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Business

Pesquisa inédita revela comportamento do produtor rural: 84,1% acessam tecnologias digitais

Por Gabrielle Pacheco 11/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisa inédita realizada pelo Sebrae, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostrou os principais avanços tecnológicos na agricultura brasileira. De acordo com o estudo divulgado nesta quinta-feira, 6, pelo Globo Rural, 84,1% dos produtores rurais utilizam pelo menos uma tecnologia digital em seu processo produtivo. Ainda segundo a pesquisa, 67,1% dos entrevistados acreditam na necessidade cada vez maior do uso das tecnologias para o planejamento das atividades da propriedade e apenas 15,9% ainda não utilizam nenhuma tecnologia.

O levantamento contou com a participação de produtores agrícolas de todos os estados brasileiros. As perguntas foram aplicadas entre os dias 17 de abril e 2 de junho de 2020. Os resultados podem apresentar margem de erro variando em até 5% para mais ou para menos. A análise mostrou que dentre as tecnologias digitais destacam-se o uso de internet para atividades gerais ligadas à produção agrícola (70,4%); aplicativos de celular ou programas de computador para obtenção ou divulgação de informações da propriedade e produção (57,5%) e aplicativos de celular ou programas de computador para gestão da propriedade e produção (22,2%).

Outro dado revelado pela pesquisa sobre o comportamento dos produtores rurais brasileiros é a adesão às redes sociais como um dos principais meios de informação. 57,5% dos entrevistados declararam utilizar redes sociais para obter ou divulgar informações da propriedade e da produção. Contudo, os agricultores relatam que ainda possuem dificuldades para implantar ou melhorar seu processo produtivo com a agricultura digital, devido ao alto valor do investimento para a aquisição de máquinas, equipamentos ou aplicativos (67,1%); problemas ou falta de conexão em áreas rurais (47,8%); valor para a contratação de prestadores de serviços especializados (44%); falta de conhecimento sobre quais as tecnologias mais apropriadas para o uso na propriedade (40,9%).

Os produtores rurais também apontaram como se dá o acesso às tecnologias. A maioria dos entrevistados (68%) tem acesso diretamente através do uso próprio de máquinas, equipamentos e aplicativos. 31% acessam por meio de consultoria ou serviços oferecidos por associações, cooperativas, sindicatos e ONGs; 21 % por consultoria ou serviços oferecidos pelas prefeituras, governo estadual ou federal. A menor parte (19%) realiza contratação de prestação de serviços ou consultorias especializadas em agricultura digital.

A maioria dos entrevistados vê com bons olhos o avanço tecnológico aplicado às atividades rurais. Entre as principais atividades às quais eles desejam aplicar as novas ferramentas, destacam-se a obtenção de informações e planejamento das atividades da propriedade (67,1%); gestão da propriedade rural (59,7%); mapeamento e planejamento do uso da terra (53,8%); detecção e controle de deficiências nutricionais (52%); compra e vendas de insumos, produtos e produção (52%).

A pesquisa também ouviu empresários e prestadores de serviços de agricultura digital. De acordo com os respondentes, destacam-se programas de computador para obtenção ou divulgação de informações relacionadas à propriedade ou à produção (62,2%); fornecimento de internet para atividades ligadas à produção (61,4%); serviços em sistemas de posicionamento global por satélite – GPS nas propriedades (40,6%); dados ou imagens gerados por sensores remotos – satélites, VANTS e drones (36,9%); e dados ou imagens sobre planta, animal, solo, água, clima, doenças ou pragas fornecidas por sensores de campo (31,3%).

Live reúne especialistas

Os números da pesquisa foram analisados numa videoconferência com as participações do analista de agronegócio do Sebrae, Victor Ferreira; do pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária, Édson Bolfe; da pesquisadora do Inpe Ieda Sanches e do pesquisador da Emprapa Instrumentação, Lúcio Jorge. O encontro foi mediado pelo editor-chefe da Revista Globo Rural, Cassiano Ribeiro, e pela colaboradora da Globo Rural, Joana Colussi.

Para Victor Ferreira a pesquisa é extremamente importante para o setor, principalmente por confirmar a tendência de que agricultura tem contado com os avanços tecnológicos para aumentar a sua produção. “Com a pesquisa é possível traçar um perfil do produtor rural brasileiro na atualidade e através disso, possibilitar o fortalecimento de pequenos negócios, com soluções digitais para agregação de valor e aumento da competitividade e sustentabilidade da atividade agrícola. Tudo isso impacta diretamente no crescimento da economia brasileira”, afirmou.

Para acessar a pesquisa clique aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2020 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Plataforma de empréstimos contabilizou mais de R$ 30 bilhões para micro e pequenas empresas

Por Gabrielle Pacheco 07/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A plataforma de monitoramento do Ministério da Economia conhecida como ‘Emprestômetro’ atingiu a marca de R$ 33,73 bilhões em empréstimos concedidos aos pequenos negócios, com 380 mil contratos efetuados por meio de programas públicos de acesso ao crédito. O maior volume de recursos liberados até o momento foi realizado pelo Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) com R$ 18,7 bilhões, e pela linha de crédito oferecida pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) com garantias do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), que já alcançou R$ 6,2 bilhões em valor contratado.

Lançado há um mês, o ‘Emprestômetro’, contabiliza, em tempo real, os empréstimos realizados por meio de programas públicos de acesso a crédito. A ferramenta foi desenvolvida e é operacionalizada pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC) do Ministério da Economia, com apoio do Sebrae.

De acordo com a Subsecretária de Desenvolvimento de Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato do Ministério da Economia, Antônia Tallarida, a iniciativa conseguiu dar transparência ao uso dos recursos públicos para as linhas de crédito que foram lançadas para mitigar os efeitos decorrentes da pandemia do novo coronavírus na economia e seguirá sendo aperfeiçoada para ampliar as informações disponíveis. “Hoje, o foco da ferramenta está nas linhas anunciadas, mas daqui para frente queremos monitorar os empréstimos normais. Vamos olhar as operações recorrentes das instituições financeiras, acompanhar as taxas de juros e o tíquete médio das operações, por exemplo, entre outros indicadores, para entendermos se as ações que vamos fazer de forma transversal vão continuar melhorando o acesso a crédito como as ações emergenciais em prática já melhoraram”, destacou.

Outra linha de crédito acompanhada pelo ‘Emprestômetro’ é a realizada pelo Fampe (Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas), constituído pelo Sebrae junto à Caixa Econômica Federal. Desde abril,  o banco é uma das 12 instituições financeiras conveniadas para operacionalizar os recursos do Fundo que complementa garantias nos empréstimos contratados pelos pequenos negócios. Até o momento, o Fampe/Caixa já concedeu quase R$ 2 bilhões em crédito para os pequenos negócios por meio de 25 mil contratos, com maior volume de desembolso nos meses de maio e junho. A expectativa é que, até o final do ano, as operações do Fampe permitirão a concessão de aproximadamente R$ 7,5 bilhões em crédito.

Além de disponibilizar o Fampe, o Sebrae também oferece toda assistência aos empreendedores desde o início do processo de acesso ao crédito até sua liquidação. Para o analista do Sebrae, Pedro Rodrigues, esse é o grande diferencial da linha de crédito oferecida pelo Fundo. “Com o avanço da pandemia, o Sebrae realizou ajustes operacionais no Fampe para dar mais celeridade aos processos juntos às instituições financeiras conveniadas, garantindo o compromisso de honrarem aquelas operações que forem solicitadas. Ao mesmo tempo, atuamos junto aos empresários para que eles consigam avaliar a melhor forma de utilizar esses recursos e com isso, mitigamos riscos e inadimplência”, explicou.

Pronampe

O Governo Federal deve liberar neste mês mais R$ 12 bilhões para o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte). O reforço de crédito para as micro e pequenas empresas já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e depende agora de sanção presidencial. A expectativa é que as instituições financeiras que aderiram ao programa tenham acesso ao recurso até o dia 15 de agosto.

Atualmente, 11 instituições financeiras aderiram ao Pronampe, entre elas os principais bancos como Caixa, Banco do Brasil, Itaú e o Santander que anunciou operação este mês. A entrada de novas instituições financeiras é considerada uma concorrência saudável ao incentivar melhores condições de operacionalização dos recursos e permitir, por exemplo, que todas renunciassem da TAC (Taxa de Abertura de Crédito).

De acordo com dados disponibilizados pelo ‘Emprestômetro’, dos R$ 18,7 bilhões liberados pelo programa até agora, 65,1% foram para Pequenas Empresas e 25,34% para Microempresas, com número de contratos muito próximos, sendo 46,8% para Microempresas e 40,2% para Pequenas Empresas. O Bancoob e o Sicredi, que aderiram ao programa recentemente, estão entre as cinco instituições financeiras que mais liberaram crédito, com quase R$ 2 bilhões contratados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2020 0 Comentários 492 Visualizações
Business

Sebrae e Fenac promovem workshop online sobre Atração de Leads

Por Gabrielle Pacheco 03/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae e a Fenac Experiências Conectam se uniram para realização de uma série de workshops online e gratuitos para micro e pequenas empresas de diferentes segmentos. O primeiro acontecerá no dia 10 de agosto, às 18 horas, pela plataforma Zoom. Com a temática “Atração de Leads”, o workshop abordará o modelo B2B (Business-to-Business), falando sobre posicionamento digital, funil de vendas, estratégias de nutrição, conversão e monitoramento.

A atividade será conduzida por Fabrício Magayevski, publicitário que possui pós-graduação em Marketing Estratégico e mestrado em Gestão e Negócios. Magayevski ainda conta com anos de experiência em vendas e prática de marketing digital. O workshop busca proporcionar um momento para os empresários repensarem os negócios. “Será uma oportunidade de atualizar as metodologias utilizadas e acompanhar as mudanças que aconteceram a partir deste novo cenário econômico, com vistas para a competitividade das empresas, por meio do marketing digital no planejamento das ações”, destaca Kelly Roselaine Valadares, analista de articulação de projetos do Sebrae/RS.

As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas através do Sympla. Após a confirmação da inscrição, o participante receberá o link de acesso. Entre os próximos workshops previstos, estão temáticas como: negociação criativa e atendimento mágico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2020 0 Comentários 470 Visualizações
Business

Empresas inscritas no Simples não serão excluídas por débitos tributários em 2020

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em função da pandemia causada pelo coronavírus, as empresas enquadradas no Simples Nacional não serão excluídas em 2020 por débitos tributários.  A medida foi informada pela Receita Federal nesta segunda-feira, 27, a partir de uma demanda do Sebrae, que também vem sensibilizando estados e municípios em adotar a mesma prática, em decorrência da crise econômica que o país e o mundo atravessam por causa da covid-19. Em 2019, mais de 730 empresas foram notificadas para exclusão do Simples por débitos tributários, e 506 mil empresas acabaram ao final excluídas do regime

Com o Simples Nacional, as empresas deixam de pagar uma carga maior de tributos. Mesmo assim, em 2020, muitos pequenos negócios tiveram prejuízos devido à paralisação das atividades ou queda nas receitas em função da pandemia. “Por isso sugerimos à Receita o apoio à nossa demanda. Precisamos impulsionar o segmento, que apresenta um tímido movimento de recuperação, mas já é um sinal positivo no horizonte”, afirma o analista Silas Santiago, gerente da Unidade de Política Públicas do Sebrae.

Levantamento recente do Sebrae em parceria com a FGV, realizado entre os dias 25 e 30 de junho, constatou uma leve e gradual recuperação, com uma redução na queda média mensal do faturamento dos pequenos negócios. Enquanto na 1ª semana de abril, a perda média do faturamento chegou a 70%, no último levantamento esse percentual caiu para 51%. Apesar dessa pequena evolução, a pesquisa mostra também que a concessão de crédito para as pequenas empresas ainda não tem acompanhado o aumento significativo da procura desses negócios por empréstimos. Os dados fazem parte da 5ª edição da Pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, que teve a participação de 6.470 participantes entre Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Sebrae RS firma parceria com Prefeitura de Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Não há empresa que tenha passado ilesa pela crise econômica ocasionada por este momento de pandemia e distanciamento social, resultado do  novo coronavírus. Para amenizar esse impacto, fomentar a economia e o empreendedorismo da região do Vale dos Sinos, o Sebrae RS e a Prefeitura de Novo Hamburgo firmaram uma parceria para colocar em prática o programa Ativação da Economia de Novo Hamburgo. A iniciativa é uma oportunidade para Microempreendedores Individuais (MEIs), micro e pequenas empresas qualificarem seus negócios, através de um atendimento personalizado, com assessorias e um conjunto de consultorias para a recuperação empresarial.

A ação está dentro do Pacto pelo Futuro e foi articulada por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do município. “O Programa reforça o compromisso do Sebrae RS de apoiar as micro e pequenas empresas essencialmente nesse momento que o empresário tanto precisa. Inicialmente, será realizado um diagnóstico para identificar os impactos da pandemia nos negócios, seguido de um conjunto de consultorias, usando metodologias atualizadas, buscando ferramentas e técnicas de gerenciamento de crises e de remodelagem do negócio, além de uma série de assessorias e consultorias, como inclusão digital, e-commerce e coaching executivo”, comenta o gerente regional do Sebrae RS no Vale dos Sinos, Caí e Paranhana, Marco Aurélio Copetti.

No Programa, inicialmente, os negócios passarão por uma análise e depois os empreendedores poderão escolher gratuitamente uma consultoria na área de gerenciamento de crise, modelagem de negócios ou gestão do fluxo de caixa. Ainda dentro do Programa, o Sebrae RS oferecerá outras consultorias a serem contratadas pelos empreendedores. As inscrições no “Programa: Ativação da Economia de Novo Hamburgo” podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 3594-2212.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2020 0 Comentários 525 Visualizações
Business

Pandemia intensifica procura pelos serviços do Sebrae

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante da crise econômica desencadeada pelo coronavírus, os mais de 17
milhões de pequenos negócios brasileiros têm enfrentado novos e constantes
desafios. Desde o início da pandemia, o Sebrae realizou diversas ações de
suporte ao empreendedorismo no país. O último balanço feito pela instituição
mostra que de janeiro a junho deste ano, 2,3 milhões de empreendedores foram
atendidos diretamente pelo Sebrae. O número representa um aumento de 108 mil
pessoas em relação ao mesmo período do ano passado 2019.

Somente no mês de junho, o Sebrae atendeu 500 mil empresários, um
crescimento de 41% em relação ao mês de junho de 2019, quando 355 mil
pessoas foram atendidas. Assim que o governo federal determinou medidas de
isolamento social, o Sebrae investiu seus esforços em tornar seus
atendimentos digitais e online cada vez mais ágeis e eficientes. Canais como
aplicativos, e-mails, chat e portal apresentaram aumento exponencial de 85%
em relação ao ano anterior. Abril e Maio foram os meses que com maior
demanda, com 296 mil e 311 mil atendimentos, respectivamente.

De acordo com o monitoramento, o canal “Fale com o Sebrae” bateu o recorde
de crescimento na quarentena. O serviço presta atendimentos para os
empreendedores por meio de chat online e e-mails. A variação em relação ao
ano anterior é de 268% a mais de atendimentos, sendo os meses de abril e
maio os mais movimentados com 21 mil e 16 mil, respectivamente. Outro
serviço prestado pelo Sebrae que tem evoluído positivamente, em razão da
pandemia, são os cursos de ensino à distância. No primeiro semestre de 2020,
mais de meio milhão de empreendedores buscaram a especialização através dos
conteúdos disponibilizados gratuitamente. O crescimento em relação a 2019 é
de 117%, com 562 mil cursos ofertados.

O gerente de relacionamento com o cliente do Sebrae, Ênio Pinto, analisa que
os números positivos refletem os esforços da instituição em oferecer suporte
para que a inovação e o empreendedorismo sejam continuados no país, mesmo
com a chegada do vírus. “O Sebrae sempre foi parceiro do empreendedor,
focado nos pequenos negócios. Desde o início da pandemia, temos investido
todas as forças para disponibilizar serviços e conhecimentos capazes de
contribuir com a saúde dos negócios. Temos certeza que essa fase será
superada e os empreendedores irão realizar uma verdadeira transformação
digital em suas empresas”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Cresce a adesão dos pequenos negócios às medidas do governo para manutenção do emprego e renda

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Está aumentando a adesão dos pequenos negócios ao Programa Emergencial de
Manutenção do Emprego e Renda, lançado pelo governo por meio de uma Medida
Provisória no início de abril, e transformado em Lei pela Presidência da
República, na segunda semana de julho. De acordo com pesquisa realizada pelo
Sebrae entre os dias 25 e 30 de junho, com 6.470 empreendedores, cresceu de
18% para 32% (entre abril e junho) o uso da medida da suspensão de contrato
de trabalho por parte das micro e pequenas empresas, uma das medidas
previstas no programa.

O levantamento feito pelo Sebrae mostrou também um crescimento
significativo, no uso pelos empreendedores, da Redução da jornada de
trabalho com redução de salários. Entre os empresários ouvidos pela
pesquisa, a adoção desse recurso presente na Lei subiu de 17% em abril para
26% em junho. “A pesquisa confirma que as medidas adotadas foram acertadas
para dar fôlegos aos empresários, assim como a prorrogação do prazo de
validade. Mas para retomarem as atividades com mais folga, ainda é
necessário ampliar as medidas de injeção de crédito nos pequenos negócios”,
avalia o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

A Lei sancionada pelo presidente da República permite a suspensão temporária
do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução proporcional de salários
e da jornada dos trabalhadores pelo período de até 90 dias. Esses prazos
podem ser prorrogados. O objetivo é diminuir as despesas das empresas em um
período em que estão com atividades suspensas ou reduzidas.

No caso de redução de jornada e salário em 25%, 50% ou 70%, o governo paga
um benefício emergencial ao trabalhador para repor parte da redução
salarial. As empresas podem optar ainda por pagar mais uma ajuda
compensatória mensal a seus funcionários que tiveram o salário reduzido.

O benefício é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário a
que o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja,
o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício
será de 50% do valor do seguro desemprego ao que teria direito, se tivesse
sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03
por mês. Segundo o levantamento do Sebrae, o uso desse recurso pelas micro e
pequenas empresas variou muito pouco nos últimos meses, com a adesão
passando de 8% em maio para 10% em junho.

No caso de suspensão temporária do contrato de trabalho em empresas com
faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, o trabalhador receberá 100% do
valor do seguro desemprego a que teria direito. Para empresas com
faturamento maior, o valor do benefício pago pelo governo será de 70% do
seguro desemprego, enquanto a empresa pagará uma ajuda compensatória mensal
de 30% do valor do salário do empregado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 586 Visualizações
Business

Empresária brasileira está entre as finalistas de prêmio da ONU para mulheres empreendedoras

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A empresária Agda Oliver, proprietária da oficina Meu Mecânico, localizada em Ceilândia (DF), é uma das dez finalistas do Prêmio Empretec para Mulheres Empresárias. A premiação, organizada a cada dois anos pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), reconhece o empenho e a dedicação de mulheres empreendedoras que aplicaram os conhecimentos adquiridos para transformar suas comunidades depois de participarem do Empretec, metodologia desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e executada com exclusividade no Brasil pelo Sebrae.

Em sua 7ª edição, a cerimônia de premiação está prevista para ser realizado em dezembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, a depender da confirmação dos organizadores. Além do Brasil, outros nove países estarão representados na disputa que ainda não teve brasileiras vencedoras em edições anteriores “Estou em êxtase e muito emocionada por estar entre as finalistas. Sei que o fato de estar lá já é bastante positivo, mas eu quero ganhar. Quero muito trazer essa premiação internacional para o Brasil”, contou Agda.

A empresária foi selecionada dentre 40 empreendedoras de todo o Brasil pela coordenação nacional do Empretec, que indicou outras cinco mulheres empreendedoras em Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro e Tocantins. Os nomes foram repassados para um grupo de especialistas da UNCTAD que analisou e escolheu quais seriam as dez finalistas dessa nova edição do prêmio que reúne mulheres de 40 países, que assim como o Brasil, promovem o Empretec.

O Sebrae tem acompanhado a participação da empresária brasileira e com o apoio da unidade regional do DF, ela está preparando sua apresentação com fotos e vídeos que contam um pouco a rotina do seu pequeno negócio e o impacto gerado pelo Empretec no seu desenvolvimento pessoal e profissional. “O Sebrae, mais uma vez, está pegando na minha mão e agora me colocando em condições de representar o Brasil”, reforçou.  Trajetória de sucesso

Natural de Arinos, município localizado no Noroeste de Minas Gerais, a 280 quilômetros de Brasília, Agda Oliver veio para a capital federal no início dos anos 2000 quando trabalhou em áreas dominadas pela presença masculina, como postos de combustíveis, hipermercados e instituições bancárias.

A vontade de ter seu próprio negócio sempre a acompanhou, mas ganhou força quando ela passou pela experiência de ser enganada em uma oficina mecânica. A partir do episódio, Agda começou a estudar conceitos de mecânica e a pesquisar mais sobre o próprio carro por meio da internet e manual de fábrica. Atraída pelo setor automotivo, ela decidiu montar uma oficina mecânica e procurou para buscar orientações e concretizar o negócio. Ao participar do Empretec, ela reuniu conhecimento e desenvolveu habilidades para tornar seu empreendimento viável.

A oficina foi aberta na região de Ceilândia Sul e aos poucos a marca cresceu e conquistou clientes tanto no DF como em Goiás, tornando-se uma referência, principalmente para o público feminino que representa cerca de 70% da clientela. Por mês, são em média 300 clientes na oficina. Ela reconhece que o sucesso ao longo dos anos teve a participação do Sebrae. Segundo a empreendedora, a instituição traz credibilidade para o negócio. “Eles me ensinaram a ouvir o cliente, que é quem de fato determina o sucesso de um empreendimento”, declarou.

Em 2012, a empresária tornou-se a primeira empreendedora do DF a vencer o Prêmio Nacional Sebrae Mulher de Negócio. A iniciativa reconhece a atuação de mulheres empreendedoras em todo o país, cuja história de vida pode ser exemplo para aquelas que têm o mesmo propósito.

“O Sebrae está na torcida para que os jurados se sensibilizem e que essa possibilidade de vitória se torne real. A Agda conseguiu aprimorar ainda mais suas características ao participar do Empretec. Com resiliência, paixão e muito trabalho duro tem mostrado o que uma empreendedora precisa fazer para se sair bem nos dias atuais. As mulheres querem ser protagonistas de suas trajetórias e o Sebrae estará sempre ao lado dessas guerreiras. Nós acreditamos na força da mulher e reforçamos, constantemente, a cada uma delas a consciência sobre suas capacidades”, analisa a diretora técnica do Sebrae no DF, Rose Rainha.

O Empretec

A solução é uma metodologia chancelada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e promovida em cerca de 40 países. No Brasil, é desenvolvida com exclusividade pelo Sebrae em todo o território brasileiro com o objetivo de desenvolver o potencial empreendedor e identificar novas oportunidades de negócios. Em todo o país, já foram realizadas mais de 12 mil turmas com 286 mil participantes, representando 60% do público em todo no mundo.

Para quem já participou do Empretec ou sonha em participar, já estão abertas as inscrições para o Empretec Summit Brasil 2020, que este ano será totalmente online. O evento acontece entre os dias 18 e 20 de agosto. Serão três dias de palestras e painéis com grandes nomes do mercado, mentorias e muita interação em ambiente digital gamificado com espaços para discussão de tendências e rodadas de negócios. As inscrições podem ser feitas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2020 0 Comentários 716 Visualizações
Variedades

Pacto pelo Futuro deve facilitar retomada da economia

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

No início de julho, foi dado mais um passo, importante, para a implementação do Pacto para o Futuro, proposto pela prefeita Fátima Daudt em maio. O projeto prevê intensificar o diálogo com entidades e a classe empresarial para definir ações de retomada da economia no município. “O foco é agir com responsabilidade com base na valorização da vida. Precisamos trabalhar juntos, dividir responsabilidades, para sairmos juntos desta pandemia”, destacou Paraskevi Bessa Rodrigues, titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedec), que foi recebida pelo presidente da CDL NH, Jorge Stoffel e a executiva, Vera Lange.

Também participaram do encontro a diretora de Empreendedorismo, Ana Schenkel; Deivid Schu Diretor de Turismo da Sedec a Susana Ströher Analista de Relacionamento do Sebrae e o Diretor Regional do Sebrae, Marco Copetti. “A realidade está bem dura para o empresário neste momento e precisamos pensar em remodelar os negócios e oportunizar alternativas para sair da crise”, destacou Stoffel.

Na reunião, foram apresentadas propostas visando a criação de uma estratégia para a recuperação das atividades econômicas na cidade de Novo Hamburgo. O Diretor Regional do Sebrae, Marco Copetti, explica que se trata de um conjunto de atividades, totalmente gratuitas, para os empresários. “Primeiro faremos um diagnóstico para identificar os impactos da pandemia no negócio, seguido de uma trilha de consultoria usando metodologias atualizadas, buscando ferramentas e técnicas de reconstruir e até remodelar a empresa. Será oferecida uma série de assessorias e consultorias, como inclusão digital, e commerce e coaching executivo”, explica Copetti. As ações incluem vários setores da economia hamburguense, como indústria, comércio, serviços e microempreendedores, tendo como base a pandemia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 499 Visualizações
Business

Após reabertura, empresários do ramo de alimentação esperam retorno lento dos clientes aos estabelecimentos

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar da liberação gradual do funcionamento de bares, restaurantes, buffet e outras atividades do segmento de alimentação fora do lar no país, os donos de pequenos negócios do setor enfrentam, a partir de agora, o desafio de atrair os clientes novamente aos estabelecimentos. Em pesquisa online realizada pelo Sebrae em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurante), entre 28 de maio e 08 de junho, 71% dos empresários avaliaram que menos da metade da clientela vai retornar aos estabelecimentos de alimentação nos 30 primeiros dias posteriores à reabertura. Na opinião de 53% dos entrevistados, a segurança sanitária é o critério mais importante nesta retomada, seguido pelo fato de que os clientes devem voltar a frequentar primeiramente os locais que já costumavam ir (20%).

Ao todo, 1.532 empresários, de 26 estados e do Distrito Federal, foram ouvidos pela Pesquisa “Situação e Perspectivas do Segmento de Alimentação Fora do Lar”, sendo 32% deles Microempreendedor Individual (MEI), 28% Microempresa (ME), 37% Empresa de Pequeno Porte (EPP) e 2% composto por médias ou grandes empresas. A maioria dos participantes possui apenas uma empresa no ramo da alimentação, com predominância de restaurantes, lanchonetes e similares que operam em lojas de rua.

De acordo com o levantamento, antes da pandemia, 70% dos negócios estavam com situação financeira estável ou crescendo e investindo (19%), porém com o avanço da Covid-19, 54% tiveram perdas acima de 75% no faturamento, com destaque para serviços de Buffet, que foram mais impactados. A pesquisa apontou ainda uma diferenciação do impacto nos estabelecimentos que funcionam dentro de shopping centers, que sofreram mais com os efeitos da pandemia (quedas acima de 75% para 82% deles), assim como os que estão dentro de clubes e academias, hotéis ou prédios corporativos (redução acima de 75% para 70% deles); enquanto os que têm lojas de rua, 47% apresentaram queda.

Na visão do presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa ressalta a importância de garantir a segurança de clientes, funcionários e fornecedores para uma retomada segura nos estabelecimentos de alimentação fora do lar. “Estamos diante de um novo momento de consumo e, mais uma vez, o empreendedor precisa se reinventar para atrair clientes para dentro de seus negócios. Éfundamentalcomunicar com transparênciaas adaptações providenciadas e os cuidados com a segurança dos alimentos,com o distanciamento entre clientes e a devida higienização do espaço”. Melles lembra ainda que o Sebrae preparou protocolo com orientações para a reabertura segura direcionado a bares, restaurantes e lanchonetes, disponível neste link.

O presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, destaca a situação crítica que milhares de empreendedores do setor enfrentam por todo o Brasil. “A pesquisa nos ajuda a mapear as necessidades e os enormes desafios que bares, restaurantes e lanchonetes estão encarando. Em algumas cidades já estamos há quase quatro meses fechados; em outras, só nos permitem abrir as portas com restrições que podem inviabilizar o negócio. Mas o importante é que estamos preparados para a retomada. A própria pesquisa mostra que os empresários entenderam a importância de se adaptar para reconquistar a confiança do cliente”, afirma. Solmucci lembra que a Abrasel tem cursos, cartilhas e orientações para ajudar empresas a reabrir as portas de maneira segura e viável. Estes materiais (muitos deles em parceria com o Sebrae) são gratuitos, abertos a todos e estão disponíveis na Rede Abrasel.

Impactos no funcionamento

O segmento de alimentação fora do lar foi um dos primeiros a sofrerem os impactos das medidas preventivas do isolamento social e fechamento do comércio para impedir a transmissão da Covid-19. Enquanto 31% dos negócios fecharam temporariamente ou de vez, a maioria que conseguiu se manter apostou no delivery ou no drive thru/take out (retirada no local). Aliás, a pandemia transformou os serviços de entrega em uma necessidade para aqueles negócios que buscaram alternativas para continuar com a cozinha em funcionamento mesmo diantedas restrições.

De acordo com a pesquisa, 72% das empresas estão realizando delivery, sendo que que 1 em cada 4 começou a utilizar o serviço de entregas durante o período. Apesar de 60% das empresas do setor utilizarem delivery por meio de aplicativos, apenas 21% dos empresários estão satisfeitos com os serviços oferecidos. O levantamento mostraainda que o delivery feito pela própria empresa tem sido uma opção muito considerada, sendo utilizada por 69% das empresas. Na hora de escolher o tipo de delivery, os empreendedores avaliam principalmente o conhecimento do consumidor sobre o aplicativo (26%), a possibilidade de delivery próprio (25%) e taxas mais baixas (21%).

A pesquisa também destaca que os negócios do ramo da alimentação fora do lar fortaleceram a presença nas redes sociais, principalmente no Instagram (59%) e no Whastapp (57%). Ao mesmo tempo, o levantamento aponta que 58% dos empresários não tiveram iniciativa para promover o negócio com ações diferenciadas que poderiam ajudar a minimizar as perdas durante a crise, como  a venda de vouchers, campanhas específicas, ações de solidariedade, entre outras.

Outros dados da pesquisa

– Apenas 22% conseguiram empréstimo desde o começo da crise. Os bancos foram as instituições financeiras mais procuradas.

– A renegociação foi uma alternativa para muitos empresários. 68% tiveram que renegociar o aluguel. Além disso, 65% tiveram que renegociar dívidas ou prazos com os fornecedores.

– Em relação à mão de obra, 45% demitiram, 55% suspenderam contratos e 51% reduziram a jornada de trabalho/salário.

– 38% dos empresários acreditam que o setor vai demorar entre 6 e 12 meses para voltar ao nível antes da crise.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 679 Visualizações
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