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Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco)

Business

Seminário debate o trabalho decente na agricultura familiar

Por Marina Klein Telles 18/10/2023
Por Marina Klein Telles

Tomar medidas imediatas e eficazes para erradicar o trabalho forçado está entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Para divulgar e orientar sobre a importância do trabalho decente, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) promoveu na terça-feira, 17 de outubro, seminário voltado às acomodações e a contratação de mão de obra na agricultura familiar. Com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), o evento reuniu cerca de 350 pessoas na Expoagro Afubra, em Rio Pardo (RS).

Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, abriu o evento e falou sobre as preocupações do setor em torno do tema. “São temas extremamente importantes para toda a cadeia produtiva. Se todos os setores trabalhassem tanto esses temas do ESG, certamente nós teríamos muito mais soluções do que problemas. Se somos os maiores exportadores há 30 anos é porque além de um produto de qualidade, a cadeia produtiva do tabaco está comprometida com a produção sustentável, muitas vezes com ações pioneiras e soluções que passam a ser exemplo para outros setores”, comentou Schünke, saudando os presentes.

A programação seguiu com palestra da Dra. Ana Paula Motta Costa, professora da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde ocupa função de gestão como vice-diretora. Advogada e socióloga, doutora em Direito pela PUC-RS e pós-doutora pela Universidade da Califórnia, ela contextualizou historicamente o tema e repassou os principais aspectos legais. “O artigo 149 do Código Penal, define a condição análoga à de escravo como reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto”, explicou.

Ainda segundo ela, podem ser responsabilizadas pessoas físicas e jurídicas da cadeia produtiva: dono da terra, intermediário, recrutador de mão de obra, quem deveria fiscalizar ou a empresa que indiretamente contrata o serviço. A pena prevista é de reclusão de dois a oito anos, e multa. “Eu aceitaria esta situação? Esse é o questionamento que deve guiar o nosso olhar para o tema, porque muitas vezes naturalizamos a condição do outro. Treinar o nosso olhar para a empatia é a solução no enfrentamento do trabalho análogo ao escravo, lembrando sempre que o compromisso precisa ser de todos”, concluiu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/10/2023 0 Comentários 369 Visualizações
Política

Assembleia Legislativa gaúcha finaliza série de eventos sobre tabaco

Por Marina Klein Telles 25/08/2023
Por Marina Klein Telles

A Subcomissão em Defesa do Setor Produtivo do Tabaco, vinculada à Comissão de Agricultura, Pecuária, Pesca e Cooperativismo da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), promove nesta sexta-feira, 25 de agosto, os dois últimos encontros realizados em municípios produtores de tabaco gaúchos, Venâncio Aires e Arroio do Tigre. O evento foi conduzido pelo deputado Marcus Vinícius, coordenador da Subcomissão, e reuniu cerca de 150 pessoas na Câmara de Vereadores, entre representantes da cadeia produtiva, autoridades e lideranças políticas e empresariais.

A iniciativa teve como objetivo coletar informações para formular e encaminhar o posicionamento da ALRS frente às disposições da 10ª Conferência das Partes (COP 10), da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT), que ocorrerá em novembro no Panamá. Ao todo, seis municípios sediaram os encontros: Santa Cruz do Sul, Camaquã, Venâncio Aires, Rio Pardo, Candelária e Arroio do Tigre. De acordo com o parlamentar, a partir dos eventos realizados, um relatório final apontará as dificuldades e preocupações relacionadas a possíveis sanções que possam impactar a cadeia produtiva do tabaco.

“Diferentemente de outros países desenvolvidos, como é o caso dos Estados Unidos, o Brasil se curvou ao politicamente correto ao assinar a Convenção-Quadro, o que considero ter sido um erro. De lá para cá, diversas restrições foram feitas a este setor e vamos levar esse documento aos principais representantes do governo federal que integram esse movimento, para que ninguém tenha a desculpa de se omitir na defesa desse setor, para que possamos ajudar a promover o debate mais respeitoso, mas também mais responsável em torno de toda a cadeia produtiva”, destaca o deputado Marcus Vinícius.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, participou da audiência realizada em Venâncio Aires. O executivo também acompanhará a leitura do relatório final na próxima terça-feira, 29 de agosto, às 16 horas, no Parque de Exposições Assis Brasil, durante a programação da 46ª Expointer. Para Schünke, o documento será uma ferramenta importante na defesa da cadeia produtiva. “A COP é a pior ditadura que existe, onde o nosso negócio é discutido e não podemos participar. O Brasil, que deveria ser o protagonista na defesa da produção e da exportação do produto, segue na direção contrária, adotando de forma mais acelerada que outros países que não são produtores e exportadores, as recomendações feitas nas Conferências das Partes”, enfatizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 360 Visualizações
Ensino

Diversidade cultural é tema de seminário do Instituto Crescer Legal

Por Marina Klein Telles 26/05/2023
Por Marina Klein Telles

A diversidade cultural nas comunidades foi o tema do Seminário de Vivências e Integração de Aprendizes Rurais promovido pelo Instituto Crescer Legal na quinta-feira, 25 de maio. O evento, realizado de forma virtual, reuniu os jovens aprendizes das sete turmas do curso de Gestão Rural e Empreendedorismo do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. O encontro foi acompanhado pela equipe pedagógica, educadores e membros da diretoria do Instituto, e contou também com a participação de egressos.

Na abertura do evento, as turmas foram situadas geograficamente e foram listadas algumas curiosidades dos municípios que sediam as atividades do Instituto, entre eles, Itaiópolis, em Santa Catarina, que fica a 583 quilômetros de distância da sede do Instituto, em Santa Cruz do Sul e que sedia, pelo primeiro ano, uma turma do Instituto em solo catarinense.

O diretor administrativo do Instituto, Sergio Rauber, saudou os jovens aprendizes que compartilharam as principais atividades realizadas até o momento. Explanações sobre ações como a árvore da vida, a casa dos sonhos, trilha ambiental, maquetes das propriedades, mapa mental geográfico, fases da lua, diagnóstico da localidade, entre outras, foram apresentadas pelos jovens. Ao final das apresentações, os educadores trouxeram uma proposta “deliciosa”: a criação de um livro de receita das turmas do Instituto Crescer Legal. Cada turma contribuirá com cinco receitas para o livro que tem como objetivo criar conexões culturais e demonstrar a diversidade gastronômica das turmas de 2023.

“É com muita satisfação que vemos essa diversidade e percebemos o quão longe o Instituto já chegou. Nosso objetivo é esse: gerar oportunidade, desenvolver habilidades pessoais e profissionais, e, o mais importante: que sejam felizes, no caminho que vocês escolheram, com dedicação e acreditando que sim, nós podemos!”, falou aos jovens Iro Schünke, diretor presidente do Instituto.

Iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas, o Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Com a validação do Ministério do Trabalho, construída por meio do engajamento ao Fórum Gaúcho de Aprendizagem Profissional, o inovador método do Programa de Aprendizagem Profissional Rural alia educação profissional e renda. Desde que foi implementado, em 2016, o Programa de Aprendizagem Profissional Rural já abrangeu 15 municípios gaúchos, totalizando 40 turmas e 741 jovens aprendizes rurais certificados. Em 2023, 160 jovens são atendidos pelo Instituto Crescer Legal e foram contratados como jovens aprendizes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2023 0 Comentários 491 Visualizações

Edição 296 | Jun 2025

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