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RS

Variedades

Governo apresenta LDO 2021 para Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governo do Estado, por meio das secretarias de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) e da Fazenda (Sefaz), apresentou, na tarde desta segunda-feira, 8, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do exercício de 2021 para a Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa (AL).

A audiência pública, realizada em formato de videoconferência, foi transmitida nos canais de comunicação da AL e contou com 45 participantes, entre deputados e representantes do Executivo. “Estamos seguindo os ritos da LDO e mantendo a característica dessa gestão, que é do diálogo e da transparência. Nossa equipe técnica está à disposição do Legislativo para sanar quaisquer dúvidas que surjam durante o processo”, afirmou o titular da Seplag, Claudio Gastal.

No dia 14 de maio, o governo protocolou a LDO 2021 com receita estimada em R$ 43,581 bilhões (sem considerar as transferências intraorçamentárias). A proposta indica um déficit orçamentário na ordem de R$ 7,9 bilhões, resultado direto do cenário de incertezas dos impactos da pandemia do novo coronavírus na arrecadação e do fim das atuais alíquotas majoradas do ICMS na virada do ano.

A partir de acordo construído pelo governador Eduardo Leite com os demais Poderes e órgãos autônomos, a LDO 2021 fixou o duodécimo com fonte do Tesouro em R$ 5,9 bilhões no ano, mantendo o mesmo patamar que constava nas previsões orçamentárias de abril passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 439 Visualizações
Variedades

Competições esportivas organizadas pelo governo são adiadas devido à pandemia

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em razão da pandemia do coronavírus, a Secretaria do Esporte e Lazer (SEL) adiou o início do Campeonato Estudantil do Rio Grande do Sul (Cergs), do Campeonato Paradesportivo Estudantil do Rio Grande do Sul (Paracergs) e do Gauchão de Várzea. Assim que houver novas datas definidas para esses jogos, elas serão informadas.

O Cergs, previsto para iniciar em maio, envolve as escolas particulares do Estado. É uma competição seletiva para os Jogos Escolares da Juventude (JEJ), evento nacional realizado pelo Comitê Olímpico Brasileiro. Os vencedores do campeonato disputam as vagas para a competição nacional com os vencedores dos Jogos Estudantis do RS (Jergs), evento que reúne os colégios públicos gaúchos.

O Paracergs, que iniciaria em junho, é uma seletiva para as Paralimpíadas Escolares 2020. A competição tem como finalidade estimular a participação de estudantes com deficiência física, visual e ou intelectual.

O Gauchão de Várzea, que também estava previsto para iniciar em junho, promove intercâmbio e entretenimento entre as diversas regiões do Estado, com equipes de vários municípios na modalidade futebol. A edição desse torneio é relativa a 2019, e o último campeonato ocorreu em 2017, com os jogos avançando em 2018.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 458 Visualizações
Saúde

Cinco regiões no Estado têm sinal de alerta em relação à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ao menos cinco regiões do Rio Grande do Sul, além das três que nesta semana passaram à classificação laranja, apresentaram piora em alguns indicadores na quinta atualização do Distanciamento Controlado, realizada no sábado, 6.

As regiões de Novo Hamburgo, Taquara e Palmeira das Missões registraram bandeira preta no quesito que mede o crescimento do número de casos de hospitalização pela doença nos últimos sete dias, mas não houve mudança na bandeira que identifica a situação geral. As áreas de Santa Maria e Erechim, que igualmente não tiveram alteração na versão do mapa em vigor a partir desta segunda feira, 8, obtiveram classificação vermelha nesses mesmos critérios.

Pioneiro na definição de protocolos com restrições proporcionais ao avanço do coronavírus e à capacidade de resposta dos serviços de saúde, o modelo gaúcho apresenta atualmente 16 regiões na bandeira laranja (risco médio) e apenas quatro na cor amarela (risco baixo).

Com apenas sete leitos de UTI livres no mais recente levantamento, os municípios que compreendem a região de Novo Hamburgo tiveram aumento no registro de casos de Covid-19 hospitalizados (de cinco na semana anterior para 19 internações).

“São pontos de alerta que as autoridades locais precisam monitorar com urgência. Se esses indicadores seguirem na cor preta é alta a probabilidade de mudança na cor da bandeira nas próximas atualizações”, destaca a coordenadora do Comitê de Dados do governo, Leany Lemos. Ela lidera uma equipe de técnicos e especialistas externos que, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), acompanha diariamente os números do Distanciamento Controlado.

Totalizando 57 casos ativos no dia de fechamento das bandeiras, a região de Novo Hamburgo apenas não ingressou na cor vermelha (alto risco e maiores restrições para as atividades econômicos) já nesta semana por manter estáveis os demais indicadores, mas principalmente considerando que esse indicador considera também a estrutura hospitalar (disponibilidade de leitos) da macrorregião metropolitana de Porto Alegre. É que mesmo diante de um cenário de ocupação acima de 90% dos leitos de UTI, a proximidade com a capital permite a transferência dos casos mais graves quando houver necessidade.

A região de Palmeira das Missões, no centro norte do Estado, igualmente teve classificação na cor preta para o avanço dos casos de Covid-19 que precisaram de internação: nos últimos sete dias foram 15 pacientes, enquanto no mesmo período anterior eram apenas duas hospitalizações. Houve ainda salto tanto no número de pacientes que precisaram de UTI por diagnóstico de Covid-19 (de um para quatro casos) e por síndrome respiratória aguda grave – SRAG (de um para sete pessoas). Além disso, diminuiu a disponibilidade de UTIs na região: de 15 leitos vagos na semana anterior para 12 na última sexta-feira.

Taquara é uma das quatro regiões que seguem sob a cor amarela. Porém, nesta última atualização, os municípios que integram a área no Vale do Paranhana tiveram classificação preta para novos casos de hospitalização nos últimos sete dias: dois registros, quando no levantamento anterior nenhum caso havia sido apurado. O que chamou atenção também foi a presença de apenas cinco casos ativos no último dia do levantamento (sexta-feira). Os demais indicadores mantiveram a região sob o menor grau de restrições, em especial pelo aumento de quatro para sete leitos de UTI vagos.

Duas regiões ligaram o alerta da equipe do Distanciamento Controlado porque apresentaram classificação vermelha nos mesmos indicadores que medem os novos casos de Covid-19 hospitalizados. Nos municípios das áreas de Santa Maria, passaram de 10 para 17 os novos casos de hospitalização pelo vírus de uma semana para outra, assim como houve aumento de 12 para 14 pacientes na UTI por síndrome respiratória aguda.

Em compensação, Santa Maria reduziu os internados por Covid-19 nas unidades intensivas, cujo total de leitos disponíveis passou de 32 para 41.

O comportamento da doença na região de Erechim foi muita parecido e, por isso, mereceu classificação vermelha nesses indicadores. Houve um pequeno aumento das internações por Covid-19 (de 14 para 16 casos) e de internação na UTI pelo mesmo motivo (quatro para seis pacientes).

Indicadores positivos

Na atualização do modelo divulgada no último sábado, 6, três regiões passaram para laranja: Ijuí, Santa Rosa e Santa Cruz do Sul. Apenas a região de Pelotas apresentou melhora, reduzindo de laranja para amarela. Mas outras regiões que seguem na classificação amarela vêm mantendo bons indicadores sobre o avanço da doença e da estrutura de atendimento. Um exemplo é a região de Bagé – assim como os municípios da área de Cachoeira do Sul –, que não registrou novos casos de hospitalização na última semana e conseguiu manter uma estabilidade nos demais indicadores.

Entre as regiões já na bandeira laranja o destaque vai para Santo Ângelo, que reduziu as internações por Covid-19 na última semana, manteve o mesmo patamar de casos em UTI e tinha na sexta-feira, 5, apenas um paciente hospitalizado vítima do coronavírus.

Conforme o novo decreto (55.285), publicado no dia 31 de maio, excepcionalmente e com justificativa clara, os municípios podem determinar medidas próprias, desde que não estejam classificados com bandeira vermelha (risco alto) ou preta (risco altíssimo).

Entenda o distanciamento controlado

Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul.

Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (risco médio), vermelha (risco alto) ou preta (risco altíssimo). O monitoramento dos indicadores de risco é semanal, e a divulgação das bandeiras ocorre aos sábados, com validade a partir da semana seguinte.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 492 Visualizações
Variedades

Estado é destaque em ranking de transparência de dados sobre a Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 05/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul está em terceiro lugar no ranking de transparência sobre dados epidemiológicos da Covid-19 da Open Knowledge Brasil, publicado na quinta-feira, 4. Ao lado do Distrito Federal, o Estado está com 95 pontos no ranking, de um total de 100.

A notícia vai ao encontro do anúncio do governador Eduardo Leite, também nesta quinta, a respeito de ajustes feitos no Painel Coronavírus RS. A atualização traz novos dados, ampliação de outros já existentes, e a possibilidade de fazer o download das planilhas para o cruzamento de informações.

“Estamos focados no propósito de informar com clareza e transparência tudo o que diz respeito à pandemia, desde o número de casos até o valor investido em cada EPI. Acreditamos que tempo de enfrentamento ao coronavírus também é tempo de enfrentamento à corrupção”, pontuou o governador.

O número de casos confirmados e recuperados, óbitos, hospitalizações, taxa de ocupação de leitos, incidência sobre a população e números por município e em ordem cronológica, por exemplo, estão detalhados e disponíveis para download, em formato CSV, utilizado para armazenamento de dados e que pode ser interpretado em diferentes programas, como Microsoft Excel, Google Sheets e Apple Numbers.

O trabalho de ampliação de dados foi realizado em conjunto pela Secretaria de Governança e Gestão Estratégica (SGGE) – com colaboração do Escritório de Desenvolvimento de Projetos (EDP) e do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do RS S.A. (Procergs), vinculadas da pasta – e pela Secretaria da Saúde (SES).

O mais recente boletim da Open Knowledge Brasil, publicado na quinta (4), aponta que o Rio Grande do Sul avançou 19 pontos no ranking e saltou da nona posição para a terceira. “Com trabalho notável no uso de dados para enfrentamento à pandemia, o Estado foi o último sulista a subir para as primeiras posições do ranking” devido à “abertura de microdados e a reformulação do principal site de indicadores de Covid-19”, diz o texto divulgado pela organização.

Em primeiro lugar, com 100 pontos, estão os Estados de Ceará, Goiás, Minas Gerais e Rondônia. Em segundo lugar, com 98 pontos, aparecem Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O Rio Grande do Sul e o Distrito Federal estão logo atrás, com 95 pontos, em nível de transparência considerado alto pela organização.

Também chamada de Rede pelo Conhecimento Livre, a Open Knowledge Brasil pertence à Open Knowledge Internacional e é uma organização sem fins lucrativos e apartidária que atua no país desde 2013. Todos os boletins da organização estão disponíveis no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2020 0 Comentários 594 Visualizações
Variedades

Comércio da região Sul retorna aos poucos e com cuidados redobrados

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul é um dos lugares com menores índices de contaminação e óbitos pela pandemia do Covid-19 no Brasil. Por esse motivo, o Estado está voltando, aos poucos, a movimentar a economia local por meio do afrouxamento social e reabertura de lojas e negócios que vão além dos serviços essenciais. Gramado, na Serra Gaúcha, é uma das cidades que já está retomando suas atividades locais, já que o Turismo ainda vai levar mais um tempo para se tornar viável.

Para Juliana Gomes, enfermeira da Suprevida , ecossistema Plug&Play que conecta consumidores, profissionais, fornecedores de produtos para saúde e informação, mesmo com a retomada da rotina é preciso redobrar ainda mais os cuidados para não regredirmos na nossa luta contra o coronavírus. “É importante que os varejistas e consumidores entendam que manter todas as recomendações é essencial para evitar a contaminação. Por isso, não deixem de usar máscaras, lavar bem as mãos ou utilizar álcool em gel periodicamente, respeitar o limite de distanciamento entre as pessoas dentro do local e evitar ao máximo aglomerações”, reforça a profissional de saúde.

E é de acordo com essas adaptações, que Lugano, principal marca de chocolates finos de Gramado, está retomando suas atividades. Com três unidades em operação no centro da cidade, o quadro de funcionários foi reduzido em até 30% e os turnos passaram a ser de seis horas. Nas lojas, os funcionários utilizam máscaras e só é permitida a entrada de consumidores que também tenham o acessório – que passou a ser indispensável em todo o território nacional. Para evitar aglomerações e garantir o distanciamento obrigatório de 1 metro, o número de clientes está restrito e há higienização constante do mobiliário, principalmente de mesas, cadeiras e máquinas de cartão.

Outro exemplo é a rede de pelúcias personalizáveis Criamigos, que está com redução de jornada da equipe para manter a oficina da unidade da Borges de Medeiros com menos pessoas in loco, além da restrição do número de clientes por vez na oficina. Ainda atendendo via “Amigo Delivery”, a rede reformulou alguns protocolos de vendas para evitar contatos, mantendo a qualidade da experiência de compra sem riscos.

Além do varejo, os restaurantes também vão precisar de várias adaptações. O Rasen Platz , principal restaurante alemão de Gramado, por exemplo, vai reabrir no próximo dia 4 com horário reduzido: de sexta a domingo, das 12h às 23h. Diante do novo cenário, o estabelecimento optou por utilizar somente sua parte externa, aumentar o distanciamento entre os lugares e deixar álcool gel disponível nas mesas e banheiros – além de seguir as normas da Organização Mundial da Saúde (OMS), com todos seus funcionários usando máscaras, aventais e luvas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 541 Visualizações
Variedades

RS mais perto de conquistar status de zona livre de aftosa sem vacinação

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul está cada vez mais próximo de obter o status sanitário de zona livre de aftosa sem vacinação. A dois meses da auditoria do Ministério da Agricultura que vai fazer a avaliação, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) está com cerca de 70% das ações concluídas. O plano contém 18 medidas, sendo que 12 delas já foram atendidas e seis estão em processo de finalização.

Entre as ações já atendidas, estão metas de vigilância, padronização no cumprimento da legislação, incremento na fiscalização de eventos com aglomeração de animais, cumprimento de metas dos programas de sanidade animal, atividades de educação em saúde animal e maior participação do serviço veterinário oficial nas ações do SUS. E também ações que se referem ao controle do saldo eletrônico de aves, adequação de legislação para trânsito de equinos e cumprimento de normas federais para vacinação compulsória em propriedades com focos de raiva.

Os recursos destinados para investimento e custeio também estão garantidos pelo Tesouro do Estado e pelos convênios com o Fundesa e o governo federal, totalizando cerca de R$ 12 milhões. A auditoria do Ministério da Agricultura deve ocorrer em agosto.

“Este é um momento histórico para a pecuária gaúcha. A Secretaria da Agricultura está empenhada em realizar todas as etapas apontadas pelo Ministério da Agricultura para chegarmos na próxima auditoria com todos os pontos atendidos, e assim caminharmos de forma efetiva e segura para nos tornarmos um Estado livre de aftosa sem vacinação”, afirma o secretário Covatti Filho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 539 Visualizações
Variedades

SBT anuncia novo Head de Negócios no Rio Grande do Sul

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O SBT anunciou a chegada de Gabriel Roberto Casara, o novo Head de Negócios Regional do Rio Grande do Sul, localizada em Porto Alegre. O executivo assume no início de  junho e responde diretamente ao diretor de Negócios e Marketing do SBT, Fred Müller, com o desafio de liderar a equipe na região, gerando novas soluções comerciais multiplataforma alinhadas à estratégia dos nossos clientes. “O Rio Grande do Sul é um mercado importante, com marcas de abrangências nacionais e regionais relevantes. O Casara está conectado com o contexto e anseios do mercado gaúcho, e entende bem como explorar o potencial do SBT como plataforma de mídia em todas as nossas telas e formatos”, declara Müller.

“Estou muito contente de voltar ao mercado do Rio Grande do Sul, especialmente por se tratar de um grupo de comunicação tão especial como o SBT”, diz Casara, que tem mais de 20 anos de experiência nas áreas de negócios, transformação digital, comunicação e marketing na região. Atuou em várias áreas do Grupo RBS, chegando a diretor geral de jornais, digital e marketing. Acumula passagens também por empresas como APP Annie, Quopley Media Analytics e ADVB RS, onde foi vice-presidente de marketing.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 669 Visualizações
Cultura

Pesquisa inédita revela potencial de impacto da cadeia da música na economia do RS

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Artistas e produção, mas também engenharia, transporte, hotelaria, contabilidade e tecnologia da informação são alguns dos setores impactados diretamente pelos investimentos em projetos relacionados à música no Rio Grande do Sul. Um estudo inédito elaborado pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) mostrou que a cada R$ 100 destinados a eventos musicais, R$ 44,50 são utilizados para pagamentos de artistas e de pessoal diretamente envolvidos na produção, enquanto R$ 55,50 movimentam setores de outras áreas da economia, como comércio, indústria e serviços.

A divulgação nesta quarta-feira, 27, do estudo sobre o potencial de impacto da cadeia da música na economia do Rio Grande do Sul, elaborado por pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), a partir de uma parceria com a Secretaria da Cultura (Sedac), dá sequência aos trabalhos que visam subsidiar a implementação do RS Criativo – programa da Sedac para fortalecer a economia criativa do Estado.

Nesta etapa de desenvolvimento, o objetivo é analisar o impacto das atividades musicais na geração de postos de trabalho e seus reflexos em outros setores. Para chegar aos dados finais da pesquisa, foram utilizadas informações das prestações de contas de projetos de eventos musicais beneficiados pela Lei de Incentivo à Cultura (LIC) entre 2014 e 2019. Dos 288 projetos realizados no período no Estado, foi selecionada uma amostra aleatória de 97.

“O estudo mostrou que os recursos dos eventos musicais não são alocados apenas em empresas especializadas na prestação de serviços para atividades culturais, mas transbordam para outros setores, o que contribui para dinamizar as economias locais”, destaca o pesquisador do DEE Tarson Nuñez, um dos responsáveis pelo estudo.

Descentralização

Dos projetos do setor musical selecionados na amostra com apoio da LIC entre 2014 e 2019, 71,2% foram desenvolvidos em cidades do interior do Rio Grande do Sul e 28,8% na região metropolitana de Porto Alegre. Quanto à porcentagem dos recursos alocados nestes eventos, 59,5% ficaram no interior gaúcho e 40,5% na capital e Região Metropolitana.

Os dados mostram ainda que o interior concentrou um número maior de eventos realizados (69), mas com dimensões menores, com média de R$ 202,2 mil por projeto. Na Capital e Região Metropolitana foram menos projetos (28), mas com uma média mais alta de gastos (R$ 339,95 mil).

Empregos na música

A pesquisa do DEE/Seplag ressalta ainda as dificuldades para o estudo do emprego na cadeia da música, caracterizada pela alta informalidade, ausência de uma base de dados estatísticos, heterogeneidade e complexidade. A natureza dos postos de trabalho gerados por eventos musicais é mais precária do que a dos empregos formais permanentes, limitados ao tempo de duração do projeto. Ainda assim, considerando artistas e equipes de produção, são 64 as ocupações profissionais envolvidas na realização desses eventos no Estado.

No setor de serviços, entre os diretamente relacionados a shows – como som, luz, estrutura e comunicação – e os adicionais – como transporte, hospedagem e alimentação – são 46 diferentes tipos de empreendimentos movimentados com a realização de um projeto, o que beneficia, em especial, as micro e pequenas empresas locais.

“O que os dados mostram é que os eventos da cadeia da música impactam de forma importante as economias locais e proporcionam a profissionalização dos setores envolvidos. E quanto mais desenvolvida e diversificada é uma economia, mais uma sociedade avança”, afirma Nuñez.

“A divulgação da pesquisa vem num momento muito oportuno, em que se faz necessário enaltecer a importância do setor, especialmente nesse período em que muitos trabalhadores da área estão com as atividades suspensas, em função da pandemia. O setor cultural ajuda a engrenagem a funcionar, injeta dinheiro e movimenta a economia”, destaca a assessora especial de Artes e Economia Criativa da Sedac, Ana Fagundes.

Políticas públicas

A Lei de Incentivo à Cultura (LIC) é um mecanismo de incentivo fiscal pelo qual projetos de diversas áreas culturais, após avaliação e aprovação pelo Conselho Estadual de Cultura, podem receber financiamento de empresas. Ao apoiar os projetos, as empresas recebem um desconto relativo ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devido.

Aos produtores que recebem valores por meio da LIC é obrigatória a prestação de contas, em que são informados os valores destinados ao pagamento de pessoal, contratações de serviços e os demais gastos relacionados ao projeto. De acordo com Nuñez, a partir da interpretação dos dados, o estudo permite ainda uma análise sobre a eficácia da própria lei como política pública.

RS Criativo

O RS Criativo é um programa da Sedac que busca potencializar a economia criativa no Estado, segmento que inclui setores nos quais a criação de valor tem como base dimensões imateriais como criatividade, cultura, conhecimento e inovação. As características e potencialidades do segmento estão na pauta dos estudos do DEE/Seplag para auxiliar na implementação das políticas no Rio Grande do Sul.

A primeira pesquisa desta análise foi divulgada em dezembro de 2019 e apontou os indicadores de empregos na economia criativa no Estado, no período entre 2006 e 2017. O documento mostrou que são mais de 130 mil os empregos formais no segmento, contingente superior ao da indústria calçadista e do setor automobilístico no Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 516 Visualizações
Variedades

Novo vídeo explica como é definida a cor da bandeira de uma região no distanciamento controlado

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O sexto episódio da série de vídeos sobre o Distanciamento Controlado explica como é definida a cor da bandeira de uma região. No modelo estabelecido para controlar a disseminação do coronavírus, o Estado foi dividido em 20 regiões, que são classificadas semanalmente pelas cores amarela, laranja, vermelha e preta, representando risco baixo, médio, alto e altíssimo.

Para chegar na cor da bandeira, é feita a média ponderada de 11 indicadores. Cada um dos indicadores também recebe uma bandeira de amarela a preta de acordo com a sua situação. Metade deles serve para medir a propagação do vírus e a outra metade avalia a capacidade de atendimento do sistema de saúde.

O vídeo está disponível aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 618 Visualizações
Variedades

RS tem 1,6 milhão de pessoas aptas a receber renda mínima emergencial

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante dos impactos da Covid-19 na atividade econômica e na renda das famílias, o Rio Grande do Sul concentra cerca de 1,6 milhão de pessoas entre os beneficiários potenciais para receber o auxílio emergencial instituído pelo governo federal. Esse universo mais afetado pela pandemia representa 14,8% da população gaúcha, em que a ampla maioria (90%) compõe a metade mais pobre dos habitantes do Estado.

Essa realidade está retratada no mais recente estudo divulgado pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) sobre os reflexos do avanço do novo coronavírus na economia e sobre a capacidade do programa da União de atenuar a crise. A ajuda prevê repasses mensais de R$ 600 aos beneficiários, podendo chegar a R$ 1,2 mil em alguns casos, dependendo das condições da pessoa.

Desenvolvido no âmbito do Comitê de Dados da Seplag, o trabalho estabeleceu um perfil bastante detalhado sobre a população apta a participar do auxílio emergencial (1.684.0129 pessoas). Cerca de 40% dos beneficiários são de informais, entre eles empregadores sem CNPJ, os que trabalham por conta própria também sem registro e domésticos. Perto de 500 mil gaúchos que poderiam receber a ajuda estão fora da força de trabalho. Outro aspecto que o estudo revelou aponta que entre os mais vulneráveis diante da pandemia existem mais de 85 mil mães solteiras.

Cenários

O percentual da população gaúcha elegível ao Programa de Renda Mínima Temporária, do governo federal, é um dos menores do país. Em alguns Estados, esse cenário afeta 37% dos habitantes, como é o caso de Pará e Maranhão. Mesmo assim, a pesquisa coordenada pela economista Vanessa Neumann Sulzbach, do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), mostra que as perdas da renda dos gaúchos são preocupantes: podem chegar a R$ 9,1 bilhões ao mês no cenário mais alarmante.

Se todas as pessoas impactadas recebessem o auxílio nesses meses, a injeção de renda na economia seria ao redor de R$ 1,1 bilhão/mês. Mesmo considerando esse alívio, o impacto da crise no Rio Grande do Sul pode variar entre 0,3% a 1,4% de perdas no valor adicionado bruto (VAB) para cada mês de duração da crise.

O trabalho avaliou quatro cenários considerando a crise da Covid-19 e o quanto o programa federal poder atenuar seus efeitos sobre a economia do Estado. Nas projeções mais otimistas, o impacto do auxílio emergencial irá mitigar cerca de 35% das perdas de renda dos gaúchos, ao passo que no cenário oposto esta capacidade de alívio sobre o VAB ficaria limitada a 11,7%.

Uma das principais conclusões da pesquisa aponta que, de maneira geral, cerca de 72% dos gaúchos estão sujeitos a alguma perda de renda durante a crise, mas apenas 15% são elegíveis à renda mínima emergencial. O estudo contou com a participação do economista Marco Brancher (Impulso), que atuou como colaborador externo nesta tarefa do Comitê de Dados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 499 Visualizações
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