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resiliência

Variedades

Expoagro Afubra 2026 é aberta com foco na resiliência da agricultura familiar

Por Jonathan da Silva 25/03/2026
Por Jonathan da Silva

A 24ª edição da Expoagro Afubra foi oficialmente aberta na manhã desta terça-feira (24), em Rio Pardo, com a presença de autoridades, lideranças políticas, expositores e visitantes. A cerimônia ocorreu junto ao Pavilhão do Espaço do Conhecimento e Inovação no Agro e deu ênfase ao tema “Resiliência”, escolhido para esta edição, como representação do cotidiano dos agricultores familiares diante de desafios climáticos, econômicos e produtivos.

Antes dos pronunciamentos, o público acompanhou apresentações do Coral da Afubra e da banda do 7º Batalhão de Infantaria Blindado. Em seguida, o presidente da Afubra, Marcilio Laurindo Drescher, realizou a fala de abertura e relacionou o tema da feira à realidade do campo. “A resiliência é algo que o produtor rural conhece como ninguém. O termo pode ser novo, mas o seu significado sempre fez parte da vida de quem vive no campo”, afirmou Drescher.

O dirigente também destacou as dificuldades enfrentadas pelos produtores. “Ele pode cansar, se frustrar, enfrentar desafios, mas nunca desiste. Planta sem a certeza da colheita e, quando colhe, não sabe se vai ter o preço justo. A cada safra, um novo desafio. A cada ano, uma nova surpresa”, ressaltou Drescher.

Ainda durante o discurso, o presidente da entidade reforçou a necessidade de políticas agrícolas e de proteção ao mercado. “Apesar das dificuldades, o agricultor não para e se reinventa. Segue fazendo aquilo que sabe fazer de melhor: produzir. Que a comercialização da safra de tabaco seja pautada pela justiça. Que haja equilíbrio e sustentabilidade a toda cadeia”, concluiu o dirigente.

Pronunciamentos de autoridades

O vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, abordou a importância da produção de tabaco para a economia estadual e os desafios enfrentados pelos produtores. “O governo estadual entende como vital para a economia gaúcha a produção de tabaco, que já alcança quase 150 mil hectares de lavouras aqui no Rio Grande do Sul. Somos o maior produtor e o maior exportador dessa cultura. Quando nós olhamos uma produção regulamentada, legalizada, que gera emprego e renda, nós temos que incentivar”, afirmou o líder estadual.

Sabemos que hoje 40% das propriedades que plantam tabaco, apostam em outras culturas e elas também precisam de crédito para serem viabilizadas. […] Nas últimas sete safras, tivemos seis estiagens em algum nível. É por isso que os gaúchos e as gaúchas também precisam de uma atenção do governo federal”, ressaltou Gabriel Souza.

O prefeito de Rio Pardo, Rogério Monteiro (MDB), destacou a situação econômica dos produtores. “Resiliência é a capacidade de recuperar-se. Só que este tema poderia ser de outras edições passadas, porque entra ano, sai ano, o agricultor continua na penúria, trabalhando só para pagar conta. […] Por favor, ação! Chega de conversa. O produtor já está cansado”, enfatizou o chefe do executivo local.

O senador Luis Carlos Heinze (PP), por sua vez, abordou o tema de crédito de carbono. “Um saco de soja, um saco de arroz, um saco de milho, um litro de leite é um ativo que nós temos na mão. E hoje, pela qualidade da nossa agricultura, já temos uma lei que permite que o agricultor possa receber crédito de carbono”, afirmou Heinze.

O deputado federal Heitor Schuch (PSB) também destacou o contexto enfrentado pelo setor. “Clima, secas, enchentes, calamidades, prejuízos, reconstrução, solidariedade. Resiliência para continuar trabalhando, sim. Não desanimar jamais. É preciso esperançar”, pontuou o parlamentar.

A deputada estadual Kelly Moraes (PL) ressaltou a participação de diferentes públicos no setor. “Me orgulha muito falar que aqui tem jovens, mas que também estão as mulheres. Nós ficamos muito orgulhosos das mulheres participarem da agricultura, do agro, da nossa fumicultura”, expressou Kelly.

O superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária no Rio Grande do Sul, José Cléber Dias de Souza, destacou ações voltadas à cadeia produtiva do tabaco. “Destacar a atuação que nós, do governo federal, temos tido sempre nas missões internacionais, especialmente da China, que é um importante mercado para o nosso tabaco”, comentou Dias de Souza.

O secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum, enfatizou o papel da entidade organizadora. “Pela importância social e econômica que a Afubra representa para todos os seus associados, nós não conseguimos imaginar o que seria do setor se não fosse a entidade”, ressaltou o titular da pasta.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Gustavo Paim, mencionou o desempenho comercial do evento. “No ano passado, os nossos expositores venderam mais de 2 milhões de reais em produtos. […] Temos aqui 222 expositores do que nós temos de melhor na nossa agricultura e nas nossas agroindústrias”, detalhou Paim.

Homenagem

Durante a cerimônia, também foi realizada a entrega de uma placa alusiva ao reconhecimento da Expoagro Afubra como Patrimônio Cultural Imaterial de Rio Pardo. A distinção foi aprovada em agosto de 2025 por meio de proposta do vereador Tenente Marcos Rogério (Podemos).

O autor da proposição destacou a relevância do evento. “Esse é um espaço de tradição que encontra a inovação. Ele nos coloca na vitrine e projeta nosso nome para além-fronteiras. Essa homenagem é sinônimo de reconhecimento, gratidão, respeito e admiração”, afirmou o vereador.

O presidente da Câmara de Vereadores de Rio Pardo, Thiago Hertz (PP), também comentou o reconhecimento. “Só resilientes vamos conseguir defender os interesses de quem mais importa, que são os moradores do Vale do Rio Pardo”, expressou Hertz.

Foto: Guilherme Figueiredo/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Variedades

Com resiliência como tema, Expoagro Afubra 2026 já está sendo preparada

Por Jonathan da Silva 15/12/2025
Por Jonathan da Silva

A 24ª Expoagro Afubra será realizada de 24 a 27 de março de 2026 no Parque da Afubra, em Rincão del Rey, na cidade de Rio Pardo, com o tema central “Resiliência”. A feira, com entrada gratuita, reunirá mais de 500 expositores e estruturará sua programação em quatro pilares: Ambiental, Tecnológico e Produtivo, Econômico, e Humano e Social, voltados a fortalecer a agricultura familiar frente aos desafios climáticos e de mercado.

O coordenador geral da Expoagro Afubra, engenheiro agrônomo Marco Antonio Dornelles, explicou que a escolha do tema é uma resposta à realidade atual. “Se em edições anteriores a feira destacou a superação diante de grandes enchentes, agora o foco é ampliar o olhar para a sequência de desafios que afetam o agricultor: secas recorrentes, mudanças rápidas no mercado, custos elevados de produção e a necessidade de se adaptar à digitalização e às novas tecnologias presentes no campo”, afirmou Dornelles. Os quatro pilares servirão para orientar as atividades técnicas, seminários, lavouras demonstrativas e espaços de inovação.

Os pilares

O Pilar Ambiental reunirá ações voltadas à conservação do solo e da água, incluindo o Seminário de Conservação do Solo e da Água. O Pilar Tecnológico e Produtivo focará em novas tecnologias, máquinas e cultivares, com espaços como o Prêmio Afubra/NIMEq e o Espaço de Inovação do Agro para startups. O Pilar Econômico evidenciará estratégias para fortalecer a renda no campo, com destaque para o Pavilhão da Agricultura Familiar, o Fórum de Diversificação e o Seminário Regional de Turismo Rural. O Pilar Humano e Social colocará a família rural no centro, com atividades da Mostra Científica do programa Verde é Vida, ações do Instituto Crescer Legal e projetos da Foco Empreendedor.

Lavouras demonstrativas e setor animal

As tradicionais lavouras demonstrativas, que ocupam cerca de quatro hectares, já estão em preparo com culturas de cobertura de inverno. Dornelles destacou a presença da Emater para orientações e da Embrapa, que apresentará novas cultivares. Já o setor de animais recebeu investimentos e será um destaque, com associações de criadores confirmadas. Um dos pontos altos será o lançamento da raça de gado crioulo sulino, com exposição e um simpósio na sexta-feira da feira, reunindo criadores do RS, de outros estados e de países vizinhos.

Pavilhão da Agricultura Familiar

O Pavilhão da Agricultura Familiar, com 3.480 metros quadrados, abrigará 221 estandes de agroindústrias cadastradas no Programa Estadual da Agroindústria Familiar (PAF). A seleção é feita por uma comissão com Afubra, Fetag, Emater e Secretaria de Desenvolvimento Rural. “Como a procura é sempre superior ao número de vagas, critérios técnicos são adotados para garantir diversidade de produtos e representatividade de diferentes regiões do estado. A participação na feira permite que os produtores vendam diretamente ao consumidor e fortaleçam um importante mercado: o de feiras e eventos, que complementa a renda da propriedade”, explicou Dornelles.

Convocação para o evento

Enquanto a programação completa é finalizada, a organização reforça o convite para produtores, técnicos e o público. “Com entrada gratuita e excursões organizadas por sindicatos e Emater em diversos municípios, a feira se consolida como um grande ponto de encontro da agricultura familiar, reunindo conhecimento, tecnologia e troca de experiências em torno de um objetivo comum: fortalecer o campo e preparar o agricultor para os desafios que continuam surgindo, edição após edição”, finalizou o coordenador.

Foto: Bruno Pedry/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2025 0 Comentários 161 Visualizações
Business

Evento Diálogos da MEI em Porto Alegre discute caminhos para a indústria verde e resiliente

Por Jonathan da Silva 07/11/2024
Por Jonathan da Silva

O evento Diálogos da MEI – Mobilização Empresarial pela Inovação reuniu lideranças na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta quarta-feira (6), em Porto Alegre, para debater estratégias de transição da indústria para modelos sustentáveis e resilientes. Organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Fiergs, o encontro abordou o tema “Construção de uma Indústria Verde e Resiliente”.

O diretor do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Ciergs) e coordenador do Conselho de Inovação e Tecnologia da Fiergs, Marcus Coester, destacou o papel do evento como “um fórum empresarial com o desafio imenso de trazer conhecimento e valor agregado para dentro de nossas empresas”. Já o superintendente de Projetos de Inovação da CNI, Carlos Bork, explicou que a escolha do Rio Grande do Sul para a retomada presencial do evento após as enchentes busca dialogar sobre medidas que possam minimizar catástrofes climáticas. Bork ressaltou a importância de decisões que contemplem aspectos culturais, tecnológicos, ambientais e sociais. “Essa é nossa principal missão: o que deixar para as próximas gerações”, salientou o superintendente.

Durante o painel sobre oportunidades da transição energética no Brasil, o coordenador da MEI e vice-presidente da Siemens Energy Brasil, André Clark, reforçou que a discussão climática deixou de ser um tema exclusivamente ambiental e se tornou político. Clark destacou o Brasil como uma potência em alternativas energéticas e apontou a transição energética como um campo de grande potencial econômico.

Clark também apresentou a MEI, movimento coordenado pela CNI desde 2008 que visa disseminar a inovação entre empresas brasileiras e fortalecer políticas públicas em ciência e tecnologia. A MEI conta com mais de 500 empresas, apoiando iniciativas como a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação.

O evento contou com dois painéis. No primeiro, intitulado “Inovação sustentável como vetor de competitividade”, participaram o diretor de operações da Marcopolo, Luciano Resner, o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Tupy, André Ferrarese, e o executivo de inovação de emissões zero da Embraer, Vinicius Di Nucci Pereira. Resner citou as iniciativas da Marcopolo, como a operação de ônibus elétricos em Porto Alegre e a produção de veículos movidos a bioetano e hidrogênio verde.

No segundo painel, “Como o ecossistema de inovação pode apoiar a jornada das empresas rumo à economia verde”, a presidente da Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp), Daniela Eckert, e outros especialistas abordaram o papel de centros de inovação no apoio às empresas. O painel foi mediado por pelo também coordenador do Citec, Marcus Coester.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2024 0 Comentários 324 Visualizações
Variedades

Em Santa Cruz, evento Empreendedorismo 360º aborda inovação e resiliência

Por Jonathan da Silva 07/11/2024
Por Jonathan da Silva

Cerca de 300 empreendedores e lideranças da região se reuniram no Auditório Central da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) nesta terça-feira (5) para a terceira edição do evento Empreendedorismo 360º – Inovar para Transformar!, promovido pelo Sebrae-RS, Unisc e Sicredi Vale do Rio Pardo. O evento destacou histórias de superação, inovação e novos caminhos no empreendedorismo local.

A abertura do evento contou com falas do reitor da Unisc, Rafael Frederico Henn, do presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Álvaro Petry, e do gestor de Atendimento Regional Vales do Taquari e Rio Pardo do Sebrae, Clóvis Alberto Glesse. De acordo com Petry, a Sicredi tem apoiado o desenvolvimento econômico da região, especialmente na recuperação econômica pós-enchentes. “Foram desenvolvidas diversas ações pela cooperativa, todas elas em parceria, estimulando a produção de alimentos, pensando na lógica de estimular a economia local com a distribuição de mudas de hortaliças aos produtores da região”, destacou o presidente da Sicredi regional, ressaltando o papel das cooperativas na reconstrução das comunidades.

Durante o evento, dois empreendedores afetados pela enchente compartilharam suas histórias de resiliência. Francciesco Disconzi, da Arte do Gringo, e Nilza Dias, da lancheria das Gurias Açaí e Food, relataram como enfrentaram os desafios de reerguer seus negócios e inspiraram os participantes com suas trajetórias de determinação.

O evento também ofereceu palestras voltadas à inovação e sustentabilidade nos negócios, proporcionando uma oportunidade de aprendizado e networking para os empreendedores de Santa Cruz do Sul e região.

Fotos: Francisco Frantz/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2024 0 Comentários 384 Visualizações
Variedades

Fé, equilíbrio, confiança e resiliência: os pré-requisitos para salvaguardar nossa sanidade mental

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Entramos em meados de julho e estamos quase no topo da curva do covid-19 no Brasil, e os virulentos, agora, estão tomando espaço em Novo Hamburgo. Tinha a expectativa de que iríamos passar por esse desastre de forma, talvez, um pouco mais branda. No entanto, somente o futuro e Deus sabem o que nos reserva. Esperança, confiança, resiliência e a fé no amanhã são as sementes que todos devemos plantar no coração e lembrar de regá-las diariamente para não
perecerem, especialmente quando o mundo está impactado por uma pandemia de proporções incalculáveis e perdas irrecuperáveis – vidas humanas.

Como tenho proximidade com lideranças e gestão de pessoas, enxergo com clareza o quanto estamos necessitados, frente a esta catástrofe, de indivíduos com patrimônio espiritual em força, resiliência e influência. Gente que entenda de gente, que nos traga uma lufada de crença em nossos verdadeiros valores, que apresente alternativas e rumos para seguirmos, alguém ousado para acender luz à escuridão. Necessitamos líderes competentes que sejam nossos guias nessa estrada desconhecida.

É interessante observar como indivíduos com grande poder de liderança se acanharam enquanto pequenos líderes despontam nessa zona de conflitos, onde a cascata de informação é abundante e muitas vezes contraditória. A grande verdade é, como diz um amigo do grupo intitulado “Corona”, não existe ser vivo que tenha passado por algo semelhante para saber com certeza o que se deve ou não fazer… é preciso ter o caos dentro de si para dar à luz uma estrela brilhante, como escreveu o grande filósofo alemão Friedrich Nietzche.

Sabemos o quanto é difícil, em tempos de incerteza, manter a esperança, o otimismo, a coragem e criar rotas alternativas para cimentar um bom propósito e seguir adiante. Sem um objetivo claro, definido, seja ele qual for, iremos andar em círculos e o desânimo se torna bem maior que a energia. O que fazer? A melhor opção, pois respostas você sempre encontrará dentro de si, é apostar em desenvolver nossas forças – esperança, otimismo e coragem – assim ampliamos a capacidade cognitiva, tal qual um músculo que necessita de treino constante para se manter ativo. Vamos malhar nossos recursos internos?

Foto: Divulgação | Texto: Maria Helena Rodrigues
14/07/2020 0 Comentários 1,2K Visualizações

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