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rodovias

Política

Vice-prefeito de Montenegro solicita melhorias nas rodovias estaduais 124 e 411

Por Jonathan da Silva 11/03/2026
Por Jonathan da Silva

O vice-prefeito de Montenegro, Cristiano Braatz, participou de uma reunião da Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) nesta terça-feira (10) para solicitar apoio de deputados na cobrança por melhorias nas rodovias estaduais 124 e 411. A demanda foi apresentada durante audiência realizada na sede do legislativo estadual, com a presença de vereadores da região, entre eles a vereadora de Montenegro, Josi Paz (PP).

Durante a manifestação, o vice-prefeito destacou a importância das rodovias para o escoamento da produção no Vale do Caí e afirmou que as intervenções são necessárias para melhorar as condições de tráfego e segurança nas estradas.

Solicitação apresentada na comissão

Cristiano Braatz afirmou que a situação das rodovias exige providências do governo estadual. “É uma situação urgente que traz prejuízos e coloca vidas em risco. O governo do RS precisa olhar para nossa região, melhorar a pavimentação e construir uma rótula na 124 junto à estrada Antônio Inácio de Oliveira Filho”, enfatizou o vice-prefeito, referindo-se a um dos acessos ao município de Montenegro.

Encaminhamentos na Assembleia

Durante o encontro, o presidente da Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado estadual Joel Wilhelm (PP), manifestou apoio à solicitação apresentada pelo vice-prefeito. O deputado estadual Airton Lima (Podemos) também declarou apoio ao pedido.

Uma audiência pública deverá ser organizada nas próximas semanas para dar continuidade às discussões sobre melhorias nas rodovias estaduais 124 e 411.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Política

RS-466 é retirada do primeiro bloco de concessões rodoviárias do estado

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

O governo estadual confirmou a retirada da RS-466 do primeiro bloco do programa de concessões rodoviárias estaduais após reunião realizada na quinta-feira (26), na Casa Civil, em Porto Alegre. O encontro reuniu prefeitos da serra gaúcha, entre eles o prefeito de Canela, Gilberto Cezar (PSD), que apresentou argumentos contrários à instalação de uma praça de pedágio na rodovia. A reunião foi articulada pelo deputado estadual Elton Weber (PSB) e conduzida pelo secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos Júnior.

O encontro contou com a presença de prefeitos e vice-prefeitos que integram a Associação dos Municípios de Turismo da Serra (Amserra). Durante a reunião, foram apresentadas demandas relacionadas ao projeto de concessões rodoviárias previsto pelo governo estadual.

Entre os temas discutidos estava a inclusão da RS-466 no primeiro bloco de concessões, proposta que previa a instalação de uma praça de pedágio na rodovia. O prefeito de Canela, Gilberto Cezar, argumentou que a medida não teria justificativa logística ou econômica para a região, posição que foi apoiada por outros gestores municipais presentes. “O Governo do Estado está ouvindo os municípios e tomando decisões técnicas para ajustes no projeto. Demonstramos que não havia justificativa para uma praça de pedágio na RS-466, e felizmente esse entendimento foi acolhido”, afirmou o chefe do executivo canelense.

Concessões rodoviárias

Ao final da reunião, a subsecretária de Parcerias e Concessões, Ana Clara Yaginuma, informou que o governo estadual continuará dialogando com as prefeituras para avaliar demandas regionais e possíveis ajustes no programa de concessões.

Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos Júnior, o projeto de concessões seguirá em discussão com os municípios. “Temos que fazer a concessão. Como será feito ainda está em aberto e estamos aqui para ouvir os municípios”, afirmou Lemos.

Outras demandas da região

Além do tema das concessões, os prefeitos apresentaram propostas de melhorias na infraestrutura viária da serra gaúcha e discutiram estratégias voltadas ao desenvolvimento econômico regional.

Entre as sugestões apresentadas está a implantação de uma terceira pista entre o limite de Nova Petrópolis, na localidade de Linha Araripe, e intervenções na RS-235. As propostas incluem duplicações em trechos da rodovia entre o bairro Canelinha e o município de São Francisco de Paula, com o objetivo de melhorar o acesso à região e favorecer a atração de indústrias para áreas de Canela e São Francisco de Paula.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 95 Visualizações
Política

Prefeitos da Amserra apresentam demandas sobre concessões rodoviárias

Por Jonathan da Silva 27/02/2026
Por Jonathan da Silva

Prefeitos e vice-prefeitos da Associação dos Municípios de Turismo da Serra (Amserra) participaram de uma reunião na Casa Civil, em Porto Alegre, nesta quinta-feira (26), com representantes do Governo do Estado, para apresentar demandas relacionadas às concessões rodoviárias previstas e às necessidades de intervenções nas estradas da região. O encontro foi articulado pelo deputado estadual Elton Weber (PSB) e conduzido pelo secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos Junior, com o objetivo de ouvir os municípios antes da definição do modelo final do projeto de concessão.

Durante a reunião, as administrações municipais expuseram reivindicações sobre melhorias em rodovias estaduais que cortam a serra. O prefeito de Gramado, Nestor Tissot (PP), destacou a necessidade de obras nas rodovias RS-235 e RS-115. “A implementação de uma 3ª pista, entre o limite de Nova Petrópolis, na Linha Araripe e o Centro de Gramado, é uma necessidade, além do alargamento da estrada em pontos estratégicos do município vizinho. Também é urgente a instalação de iluminação no trecho entre o Centro e a Várzea Grande, na RS-115, através de um projeto que estamos cobrando da EGR desde o ano passado”, comentou o chefe do executivo gramadense.

Encaminhamentos do estado

Ao final do encontro, a subsecretária de Parcerias e Concessões, Ana Clara Yaginuma, informou que fará contato com as prefeituras para detalhar as demandas locais e avaliar possíveis ajustes no projeto original de concessão.

O secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos Junior, afirmou que o processo de concessão será realizado, mas que o formato ainda está em discussão. “Temos que fazer a concessão. Como será feito ainda está em aberto e estamos aqui para ouvir os municípios”, concluiu Lemos Junior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2026 0 Comentários 64 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo realiza recuperação asfáltica em vias de grande circulação

Por Jonathan da Silva 06/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo iniciou na última semana a recuperação asfáltica de ruas e avenidas de grande circulação em diferentes bairros do município. A Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura está promovendo a remoção total da pavimentação desgastada nos trechos considerados mais críticos para aumentar a durabilidade das intervenções e melhorar as condições de tráfego.

De acordo com o engenheiro civil da Prefeitura, Daniel Schommer, a medida é aplicada quando o asfalto apresenta danos extensos. “Quando o trecho asfáltico já está muito degradado, com rupturas, panelas e rachaduras numa área grande e próxima, é necessário fresar a camada asfáltica”, explicou Schommer. “Isso consiste em remover essa faixa degradada e colocar uma nova, de maneira mais controlada e com melhor acabamento pela vibroacabadora”, complementou o engenheiro.

Investimentos previstos

O prefeito Gustavo Finck (PP) afirmou que novas ações estão previstas ao longo do ano. “Sabemos dessa necessidade e estamos trabalhando para garantir avanços significativos tanto na mobilidade urbana, quanto em pavimentação”, adiantou o chefe do executivo de Novo Hamburgo.

Locais atendidos

Entre os pontos que já receberam as intervenções estão as ruas Bartolomeu de Gusmão e Alvorada, no bairro Canudos; a Rua Engenheiro Jorge Schury, no bairro São José; e a Rua Guia Lopes, entre os bairros Rondônia, Santo Afonso e Canudos. Também foram realizados serviços no entroncamento entre a Rua Rincão e a Estrada Presidente Lucena, próximo ao limite com Estância Velha, e na Rua João Aloysio Algayer, em Lomba Grande.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Política

ACI recebe debate sobre concessão de rodovias e pedágios na região

Por Jonathan da Silva 05/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) recebeu um encontro nesta quinta-feira (5), em Novo Hamburgo, para debater o projeto de concessão de rodovias do Bloco 1 apresentado pelo Governo do Estado, que abrange os vales do Sinos e Paranhana e a Região das Hortênsias. O evento reuniu deputados estaduais, representantes de entidades e membros da sociedade civil para discutir o modelo proposto, que prevê aumento de pedágios, e buscar contribuições para a elaboração de um documento com sugestões a ser encaminhado aos órgãos competentes.

Convidados para o debate, os deputados estaduais Joel Wilhelm (PP), Felipe Camozatto (Novo) e Delegado Zucco (Republicanos) apresentaram dados e avaliações sobre o impacto da concessão. Os parlamentares afirmaram ser favoráveis à participação da iniciativa privada em serviços públicos, mas defenderam a revisão do formato apresentado pelo executivo estadual.

O deputado estadual Joel Wilhelm destacou valores previstos na modelagem. Segundo o parlamentar, os custos com softwares ao longo dos 30 anos de concessão ultrapassam R$ 732 milhões, o equivalente a mais de R$ 2 milhões por mês. “O Bloco 3, que já está em andamento, consome esse mesmo valor em um ano!”, enfatizou o deputado.

Wilhelm também mencionou despesas administrativas. De acordo com o parlamentar, os valores previstos com presidência e diretorias de engenharia e de operações somam mais de R$ 575 milhões no período, cerca de R$ 1,5 milhão mensais. Ele comparou com a atual gestão da EGR, cujo custo mensal é de aproximadamente R$ 50 mil. “Isso representa menos de 10% do que está sendo projetado”, afirmou o parlamentar.

Impacto nos pedágios

O deputado Wilhelm também citou o impacto sobre os motoristas. Atualmente, o valor total do pedágio na RS-239, no trajeto de ida e volta entre Novo Hamburgo e Riozinho, é de R$ 3,25. Com a implantação de cinco pontos de cobrança prevista no projeto, o custo passaria para R$ 29,68. “E tudo isso sem a previsão da realização das principais obras para a região. Diante desse cenário, somos totalmente contrários a essa proposta”, pontuou o parlamentar.

Possibilidade de judicialização

O deputado estadual Felipe Camozatto, vice-presidente da CPI que analisa o tema na Assembleia Legislativa, afirmou que o estado ficará vinculado ao modelo por três décadas. “Trata-se de um contrato de longo prazo que engessa futuras gestões”, disse. Ele também mencionou apontamentos do Tribunal de Contas do Estado. “Há elementos suficientes, inclusive, para a judicialização da concessão, caso ela avance”, afirmou Camozatto.

O parlamentar ainda comentou efeitos indiretos do aumento das tarifas. Segundo ele, pedágios mais altos podem desviar o tráfego para dentro das cidades. “Isso trará impactos econômicos e estruturais para quem vive ao longo dessas rodovias”, pontuou Camozatto. O deputado também sugeriu mudanças na forma de implantação. “Estão tentando resolver um atraso de mais de 30 anos de uma só vez. Um faseamento do projeto talvez fosse mais adequado”, ponderou.

Pedido por mais debate

O deputado estadual Delegado Zucco defendeu maior discussão pública sobre o projeto. “É preciso ouvir a sociedade antes de avançar com uma concessão desse porte”, enfatizou Zucco. O deputado também mencionou a retomada do pagamento da dívida do estado com a União a partir de 2027. “Somos favoráveis às parcerias público-privadas, mas não dessa forma”, afirmou o parlamentar.

Participação de entidades

O encontro contou com representantes de entidades da região, entre elas Abrameq, Abicalçados, Assintecal, Aicsul, CDL-NH, Sindilojas Vale Germânico, Sindicato das Indústrias de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados do RS, IBTeC, Fenac e Feevale/Aspeur. A abertura foi realizada pelo presidente interino da ACI, Eduardo Gottlieb, e a condução do evento ficou a cargo do diretor Fauston Saraiva.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2026 0 Comentários 80 Visualizações
Política

Setcergs e Federasul realizam fórum sobre concessões rodoviárias no RS

Por Jonathan da Silva 02/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Rio Grande do Sul (Setcergs) e a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) promovem o 2º Encontro do Fórum de Debates Setcergs | Federasul nesta quarta-feira, 4 de fevereiro, às 14h, na sede do Setcergs, em Porto Alegre. O encontro contará com a com a presença do Governo do Estado para receber propostas de lideranças empresariais e entidades representativas sobre a modelagem das concessões rodoviárias dos Blocos 1 e 2 no Rio Grande do Sul.

O encontro dá continuidade à agenda iniciada em 21 de janeiro, quando foi realizada uma análise técnica da modelagem de concessões apresentada pelo Governo do Estado. Nesta segunda edição, a proposta é avançar para uma etapa voltada à apresentação de sugestões por parte de representantes de diferentes setores econômicos e organizações da sociedade.

Próximos passos

Uma nova agenda do fórum está prevista para o dia 25 de fevereiro, também na sede do Setcergs. Na data, o Governo do Estado deverá indicar quais sugestões poderão ser incorporadas à modelagem e de que forma.

Posicionamento das entidades

O presidente do Setcergs, Delmar Albarello, afirmou que as rodovias são estruturantes para o estado e precisam ser discutidas com profundidade, dados e compromisso com a sociedade. O presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, afirmou que o fórum é uma oportunidade concreta de alinhar interesses e construir soluções para o futuro do Estado.

De acordo com as entidades, o Rio Grande do Sul possui uma malha rodoviária que ultrapassa 150 mil quilômetros entre rodovias federais, estaduais e municipais. O transporte rodoviário é o principal modal no estado e responde pela maior parte do escoamento de cargas, incluindo produtos agrícolas e manufaturados.

Serviço

  • O quê: 2º Encontro do Fórum de Debates Setcergs | Federasul sobre concessões rodoviárias
  • Quando: Quarta-feira, 4 de fevereiro, às 14h
  • Onde: Sede do Setcergs (Avenida São Pedro, 1420, Bairro São Geraldo, Porto Alegre)
  • Quanto: gratuito
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/02/2026 0 Comentários 124 Visualizações
Variedades

Setcergs e Federasul promovem fórum sobre futuro das rodovias gaúchas

Por Jonathan da Silva 16/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Rio Grande do Sul (Setcergs) e a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) promovem, a partir de 21 de janeiro, em Porto Alegre, o Fórum de Debates Setcergs | Federasul, com três encontros voltados à discussão das concessões rodoviárias no estado. Os debates darão ênfase especialmente aos Blocos 1 e 2. O evento reunirá lideranças empresariais, representantes do poder público, da classe política e da sociedade civil para dialogar e construir consensos sobre o futuro das rodovias gaúchas.

De acordo com os organizadores, o fórum tem como objetivo promover escuta ativa, esclarecimento e diálogo sobre a modelagem das concessões rodoviárias, considerando o papel estratégico das estradas para o desenvolvimento econômico, a logística, a segurança e a integração entre as regiões do Rio Grande do Sul. A iniciativa parte do entendimento de que a qualidade da malha rodoviária impacta diretamente o abastecimento, a competitividade e a atração de investimentos no Estado.

Estrutura dos encontros

O fórum será composto por três encontros, que ocorrem nos dias 21 de janeiro, 4 de fevereiro e 25 de fevereiro, na sede do Setcergs, conhecida como Casa das Rodas e Rodovias. A moderação será conduzida pelo ex-vice-prefeito Ricardo Gomes e pelo presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, com a proposta de organizar um processo de diálogo baseado em transparência, respeito e responsabilidade.

Primeiro encontro

No primeiro encontro, marcado para o dia 21 de janeiro, às 14h, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), fará uma apresentação da modelagem proposta para as concessões, desenvolvida em parceria com técnicos do BNDES e do Governo do Estado. Na sequência, o presidente da Associação Brasileira de Concessões de Rodovias, Marco Aurélio Barcelos, apresentará um panorama das modelagens adotadas em outros estados. Após as exposições, os moderadores conduzirão perguntas direcionadas ao governador.

Segundo e terceiro encontros

O segundo encontro, em 4 de fevereiro, será destinado ao recebimento, por parte do Governo do Estado, de sugestões e proposições de aprimoramento ao modelo apresentado. No terceiro e último encontro, em 25 de fevereiro, o Governo indicará quais contribuições poderão ser incorporadas e de que forma.

Construção coletiva

O presidente do Setcergs, Delmar Albarello, afirma que o fórum é um espaço de construção coletiva. “Estamos muito contentes em receber, na nossa casa, representantes dos setores da indústria, do comércio e de serviços para um diálogo aberto, responsável e técnico. As rodovias são estruturantes para o estado e precisam ser discutidas com profundidade, dados e compromisso com a sociedade”, destaca Albarello.

Convergência entre setores

Já o presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, destaca a convergência entre os setores. “O Rio Grande do Sul precisa de união e de decisões sustentadas em dados. Falar sobre infraestrutura rodoviária é ampliar a discussão sobre segurança, desenvolvimento econômico e progresso. O fórum é uma oportunidade concreta de alinhar interesses e construir soluções para o futuro do estado”, ressalta Sousa Costa.

Malha rodoviária gaúcha

O Rio Grande do Sul possui uma malha rodoviária superior a 150 mil quilômetros, considerando rodovias federais, estaduais e municipais. O transporte rodoviário é o principal modal do estado, responsável pela maior parte do escoamento de cargas, incluindo produtos agrícolas e manufaturados, além de conectar regiões, reduzir custos logísticos e fortalecer cadeias produtivas.

Serviço

  • O quê: Fórum de Debates Setcergs | Federasul
  • Quando: 21 de janeiro, às 14h
  • Onde: Sede do Setcergs (Av. São Pedro, 1420, Bairro São Geraldo, Porto Alegre)
  • Quanto: evento gratuito
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2026 0 Comentários 135 Visualizações
Política

ACI de Campo Bom se posiciona contra projeto de concessões rodoviárias

Por Jonathan da Silva 12/12/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços (ACI) de Campo Bom oficializou sua posição contrária ao atual projeto do Bloco 1 de concessões rodoviárias do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (11). A decisão foi tomada durante uma reunião extraordinária do Comitê da Regional de Campo Bom, que discutiu os impactos dos pedágios previstos para a ERS-239, com a presença do deputado estadual Joel Wilhelm (PP).

O deputado Wilhelm, que vem articulando uma mobilização contra a proposta, classificou o projeto como equivocado. Segundo o parlamentar, o pacote não contempla melhorias essenciais para as rodovias da região e apresenta custos operacionais e administrativos que considerou “extremamente elevados”. Wilhelm comparou o modelo ao do Bloco 2 e afirmou que os valores previstos no Bloco 1 são “absurdos”. Ele destacou que o plano prevê R$ 6 bilhões em investimentos e uma arrecadação estimada em R$ 15 bilhões ao longo de 30 anos de contrato. O deputado convocou empresários e a comunidade a assinarem um abaixo-assinado e a estarem presentes na Assembleia Legislativa no dia 16, a partir das 14h, para um debate no Grande Expediente. “O apoio de entidades como a ACI é fundamental neste momento”, enfatizou Wilhelm.

Posicionamento da diretoria da ACI

O diretor da ACI, Fauston Saraiva, reafirmou a postura da entidade. “O valor proposto para as tarifas de pedágio é um absurdo. Ele onera de forma excessiva os usuários, reduz a competitividade das empresas e pode comprometer o desenvolvimento regional se não for revisto com transparência e justiça”, avaliou Saraiva. O dirigente destacou que a associação é favorável à construção e melhorias nas rodovias, mas alerta que iniciativas desse porte não podem recair sobre a população nem serem implementadas sem amplo debate.

A ACI solicitou ao Governo do Estado a apresentação detalhada da planilha de investimentos, com transparência, para permitir o acompanhamento e a fiscalização por parte das entidades e da sociedade civil.

Alternativa proposta

Como alternativa ao modelo de concessão proposto pelo governo estadual, o deputado Joel Wilhelm sugeriu o uso dos recursos do Fundo Estadual de Infraestrutura (Funrigs) — estimados em R$ 1,5 bilhão — para custear as obras necessárias. A proposta é destinar esses valores à Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), garantindo melhorias na região sem aumento de impostos e com a criação de apenas alguns postos de pedágio específicos, localizados em novas rodovias ou trechos duplicados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2025 0 Comentários 191 Visualizações
Política

Vereadores de Novo Hamburgo protestam contra novas praças de pedágio no estado

Por Jonathan da Silva 07/11/2025
Por Jonathan da Silva

Os vereadores de Novo Hamburgo aprovaram, em sessão plenária nesta semana, uma moção de protesto contra o projeto de concessão de rodovias anunciado pelo governador Eduardo Leite (PSD) no dia 28 de outubro. O chamado Bloco 1 prevê a instalação de mais de 20 praças de pedágio em vias como a ERS-239 e a ERS-115, que conectam municípios do Vale do Sinos, Paranhana e Região Metropolitana. A iniciativa, segundo os parlamentares, pode elevar o custo do transporte e afetar a competitividade econômica regional.

O presidente do legislativo hamburguense, vereador Cristiano Coller (PP), autor da moção assinada por outros 12 parlamentares, considera a medida “precipitada, onerosa e prejudicial ao desenvolvimento regional”. O parlamentar lembrou que, desde as enchentes de 2024, a região enfrenta severos impactos econômicos e estruturais, o que tornaria inadequado o momento para a criação de novas cobranças. “O momento atual é inoportuno para a implementação de cobranças adicionais sobre a mobilidade e a economia regional. Cabe a esta Câmara representar a voz da comunidade hamburguense e zelar por decisões públicas que promovam justiça, equilíbrio e desenvolvimento sustentável”, afirmou Coller, reforçando o apoio do Parlamento às manifestações regionais contrárias à proposta.

Custo do transporte e pedágio Free Flow em debate

O presidente da Câmara hamburguense destacou ainda que o aumento dos custos de transporte e de produção impacta especialmente as pequenas e médias empresas, principais geradoras de empregos locais. “Não podemos aceitar que a população da nossa região, já sobrecarregada com tantos desafios, tenha que arcar com custos adicionais no transporte diário, na movimentação de mercadorias e na atividade produtiva”, afirmou Coller, conclamando a sociedade a pressionar os deputados estaduais pela rejeição do projeto.

Na mesma linha, o vereador Juliano Souto (PL) relatou ter recebido diversas multas no sistema Free Flow antes do prazo regulamentar de 30 dias, após viagem a São Domingos do Sul, e alertou que o modelo pode causar prejuízos às empresas da região. Já o vereador Felipe Kuhn Braun (PSDB) classificou como excessivos os valores previstos pelo programa, citando o deslocamento até Farroupilha, que poderia custar R$ 46, ida e volta. “Certamente o Rio Grande do Sul entrará no ranking dos pedágios mais caros do país”, afirmou o parlamentar, criticando ainda o modelo de concessão que permite cobrança antes dos investimentos.

Críticas ao modelo de concessão

O vereador Eliton Ávila (Podemos) destacou que o trecho da RS-239 até Taquara poderá custar R$ 14, mesmo após investimentos municipais superiores a R$ 1 milhão na iluminação da rodovia. “É muito fácil pegar um trecho de rodovia pronto e realizar a concessão”, observou Ávila.

Ricardo Ritter – Ica (MDB) chamou atenção para o aumento de dois mil por cento no valor da multa aplicada no sistema Free Flow e informou que as seis praças em operação já geraram mais de um milhão de infrações.

A vereadora Professora Luciana Martins (PT) criticou a proposta diante da crise enfrentada pelo estado após as enchentes. “É inaceitável impor novos custos a uma população que ainda está reconstruindo casas, escolas e empregos”, expressou a parlamentar petista, afirmando ainda que o governo ignora a realidade social e econômica da população.

Encaminhamentos

A Moção nº 59/2025, aprovada em plenário, será encaminhada ao governador Eduardo Leite, ao secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, ao secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Marcelo Caumo, ao secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, à secretária de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans, e ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pepe Vargas.

O documento foi assinado pelos vereadores Cristiano Coller (PP), Deza Guerreiro (PP), Eliton Ávila (Podemos), Enio Brizola (PT), Felipe Kuhn Braun (PSDB), Giovani Caju (PP), Ico Heming (Podemos), Ito Luciano (Podemos), Joelson de Araújo (Republicanos), Juliano Souto (PL), Nor Boeno (MDB), Professora Luciana Martins (PT) e Ricardo Ritter – Ica (MDB).

O que é uma moção

A moção é o instrumento pelo qual a Câmara manifesta apoio ou repúdio a ações e decisões públicas. O documento é votado em turno único e, quando aprovado, cópias são encaminhadas às pessoas ou órgãos envolvidos.

Foto: Moris Musskopf/CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2025 0 Comentários 186 Visualizações
Política

Associação dos Municípios do Paranhana se manifesta contra novos pedágios

Por Jonathan da Silva 07/11/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale do Paranhana (Ampara) divulgou uma nota, nesta semana, manifestando contrariedade ao projeto do governo estadual que prevê a concessão de rodovias do chamado Bloco 1 e a instalação de novos pedágios nas ERS-020, ERS-040, ERS-115, ERS-118, ERS-235, ERS-239, ERS-466, ERS-474 e ERS-010. Segundo a entidade, a proposta trará prejuízos econômicos e sociais à região e ignora a capacidade atual do estado de realizar as obras com recursos próprios.

Na nota, a Ampara afirma que considera “absurdo” o fato de a região “ser taxada novamente por investimentos que hoje o Estado possui dinheiro para fazer, mas novamente quer repassar o custo à população”. O texto destaca que o modelo de cobrança proposto, no formato free flow (sem cancelas físicas), com tarifa de R$ 0,21 por quilômetro rodado, poderá afetar a indústria, o comércio, o turismo e os moradores que dependem do deslocamento diário entre os municípios.

Reclamação sobre exclusão da ERS-118

A associação também critica a exclusão do trecho da ERS-118, que passa por Sapucaia do Sul, Gravataí e Viamão, do sistema de pedágio. Segundo o documento, essa decisão faz com que o Vale do Paranhana, o Vale dos Sinos e a Serra “paguem a conta” do projeto estadual.

Uso do Funrigs também é questionado

Outro ponto levantado pela entidade é o uso de R$ 1,5 bilhão do Fundo de Reconstrução do Estado do RS (Funrigs) para obras de duplicação e acessos, aliado à cobrança de pedágios. A Ampara considera contraditório empregar recursos públicos em melhorias nas estradas e, ao mesmo tempo, transferir o custo da manutenção e circulação aos usuários.

O texto ainda solicita transparência do governo estadual, pedindo a divulgação de planilhas com custos operacionais, valores de obras, manutenção e fluxo de veículos das rodovias, para que seja possível avaliar o impacto real da proposta.

Região ainda se recupera de enchentes

A associação enfatiza que o Vale do Paranhana ainda enfrenta os efeitos das enchentes que afetaram a região, motivo pelo qual defende que os investimentos sejam feitos integralmente com recursos do Funrigs, “fundo criado para isso e com recursos para execução das obras que necessitamos nas nossas estradas”.

Convocação para ato público

Por fim, a Ampara convocou a comunidade regional para participar de um movimento de contrariedade aos novos pedágios, marcado para o dia 20 de novembro, às 9h30min, na ERS-239, em Taquara, em frente ao antigo supermercado Nacional.

O documento é assinado pelos prefeitos Leandro Marciano Horlle (Igrejinha), Sirlei Teresinha Bernardes da Silveira (Taquara), Fabiel Port (Três Coroas), Gilberto Gomes Júnior (Parobé), Airton Trevizani da Rosa (Riozinho) e Alceu Trevizani (Rolante).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2025 0 Comentários 185 Visualizações
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