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retomada

Entretenimento
Business

Empresários do entretenimento propõem retomada do setor

Por Gabrielle Pacheco 17/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O contexto criado pelas medidas de distanciamento social tiveram impacto em todas as camadas econômicas. Entre elas, o setor de entretenimento. Por isso, um grupo de empresários gaúchos se reuniu na última sexta-feira (11) para pensar como podem retomar o segmento. A ideia é levar à Prefeitura de Porto Alegre e ao Governo do Estado um estudo com possibilidades e sugestões de reabertura gradual dos locais de entretenimento.

“Compreendemos o cenário, mas ressaltamos que precisamos caminhar para uma volta ao normal.”

De acordo com Tiago Escher, um dos nomes à frente do Grupo TE2, a importância da área para a economia gaúcha é um dos pilares dessa movimentação. “Geramos mais de 50 mil empregos diretos e indiretos anualmente. Além disso, o faturamento do setor no estado chega à casa dos R$ 20 bilhões, cerca de 5% do PIB do Rio Grande do Sul. Compreendemos o cenário, mas ressaltamos que precisamos caminhar para uma volta ao normal”, avalia.

“Num ambiente controlado, responsável e com credibilidade, seria muito mais fácil adotar medidas de segurança.”

Já Eduardo Corte, responsável pelo Grupo Austral, destaca a necessidade de protocolos e um honesto diálogo com o setor. Afinal, afirma ele, o público já parece estar no limite do comportamento e começa a dar sinais mais claros de desobediência civil. “No feriado de 7 de setembro, observamos o alto número de eventos clandestinos aqui no Sul”, aponta. Eles estimam que mais de 35 mil pessoas foram às ruas nos ambientes de lazer noturno, sem que as forças de segurança conseguissem impedir as aglomerações. “Por que, então, não iniciar a retomada gradual do setor? Num ambiente controlado, responsável e com credibilidade, seria muito mais fácil adotar medidas de segurança”, questiona.

Entretenimento seguro

O grupo de empresários que desenvolve o projeto conta com o auxílio de médicos infectologistas. No entendimento deles, a reabertura é algo possível de ser feito, desde que respeitadas as medidas de segurança previamente apontadas por um corpo técnico do poder público. Por conseguinte, afirmam ser central trazer proposições que buscam indicar um modelo interessante de reabertura gradual, além de quais medidas as casas precisam estar atentas.

Por outro lado, Roberto Huwwari, à frente do Club 688, destaca que a iniciativa privada deve engajar-se para encontrar soluções que atendam às diferentes necessidades. “No último final de semana, presenciamos novamente cenas de aglomeração na Rua Padre Chagas, por exemplo. Com certeza, estamos no limite quanto sociedade. Inegavelmente, a atmosfera de transgressão civil que parece ganhar força entre parte significativa da população. Portanto, temos que abraçar esse compromisso e encontrar soluções”, pondera o empresário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2020 0 Comentários 626 Visualizações
Variedades

Três Coroas retoma turismo de aventura e natureza neste fim de semana

Por Gabrielle Pacheco 04/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O grupo Aventura Três Coroas, que reúne parques e empresas de aventura e entretenimento da cidade, se prepara para voltar a atuar no próximo sábado (5), depois de quase seis meses de portas fechadas para o público. O tempo de funcionamento suspenso foi um período de preparação. A rotina foi definida pelo estudo, elaboração e implementação de novos protocolos de segurança a fim de garantir a saúde dos visitantes e equipes de trabalho.

Conhecido pelas paisagens naturais, o município é considerado o principal destino de aventura do Rio Grande do Sul, o que gera uma grande expectativa do setor já que, segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), o turismo de natureza, o ecoturismo e o turismo de aventura estarão entre os seis segmentos turísticos mais procurados pós-pandemia.

Os protocolos que passarão a ser adotados a partir de sábado foram definidos pela Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (ABETA) e testados no último fim de semana por um grupo experimental. A entidade reúne empresas do setor em todo o país e publicou o Manual de Boas Práticas para orientar os procedimentos a serem adotados pelas operações turísticas e atividades de turismo de natureza.

Contato com a natureza e tempo em família

Para Teriana Selbach, atual presidente nacional da ABETA e integrante do grupo Aventura Três Coroas, a expectativa é de receber visitantes mais conscientes. “Após seis meses de atividades paradas estamos bem ansiosos para a retomada e esperamos estar com todos os procedimentos bem alinhados e os parques estruturados para atender com segurança. Estamos com a expectativa de atender um cliente bastante consciente, que está valorizando mais o meio ambiente, que valoriza as questões de segurança e de sustentabilidade. A expectativa é de receber um público que começa a ver no turismo de aventura e no turismo de natureza um segmento com um potencial de lazer, de descontração e de integração com a família”, avalia a gaúcha que é sócia do Raft Adventure Park.

As equipes de colaboradores de todas as empresas e parques do grupo Aventura Três Coroas receberam o mesmo treinamento para que operem seguindo as mesmas recomendações. A iniciativa é formada pelos parques Raft Adventure Park, Brasil Raft Park e Parque das Laranjeiras, e pelas empresas Eco Aventura Turismo, Central Sul Raft e Exxtreme.4 Rafting e Expedições.

Entre as diferentes atividades oferecidas como tirolesa, rapel, stand up padel, arco e flecha, arvorismo, aquaball, boia cross, slackline e trilhas, apenas o rafting e o paintball ainda não irão funcionar em função da proibição de atividades coletivas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2020 0 Comentários 624 Visualizações
Business

Sebrae orienta produtores do segmento audiovisual para o retorno das atividades

Por Gabrielle Pacheco 04/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A retomada gradual das atividades econômicas no país exige uma nova postura dos donos de pequenos negócios do segmento audiovisual. Diante do cenário imposto pela pandemia da Covid-19, produtores e coprodutores precisam adaptar suas empresas para atender aos decretos tanto estaduais quanto municipais, em relação ao retorno das atividades de produção, assim como precisam usar a criatividade para atender aos novos hábitos de consumo de produtos e serviços.

O Sebrae defende que para o retorno das atividades, é fundamental o controle rígido de segurança e higiene tanto para a equipe de colaboradores e fornecedores, quanto para os clientes. A instituição também reconhece que a liberação do funcionamento dos estabelecimentos depende, fundamentalmente, das condições específicas de cada localidade e por isso,  recomenda que os donos de pequenos negócios fiquem atentos aos decretos e demais regulamentos vigentes na sua região e caso, exista divergência de informações entre as medidas estaduais e municipais, optem por seguir a orientação mais rígida, de preferência  de acordo com as recomendações das autoridades oficiais de saúde, como Organização Mundial de Saúde (OMS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, entre outras.

“O Brasil é um país de proporções continentais e as condições do sistema de saúde no atendimento aos casos da doença podem ser bastante distintas, mesmo entre municípios de um mesmo estado. Por isso, os Protocolos de Retomada do Sebrae precisam estar alinhados às medidas determinadas por governadores e prefeitos”, ressaltou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Disposto a apoiar as micro e pequenas empresas no retorno seguro das atividades, o Sebrae elaborou um conjunto de protocolos de retomada para 14 macrossetores, entre eles o setor da Economia Criativa, que inclui a atividade do audiovisual.  Além de orientações gerais sobre higiene e saúde estabelecidas no enfrentamento da doença, o documento indica medidas e boas práticas para que todos se sintam confiantes no retorno à rotina de produção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2020 0 Comentários 622 Visualizações
Variedades

Federação Sul Americana de Krav Maga retoma treinos presenciais no RS

Por Gabrielle Pacheco 25/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação Sul Americana de Krav Maga retoma o treinamento presencial de Krav Maga em algumas cidades pelo Brasil, obedecendo às determinações dos órgãos responsáveis, governadores e prefeitos. No estado do Rio Grande do Sul, as cidades que retomaram esses treinos são Porto Alegre, Viamão, Canoas, Taquara, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Caxias do Sul.

O presidente da entidade e introdutor da modalidade na América Latina, Grão Mestre Kobi Lichtenstein, explica que, além de respeitar as normas municipais, estaduais e federais, a Federação foi buscar informação de segurança junto à OMS e em Israel, seu país de origem, para ir além quanto aos procedimentos adotados, visando a segurança dos alunos.

“Nosso retorno às aulas presenciais é muito importante, primeiro porque a atividade física é recomendada para o fortalecimento da imunidade. Além disso, os fundamentos do Krav Maga, exatamente como foram criados em Israel, na década de 40, por Imi Lichtenfeld, traz benefícios aos praticantes, como o aumento da força, o controle emocional e a autoconfiança, que são fundamentais para que eles passem bem, física e mentalmente por essa pandemia”, afirma.

Algumas adaptações foram necessárias nesse retorno para garantir a segurança e a saúde dos praticantes e atender às demandas das autoridades. Entre elas estão a total atenção à higienização e desinfecção do tatame, dos equipamentos e das próprias instalações das academias, menor número de alunos por turma, uso obrigatório de máscaras e o distanciamento entre as pessoas durante a aula.

Aluno direto de Imi, e comemorando 30 anos a frente do Krav Maga na América Latina, Grão Mestre Kobi assegura que em qualquer lugar em que a Federação Sul Americana de Krav Maga tenha voltado às atividades presenciais os cuidados são os mesmos e vão sempre além da demanda dos órgãos responsáveis de saúde. “O distanciamento social ainda se faz necessário e a Federação Sul Americana de Krav Maga vai manter os treinamentos sem o contato físico, porém com o mesmo dinamismo e eficiência da técnica de defesa pessoal”, finaliza.

A Federação Sul Americana de Krav Maga é a única representante oficial da modalidade no Brasil, onde detém a marca Krav Maga. Também conta com representação no México, Argentina, Canadá e Portugal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2020 0 Comentários 715 Visualizações
Business

Recuperação do Brasil pode ser rápida graças ao perfil dos brasileiros, dizem executivos

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os desafios econômicos e sanitários impostos pela pandemia de Covid-19 e o futuro do Brasil nesse cenário foram debatidos por quatro grandes executivos do país na noite desta quarta-feira, 19. A live Moinhos Talks reuniu Jorge Gerdau Johannpeter, membro do grupo de controle da Gerdau; Sérgio Rial, presidente executivo do Banco Santander; Eduardo Bier, fundador da Dado Bier e presidente da Associação Hospitalar Moinhos de Vento; e Mohamed Parrini, superintendente executivo do hospital. Dentro do tema “Qual o futuro do Brasil para os próximos 10 anos?”, eles defenderam as áreas que devem ser definidas como prioridade para que o país cresça – além de destacarem qualidades dos brasileiros que podem ajudar a superar os desafios.

O convidado Sérgio Rial iniciou o debate com uma reflexão. Ao dizer que o “subdesenvolvimento é relativo”, o presidente executivo do Banco Santander reforçou que o Brasil já possui bolsões de excelência. Ele pontuou as três “fortalezas nacionais” que precisam ser valorizadas: o agronegócio, a biodiversidade e o capital humano. “Mesmo com as dificuldades financeiras, brasileiros são engajados tecnologicamente, se adaptam facilmente às adversidades e são criativos”, elogiou. “Temos tanta capacidade de criar e empreender quanto à China. Precisamos, juntos, dar as condições para que as pessoas possam empreender. Muitos têm a ideia, sabem fazer, mas não têm os recursos”, disse.

Para Jorge Gerdau, também são as pessoas o principal capital do Brasil. O empresário mostrou preocupação principalmente com a educação. “Atingimos patamares de produtividade e eficiência de primeiro mundo, pelo perfil dos brasileiros. Fazemos muito com pouco. Mas a sociedade precisa se envolver mais na política e definir a educação como prioridade. Saúde e segurança é mais fácil de resolver. Mas a formação é para a vida, para o futuro, para a sobrevivência”, salientou.

Em linha com os demais participantes, Eduardo Bier falou sobre a omissão dos bons na política e da necessidade de educar os potenciais empreendedores. “Eu vejo muitas oportunidades para o empreendedorismo. Na Europa e nos Estados Unidos os espaços estão muito ocupados. O mercado é bom, mas está cheio. Aqui nós temos muitas coisas para serem feitas. Mas precisamos formar, qualificar, criar estruturas mais robustas para dar apoio a quem quer empreender”, afirmou. O empresário e presidente da Associação Hospitalar Moinhos de Vento listou características como ousadia, criatividade e adaptação como trunfos dos brasileiros.

Para Mohamed Parrini, a prioridade deve ser centrada na educação e no desenvolvimento humano. “São as pessoas que, neste momento de pandemia, estão se adaptando e buscando as soluções. A gente percebe que a ousadia e o espírito colaborativo estão muito presentes entre aqueles que conseguem superar as adversidades”, salientou. O superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento destacou avanços e ações colaborativas, em parceria entre sociedade civil, iniciativa privada e poder público, como soluções neste momento desafiador.

A live foi transmitida pelo canal da instituição no YouTube e está disponível neste link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 782 Visualizações
Business

Retomada dos pequenos negócios na área de alimentação requer atenção com segurança e higiene

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia da Covid-19 causou uma interrupção do serviço de comida de rua em todo o país e vai exigir, principalmente do Microempreendedor Individual (MEI), uma profunda reinvenção do modelo de negócio. Neste momento, em que há uma retomada gradativa das atividades econômicas em alguns estados do país, o MEI do setor de alimentação tem que estar preparado para retornar ao trabalho em um cenário bem diferente do anterior à quarentena. Será preciso entender que há novos hábitos de consumo e adaptar-se a eles. Ciente que o ramo da alimentação tem regras rígidas para promover o retorno gradual das atividades, o Sebrae preparou um Protocolo de retomada específico para esse perfil de empreendedor, que precisa se atentar aos cuidados e assegurar que os clientes possam voltar a consumir alimentos com a garantia das condições higiênico-sanitárias.

No retorno das atividades, é fundamental o controle rígido de segurança e higiene para o MEI, seu possível colaborador, fornecedores e clientes. “O Brasil é um país de proporções continentais e as condições do sistema de saúde no atendimento aos casos da doença podem ser bastante distintas, mesmo entre municípios de um mesmo estado. Por esse motivo, os Protocolos de Retomada que o Sebrae está construindo para 14 grandes setores econômicos precisam estar alinhados às medidas determinadas por governadores e prefeitos”, ressaltou o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Nesse contexto, a primeira orientação é para que os empresários fiquem atentos aos decretos e demais regulamentos vigentes na sua região e, caso exista divergência de informações entre as medidas estaduais e municipais, optem por seguir a orientação mais rígida, de preferência de acordo com as recomendações das autoridades oficiais de saúde, como Organização Mundial de Saúde (OMS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, entre outras.

O protocolo apresenta primeiramente os cuidados com a segurança e saúde diante da Covid-19, de acordo com orientações oficiais e setoriais para o MEI do setor de alimentação. Caso o empreendedor tenha um serviço mais completo de alimentação, ele deverá considerar o protocolo para bares, restaurantes e lanchonetes, adaptado à sua realidade, sem esquecer de acompanhar e seguir as recomendações oficiais da sua região.

Atualmente não há evidências de que a Covid-19 seja transmitida diretamente por alimentos. Mas, de acordo com a OMS, o comportamento do novo coronavírus deve ser semelhante aos outros tipos de vírus da mesma família. Isso significa que ele precisa de um hospedeiro (animal ou humano) para se proliferar e é sensível às temperaturas normalmente utilizadas para o cozimento dos alimentos, em torno de 70ºC.

Para quem trabalha no ramo da alimentação, as boas práticas de saúde e higiene sempre foram pontos de atenção e precisam ser reforçadas. É necessário redobrar os cuidados nas relações com os colaboradores, fornecedores e clientes. Mais do que nunca, o futuro dos negócios vai depender da adaptação da operação, pois os clientes estão mais atentos se todos os cuidados nesta nova fase estão sendo tomados. Então, é fundamental uma comunicação clara e eficiente com os consumidores para demostrar confiança.

Todas as recomendações podem ser conferidas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 559 Visualizações
Variedades

SBP defende retomada gradual das aulas no RS

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O possível retorno de crianças e adolescentes às escolas no final de agosto e início de setembro é visto com preocupação pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS). A entidade reconhece a extrema complexidade do assunto uma vez que há dois aspectos em debate variando conforme a realidade de cada família. De um lado estão aqueles que podem continuar exercendo suas atividades em home-office e por segurança preferem que as atividades continuem de forma online. Porém, há famílias que estão retomando o trabalho e não possuem alternativa para viabilizar alguém que cuide dos filhos.

O consenso, segundo o médico pediatra e associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), José Paulo Ferreira, é de que precisam ser respeitadas as peculiaridades de cada região e de cada família.

“As pessoas estão muito inseguras para esse processo de retomada das aulas. Não há respostas para tudo. Há vírus e bactérias diferentes circulando em diferentes países e em diferentes estados. Por isso não podemos nos basear no que acontece na Europa e Estados Unidos. O aspecto positivo é que vimos muitos casos de retorno das aulas em alguns lugares e que não trouxeram grandes problemas”, afirmou.

Entre as medidas defendidas pelo médico está a retomada gradual, dividida por etapas.

“É interessante observamos que há, sim, pais que não estão tendo outra opção porque precisam trabalhar e há relatos de casos de muitas famílias que precisam recorrer a meios alternativos, o que as acaba expondo de qualquer maneira. São decisões que precisam envolver a parte médica, social e econômica. A partir disso precisamos ser maduros o suficiente para avaliar e se precisar, recuar nas ações”, completa.

As definições sobre o retorno às atividades escolares no país são de responsabilidade dos governos municipal, estadual e federal. Tais decisões devem ser tomadas em conjunto e com base em análises consistentes do contexto local. O momento de reabertura das escolas deve ser orientado por análises epidemiológicas que indiquem redução contínua de novos casos de Covid-19 e redução da transmissão comunitária da doença.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou recentemente nota de apoio ao “Manual sobre biossegurança para reabertura de escolas no contexto da Covid-19”, desenvolvido pela Fiocruz. O conteúdo estabelece uma série de regras e procedimentos a serem seguidos pelas escolas. O material pode ser conferido no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 559 Visualizações
Business

Pesquisa indica que 76% dos pequenos negócios já estão funcionando

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios, pela primeira vez desde o início da pandemia no país, apresentaram uma melhora no otimismo quanto ao retorno à normalidade da economia. Com a flexibilização do isolamento social em todo o país e o movimento de reabertura dos estabelecimentos em grande parte dos estados, as micro e pequenas empresas começam a dar sinais de reação diante da crise. Esse retrato mais favorável é revelado pela 6ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 27 e 30 de julho. No levantamento, 76% dos 6.506 empresários participantes, afirmaram que os negócios voltaram a funcionar, sendo a maioria (63%) de forma diferente da que funcionava antes da crise. A pesquisa também constatou que houve uma melhora no nível de endividamento dos pequenos negócios. Enquanto no final junho, 40% dos empresários possuíam empréstimos ou dívidas em atraso, um mês depois, esse percentual caiu para 36%.

A 6ª pesquisa de impacto colheu dados de forma online de empresários de todos os 26 estados e DF, sendo 57% Microempreendedor Individual (MEI), 38% Microempresa e 5% Empresa de Pequeno Porte. Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, um novo cenário começa se a desenhar com melhores expectativas para os donos de pequenos negócios. “Não temos dúvida da relevância dos pequenos negócios para a retomada econômica do país e da força e capacidade desses empresários. A boa notícia é que já conseguimos enxergar o começo de uma recuperação, mesmo que lenta e variável entre os diferentes segmentos. O importante agora é manter esse ritmo positivo daqui para frente”, destacou.

O levantamento do Sebrae também revelou um expressivo crescimento na proporção de empresas que buscaram empréstimos desde o início da crise. Entre a última semana de março e a última semana de julho, o percentual de pequenos negócios que buscou crédito saltou de 30% para 54%. Entretanto, observa-se que esse aumento na procura não tem sido acompanhado, na mesma velocidade, pela oferta de recursos por parte do sistema financeiro. A pesquisa mostrou que 56% dos empreendedores tiveram seus pedidos de empréstimo negados.

Inovação

Ainda de acordo com a pesquisa, a busca pela inovação e digitalizaçãodas empresas (em especial dos canais de venda), deixou de ser uma tendência e se tornou realidade para 66% dos pequenos negócios. Entre as diferentes plataformas, a versão comercial do Whatsapp é a ferramenta digital mais procurada. 46% dos empresários ouvidos já usavam o aplicativo antes da crise e 12% aderiram a esse sistema após a chegada da pandemia.

Local da empresa faz diferença

O levantamento indica que as empresas situadas em locais com maior risco de aglomerações enfrentam mais dificuldade de voltar a funcionar. É o caso das empresas que estão localizadas dentro de feiras ou shoppings populares (42% ainda estão com o funcionamento interrompido) e aquelas que funcionam em algum tipo veículo, como uber e transporte escolar (38% ainda estão fechados). Nesse sentido, os pequenos negócios que funcionam em lojas de rua apresentam o melhor desempenho (apenas 12% deles continuam fechados).

Confira abaixo outros dados da pesquisa

  •  Houve redução de 84% para 81% na proporção de empresas que afirmam que estão sofrendo uma diminuição no seu faturamento. O volume dessa perda de faturamento também registrou uma pequena redução de -51% para -50%.
  • Entre os segmentos mais afetados pela crise, o Turismo apresentou uma leve melhora nas perdas do faturamento, de -76% para -74%.
  • Outros segmentos que apresentaram melhoras no faturamento: Indústria de Base Tecnológica (de -45% para -35%); Saúde (de -46% para -36%), Moda (de – 56% para -50%), Serviços de Alimentação (de -56% para – 51%), Indústria Alimentícia (de – 40% para – 37%).
  • Entre os segmentos que tiveram piora destacam-se: Pet Shop e Serviços Veterinários (de – 24% para – 37%), Agronegócio (de -37% para – 45%), Energia (de – 49% para – 57%), Artesanato (de – 44% para – 47%) e Logística e Transporte (de – 53% para – 58%).
  • A maioria das empresas (62%) conhecem e já implementaram os protocolos de segurança definidos pelo poder público para o funcionamento da sua atividade.
  • As empresas em locais com maior risco de aglomeração têm mais dificuldade de funcionar. Sendo assim, as empresas que funcionam dentro de feiras ou shopping populares e aquelas que funcionam em algum veículo como Uber e Transporte Escolar, estão sofrendo mais com a pandemia.
  • 41% dos Microempreendedores Individuais (MEI) trabalham em casa e 52% das micro e pequenas empresas funcionam em loja/sala de rua.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 577 Visualizações
Business

Empresários do turismo preparam retomada e sinalizam novas contratações

Por Gabrielle Pacheco 11/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O turismo foi um dos setores mais afetados pela crise causada pela pandemia do coronavírus: cerca de 95% dos pequenos negócios desse setor tiveram perdas no faturamento. Apesar disso, 15% do total de empreendimentos retomaram as atividades atendendo aos protocolos, sendo que, desse grupo, 85% das agências de viagens não encontraram problemas na aplicação das normas sanitárias, já sinalizando interesse na contratação de pessoal, ainda em 2020. Os dados são de pesquisa inédita realizada pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV Nacional). O estudo, aplicado entre 14 e 20 de julho, teve a participação de 2.555 empresas de todas as unidades da federação.

Quando se fala em comportamento durante a pandemia, a maioria das empresas entrevistadas (41%) deu continuidade aos serviços de forma online, enquanto 38% suspenderam temporariamente as atividades, 15% já retomaram atendendo aos protocolos e 7% fecharam as empresas. As redes sociais mostraram um excelente desempenho no suporte tecnológico para vendas, sendo os canais mais utilizados para este fim o Whatsapp (86%), Instagram (61%), Facebook (57%) e site próprio (45%). Além disso, 83% das empresas do segmento já vendiam por meios digitais antes da pandemia.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, ressaltou o movimento de retomada do setor de turismo, destacando o papel da tecnologia na recuperação das empresas que atuam no ramo. “O turismo é uma atividade com amplo potencial no Brasil e os negócios inovadores, que souberem se adaptar à demanda e ao comportamento do perfil de consumidor pós-pandemia, vai sair na frente. Mais uma vez, será necessária toda a visão e criatividade desses empreendedores para fomentarmos um turismo mais criativo e fortalecido daqui para frente”, comentou.

Magda Nassar, presidente da ABAV Nacional, ressalta que diferentemente de segmentos que puderam minimizar os efeitos da crise diminuindo ou até mesmo paralisando suas operações, as agências de viagens associadas se mantiveram ativas no atendimento aos milhares de consumidores que tiveram suas viagens impactadas ao longo do período. “Trabalhamos meses em remarcações, reitinerações e ações de repatriamento dos que se encontravam no exterior, praticamente sem receita. Os resultados da pesquisa mostram bem a realidade na fase mais crítica da pandemia, e nos darão subsídio para a construção de um novo plano de ação, agora com o foco na retomada”, afirma a presidente da entidade que representa 2,4 mil agências de viagens em todo o Brasil, responsáveis por 80% da movimentação de vendas de produtos e serviços turísticos no País.

As perspectivas dos empresários ouvidos na pesquisa são positivas em relação à gestão de colaboradores, 78% dos empresários de agências de turismo afirmam que não têm intenção de demitir funcionários em 2020, sendo que uma pequena parcela (8%) já sinaliza a intenção de contratação. Além das questões trabalhistas, as empresas tiveram que passar por modificações em suas estruturas financeiras: 44% cortaram custos com renegociação de contratos, 43% cortaram gastos com matérias-primas, 38% negociaram contas de água, energia e telefone, outras 22% cancelaram contratos de aluguel.

A pesquisa revela que atualmente a principal preocupação dos empresários é a insegurança com o mercado de turismo, em relação às companhias aéreas, parceiros locais e fornecedores de outros países. 36% dos entrevistados registraram que essa incerteza é motivo de aflição. 24% apontam o acesso ao crédito como um dos principais receios. Na visão da maioria dos entrevistados (60%), serão necessários de quatro meses a um ano para retomarem os negócios em definitivo, após o fim da pandemia.

Medidas do governo

Os empresários também se mostraram bem informados em relação às políticas públicas desenvolvidas pelo governo em razão da pandemia: 75% declararam conhecer a MP 937/2020 que trata sobre o benefício emergencial oferecido para os MEI, autônomos e informais; 69% conhecem a legislação sobre a suspensão de contratos trabalhistas; 61% tiveram acesso a MP 948/2020, que dispõe sobre o cancelamento de serviços no setor de turismo e cultura; 55% afirmaram que têm ciência das linhas de crédito com condições diferenciadas para empresas que não demitirem. Somente 5% desconhecem algumas dessas iniciativas.

Durante a pesquisa, os empreendedores apontaram quais principais medidas governamentais poderiam ser implantadas para compensar os efeitos da pandemia nos negócios. Redução de impostos e taxas (57%), empréstimos sem juros (55%), aumento das linhas de crédito (52%) e renegociação de prazos para pagamentos de empréstimos (30%) foram as mais votadas. Em relação ao faturamento, 64% acredita que os ganhos serão menores no 3º trimestre, se comparado ao ano anterior. Outro ponto relevante é que 95% dos pequenos negócios registraram queda no faturamento nos meses de abril, maio e junho, em relação a 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2020 0 Comentários 558 Visualizações
Cidades

Reunião especial debate retomada da economia em Santa Cruz

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma reunião especial realizada na Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul nesta segunda-feira, 27, teve o objetivo de debater a retomada da economia no município em meio à pandemia do coronavírus. A proposta foi dos vereadores Alex Knak (MDB), Bruno Cesar Faller (PDT) e Francisco Carlos Smidt (PSDB).

Participaram da reunião a secretária de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Carina Inês Panke da Silva; o presidente da ACI, Gabriel de Borba; o vice-presidente da CDL Santa Cruz, Ricardo Fernando Bartz; o presidente da Assemp, Eduardo Kroth; o presidente do Comitê Tributário de Santa Cruz do Sul, Guilherme Pedroso e o vice-presidente do Sinduscon/RS, Astor Grüner.

O vereador Alex Knak destacou que o debate da temática é importante, pois muitos municípios já apresentaram os planos estratégicos para retomada da economia após a pandemia.

“Queremos ouvir e debater soluções para o nosso município. Juntos, queremos encontrar e construir caminhos para minimizar os efeitos da crise sanitária e econômica.”

A secretária Carina Inês Panke da Silva, em seu pronunciamento, destacou o trabalho que o município vem fazendo e apresentou as obras e investimentos que irão alavancar a economia em meio à crise. Carina ainda apresentou um paralelo entre abertura e fechamento de empresas no período de 23/03 a 23/06, dos anos de 2019 e 2020. Em 2019 houve a abertura de 500 empresas, enquanto que houve o fechamento de 165. No mesmo período deste ano houve a abertura de 299 empresas e foram fechadas 111.

Além disso, ela destacou as ações do Banco do Povo, um projeto da Prefeitura, que oferece crédito para as empresas a juros subsidiados. Segundo a secretária, atualmente são 50 empresas que usufruem de financiamentos, sendo que 630 empresas formais e informais procuraram atendimento, sendo liberado mais de R$ 610 mil. Ela citou ainda auxílios às empresas para instalação no município, além de investimentos na área do turismo.

Confira os demais posicionamentos

Astor Grüner, do Sinduscon/RS, sugeriu qualificar as camadas mais humildes para se habilitarem a emprego e renda, tanto na zona urbana como rural. Ele destacou que deveria ter uma qualificação maior na zona rural, que vem aumentando a produção e a qualidade dos produtos, mas ressaltou que os produtores têm dificuldades em relação a marketing e colocação de seus produtos. Também sugeriu o fortalecimento da marca de Santa Cruz do Sul, que possui um forte nome no Estado, para a demarcação de produtos da cidade. Já em relação à construção civil, o setor já repassou questões para a Prefeitura, mas ressalta que é fundamental ter uma desburocratização de processos, em especial no quesito licenciamento eletrônico. Também é necessária a alteração do Código de Obras, simplificando o mesmo. Alterações de Plano Diretor e zoneamento, e o andamento do Plano de Mobilidade Urbana.

Ricardo Fernando Bartz (CDL Santa Cruz) apresentou a informação que em determinados segmentos da CDL Santa Cruz houve retração de 30 a até 50% no volume de vendas nesta pandemia, segundo pesquisa realizada ao final do primeiro semestre. Defendeu a desburocratização do setor público, em especial no município, a fim de que as guias possam ser geradas de forma instantânea.

Gabriel de Borba (ACI) defendeu a linha da simplificação e da desburocratização. Em especial, em relação à documentação, para tirar uma certidão negativa, por exemplo. Também destacou a importância da implantação da Lei da Liberdade Econômica no município. Também sugeriu um mecanismo para que a população possa sugerir simplificações em cada secretaria. Também deixou como sugestões a criação de programas de incentivo e fundo de atração de investimentos.

Eduardo Kroth (Assemp) também defendeu a desburocratização, a simplificação e a informatização no setor público. Citou que as empresas que trabalham de forma digitalizada estão passando tranqüilas pelo processo da pandemia. Defendeu a implantação da Lei da Liberdade Econômica e a sua aplicação. Defendeu a reinvenção das pessoas desempregadas e hoje não existe programa preparado para este problema. Trabalhar também com localismo, priorizando mão de obra e produtos locais.

Guilherme Pedroso, do Comitê Tributário Municipal, defendeu a implantação de incentivos tributários e benefícios fiscais. A fim de que as empresas possam gestar novos empregos, renda e desenvolvimento econômico na cidade. Também defendeu a adoção dos termos de perdão de tributos e anistia tributária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 421 Visualizações
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