,5 milhões de embalagens e contribui para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente, beneficiando quase 120 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco.

A coleta segue as novas regras de distanciamento social e os produtores são orientados a comparecer aos pontos fazendo uso de máscara facial. “Temos adotado todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento, utilização da máscara e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores”, destaca Carlos Sehn, coordenador do programa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2020 0 Comentários 629 Visualizações
Business

SindiTabaco expõe cenário do setor em audiência pública

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou de audiência pública promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para debater a política do preço do tabaco e o cenário do setor. Presidida pelo deputado Elton Weber, a audiência contou com a participação de empresas, produtores e deputados estaduais da Região Sul.

Em sua fala, o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, lembrou os participantes que o SindiTabaco não participa de temas como preço e comercialização do tabaco. “Isso é feito diretamente entre empresas e produtores, mas me foi solicitado para contextualizar o cenário do setor no Brasil e no mundo e quero reforçar a importância da participação política na proteção deste setor produtivo. Preservar os empregos, a renda e as divisas precisa ser o grande objetivo”, comentou o executivo.

Segundo Schünke, está havendo uma redução gradual do consumo de cigarros, mas mesmo assim cerca de 5,3 trilhões de cigarros são consumidos anualmente. Na área da produção, 5 milhões de toneladas de tabaco são produzidas no mundo, cerca de 600 a 650 mil produzidas somente no Brasil. “A produção precisa estar adequada à demanda. E sempre mantendo a qualidade, a integridade e a sustentabilidade do produto. Nesse sentido, algumas empresas já atuam com a certificação da Produção Integrada do Tabaco”, citou.

Schünke passou alguns números do setor no Brasil e no estado gaúcho. “Para o Rio Grande do Sul, o tabaco é ainda mais importante, considerando que 84% do volume é exportado pelo Porto do Rio Grande”, comentou, citando ainda que as exportações têm apresentado queda em comparação com o ano anterior, especialmente em dólares, o que demonstra uma queda na qualidade do produto.

Outro ponto que afeta a cadeia produtiva do tabaco, o contrabando esteve entre os temas citados pelo executivo.

“A questão do mercado ilegal impacta muito as empresas brasileiras, uma vez que a diferença da carga tributária dos cigarros brasileiros e paraguaios desequilibra a concorrência e estimula o contrabando.”

Schünke afirma ainda que o contrabando contribui para uma significativa evasão fiscal, considerando que o consumo do produto ilegal já supera o produto legal do produto.

Foto: Divulgação | Foto: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 594 Visualizações
Variedades

SindiTabaco completa 73 anos de atuação

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) completa, na próxima quarta-feira, 73 anos de atividades. Com sede em Santa Cruz do Sul, polo de produção e beneficiamento de tabaco no Brasil, o sindicato tem como principais focos a comunicação, os assuntos regulatórios e a sustentabilidade do setor.

“Representar os interesses comuns de nossas 13 associadas é o que move o sindicato. Nesse sentido, nosso maior envolvimento está em ações promovidas na Região Sul, mas também participamos de discussões em âmbito nacional quando os temas interferem na cadeia produtiva, caso do contrabando e de assuntos regulatórios, bem como de responsabilidade social e ambiental”, diz Iro Schünke, presidente da entidade desde 2006.

Entre as ações do sindicato, destaque para o desenvolvimento e aprovação de uma vestimenta de colheita que assegure a saúde e segurança dos produtores, evitando a contaminação pela Doença da Folha Verde do Tabaco. Ainda na área da saúde e segurança do produtor, desde o ano 2000, o SindiTabaco promove um programa de coleta itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos, anterior inclusive à legislação de 2002 que tornou obrigatória a devolução dos recipientes.

Também há mais de duas décadas o sindicato desenvolve ações para o combate ao trabalho infantil. Recentemente, a entidade fundou o Instituto Crescer Legal que proporciona oportunidades para que o jovem permaneça e se desenvolva no meio rural, por meio de oportunidades de geração de renda e do desenvolvimento das habilidades e potencialidades. Com seu pioneiro Programa de Aprendizagem Profissional Rural, a entidade oferece cursos voltados ao empreendedorismo e gestão rural, com formação profissional por meio da Lei da Aprendizagem.

“As ações do setor se mostram marcos para o combate do trabalho infantil na região Sul do Brasil. O Instituto veio agregar ainda mais, com uma peça importante que ainda está escassa no campo para a juventude rural: oportunidades”, frisa Schünke, que também é diretor-presidente da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 486 Visualizações
Variedades

Adaptação e equidade garantem continuidade das atividades no Instituto Crescer Legal

Por Gabrielle Pacheco 16/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar da suspensão temporária das atividades presenciais, a equipe do Instituto Crescer Legal buscou alternativas para continuar presente na vida dos aprendizes. A dificuldade de acesso à internet em algumas regiões rurais onde o curso é desenvolvido não permite a grande parte dos aprendizes permanecerem online e terem aulas virtuais. E a opção encontrada foi reinventar e reorganizar o modo de compartilhar os conteúdos, o que acabou na produção de material físico para que os aprendizes pudessem realizar as atividades em casa.

Para a entrega dos materiais, foi estabelecida uma logística com a marcação de encontros em pontos de referência nas localidades, com apoio dos municípios parceiros, tudo sem esquecer as normas de higienização e distanciamento social. De acordo com a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, além de contemplar a carga horária e os conteúdos do plano de curso com as atividades, a ação teve o objetivo de garantir a equidade, para que todos tenham as mesmas oportunidades dentro da proposta do Programa de Aprendizagem Profissional Rural.

“A equipe está focada em elaborar atividades com uma sequência didática e com garantia que as mesmas possam ser realizadas em casa pelos 141 aprendizes. Eles recebem acompanhamento dentro das possibilidades de cada um e estão fazendo diversas atividades, que vem sendo entregues aos educadores de referência e serão discutidas quando retornarem ao curso presencial. A aprendizagem não parou, graças à capacidade de adaptação dos educadores e às empresas apoiadoras, que mantiveram os contratos com os aprendizes. Os educadores, paralelamente, vêm realizando formações online e compartilhando os conhecimentos em reuniões virtuais em equipe”, ressalta Nádia.

Entre as atividades propostas no curso sobre empreendedorismo e gestão rural, a identidade do jovem e o reconhecimento da propriedade rural fazem parte do processo de desenvolvimento e estimulam os jovens à reflexão. Para a coordenadora de Desenvolvimento de Projetos, Eloisa Klein, proporcionar a reflexão sobre quem é esse jovem e sua história é a base para a formação. Nesse contexto, as atividades incluem: pesquisa envolvendo leitura e diálogo com os responsáveis; levantamento histórico da família e da propriedade; reflexão sobre tipos de propriedade; e mapeamento da unidade quanto ao perfil produtivo e à infraestrutura. “Entre as produções podemos destacar a árvore genealógica da família e o croqui da propriedade, a qual promove a visualização das potencialidades e possibilidades da propriedade”, explica.

Saiba mais

Iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas, o Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015 com o apoio e adesão de pessoas envolvidas com a educação e com o combate ao trabalho infantil, em especial em áreas com plantio de tabaco, na Região Sul do País. Até o momento, o Instituto já alcançou a marca de 333 jovens formados em seu curso de Empreendedorismo e Gestão Rural. Os aprendizes são contratados pelas empresas associadas ao Instituto e recebem salário para aprender mais sobre gestão rural e empreendedorismo. Em 2020, o Instituto contempla mais sete turmas no Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, 141 jovens aprendizes são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, oriundos dos municípios gaúchos de Boqueirão do Leão, Canguçu, Cerro Branco, Herveiras, Passo do Sobrado, Santa Cruz do Sul e Sinimbu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2020 0 Comentários 600 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco é destaque no combate ao trabalho infantil há mais de 20 anos

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Enquanto muitos setores ainda engatinham no combate ao trabalho infantil, o setor do tabaco encara o problema há mais de duas décadas. O assunto ganha destaque nesta sexta-feira (12) pela passagem do Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, data instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2002.

No setor do tabaco, quase quatro anos antes da criação da data, já haviam trabalhos consolidados para prevenção do trabalho infantil nas lavouras. Em 25 de novembro de 1998, o programa “O Futuro é Agora!” reuniu entidades representativas das indústrias e dos produtores de tabaco que formalizaram um pacto para combater o trabalho infantil, iniciativa considerada o marco inicial de uma série de ações.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o tabaco está muitos passos à frente de outros setores do agronegócio quando o assunto é proteção da criança e do adolescente. “Proteger a infância e criar oportunidades à juventude rural é um dos pilares do trabalho do SindiTabaco junto às empresas associadas. É um trabalho de conscientização de muitos anos e que culminou na iniciativa do Instituto Crescer Legal”, comenta o executivo.

De lá para cá, o trabalho continuou sendo intensificado para ampliar a atuação e para atender normas legais que foram surgindo. Em 2008, a assinatura do Termo de Compromisso pelas empresas associadas ao SindiTabaco com anuência do sindicato e da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), perante o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS), formalizou as ações de combate ao trabalho infantil na produção do tabaco. E em março de 2011, acordo semelhante foi assinado com o Ministério Público do Trabalho de Brasília, com aplicação em Santa Catarina e no Paraná. As indústrias passaram a exigir atestado de matrícula e comprovante de frequência escolar das crianças e adolescentes que vivem em propriedades dos produtores integrados. Seminários de conscientização e campanhas publicitárias reforçaram os cuidados.

Também em 2011, para adequação ao Decreto nº 6.481, de 12 de junho de 2008 (que proibiu o trabalho na agricultura até os 18 anos), o então “O Futuro é Agora!” passou a ser chamado Programa Crescer Legal. A partir daí, houve ampliação na proposta de trabalho conjunto com as prefeituras e redes de educação para a proteção da infância e adolescência. Um dos marcos foi o treinamento, em 2012 e com participação da OIT, dos mais de 1,2 mil orientadores de campo das empresas de tabaco para que estimulassem a educação dos filhos dos produtores, mantendo-os longe do trabalho irregular.

E, em 23 de abril de 2015, um novo passo foi dado com a criação do Instituto Crescer Legal. Iniciativa do SindiTabaco, a entidade foi fundada por pessoas físicas ligadas à agricultura, à educação e aos direitos da criança e do adolescente e é mantido por indústrias do setor de tabaco. O Instituto proporciona oportunidades para que o jovem permaneça e se desenvolva no meio rural, por meio de oportunidades de geração de renda e do desenvolvimento das habilidades e potencialidades. Com seu pioneiro Programa de Aprendizagem Profissional Rural, a entidade oferece cursos voltados ao empreendedorismo e gestão rural, com formação profissional por meio da Lei da Aprendizagem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2020 0 Comentários 736 Visualizações
Variedades

Programa retoma atividades de logística reversa no Centro Serra gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 26/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Depois de ser temporariamente suspenso por conta da Pandemia de Covid-19, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos retoma as atividades no dia 1° de junho. Com o retorno das ações, serão atendidos 23 municípios da Região Centro Serra do Rio Grande do Sul que constavam no roteiro cancelado em função da pandemia.

Na próxima segunda-feira, 1º, o recebimento acontece em sete localidades de Passa Sete. Na terça-feira, 2, as equipes percorrem outras quatro comunidades do município e circulam ainda em quatro localidades de Sobradinho. Para o dia 3, a coleta continua em quatro pontos de Sobradinho e em três locais no município de Segredo. Já de 8 a 10 de junho, o recebimento percorre outras dez localidades de Segredo e os pontos de coleta em Ibarama e Lagoa Bonita do Sul.

A partir de 15 de junho, a coleta de recipientes vazios continuará em mais três localidades de Lagoa Bonita do Sul e atenderá também os produtores de Arroio do Tigre, Estrela Velha e Salto do Jacuí, Tunas, Lagoão, Jacuizinho, Campos Borges, Herveiras e Sinimbu. De 2 a 7 de julho será a vez de Gramado Xavier, Canudos do Vale e Forquetinha. Em Barros Cassal a coleta vai de 8 a 14 de julho; na sequência, as equipes abrangerão os produtores de Marques de Souza, Progresso, Travesseiro e Boqueirão do Leão, encerrando o roteiro no município de Sério, no dia 22 de julho.

Segundo o coordenador do programa, Carlos Sehn, a pausa foi necessária para adequação das equipes de trabalho às novas regras de distanciamento social, bem como para a comunicação aos produtores que devem comparecer aos pontos de coleta fazendo uso de máscara facial. “As equipes da Agrovete, empresa terceirizada que realiza a coleta das embalagens, adotarão todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores. Os técnicos das empresas de tabaco estarão nos pontos de coleta para auxiliar e orientar os produtores em relação aos cuidados a serem observados”, destaca Sehn.

O roteiro completo está disponível no site do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) que promove a ação em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Prestes a completar 20 anos, em outubro, o programa contribui para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Acesse o roteiro completo

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2020 0 Comentários 587 Visualizações
Variedades

Instituto Crescer Legal capta recursos para aquisição de carro e notebooks

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um Chevrolet Spin e 17 notebooks, além de materiais de expediente, foram adquiridos pelo Instituto Crescer Legal por meio de recursos captados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica) de Santa Cruz do Sul. O recurso total captado foi de R$ 127.731,90, oriundos de doações de imposto de renda de empresas associadas ao Instituto Crescer Legal e pessoas físicas ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, predestinados a projetos do Instituto.

Segundo o diretor presidente da entidade, Iro Schünke, a aplicação de recursos captados junto ao Comdica tem possibilitado incremento em segurança e tecnologia no atendimento dos adolescentes rurais contemplados nos programas do Instituto Crescer Legal. “Além disto, permite manter no município e região recursos oriundos de impostos revertidos pelas empresas associadas ao Instituto – grande parte do montante captado – e por pessoas físicas que predestinaram parte do seu imposto de renda às ações sociais”, reforça.

Em 2020, o Instituto tem a previsão de formar sete novas turmas no Programa de Aprendizagem Profissional Rural. “Os notebooks serão utilizados pela turma sediada em Santa Cruz do Sul neste ano, na localidade de Alto Paredão, e vão permitir ampliar a utilização de recursos tecnológicos que contribuem para o processo de aprendizagem dos jovens, tornando a rotina mais interativa e dinâmica. Além disso, o veículo servirá para manter o acompanhamento do curso, dos jovens egressos e viabilizar visitas domiciliares mantendo uma relação próxima com as famílias”, comenta a gerente do Instituto, Nádia Fengler Solf.

Saiba mais

Iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas, o Instituto Crescer Legal foi criado em 23 de abril de 2015 com o apoio e adesão de pessoas envolvidas com a educação e com o combate ao trabalho infantil, em especial em áreas com plantio de tabaco, na Região Sul do País. Prestes a completar cinco anos de atuação, o Instituto já alcançou a marca de 333 jovens formados em seu curso de Empreendedorismo e Gestão Rural. Atualmente, 140 jovens aprendizes participam do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Em 2020 o Instituto também deve implantar a quarta turma do Programa Nós por Elas – A Voz Feminina do Campo, voltado para egressas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 600 Visualizações
Variedades

Diversificação completa 35 anos gerando renda extra aos produtores de tabaco

Por Gabrielle Pacheco 20/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Enquanto uma nova safra de tabaco começa a ser semeada na Região Sul do Brasil, os resultados da safrinha são contabilizados pelos produtores que aderiram ao Programa Milho, Feijão e Pastagens. Em 2020, quando a iniciativa completa 35 anos, o plantio de grãos e pastagem após a colheita do tabaco representou o incremento de R$ 634,2 milhões na renda dos produtores.

Segundo o levantamento feito pelo SindiTabaco, as estimativas apontam redução de R$ 5,8 milhões na receita total em relação a 2019, quando o resultado foi de R$ 640 milhões. No Rio Grande do Sul, o impacto negativo foi maior, com renda total caindo de R$ 400 milhões (em 2019) para R$ 297,4 milhões, principalmente em razão da forte estiagem que afeta o Estado nos últimos meses. Em Santa Catarina, o rendimento subiu de R$ 130 milhões (em 2019) para R$ 205,2 milhões. E no Paraná o aumento foi de R$ 110 milhões para R$ 131,5 milhões. No geral, área plantada foi menor que em 2019, em torno de 14%. Mas compensada em parte pela maior produtividade no Paraná e principalmente pelos preços médios maiores.

Na avaliação do presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, os números do programa mostram a importância do cultivo de uma segunda safra. “Diversificar é sempre uma boa opção para o produtor, pois lhe permite ter seus ganhos distribuídos em mais atividades. No caso deste programa, ao produzir na safrinha, o produtor consegue uma renda extra com menor custo”, comenta o executivo.

Outra conclusão apresentada pelos números dos últimos anos é a substituição gradual do cultivo de feijão na resteva do tabaco por soja. Em 2020, foram cultivados 12.878 hectares com feijão, 89.530 com milho, 15.832 com soja e 35.030 hectares com pastagens. Em relação aos volumes deste ano, os cultivos na resteva do tabaco renderam 21.768 toneladas de feijão, 650.288 toneladas de milho e 43.692 toneladas de soja. O levantamento apontou ainda um aumento no cultivo de pastagens para alimentação dos animais: nos três estados sul-brasileiros, 35.030 hectares foram utilizados para pastagem em 2020, contra 31.443 hectares no ano anterior.

A ação é conduzida pelo SindiTabaco com apoio de entidades e dos governos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Uma das vantagens é a redução dos custos de produção dos grãos, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes e pode, também, haver redução de custo na produção de proteína com o uso do milho no trato animal. Outros benefícios são a proteção do solo e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2020 0 Comentários 558 Visualizações
Business

Setor do tabaco solicita flexibilização para manter fábricas operando

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para compor as diretrizes do Modelo de Distanciamento Controlado, o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, enviou nesta sexta-feira, 8, ao governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, a sugestão de que as indústrias do setor do tabaco possam continuar operando.

Segundo Schünke, este é um momento crucial considerando que menos da metade da safra atual foi comercializada pelos produtores com as empresas e o processamento deste tabaco recebido já é realizado. Além disso, os produtores já estão recebendo os insumos para dar início à semeadura da próxima safra.

“As indústrias do setor estão cumprindo rigorosamente todas as recomendações sanitárias estipuladas pelas autoridades competentes no combate ao Coronavírus. A manutenção das atividades se torna essencial, especialmente para que o produtor possa vender o seu produto, tanto pela questão econômica, quanto pela perecibilidade deste, que não pode ficar por muito tempo armazenado, correndo riscos de perda de qualidade em função de umidade, entre outros problemas”, destaca o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

11/05/2020 0 Comentários 499 Visualizações
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