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Business

Sebrae lança cursos sobre gestão para empreendedores via Whatsapp

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com objetivo de disseminar o conhecimento sobre a gestão de pequenos negócios entre os empreendedores, o Sebrae lançou novas opções de cursos online gratuitos que podem ser feitos através do Whatsapp. Os usuários precisam apenas fazer um cadastro na plataforma para passar a receber o conteúdo pelo aplicativo de mensagens, podendo concluir o estudo dos módulos nesse ambiente.

Inicialmente, foram lançadas três opções de cursos por meio da plataforma, todos eles com conteúdos voltados para os Microempreendedores Individuais (MEI): “Organize seu negócio”, “Pronto para Crescer” e “Primeiros Passos – MEI”. Todos os cursos têm duração de trinta dias e carga horária de 12h. O presidente do Sebrae, Carlos Melles, explica que a iniciativa foi criada para facilitar a vida dos empreendedores que estão enfrentando a pandemia do Coronavírus.

“Nós sabemos que a maioria dos MEI trabalha sem funcionário e está enfrentando uma série de desafios. Sair para fazer um curso, mesmo que seja online, exige que ele se desconecte do negócio por algum tempo. A possibilidade de poder absorver conhecimento ali mesmo, no ambiente do Whatsapp é mais uma forma de poder facilitar a administração do tempo”, afirma Melles.

O presidente do Sebrae acredita que esse formato será muito bem aceito pelos usuários, justamente pela facilidade de receber informações através de um canal que já faz parte da rotina das pessoas. “O MEI pode fazer o curso de qualquer lugar, no horário que for mais confortável. Além disso, como ele mesmo realiza a administração dos módulos, pode fazer mais de um curso ao mesmo tempo, adquirindo conhecimento de forma variada e interativa”, diz.

Os cursos por Whatsapp estão disponíveis na página do Sebrae e podem ser acessados gratuitamente no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 515 Visualizações
Business

Pequenos negócios realizam mais de 1 mil downloads gratuitos de normas da ABNT

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Desde abril, quando começou a crise causada pelo coronavírus, até julho, mais de 180 pequenos negócios procuraram conhecer mais profundamente as normas técnicas para enfrentarem os desafios da pandemia. De acordo com a avaliação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Sebrae, foram feitos mais de 1.060 downloads gratuitos de documentos da ABNT, sendo que 63% deles foram de empresas do setor de serviços (principalmente do segmento do turismo), um mais afetado pela pandemia.

Conforme o balanço, as buscas que mais se destacaram estavam relacionadas às normas sobre o turismo, os serviços de consultorias, alimentos e bebidas, educação e ensino, equipamentos médico-hospitalares e serviços de saúde. O turismo recebeu atenção dos empresários de pequenos negócios, principalmente nos sistemas referentes a gestão da sustentabilidade em meios de hospedagem e gestão de segurança para turismo de aventura. O resultado evidencia a preocupação das empresas do ramo, fortemente impactadas pelo isolamento social em função do Covid-19, em qualificarem sua gestão para enfrentar a crise.

Outras normas que também tiveram acesso destacado estavam ligadas à qualidade do serviço e à satisfação do cliente, principalmente no pequeno comércio. Além disso, muitos empreendedores demonstraram interesse em conhecer diretrizes para a resolução externa de litígios das organizações, além das transações de comércio eletrônico de negócio a consumidor. Em relação aos produtos de saúde, grande parte dos empresários realizou buscas por normas específicas para o segmento no enfrentamento ao Covid-19. Entre os temas estão os produtos para saúde, como material de uso odonto-médico-hospitalar e máscaras cirúrgicas.

“O Sebrae contratou a ABNT para fornecer o acesso gratuito a um conjunto de normas de interesse dos pequenos negócios”, explica a analista Hulda Giesbrecht. “O resultado da contabilização dos acessos às normas gratuitas, entre abril e julho, mostra o interesse das empresas por esses conteúdos voltados a aprimorar a gestão e produzir com qualidade”, acrescenta Hulda. O trabalho começou a partir do surgimento dos primeiros casos de coronavírus no Brasil, em março deste ano, quando as duas instituições firmaram o acordo para disponibilizar 49 normas gratuitamente para as micro e pequenas empresas, sendo que 31 delas estavam relacionadas a produtos essenciais para o combate ao Covid-19. As demais se referiam a aprimoramento de negócios tradicionais, como salões de beleza, turismo, serviços de alimentação e comércio eletrônico.

Os pequenos negócios podem acessar gratuitamente as normas técnicas e também acessar, por meio do Sebraetec, consultorias e serviços tecnológicas para implementar essas normas na empresa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 449 Visualizações
Business

Prefeitura já investiu R$ 165 mil no auxílio a 78 empresas contempladas com o Pige

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mais 28 projetos de lei de empresas que solicitaram ingresso no Programa de Incentivo à Geração de Emprego (Pige) foram aprovados na Câmara de Vereadores nessa segunda-feira (dia 13). A aceitação foi unânime e garante que as empresas recebam auxílio locatício do Município. No total, 78 Microempreendedores Individuais (MEIs) e micro e pequenas empresas já foram contemplados com o recurso, um investimento de aproximadamente R$ 165 mil por parte da Prefeitura de Campo Bom.  Ao todo, a Administração destinou R$ 315 mil ao programa. “Estamos cientes das dificuldades enfrentadas por empreendedores e empresários por conta da pandemia do coronavírus e acreditamos que o recurso vai auxiliá-los para que deem continuidade a seus negócios”, afirma o prefeito Luciano Orsi.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Airton Schäfer, fala da relevância do programa para os empresários do município. “O auxílio por meio do Pige vem em um momento de grande dificuldade que os microempreendedores e as empresas de pequeno porte vem enfrentando em função da pandemia, pois não conseguem manter o funcionamento das suas atividades a pleno”, afirma. Ainda esta semana, mais 30 projetos devem ser encaminhados à Câmara de Vereadores.

Pige integra o programa Supera

O auxílio por meio do Pige integra o programa Supera, implantado pela Administração Municipal para prestar assessoria e traçar diagnósticos às empresas, processo conduzido em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e instituições financeiras. Mais de 300 empresas do município solicitaram ingresso no programa. Todos os interessados passam por análise e 110 empreendimentos estão sendo selecionados para receber o auxílio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 456 Visualizações
Business

Pequenos negócios apresentam sinais de lenta reação diante da pandemia, diz pesquisa do Sebrae

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após período crítico para manter os negócios em funcionamento, as micro e pequenas empresas brasileiras apresentaram sinais de pequena reação diante dos impactos da pandemia. Levantamento feito pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 25 e 30 de junho, constatou uma leve e gradual recuperação, com uma redução na queda média mensal do faturamento dos pequenos negócios. Enquanto na primeira semana de abril, a perda média do faturamento chegou a 70%, no último levantamento esse percentual caiu para 51%. Apesar dessa pequena evolução, a pesquisa mostra também que aconcessão de crédito para as pequenas empresas ainda não tem acompanhado o aumento significativo da procura desses negócios por empréstimos.

Os dados fazem parte da 5ª edição da Pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, que teve a participação de 6.470 participantes entre Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O levantamento aponta que desde o início da pandemia, 800 mil empresas conseguiram estancar a queda no faturamento. A proporção de pequenos negócios com redução no faturamento caiu de 89% para 84%, desde março, quando foi feita a primeira edição da pesquisa.Essa recuperação, entretanto, não é igual para todos os segmentos. Alguns setores como o agronegócio, indústria alimentícia e pet shop/veterinária apresentam maior capacidade de retomada, ao contrário de setores mais diretamente afetados, como turismo e economia criativa.

“O estancamento na queda de faturamento sinaliza um tímido movimento de recuperação. Mas ainda estamos longe de vencer a crise. E sem o destravamento do dinheiro disponível nos bancos, essa retomada será extremamente lenta ou até fatal para os pequenos negócios, pois a reabertura implica em gastos e não necessariamente em demanda de clientes”, ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O levantamento do Sebrae também mostrou que 30% das empresas voltaram a funcionar desde o início da crise, adaptando-se ao novo cenário, intensificando a transformação digital dos negócios com o aumento das vendas online. Em dois meses, 12% das empresas fizeram a adaptação do modelo de negócio para o formato digital. Ao mesmo tempo em que houve um aumento de 37% para 44% das empresas que estão utilizando ferramentas digitais para se manterem em funcionamento, houve uma redução de 39% para 23% das empresas que afirmam que só podem funcionar presencialmente.

De uma forma geral, a pesquisa também mostra que houve uma redução na restrição de circulação de pessoas no período analisado, com queda de 63% para 54% nas medidas de quarentena (fechamento parcial) e lockdown (fechamento total). Por outro lado, observa-se que as regiões em que o nível de isolamento era menor, como Sul e Centro-Oeste, caminham agora em sentido contrário ao movimento nacional e tiveram que aumentar as medidas de isolamento. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a restrição subiu de 38% para 72% nos últimos 30 dias.

Crédito

A 5ª edição da pesquisa do Sebrae mostra que houve, novamente, um aumento na proporção de empresas que conseguiram empréstimo, porém em um ritmo aquém do esperado (de 16% para 18%). Na contramão, o número de empresas que buscou empréstimos aumentou consideravelmente, principalmente entre as MPE. Entre a 4ª e a 5ª edição da pesquisa, o percentual de empreendedores que buscaram crédito saiu de 39% para 46%. Entre os principais motivos para a recusa dos bancos está a negativação; sendo o CPF com restrição a principal razão pela não obtenção de crédito entre os MEI e a negativação no CADIN/Serasa, no caso das ME e EPP.

Confira abaixo outros dados da pesquisa

  • O número médio de pessoas ocupadas nas empresas manteve-se (3,4) com redução (12% para 10%) na proporção de empresas que demitiram. O número médio de funcionários demitidos pelas empresas manteve-se (2,5).
  • Cresceu (39% para 46%) a proporção de empresas que buscaram empréstimo. Já o crescimento da proporção de empresas que tiveram sucesso no pedido foi pequeno (16% para 18%).
  • Houve uma Redução (63% para 54%) nas restrições de circulação de pessoas. No entanto, nas regiões onde essa restrição era menor no mês passado (Centro-Oeste e Sul), observa-se agora um aumento nas medidas de isolamento social.
  • Foi verificado um aumento (45% para 59%) na proporção de empresas que mudaram sua forma de funcionar, e uma redução (43% para 29%) na proporção de empresas que haviam interrompido o funcionamento temporariamente.
  • Cresceu (37% para 44%) a proporção de empresas que estão fazendo uso de ferramentas digitais para poder funcionar.
  • Caiu (39% para 23%) a proporção de empresas que afirmam que só podem operar presencialmente.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 528 Visualizações
Business

STF pode confirmar que contribuição para o Sebrae é inconstitucional

Por Gabrielle Pacheco 13/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Supremo Tribunal Federal irá decidir sobre a contribuição destinada ao Sebrae, à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e à Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Hoje, 0,6% sobre a folha de pagamento das empresas vão para a manutenção dessas instituições.

A ministra Rosa Weber, relatora do RE 603.624, entendeu, em seu voto, que a contribuição deve ser extinta com o advento da Emenda Constitucional nº 33/2001. Segundo ela, essa emenda instituiu rol taxativo de possíveis bases de cálculo das contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico, no qual não consta a folha de salários, que é a base de cálculo das contribuições discutidas no RE 603.624.

De acordo com o advogado Felipe Grando, além de ser contrária à subsistência da contribuição, a ministra entende que as empresas teriam o direito de restituir o valor pago nos últimos cinco anos. “Se isso acontecer, terá grande repercussão na folha de pagamento das empresas. Além disso, poderão entrar em discussão outras contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico que possuam base de cálculo diversa daquelas constantes no rol taxativo do art. 149, III, “a”, da CF”, destaca o sócio-diretor do escritório Rossi, Maffini, Milman & Grando Advogados.

Depois do voto da relatora, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, pediu vista. O julgamento foi suspenso e deve ser retomado em breve.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2020 0 Comentários 534 Visualizações
Business

Abertas as inscrições para o Inovativa Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Estão abertas as inscrições para o segundo ciclo do ano do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina. De 29 de junho a 03 de agosto, soluções brasileiras inovadoras, de qualquer segmento, podem se inscrever gratuitamente pelo site.

Até 160 startups serão selecionadas para uma aceleração de quatro meses, com mentorias, treinamentos, conexões e capacitações online que ajudarão os participantes a crescer e impactar cada vez mais a sociedade. Ao final, os empreendedores se apresentam a uma banca de investidores, aceleradoras, mentores e fundos de investimento. O objetivo é preparar startups em estágios de operação e tração para interagir com investidores e conquistar novos clientes.

Realizado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e executado pela Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI), o programa já conta com mais de 1.1 mil startups aceleradas desde 2013.

“Recentemente, o Brasil entrou na lista dos 20 principais países no ranking mundial de ecossistemas de startups realizado pela StartupBlink, subindo 17 posições. Essa evolução é o resultado do fomento ao empreendedorismo inovador brasileiro feito por programas como o InovAtiva Brasil, que em seus oito anos de atuação já impactou mais de 30 mil empreendedores e contribuiu com cerca de 200 rodadas de negócios”, afirma Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (SDIC/SEPEC/ME).

Em 2020, o evento de encerramento do ciclo de aceleração, o InovAtiva Experience, será realizado pela primeira vez de forma totalmente online. Além de participar de atividades virtuais de capacitação e conexão, as aceleradas ainda farão apresentações de suas startups para bancas de investidores de todo o país. Mesmo após a finalização da aceleração, os empreendedores continuam recebendo suporte do programa e de parceiros estratégicos, além de receber acesso a benefícios exclusivos.

“O ciclo de aceleração do InovAtiva Brasil já era realizado de forma majoritariamente online, permitindo que startups, de todo o Brasil, participassem sem a necessidade de deslocamento para as atividades. O InovAtiva Brasil vem entregando cada vez mais para as startups que passam pelo programa de aceleração. Além de buscarmos a constante evolução das atividades realizadas durante o ciclo, estamos também realizando ações com as startups aceleradas, como o InovAtiva Conecta, que viabiliza a conexão das startups com players de mercado, como grandes empresas, investidores e potenciais clientes, como as micro e pequenas empresas já apoiadas pelo Sebrae”, explica o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

Além do Vale do Silício: um Brasil que respira inovação

Com cerca de 600 cidades e mais de 12 mil startups, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o Brasil conta com uma grande diversidade natural e cultural, representada pelas suas 75 comunidades com nomes que remetem a traços característicos das regiões onde estão situadas, como Sururu Valley, de Alagoas; Aquiri Valley, do Acre; Rapadura Valley, do Ceará; Açaí Valley, do Pará; Pequi Valley, de Goiás; Vale do Pinhão, do Paraná; Moqueca Valley, do Espírito Santo; entre outros.

Nesses lugares, que respiram inovação e expiram tecnologia, o InovAtiva Brasil tem se revelado como uma importante ferramenta para a construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento de startups. Por esse motivo, o tema “Além do Vale do Silício: um Brasil que respira inovação” foi escolhido para representar o Ciclo 2020.2 do programa.

Sobre o InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é um programa gratuito para aceleração de negócios inovadores de qualquer setor e região do Brasil, realizado pelo Ministério da Economia e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). O programa oferece mentorias, visibilidade às startups e conexão com investidores, grandes empresas e parceiros. Entre 2013 e 2019, mais de 2000 startups de todas as regiões do Brasil participaram do programa e mais de 1000 delas chegaram à fase de apresentar suas soluções em bancas presenciais com investidores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 515 Visualizações
Business

Auxílio emergencial promove alívio nas contas de 4,2 milhões de MEI

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O auxílio emergencial pago pelo Governo Federal desde maio, para conter os prejuízos causados pela pandemia do coronavírus, beneficiou até o momento 4,2 milhões de microempreendedores individuais (MEI). Nesta terça-feira, 30, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que o benefício de R$ 600 será prorrogado por mais dois meses, podendo ser desmembrado em quatro parcelas, totalizando R$ 1,2 mil.

 

Desde o início da pandemia, o Sebrae defendia a prorrogação do auxílio, considerado um alívio para os microempreendedores, que estão entre os mais vulneráveis em meio aos impactos causados pela pandemia. Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, além do apoio à prorrogação, é necessário que as discussões sobre o benefício avancem na direção de políticas de curto e longo alcance para atender as necessidades do MEI. “O Sebrae reconhece que o auxílio emergencial tem dado uma base de sustentação ao MEI, dando um alívio nas contas, mas acreditamos que é necessário avançar em medidas que garantam a inclusão da categoria em uma rede maior de proteção social”, destacou.

Diante do importante papel exercido pelos microempreendedores individuais na geração de trabalho e renda, o Sebrae tem proposto que recebam um auxílio emergencial adicional, complemento calculado tendo como referência a média de faturamento em 2019. Também defende que a categoria seja inserida no programa Renda Brasil, que irá reformular e unificar as ações sociais do governo pós-pandemia.

O MEI se tornou a maior porta de entrada para o empreendedorismo no Brasil, como integrante dos pequenos negócios, que representam 30% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional. Em abril deste ano, mesmo durante a crise, o país atingiu o número de 10 milhões de MEI, dando oportunidade a esses empreendedores de formalização e acesso a direitos, como aposentadoria e benefícios como auxílio-doença e auxílio-maternidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 471 Visualizações
Business

Capital Empreendedor desenvolve negócios inovadores de todo o Brasil

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O podcast da Agência Sebrae de Notícias traz nesta edição uma dica valiosa para gestores de startups e negócios inovadores que pretendem se aproximar e negociar com investidores de risco de todo o Brasil. Trata-se do Capital Empreendedor, projeto liderado pelo Sebrae e que, em 2020, será conduzido de forma totalmente online. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até 12 de julho no site.

A analista de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, Maria Auxiliadora Umbelino, detalha as etapas do projeto, que chega à sua 3ª edição. O conteúdo está disponível e pode ser replicado por emissoras de rádios e portais de notícia de todo o país, gratuitamente, sendo exigida apenas a citação à Agência Sebrae de Notícias (ASN). Confira os detalhes no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 609 Visualizações
Business

Prorrogadas as inscrições para o Programa Capital Empreendedor até 12 de julho

Por Gabrielle Pacheco 01/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios inovadores, como startups, têm mais uma chance para participar gratuitamente da 2ª etapa do Capital Empreendedor. As inscrições para a fase de workshops foram prorrogadas até o dia 12 de julho. O empreendedor interessado deve se cadastrar no site do programa, por meio do link, responder um questionário e participar de um game de inscrição. Em sua 3ª edição, o programa Capital Empreendedor apresenta novidades e desta vez será aberto para empreendedores de todo o país, que serão direcionados para participar do ciclo de preparação, de forma totalmente online, em um dos noves estados (AM, ES, PB, PR, RO, RS, SC, SP e TO).

Durante os dois meses e meio previstos para as atividades do Ciclo Capital Empreendedor, o empresário terá oportunidade de se aproximar de uma rede de investidores qualificados e de participar de mentorias especializadas sobre diversos temas, como modelo de negócios, comportamento, internacionalização, governança, máquina de vendas, growth, produtos, dados, marketing e negociação. O objetivo do programa é que ao final do processo, o empresário esteja preparado para participar de rodada de negócios com diferentes players do mercado de investimento, como aceleradoras, plataformas de crowdfunding de investimento, investidores anjo e fundos de investimento. Depois disso, ainda estão previstas mais horas de mentorias no ano que vem.

De acordo com a coordenadora nacional do programa no Sebrae, Maria Auxiliadora Umbelino, além da oportunidade de capacitação, o empresário também pode ter outros ganhos para o negócio. “Os resultados dos empresários que participaram das edições anteriores têm sido bastante significativos, desde investimentos recebidos por algumas empresas participantes, abertura de mercados, ao acesso a investidores que realmente podem agregar valor para o negócio deles, além de capital financeiro e networking”, destacou.

Outra novidade este ano é o investimento de R$ 7 milhões que será feito pelo Sebrae, no Fundo Venture Brasil Central, que tem como gestora a Cedro Capital. Além disso, o programa em 2020 vai iniciar o processo de capacitação de investidores anjo, com o objetivo de aumentar a base de pessoas que apoiam startups com capital financeiro e capital inteligente. A formação da primeira turma será realizada pelo Sebrae Santa Catarina, em parceria com a Harvard Angels, na qual potenciais investidores participarão da mesa de decisão de investimento.

Resultados das edições anteriores

Nas duas primeiras edições do Capital Empreendedor, 1.600 empresas participaram do lançamento, sendo que 318 passaram para a fase de workshop e 180 chegaram nas mentorias especializadas. Ao final, 55 empresas estiveram no circuito de investimento em rodadas de negócios e, dessas, 29 fizeram acordos de investimento, totalizando R$ 20,8 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2020 0 Comentários 522 Visualizações
Business

Pesquisa do Sebrae aponta que desde o início da crise, apenas 16% das pequenas empresas que procuraram crédito conseguiram

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quatro meses depois da confirmação do primeiro paciente no país, a pandemia de Covid-19 continua provocando danos também na economia brasileira. Levantamento feito pelo Sebrae mostra que entre a primeira semana de abril e o início de junho, período em que as pesquisas foram concluídas, a proporção de pequenos negócios que buscou crédito variou 9 pontos percentuais (de 30% para 39%). Isso significa que desde o início da crise, cerca de 6,7 milhões de Pequenos Negócios buscaram empréstimos em bancos. Por outro lado, a mesma pesquisa também aponta que continua elevado o número de empresários que tiveram o crédito negado ou ainda aguardam resposta das instituições financeiras. Dos 6,7 milhões de empreendedores de pequeno porte que tentaram, apenas 1 milhão efetivamente conseguiu obter crédito desde o início das medidas de isolamento social,

“Nos países desenvolvidos, existem políticas de crédito a juros zero porque os pequenos negócios são essenciais para o funcionamento do sistema econômico. No Brasil, o crédito continua caro e burocrático. Em cada sete pequenos negócios que buscam empréstimo em banco só um consegue. Elas são 99% das empresas e respondem por a maior parte dos empregos. Em tempos de pandemia, a prioridade deveria ser manter as empresas vivas. Se não socorrermos as empresas que precisam de crédito, não vai haver empresa para voltar a produzir e não sairemos dessa crise tão cedo”, explica o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Segundo os entrevistados, o CPF com restrições foi a principal razão (19%) apontada pelos bancos para a negativa do crédito. A negativação no CADIN/Serasa também foi citada por 11% dos entrevistados para a negação dos empréstimos, este foi o quarto item mais citado. Outros 11% dos empresários ouvidos afirmaram que a falta de garantias ou avalistas teria sido o principal obstáculo.

O mais recente levantamento feito pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (quarta edição da série de pesquisas iniciada em março), ouviu 7.703 donos de pequenos negócios de todos os 26 Estados e do Distrito Federal. Além de confirmar a dificuldade no acesso a linhas de crédito, a pesquisa mostrou também um crescimento do número de empresas com dívidas/empréstimos em atraso (a variação foi de 33% para 41%) entre a primeira semana de maio (dia 5) e o início de junho (dia 2).

Mudança de comportamento

A pesquisa do Sebrae e FGV revela outros aspectos da realidade enfrentada pelos microempreendedores individuais e donos de micro e pequenas empresas e identifica um movimento de retomada da atividade econômica que já começa a acontecer na maior parte do país.

Entre as mudanças apontadas pelo levantamento, está uma elevação significativa do número de empresas que conseguiram se adaptar à conjuntura de isolamento social e passaram a usar as redes sociais, aplicativos ou internet para realizar vendas. Antes da crise essas empresas representavam 47% dos pequenos negócios. No último levantamento do Sebrae, esse percentual subiu para 59% dos empreendedores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 502 Visualizações
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