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Business

Startup Day 2020 reunirá milhares de pessoas online para abordar inovação pós-crise

Por Gabrielle Pacheco 15/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

No dia 30 de maio, o Sebrae realiza a 6ª edição do Startup Day, evento voltado para startups de todo o país, totalmente focado em inovação. Neste ano, o encontro será 100% virtual, com uma programação interativa e diversa, que deve reunir milhares de pessoas online. A programação geral será gratuita e aberta ao público e, neste sábado (16), às 17h, uma live com palestrante surpresa marcará o lançamento do Startup Day 2020. Também a partir deste sábado, as pré-inscrições do evento estarão disponíveis no mesmo portal.

O diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, afirma que o Startup Day é uma grande oportunidade de traçar estratégias para o mundo do empreendedorismo, principalmente em momentos de crise. “Em situações comuns, o evento já proporciona uma grande rede de conexão entre todo o ecossistema da inovação. Agora, com a crise, temos a oportunidade de ir além, desenvolvendo novas soluções para os problemas enfrentados com a pandemia. A proposta é usar todos os instrumentos tecnológicos para reunir empreendedores criativos, com sede de mudança e de superação. Um olho no presente e outro no futuro”, disse.

A palestra com o tema “Startups e os desafios durante e depois da crise” promete reunir um grande público em torno dos aspectos que desafiam os empreendedores neste momento de luta contra o Coronavírus. Entre os principais palestrantes do Startup Day 2020, estão: Douglas Gomides, Tito Gusmão, Martha Gabriel, Gil Giardeli, Flávio Pripas, Gabriel Engel, Roberto Viana, André Ferraz, entre outros. Os convidados levarão ao público novidades e tendências sobre inovação, tecnologia, marketing, vendas, transformação digital, crédito e fomento.

Pré-inscrições

Conhecido nacionalmente pelo histórico de integrar empreendedores de diversos segmentos, o Startup Day 2020 tem o desafio de ser ainda mais colaborativo, por meio do ambiente online. A programação inclui oficinas de pitch e modelagem de negócios para capacitar empreendedores, além da construção de stands virtuais, lives, shows e demoday. O evento será aberto ao público, que poderá acompanhar a programação por meio do portal e pelo aplicativo Gamefica.ai. As pré-inscrições serão abertas neste sábado (16) durante a live de aquecimento com um dos palestrantes surpresa.

Histórico

Na edição de 2019, o Startup Day aconteceu simultaneamente em 63 cidades do Brasil, tendo o envolvimento de 240 painelistas, totalizando a geração de 360h de conteúdo com a participação de mais de 12 mil pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2020 0 Comentários 426 Visualizações
Business

Senado aprova nova linha de financiamento para os pequenos negócios no país

Por Gabrielle Pacheco 27/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os empresários de pequenos negócios terão uma linha de crédito especial de valor correspondente a até 30% de sua receita bruta obtida no ano de 2019. O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 1.282/2020, que já havia sido analisado na quarta-feira, 22, pela Câmara dos Deputados, como forma de substitutivo da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), e retornou à análise dos senadores por causa das mudanças feitas no texto original. O texto agora segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O senador Jorginho Mello (PL-SC) foi o responsável pela apresentação projeto, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), tendo como relatora a senadora Kátia Abreu (PP-TO), que acatou as mudanças feitas pela Câmara. Os deputados propuseram que o programa especial desse um crédito no valor total de R$ 10,9 bilhões para fortalecer as micro e pequenas empresas em meio à crise econômica e à pandemia de Covid-19. Em seu relatório, a deputada Joyce Hasselmann (PSL-SP) ampliou o aporte de crédito da União para R$ 15,9 bilhões, em acordo feito com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na votação da última sexta-feira, 24, o projeto foi aprovado por unanimidade, com 74 votos dos senadores. Na ocasião, a senadora Kátia Abreu elogiou a deputada Joyce Hassselmann, que fez algumas mudanças na proposta em conjunto com a relatora. “Ela não fez nada sem nos consultar, mostrando desprendimento”, observou Kátia Abreu. “Todas nossas sugestões de modificações foram incluídas pela deputada, que também acrescentou coisas maravilhosas”, explicou a senadora.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a aprovação do projeto pelo Senado foi mais uma vitória dos pequenos negócios, depois de a proposta ter passado pela Câmara. “O Sebrae, em diversas parcerias, fez uma grande mobilização para montar uma estratégica rede de proteção emergencial a todo segmento”, explicou Melles, ressaltando ainda que os Microempreendedores Individuais (MEI) foram beneficiados com um socorro emergencial de R$ 600 que atende parcialmente o setor. “Para os pequenos negócios estamos trabalhando em várias frentes para ofertar crédito em condições mais favoráveis”, ressalta o presidente do Sebrae.

Entre as mudanças relevantes na política em prol dos pequenos negócios está tornar o Pronampe uma política permanente de apoio do segmento e, não mais um programa emergencial. Outra alteração importante foi a substituição do BNDES pelo Banco do Brasil como instituição financeira gestora do fundo garantidor dos empréstimos. Entre outros benefícios está a diminuição da taxa de juros. De acordo com a proposta, ela será de 1,25% ao ano, mais a taxa Selic que, tende a decrescer e ficar entre 1,75% e 2,5%, até o final do ano. A carência também foi ampliada, de 6 para 8 meses.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2020 0 Comentários 584 Visualizações
Business

Medida Provisória da flexibilização do trabalho já preservou cerca de 2 milhões de empregos

Por Gabrielle Pacheco 23/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A crise econômica provocada pelo coronavírus atinge em cheio os quase 17 milhões de pequenos negócios no Brasil, responsáveis pela geração de quase metade de todos os empregos formais do país. Nesse contexto, um dos maiores desafios enfrentados pelos governos tem sido a manutenção desses postos de trabalho. A flexibilização dos contratos trabalhistas, autorizada pela Medida Provisória 936, tem se apresentado como umas das principais medidas econômicas de combate aos efeitos da Covid-19 na economia. De acordo com dados divulgados pelo ministério da Economia, cerca de 2 milhões de empregos já foram preservados com a iniciativa.

A medida permite que empregadores reduzam as jornadas de trabalho, com pagamentos de salários proporcionais ou até suspendam temporariamente o contrato, mantendo o pagamento do benefício emergencial subsidiado pelo governo federal, tudo negociado diretamente com o empregado.

Ana Paula Resende Brant é dona do Fred Restaurante, em Brasília, com 33 funcionários. A empresária aderiu às regras de flexibilização com praticamente toda a sua equipe. “Remanejei o pessoal, de acordo com cada perfil, para não precisar demitir ninguém. Muitos garçons fazem atendimento nos aplicativos de delivery. Tive casos de redução da carga horária e suspensão dos contratos. Meus colaboradores são antigos, estão comigo há muitos anos”, conta.

“Infelizmente estamos vivendo uma situação totalmente atípica, enfrentando um período de insegurança total. A adaptação das pequenas empresas é constante. Todos os dias estamos aprendendo alguma coisa. De certa forma, essa medida possibilita que a gente mantenha empregos de pessoas que são mais que funcionários, são como uma família mesmo”, acrescenta Ana Paula.

Para o Gerente da Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial do Sebrae Nacional, Silas Santiago, a MP traz facilitadores para a sobrevivência das micro e pequenas empresas. “O isolamento social traz uma nova configuração de funcionamento para os negócios. O fato do empregador poder flexibilizar os horários, ter uma ajuda do governo para pagar os salários é excelente para esse período de adaptação. A empresa tem autonomia para gerenciar suas necessidades e manter a mão de obra. Sem dúvidas, essa iniciativa é uma proteção para os empregos, preserva a gestão da micro e pequena empresa, além de trazer benefícios para o trabalhador”, analisa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2020 0 Comentários 413 Visualizações
Business

Site “Vamos Vencer” orienta pequenos negócios sobre medidas do governo para enfrentar a crise

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios que buscam orientação sobre como enfrentar esse momento de crise econômica causado pelo avanço do coronavírus ganharam mais um canal de apoio do Governo Federal. Já está disponível, na internet, a página Vamos Vencer, desenvolvida pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) do Ministério da Economia. O objetivo é sanar, ao máximo, as dúvidas dos empresários e mantê-los atualizados.

Em formato de perguntas e respostas, a página orienta empreendedores dos segmentos da indústria, comércio e serviços sobre as medidas tomadas pelo governo durante a pandemia. Os perfis de acesso foram divididos pelo porte da empresa e pelo setor produtivo. Com modo simples de navegação, os donos de pequenos negócios podem acessar informações oficiais e atualizadas diariamente sobre o trabalho emergencial de apoio ao setor produtivo com a adoção de medidas durante o estado de calamidade pública.

Dentro dos perfis, o empreendedor encontra orientações sobre cada medida anunciada para dar fôlego ao fluxo de caixa, por exemplo, com o adiamento do pagamento dos impostos federais no Simples Nacional; ações relacionadas ao crédito com informações sobre a linha emergencial para folha de pagamento; medidas de desburocratização com a prorrogação do prazo de validade das Certidões Negativas de Débito, dentre outras.

De acordo com o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Da Costa, o material disponibilizado ajuda o empresariado a organizar melhor a gestão do negócio. Ele destaca que o Governo e o Ministério da Economia, sob liderança do ministro Paulo Guedes, estão comprometidos com a manutenção dos empregos e com a saúde dos brasileiros. “Estamos trabalhando incansavelmente para receber e atender os pleitos do setor. Há uma equipe centrada em cruzar os pedidos com as ações de governo. É um compromisso nosso na área de crédito e na área tributária, para que os empregos sejam preservados e os empresários passem por esse período, cada dia mais fortes”,  esclareceu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 557 Visualizações
Variedades

Em tempo de crise, renegociação entre locadores e locatários é a melhor solução

Por Gabrielle Pacheco 14/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Renegociação é a principal orientação dada pelo Sebrae para locatários e locadores que possuem contrato de aluguel de pontos comerciais, neste momento de crise ocasionada pela pandemia do novo coronavírus. O fechamento de estabelecimentos e shopping centers, determinado por decretos estaduais e municipais, inviabilizou nas últimas semanas o exercício da atividade empresarial ocasionando perdas expressivas, especialmente nos segmentos de comércio e serviços.

 

“Até esse momento, não há uma legislação específica para os contratos de locação durante a pandemia. Por isso, a recomendação é a renegociação dos contratos”, observa a analista Cecília Delalibera, da Unidade de Assessoria Jurídica do Sebrae. De acordo com pesquisas da instituição, 88% dos empresários ouvidos viram seu faturamento cair (a perda foi de 75% em média) com o isolamento social. Todavia, muitos setores estão buscando alternativas para vender fora de seus pontos comerciais, como é o caso do comércio e do serviço. “É um fato imprevisível e é necessário levar em consideração que há um novo cenário acontecendo”, contextualiza Cecília.

O Sebrae avalia que a renegociação extrajudicial, pautada na boa fé e no bom senso das partes envolvidas é o caminho mais indicado a ser seguido. A Lei do inquilinato, em seus artigos 17 e 18 prestigiam a liberdade na convenção do aluguel, sendo inclusive expressamente permitido às partes fixar, de comum acordo, novos valores.

“A renegociação extrajudicial desses contratos, pautada nos princípios da boa fé, lealdade processual e sobretudo no bom senso e solidariedade das partes envolvidas, é o caminho mais indicado”, pondera Cecília. A especialista explica ainda que o Código Civil também traz fundamento para a renegociação. Assim, locador e locatário podem acordar, por exemplo, a concessão de desconto no valor do aluguel, por prazo determinado, como por exemplo 3 meses a contar do início da pandemia, ajustando o valor que seja proporcional à restrição sofrida pelo locatário. “Uma outra saída é ajustar um desconto por prazo determinado, com prorrogação do pagamento do valor para período posterior, como o desconto de 50% do valor do aluguel por três meses, para pagamento do valor correspondente no ano seguinte”, exemplifica a analista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2020 0 Comentários 563 Visualizações
Business

Sebrae orienta clínicas e consultórios particulares a gerenciar melhor os negócios nesta fase de pandemia

Por Gabrielle Pacheco 13/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae faz um alerta para que pequenos negócios do ramo de saúde, como clínicas médicas, psicológicas e de odontologia, estejam com o quadro financeiro em dia, sem se descuidar da saúde de funcionários e “clientes/pacientes”. O atendimento em tempos de pandemia tem gerado preocupação no setor econômico. Estudo feito pelo Sebrae mostra que o avanço do Coronavírus exige que se tenha cuidado especial com a gestão, o atendimento ao cliente dos estabelecimentos e com a comunicação. As orientações são destinadas não apenas aos consultórios; mas, também, aos profissionais liberais que atuam na área, hoje uma das mais vulneráveis aos impactos da crise no país.

Na questão do atendimento aos pacientes, são necessárias algumas medidas, como na recepção do paciente, no consultório ou com a preparação da equipe. O ideal é que o atendente esteja protegido por máscara e luvas, pois neste primeiro contato não se sabe se o paciente está com problemas respiratórios ou outros sintomas. É necessário ainda garantir que pacientes e profissionais tenham acesso aos suprimentos para higiene das mãos nas entradas dos serviços de saúde, nas salas de espera e nas áreas de atendimento.

A comunicação visual, uso de placas, pôsteres e outros mecanismos, é uma estratégia de eficácia comprovada também nos consultórios. A recomendação é colocar cartazes alertando pacientes com problemas respiratórios para que solicitem máscaras logo ao entrarem na recepção do estabelecimento. É indicado ainda que os médicos higienizem as mãos antes e depois de todo contato com o paciente, com material potencialmente infeccioso e antes de colocar e remover os equipamentos de proteção individual, incluindo luvas. O profissional deve sempre usar máscara para atender pacientes com problemas respiratórios.

“Na questão da gestão, o estabelecimento deve se adaptar à realidade, procurando reduzir custos, como internet, telefone, energia elétrica, água, entre outros insumos. É importante que se passe ao cliente e paciente, que todos os cuidados estão sendo tomados. Isso transmite confiança”, observa o analista Geraldo da Costa, da Unidade de Competitividade do Sebrae.

As empresas também devem investir em capacitação remota para os colaboradores e parceiros e estabelecer horários de descanso, oferecendo serviços que facilitem a vida das pessoas, como alimentação, fornecimento de roupas de trabalho, salas de repouso e instalações com chuveiros e facilidades para a higienização corporal ao entrar e ao sair dos plantões, por exemplo. Por fim, o Sebrae chama atenção para o uso racional dos insumos necessários ao atendimento, evitando o uso indevido, desperdícios e desabastecimento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2020 0 Comentários 565 Visualizações
Business

Pequenos negócios já representam 30% do Produto Interno Bruto do país

Por Gabrielle Pacheco 09/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nas últimas três décadas, as micro e pequenas empresas (MPE) vêm desempenhando um papel cada vez mais estratégico na economia brasileira, e hoje já respondem por 30% do valor adicionado ao PIB do país. Isso é o que aponta o estudo “Participação das MPE na economia nacional e regional”, elaborado pelo Sebrae e Fundação Getúlio Varga (FGV), que confirma um movimento consistente e crescente da importância dos pequenos negócios na geração de empregos e arrecadação de impostos, que vem desde 1985, quando a participação das MPE alcançou 21% do PIB.

Segundo o estudo, a força das MPE é notada principalmente nas atividades de Comércio e Serviços (que juntas respondem por 23% dos 30% do PIB). As características próprias desses segmentos, e o fato de estarem presentes em todos os bairros, de todos municípios brasileiros, possibilitam que as empresas de menor porte sejam competitivas e de importância fundamental no tecido social e na dinâmica econômica do país.

Analisando o peso das MPE por setor, a análise feita pelo Sebrae e FGV identificou que as MPE respondem por 53% do PIB dentro das atividades do comércio. Na Construção civil, foi observado um crescimento contínuo da participação das MPE no total do valor adicionado, saindo de 43% (em 2014), para 55% do PIB do setor (em 2017).

Em relação à geração de empregos formais, a importância das MPE é ainda mais significativa para a economia. Os pequenos negócios são responsáveis por mais da metade dos empregos formais no país, concentrados principalmente nas atividades de Comércio e de Serviços. As micro e pequenas empresas representavam, em 2017 (ano analisado pelo estudo), 66% dos empregos no Comércio, 48% nos Serviços e 43% na Indústria.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o estudo confirma o peso que os pequenos negócios têm na economia brasileira, funcionando como um amortecedor, especialmente em momentos como o que o país vive agora. “De 2006 a 2019, as micro e pequenas empresas apresentaram um resultado positivo no saldo de geração de empregos formais, sendo responsáveis pela criação de cerca de 13,5 milhões de vagas de trabalho. Como operam com poucos funcionários, elas são menos propensas a demitir, em momentos de crise, contribuindo para reduzir os impactos sobre a economia”, comenta Melles.

Segundo o presidente do Sebrae, esse fato reforça a importância das medidas adotadas nas últimas semanas para proteger as MPE dos efeitos da queda do consumo causada pela pandemia. “As políticas de extensão do acesso ao crédito, redução da burocracia, flexibilização de regras e prazos para pagamentos de impostos, entre outras, vão contribuir para salvar milhões de empresas e empregos”, reforça.

Segundo o Luiz Gustavo Barbosa, responsável pelo estudo da Fundação Getúlio Vargas, é extraordinária a participação das MPE na economia nacional em termos de geração de renda e de emprego. “Sua característica natural é ocupar espaços em atividades que não se permite economia de escala e que possuem alta intensidade de trabalho.  Essa característica mostra a necessidade de ações rápidas e de alto impacto para manter os pequenos negócios erguidos e superar a crise”, explica.

Produtividade

O estudo do Sebrae e FGV também calculou a produtividade média da economia (divisão do valor adicionado pelo quantitativo de pessoal ocupado).  As MPE apresentam produtividade mais baixa em relação às médias e grandes empresas.  Enquanto os pequenos negócios geraram, em média, R$ 53 mil, as grandes empresas contribuíram, em média, com R$ 90 mil de valor adicionado por pessoa ocupada em 2017 (diferença de 41%). Apesar disso, o levantamento mostrou que MPE vêm elevando, aos poucos, sua produtividade (em 2014 a diferença de produtividade era de 47%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2020 0 Comentários 427 Visualizações
Business

Pesquisa do Sebrae mostra que 60% dos pequenos negócios tiveram crédito negado depois da crise

Por Gabrielle Pacheco 09/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar das medidas anunciadas nas últimas semanas pelo Governo Federal, a maioria (60%) dos donos pequenos negócios que já buscou crédito no sistema financeiro desde o início da crise do Coronavírus teve o pedido negado. E ainda há bastante desconhecimento dos empresários a respeito das linhas de crédito que estão sendo disponibilizadas para evitar demissões (29% não conhecem as medidas oficiais e 57% apenas ouviu falar a respeito). Esses dados foram revelados pela segunda pesquisa “O impacto da pandemia do coronavírus nos pequenos negócios”, realizada pelo Sebrae entre os dias 3 e 7 de abril.

O levantamento, que ouviu 6.080 empreendedores de todo o país, mostrou que além da dificuldade de acesso a crédito, os pequenos negócios já tiveram que realizar as primeiras demissões por conta da crise. Nos últimos 15 dias, cerca de 18% dos empresários demitiram funcionários. Considerando o universo de 17,2 milhões de pequenas empresas no Brasil, isso significa que aproximadamente 3 milhões de empreendimentos já demitiram aproximadamente 9 milhões de trabalhadores (média de três empregados por empresa).

De acordo com a pesquisa do Sebrae, a situação financeira das empresas já não era considerada boa pela maioria dos pequenos negócios (73% disseram que era razoável ou ruim), mesmo antes da chegada da pandemia. Com a crise, a questão se agravou drasticamente. Quase 88% das empresas viram seu faturamento cair (a perda foi de 75% em média) e a estimativa é que as empresas consigam permanecer fechadas e ainda assim ter dinheiro para pagar as contas por mais 23 dias (expectativa média dos entrevistados). O estudo mostrou também que mais de 62% dos negócios interromperam temporariamente as atividades ou fecharam as portas definitivamente (o que estima-se equivaler a 602 mil empresas). Entre os 38% que continuam abertos, (5,3 milhões de empresas) a maioria mudou o seu funcionamento passando a fazer apenas entregas, atuando exclusivamente no ambiente virtual ou adotando horário reduzido.

Garantia para o crédito

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o levantamento confirma a importância das medidas que vêm sendo anunciadas pelo governo nos últimos dias, em especial a alavancagem que a instituição está fazendo no Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Nos próximos três meses, o Sebrae vai destinar pelo menos 50% da sua arrecadação, para ampliar o crédito aos pequenos negócios. A operação de socorro deve começar com R$ 1 bilhão em garantias, o que viabilizará a alavancagem de aproximadamente R$ 12 bilhões em crédito para pequenos negócios.

“Um dos maiores obstáculos no acesso dos pequenos negócios ao crédito é a exigência de garantias feita pelas instituições financeiras. Nesse sentido, o Fampe funciona como um salvo-conduto, que vai permitir aos pequenos negócios, incluindo até o microempreendedor individual, obterem os recursos para capital de giro, tão necessários para atravessarem a crise provocada pela pandemia do Coronavírus, mantendo os negócios e os empregos”, explica Carlos Melles.

Outras perguntas da pesquisa

Sua empresa mudou o funcionamento com a crise?

  • 6,6% – não mudaram a forma de funcionar
  • 31% – mudaram o funcionamento
  • 58,9% – interromperam o funcionamento temporariamente
  • 3,5 % – decidiram fechar de vez

Entre as empresas que mudaram seu funcionamento

  • 41,9% estão atuando apenas para entregas ou online
  • 41,2% – estão com horário reduzido
  • 21,6% – adotaram o teletrabalho (home office)
  • 15,3% – implementaram o rodízio de funcionários
  • 5,9% – adotaram drive thru

Como estava a situação das finanças antes da crise

  • 26,6% – era boa
  • 49% – era razoável
  • 24,4% -era ruim

 Como seu negócio está sendo afetado em termos de faturamento mensal

  • Aumentou – 2,4%
  • Diminuiu – 87,5%
  • Permaneceu igual – 2,9%
  • Não sabe ou não quis responder – 7,2%

Em relação aos funcionários – tomou alguma medida

  • 46,8% – ainda não tomou medidas
  • 28% -férias coletivas
  • 17,8% – suspensão de contrato de trabalho
  • 17% – redução da jornada de trabalho com redução de salários

Você precisará pedir empréstimos para manter seu negócio em funcionamento sem gerar demissões?

  • 54,9% – sim
  • 17% – não
  • 28,1% – não sabe ou não respondeu

 Já buscou empréstimo desde o início da crise

  • 30% – sim
  • 70% – não

Entre os que buscaram crédito

  • 11,3% – conseguiram
  • 29,5% – estão aguardando resposta
  • 59,2% – tiveram pedido negado

Sobre as medidas do governo

Auxílio emergencial para MEI, autônomo e empregados informais

  • 63,6% – ouviram falar
  • 34,2% – conhecem bem
  • 2,2% – não conhecem

Suspensão de contratos de trabalho e redução de jornada com compensação do governo para empregado

  • 62% – ouviram falar
  • 22,8% – conhecem bem
  • 15,3% – não conhecem

Linhas de crédito com juros menores para empresas que não demitirem

  • 14,2% – conhecem bem
  • 57,3% – ouviram falar
  • 28,5% -não conhecem
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2020 0 Comentários 479 Visualizações
Business

Em vigor MP que autoriza acordos de trabalho entre empresas e colaboradores

Por Gabrielle Pacheco 07/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Medida Provisória 936, conhecida como a MP dos Salários ou Trabalhista já está em vigor. Criada para ajudar as empresas e colaboradores no período de calamidade pública, a MP faz parte de um pacote de ações do Governo Federal para o enfrentamento aos efeitos da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Com a medida, o governo busca evitar demissões em massa, preservando emprego e renda dos trabalhadores, garantir a continuidade das atividades e reduzir o impacto social, em consequência do estado de calamidade pública no país, estabelecido até 31 de dezembro de 2020.

A previsão é que cerca de R$ 51,6 bilhões sejam destinados ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda para a complementação salarial, em caso de redução da jornada de trabalho, por até 90 dias, e suspensão do contrato de trabalho de funcionários, por até 60 dias.

Para o trabalhador, a principal medida é o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), que será concedido quando houver acordos. Após a realização do acordo, o empregador deverá comunicar as condições ao Ministério da Economia em até 10 dias corridos. Se o empregador não informar neste prazo, somente terá validade a partir da data que for informado. Então, o trabalhador receberá o salário normal até a data em que a informação sobre o acordo foi efetivamente prestada.

Desde segunda-feira, 6, o Ministério da Economia disponibilizou o site , que permite aos empregadores acessarem os sistemas onde podem comunicar os acordos que fizerem com seus colaboradores. Para auxiliar os donos de micro e pequenas empresas, o Sebrae esclarece os principais pontos da medida que alterou normas trabalhistas neste momento de crise.

Do que se trata a MP 936?

A MP 936 autoriza os empregadores a reduzirem salários e a jornada de trabalho dos funcionários durante a pandemia do coronavírus para evitar demissões. Também permite a suspensão temporária do contrato de trabalho. Nos dois casos, o governo vai compensar parte da perda na remuneração do trabalhador.

Qual é o valor do benefício? E quem tem direito a recebê-lo?

O valor do benefício tem como base de cálculo o valor mensal do seguro desemprego a que o empregado teria direito. O valor vai depender de qual alteração foi realizada no contrato de trabalho. O valor pago pelo governo não ultrapassará o teto do seguro desemprego, que é R$ 1.813,00. Tem direito a recebê-lo os empregados que tiverem a redução proporcional da jornada e do salário e os que tiverem temporariamente o contrato de trabalho suspenso.

Quanto tempo dura a redução da jornada de trabalho e de salários? Como vai funcionar?

O empregador pode reduzir por até 90 dias. As empresas poderão reduzir salários e jornada dos funcionários em 25%, 50% e 70%. Em caso de redução de 25%, o acordo pode ser realizado diretamente com o empregado de forma individual. Em relação aos outros percentuais, a redução para 50% e 70% poderá ser negociada diretamente com o empregado que tenha salário de até três salários mínimos, ou seja, R$ 3.135,00 ou com o empregado considerado hiperssuficiente (tenha diploma de curso superior e possua salário de R$ 12.202,12 ou mais) de acordo com a CLT. Para redução de salário dos trabalhadores que ganham entre R$ 3.135,00 e R$ 12.202,12, será necessária a intervenção do sindicato.

É possível fazer acordos com outros percentuais?

Em caso de outros percentuais, como 10%, 15%, 40% e 60%, há necessidade de acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho.

Qual é o período máximo para suspensão do contrato de trabalho e quem paga o salário neste período?

Para empresas com faturamento abaixo de 4,8 milhões, o governo pagará o equivalente a 100% do seguro desemprego a que o empregado teria direito. Para empresas com faturamento acima de 4,8 milhões, o empregador pagará 30% do salário do empregado a título de ajuda compensatória e o governo pagará o equivalente a 70% do seguro desemprego a que o empregado teria direito.

E como ficam os benefícios que o empregado recebe?

Os benefícios que o empregado recebe devem ser mantidos.

Como fica o recolhimento para Previdência Social no caso da suspensão temporária do contrato?

Durante a suspensão, o empregado poderá contribuir como segurado facultativo.

O contrato pode ser suspenso e depois ser feito acordo para redução da jornada?

Sim. No entanto, ainda que sucessivos os períodos, a soma destas duas medidas não ultrapasse 90 dias.

Como fazer em relação aos empregados que foram colocados em férias? E estão recebendo o benefício da licença-maternidade?

A decisão pela redução de jornada/salário ou suspensão temporária deverá ser encaminhada ao empregado com antecedência mínima de dois dias. Recomenda-se aguardar o fim das férias para propor qualquer das medidas. A licença maternidade não gera o direito ao benefício emergencial. Em razão da empregada ser beneficiária da previdência social (Licença Maternidade), o benefício emergencial não será devido a ela.

A medida contempla de alguma forma o pro-labore?

Não. A medida não tratou de sócios que percebam pro-labore, apenas de empregados com vínculos formais, exigindo assim uma relação de emprego.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2020 0 Comentários 422 Visualizações
Business

Farmácias registram aumento da demanda, na contramão da crise do coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 06/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O segmento de farmácias tem registrado um aumento das vendas nesse período de isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus. Na contramão de outros setores, como alimentação fora do lar ou salões de beleza, por exemplo, as farmácias tiveram no Brasil um incremento de 15% nas demandas, de acordo com pesquisa feita pelo Boston Consulting Group. Apesar disso, e mesmo não sendo obrigadas a fecharem as portas, esses negócios também precisam estar atentos aos desafios impostos por esse momento.

O analista Geraldo da Costa, da unidade de competitividade do Sebrae, lembra que as farmácias – pelo fato de continuarem atendendo ao público – devem redobrar os cuidados para evitar a contaminação dos funcionários e clientes. “Iniciativas como criar horários alternativos para atender aos grupos de risco, fazer marcações na fila para que seja obedecida a distância mínima entre as pessoas, criar barreiras protetoras nos caixas ou realizar atendimento em domicílio são alguns cuidados que trazem mais segurança e tranquilidade”, comenta Geraldo.

Segundo o especialista, as empresas também não podem deixar de ter em conta os cuidados com a gestão do negócio. “Os donos dos pequenos negócios precisam avaliar se estão usando toda a mão de obra contratada e avaliar a possibilidade de dar férias a parte da equipe, por exemplo”, comenta Geraldo. Outra iniciativa importante é aproveitar o momento para capacitar os funcionários por meio das inúmeras ferramentas de qualificação online disponíveis.

Geraldo da Costa lembra ainda que em momentos de crise é fundamental que os empreendedores estejam focados no equilíbrio do fluxo da caixa. Nesse sentido, negociar a redução dos custos do negócio é algo que deve ser buscado permanentemente. “Ninguém sabe quanto tempo essa crise vai durar e se a alta na demanda nas farmácias vai permanecer. Por isso, discutir a extensão dos prazos de pagamento com fornecedores, os valores e prazos no aluguel das lojas, a redução das taxas dos serviços de entrega… Tudo o que for possível negociar, deve ser tentado”, comenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2020 0 Comentários 460 Visualizações
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