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Business

Finanças: pequenos negócios contam com mais de 150 linhas de crédito para enfrentar a crise

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae divulgou o décimo levantamento de linhas de crédito. O mapeamento identificou que os pequenos negócios no Brasil já contam com 153 linhas de crédito específicas, nesse momento da pandemia do coronavírus. O número integra o relatório semanal feito pela instituição desde março, e que vem monitorando notícias e ações das instituições financeiras em todo o país, voltadas aos donos de micro e pequenas empresas para o enfrentamento dos efeitos da crise econômica.

De acordo com o analista de serviços financeiros do Sebrae, Weniston de Andrade Abreu, esse seria o primeiro passo. “Esse é um indicador de que as instituições financeiras estão mais atentas à importância do crédito para a sobrevivência dos pequenos negócios, neste momento de superação de uma pandemia. Com as linhas ofertadas, agora precisamos avançar no quesito agilidade e na redução das exigências, fatores que distanciam os recursos das empresas que precisam de capital de giro – utilizados para aquisição de insumos, pagamentos, explica.”

Desde o início da coleta das informações, em 27 de março, o Sebrae registrou um crescimento de 363% do número de linhas de crédito oferecidas pelas instituições financeiras oficiais, regionais, privadas e cooperativas de crédito. No primeiro levantamento, foram verificadas 33 ofertas de crédito específicas para pequenas empresas. O trabalho é feito pela Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, com o apoio das equipes das unidades estaduais do Sistema Sebrae.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 741 Visualizações
Business

Crise tem maior impacto em negócios liderados por empreendedores mais velhos

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em meio à crise ocasionada pela pandemia do coronavírus, o empreendedor com mais idade foi o mais afetado entre os donos de pequenos negócios no Brasil. Pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ouviu 10.384 empresários do setor, entre 30 de abril e 5 de maio, e mostrou que entre os entrevistados com 56 anos ou mais, 51% fecharam seus negócios temporariamente, enquanto 45% dos empresários de até 35 anos optaram pela mudança de rumos do segmento em que atuam. A amostragem também identificou que em todas as faixas etárias houve queda do faturamento devido às medidas de isolamento social.

De acordo com a pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, os empreendedores sêniores, com 56 anos ou mais, amargaram mais prejuízos, uma vez que para 46% deles seus negócios funcionavam somente com a presença do empresário. Por outro lado, 35% dos empreendedores com até 35 anos passaram a utilizar ferramentas digitais, tendência que se estendeu em diversos setores nos pequenos negócios, principalmente nesse período da crise. Em todas as faixas etárias houve significativa diminuição do faturamento, com queda maior entre os mais velhos, chegando a 71% de perda, onde houve queda. Onde houve acréscimo de receita, os negócios dirigidos pelo público mais jovem chegaram a alcançar 40% de aumento em relação a uma semana normal.

A internet tem sido o caminho percorrido pelos empresários jovens para manter o negócio ativo. A pesquisa mostrou que esse perfil optou pelas vendas online, principalmente pelas redes sociais. Na contramão, mesmo tendo adotado menos medidas nesse sentido, os empreendedores das faixas de 36 a 55 anos e de 56 anos ou mais empregaram 3,7 pessoas em média, enquanto os negócios liderados por gestores com até 35 anos mantiveram 3,3 empregados. Ainda em relação aos funcionários, os mais jovens foram os que mais utilizaram a medida do governo de redução de jornada e salário, chegando a 20% do total de entrevistados desta faixa etária.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, reforça a importância do levantamento, uma vez que a instituição, o governo e as entidades setoriais podem atuar diretamente nos gargalos apontados, sobretudo relacionados aos perfis selecionados. “A cada novo estudo direcionamos melhor os esforços do Sebrae para apoiar todos os pequenos negócios do país”. Melles ainda elogia o otimismo dos jovens empreendedores, uma vez que, questionados sobre quanto tempo deve demorar para a economia voltar ao normal, as respostas foram de 10 e 11 meses, considerando gestores de até 35 anos e as faixas etárias de 36 anos em diante, respetivamente. 

Perfil dos entrevistados

O público com até 35 anos é composto majoritariamente por Microempreendedores Individuais (MEI) com maior participação do total de entrevistados nas áreas de comércio e serviços, conforme identificou a amostragem do Sebrae. Em relação ao gênero, 53% do empresariado mais jovem é composto por mulheres. Considerando o grau de instrução dos entrevistados, entre os empreendedores mais velhos está a maior proporção de pessoas com baixa escolaridade: 18% tem ensino médio incompleto ou menos. No entanto, nessa faixa etária é quando os empreendedores mais arrecadam. Os mais novos faturam R$ 23,3 mil e os empresários com 56 anos ou mais chegam aos R$ 32,6 mil.

Acesso ao crédito

Considerando os perfis entrevistados na pesquisa do Sebrae e FGV, o público mais velho, dos 56 anos em diante, é o que mais costuma buscar empréstimos (63% do total) e também os que mais conseguem acesso ao crédito (49%). Enquanto os jovens se recusam a procurar crédito, até por terem mais dificuldade pela falta de garantia e avalista. Empréstimos sem juros seria a medida mais demandada ao governo, em todas as faixas etárias. De acordo com outro levantamento do Sebrae, atualizado em 22 de maio, 149 linhas de crédito estavam disponíveis para as micro e pequenas empresas em instituições bancárias, privadas e em cooperativas em todo o país.

Principais resultados

– Entre os donos de pequenos negócios mais velhos, há uma proporção mais alta dos que fecharam temporariamente (51%);

– Entre os mais novos, há uma proporção mais alta dos que mudaram mais o funcionamento (45%);

– Os mais velhos tiveram mais negócios que não conseguem funcionar, pois só funcionam presencialmente (46%);

– Os mais novos passaram a utilizar mais ferramentas digitais (35%);

– Todas as faixas etárias tiveram diminuição de faturamento, mas a queda foi maior entre os mais velhos. Onde houve queda, a queda foi de -71%, nesse grupo dos mais velhos;

– Onde houve aumento de faturamento, foi maior entre os mais novos (+40%);

– Os mais novos têm 3,3 empregados, em média. Os mais velhos 3,7, em média;

– Os mais velhos conhecem mais a medida governamental de redução de jornada e salários. Mas foram os mais novos que mais utilizaram a redução de jornada e salário;

– Em geral, os mais velhos são os que mais costumam buscar e mais conseguem empréstimo bancário;

– Os mais novos precisam 21% a menos para manter o negócio sem fechar (R$11,6 mil contra R$ 14,6 mil entre os com 56 anos ou +);

– Entre os mais jovens, há maior proporção de mulheres (53%);

– Entre os mais velhos é alta a proporção de pessoas com baixa escolaridade (18% têm ensino médio incompleto ou menos);

– Os empreendedores mais novos têm negócios com 4,6 anos, em média. Os mais velhos 9,8 anos, em média;

– Os mais novos faturam R$ 23,3 mil, em média. Os mais velhos faturam R$ 32,6 mil em média.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 762 Visualizações
BusinessCidades

Prefeitura de Campo Bom vai investir R$ 315 mil em auxílio financeiro às empresas

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Campo Bom vai destinar R$ 315 mil para auxiliar cerca de 100 microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas a manterem seus negócios e garantirem a manutenção de empregos. O dinheiro poderá ser usado como auxílio na locação, uma das dificuldades apontadas por empresários que viram seu faturamento cair em função da pandemia do coronavírus. Os recursos virão da economia do Município resultante da não realização de eventos e programas, sendo que, para os empresários, o acesso ao auxílio será por meio do Programa de Incentivo à Geração de Emprego (Pige) que sofreu alterações por meio de projeto de lei aprovado pelo Legislativo nessa quarta-feira, 27. O projeto estabelece que as empresas poderão ter acesso a subsídios entre R$ 1,5 mil e R$ 4,5 mil, dependendo de seu porte, sendo como contrapartida o compromisso com a manutenção de empregos. O recurso por meio do Pige integra o programa Supera, recém implantado pela Administração com a finalidade de prestar assessoria e traçar diagnósticos às empresas, processo que será conduzido em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e instituições financeiras. “O Município sempre foi comprometido com seus empreendedores e nesse momento de dificuldade que todos enfrentam são necessárias ações que exigem maior sacrifício, mas que podem fazer diferença para a manutenção de muitos negócios”, destaca o prefeito Luciano Orsi.

Diagnóstico financeiro é a primeira etapa

Para ter acesso ao auxílio financeiro é necessário que a empresa se inscreva no Programa Supera, por meio do qual terá acesso às análises técnica (no caso de MEI); e do perfil competitivo (no caso de micro e pequena empresa). O objetivo da análise é conhecer as necessidades do negócio a partir de um diagnóstico de gestão e verificar oportunidades de melhorias. “A ideia é não apenas financiar, mas sim oferecer formas de garantir a sustentabilidade destes negócios, para que possam se reinventar neste novo normal que vivemos”, explica o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Henrique Scholz. Segundo ele, por meio do Supera as empresas podem também ter a consultoria de gerenciamento de crise, fluxo de caixa, modelagem de negócio e design para presença digital. Para as empresas que buscarem o auxílio financeiro por meio do Pige o valor da consultoria será subsidiado em 90% pela Prefeitura.

Como funciona o Pige

Para adaptar o Pige (concebido em 2003) à situação de pandemia estabelecida por meio de decreto o programa passou por adequações e precisou de aprovação do Legislativo. A novidade em tempos de quarentena é o auxílio locativo a microempresas e Empresas de Pequeno Porte com faturamento anual de até R$ 1,2 milhão. Outra categoria que pode aderir ao novo formato do Pige é a de microempreendedor individual. Esse precisa estar em funcionamento, com registro de formalização e contrato de locação e deve apresentar plano de manutenção de suas atividades durante e até três meses após estado de emergência, calamidade ou quarentena decretado pela Prefeitura.

Subsídios do Pige por categoria de negócio

Auxílio de até R$ 1,5 mil divido em três parcelas: voltado ao microempreendedor individual (MEI)

Auxílio de até R$ 3 mil divido em três parcelas: destinado à microempresa (ME)

Auxílio de até R$ 4,5 mil divido em três parcelas: para empresa de pequeno porte (EPP) que tenha o faturamento anual de até R$ 1,2 milhão

Como se inscrever

Interessados devem entrar em contato com o Sebrae pelo WhatsApp 3588-9300 para inscrição. O Sebrae fará o diagnóstico da empresa e encaminhará para a Sedetur para  encaminhamento na análise do pedido do Pige.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 497 Visualizações
Business

Pesquisa do Sebrae mostra que a crise do coronavírus foi mais prejudicial para empresas lideradas por mulheres

Por Gabrielle Pacheco 26/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisas realizadas pelo Sebrae desde o anúncio da pandemia do coronavírus, mostram que a crise econômica atingiu em cheio os pequenos negócios em praticamente todos os setores da atividade econômica; mas foi especialmente prejudicial para as mulheres empreendedoras. Segundo estudo feito pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, as mulheres foram mais afetadas pela crise (52% paralisaram “temporariamente” ou “de vez” suas atividades, contra 47% nos homens). Além disso, a proporção de empresárias com dívidas em atraso (34%) é maior que a encontrada entre os homens (31%).

O último levantamento feito pelo Sebrae entre os dias 30 de abril e 5 de maio, mostra que nos empreendimentos liderados por mulheres há, em média, há 3 pessoas ocupadas (os homens à frente de negócios têm – em média – 4 pessoas ocupadas). Na mesma medida, as mulheres demitiram menos. Aquelas que demitiram, dispensaram 2 pessoas em média. Enquanto entre os homens que demitiram, dispensaram 3 funcionários, por força das perdas provocadas pela pandemia. O levantamento do Sebrae e FGV mostrou ainda que as mulheres utilizaram um pouco mais a suspensão do contrato de trabalho (31%) do que os homens (27%).

Acesso a Crédito

A dificuldade de acesso a crédito enfrentada por empresárias, já identificada em outras pesquisas do Sebrae, se torna ainda mais evidente no momento da crise. 44% das mulheres donas de negócio entrevistadas afirmaram nunca terem buscado um empréstimo bancário, contra 38% dos homens. E desde o início da pandemia, apenas 34% das mulheres, de fato, já buscaram empréstimos (contra 41% dos homens). Essa tendência se confirma no dado de que, nessa crise, as mulheres pretendem pedir menos empréstimos que os homens (54% contra 64% dos homens).

Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, os dados revelados pelo estudo, confirmam a importância de compreender a realidade e as necessidades específicas das mulheres que empreendem no Brasil. “Embora as empresárias possuam uma média de escolaridade 16% superior à dos homens e estejam cada vez mais na posição de chefes de domicílio, elas continuam ganhando cerca de 22% a menos. No mesmo contexto, apesar de apresentarem uma taxa de inadimplência menor (3,7%) que os homens (4,2%), as mulheres donas de negócios acabam pagando juros maiores (35%) do que os homens (31%)”, comenta Carlos Melles.

Adaptação ao digital

Durante a crise, segundo o levantamento, as mulheres estão buscando mais soluções digitais que os homens para continuar funcionando (34% contra 31%) e avançaram mais que os empresários do sexo masculino no sentido de implementar as vendas on-line.

O estudo do Sebrae revelou ainda que as mulheres estão ligeiramente mais otimistas que os homens sobre quanto tempo vai demorar para a economia voltar ao normal, após a pandemia (10 meses contra 11 meses no caso dos homens).

Números da Pesquisa

  • As mulheres foram mais afetadas pela crise (52% fecharam “temporariamente” ou “de vez” contra 47% nos homens)
  • Em média, as mulheres precisam 14% a menos que os homens para manter seu negócio sem fechar (R$12,4 mil contra R$ 14,5 mil nos homens)
  • As mulheres buscam mais soluções digitais que os homens para continuar funcionando (34% contra 31%)
  • As mulheres caminharam mais (que os homens) para vendas on-line.
  • Os homens buscaram mais (que elas) gerenciar as contas pelo app do banco
  • No empreendimento delas, em média, há 3 pessoas ocupadas (no deles 4 pessoas ocupadas)
  • As mulheres tiveram que dispensar 2 pessoas, em média, por causa do Covid-19 (os homens demitiram 3 pessoas)
  • As mulheres utilizaram um pouco mais a medida da suspensão do contrato de trabalho (31%) do que os homens (27%)
  • Empréstimos sem juros (59%) e auxílio temporário para subsistência (55%) seriam as medidas mais demandadas pelas mulheres para compensar a crise
  • As mulheres costumam procurar menos empréstimos que os homens (44% nunca buscou contra 38% dos homens)
  • Nessa crise, as mulheres pretendem pedir menos empréstimos que os homens (54% contra 64% dos homens)
  • Só 34% das mulheres, de fato, já buscaram empréstimos (contra 41% dos homens). Em ambos os casos, a maioria que buscou, foi a bancos, mas poucos conseguiram (perto de 5% na média dos dois gêneros)
  • A proporção de mulheres com dívidas em atraso (34%) é maior que a encontrada entre os homens (31%)
  • As mulheres estão ligeiramente mais otimistas que os homens sobre quanto tempo vai demorar para a economia voltar ao normal (10 meses contra 11 meses no caso dos homens)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2020 0 Comentários 471 Visualizações
Business

Sebrae e Lojas Renner se unem para fortalecer pequenas empresas da cadeia produtiva da moda

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante do cenário desafiador vivenciado pelo segmento da moda, o Sebrae e a Lojas Renner se uniram para apoiar micro e pequenas empresas que fazem parte da cadeia produtiva da varejista. A nova parceria vai proporcionar, de maneira gratuita, um conjunto de consultorias para gerenciamento de crise e gestão financeira em 220 pequenos negócios de seis estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais).

As consultorias serão oferecidas ao longo de dois meses, customizadas para a realidade de cada empresa, no formato online, para atender às recomendações de distanciamento social devido ao coronavírus. Serão seis encontros virtuais, totalizando 12 horas de atendimento, divididos em três temáticas: gestão financeira; linhas de crédito disponíveis no mercado; e dispositivos do governo e outras ações para o enfrentamento da pandemia. 

De acordo com o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, com o serviço individualizado, os empresários terão condições de avaliar rapidamente qual caminho seguir na gestão dos negócios, a partir da realidade e nível de preparação de cada um diante da crise. “A finalidade é um atendimento que leve clareza para esse empresário na tomada de decisão porque ele não pode esperar muito para redirecionar o seu negócio. Mais do que nunca, ele precisa de um atendimento pontual, rápido e efetivo para a gestão e sobrevivência da empresa”, explica. 

Em recente pesquisa realizada pelo Sebrae que avaliou os impactos da Covid-19 nos pequenos negócios, os empresários do segmento da moda afirmaram ter enfrentado queda brusca no faturamento. 

Para o diretor de produto da Lojas Renner, Henry Costa, a capacitação ajudará os pequenos empresários a se adequarem a este novo momento, permitindo que eles utilizem os recursos disponíveis da forma mais adequada. “Este projeto se soma a outras iniciativas que a Renner vem adotando para apoiar sua cadeia de fornecedores, dentro da nossa atuação de responsabilidade social e corporativa. Estamos trabalhando de maneira colaborativa com nossos parceiros, buscando soluções conjuntas que preservem a força do setor”, afirma.

Parte das empresas beneficiadas pelas consultorias também receberá da Renner um subsídio financeiro, com o objetivo de auxiliar na manutenção dos empregos e na reestruturação do negócio, podendo impactar positivamente mais de 2 mil pessoas. O investimento total da varejista é de R$ 1,5 milhão.

A relação entre o Sebrae e a Lojas Renner existe desde 2017, quando uniram esforços para apoiar a cadeia têxtil por meio do Programa Nacional de Encadeamento Produtivo. Desde então, mais de 200 micro e pequenas empresas passaram por um processo de qualificação empresarial com duração de 12 a 18 meses, recebendo capacitação em temas estratégicos para a gestão do negócio. O programa apresentou resultados gerais de aumento de produtividade de 23% e de competitividade de 55%, e se prepara para mais um ciclo de atividades no segundo semestre de 2020.

Mecânica

O trabalho está sendo efetuado com as seguintes etapas: no primeiro momento, o Sebrae e a Renner fizeram uma pré-seleção dos empresários que apresentavam um conjunto específico de critérios, como ser um pequeno negócio, um número considerável de empregados, a localização das regiões estratégicas para a Renner e com cobertura pela rede de consultores Sebrae. O contato está sendo feito pelos gestores do Sebrae nos estados comunicando que a consultoria está disponível. As instituições irão também formar lista de interessados e havendo vagas remanescentes esses empresários poderão ser atendidos.

Sobre a Lojas Renner S.A.

Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. foi a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas em bolsa e está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Atua por meio da Renner, que tem moda em diferentes estilos; da Camicado, empresa do segmento de casa e decoração; da Youcom, especializada em moda jovem; e da ASHUA Curve & Plus Size, que oferece roupas nos tamanhos 46 a 54. Atualmente, conta com cerca de 600 lojas em operação, considerando todos os seus formatos. A companhia opera ainda com a Realize CFI, que apoia o negócio de varejo, através da oferta e gestão de produtos financeiros.

Sobre o Sebrae

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é uma entidade privada que promove competitividade e o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos de micro e pequenas empresas, atuando com foco no fortalecimento do empreendedorismo e na aceleração do processo de formalização da economia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2020 0 Comentários 567 Visualizações
Cidades

Donos de pequenos negócios pedem redução das taxas de juros, impostos e tarifas

Por Gabrielle Pacheco 20/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Concessão de crédito sem juros e a criação de um auxílio temporário para subsistência do empresário e sua família. Essas são as principais demandas que os donos de pequenos negócios esperam ver transformadas em políticas públicas pelo governo federal. As duas medidas foram sugeridas em uma pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Além delas, estão outras propostas, como: aumento das linhas de crédito, reduções de impostos e taxas, além de tarifas de água e luz.

O levantamento ouviu 10.384 empresários de todos os 26 estados e DF, entre os dias 30 de abril e 5 de maio. Os entrevistados são Microempreendedores Individuais (MEI), donos de Microempresas ou de Empresas de Pequeno Porte. Apesar dos impactos econômicos causados pela pandemia, a maioria dos empreendedores ouvidos pela pesquisa se mostrou otimista quanto à recuperação da economia. Para 48% deles, a situação de normalidade deve ser alcançada no prazo de um a seis meses. 37% acreditam que a economia deve se recuperar no período de 7 a 12 meses e para 15% dos empresários, a situação do país deve voltar ao normal em um prazo superior a um ano.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa confirma a importância das medidas anunciadas pelo governo em apoio aos donos de micro em pequenas empresas. “Os pequenos negócios são fundamentais para a nossa economia. Para superar essa crise mais rapidamente, nós precisamos preservar essas empresas. Além da sua representatividade (os pequenos negócios são mais 99% de todas as empresas do país e respondem por quase 30% do PIB brasileiro), as micro e pequenas empresas são as que se recuperam mais rapidamente de uma crise, voltando a gerar emprego e renda”, destaca Melles. Nesse contexto, ele comemorou a sanção (nesta terça-feira, 19), de uma nova linha de crédito voltada a esse segmento. O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) cria um crédito especial no valor de R$ 15,9 bilhões. Pela Lei, micro e pequenos empresários poderão pedir empréstimos de valor correspondente a até 30% de sua receita bruta obtida no ano de 2019.

O Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC) do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, afirma que o governo tem trabalhado intensamente na construção das melhores soluções de crédito para as micro, pequenas e médias empresas. Os esforços começaram logo no início das dificuldades trazidas pelo novo coronavírus e estão em processo permanente de evolução. “É muito importante que todos os segmentos recebam atenção. Mantemos diálogo constante com representantes das empresas e o Sebrae tem fornecido contribuições essenciais para encontrarmos os produtos necessários para que possamos atravessar esse momento. O crédito é uma obsessão para nós e continuamos trabalhando para simplificar e aperfeiçoar cada vez mais a oferta de recursos. O crédito precisa ser acessível e ter um custo justo, compatível com a realidade das empresas”, disse Carlos Da Costa.

Conhecimento das medidas do Governo

O levantamento do Sebrae e FGV mostra que 65,2% dos empresários ouvidos afirmam ter um bom nível de conhecimento das medidas anunciadas pelo Governo que permitem a redução de horas de trabalho e de salários dos funcionários.

Ainda sobre as medidas lançadas pelo governo federal, 29% dos entrevistados afirmaram ter adotado a suspensão de contrato de trabalho, 23% implementaram férias coletivas, 18% fizeram a redução da jornada de trabalho com redução de salários e 8% optaram pela redução do salário com complemento do seguro desemprego. A pesquisa revelou ainda que, nos últimos 30 dias, 12% dos pequenos negócios tiveram de demitir funcionários de carteira assinada por causa da crise.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2020 0 Comentários 495 Visualizações
Business

MEI: Sebrae lança mobilização de apoio à categoria durante a crise

Por Gabrielle Pacheco 20/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A mobilização “MEI. Reivente. Repense. Recrie” já está disponível para os microempreendedores individuais (MEI) de todo país e para quem busca informações para se reinventar e empreender para superar este momento de crise. Com a proposta de oferecer à categoria conteúdos e soluções para manter a renda na crise desencadeada pelo coronavírus, o Sebrae disponibiliza gratuitamente cursos, vídeos com especialistas em diversos segmentos, consultoria e atendimento online, além de conteúdos sobre finanças, marketing, vendas, inovação, legislação, empréstimos e planejamento estratégico. Os serviços podem se acessados em página criada especialmente para esse público.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, acredita que a campanha é mais um passo do Sebrae no caminho de dar suporte ao empreendedorismo no Brasil. “A figura do MEI é peça fundamental na economia brasileira. Oferecer suporte à categoria é primordial para que o país supere a crise e retome o crescimento. Por meio desta campanha, estamos disponibilizando todo o corpo técnico especializado do Sebrae para auxiliar o MEI na reinvenção de respostas para os problemas que estão sendo enfrentados”, disse.

Entre os serviços que estão à disposição dos MEIs, destacam-se a emissão de notas fiscais eletrônicas, para que o empreendedor possa emitir o documento sem sair de casa, e a possibilidade de fazer anúncios gratuitos direcionados ao público específico, com uso da ferramenta criada pelo Sebrae, chamada Mercado Azul. Além de oferecer orientações e esclarecer dúvidas, por meio do Sebrae Respostas, a mobilização do MEI oferece conteúdos específicos sobre linhas de crédito, medidas legislativas que favorecem o empreendedorismo durante a crise e parcerias para ajudar o microempreendedor individual a ampliar mercado por meio do acesso a marketplaces.

O Brasil possui hoje mais de 10 milhões de trabalhadores registrados como MEI, muitos dos quais tiveram que paralisar temporariamente suas atividades em razão das regras de isolamento social. De acordo com pesquisa do Sebrae, 58% tiveram que suspender suas vendas durante a pandemia e 31% mudou a forma de funcionamento. Dentro do ambiente criado pelo Sebrae, essas pessoas podem encontrar formas de reinventar seu negócio, seja aderindo às vendas online, seja reprogramando o foco das vendas, reajustando a produção, entre outras opções.

A analista da unidade de relacionamento com o cliente, Michelle Carsten, comemorou o lançamento do site: “É muito gratificante saber que nesse momento de crise, estamos cada vez mais próximos do microempreendedor individual para ajudar a superar e reinventar seu negócio diante da crise”, enfatiza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2020 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Pesquisa mostra que 86% dos pequenos negócios que buscaram crédito não conseguiram ou aguardam empréstimo

Por Gabrielle Pacheco 19/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A ampliação dos impactos econômicos da crise provocada pelo novo coronavírus tem levado um número maior de donos de pequenas empresas a buscar empréstimo para manter o negócio. De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, com parceria da Fundação Getúlio Vargas, cresceu em 8 pontos percentuais a proporção de empresários que buscou crédito entre 7 de abril e 5 de maio. Entretanto, o mesmo estudo mostra que 86% dos empreendedores que buscaram tiveram o empréstimo negado ou ainda têm seus pedidos em análise. Desde o início das medidas de isolamento no Brasil, apenas 14% daqueles que solicitaram crédito tiveram sucesso.

A pesquisa, realizada entre 30 de abril e 5 de maio, ouviu 10.384 microempreendedores individuais (MEI) e donos de micro e pequenas empresas de todo o país. Essa é a 3ªedição de uma série iniciada pelo Sebrae no mês de março, pouco depois do anúncio dos primeiros casos da doença no país. O levantamento do Sebrae confirma uma tendência já identificada em outras pesquisas do Sebrae, de que os donos de pequenos negócios têm – historicamente – uma cultura de evitar a busca de empréstimo. Mesmo com a queda acentuada no faturamento, 62% não buscaram crédito desde o começo da crise. Dos que buscaram, 88% o fizeram em instituições bancárias. Já entre os que procuraram em fontes alternativas, parentes e amigos (43%) são a fonte de empréstimos mais citada, seguidos de instituições de microcrédito (23%) e negociação de dívidas com fornecedores (16%).

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, esse comportamento pode ter diversas razões, entre elas: as elevadas taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras, o excesso de burocracia ou a falta de garantias por parte das pequenas empresas. “Por essa razão, o Sebrae está trabalhando para ampliar o volume de instituições parceiras para a operação do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Já contamos com 12 organizações, entre bancos públicos e privados, cooperativas de crédito e agências de fomento. Queremos estender esse apoio a um número maior de empresários”, comenta Melles. Segundo o presidente do Sebrae, em apenas pouco mais de 10 dias de operação do convênio firmado com a Caixa para a concessão de crédito assistido, com recursos do Fampe, foram realizadas 3.104 operações e concedidos R$ 267,9 milhões em crédito para pequenos negócios.

Agentes financeiros

Analisando particularmente a procura de crédito junto aos agentes financeiros, a 3ª Pesquisa do Impacto do Coronavírus nos Pequenos Negócios mostrou que os mais demandados, desde o início da crise, foram os bancos públicos (63%), seguidos dos bancos privados (57%) e cooperativas de crédito (10%). Entretanto, avaliando a taxa de sucesso desses pedidos, o estudo do Sebrae mostrou que as cooperativas de crédito lideram na concessão de empréstimos (31%) e, na sequência, aparecem os bancos privados (12%) e os bancos públicos (9%).

Comportamento dos pequenos negócios

A pesquisa revelou que as medidas de isolamento recomendadas pelas autoridades de saúde atingiram a quase totalidade dos pequenos negócios. 44% interromperam a operação do negócio, pois dependem do funcionamento presencial. Outros 32% mantêm funcionamento com auxílio de ferramentas digitais e 12% mantêm funcionamento, apesar de não contar com estrutura de tecnologia digital. Apenas 11% conseguiram manter a operação sem alterações, por outras razões, entre segmentos listados como serviços essenciais.

Com relação ao faturamento do negócio, a maioria dos donos de pequenas empresas (89%) apontou uma queda na receita mensal. 4% não perceberam alteração de faturamento, apenas 2% conseguiram registrar aumento de receita no período e 5% não quiseram responder. Na média, o faturamento dos pequenos negócios foi 60% menor do que no período pré-crise. Apesar de preocupante, esse resultado é melhor do que o identificado nas duas pesquisas anteriores. Em março, a queda havia sido de 64%. No 2º levantamento, no início de abril, a perda média de receita havia sido ainda maior (69%).

Para tentar superar esse momento, as empresas estão lançando mão de diferentes recursos. Para 29% delas, a alternativa foi passar a realizar vendas online, com o uso das redes sociais. 12% disseram ter começado a gerenciar as contas da empresa por meio de aplicativos e 8% passaram a realizar vendas online por aplicativos de entrega.

Quanto à gestão dos recursos humanos das empresas, 12% dos entrevistados revelaram que tiveram de demitir funcionários nos últimos 30 dias, em razão da crise. 29% das empresas com empregados suspenderam o contrato de funcionários; outros 23% deram férias coletivas; 18% reduziram a jornada de trabalho com redução de salários; e 8% reduziram salários com complemento do seguro-desemprego; alternativa permitida pela MP 936.

Análise dos Segmentos

A pesquisa avaliou a perda média de faturamento semanal dos microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas, de acordo com o segmento de atuação. Embora todos os setores tenham registrado perdas, elas foram mais sensíveis na atividade da Economia Criativa (eventos, produções etc) (-77%), Turismo (-75%) e Academias de Ginástica (-72%).  Já os segmentos com menor perda de faturamento, de acordo com o estudo, foram Pet Shops e Serviços Veterinárias (-35%), Agronegócio (-43%) e Oficinas e Peças Automotivas (-48%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2020 0 Comentários 422 Visualizações
Variedades

Fórum incentiva adesão de municípios à RedeSimples

Por Gabrielle Pacheco 19/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um fórum virtual para incentivar municípios gaúchos a aderirem à RedeSimples ocorre nesta terça-feira, 19. A realização é do governo do Estado, por meio da Secretaria de Governança e Gestão Estratégica (SGGE), da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O evento terá a participação de prefeitos.

Até o momento, 303 municípios já integram a rede criada com o intuito de desburocratizar o processo de registro e licenciamento de empresas e negócios, beneficiando 93% das empresas no Estado. No momento, 20 municípios estão em processo de adesão. A meta do governo é contar com todos os 497 até 2022.

Na RedeSimples, os órgãos que emitem permissões para a abertura de um negócio estão integrados (Junta Comercial, Receita Federal, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura e Secretaria da Fazenda), acelerando o processo, assim como evitando a presença física e aglomerações, pois todas as etapas são digitais.

Essa ação está inserida no projeto DescomplicaRS, que visa desburocratizar a relação do poder público com os cidadãos e empresários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2020 0 Comentários 561 Visualizações
BusinessCidades

Sedec se reúne com Sebrae de olho no Pacto do Futuro

Por Gabrielle Pacheco 18/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dando continuidade nas tratativas para a implementação do Pacto para o Futuro, proposto pela prefeita Fátima Daudt em reunião com várias entidades na terça feira, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedec) se reuniu tanto presencialmente como remotamente com a equipe do Sebrae para avançar na elaboração de propostas visando a criação de uma estratégia para a recuperação das atividades econômicas na cidade de Novo Hamburgo.  A titular da Sedec, Paraskevi Bessa-Rodrigues, juntamente com a diretora de Empreededorismo, Ana Schenkel, e a representante do Sebrae, Susana Ströher, se reuniram para o início das ações.

A reunião faz parte de um movimento para discutir e definir ações de prevenção ao contágio pelo coronavírus para uma retomada gradual da economia na cidade. O foco é agir com responsabilidade com base na valorização da vida e atenção à capacidade de atendimento local da estrutura de saúde para a pandemia.

No encontro conduzido pela prefeita Fátima Daudt no começo da semana, os representantes empresariais aprovaram a iniciativa e se colocaram como parceiros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/05/2020 0 Comentários 475 Visualizações
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