A Prefeitura de Capão da Canoa, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Planejamento (SMAP), divulgou o novo cronograma da coleta seletiva nos bairros. A coleta seletiva é o recolhimento dos resíduos orgânicos e inorgânicos, secos ou úmidos, recicláveis e não recicláveis que são previamente separados na fonte geradora, recolhidos e levados para seu reaproveitamento. Conforme o Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, a colaboração de todos é fundamental para êxito nas ações. “A coleta seletiva é o primeiro e o mais importante passo para fazer com que vários tipos de resíduos sigam seu caminho para reciclagem ou destinação final ambientalmente correta, pois o resíduo separado corretamente deixa de ser lixo”, reforça.
O novo cronograma pode ser conferido no site da Prefeitura.
O Secretário de Meio Ambiente e Planejamento, Jorge Arbello, solicita aos moradores que atentem para os dias e horários da coleta para que somente nesses dias coloquem o material para facilitar a ação dos agentes ambientais. Diferença entre resíduos secos, orgânicos e rejeitos. Começar a reciclar não é difícil. Contudo, algumas informações básicas ajudam
bastante o processo. Os resíduos secos são aqueles que podem ser reutilizados, como papel, papelão, metais (aço e alumínio), e diferentes tipos de plásticos e vidros. Os resíduos orgânicos são as sobras de alimentos e restos de jardins, como folhas secas e podas. Esses materiais são reciclados e transformados em adubo pelo processo de compostagem simples.
Já o rejeito é um tipo específico de resíduo sólido, que não pode ser reutilizado, como fraldas descartáveis, papéis higiênicos, embalagens de papel A4 – para impressora -, de café, de bombons, de barrinhas de cereais e de picolé, além de cartelas de diversos medicamentos e carbono.










“A turma, então, começou a pesquisar sobre a decomposição de orgânicos e compararam com os resíduos secos, percebendo diferenças destes processos. Enquanto o lixo orgânico ia pra composteira, o lixo seco ia acumulando na sala e elas (crianças) começaram a pensar estratégias de como eliminá-lo”, explica Kamila.
ntuito de fazer uma parceria entre a pesquisa das crianças e o trabalho de reaproveitamento de resíduos feito por eles. Assim, durante mais de dois meses, as crianças coletaram o lixo produzido no lanche e, na terça, 13, puderam dirigir-se até a empresa e transformá-los em potes. “Lá, perceberam ainda que mesas, cadeiras, blocos e várias outras coisas também podem ser feitos a partir do lixo reciclado”, comenta a professora.