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Business

Hotéis devem mudar modelo de atendimento para dar segurança aos hóspedes

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O turismo continua sendo o setor da economia mais afetado pela crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. Pesquisa realizada pelo Sebrae na primeira semana de junho mostrou que as perdas sofridas pelas empresas desse segmento eram, proporcionalmente, as mais altas no país, chegando a 76% em comparação com o faturamento médio mensal. Nesse contexto, o setor de hospedagem deve se preparar para o início da reabertura da economia, que vem acontecendo paulatinamente em diferentes estados.

Pensando nas necessidades desses empreendedores, que buscam informação qualificada para voltar às atividades, o Sebrae elaborou um protocolo com orientações e recomendações baseadas em documentos de referência produzidos por instituições da área da saúde e entidades representantes do setor.

O conteúdo se preocupa primeiramente com a segurança e a saúde pública, dos trabalhadores, gestores e clientes, trazendo também informações para que o consumidor conheça as boas práticas do setor e se sinta confiante para voltar à rotina de consumo. Na hotelaria, serão necessários alguns cuidados especiais, além das providências básicas que têm sido recomendas a toda população, como uso de álcool em gel 70% e higienização das mãos.

Uma medida recomendável é reduzir o número de acessos e, se possível, definir uma entrada e uma saída diferentes para o hotel ou pousada. Além disso, o estabelecimento deve colocar placas de sinalização com orientações sobre a limpeza das mãos e outros cuidados necessários neste momento. É fundamental observar o distanciamento social de 1,5m entre pessoas. Para isso, utilize adesivos no chão para demarcação. Retire temporariamente jornais, revistas e livros para evitar infecções cruzadas e altere a posição dos móveis para manter o distanciamento entre eles e consequentemente entre as pessoas que o utilizam.

O estabelecimento deve incentivar o check-in e check-out pela internet e os idosos, hipertensos, diabéticos, gestantes e todos que se apresentarem como grupo de risco têm que ser atendidos com prioridade. Para proteger clientes e trabalhadores, é recomendável instalar divisórias de acrílico nos balcões de recepção, sendo outra alternativa o uso de viseiras individuais de acetato (tipo escudo) pelos funcionários. Além disso, telefones, mouses e teclados devem ser usados por uma única pessoa, e devem ser desinfetados no início e ao fim de seu turno, assim como materiais de escritório, chaves e cartões de acesso.

O serviço de carregamento de malas pode ser temporariamente suspenso em função da pandemia. Mas, caso continue, a bagagem tem que ser levada para o quarto separadamente, e o funcionário que tiver contato com ela precisa desinfetar as mãos com álcool gel a 70%. É preciso também cuidado redobrado no lounge bar. O recomendável é que ele seja mantido fechado.

É preciso muito cuidado também com os elevadores. Dependendo do horário e do tamanho, sua estrutura não contribui para o distanciamento social. Por isso, o seu uso deve ser feito por uma pessoa de cada vez, com exceções para famílias ou colegas que viajam juntos; a fila de espera deve respeitar o distanciamento social, para isso, utilize adesivos no chão para demarcação; o álcool em gel 70% deve estar disponível para que o hospede possa higienizar as mãos, e para que um funcionário faça periodicamente a desinfecção do painel de controle.

O protocolo do Sebrae aconselha que o hotel deve remover dos quartos todos os itens que podem ser considerados supérfluos. Quanto menos coisas, menor o trabalho de higienização, e maior a segurança para as pessoas. Esses itens devem ser fornecidos apenas quando solicitados. Quanto à alimentação, é aconselhável ao hotel adotar os chamados serviços à la carte ou prato feito priorizando o atendimento no quarto. O mesmo procedimento deve ser feito em relação ao café da manhã.

Em se tratando de hostels, os estabelecimentos devem montar escalas para o uso da cozinha para permitir o distanciamento entre os usuários, que têm de usar máscaras e fazer a higiene das mãos na elaboração dos alimentos. As academias, piscinas, saunas, spa, salão de jogos e brinquedotecas devem permanecer fechados ou serem utilizados individualmente ou por grupos comuns, como famílias, e com agendamento prévio e devem ser totalmente higienizadas antes de cada uso.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2020 0 Comentários 614 Visualizações
Business

Sebrae cria protocolo para reabertura de lojas de material de construção

Por Gabrielle Pacheco 01/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

As lojas de material de construção representam o terceiro maior segmento do varejo em número de empresas no Brasil. Embora tenham permanecido com as portas abertas durante o período de isolamento contra o coronavírus, por serem considerados uma atividade essencial, os empresários do setor também sentiram o impacto da crise.  O setor, que reúne quase 270 mil pequenos negócios (entre lojas e Microempreendedores Individuais) em todo o país, aguarda agora a retomada da abertura da economia com a expectativa de recuperar parte das perdas acumuladas durante o período de paralisação. Atento às particularidades desses pequenos negócios, o Sebrae construiu um protocolo com orientações que visam dar maior segurança aos empreendedores no atendimento ao público e na gestão de seus funcionários.

Segundo o documento, o ritmo de retomada das atividades econômicas vai depender, fundamentalmente, das condições específicas de cada localidade. Nesse contexto, a recomendação é que os empresários fiquem atentos aos decretos e demais regulamentos vigentes na sua região e caso, exista divergência de informações entre as medidas estaduais e municipais, opte por seguir a orientação mais rígida, de preferência,  de acordo com as recomendações das autoridades oficiais de saúde, como Organização Mundial de Saúde (OMS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, entre outras.

Outra orientação do Protocolo é para que o empresário mantenha um diálogo permanente com as entidades representativas do setor, com o poder público da sua região, funcionários e clientes, buscando alternativas para atenuar os transtornos causados pela pandemia. Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, para o retorno das atividades, é fundamental o controle rígido de segurança e higiene tanto para a equipe de colaboradores e fornecedores, quanto para os clientes.  “O Brasil é um país de proporções continentais e as condições do sistema de saúde no atendimento aos casos da doença podem ser bastante distintas, mesmo entre municípios de um mesmo estado. Por isso, os Protocolos de Retomada do Sebrae precisam estar alinhados às medidas determinadas por governadores e prefeitos”, ressaltou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2020 0 Comentários 575 Visualizações
Business

Ministério da Economia planeja melhoria no processo de controle cadastral do MEI

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A partir de 1º de setembro, o processo de formalização do Microempreendedor Individual (MEI) será facilitado. A medida, prevista em resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSIM), publicada no último dia 12 de agosto, estabelece que os MEI podem iniciar seus negócios mesmo sem alvará ou licença de funcionamento. A respeito dessa resolução, a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, vinculada ao Ministério da Economia, informou que espera colocar em produção – até o final do ano – uma funcionalidade que permitirá que o município faça os comandos já previstos na regulamentação (decretar a situação de encerramento ou alterar o endereço de determinado Microempreendedor Individual). A Secretaria explica que esse aplicativo não alterará a autonomia municipal, mas dará efetividade cadastral, de refletir a decisão municipal nos cadastros federais e da Junta Comercial.

Com isso, a Secretaria espera sanar um problema que vem sendo apontado desde a criação do MEI: as condições para a efetivação cadastral da ação municipal. O Município pode decretar o fechamento de qualquer atividade em seu território, o impedimento para funcionamento ou pode registrar essa condição em sua base cadastral; mas tem dificuldades para registrar esses eventos nos cadastros das Juntas Comerciais e na Receita Federal.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, as alterações trazidas pela Resolução CGSIM nº 59 não alteram a essencialidade do MEI. “Essa realidade está posta desde 2009. O MEI que se inscreve em uma das mais de 400 ocupações permitidas, declara conhecer e respeitar todas as leis e regulamentos, nos três níveis de governo, obtém o CCMEI e começa a trabalhar imediatamente. Já a Prefeitura Municipal poderá se manifestar, a qualquer tempo, quanto à correção do endereço de exercício da atividade do MEI relativamente à sua descrição oficial, assim como quanto à possibilidade de que este exerça as atividades constantes do registro e enquadramento na condição de MEI”, comenta Melles.

Segundo a Resolução nº 59 do CGSIM, quem quer abrir um MEI vai poder aderir a um Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento, ao se inscrever no Portal do Empreendedor. Com isso, os novos MEI poderão começar suas atividades antes mesmo de obter um alvará ou uma licença de funcionamento.”O MEI manifestará sua concordância com o conteúdo do Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará e Licença de Funcionamento a partir do ato de inscrição ou alteração, emitido eletronicamente, que permitirá o exercício de suas atividades”, diz a Resolução.

O documento ressalta, contudo, que, ao aderir a essa dispensa, os empreendedores devem estar cientes e atender os “requisitos legais exigidos pelo Estado e pela Prefeitura do Município para a dispensa de alvará de licença e funcionamento, compreendidos os aspectos sanitários, ambientais, tributários, de segurança pública, uso e ocupação do solo, atividades domiciliares e restrições ao uso de espaços públicos”, bem como autorizar posterior “inspeção e fiscalização no local de exercício das atividades, ainda que em sua residência, para fins de verificação da observância dos referidos requisitos”.

O regulamento, ao estabelecer a dispensa de licenças e alvarás para o MEI, previu que o município poderá cancelar o registro do MEI caso as condições para a emissão do CCMEI, e consequentemente do termo dispensa, não sejam válidas. Assim, a validade do termo de dispensa de alvará e licenças de funcionamento está condicionada à permanente observância dos requisitos estabelecidos pelo poder púbico para a sua emissão. Não se observando o atendimento dos requisitos, o poder público pode realizar o cancelamento do registro empresarial do MEI a qualquer tempo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2020 0 Comentários 677 Visualizações
Business

Retomada dos pequenos negócios na área de alimentação requer atenção com segurança e higiene

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia da Covid-19 causou uma interrupção do serviço de comida de rua em todo o país e vai exigir, principalmente do Microempreendedor Individual (MEI), uma profunda reinvenção do modelo de negócio. Neste momento, em que há uma retomada gradativa das atividades econômicas em alguns estados do país, o MEI do setor de alimentação tem que estar preparado para retornar ao trabalho em um cenário bem diferente do anterior à quarentena. Será preciso entender que há novos hábitos de consumo e adaptar-se a eles. Ciente que o ramo da alimentação tem regras rígidas para promover o retorno gradual das atividades, o Sebrae preparou um Protocolo de retomada específico para esse perfil de empreendedor, que precisa se atentar aos cuidados e assegurar que os clientes possam voltar a consumir alimentos com a garantia das condições higiênico-sanitárias.

No retorno das atividades, é fundamental o controle rígido de segurança e higiene para o MEI, seu possível colaborador, fornecedores e clientes. “O Brasil é um país de proporções continentais e as condições do sistema de saúde no atendimento aos casos da doença podem ser bastante distintas, mesmo entre municípios de um mesmo estado. Por esse motivo, os Protocolos de Retomada que o Sebrae está construindo para 14 grandes setores econômicos precisam estar alinhados às medidas determinadas por governadores e prefeitos”, ressaltou o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Nesse contexto, a primeira orientação é para que os empresários fiquem atentos aos decretos e demais regulamentos vigentes na sua região e, caso exista divergência de informações entre as medidas estaduais e municipais, optem por seguir a orientação mais rígida, de preferência de acordo com as recomendações das autoridades oficiais de saúde, como Organização Mundial de Saúde (OMS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, entre outras.

O protocolo apresenta primeiramente os cuidados com a segurança e saúde diante da Covid-19, de acordo com orientações oficiais e setoriais para o MEI do setor de alimentação. Caso o empreendedor tenha um serviço mais completo de alimentação, ele deverá considerar o protocolo para bares, restaurantes e lanchonetes, adaptado à sua realidade, sem esquecer de acompanhar e seguir as recomendações oficiais da sua região.

Atualmente não há evidências de que a Covid-19 seja transmitida diretamente por alimentos. Mas, de acordo com a OMS, o comportamento do novo coronavírus deve ser semelhante aos outros tipos de vírus da mesma família. Isso significa que ele precisa de um hospedeiro (animal ou humano) para se proliferar e é sensível às temperaturas normalmente utilizadas para o cozimento dos alimentos, em torno de 70ºC.

Para quem trabalha no ramo da alimentação, as boas práticas de saúde e higiene sempre foram pontos de atenção e precisam ser reforçadas. É necessário redobrar os cuidados nas relações com os colaboradores, fornecedores e clientes. Mais do que nunca, o futuro dos negócios vai depender da adaptação da operação, pois os clientes estão mais atentos se todos os cuidados nesta nova fase estão sendo tomados. Então, é fundamental uma comunicação clara e eficiente com os consumidores para demostrar confiança.

Todas as recomendações podem ser conferidas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 592 Visualizações
Business

Sebrae mobiliza grandes empresas para intermediar acesso a crédito de pequenos negócios

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae tem feito um movimento de mobilização de grandes empresas de diversos setores, como moda, beleza e estética, alimentação, saúde, entre outros, para que participem do Programa Crédito Cadeias Produtivas, operacionalizado com recursos do BNDES. Até o momento, o banco já recebeu pedidos de financiamentos de 17 grandes empresas no valor total de R$ 1,6 bilhão. A iniciativa prevê que esses recursos serão repassados por essas grandes empresas (empresas âncoras) para os pequenos negócios (empresas ancoradas) que integram suas cadeias produtivas, formadas por micro e pequenas empresas fornecedoras, prestadoras de serviços, inclusive clientes pessoas jurídicas ou franqueados.

O Programa Crédito Cadeias Produtivas foi uma proposta que partiu da atuação estratégica do Sebrae, em parceria com o Governo Federal, por meio do Ministério da Economia, para a criação de uma linha de crédito facilitada para os pequenos negócios atingidos pela pandemia. O prazo inicial previsto para as grandes empresas participarem do programa é até o dia 30 de setembro. Elas podem solicitar o crédito com valores entre R$ 10 milhões e R$ 200 milhões que serão repassados, nas mesmas condições pactuadas com o BNDES, garantindo assim, emprego e renda dos pequenos negócios da cadeia produtiva.

Uma das principais vantagens da linha é que a grande empresa é que contrata o financiamento. Como as grandes empresas muitas vezes têm mais garantias e menor risco de crédito, elas conseguem financiamentos a uma menor taxa de juros e esses juros mais baixos são os mesmos utilizados para repassar os recursos aos pequenos negócios.

Para as grandes empresas, a medida evita a perda de fornecedores e distribuidores, ao manter o fôlego financeiro desses pequenos negócios. Além disso, do valor total financiado, a empresa âncora poderá utilizar até 5% para seu próprio capital de giro.

De acordo com o gerente de Competitividade do Sebrae, César Rissete, o grande diferencial deste programa é a participação de grandes empresas, como empresas âncoras. “Neste caso, quem capta o recurso são as grandes empresas que, devem possuir uma receita operacional bruta anual igual ou acima R$ 300 milhões. Essas grandes empresas geralmente possuem uma taxa de risco de crédito e de inadimplência menor do que um pequeno negócio, o que garante uma taxa de juros final mais baixa. Elas também se responsabilizam pelos riscos e pelas eventuais garantias. Foi uma das formas encontradas para que pequenos negócios tivessem acesso a crédito e a juros baixos”, explicou.

As grandes empresas interessadas nessa linha de crédito podem se habilitar junto ao BNDES, acessando este site.  Toda solicitação é feita diretamente pela internet, via atendimento eletrônico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 2 Visualizações
Variedades

Consumo em restaurantes de bairros residenciais cresce na maioria das capitais brasileiras

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Refeições presenciais em restaurantes ficaram restritas durante muito tempo, em razão das medidas de isolamento social, impostas pelo coronavírus. Com a atual retomada do funcionamento em algumas regiões do país, nota-se uma mudança no comportamento dos clientes: os restaurantes localizados próximos às áreas residenciais têm registrado aumento no movimento, enquanto os que ficam em áreas comerciais sinalizam redução do consumo. A tendência foi apontada por um levantamento realizado pela Sodexo Benefícios e Incentivos, que administra vales-refeições em todo país.

O comportamento foi identificado na maioria das capitais brasileiras: Brasília (DF), São Paulo (SP), Rio Branco (AC), Maceió (AL), Manaus (AM), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Goiânia (GO), São Luís (MA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), João Pessoa (PB), Recife (PE), Teresina (PI), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Natal (RN), Porto Velho (RO), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Aracaju (SE). A alta adesão pelas empresas ao regime de trabalho em home office explica essa mudança.

Em Brasília, por exemplo, houve, em média, uma alta de 43,33% no consumo entre os principais restaurantes de bairros residenciais. A queda no movimento de restaurantes localizados em áreas comerciais foi de 52,57%.

No sul do país, em Curitiba esse movimento se repete, a queda nos restaurantes em regiões comerciais foi de 61%, em média. Já os restaurantes de bairro apontaram alta de 22%, em média, no consumo. Na região norte, em Manaus as operações em regiões de comércio caíram 53,4%, em média. Restaurantes mais próximos de residências registraram aumento de 57,8% no movimento. Os números também chamam atenção em São Luís, 112% de crescimento no movimento de restaurantes localizados próximos às regiões residências e 49% de queda no consumo dos restaurantes em áreas comerciais.

A especialista em competitividade do Sebrae, Mayra Viana, explica que esse comportamento é devido às inúmeras pessoas que estão trabalhando em casa. “Mesmo com a retomada de alguns negócios, ainda há muitas pessoas realizando trabalho remoto, em um home-office adaptado, conciliando as atividades profissionais com os afazeres no lar. Diante disso, muitas vezes, o delivery ou a retirada de alimentos nas proximidades da residência se torna uma opção viável e atrativa, que contribui com a conveniência nas refeições domésticas”, afirma.

Solução

Segundo a analista, os estabelecimentos comerciais que estão sofrendo com a queda no movimento podem tomar algumas iniciativas para reverter a situação. “É necessário atrair a atenção do cliente, com ofertas diferenciadas combinadas a um serviço de entrega. Ainda que se trate de um bairro comercial, muitas vezes há moradias próximas, e isso abre oportunidade para conquistar um consumidor da região que não necessariamente tinha o hábito de consumir no local”, indica.

A analista de inovação do Sebrae Hulda Giesbrecht alerta sobre a oportunidade de desenvolver a presença digital como estratégia para reverter a queda nas vendas dos restaurantes. “A pandemia expôs a necessidade de qualquer negócio ter presença nas redes sociais. É uma forma de se manter próximo ao consumidor, mesmo com as normas de distanciamento social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 679 Visualizações
Business

Lei Geral de Proteção de Dados vai impactar pequenos negócios em meio à crise

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Lei nº 13.709, também conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que entrou em vigor no último dia 16, altera o Marco Civil da Internet para estabelecer diretrizes importantes e obrigatórias para a coleta, processamento e armazenamento de dados pessoais. A legislação brasileira é inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), que regula o assunto na União Europeia. Com ela, o Brasil entra no rol dos 120 países com legislação específica para a proteção de dados.

Diferente da GDPR, a LGPD não prevê tratamento diferenciado para pequenas empresas. Por conta disso, as MPE precisam estar atentas, uma vez que as punições para quem descumprir a nova norma podem chegar a até 5% do seu faturamento. “Devido à crise causada pela pandemia do coronavírus, este ano vem sendo extremamente complicado para os pequenos negócios. Essa nova norma implica em novos custos num momento bastante delicado. Será uma dupla penalização”, destaca o gerente-adjunto de Políticas Públicas do Sebrae, Fábio Marimom. “Uma pequena empresa da área de tecnologia, por exemplo, pode até estar mais aderente à legislação, mas outros segmentos, como alimentação e delivery, terão maior dificuldade em implementá-la, ainda mais neste momento”, complementa.

Tramita no Congresso Nacional uma Medida Provisória (nº 959/2020) que visa adiar a entrada em vigor da legislação. Ela ainda precisa ser analisada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Caso não seja votada até o dia 26 de agosto, perderá sua eficácia.

Principais pontos da LGPD

Conforme explica Larissa Costa, gerente-adjunta da área jurídica do Sebrae, a LGPD prevê alguns princípios para as atividades de tratamento de dados pessoais. “Eu destaco aqui três deles: a finalidade, ou seja, o tratamento do dado precisa ter propósitos legítimos, específicos e explícitos. Essa finalidade deve ser informada ao titular do dado; a necessidade, ou seja, a limitação do tratamento ao mínimo necessário para a sua finalidade; e a segurança, que consiste na adoção de medidas para proteger os dados de acessos não autorizados e situações acidentais ou ilícitas”, afirma.

Além disso, dados sensíveis, como os ligados a origem racial ou étnica, convicção religiosa ou de saúde, por exemplo, precisam de um tratamento especial. “Eles não podem ser misturados com os dados pessoais gerais e nem devem ser armazenados da mesma forma”, explica.

Nesse sentido, o Sebrae tem auxiliado os pequenos negócios nesta adaptação, disponibilizando notas técnicas e uma série de materiais para auxiliar nessa adaptação. A instituição também preparou um e-book com os pontos mais importantes da lei.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 596 Visualizações
Business

Pesquisa indica que 76% dos pequenos negócios já estão funcionando

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios, pela primeira vez desde o início da pandemia no país, apresentaram uma melhora no otimismo quanto ao retorno à normalidade da economia. Com a flexibilização do isolamento social em todo o país e o movimento de reabertura dos estabelecimentos em grande parte dos estados, as micro e pequenas empresas começam a dar sinais de reação diante da crise. Esse retrato mais favorável é revelado pela 6ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 27 e 30 de julho. No levantamento, 76% dos 6.506 empresários participantes, afirmaram que os negócios voltaram a funcionar, sendo a maioria (63%) de forma diferente da que funcionava antes da crise. A pesquisa também constatou que houve uma melhora no nível de endividamento dos pequenos negócios. Enquanto no final junho, 40% dos empresários possuíam empréstimos ou dívidas em atraso, um mês depois, esse percentual caiu para 36%.

A 6ª pesquisa de impacto colheu dados de forma online de empresários de todos os 26 estados e DF, sendo 57% Microempreendedor Individual (MEI), 38% Microempresa e 5% Empresa de Pequeno Porte. Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, um novo cenário começa se a desenhar com melhores expectativas para os donos de pequenos negócios. “Não temos dúvida da relevância dos pequenos negócios para a retomada econômica do país e da força e capacidade desses empresários. A boa notícia é que já conseguimos enxergar o começo de uma recuperação, mesmo que lenta e variável entre os diferentes segmentos. O importante agora é manter esse ritmo positivo daqui para frente”, destacou.

O levantamento do Sebrae também revelou um expressivo crescimento na proporção de empresas que buscaram empréstimos desde o início da crise. Entre a última semana de março e a última semana de julho, o percentual de pequenos negócios que buscou crédito saltou de 30% para 54%. Entretanto, observa-se que esse aumento na procura não tem sido acompanhado, na mesma velocidade, pela oferta de recursos por parte do sistema financeiro. A pesquisa mostrou que 56% dos empreendedores tiveram seus pedidos de empréstimo negados.

Inovação

Ainda de acordo com a pesquisa, a busca pela inovação e digitalizaçãodas empresas (em especial dos canais de venda), deixou de ser uma tendência e se tornou realidade para 66% dos pequenos negócios. Entre as diferentes plataformas, a versão comercial do Whatsapp é a ferramenta digital mais procurada. 46% dos empresários ouvidos já usavam o aplicativo antes da crise e 12% aderiram a esse sistema após a chegada da pandemia.

Local da empresa faz diferença

O levantamento indica que as empresas situadas em locais com maior risco de aglomerações enfrentam mais dificuldade de voltar a funcionar. É o caso das empresas que estão localizadas dentro de feiras ou shoppings populares (42% ainda estão com o funcionamento interrompido) e aquelas que funcionam em algum tipo veículo, como uber e transporte escolar (38% ainda estão fechados). Nesse sentido, os pequenos negócios que funcionam em lojas de rua apresentam o melhor desempenho (apenas 12% deles continuam fechados).

Confira abaixo outros dados da pesquisa

  •  Houve redução de 84% para 81% na proporção de empresas que afirmam que estão sofrendo uma diminuição no seu faturamento. O volume dessa perda de faturamento também registrou uma pequena redução de -51% para -50%.
  • Entre os segmentos mais afetados pela crise, o Turismo apresentou uma leve melhora nas perdas do faturamento, de -76% para -74%.
  • Outros segmentos que apresentaram melhoras no faturamento: Indústria de Base Tecnológica (de -45% para -35%); Saúde (de -46% para -36%), Moda (de – 56% para -50%), Serviços de Alimentação (de -56% para – 51%), Indústria Alimentícia (de – 40% para – 37%).
  • Entre os segmentos que tiveram piora destacam-se: Pet Shop e Serviços Veterinários (de – 24% para – 37%), Agronegócio (de -37% para – 45%), Energia (de – 49% para – 57%), Artesanato (de – 44% para – 47%) e Logística e Transporte (de – 53% para – 58%).
  • A maioria das empresas (62%) conhecem e já implementaram os protocolos de segurança definidos pelo poder público para o funcionamento da sua atividade.
  • As empresas em locais com maior risco de aglomeração têm mais dificuldade de funcionar. Sendo assim, as empresas que funcionam dentro de feiras ou shopping populares e aquelas que funcionam em algum veículo como Uber e Transporte Escolar, estão sofrendo mais com a pandemia.
  • 41% dos Microempreendedores Individuais (MEI) trabalham em casa e 52% das micro e pequenas empresas funcionam em loja/sala de rua.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 610 Visualizações
Variedades

Estudo do Sebrae mostra comportamento do turista no RS

Por Gabrielle Pacheco 12/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um dos setores mais afetados pela crise provocada pela pandemia, o turismo busca alternativas para a retomada das atividades. Para contribuir neste planejamento, o Sebrae RS apresentou um estudo sobre o fluxo turístico em 15 municípios gaúchos, incluindo a capital, elaborado com uso de tecnologia Big Data. A apresentação aconteceu no painel “Perspectivas para a retomada do turismo no Mercosul”, realizado na quarta-feira, 5, durante o evento online Festuris Connection. Entre os principais dados, a coordenadora de Turismo do Sebrae RS, Amanda Bonotto Paim, destaca o fato de que 60% dos turistas do RS são gaúchos e 38% deles viajam apenas para uma cidade. O mesmo acontece com 45% dos turistas de outros estados que vêm para o RS: eles conhecem apenas um destino.

“O desafio é como fazer as pessoas circularem mais e conhecerem outros municípios.”

A pesquisa também apontou que o tempo de permanência dos visitantes é curto. Entre os turistas gaúchos, 41% ficam apenas um dia e em relação aos viajantes de outros estados, apenas 18% permanecem mais de quatro dias no RS. Outro detalhe levantado é que metade dos turistas de outros estados que viajam para o RS é das classes A e B e o RS também está atraindo os mais jovens, pois 50% têm entre 18 e 40 anos.

O gestor de Turismo do Sebrae RS na Serra Gaúcha, Emerson Monteiro, informa que se trata de uma pesquisa inédita que analisou o fluxo turístico desses municípios durante 2019 e aponta tendências como o crescimento do turismo regional. Os municípios analisados são Bento Gonçalves, Cambará do Sul, Canela, Caxias do Sul, Garibaldi, Gramado, Jaquirana, Nova Petrópolis, Porto Alegre, Pelotas, Santana do Livramento, São Francisco de Paula, São José dos Ausentes, São Miguel das Missões e Torres.

Quanto à origem dos turistas, mais de metade (59,81%) são do RS e os outros cinco estados que mais visitam o RS são SC (11,63%), SP (8,24%), PR (5,76%), RJ (3,13%) e MG (2,0%). As dez principais cidades gaúchas emissoras de turistas para estes municípios são Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Canoas, Santa Maria, Novo Hamburgo, Gravataí, São Leopoldo, Passo Fundo e Rio Grande.

Os dados levantados também evidenciam a tendência do turismo de curta distância. Mais da metade dos turistas (51,05%) residem até 250 km do local a ser visitado, 21,52% vêm de distâncias entre 250 e 500 km, enquanto apenas 8,22% moram mais longe, entre 1 mil e 2 mil km de distância e 6,36% são de localidades distantes mais de 2 mil km.

Experiência Edelbrau

Localizada em Novo Petrópolis, a Cervejaria Edelbrau já se prepara para atrair novos turistas com a inauguração prevista para outubro de 2020, do Experiência Edelbrau. Será um complexo de visitação totalmente interativo para apresentar a essência da marca e do universo da cerveja artesanal. Serão 300 m² totalmente interativos e cheios de histórias e o visitante poderá circular por espaços temáticos que mostram os elementos ligados ao processo de fabricação da cerveja. A visitação termina com experiências sensoriais que remetem a marcas registradas da Edelbrau, sustentabilidade, diversão e colaboração.

De acordo com um dos sócios Fernando Maldaner, a iniciativa é uma forma de contribuir para a atração de visitantes para a região, que passa por um momento desafiador devido aos impactos da pandemia. “Demos os primeiros passos em relação a esse projeto ainda em 2019, quando cogitamos em reformular o espaço de visitação atual, mas logo percebemos o potencial de ampliá-lo e transformá-lo em um verdadeiro atrativo turístico. Temos uma ligação muito forte com a comunidade de Nova Petrópolis e é aqui que estão as raízes da Edelbrau. A perspectiva de que, de alguma forma, poderemos contribuir para movimentar a economia local nos deixa muito animados”, avalia Samuel Zang, que também é sócio da marca.

A cervejaria participou do projeto Investe Turismo do Sebrae RS e recebeu uma consultoria para criação de produtos turísticos. “Esta consultoria auxilia a empresa a desenvolver novas experiências turísticas, utilizando ferramentas criativas e conectadas às principais tendências de mercado, com o acompanhamento de consultores especialistas em turismo”, afirma o gestor do projeto no Sebrae RS, Emerson Monteiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2020 0 Comentários 991 Visualizações
Business

Empresários do turismo preparam retomada e sinalizam novas contratações

Por Gabrielle Pacheco 11/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O turismo foi um dos setores mais afetados pela crise causada pela pandemia do coronavírus: cerca de 95% dos pequenos negócios desse setor tiveram perdas no faturamento. Apesar disso, 15% do total de empreendimentos retomaram as atividades atendendo aos protocolos, sendo que, desse grupo, 85% das agências de viagens não encontraram problemas na aplicação das normas sanitárias, já sinalizando interesse na contratação de pessoal, ainda em 2020. Os dados são de pesquisa inédita realizada pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV Nacional). O estudo, aplicado entre 14 e 20 de julho, teve a participação de 2.555 empresas de todas as unidades da federação.

Quando se fala em comportamento durante a pandemia, a maioria das empresas entrevistadas (41%) deu continuidade aos serviços de forma online, enquanto 38% suspenderam temporariamente as atividades, 15% já retomaram atendendo aos protocolos e 7% fecharam as empresas. As redes sociais mostraram um excelente desempenho no suporte tecnológico para vendas, sendo os canais mais utilizados para este fim o Whatsapp (86%), Instagram (61%), Facebook (57%) e site próprio (45%). Além disso, 83% das empresas do segmento já vendiam por meios digitais antes da pandemia.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, ressaltou o movimento de retomada do setor de turismo, destacando o papel da tecnologia na recuperação das empresas que atuam no ramo. “O turismo é uma atividade com amplo potencial no Brasil e os negócios inovadores, que souberem se adaptar à demanda e ao comportamento do perfil de consumidor pós-pandemia, vai sair na frente. Mais uma vez, será necessária toda a visão e criatividade desses empreendedores para fomentarmos um turismo mais criativo e fortalecido daqui para frente”, comentou.

Magda Nassar, presidente da ABAV Nacional, ressalta que diferentemente de segmentos que puderam minimizar os efeitos da crise diminuindo ou até mesmo paralisando suas operações, as agências de viagens associadas se mantiveram ativas no atendimento aos milhares de consumidores que tiveram suas viagens impactadas ao longo do período. “Trabalhamos meses em remarcações, reitinerações e ações de repatriamento dos que se encontravam no exterior, praticamente sem receita. Os resultados da pesquisa mostram bem a realidade na fase mais crítica da pandemia, e nos darão subsídio para a construção de um novo plano de ação, agora com o foco na retomada”, afirma a presidente da entidade que representa 2,4 mil agências de viagens em todo o Brasil, responsáveis por 80% da movimentação de vendas de produtos e serviços turísticos no País.

As perspectivas dos empresários ouvidos na pesquisa são positivas em relação à gestão de colaboradores, 78% dos empresários de agências de turismo afirmam que não têm intenção de demitir funcionários em 2020, sendo que uma pequena parcela (8%) já sinaliza a intenção de contratação. Além das questões trabalhistas, as empresas tiveram que passar por modificações em suas estruturas financeiras: 44% cortaram custos com renegociação de contratos, 43% cortaram gastos com matérias-primas, 38% negociaram contas de água, energia e telefone, outras 22% cancelaram contratos de aluguel.

A pesquisa revela que atualmente a principal preocupação dos empresários é a insegurança com o mercado de turismo, em relação às companhias aéreas, parceiros locais e fornecedores de outros países. 36% dos entrevistados registraram que essa incerteza é motivo de aflição. 24% apontam o acesso ao crédito como um dos principais receios. Na visão da maioria dos entrevistados (60%), serão necessários de quatro meses a um ano para retomarem os negócios em definitivo, após o fim da pandemia.

Medidas do governo

Os empresários também se mostraram bem informados em relação às políticas públicas desenvolvidas pelo governo em razão da pandemia: 75% declararam conhecer a MP 937/2020 que trata sobre o benefício emergencial oferecido para os MEI, autônomos e informais; 69% conhecem a legislação sobre a suspensão de contratos trabalhistas; 61% tiveram acesso a MP 948/2020, que dispõe sobre o cancelamento de serviços no setor de turismo e cultura; 55% afirmaram que têm ciência das linhas de crédito com condições diferenciadas para empresas que não demitirem. Somente 5% desconhecem algumas dessas iniciativas.

Durante a pesquisa, os empreendedores apontaram quais principais medidas governamentais poderiam ser implantadas para compensar os efeitos da pandemia nos negócios. Redução de impostos e taxas (57%), empréstimos sem juros (55%), aumento das linhas de crédito (52%) e renegociação de prazos para pagamentos de empréstimos (30%) foram as mais votadas. Em relação ao faturamento, 64% acredita que os ganhos serão menores no 3º trimestre, se comparado ao ano anterior. Outro ponto relevante é que 95% dos pequenos negócios registraram queda no faturamento nos meses de abril, maio e junho, em relação a 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2020 0 Comentários 580 Visualizações
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