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MEI
Business

Número de fechamento de MEI cai no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 11/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar das dificuldades impostas pela pandemia, o número de MEI e MPE abertas apresentam sinais de recuperação em quase todos os estados brasileiros. Os dados são de análise do Sebrae, com base em informações da Receita Federal. Assim, o levantamento apresenta um recorte de aberturas e encerramentos de MEI e micro e pequenas empresas (MPE) em todo o país.

Em janeiro de 2020, todos os estados brasileiros apresentaram quantidades de MEI abertos superiores aos mesmos períodos de 2018 e de 2019. Além disso, esse movimento também foi observado no mês de julho, quando a categoria mostrou crescimento e sinais de recuperação pós-pandemia. “Os pequenos negócios são o motor da economia e para superar a crise provocada pela pandemia do coronavírus, o país precisa contar com a força desse segmento”, comentou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Assim, em relação a análise do fechamento de micro e pequenas empresas, o levantamento mostra que, basicamente, todos os estados e o Distrito Federal estabilizaram seus quantitativos, quando comparado com os números pré-pandemia (2018 e 2019). Além disso, a exceção é o Maranhão que apresentou ligeira alta no número de fechamentos.

Sobre a abertura de novas MPE, os gráficos dos estados em 2020 apresentam um comportamento em formato de V, com ápice de empresas abertas em janeiro, queda nos meses entre fevereiro e maio, e recuperação a partir de junho. As exceções são os estados do Acre, Mato Grosso, Roraima, Santa Catarina e Tocantins. Essas unidades da federação não apresentaram quedas expressivas nos seus quantitativos em meados de abril.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/11/2020 0 Comentários 790 Visualizações
pix
Business

Pix: Sebrae tira dúvidas sobre o novo meio de pagamento

Por Gabrielle Pacheco 09/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae, em parceria com o Banco Central, tem acompanhado todas as etapas de implementação do Pix, novo meio de pagamentos e transferências desenvolvido pelo BC e que já é operado, em fase de testes, por clientes selecionados. Assim, a ferramenta, que se soma a modalidades como boleto, TED, DOC e cartões, tem como diferencial o fato de permitir que transações sejam realizadas em qualquer dia e horário, incluindo fins de semana e feriados. A partir do dia 16 de novembro, todos os usuários que aderiram ao novo sistema poderão ter acesso a todas as funcionalidades do serviço.

“A instantaneidade e a segurança do Pix vão facilitar rotinas, melhorando a gestão financeira e gerando impactos positivos sobre o fluxo de caixa e até na entrega de produtos comercializados eletronicamente”, avalia o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Como ainda se trata de uma novidade, o Sebrae ouviu empresários para conhecer e esclarecer as principais dúvidas sobre o novo serviço e reuniu respostas de especialistas do Sebrae e do BC.

Elisabete Rodrigues, MEI, dona de loja de artigos infantis, em Jaboatão dos Guararapes (PE): Como MEI, eu posso ficar recebendo na conta de pessoa física para eliminar as taxas?

Sebrae: As pessoas físicas e os microempreendedores individuais possuem as mesmas regras de isenção e de possibilidade de tarifação. Sendo assim, são isentos de cobrança de tarifas para fazer um Pix com a finalidade de transferência ou compra ou para receber um Pix com a finalidade de transferência. Há apenas duas situações em que poderão ser tarifados. A primeira delas é quando o canal utilizado para o atendimento é presencial ou pessoal da instituição, inclusive por telefone. A outra é quando o Pix recebido tem a finalidade de pagamento de uma compra de um produto ou serviço.

Elisabete Rodrigues – O cliente que me pagar pelo Pix, quanto eu pagarei de taxa?

Sebrae: Há modelos distintos de precificação entre as 762 instituições financeiras e de pagamentos autorizados que ofertam o Pix. Portanto, é necessário pesquisar juntamente a essas instituições as condições da prestação de serviços. No seu caso, vale verificar as taxas cobradas onde você já está cadastrada ou até mesmo buscar uma opção mais vantajosa.

Elisabete Rodrigues: Há diferença entre fazer uma transferência para o mesmo banco ou para bancos diferentes ao utilizar o Pix?

Sebrae: As regras de isenção e de tarifação do Pix não fazem distinção se a transação é intra instituição ou entre instituições distintas.

Ivan Ferreira, dono de pet shop em Belo Horizonte (MG): Como essa funcionalidade do Pix impede que ladrões ou golpistas se aproveitem do fato dos pagamentos e transferências serem possíveis também de madrugada?

Sebrae: Todas as operações do Pix são rastreáveis, o que significa que o Banco Central e as instituições envolvidas podem, a mando das autoridades competentes, identificar os titulares das contas de origem e de destino de toda e qualquer transação de pagamento. Os saques em espécie, que podem ser feitos em qualquer horário, não são rastreáveis, e por isso é que os criminosos, no “sequestro relâmpago”, se utilizam da coação para que a vítima realize um saque e entregue o dinheiro. Além disso, cada cliente poderá ter limites de valores para suas transações, baseados nos limites que o mesmo cliente tem em outros instrumentos de pagamento, como cartão de débito e TED. Transações intrabancárias, que já são instantâneas, costumam ter limites maiores, inclusive. Tais limites poderão variar a depender do perfil de cada cliente, do período, da titularidade da conta, do canal de atendimento e do procedimento para iniciação.

Mônica Pileggi, dona de floricultura, em São Paulo (SP): Será possível utilizar o Pix pelas maquinhas de cartão? Os códigos gerados para os pagamentos estarão disponibilizados pelas maquininhas?

Sebrae: Para pagar usando a chave Pix não é necessário qualquer dispositivo. O pagamento é feito diretamente pelos canais digitais como aplicativo ou internet banking. No Pix não é necessária a maquininha. O pagamento pode ser realizado diretamente pelo uso do telefone celular acessando a conta pelo aplicativo da instituição, por exemplo. No caso de uso de QR Code dinâmico, podem ser usados dispositivos para apresentar o QR Code, sejam eles totens e monitores. Algumas maquininhas também podem ser usadas, opcionalmente, para esse fim.

Mônica Pileggi – Como posso receber os pagamentos?

Sebrae: Para receber um Pix, o empresário pode gerar um QR Code e apresentá-lo ao pagador ou informar a sua chave Pix para receber uma transferência. O QR Code pode ser gerado uma única vez ou pode ser gerado a cada nova transação, a depender da escolha do empresário. Existem dois tipos de QR Code, o estático e o dinâmico. Ambos servem para receber um ou mais Pix e podem ser gerados pela instituição financeira ou de pagamento na qual você possua conta. Você pode imprimir o QR Code estático, por exemplo e disponibilizar dentro da sua loja e toda vez que for receber um pagamento, incluir o valor da cobrança. No caso do QR Code dinâmico, o valor é gerado automaticamente pelo sistema.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/11/2020 0 Comentários 574 Visualizações
Variedades

Petrobras seleciona 18 startups em edital de inovação de R$ 10 milhões

Por Gabrielle Pacheco 31/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dezoito startups são as vencedoras do II edital do programa Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups, em parceria com o Sebrae. As empresas, selecionadas entre mais de 300 inscritas no país, receberão investimentos no total de R$ 10 milhões. O valor será aplicado no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a companhia, nas áreas de robótica, eficiência energética, corrosão, tecnologias digitais, redução de carbono, modelagem geológica e tecnologias de inspeção.

Interagir com startups é uma experiência transformadora, que nos conecta às inúmeras iniciativas para a aceleração da inovação na companhia. Estamos abertos às ideias inovadoras capazes de gerar valor para o nosso negócio e oferecer soluções ágeis para as demandas do setor”, afirma o diretor de Transformação Digital e Inovação da companhia, Nicolás Simone.

“O Sebrae tem como propósito transformar os pequenos negócios em protagonistas do desenvolvimento sustentável do Brasil. Por meio deste programa, as startups selecionadas terão a oportunidade de desenvolver inovações que irão atender a grandes desafios da cadeia produtiva de Petróleo e Gás e gerar maior competitividade do país”, explica o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

O II edital do programa trouxe 54 desafios, em nove diferentes áreas: tecnologias digitais, robótica, eficiência energética, catalisadores, corrosão, redução de carbono, modelagem geológica, tecnologias de inspeção e tratamento de água.

De maior escala, a seleção teve 363 startups inscritas, cem a mais do que a anterior. Trinta empresas, selecionadas na primeira fase, em julho, cerca de 10 por cento, receberam suporte da Petrobras e do Sebrae para refinamento das propostas e dos modelos de negócios. Na semana passada (22 e 23) foi realizada a última etapa da seleção. Por meio pitches, apresentações curtas, virtuais devido à pandemia, as startups mostraram seus produtos e serviços inovadores para uma banca de executivos da companhia.

As startups contarão com a assessoria da Petrobras e do Sebrae para que suas soluções tenham os benefícios comprovados e modelos de negócios que garantam a geração de valor no curto prazo e inserção competitiva no mercado. Para os projetos finalizados com sucesso, a Petrobras buscará viabilizar a continuidade do seu desenvolvimento, com a implantação e testes em campo de um lote piloto ou serviço pioneiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/10/2020 0 Comentários 571 Visualizações
turismo
Business

Turismo se prepara para recuperar o prejuízo

Por Gabrielle Pacheco 14/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Depois de sofrer perdas significativas nos negócios, sendo considerado o segmento mais atingido pela pandemia, o Turismo se prepara para recuperar o prejuízo. Com a proximidade da alta temporada, os donos de pequenos negócios do setor têm como oportunidade o aumento do movimento turístico, principalmente dentro do país, considerado a tendência dos próximos meses. Para ajudar os empresários neste movimento de retomada, o Sebrae intensificará as ações em todos os estados, em parceria com o Ministério do Turismo e entidades do setor.

A retomada do turismo tem um impacto significativo nos pequenos negócios, tendo em vista que 98% do segmento é formado por micro e pequenas empresas. Além disso, o retorno das atividades turísticas potencializa o funcionamento de diversos outros setores, como bares e restaurantes, artesanato e economia criativa.

De acordo com o gerente de Competitividade do Sebrae, Cesar Rissete, já se percebe a intensificação do movimento turístico nos finais de semana e feriados. O setor conta ainda com a ampliação da demanda por reservas, que deve aumentar com a chegada do verão e do final do ano. Segundo ele, os negócios localizados em praias e em áreas naturais apresentam maior demanda pelos turistas, que buscam ambientes onde tenham maior sensação de segurança e que possibilitem bem-estar físico e emocional. “É preciso que as empresas estejam preparadas e que os turistas sejam adequadamente orientados sobre as mudanças em virtude da pandemia”, destacou Cesar.

Tendência

Dados do Google apontam que quatro em cada 10 brasileiros dizem que viajar é a primeira coisa que pretendem fazer depois da quarentena. O estudo também mostrou que, além de preferir destinos nacionais, mais regionais, e refúgios particulares em contato com a natureza, os que pretendem viajar estão mais atentos à prevenção da doença. Com isso, o Sebrae terá forte atuação nos estados, principalmente para que os empresários adotem os protocolos de retomada elaborados com parcerias, que trazem orientações e dicas práticas de como adaptar o negócio, de acordo com as medidas de segurança e higiene. “Também orientamos os pequenos negócios a como usar os canais de comunicação junto ao potencial turista para informar as medidas de segurança adotadas”, contou o gerente.

Além disso, os pequenos negócios que atuam no segmento do turismo serão estimulados a aderir ao Selo Turismo Responsável, lançado pelo Ministério do Turismo. O selo não será obrigatório, mas pode ser considerado um diferencial para que os turistas se sintam mais seguros ao viajar e frequentar locais que cumprem os protocolos específicos para a prevenção da Covid-19.

No Portal Sebrae, os empresários encontram uma página específica com acesso a conteúdos personalizados, principais recomendações para a retomada segura e consciente das atividades do turismo. Além disso também estão disponíveis e-books e materiais informativos de apoio para os negócios de turismo em áreas naturais, meios de hospedagem, turismo de eventos e agências de turismo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/10/2020 0 Comentários 802 Visualizações
Business

Pequenos negócios com dívidas em dia têm mais crédito que empresas sem débitos

Por Gabrielle Pacheco 07/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae e Fundação Getúlio Vargas mostrou que, considerando o perfil dos pequenos negócios com relação a dívidas, os empreendedores que mais buscaram empréstimos e que tiveram maior índice de aprovação no crédito foram aqueles que estavam com as contas em dia.

O levantamento feito na última semana de agosto, junto a um universo de 7,5 mil donos de micro em pequenas empresas de todos os estados, revelou que os empreendedores com dívidas em dia representam o grupo que mais solicitou empréstimos desde o início da pandemia (68%). Na situação oposta, as empresas que não têm dívidas foram as que menos tentaram empréstimos (77% não buscaram crédito). Já entre as empresas com dívidas em atraso, 61% procuraram obter um empréstimo.

Esse comportamento se reproduz também quanto ao sucesso na solicitação do crédito. O melhor resultado foi alcançado pelas empresas que tinham dívidas em dia (41%). Entre os pequenos negócios sem débitos, a proporção de Pequenos Negócios que conseguiu crédito foi o mais baixo, apenas 4%. Este grupo, geral, parece que prefere não tomar empréstimos.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa confirma análises feitas pelo Sebrae a partir de dados do Banco Central, que mostram que as instituições financeiras estão privilegiando, neste momento, as empresas com as quais já mantinham um relacionamento antes da crise. “No segundo trimestre de 2020, o período mais grave da pandemia, somente 20% de todo o crédito concedido para empresas no país foi para os pequenos negócios. Os dados confirmam também que as instituições financeiras mantêm inalterados os seus procedimentos de avaliação de risco e seleção de clientes”, comenta Meles.

Segundo o presidente do Sebrae, a dificuldade de acesso a crédito por parte de pequenos negócios ficou mais evidente durante a pandemia, principalmente para aqueles empresários que não tinham um histórico de relacionamento e crédito pré-aprovado antes da crise para realizarem novas operações ou renovarem as existentes.

Confira outros dados da pesquisa

  • As empresas com dívidas em atraso representam o maior grupo de pequenos negócios (89%) que registram perdas no faturamento mensal. 73% das empresas com dívidas em dia e 69% dos negócios sem dívidas registraram perda de faturamento em agosto
  • As empresas que mais contrataram nos últimos 30 dias são as que têm débito em dia (12%), contra 5% das empresas com dívidas em atraso e 8% das empresas sem dívidas
  • As empresas com dívidas em dia são as que mais usam as redes sociais como ferramentas de venda (70%). Entre as empresas sem dívidas, essa presença foi de 63%; e entre as empresas com débitos em atraso (67%)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2020 0 Comentários 490 Visualizações
Dia da Criança
Business

Lojas de brinquedos estão otimistas com vendas para o Dia da Criança

Por Gabrielle Pacheco 05/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Dia da Criança está entre uma das cinco datas mais importantes para as vendas do comercio no Brasil. Depois do resultado alcançado no ano passado (quando o comércio registrou o melhor Dia da Criança, desde 2013), as expectativas dos empresários para esse ano permanecem positivas. Ainda mais no contexto da pandemia, onde os pais estão tendo de manter seus filhos em isolamento por mais de seis meses. Com isso, o cuidado com a saúde mental e o estado emocional das crianças assumiu uma importância tão significativa quanto a própria prevenção da Covid-19. Assim, as empresas dos setores de comércio e serviço acreditam que as famílias devem buscar oferecer aos seus filhos, nesse dia da criança, uma experiência que contribua para aliviar o estresse causado pela pandemia.

A boa expectativa do setor se justifica. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) mostram que, com o isolamento social, cresceu a procura por jogos de tabuleiros, quebra-cabeças e outros brinquedos. Assim, a estimativa dos fabricantes, em 2020, é manter um ritmo de crescimento de pelo menos 3% em relação ao ano passado, quando a alta
registrada foi de 6%.

Tendências para o mercado

Para o gerente de Atendimento ao Cliente do Sebrae, Enio Pinto, algumas tendências já eram percebidas desde o ano passado e ganharam ainda mais força nesse período de pandemia. “Os filhos da Geração Millennial (a chamada Geração Alpha – crianças nascidas a partir de 2010), valorizam a experiência muito mais que a posse de um bem. Assim, ao contrário das gerações passadas, onde o fim ou resultado era mais importante que a jornada, as crianças e adolescentes estão em busca dessa vivência personalizada. Construir o próprio brinquedo a partir de um kit ou montar em casa o próprio hambúrguer, são exemplos desse novo modelo de consumo”, comenta Enio. “Seja qual for o produto ou serviço que a empresa vai entregar, o peso da experiência será cada vez maior”, conclui.

Outra tendência que foi consolidada pela pandemia e deve permanecer como um comportamento do consumidor após a crise é a transformação digital. “As empresas precisam estar presentes em todos os canais possíveis e oferecer uma experiência de compra com zero fricção. Isso significa que o cliente não deve ter desgaste de nenhum tipo. Ele quer escolher o produto com rapidez e pagar com facilidade, sem burocracia”, Comenta Enio Pinto.

O cuidado com a higiene é outro comportamento do consumidor que deve perdurar – pelo menos até que a crise da Covid-19 esteja superada. Isso vale para a higiene da equipe, do ambiente e no cuidado com o manuseio dos produtos. “E não basta apenas adotar esses cuidados todos. É fundamental que o cliente perceba que a higiene é – de fato – uma preocupação da empresa. Para isso, a comunicação é fundamental. Desde as redes sociais até o ambiente da loja, esse cuidado precisa ser visto”, diz Enio Pinto.

Resultado surpreende

Nelson Dominguez abriu sua loja de brinquedos em São Paulo, no último mês de julho, e está bastante otimista com as vendas. O empresário conta que durante 12 anos teve uma loja de brinquedos em Bauru, até que resolveu mudar-se para a capital. A pandemia frustrou seu plano inicial, que era inaugurar a loja no começo do ano. Mas ele comenta que, apesar de ter aberto a empresa há poucos meses, os resultados surpreenderam. Nelson acredita que o fato dos pais estarem mais tempo em casa com as crianças fez com que eles se preocupassem mais com o bem-estar e com o lazer dos filhos.

Para atrair os clientes, o empresário tem investido bastante nas redes sociais. Para o dia das crianças ele planejou uma ação com influenciadores digitais e uma campanha promocional via Whatsapp.

Nelson ressalta que o otimismo dele é compartilhado também por outros lojistas com os quais ele se relaciona. Na próxima semana, o empresário vai contratar a primeira funcionária para a loja. “Até agora, éramos apenas eu, minha esposa e minha filha. Mas com o dia da criança e a proximidade também do Natal, vimos a necessidade de ampliar a equipe para dar conta do
atendimento”, conclui confiante.

Dia Nacional da Micro e da Pequena Empresa

O dia 5 de outubro celebra o trabalho dos mais de 17 milhões de empreendedores brasileiros que com seus pequenos negócios são responsáveis por movimentar a economia do país. Segundo dados do Sebrae, as micro e pequenas empresas representam 99% de todas empresas brasileiras e respondem por quase 30% do PIB e 55% do estoque de empregos formais

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
05/10/2020 0 Comentários 540 Visualizações
Simples Nacional
Business

Empresários devem ficar atentos com o fim da prorrogação dos vencimentos do Simples Nacional

Por Gabrielle Pacheco 24/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios precisam ficar atentos ao calendário. Aqueles que optaram por prorrogar os pagamentos dos tributos federais do Simples Nacional, relativos aos meses de março, abril e maio, terão de cumprir esse compromisso a partir de outubro. Após seis meses de prorrogação dos vencimentos, devido a pandemia de Covid -19, não há sinalização por parte do governo de um novo adiamento.

Desde julho as micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional já voltaram a pagar as guias mensais dos meses de apuração correspondentes. Além disso, em julho, agosto e setembro também já houve o pagamento cumulativo da guia do mês com o ICMS e ISS de abril, maio e junho, que haviam sido prorrogadas por três meses. Atualmente, os pequenos negócios optantes do Simples no Brasil já somam 17,72 milhões, sendo 10,6 milhões de microempreendedores individuais (MEI) e 7,08 milhões de micro e pequenas empresas.

De acordo com o gerente de políticas públicas do Sebrae, Silas Santiago, não há nenhuma indicação de que o governo fará uma nova prorrogação de vencimentos tributários. Ele avalia que os próximos três meses não serão fáceis para os empresários, que terão de arcar com a guia do mês mais os tributos federais que foram prorrogados.

Segundo ele, diante das dificuldades que ainda permanecem por causa da pandemia, o Sebrae tem atuado junto ao Congresso Nacional para a aprovação de medidas que amenizem esses pagamentos acumulados. “Estamos trabalhando pela aprovação no Senado Federal, do PLP 200/2020 que institui a moratória dos tributos vencidos entre 1º de abril de 2020 e 30 de setembro de 2020; e do PLP 224/2020 que institui o PREX-SN que trata de uma renegociação de débitos tributários do Simples Nacional. Para que possamos ao menos garantir a sobrevivência de diversas micro e pequenas empresas”, contou Silas.

Algumas medidas já foram tomadas

 

Em julho deste ano, em meio à pandemia, a Receita Federal anunciou que as
empresas inscritas no Simples Nacional não serão excluídas por débitos
tributários em 2020. A medida foi resultado de uma demanda do Sebrae, que
também vem sensibilizando estados e municípios para que adotem a mesma
prática, em decorrência da crise econômica que o país e o mundo atravessam
por causa da Covid-19.

“A Receita teve uma decisão muito acertada. Não seria muito adequado excluir empresas nesse ano totalmente atípico, no qual a pandemia paralisou as atividades de grande parte do país”, analisou Santiago. Segundo ele, a medida permite que as empresas continuem no Simples e busquem a renegociação dos seus débitos tributários por meios existentes.

No Portal Sebrae, os empresários podem conferir informações completas sobre
o pagamento dos tributos por meio do Simples Nacional.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/09/2020 0 Comentários 635 Visualizações
Variedades

Levantamento do Sebrae confirma a necessidade da ampliação do acesso a crédito para pequenos negócios

Por Gabrielle Pacheco 12/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Levantamento do Sebrae, realizado a partir de dados do Banco Central, mostra que apesar das medidas adotadas pelo governo para ampliar o acesso a crédito no país, houve uma redução no número de operações realizadas por empresas de todos os portes. Durante o 2º trimestre de 2020 (considerado o período mais crítico desde o início da pandemia), essa queda foi de 12% (em relação ao 1º trimestre de 2020). Em contraposição, os dados do BC mostram que houve uma expansão de 15% no volume de crédito concedido (na comparação entre os dois trimestres de 2020). A explicação para essa realidade – redução do número de operações X aumento do valor concedido – está no fato de que a maior parte do recurso novo acabou sendo destinado a uma base seleta de clientes, com empréstimos de maiores valores.

Nesse contexto, o levantamento realizado pelos economistas do Sebrae, Giovanni Beviláqua e Marco Bede, mostra que – entre janeiro e junho de 2020 – a quantidade de microempresas e empresas de pequeno porte tomadoras de empréstimos se manteve praticamente a mesma (em torno de 5 milhões de pequenos negócios). Isso se deu na contramão do significativo crescimento da procura por crédito provocado pela crise gerada na pandemia. Pesquisa feita pelo Sebrae junto aos donos de MPE revelou que entre a 1º semana de abril e a última semana de julho, o percentual de pequenos negócios que havia buscado empréstimos passou de 30% para 54%.

Esse comportamento do sistema financeiro confirma uma tendência de longa data. Desde 2012, os dados mostram que somente cerca de 20% de todo o crédito concedido para empresas no país vão para os pequenos negócios. Os dados confirmam também que as instituições financeiras mantêm inalterados os seus procedimentos de avaliação de risco e seleção de clientes.

Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o grande desafio que o país enfrenta é o de ampliar o número de pequenos negócios com acesso a crédito. “As pesquisas do Sebrae mostram que a maior parte das empresas já voltou a operar. Mas para recuperarem o equilíbrio, será fundamental garantir os recursos necessários para investimentos ou para a recomposição do fluxo de caixa”, ressalta Melles. A dificuldade de acesso a crédito por parte de pequenos negócios ficou mais evidente durante a pandemia, principalmente para aqueles empresários que não tinham um histórico de relacionamento e crédito pré-aprovado antes da crise para realizarem novas operações ou renovarem as existentes.

Instituições não-bancárias ganham destaque

Mesmo os grandes bancos comerciais sendo os mais procurados quando o assunto é empréstimo, as maiores taxas de aprovação de crédito para os pequenos negócios vêm de outras instituições financeiras, como cooperativas de crédito, bancos regionais, agências de fomento, fintechs, entre outras.

“Apesar da grande importância das micro e pequenas empresas para o desenvolvimento da economia do país, ao responderem por 99% de todas as empresas brasileiras e participarem em quase 30% do PIB, isso não se reflete no mercado financeiro de crédito. Por isso, o aumento da participação destas instituições não bancárias foi tão importante para que os pequenos negócios pudessem ter acesso a crédito, principalmente no período mais grave da pandemia”, ressalta o presidente do Sebrae.

Comportamento do crédito no Brasil

Do total de R$ 796,1 bilhões concedidos para empresas durante o 1º semestre do ano de 2020, R$ 160 bilhões foram concedidos para os pequenos negócios (20%). Para as microempresas, houve um aumento de 12,7% do volume de crédito concedido entre o 1º e 2º trimestre, além de aumentos de 21,9% e 17,6% para as empresas de pequeno porte e MEI, respectivamente.

Foto: Assessoria | Fonte: Divulgação
12/09/2020 0 Comentários 434 Visualizações
MEIs
Business

50% dos MEIs conseguiram o auxílio emergencial do governo

Por Gabrielle Pacheco 10/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mais de cinco milhões de microempreendedores individuais (MEIs) tiveram acesso ao auxílio emergencial, devido à pandemia da Covid-19. Esse número corresponde à metade dos 10,7 milhões de MEIs registrados atualmente no país. Por outro lado, dados do governo mostram que quase 1,2 milhões de empreendedores da categoria não puderam usufruir do benefício.

“Isso demonstra como é acertada a decisão do empreendedor que decide sair da informalidade.”

De acordo com o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Silas Santiago, os dados representam o sucesso do MEI. Como resultado, ele firma-se como o maior programa de redução de informalidade empresarial no mundo. “Isso demonstra como é acertada a decisão do empreendedor que decide sair da informalidade. Nesse meio tempo, o benefício tem sido muito importante para ajudar os empreendedores a passar pela pandemia com menos dificuldades”, analisa. Em contrapartida, isso também traz ao país uma espécie de colchão de liquidez. “Dessa maneira, acaba auxiliando as micro e pequenas empresas a superarem a crise, devido ao dinheiro que passa a girar na economia”, diz o gerente.

Segundo Silas, os empreendedores que não conseguiram o auxílio foi por não se enquadraram – por alguma razão – nos critérios do governo. “Pode ser que eles tivessem renda familiar superior ao limite legal, algum vínculo empregatício ou algum benefício previdenciário”, explicou.

Os MEIs em números

Nos últimos cinco meses, houve um crescimento expressivo do número de empreendedores que buscaram formalizar os negócios. Entre 31 de março e 15 de agosto, 784,3 mil empresas registraram-se no Simples Nacional. Esse número sobrepõe-se em 0,8% ao registrado no mesmo período do ano passado. De maneira geral, são microempresários individuais, com 684 mil registros – quase 43 mil a mais que no mesmo período de 2019. Além disso, cerca de 100 mil novos negócios enquadraram-se como Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, nesse mesmo período.

Prorrogação do auxílio

Nesta semana, o governo federal anunciou que irá prorrogar o auxílio emergencial até dezembro, porém com valor de R$ 300. Ainda não há previsão de reabertura de novas solicitações do benefício. Portanto, somente os beneficiários aprovados previamente devem receber as próximas parcelas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2020 0 Comentários 700 Visualizações
Business

Sebrae orienta produtores do segmento audiovisual para o retorno das atividades

Por Gabrielle Pacheco 04/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A retomada gradual das atividades econômicas no país exige uma nova postura dos donos de pequenos negócios do segmento audiovisual. Diante do cenário imposto pela pandemia da Covid-19, produtores e coprodutores precisam adaptar suas empresas para atender aos decretos tanto estaduais quanto municipais, em relação ao retorno das atividades de produção, assim como precisam usar a criatividade para atender aos novos hábitos de consumo de produtos e serviços.

O Sebrae defende que para o retorno das atividades, é fundamental o controle rígido de segurança e higiene tanto para a equipe de colaboradores e fornecedores, quanto para os clientes. A instituição também reconhece que a liberação do funcionamento dos estabelecimentos depende, fundamentalmente, das condições específicas de cada localidade e por isso,  recomenda que os donos de pequenos negócios fiquem atentos aos decretos e demais regulamentos vigentes na sua região e caso, exista divergência de informações entre as medidas estaduais e municipais, optem por seguir a orientação mais rígida, de preferência  de acordo com as recomendações das autoridades oficiais de saúde, como Organização Mundial de Saúde (OMS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, entre outras.

“O Brasil é um país de proporções continentais e as condições do sistema de saúde no atendimento aos casos da doença podem ser bastante distintas, mesmo entre municípios de um mesmo estado. Por isso, os Protocolos de Retomada do Sebrae precisam estar alinhados às medidas determinadas por governadores e prefeitos”, ressaltou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Disposto a apoiar as micro e pequenas empresas no retorno seguro das atividades, o Sebrae elaborou um conjunto de protocolos de retomada para 14 macrossetores, entre eles o setor da Economia Criativa, que inclui a atividade do audiovisual.  Além de orientações gerais sobre higiene e saúde estabelecidas no enfrentamento da doença, o documento indica medidas e boas práticas para que todos se sintam confiantes no retorno à rotina de produção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2020 0 Comentários 650 Visualizações
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