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São Jerônimo

Ensino

Ulbra forma professores para recuperar aprendizagem afetada por pandemia e enchente

Por Jonathan da Silva 06/11/2025
Por Jonathan da Silva

Mais de 400 professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental das redes municipais de Canoas, Gravataí e São Jerônimo participaram, entre abril e outubro deste ano, do projeto Recomposição das Aprendizagens, promovido pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). A iniciativa buscou apoiar docentes na retomada do ensino e na redução do déficit de alfabetização causado pela pandemia de Covid-19 e pela enchente de 2024.

O projeto foi desenvolvido pela Ulbra em parceria com as secretarias municipais de Educação das três cidades. As formações priorizaram estratégias voltadas à alfabetização, leitura e interpretação de textos, promovendo também espaços de diálogo entre universidade e escolas. A coordenadora do projeto e professora da Ulbra, Darlize de Mello, destacou que a proposta permitiu identificar desafios comuns e construir soluções conjuntas. “Os grupos apresentaram as dificuldades que encontram nas turmas e debateram estratégias de melhorias. Muitos problemas se repetem e há muitos estudantes que não estão alfabetizados no 5º ano ou não conseguem ter a compreensão da leitura, por exemplo”, afirmou Darlize.

Parcerias e metas de alfabetização

A secretária municipal da Educação de Gravataí, Aurelise Braun, ressaltou a importância da união de esforços entre instituições para alcançar metas de alfabetização. “Temos 4,5 mil estudantes em Gravataí, e a nossa meta é ter 100% das crianças alfabetizadas até o final do 2º ano. A criança precisa saber ler, escrever e interpretar. Como vai resolver uma questão de matemática se não sabe interpretar. Estamos formando nossos futuros médicos, advogados e engenheiros”, pontuou Aurelise.

A superintendente de Educação Básica da Aelbra, Núrfis Vargas, também reforçou o papel do projeto no fortalecimento da educação pública. “Plantamos uma sementinha e queremos desenvolver outras ações. A Ulbra entende que a formação é um dos pilares para transformar a educação. Essa parceria é um exemplo de como a colaboração entre instituições pode gerar resultados na aprendizagem”, afirmou Núrfis.

Encerramento com palestra internacional

A etapa final do projeto ocorreu na sexta-feira (31), no campus da Ulbra Canoas, reunindo cerca de 600 participantes. O encontro contou com mesas temáticas sobre práticas pedagógicas e uma palestra do educador português José Pacheco, criador da Escola da Ponte, referência internacional em modelos de ensino humanizados e inclusivos. O evento foi promovido pelo Núcleo de Acessibilidade da Ulbra, em parceria com a ONG Causa Nobre.

O Núcleo de Acessibilidade da Ulbra em parceria com a ONG Causa Nobre organizou essa palestra que teve a participação de professores, alunos e educadores. O evento reuniu um total de 600 pessoas e nos oportunizou refletir sobre o compromisso com a inclusão, a educação e o fortalecimento de valores humanos, temas tão essenciais nos dias atuais”, ressaltou a coordenadora do Núcleo de Acessibilidade da Ulbra, Gisele Becker.

Foto: Ulbra/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2025 0 Comentários 126 Visualizações
Cultura

Festival de Artes Cênicas de São Jerônimo deve reunir 3,5 mil pessoas

Por Jonathan da Silva 09/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Festival de Artes Cênicas de São Jerônimo será realizado no próximo sábado, 13 de setembro, no Ginásio Municipal, com expectativa de reunir 3,5 mil pessoas. Considerado o maior espetáculo cultural da região Carbonífera, o evento integra a tradicional Gincana Cultural do município e será transmitido ao vivo pela internet. Totalmente produzido pela comunidade, o festival une teatro, dança, figurinos e efeitos especiais, mobilizando milhares de pessoas e movimentando a economia local.

A programação envolve quatro equipes filiadas à Liga Independente das Equipes da Gincana Cultural: Equi Medonhos, Águia de Fogo, Equi Poupança e Força SK. Nesta edição, a estrutura terá palco de 12 x 10 metros, telão de LED e sonorização especial. Serão mais de 200 pessoas no palco, 300 figurinos confeccionados e 2 toneladas de materiais usados na criação dos cenários. Ao todo, mais de 3 mil moradores participam das atividades.

Impacto econômico e social

Além de destacar a cultura local, o festival movimenta cerca de R$ 500 mil por ano em setores como comércio, serviços e geração de empregos temporários. O financiamento ocorre por meio de patrocínios de empresas da região, como Lojas Lebes e Supermercado Bonatto, e pela lei Pró Cultura, além de ações realizadas pelas próprias equipes, como bingos e feijoadas.

O evento também terá caráter solidário, com arrecadação estimada em 1 tonelada de alimentos não perecíveis, destinados a famílias em situação de vulnerabilidade. Outro ponto é a sustentabilidade: materiais e estruturas de anos anteriores são reaproveitados e itens recicláveis recebem novos formatos nos palcos.

Tradição e pertencimento

A presidente da Liga das Equipes, Marcela Dias, ressaltou o simbolismo da edição de 2025. “A nossa esperança é transformar o Festival de Artes Cênicas em um polo econômico para a cidade e para a região, a exemplo do que representam grandes eventos, como o de Parintins ou o Carnaval do Rio de Janeiro. Sabemos que ainda é um passo pequeno diante dessas referências, mas é o início de um sonho maior, que nos inspira a pensar mais alto a cada edição. Este ano, em especial, a realização do evento tem um significado ainda mais profundo, por acontecer após a enchente, assim como já havia acontecido no período pós-pandemia. Cada interrupção torna o retorno mais desafiador, mas, desta vez, com ainda mais força, impulsionados pela aprovação da lei de incentivo à cultura”, comentou Marcela.

Histórias transformadas pelo festival

Entre os exemplos de vidas impactadas pelo evento está o bailarino Vinícius Flores. O artista conheceu a dança aos 11 anos, ao acompanhar a família em um ensaio da Equi Medonhos. Desde então, ele participou de diferentes equipes e se destacou pela criatividade nas coreografias. “Eu nunca imaginei que aquele menino que ficava olhando os cartazes das rainhas pela cidade chegaria a ter a própria escola de dança. O festival mudou o rumo da minha vida”, contou o bailarino. Hoje, Vinícius é proprietário do Espaço Vini Flores, em São Jerônimo, onde ensina a novas gerações a paixão nascida no festival.

Serviço

  • O quê: Festival de Artes Cênicas de São Jerônimo
  • Quando: 13 de setembro de 2025 (sábado)
  • Onde: Ginásio Municipal de São Jerônimo – Av. Rio Branco, 366 – Centro
  • Quanto: Arquibancada Solidário – R$ 40 | Ingresso solidário: R$ 40 + doação de 1kg de alimento não perecível | Vendas com as equipes e na bilheteria do ginásio no dia do evento

Programação

  • 19h: Abertura dos portões
  • 20h: Apresentação do Cras
  • 21h: Início das apresentações das equipes
Foto: Everton Bento/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2025 0 Comentários 287 Visualizações
Projetos especiais

Defesa Civil do RS realiza teste de alerta de emergência para 36 municípios neste sábado

Por Jonathan da Silva 26/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul realizará neste sábado, 30 de novembro, um teste do sistema de alerta cell broadcast, parte da ferramenta Defesa Civil Alerta. O sistema, desenvolvido em parceria com a Defesa Civil Nacional e a Anatel, utiliza a rede de telefonia celular para emitir alertas em casos de desastres extremos e severos.

O teste será realizado em duas etapas. Às 15h, o primeiro alerta será enviado aos municípios de Alegrete, Dom Pedrito, Itaqui, Quaraí, Rosário do Sul, Uruguaiana, Santa Maria, Cachoeira do Sul, Pântano Grande, Capão do Leão, Pedro Osório, Pelotas e São Lourenço do Sul.

O segundo lote, com envio previsto para 15h05min, incluirá Porto Xavier, Porto Mauá, Barra do Guarita, Iraí, Caxias do Sul, São Vendelino, São Sebastião do Caí, Estrela, Encantado, Cruzeiro do Sul, Muçum, Eldorado do Sul, Igrejinha, Itati, Maquiné, Montenegro, Nova Hartz, Novo Hamburgo, Parobé, Rolante, São Jerônimo, Três Coroas e Três Forquilhas.

Funcionamento do alerta

A população que estiver nas áreas selecionadas receberá o alerta automaticamente, sem necessidade de cadastro prévio. Durante o exercício, os celulares vibrarão e emitirão um bipe contínuo de aproximadamente 10 segundos, acompanhado de uma mensagem de texto que será exibida na tela do dispositivo. O telefone só poderá ser utilizado após a leitura da mensagem.

O alerta será recebido mesmo por celulares configurados no modo silencioso ou sem créditos. Moradores de municípios vizinhos às áreas de teste também podem receber o alerta, devido à proximidade das torres de telefonia.

Objetivo e implementação

De acordo com a Defesa Civil, a demonstração visa preparar a população para o uso da ferramenta, que estará disponível em todo o estado a partir de 4 de dezembro. O sistema será acionado exclusivamente em situações de risco iminente, como desastres naturais severos.

Os alertas serão enviados pelos militares do Centro de Operações de Proteção e Defesa Civil, localizado em Porto Alegre, que é responsável por coordenar as emissões de mensagens no território gaúcho.

A Defesa Civil reforça que não há motivo para preocupação, pois trata-se apenas de um teste operacional.

Foto: Dragana Gordic/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2024 0 Comentários 791 Visualizações
Saúde

Cinco cidades do Estado recebem insumos para hospitais por transporte aéreo

Por Marina Klein Telles 06/05/2024
Por Marina Klein Telles

Hospitais de cinco cidades do Estado receberam, no domingo (5), insumos médicos para manter os atendimentos à população. Da base aérea de Canoas, as aeronaves decolaram ao longo de todo o dia rumo a Caxias do Sul, Lajeado, São Jerônimo e Santa Cruz do Sul (seguindo para Estrela e Cachoeira do Sul).

O transporte por via aérea, com helicópteros e aviões, foi necessário em virtude dos problemas e interrupções registrados nas rodovias do Rio Grande do Sul após as cheias dos últimos dias. A ação foi realizada pela Secretaria da Saúde (SES), em parceria com a Aeronáutica e Marinha do Brasil.

Entre os insumos enviados estão soluções (básicas e ácidas) usados para hemodiálise, que foram de helicóptero para Lajeado. Para Caxias do Sul, uma aeronave cedida por uma empresa privada transportou hipoclorito e imunológico.

Dois aviões (um monomotor e outro bimotor) saíram de Canoas com destino a Santa Cruz do Sul. De lá, o material com insumos para hemodiálise, hipoclorito e imunológico, seguiram para Cachoeira do Sul e Estrela. Também foram transportados, por meio de um helicóptero da Marinha, 30 torpedos de oxigênio para a cidade de São Jerônimo.

Fluxo para a logística

A SES elaborou um formulário on-line que os hospitais estão respondendo desde quinta-feira (2) informando as demandas por insumos. Isso é feito após verificarem quais são essenciais e se os estoques são suficientes para até uma semana (como oxigênio, gerador e materiais e medicamentos indispensáveis para realizar determinados exames, procedimentos e cirurgias).

Também foi criado um fluxograma para estabelecer a distribuição dos materiais. Os hospitais que estão sem acesso terrestre e com reserva de oxigênio, materiais e medicamentos para um período de 24 a 48 horas devem entrar em contato com os seus fornecedores para que eles entreguem os pedidos na Base Área de Canoas.

O fluxograma também indica que os hospitais informem a remessa solicitada que será entregue no local. A SES fará o informe dessas chegadas e organizará com as equipes das Forças Armadas a programação para o envio, de acordo com as prioridades do momento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 527 Visualizações
Saúde

“Região Carbonífera foi novamente esquecida”, dizem prefeitos sobre leitos de UTI para o RS

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em nota oficial, a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Asmurc) demonstrou sua frustração com a Portaria 1.280 do Ministério da Saúde. O texto, que habilitou leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para diversas cidades do Rio Grande do Sul, não contemplou o Hospital de Caridade São Jerônimo (HCSJ), apesar dos inúmeros apelos das comunidades.

“Infelizmente, a região foi novamente esquecida. Neste momento de calamidade pública, é lamentável que mais de 150 mil gaúchos sigam vivendo com essa incerteza”, destaca a nota, assinada pelo presidente da entidade, Miguel Almeida, prefeito de Minas do Leão.

O hospital é referência para nove municípios da região, que já tem 32 casos confirmados do novo coronavírus. No entanto, a instituição não possui leitos de UTI ou respiradores – estruturas fundamentais para atender casos graves da doença. No começo de maio, a Asmurc encaminhou ofício ao Governo do Estado pedindo apoio para o HCSJ. São necessários R$ 4,2 milhões para a instalação de 10 leitos de UTI e 40 de isolamento.

“Tivemos boa receptividade do Executivo ao nosso pleito, bem como da Assembleia Legislativa, o que gerou a expectativa de sermos contemplados”, relata Miguel. Diante da ausência do hospital na portaria, a Associação pede que o Executivo reforce o pedido da Região Carbonífera, que tem apresentado propostas para viabilizar o investimento.

“Sugerimos a utilização dos recursos previstos pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, além da negociação da dívida da saúde. Estamos dispostos a ajudar, mas não podemos fazer tudo sozinhos”, pontua o prefeito de Minas do Leão.

Confira a nota oficial da entidade

“Foi com grande frustração que recebemos a publicação da Portaria 1.280, do Ministério da Saúde, que habilitou leitos de UTI para diversos municípios do Rio Grande do Sul. Apesar dos inúmeros apelos da Região Carbonífera, a pasta não incluiu o Hospital de Caridade São Jerônimo entre as instituições beneficiadas, a qual está desassistida para o pleno combate à covid-19.

O hospital, que é referência para nove municípios da região, não possui leitos de UTI, tampouco respiradores — estruturas fundamentais para o atendimento de complicações causadas pelo novo coronavírus. O que é ainda mais necessário diante do avanço da covid-19 em nossas comunidades — já são 32 casos confirmados, com três pessoas internadas em São Jerônimo. Sem contar o avanço em diversas cidades do interior.

No começo do mês, encaminhamos ofício ao Governo do Estado pleiteando apoio para o hospital, que necessita de R$ 4,2 milhões para instalar 10 leitos de UTI e 40 leitos de isolamento para pacientes com a doença. Tivemos boa receptividade do Executivo ao nosso pleito, bem como da Assembleia Legislativa, o que gerou a expectativa de sermos contemplados.

Mas, infelizmente, a Região Carbonífera foi novamente esquecida. A ausência do Hospital de São Jerônimo na portaria nos deixa mais distantes da segurança para bem atender nossa população. Neste momento de calamidade pública, é lamentável que mais de 150 mil gaúchos sigam vivendo com essa incerteza. Enquanto o coronavírus vitima mais pessoas, nenhum centavo chegou até agora para a instituição.

Exigimos que a União tenha compreensão e solidariedade com nossa região. Historicamente, temos sido escanteados na disputa pelo desenvolvimento e pelas necessidades básicas de assistência às pessoas. Não somos cidadãos de segunda linha para vivermos sempre com o pires na mão. Queremos ser protagonistas de nossas próprias histórias.

Pedimos ainda que o Governo do Estado reforce sua posição ao lado da Região Carbonífera. Reiteramos nossa disposição em construir alternativas para garantir o atendimento à população, como a utilização dos recursos previstos pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, além da negociação da dívida da saúde. Estamos dispostos a ajudar, mas não podemos fazer tudo sozinhos.

Situações urgentes exigem respostas urgentes. Não podemos esperar que o coronavírus se espalhe em nossas comunidades até que tenhamos uma solução. É preciso agir, e a hora é agora. É inaceitável que fiquemos para trás em um momento crucial para toda a população”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 564 Visualizações
Cidades

Região Carbonífera pede apoio do Estado para hospital de São Jerônimo contra o coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 05/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Referência para nove municípios da Região Carbonífera, o Hospital de Caridade São Jerônimo não está preparado para um possível avanço do novo coronavírus. A instituição não possui leitos de UTI, nem respiradores, estruturas fundamentais para a sobrevida de pacientes graves com a covid-19. Diante do aumento de casos da doença no interior do Estado, prefeitos encaminharam um ofício ao governador Eduardo Leite pedindo apoio ao hospital.

No documento, enviado esta segunda-feira, 4, ao Executivo, a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Asmurc) aponta que são precisos R$ 4,2 milhões para dotar a instituição de 10 leitos de UTI e 40 leitos de isolamento. “Até agora, nenhum centavo do Estado foi destinado ao hospital. E os valores estão completamente longe daquilo que podemos oferecer”, afirma Miguel Almeida, presidente da entidade e prefeito de Minas do Leão.

Até o momento, foram confirmados 13 casos de covid-19 na região. Numa situação de gravidade, os pacientes precisariam se deslocar até Porto Alegre. “Dependendo do aumento da pandemia, quem tiver de ir à capital talvez não consiga atendimento. Temos de garantir uma estrutura adequada à comunidade aqui perto”, ressalta Miguel.

Os prefeitos sugerem a utilização dos recursos previstos pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, aprovado no último sábado, 2, pelo Senado. Os municípios da região concordam, inclusive, em abrir mão de parte do valor devido na saúde, desde que tais verbas sejam destinadas ao hospital, em comum acordo com o Estado.

“Temos buscado contribuir como podemos, mas nossos recursos são ainda mais limitados, diante da queda da arrecadação. Esperamos que o governador tenha compreensão e solidariedade neste momento, para uma situação de gravidade caso haja um surto por aqui”, completa Miguel Almeida.

De acordo com o Hospital de Caridade São Jerônimo, são necessários cerca de R$ 1,98 milhão para os 10 leitos de UTI, além de R$ 2,25 milhões para 40 leitos de isolamento. Fundada em 1952, a instituição possui estrutura de média complexidade para atendimento clínico, cirurgias e emergências.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2020 0 Comentários 388 Visualizações

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

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