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Business

Iro Schünke é reeleito presidente do SindiTabaco

Por Ester Ellwanger 21/09/2021
Por Ester Ellwanger

Reeleito para o sexto mandato consecutivo, Iro Schünke segue à frente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco). A eleição ocorreu no começo de setembro, na sede da entidade, em Santa Cruz do Sul, com chapa única, e elegeu os diretores da gestão 2021-2024. Além de Schünke, a nova diretoria é composta também por: Edenir Gassen, vice-presidente de Secretaria; Flavio Marques Goulart, vice-presidente de Finanças; Valmor Thesing, vice-presidente de Relações Industriais; Roberto Naue, vice-presidente de Assuntos Fiscais; Paulo Cezar Favero, vice-presidente de Produção e Qualidade de Tabaco; e Guatimozin de Oliveira Santos Filho, vice-presidente de Gestão Ambiental e Responsabilidade Social.

A nova diretoria será empossada em 22 de outubro. Segundo Iro Schünke, que conduz a entidade desde 2006, a próxima gestão será de continuidade do trabalho que já vem sendo feito na defesa da cadeia produtiva do tabaco. “Trabalhamos todos os temas de interesse comum das nossas associadas com vistas ao fortalecimento da cadeia produtiva como um todo”, diz. “Nossos principais focos são os assuntos regulatórios, a responsabilidade social e ambiental e a visibilidade do setor”, complementa o executivo.

Nesse sentido, o Sindicato tem acompanhado todos os assuntos relativos à Convenção-Quadro e encabeçado programas pioneiros nas áreas social e ambiental. Exemplos são o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos e o estímulo ao cultivo florestal e ao plantio direto. As ações direcionadas ao trabalho infantil receberam incremento com a fundação do Instituto Crescer Legal, que tem servido para um despertar empreendedor de centenas de adolescentes do meio rural.

Além disso, o SindiTabaco fomenta a diversificação rural, através de ações como o Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco. “Nosso trabalho é comunicado de forma transparente e esse é o modelo que buscamos fortalecer e que continuará guiando as nossas atividades em áreas que impactam na vida de quem vive desse importante segmento do agronegócio”, salienta.

Foto: Junio Nunes /Divulgação| Fonte: Assessoria
21/09/2021 0 Comentários 582 Visualizações
Business

Romeu Schneider assume Câmara do Tabaco do Rio Grande do Sul

Por Milena Costa 15/07/2021
Por Milena Costa

O secretário da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Romeu Schneider, assumiu, no dia 14 de julho, a coordenação da Câmara Setorial da Cadeia do Tabaco do Rio Grande do Sul. Schneider também é o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“É necessário harmonizar os quatro lados que são extremamente importantes para que esta atividade econômica funcione.”

A Instrução Normativa nº 02/2021, publicada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), que regulamenta a atuação das Câmaras Setoriais, define que a coordenação deve ter mandato de dois anos, sendo que a Câmara tem caráter consultivo e é um instrumento de interlocução entre o setor privado e o setor público. Romeu Schneider ressaltou, ainda, que a Câmara Setorial do Tabaco tem por base quatro pilares: governo, produtores, trabalhadores na indústria e indústria. “É necessário harmonizar os quatro lados que são extremamente importantes para que esta atividade econômica funcione.”

Durante a primeira reunião do ano da Câmara Estadual do Tabaco, realizada por videoconferência, Romeu Schneider apresentou os números para a safra 2020/2021. A estimativa, para o Rio Grande do Sul, é de uma produção de 283.479 toneladas em uma área de 123.257 hectares, com uma produtividade de 2.300 kg/hectare. Na região Sul, a estimativa é de 631.651 toneladas em 273.356 hectares, com uma produtividade de 2.311 kg/hectare. Os três estados, juntos, respondem por 98% da produção de tabaco do Brasil.

“Talvez esta redução na área plantada acabe não sendo tão significativa, porque o preço pago ao produtor no final da safra foi muito bom.”

A previsão para a próxima safra é de redução na área plantada no Rio Grande do Sul: 9,7% na variedade Virgínia, 12,75% na Burley e 12,7% na Comum. “Talvez esta redução na área plantada acabe não sendo tão significativa, porque o preço pago ao produtor no final da safra foi muito bom. Os produtores prejudicados foram aqueles que comercializaram no cedo, o que é injusto, infelizmente, o mercado é assim”, explicou Romeu Schneider.

No Rio Grande do Sul, os preços médios pagos ao produtor, até o momento, nesta safra, aumentaram em todas as variedades, em relação à safra passada: Virgínia – R$ 10,32/kg nesta safra contra R$ 8,82 na safra passada (aumento de 17,01%); Burley – R$ 9,97/kg contra R$ 8,11 em 2019/2020 (aumento de 22,93%); Comum – R$ 7,51/kg nesta safra contra R$ 6,29 (aumento de 19,4%).

Na sequência, a apresentação do trabalho desenvolvido pela Emater com os projetos de diversificação do tabaco para agricultores familiares, desenvolvidos com 2.940 famílias de 33 municípios gaúchos. Destaque para a bovinocultura de corte, milho, fruticultura, horticultura, apicultura, piscicultura e agroindústria. Também foi apresentado o programa de irrigação Mais Água Mais Renda, desenvolvido pela Seapdr.

Na área de irrigação da cultura do tabaco, entre os anos de 2012 e 2021, foram 238 projetos em 797 hectares, com a construção de 215 açudes e 71 hectares de área alagada. Os principais municípios beneficiados foram São Lourenço do Sul com 58 projetos e 191 hectares e Canguçu, com 46 projetos e 179 hectares. A licença de operação do programa concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) foi prorrogada até novembro deste ano, quando não poderá mais ser utilizada. Novos projetos para irrigação estão em discussão no governo.

Presentes na reunião, representantes da Afubra, Fetag, Farsul, Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa), Famurs, Emater, Comissão de Agricultura e Pecuária da Assembleia Legislativa, Frente Parlamentar em Defesa dos Produtores da Cadeia Produtiva do Tabaco da Assembleia Legislativa, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), empresa JTI e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Foto: Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2021 0 Comentários 680 Visualizações
Business

SindiTabaco celebra 74 anos

Por Milena Costa 22/06/2021
Por Milena Costa

Atuante na busca de soluções comuns para questões relacionadas à sustentabilidade, aos assuntos regulatórios e à visibilidade do setor de tabaco, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco completa na próxima quinta-feira, 24 de junho, 74 anos de atividades. Na bagagem, um rol de programas sociais, ambientais e de diversificação, como é o caso da inovadora iniciativa do Instituto Crescer Legal e do pioneiro Programa de Recebimento de Embalagens de Agrotóxicos.

“Nos últimos anos temos visto cada vez mais a necessidade de sindicatos e associações demonstrarem uma atuação que faça diferença para seus representados”.

“Nos últimos anos temos visto cada vez mais a necessidade de sindicatos e associações demonstrarem uma atuação que faça diferença para seus representados. O SindiTabaco tem desenvolvido muitas ações que visam a manutenção e o fortalecimento da cadeia produtiva do tabaco, trabalho este reconhecido pelas empresas associadas à nossa entidade. Nos últimos anos, com as mudanças regulatórias dentro do contexto da Convenção-Quadro, as ações conjuntas têm se mostrado grandes aliadas no enfrentamento às ações antitabagistas”, avalia o presidente da entidade, Iro Schünke.

Para a Região Sul do Brasil, o tabaco é uma das atividades agroindustriais mais significativas. Está presente em 544 municípios, envolve cerca de 146 mil pequenos produtores e dá origem a 40 mil empregos diretos nas indústrias. O Brasil é o segundo maior produtor e líder mundial em exportações desde 1993, graças à qualidade e integridade do produto que é o 8º na pauta do agronegócio brasileiro. Saiba mais em: www.sinditabaco.com.br.

Atualmente, são associadas ao SindiTabaco as empresas: Alliance One Brasil Exportadora de Tabacos Ltda, ATC – Associated Tobacco Company Brasil Exportação e Importação de Tabaco Ltda, Brasfumo Indústria Brasileira de Fumos S/A, China Brasil Tabacos Exportadora S.A, CTA – Continental Tobaccos Alliance S.A, JRM Tabacos do Brasil Eireli, JTI Processadora de Tabaco do Brasil Ltda, OTC Comércio e Fabricação de Fumos Ltda, Philip Morris Brasil Indústria e Comércio Ltda, Premium Tabacos do Brasil S/A, ProfiGen do Brasil Ltda, Souza Cruz Ltda, Tabacos Marasca Ltda, Universal Leaf Tabacos Ltda e UTC Brasil Indústria e Comércio de Tabaco Ltda.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

SindiTabaco fala sobre a importância do combate ao trabalho infantil

Por Milena Costa 09/06/2021
Por Milena Costa

O 12 de junho é, desde 2002, a data escolhida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para relembrar a importância do combate ao trabalho infantil em todo o mundo. Mas no setor do tabaco, o tema já tomava contornos práticos em 1998, com as primeiras ações do Programa O Futuro é Agora!, lançado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

Considerado um case de sucesso na agricultura familiar, o setor de tabaco é pioneiro no combate ao trabalho infantil no meio rural, sendo o único a exigir o comprovante de matrícula dos filhos dos agricultores em idade escolar e o atestado de frequência para a renovação do contrato comercial existente entre empresas e produtores, dentro do Sistema Integrado de Produção de Tabaco.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, as primeiras ações visavam a conscientização sobre a importância da frequência escolar. “Naquela época, as empresas se organizavam em contato com os municípios para de forma ativa resolver questões pontuais de evasão escolar, causadas principalmente pela falta de escolas e de transporte para os filhos dos produtores”, relata.

Com o passar dos anos, as ações foram evoluindo e culminaram na fundação do Instituto Crescer Legal, que já beneficiou mais de 500 jovens do meio rural. O Instituto é pioneiro ao oferecer aprendizagem profissional sem sair do campo e da escola, formando adolescentes em um curso de gestão rural e empreendedorismo no contra turno escolar.

“Para a grande maioria, além de ser uma oportunidade de qualificação oferecida sem a necessidade de sair de suas comunidades, é também o primeiro emprego formal”

“Para a grande maioria, além de ser uma oportunidade de qualificação oferecida sem a necessidade de sair de suas comunidades, é também o primeiro emprego formal, uma vez que o programa segue a Lei de Aprendizagem e os jovens participantes recebem salário proporcional a 20 horas semanais. Com isso, os adolescentes ocupam seu dia no curso e na escola, longe de tarefas impróprias para a idade”, destaca Schünke que também é diretor presidente do Instituto Crescer Legal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/06/2021 0 Comentários 622 Visualizações
Cidades

Instituto Crescer Legal renova parceria com sete municípios

Por Gabrielle Pacheco 24/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Em 2020, o Instituto Crescer Legal precisou fazer ajustes significativos no formato do seu curso de Gestão Rural e Empreendedorismo em razão da pandemia. As atividades presenciais realizadas no contraturno escolar foram substituídas por um modelo de aprendizado remoto. Ainda no final do ano, a entidade aprovou junto às empresas associadas que contratam os aprendizes e aos municípios parceiros a realização de um curso complementar em 2021 para os mesmos jovens aprendizes de 2020, proporcionando as vivências que não foram possíveis com as atividades remotas.

O modelo criado pelo Instituto é um exemplo para outros setores do agronegócio, de fortalecimento e criação de oportunidades.

Em 2020, 141 jovens foram atendidos. Mensalmente, os aprendizes receberam Planos de Estudos que contemplaram a carga horária mínima prevista no curso. O material foi estruturado a partir dos conteúdos do curso de gestão rural e empreendedorismo. Em 2021, pelo menos 136 adolescente terão contrato de trabalho como jovens aprendizes junto às indústrias associadas do Instituto. Os aprendizes são oriundos de sete municípios que renovaram a parceria com o Instituto e oferecem apoio logístico e de alimentação, bem como a cedência de um espaço para a realização das atividades. São eles: Boqueirão do Leão, Canguçu, Cerro Branco, Herveiras, Passo do Sobrado, Santa Cruz do Sul e Sinimbu.

Em Canguçu, um ato virtual organizado pela prefeitura oficializou a renovação da parceria entre o município e o Instituto nesta segunda-feira (22). “Aqui no município, os participantes são, em sua maioria, filhos de produtores de tabaco. Essa iniciativa destaca a responsabilidade social desta cadeia produtiva. O modelo criado pelo Instituto é um exemplo para outros setores do agronegócio, de fortalecimento e criação de oportunidades para auxiliar os municípios a se desenvolverem cada vez mais”, comentou Pegoraro.

No município, serão 23 jovens participantes do curso complementar que terá um total de 800 horas. Para o vice-prefeito e secretário de Educação, Esporte e Cultura de Canguçu, Cledemir de Oliveira Gonçalves, é uma oportunidade de qualificação e de muito aprendizado para os jovens rurais, mas também de combate ao trabalho infantil no meio rural.

“Ao levar o Instituto para a região Sul do Estado, tínhamos a preocupação em relação à distância da nossa sede, localizada em Santa Cruz do Sul. Mas essa questão rapidamente se dissipou pela dedicação do executivo municipal em relação à educação. A pandemia foi um entrave para o relacionamento presencial, mas muito foi feito e exemplo disso foi o piloto de Boas Práticas em Empreendedorismo na Educação que foi possível com a iniciativa da prefeitura. A mensagem que deixamos aos jovens que vão participar do curso é o desejo que abracem essa oportunidade com muita dedicação”, diretor Administrativo do Instituto Crescer Legal, Sergio Rauber.

O educador de referência da turma de Canguçu, Adriano Emmel, discorreu sobre as práticas do curso e acredita que será um ano para aprofundar conhecimentos. “Nossa expectativa é de que os jovens possam ter vivências presenciais em algum momento durante o ano. O cenário ainda exige uma retomada virtual, mas torcemos para que com o avanço da vacinação a retomada presencial aconteça em breve”, avalia Emmel.

Taissa Beiersdorff Böhlke, jovem aprendiz da turma de Canguçu em 2020, vai realizar o curso complementar. “O Instituto nos deu mais uma oportunidade, depois de um ano desafiador em que a gente se manteve conectado e não deixamos de aprender. A expectativa só aumenta, nosso desejo é aprender sempre mais”, relatou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/03/2021 0 Comentários 634 Visualizações
Variedades

Coleta itinerante é temporariamente suspensa para evitar aglomerações

Por Gabrielle Pacheco 25/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) suspendeu temporariamente as atividades do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos.

Nossa prioridade é a saúde e segurança dos produtores e também dos trabalhadores que atuam na coleta.

Segundo o presidente da entidade, Iro Schünke, a decisão se deve ao agravamento da pandemia em várias regiões. “A medida visa a evitar aglomerações. Nossa prioridade é a saúde e segurança dos produtores e também dos trabalhadores que atuam na coleta, que percorre centenas de localidades no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina”, comenta Schünke.

Com isso, os produtores da região Centro-Norte de Santa Catarina que iriam devolver suas embalagens vazias de agrotóxicos a partir do dia 1º de março são orientados a manterem os recipientes no depósito específico até a divulgação das novas datas de coleta. Promovido pelo SindiTabaco, em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), a ação completou 20 anos e já destinou corretamente mais de 17 milhões de embalagens.

Foto: Divulgação
25/02/2021 0 Comentários 738 Visualizações
tabaco
Business

Exportações de tabaco têm bom desempenho mesmo em tempos de pandemia

Por Eduarda Ferreira 13/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O Brasil fechou 2020 com 1 bilhão 638 milhões de dólares e 514.287 toneladas de tabaco exportadas, segundo dados do Ministério da Economia. Os números acompanham a expectativa apontada pela pesquisa da Deloitte Consultores, de redução de -2 a -6% no volume e de -15% a -20% em dólares, em comparação com 2019, quando foram embarcados 2,14 bilhões de dólares e 549 mil toneladas. Assim, segundo o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, a redução de 6,31% no volume e de 23,4% em dólares era esperada.

“A redução era esperada uma vez que em 2019 tivemos um incremento de 7,6% em dólares e de 19% no volume de tabaco exportado em relação ao ano anterior (2018), devido, principalmente, a embarques postergados por razões logísticas”, explica Schünke. “Se considerarmos os últimos cinco anos, o volume embarcado em 2020, ficou um pouco acima da média histórica, de 494 mil toneladas. Já em relação aos dólares exportados, a qualidade do produto e a valorização do dólar refletiram na redução do valor exportado”, acrescenta o executivo.

Destinos do tabaco brasileiro

O principal mercado brasileiro continua sendo a União Europeia, destino de 41% do tabaco exportado, seguida pelo Extremo Oriente (24%), África/Oriente Médio (11%), América do Norte (9%), América Latina (9%) e Leste Europeu (6%). Entre os países, a Bélgica (US$ 414 milhões) continua sendo o principal importador do produto, seguido da China (US$ 153 milhões) e Estados Unidos (US$ 125 milhões). Além disso, na sequência da lista dos principais clientes estão a Indonésia (US$ 98 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 74 milhões), Turquia (US$ 55 milhões) e Rússia (US$ 54 milhões).

Conforme o presidente do SindiTabaco, mesmo diante de um ano atípico, em função da pandemia, o setor do tabaco obteve um bom desempenho nas exportações. “A manutenção das atividades, seguindo todas as recomendações das autoridades sanitárias, foi uma decisão acertada e contribuiu para o alcance destes resultados”, comenta Schünke.

Saiba mais

O tabaco representou 0,8% do total de exportações brasileiras e 4,1% dos embarques da Região Sul de 2020. No Rio Grande do Sul, estado que concentra mais da metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,5% do total das exportações. Nas exportações do agronegócio brasileiro, o tabaco ocupa a oitava posição. Além disso, na Região Sul, o tabaco foi exportado em sua grande maioria pelo Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul (83,7%), seguido de Santa Catarina (16%) e Paraná (0,3%). Do total exportado em dólares, 97,4% é oriundo da Região Sul.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2021 0 Comentários 603 Visualizações
programa
Variedades

Programa itinerante percorre 112 municípios gaúchos e catarinenses

Por Gabrielle Pacheco 05/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

A coleta itinerante do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos encerrou a agenda no Sul do Rio Grande do Sul e, após uma breve pausa, reinicia as atividades no noroeste gaúcho. Assim, entre 9 e 26 de novembro, produtores de tabaco de 71 municípios da região poderão realizar a devolução das embalagens tríplice lavadas com comodidade e segurança, em pontos de coleta localizados próximos às propriedades rurais. Além disso, a partir do dia 30 de novembro, o programa percorre o litoral gaúcho e catarinense, com programação em 41 municípios até o dia 15 de janeiro de 2021.

NOROESTE RS

9 a 26 de novembro 2020
Municípios: Alecrim, Alegria, Alpestre, Ametista do Sul, Áurea, Barão de Cotegipe, Barra do Rio Azul, Benjamim Constant, Boa Vista das Missões, Boa Vista do Buricá, Bom Progresso, Braga, Caiçara, Carlos Gomes, Centenário, Cerro Grande, Constantina, Crissiumal, Derrubadas, Dois Irmãos das Missões, Doutor Maurício Cardoso, Entre Rios do Sul, Erval Grande, Erval Seco, Esperança do Sul, Frederico Westphalen, Gaurama, Getúlio Vargas, Horizontina, Humaitá, Independência, Iraí, Itatiba do Sul, Jaboticaba, Liberato Salzano, Marcelino Ramos, Mariano Moro, Miraguaí, Nonoai, Novo Machado, Novo Tiradentes, Paim Filho, Palmitinho, Pinhal, Pinheirinho do Vale, Planalto, Porto Lucena, Porto Mauá, Porto Vera Cruz, Rio dos Índios, Rodeio Bonito, Rondinha, Sananduva, São João da Urtiga, São Paulo das Missões, Seberi, Sede Nova, Sertão, Severiano de Almeida, Taquaruçu do Sul, Tenente Portela, Tiradentes do Sul, Três Arroios, Três de Maio, Três Passos, Trindade do Sul, Tucunduva, Tuparendi, Viadutos, Vicente Dutra e Vista Alegre.

LITORAL

30 de novembro 2020 a 15 de janeiro 2021
Municípios: Anitápolis, Araranguá, Armazém, Balneário Gaivota, Braço do Norte, Caraá, Cocal do Sul, Criciúma, Ermo, Forquilhinha, Grão Pará, Içara, Imaruí, Jacinto Machado, Jaguaruna, Lauro Müller, Mampituba, Maquiné, Maracajá, Meleiro, Morro da Fumaça, Morro Grande, Nova Veneza, Orleans, Pedras Grandes, Praia Grande, Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima, Santa Rosa do Sul, Santo Antônio da Patrulha, São Bonifácio, São João do Sul, São Ludgero, São Martinho, Sombrio, Terra de Areia, Timbé do Sul, Treze de Maio, Tubarão, Turvo e Urussanga. Confira o roteiro detalhado

No momento da entrega, os produtores recebem comprovantes para apresentação aos órgãos ambientais, atendendo aos preceitos estabelecidos no decreto 4.074/2002. “Além do cumprimento da legislação, o programa é um investimento das empresas associadas ao SindiTabaco. Assim, caminhamos em direção à preservação da saúde e segurança dos produtores e à proteção ambiental, objetivos prioritários do programa”, afirma o coordenador Carlos Sehn.

Atualmente, 117 mil produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e Santa Catarina são atendidos pela coleta itinerante. Assim, o programa abrange 411 municípios com cerca 1,8 mil pontos de recebimento no meio rural nos dois Estados. Além disso, no Paraná iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco.

20 ANOS

Pioneiro, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos foi criado no ano 2000, antecedendo a regulamentação da legislação sobre o tema. Assim, desenvolvido de forma itinerante pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o programa percorre dez roteiros distintos que abrangem todas as regiões produtoras de tabaco gaúchas e catarinenses. Em 20 anos de atuação já foram mais de 17 milhões de embalagens corretamente destinadas.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2020 0 Comentários 555 Visualizações
logística reversa
Business

Duas décadas de referência em logística reversa

Por Gabrielle Pacheco 22/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

O tabaco está entre as culturas agrícolas que menos utiliza agrotóxicos, de acordo com diversas pesquisas realizadas nos últimos anos. Ainda assim, ao longo das últimas décadas, ele foi precursor na logística reversa das embalagens vazias de agrotóxicos. Assim, nesta sexta-feira (23) o setor do tabaco chega à marca de 20 anos de sucesso em termos de logística reversa de resíduos sólidos. Até o momento foram mais de 17 milhões de embalagens recolhidas.

“Os números podem levar à falsa interpretação de que a cadeia produtiva do tabaco utiliza uma carga elevada de agrotóxicos. Entretanto, os estudos têm demonstrado exatamente o oposto. Isso porque o tabaco está entre as culturas que menos utiliza agrotóxicos e, ao mesmo tempo, é um dos setores mais comprometidos na correta destinação dos recipientes tríplice lavados”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Pioneirismo na causa

O primeiro recolhimento aconteceu no ano 2000, na localidade de Rio Pardinho, interior de Santa Cruz do Sul (RS). De lá para cá, 411 municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina são atendidos pela coleta itinerante que percorre cerca de 1,8 mil pontos de recebimento no meio rural nos dois estados. Assim, o programa beneficia mais de 117 mil produtores de tabaco gaúchos e catarinenses, com comodidade e segurança na devolução dos recipientes em pontos de coleta localizados próximos de suas propriedades.

Além disso, desde 2015 o programa de logística reversa apresentou uma novidade que está facilitando a coleta de dados e tornando mais fácil a gestão dos roteiros percorridos. Os registros que antes eram feitos de forma manual, passaram a ser feitos por um aplicativo. Com isso, o novo formato de gestão dos dados do programa contempla o uso de dispositivos móveis (tablets) para o lançamento da quantidade de embalagens entregues por produtor. No momento da entrega, o cadastro do produtor é atualizado e este recebe o comprovante de entrega das embalagens, com o registro da data e da quantidade de recipientes entregues.

“Com o software, temos um programa ainda mais eficaz em termos de gestão, uma vez que o processo de geração de relatórios ficou facilitado, mais ágil e ainda permite o acompanhamento da coleta em tempo real. Além do cumprimento da legislação, foi mais um investimento e um avanço em direção à preservação da saúde e segurança dos produtores e à proteção ambiental, objetivos prioritários do programa”, afirma o coordenador Carlos Sehn.

O programa, criado em 2000, é desenvolvido de forma itinerante pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Assim, ele tem como objetivo preservar o meio ambiente e evitar o descarte inadequado de embalagens vazias de agrotóxicos, protegendo assim a saúde e a segurança dos produtores de tabaco e de suas famílias.

Atualmente, o programa percorre dez roteiros distintos que abrangem todas as regiões produtoras de tabaco gaúchas e catarinenses. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco.

Legislação

Desde 2002, o programa também tem como objetivo atender aos preceitos estabelecidos pela legislação vigente. O Artigo 53, do Decreto 4.074/2002, determinou que “usuários de agrotóxicos e afins devem efetuar a devolução das embalagens vazias e respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos”. A legislação também prevê responsabilidades por parte dos canais de distribuição, dos produtores, das indústrias fabricantes e do poder público.

Brasil é referência na logística reversa

Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), no Brasil 94% das embalagens são recicladas, transformadas novamente em embalagem do mesmo produto ou incineradas em local apropriado. Na França, esse índice de reaproveitamento é de 75%; no Canadá e na Alemanha, de 70%, no Japão, de 50%, e nos EUA de apenas 30%.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/10/2020 0 Comentários 650 Visualizações
Variedades

76% dos produtores de tabaco utilizam plantio direto e cultivo mínimo

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

 A evolução de práticas conservacionistas na produção de tabaco demonstra, a cada nova safra, a preocupação da cadeia produtiva com o solo. Pesquisa realizada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) demonstra que 76% dos produtores de tabaco utilizam sistemas como plantio direto e cultivo mínimo. Em 2010, eram 34%.

No cultivo mínimo, o produtor mobiliza o mínimo possível o solo, protegendo parcialmente a sua superfície com resíduos da cultura anterior ou a biomassa resultante dos cultivos de cobertura, com o objetivo de diminuir os riscos de erosão. Já o plantio direto na palha é o sistema de cultivo mais eficiente na proteção do solo. Consiste em evitar o revolvimento do solo, preservando integramente a palhada dos cultivos de cobertura sobre a sua superfície.

Visto como um fundamento básico de sustentabilidade pela indústria de tabaco, o uso de práticas conservacionistas tem crescido a cada ano, com o trabalho das equipes de campo das empresas associadas ao SindiTabaco. “A orientação técnica tem sido de inestimável importância na difusão destas tecnologias e um aliado permanente para o crescimento desta estatística. A expectativa é que mais produtores se mobilizem em torno da adoção destas boas práticas agrícolas, benéficas não apenas para o solo e o meio ambiente, mas para o próprio produtor, uma vez que a mão de obra também diminui”, afirma o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Segundo o assessor técnico da entidade, o engenheiro agrônomo, Darci José da Silva, nos últimos anos tem sido possível constatar um abandono progressivo das práticas tradicionais de preparo e manejo do solo, como a lavração, gradagem, excesso de cultivações e capinas. Ele explica que um dos fatores de significativa contribuição no avanço das práticas conservacionistas tem sido a evolução dos cultivos de cobertura do solo, decorrentes da maior diversificação de espécies utilizadas.

“Atualmente, as espécies mais utilizadas, além das aveias, ervilhacas e da mucuna, estão sendo o milheto, braquiárias, crotalárias e nabo forrageiro. Esses cultivos caracterizados pela excelente produção de biomassa, também apresentam exuberante sistema radicular, atuando diretamente na reestruturação do perfil do solo e na formação de um ambiente mais adequado à proliferação dos micro-organismos necessários à ação benéfica do seu intemperismo. A partir daí, sistemas de cultivos sustentáveis como o plantio direto na palhada e cultivo mínimo vêm tendo sua utilização mais facilitada e difundida entre técnicos e produtores”, explica Silva.

Motivos para utilizar práticas conservacionistas

  • Menor perda de solo em decorrência da ação dos agentes erosivos, principalmente as enxurradas;
  • Melhoria das características físicas e biológicas do solo devido à sua proteção de forma mais intensiva e permanente por meio dos cultivos e cobertura;
  • Recuperação da fertilidade natural do solo decorrente da redução das perdas de nutrientes;
  • Aumento dos índices de produtividade dos cultivos comerciais;
  • Redução tangível da demanda de mão-de-obra de preparo do solo e cultivações, gerando como consequência uma diminuição expressiva dos custos de produção;
  • Maior comodidade operacional nas áreas sistematizadas e protegidas por práticas conservacionistas;
  • Evolução tecnológica dos métodos e procedimentos agrícolas.

Alguns produtores que continuam utilizando o sistema convencional de preparo do solo adotam outras práticas conservacionistas como terraceamento, cultivos de cobertura, camalhões largos e altos e plantio em nível, que funcionam como mecanismo de proteção em relação ao escoamento das águas das chuvas, reduzindo a sua velocidade e seu potencial erosivo. Outra forma de proteger o solo é através da preservação da mata ciliar, localizada no entorno de nascentes e nas margens dos cursos d’água. Além disso, como o tabaco é uma cultura sazonal, permitindo um cultivo sucessivo, as empresas incentivam o plantio de outras culturas, como o milho e o feijão após o tabaco.  Esta prática possibilita a redução das populações de pragas e doenças, o reaproveitamento dos resíduos de fertilizantes, constituindo-se em fonte complementar de alimentação e renda das propriedades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2020 0 Comentários 1,3K Visualizações
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