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Business

Farmácias registram aumento da demanda, na contramão da crise do coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 06/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O segmento de farmácias tem registrado um aumento das vendas nesse período de isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus. Na contramão de outros setores, como alimentação fora do lar ou salões de beleza, por exemplo, as farmácias tiveram no Brasil um incremento de 15% nas demandas, de acordo com pesquisa feita pelo Boston Consulting Group. Apesar disso, e mesmo não sendo obrigadas a fecharem as portas, esses negócios também precisam estar atentos aos desafios impostos por esse momento.

O analista Geraldo da Costa, da unidade de competitividade do Sebrae, lembra que as farmácias – pelo fato de continuarem atendendo ao público – devem redobrar os cuidados para evitar a contaminação dos funcionários e clientes. “Iniciativas como criar horários alternativos para atender aos grupos de risco, fazer marcações na fila para que seja obedecida a distância mínima entre as pessoas, criar barreiras protetoras nos caixas ou realizar atendimento em domicílio são alguns cuidados que trazem mais segurança e tranquilidade”, comenta Geraldo.

Segundo o especialista, as empresas também não podem deixar de ter em conta os cuidados com a gestão do negócio. “Os donos dos pequenos negócios precisam avaliar se estão usando toda a mão de obra contratada e avaliar a possibilidade de dar férias a parte da equipe, por exemplo”, comenta Geraldo. Outra iniciativa importante é aproveitar o momento para capacitar os funcionários por meio das inúmeras ferramentas de qualificação online disponíveis.

Geraldo da Costa lembra ainda que em momentos de crise é fundamental que os empreendedores estejam focados no equilíbrio do fluxo da caixa. Nesse sentido, negociar a redução dos custos do negócio é algo que deve ser buscado permanentemente. “Ninguém sabe quanto tempo essa crise vai durar e se a alta na demanda nas farmácias vai permanecer. Por isso, discutir a extensão dos prazos de pagamento com fornecedores, os valores e prazos no aluguel das lojas, a redução das taxas dos serviços de entrega… Tudo o que for possível negociar, deve ser tentado”, comenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2020 0 Comentários 460 Visualizações
Business

Pesquisa do Sebrae revela que 89% dos pequenos negócios já enfrentam queda no faturamento

Por Gabrielle Pacheco 02/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os primeiros dias de restrição à circulação de pessoas e isolamento social, em decorrência do Coronavírus, já atingem o equilíbrio financeiro das empresas e ameaça a sobrevivência de milhões de pequenos negócios no país. Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, 89% das micro e pequenas empresas brasileiras já observam uma queda no seu faturamento. E 36% dos empreendedores afirmam que precisarão fechar o negócio permanentemente, em 1 mês, caso as restrições adotadas até agora permaneçam por mais tempo.

A pesquisa, feita entre os dias 20 e 23 de março, junto a um universo de 9.105 donos de pequenos negócios, revelou que, na média, a redução no faturamento das empresas foi de 69%. Os empresários ouvidos pelo Sebrae ressaltam que, mesmo adotando uma estratégia de venda online, o faturamento anual do negócio sofreria uma queda de 74%, caso as políticas de isolamento social sejam mantidas por um período de dois meses.

Com a expressiva queda nas vendas, 54% dos empreendedores já preveem que precisarão solicitar empréstimos para manter o negócio em funcionamento sem gerar demissões. E, avaliando as perspectivas da economia brasileira, 33% dos empresários entrevistados acreditam que o país deve levar um ano ou mais para voltar ao normal.

As medidas de restrição ao deslocamento de pessoas já fizeram com que 42% dos empresários tomassem a decisão de fechar temporariamente o negócio e levou 26% a reduzir a jornada de trabalho da empresa.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa confirma a importância e a urgência de medidas de socorro aos pequenos negócios. “As pequenas empresas representam 99% de todos os empreendimentos do país e geram mais da metade dos empregos formais. A situação provocada pela pandemia exige de todos os agentes públicos o compromisso pela busca de soluções concretas e rápidas para os problemas que essas empresas estão enfrentando no dia a dia da crise”, destaca Melles. O presidente do Sebrae ressalta que a instituição está atuando junto às diferentes instâncias de governo, ao Congresso e ao Judiciário para o desenvolvimento dessas soluções. “O Sebrae está, nesse momento, ao lado dos empresários e disponibilizando todo o apoio por meio das diferentes plataformas de atendimento”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2020 0 Comentários 605 Visualizações
Business

Fundo do Sebrae vai viabilizar financiamentos de até R$ 12 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas

Por Gabrielle Pacheco 01/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nos próximos três meses, o Sebrae vai destinar 50% da sua arrecadação para ampliar o crédito aos pequenos negócios. Os recursos vão fortalecer o Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe) e permitir um aumento nas operações de microcrédito com taxas mais baixas, maior prazo e melhor período de carência. A operação de socorro deve começar com R$ 1 bilhão em garantias, o que permitirá a concessão de aproximadamente R$ 12 bilhões em crédito para pequenos negócios. A ação foi anunciada nesta terça-feira, 31, na Medida Provisória 932, publicada pelo Governo Federal.

O Fampe viabiliza a garantia necessária às micro e pequenas empresas, atendendo às exigências das instituições financeiras para conceder operações de crédito. O fundo de aval disponibilizado pelo Sebrae pode alavancar empréstimos no valor de 8 a 12 vezes o seu patrimônio. O Fampe conta com aproximadamente R$ 470 milhões em recursos disponíveis e, a partir da MP contará com mais R$ 500 milhões para benefício direito aos pequenos negócios.

“Um dos maiores obstáculos no acesso dos pequenos negócios ao crédito é a exigência de garantias feita pelas instituições financeiras. Nesse sentido, o Fampe funciona como um salvo-conduto, que vai permitir aos pequenos negócios, incluindo até o microempreendedor individual, obterem os recursos para capital de giro, tão necessários para atravessarem a crise provocada pela pandemia do Coronavírus, mantendo os negócios e os empregos”, explica o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Segundo Melles, o regulamento do Fampe está sendo customizado ao momento atual, de modo a assegurar aos donos de pequenos negócios as condições adequadas de prazo de pagamento, taxas de juros e período de carência. “Entendemos que esse é um momento especial, que exige um esforço de todos os agentes envolvidos na operação. Precisamos adequar as condições do crédito à realidade atual das empresas, que perderam seu faturamento”, comenta o presidente do Sebrae. “Também estamos em negociação com novos parceiros como governos estaduais, bancos e outros agentes financeiros para ampliar o volume de recursos disponíveis no Fampe e estender o crédito a mais empresas”, acrescenta.

Além de entrar com verba para alavancar o volume de operações de microcrédito, o grande diferencial do Fampe é que o Sebrae vai acompanhar os donos de pequenos negócios que forem às instituições financeiras tomar empréstimos. “Serão operações de crédito assistidas, com a orientação do Sebrae funcionando como um fator mitigador do risco aos agentes financeiros. Para isso, estamos colocando à disposição dessas micro e pequenas empresas todo o portfólio de produtos e serviços do Sebrae, entre cursos, consultorias, capacitações”, acrescenta Melles.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2020 0 Comentários 437 Visualizações
Business

Senado aprova auxílio emergencial de R$ 600

Por Gabrielle Pacheco 31/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi aprovada pelo Senado Federal nesta segunda-feira, 30, a proposta de auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais de baixa renda durante a pandemia do novo coronavírus. A medida deve dar fôlego a milhares de Microempreendedores Individuais e será destinado a cidadãos maiores de idade sem emprego formal, mas na condição de trabalhadores informais, MEI ou contribuintes da Previdência Social. O texto segue agora para sanção presidencial, mas o início dos pagamentos dependerá de regulamentação do Poder Executivo.

Os líderes do Senado concordaram em não fazer alterações que mudassem o mérito do projeto aprovado na semana passada pela Câmara dos Deputados para não adiar o pagamento dos R$ 600. Se sofresse mudanças, a proposta teria de ser analisada de novo pelos deputados federais. A medida aprovada pelos senadores deve durar, em princípio, três meses, mas poderá ser prorrogada. O valor poderá ser acumulado por até dois membros de uma mesma família, chegando a R$ 1.200. 

Para abranger mais categorias e pessoas como aptas a receber o benefício, o Senado deve elaborar um novo projeto com base em sugestões apresentadas e não contempladas para que o texto aprovado hoje já fosse à sanção presidencial. Deverão ser incluídos nessa nova proposta, por exemplo, taxistas, pescadores artesanais, mães menores de idade, indígenas, caminhoneiros e músicos.

“Mais do que positivo, este esforço do Legislativo é fundamental para que milhares de informais e MEI atravessem o período de crise. Estamos orientando e dando dicas de gestão para se reinventarem neste período de isolamento social, mas é preciso reforçar o caixa para garantir a sobrevivência destes negócios”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Critérios para o benefício

O projeto estabelece que, no período de três meses, o auxílio poderá ser concedido ao trabalhador maior de 18 anos, que não tenha emprego formal e cuja renda familiar mensal seja de até três salários mínimos (R$ 3.135) ou de até meio salário mínimo (R$ 522,50) por pessoa. A pessoa também não pode receber aposentadoria, seguro-desemprego ou benefício de outro programa de transferência de renda federal, a não ser o Bolsa Família. Se receber o Bolsa Família, o trabalhador receberá o benefício de maior valor de forma automática. Também não pode ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

O benefício poderá ser pago a até dois membros da mesma família. Se a mãe de família for a única trabalhadora e responsável pelo lar, terá direito ao valor de R$ 1.200 mensais. Outro pré-requisito é que a pessoa atenda a uma das seguintes condições: ser microempreendedor individual (MEI), contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social ou trabalhador informal inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) até 20 de março deste ano.

Quem não estava inscrito até a referida data poderá fazer uma autodeclaração para ter acesso ao benefício. A regularidade da situação do trabalhador será verificada pelo governo posteriormente. Segundo o relatório do projeto no Senado, os trabalhadores por conta própria “não registrados como MEI ou contribuinte individual da Previdência também receberão o benefício” desde que cumpram os demais pré-requisitos. O auxílio será pago por bancos públicos federais em conta tipo poupança social digital, de forma automática, sem a necessidade de apresentação de documentos nem tarifas de manutenção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2020 0 Comentários 453 Visualizações
Business

Sebrae e Abrasel oferecem cursos online gratuitos para empreendedores

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae, em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), oferece uma série de cursos online para empreendedores do ramo de alimentação fora do lar. As aulas são totalmente gratuitas e voltadas para a contenção da crise econômica do segmento, ocasionada pela expansão do novo Coronavírus no Brasil. Para acessar a página da Conexão Abrasel clique aqui.

Dentre as opções disponíveis na plataforma estão: Como aumentar minhas vendas usando canais de delivery, Qualidade e Segurança de Alimentos, Gerenciamento de Fornecedores e Marketing Digital. O conteúdo disponibilizado inclui ebooks e vídeos explicativos. Após o contato com as aulas, os empreendedores podem fazer um teste avaliativo e retirar o certificado de conclusão dos cursos.

Os interessados em se qualificar podem preencher um breve cadastro na página da Abrasel, informar e-mail e senha para acesso. Após a avaliação dos dados, o conteúdo estará disponível e pode ser assistido em qualquer horário. “Neste momento, o Sebrae articula diferentes ações para fortalecer a atuação de donos de micro e pequenos negócios. Empreendedores podem contar, inclusive, com atendimento online em todos os estados”, pontua Carlos Melles, presidente do Sebrae.

Somam-se a esses conteúdos voltados ao momento de crise, outros 26 temas também direcionados à área de alimentação. Paralelamente, o Sebrae oferece outras opções de cursos aos diversos segmentos dos pequenos negócios. São mais de 115 opções de aulas online disponíveis na página oficial do Sebrae. Gestão Financeira, Como Aprender a Empreender, Atendimento ao Cliente e Como Desenvolver uma Liderança de Alto Nível estão entre os mais procurados no momento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2020 0 Comentários 567 Visualizações
Business

Pequenos mercados investem em novas estratégias em meio à crise

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em um cenário de muitas incertezas, em virtude do avanço da pandemia do novo coronavírus, os donos de pequenos negócios buscam novas estratégias para minimizar os prejuízos.  Entre os setores mais afetados estão os que funcionam de portas abertas e dependem da circulação de pessoas. Assim como muitos segmentos, os mercados de bairro também enfrentam queda no faturamento com a perda de clientes e ainda sofrem com aumento de custos em aquisições.

Em um primeiro momento, a orientação do Sebrae aos empreendedores é reavaliar sua estrutura de custos e estratégias de posicionamento. “É o momento de revisar os custos e, durante essa análise, tomar medidas sejam elas de redução de custo, quando é possível renegociar um aluguel, por exemplo, ou até mesmo renegociar prazos de alguns pagamentos, o que pode ser feito direto com fornecedores”, destacou o gerente de Competitividade do Sebrae, Cesar Rissete.

Os serviços de entrega (delivery) têm se tornado uma importante estratégia dos pequenos mercados para chegar até os clientes que cumprem recomendações de não sair de casa em virtude da quarentena. Outra opção é o cliente encomendar suas compras e retirar os pedidos já previamente organizados, em um sistema de take out. O gerente do Sebrae explica que o empreendedor deve ter em mente que os clientes existem e continuam tendo a necessidade de comprar, mas devido às novas circunstâncias, não estão indo fisicamente até o negócio com a mesma frequência. “É muito importante que o dono do negócio mantenha a conexão com esse cliente, seja por meio das mídias digitais, de plataformas de entrega já existentes ou ainda, reconfigure o negócio para um delivery próprio para que minimize o impacto de uma provável perda de receita no estabelecimento”, analisou.

Além disso, os donos de pequenos negócios podem buscar parcerias, se aproximando de iniciativas de cooperação e solidariedade que se espalham pela própria comunidade, com a venda de cestas básicas, por exemplo. Para o gerente do Sebrae, a adaptação ao cenário de crise pode representar vantagens no futuro e a oportunidade de tornar práticas, como análise do fluxo de caixa e cuidados sanitários dos colaboradores ainda mais constantes. “Toda crise gera mudanças e é preciso enxergar novas possibilidades para aproveitar o momento e se conectar digitalmente com o seu cliente para fazer prospecção e ter formas diferenciadas de entregar os produtos”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2020 0 Comentários 361 Visualizações
Business

Como o crédito liberado pelo governo vai ajudar a sobrevivência dos pequenos negócios

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Responsáveis por 54% dos empregos formais do país, as micro e pequenas empresas devem ganhar fôlego para sobreviver durante a crise provocada pelo novo coronavírus. Para o Sebrae, o lançamento de uma linha de crédito para financiar a folha de pagamentos de pequenas e médias empresas, como forma de apoiá-las, é fundamental para garantir a sobrevivência dos negócios. A medida foi divulgada nesta sexta-feira (27) em pronunciamento conjunto feito presidente Jair Bolsonaro, com a presença dos presidentes do Banco Central, Roberto Campos Neto; da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães; e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano.

A linha emergencial de financiamento, com um aporte de R$ 40 bilhões, deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões. Essa linha vai financiar dois meses da folha de pagamento, com volume de R$ 20 bilhões por mês. O valor financiável por empregado é até 2 salários mínimos. O dinheiro irá direto para a conta do trabalhador. De acordo com medida, a empresa que aderir a essa linha fica obrigada a manter o emprego durante os dois meses de programa. O governo vai entrar com 85% dos recursos, os bancos entram com 15%.

Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, essa linha de crédito é essencial para a sobrevivência dos pequenos negócios, que são o alicerce da economia brasileira. “O Brasil tem 16,9 milhões de pequenos negócios, equivalentes a 44,3% da massa salarial do país e 29,5% do PIB nacional. Essas empresas estão entre as mais vulneráveis na crise. Agora, esses empreendedores começam a enxergar um horizonte”, avalia Meles. “´Nós temos insistido na importância de incentivar a população a comprar dos pequenos negócios. Mais do que nunca, é hora de acreditar no pequeno comércio de bairro perto de nossas casas para a compra de produtos e utilização de serviços pagos, bem como pela internet e por aplicativos”, conclui o presidente do Sebrae.

Caixa e Sebrae negociam linha com recursos do Fampe

A Caixa está estruturando uma linha de crédito com taxas diferenciadas e prazos de carência que contarão com a garantia do Fundo de Aval da Micro e Pequena Empresa (Fampe). Com patrimônio atual de R$ 476 milhões para alavancagem de empréstimos, o Fampe, gerido pelo Sebrae, passa por um processo de reformulação para favorecer o acesso a crédito das micro e pequenas empresas, principalmente com foco no enfrentamento da crise do Coronavírus.

O Fampe garante até 80% do valor do financiamento diretamente com os bancos. O aval do fundo diminui o risco das operações e, assim os agentes financeiros passam a emprestar mais.

A partir do processo de reformulação, nesse momento em articulação com a Caixa, o Fampe terá o acréscimo de R$ 500 milhões em aporte de garantias, passando a ter novo patrimônio de R$ 976 milhões. Esse novo aporte permitirá a alavancagem para operações entre R$ 8 e R$ 12 bilhões para micro e pequenas empresas, por meio da garantia real. Todo o crédito será assistido pelo Sebrae em todas as etapas desde a liberação até a liquidação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2020 0 Comentários 516 Visualizações
Business

Sebrae lança campanhas para ajudar os pequenos negócios a superarem a crise do coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae lançou no último sábado, 28, duas novas iniciativas com o objetivo de apoiar e orientar os pequenos negócios durante a crise provocada pelo Covid-19. As campanhas “Compre do Pequeno” e “Sebrae ao seu lado” serão veiculadas nas TVs aberta e fechada e na internet. As peças da campanha fortalecem a importância dos pequenos negócios para o país e estimulam a sociedade brasileira a privilegiar as micro e pequenas empresas nesse momento de crise, preservando os negócios locais e milhões de empregos.

A campanha “Compre do Pequeno” alerta que durante esses tempos de isolamento social, é importante cuidar de nós mesmos e das pessoas que estão ao nosso lado e que o ato de priorizar, no momento da compra, a opção pelos pequenos negócios, ajuda a manter a população perto de casa e as micro e pequenas empresas a ficarem mais fortes, mantendo empregos e a economia local funcionando. A campanha estará nos canais de TV aberta e canais por assinatura durante boa parte do mês de abril e nas mídias sociais e portais de notícia até o final de abril.

“Sebrae ao seu lado” é uma campanha que tem como público os Microempreendedores Individuais (MEI), microempresários e donos de pequenos negócios. A campanha lembra que, em tempos difíceis como esse, todo mundo precisa se adaptar e que os empresários não estão sozinhos. Os anúncios estarão nas TVs aberta e por assinatura, bem como nas mídias sociais, informando que o Sebrae continua apoiando os micro e pequenos negócios com uma força tarefa virtual, que está trabalhando para encontrar soluções e oportunidades para que esses empresários possam enfrentar os desafios do momento. Os especialistas do Sebrae estão atendendo por telefone, pelo portal e pelas redes sociais, esclarecendo dúvidas e dando orientações.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, reforça que os pequenos negócios são o alicerce da economia brasileira. “O Brasil tem quase 17 milhões de micro e pequenas empresas, que respondem por quase metade da massa salarial do país e aproximadamente 30% do PIB nacional. Mas, nesse momento, o setor está entre os mais vulneráveis à crise”, destaca Melles. “Por isso, insistimos na importância de incentivar a população a comprar dos pequenos negócios. Mais do que nunca, é hora de priorizar o pequeno comércio de bairro, perto de nossas casas, para a compra de produtos e utilização de serviços pagos, bem como pela internet e por aplicativos”, ressalta o presidente do Sebrae.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2020 0 Comentários 472 Visualizações
Business

Pequenos negócios de impacto social fazem a diferença no combate ao coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 27/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

O avanço da pandemia do Coronavírus no país mudou a rotina das pessoas após a determinação do fechamento do comércio em muitas capitais brasileiras e a recomendação de isolamento social preventivo. Os reflexos são sentidos em todos os aspectos da sociedade, desde os sociais aos econômicos. Em meio ao clima de apreensão e incerteza, os pequenos negócios considerados de impacto social encontram espaço fértil para atuação no combate aos prejuízos causados pela doença.

De acordo com a analista do Sebrae, Valéria Barros, a missão dos negócios sociais vai muito além de gerar lucro. “Esse tipo de negócio traz um impacto positivo que gera valor de forma coletiva ao buscar soluções para problemas da sociedade”, explicou. Mapeamento realizado em 2019 pela Pipe Social revelou que a maior parte dos negócios de impacto social no país estão localizados na região Sudeste e atuam nas áreas de tecnologia verde, com ações na preservação do meio ambiente, e cidadania, oferecendo soluções de inclusão social, questões de diversidade e gênero, dentre outras.

Em Maceió (AL), a psicóloga Vanessa Fagá e a arquiteta Evelyne Cruz criaram a startup Clube Vida Criativa para promover a ocupação e o bem-estar para o público acima dos 60 anos. Em funcionamento desde agosto do ano passado, a empresa oferece atividades, como oficinais criativas e eventos culturais para idosos na capital alagoana. Diante da crise provocada pelo novo Coronavírus, as empreendedoras estão oferecendo diversos serviços para minimizar os prejuízos causados pela doença, que impõe isolamento social, principalmente de idosos, considerados um dos grupos de risco.

Com o uso intenso das principais redes sociais e ferramentas disponíveis na internet, a empresa tem oferecido lives semanais sobre temas de interesse para os idosos em quarentena, realização de oficinais por meio de videoconferência, aulas on-line de zumba  e contato constante por meio de grupo no Whatsapp, com compartilhamento de dicas, orientações sobre como enfrentar o período sem perder qualidade de vida. “Tivemos boa receptividade e ao contrário do que muitos pensam, eles conseguem acompanhar e estão muito conectados aos meios digitais”, contou Vanessa, uma das sócias do negócio. Segundo ela, os serviços on-line não têm gerado lucro, mas tem gerado relacionamento e conexão com os clientes, algo considerado muito importante neste momento.

Além das atividades online, a startup tem oferecido serviços de auxílio para compras e cuidados para os pets, já que muitos idosos possuem animais de estimação e não podem sair de casa. O clube também está cadastrando profissionais autônomos de confiança para oferecer serviços de cabeleireiro, encanador, eletricistas, dentre outros. “Nossa ideia é criar uma rede de apoio positiva para nosso público-alvo que está mais vulnerável e precisa de um atendimento diferenciado com muito carinho”, contou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2020 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Economia criativa resiste à crise do coronavírus com uso de ferramentas online

Por Gabrielle Pacheco 26/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a chegada do coronavírus ao Brasil, uma série de ações estão sendo tomadas para conter a expansão da doença. A proibição da realização de eventos e reuniões acertou em cheio o setor dos pequenos negócios que atuam com economia criativa. Com mais de 150 mil empreendimentos na área, empregando mais de 48 mil pessoas e gerando uma massa salarial de R$ 1,3 bilhões por ano, o segmento tem se reinventado diante da crise. A internet tornou-se uma ferramenta fundamental que tem contribuído para que os microempreendedores lancem novos modelos de negócios.

Um desses casos que se revelou durante o período de quarentena, em virtude do Covid-19, é o da professora de canto, Stefanni Lanza, 34 anos, que dá aulas há 14 anos em Belo Horizonte. Autônoma, ela encontrou nas aulas de música online a solução para a proibição dos encontros para realização de suas atividades presenciais. Há mais de uma semana, ela mantém encontros virtuais e individuais com os alunos, com duração de uma hora, no formato ao vivo, onde há interação total entre professor e estudante.

“Entendemos, desde o princípio, que a situação é atípica e tomamos essas medidas emergenciais. Reformulei toda a nossa metodologia, criando exercícios e dinâmicas voltadas para a interação virtual. Além do mais, com a disponibilização desse novo formato, mantive a metade dos alunos que eu tinha, tenho conseguido novas adesões, de pessoas que diante da situação não querem ficar entediadas dentro de casa. As minhas aulas acabam funcionando como um hobby, apesar de toda essa crise, acredito que vamos superar”, afirma a professora de música.

Stefanni Lanza destaca o papel fundamental das redes sociais e da internet para conseguir manter seu negócio. “É curioso como o setor criativo é capaz de se reinventar diante da crise, é claro que estamos preocupados com a infinidade de eventos que estão sendo cancelados. Mas, em contrapartida, fico feliz ao ver iniciativas de artistas se reunindo para fazer apresentações ao vivo pela internet. É uma corrente do bem, graças à tecnologia que dispomos. Fui procurada para fazer um show online para funcionários de uma empresa de TI. O dono quer proporcionar momentos de entretenimento para os colaboradores que estão produzindo em home office. Isso é incrível, enche nossos corações de esperanças”, declara.

A analista de Competitividade do Sebrae, especialista em economia criativa, Jane Blandini, acredita que há uma tendência mundial no uso da internet como plataforma de disseminação da cultura e do entretenimento. Porém, ela reforça que os pequenos negócios precisam de incentivos do governo e da sociedade para conseguirem monetizar o seu trabalho.

“Vejo um movimento global de popularização das lives. Há museus, escolas de música, Djs, produtores e cantores que já aderiram. A visibilidade que a internet proporciona é sensacional, é uma oportunidade, mesmo dentro da crise. Para além disso, destaco iniciativas como a do governo do Ceará que abriu editais selecionando artistas para fazerem apresentações online. É importante pensar em soluções para continuar gerando renda para esses criativos”, analisa.

O Sebrae tem acompanhado de perto a reação dos pequenos negócios diante da crise do novo Coronavírus e mantém seus canais de atendimentos ativos. Uma página com diversos casos inspiradores, orientações e cursos gratuitos para empreendedores está disponível aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2020 0 Comentários 480 Visualizações
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