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São Borja

Variedades

AGU obtém reintegração de posse de área do Exército Brasileiro em São Borja

Por Gabrielle Pacheco 07/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve na Justiça a reintegração de posse de área da União administrada pelo Exército Brasileiro na zona rural do município de São Borja, na fronteira oeste do Estado do Rio Grande do Sul.

A atuação ocorreu após a administração Militar informar a AGU sobre ocupações irregulares em três Próprios Nacionais Residenciais (PNRs)- espécies de residências militares- e de uma casa não registrada em campo de instrução do Exército denominado Coudelaria de Rincão.

Os ocupantes tinham sido empregados dos antigos arrendatários da área, mas em 1997 o diretor da Coudelaria comunicou que os contratos de locação não seriam renovados e os moradores foram notificados para desocuparem os imóveis, o que não ocorreu.

Diante da inexistência de qualquer ato administrativo válido e atual autorizando a utilização dos imóveis, a Procuradoria Regional da União da 4ª Região- unidade da AGU que atuou no caso- ajuizou ação junto à 1ª Vara Federal de Santiago do Sul (SC).

A procuradoria explicou que é vedado a particular usufruir de bens da União sem a devida autorização e que os ocupantes estavam cientes que residiam de forma irregular em imóveis públicos federais, agindo, assim, de má-fé ao permanecerem no local.

Interesse público

Frisou, ainda, que tal situação impedia a União de exercer seu real direito de posse sobre imóvel de sua propriedade, ressaltando que bens e imóveis destinados às atividades militares são declarados de interesse público conforme o estabelecido na Lei nº 9.636/98. Ainda segundo a Procuradoria, como os imóveis não foram desocupados, o esbulho ficou configurado a partir de 1998, o que autorizava a reintegração na posse dos imóveis.

Por fim, com base na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a União assinalou que apesar do tempo transcorrido de ocupação irregular, não eram devidas quaisquer indenizações por eventuais benfeitorias na área. “A parte ré, assim, nada mais fez do que ocupar precariamente imóvel de propriedade da União, não induzindo posse tal comportamento, e sim, mera detenção ilícita e injusta”, alertou nos autos o Advogado da União Marcelo Rissi, que atuou no caso. “A legislação federal reguladora do patrimônio da União impede que se reconheça qualquer argumento da parte ré relativamente à ocupação do imóvel público federal”, completou.

Na sentença em que acolheu todos os argumentos da União e julgou procedente o pedido de reintegração de posse, o juízo reconheceu que “aceitar a permanência, em definitivo, de alguém que esbulhou uma fração de uma área pública, ainda que há muitos anos, é permitir, por vias transversas, a violação de regra expressa na Constituição Federal”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2020 0 Comentários 552 Visualizações
Variedades

OMNI Brasil faz doação em dinheiro para Hospital Ivan Goulart de São Borja

Por Gabrielle Pacheco 07/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O cenário trazido pela pandemia de coronavírus é de hospitais lotados, recursos escassos para atender aos doentes e famílias em dificuldade por causa da interrupção de atividades profissionais. Essa situação preocupante desperta a importância da solidariedade. Entidades beneficentes se empenharam em organizar campanhas de arrecadação e dezenas de empresas e associações têm feito doações em dinheiro, insumos hospitalares e equipamentos médicos para o combate à covid-19.

Foi assim que a OMNI Brasil resolveu abraçar virtualmente a causa e anunciou a doação de 10 mil reais através das redes sociais do CEO da empresa no Brasil, Michael Arruda. “Não precisa ser um grande empresário para doar. Você pode ser alguém que transforma a vida de outro alguém”, diz o empresário nas redes sociais ao anunciar a doação inicial de R$ 10 mil reais para o hospital Ivan Goulart, de São Borja.

O cenário no RS

Segundo a Associação Médica Brasileira (AMB), o Rio Grande do Sul já registrou 2.513 denúncias sobre falta de equipamentos de proteção contra o covid-19.  Porto Alegre ocupa o 3º lugar do ranking nacional das cidades em que os hospitais mais precisam de doações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2020 0 Comentários 521 Visualizações

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