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reconstrução

Projetos especiais

Sicoob apoia ação solidária de contadores do Vale do Taquari para mobiliar casas

Por Jonathan da Silva 22/07/2024
Por Jonathan da Silva

A agência Sicoob São Miguel, em Lajeado, tem apoiado uma iniciativa solidária do Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Vale do Taquari (Sincovat), que busca a doação de móveis e eletrodomésticos para famílias cujas residências foram atingidas pelas enchentes na região. A cooperativa destinou recursos financeiros, disponibilizados pelo Instituto Sicoob, para a compra de itens por parte do comitê de crise do Sincovat. A aquisição é feita em empreendimentos locais, privilegiando o comércio da região e movimentando a economia do Vale. As doações estão sendo encaminhadas conforme cadastro prévio feito pela entidade de profissionais contábeis.

Uma das beneficiadas por doações do projeto é a profissional de serviços gerais Sabrina Duarte Ribeiro, de 32 anos, moradora de Lajeado. “Minha família não tem palavras para agradecer todas as doações recebidas. Nosso coração está transbordando de felicidade em podermos ter um novo recomeço. Para nós significa muito ganhar o que a gente perdeu. Não tem sensação melhor que o sentimento de gratidão. Que Deus continue abençoando vocês cada vez mais”, destaca Sabrina. A lajeadense residia com o marido Luís José Vieira, 34, e a filha Nayla, 6, no bairro Conservas e teve a casa devastada pela cheia do Rio Taquari. Com isso, a família teve de se mudar e a nova residência está no bairro Santo Antônio.

Família de Sabrina é uma das beneficiadas pela iniciativa solidária

As voluntárias Fran Daldon e Nicole Schneider tem atuado no movimento solidário do Vale do Taquari. Além de organizar a coleta de donativos, procurar espaço para guardar materiais e fazer a ponte para que cheguem a quem precisa, as amigas se envolvem emocionalmente com essas famílias. “Se amanhã eu não estivesse mais aqui, posso dizer que todos os tombos que levei foram necessários para viver, no meio da tragédia, os dias mais intensos e verdadeiros da minha vida”, destaca Nicole, que é também diretora financeira do Sincovat.

União de esforços

Com a terceira grande enchente da região em um curto espaço de tempo, a dupla de amigas presenciou e participou de uma união de solidariedade. “Conhecemos pessoas que pensam como a gente, que vieram somar nesse movimento transformador. Assim também foi com o apoio do Sicoob, de repente, pelas mãos de alguém superior que une propósitos”, pontua Nicole.

A contadora agradece a quem tem contribuído com a mobilização capitaneada pelo Sincovat como entidade representativa, movimentada por cidadãos e apadrinhada pela sociedade. “Esse auxílio transforma a vida de famílias que estão tentando recomeçar a vida, reestabelecendo seus lares. Sem esse olhar de organizações como o Sicoob, nada disso aconteceria. Somos apenas a ponte, junto com uma enorme vontade de fazer a nossa parte no meio da tragédia”, valoriza Nicole.

A gerente da agência do Sicoob São Miguel, instalada no bairro São Cristóvão, Jaqueline Herrmann da Silva, destaca a mobilização nacional em prol do povo gaúcho. “O Sistema Sicoob, com o aporte financeiro da Campanha de Doações Emergenciais SOS Rio Grande do Sul, mobilizada pelo Instituto Sicoob, está dando a sua contribuição nesse momento de reconstrução do estado. Além dos valores recebidos em doação, o Sicoob dobrou esses recursos financeiros com aportes extras, e tem possibilitado que cheguem e auxiliem quem precisa, transformando-se em doações em benefício da sociedade como um todo”, detalha Jaqueline.

Utilizando a agência de Lajeado como exemplo, a gerente recorda que a mobilização iniciou logo na segunda semana de maio, no auge da catástrofe, quando foram entregues as primeiras cestas básicas, além de recursos aportados para atender necessidades pontuais de cada momento, como a doação de produtos de limpeza e higiene pessoal, sempre por intermédio de alguma entidade local. “A mobilização não pode parar. Por isso, uma das frentes de apoio, nesse momento, tem relação com a reconstrução de moradias, quando contamos com esse importante trabalho do Sincovat. Percebendo esse movimento, o Sicoob acionou a entidade e se colocou à disposição para auxiliar e atender demandas identificadas a partir do mapeamento realizado. Esse olhar atento oportuniza que sejamos assertivos nas doações”, conclui Jaqueline.

Continuidade da mobilização

A campanha do Sincovat já levou doações para famílias de diversos municípios do Vale do Taquari, principalmente nas cidades de Lajeado, Estrela, Cruzeiro do Sul e Arroio do Meio. O trabalho acontece desde setembro do ano passado e, no dia 1º de maio de 2024, tomou outra proporção, quando todos foram surpreendidos com uma catástrofe ainda mais avassaladaora. Na primeira etapa da iniciativa, foram realizados atendimentos às necessidades básicas para sobrevivência, com o Sindicato custeando o combustível, abrigo e alimentação da infraestrutura de operação com helicópteros, além de organizar a doação de água, alimentos, remédios, fórmula de leite para bebês e o transporte de pacientes em situação de emergência.

Em julho, a mobilização entrou em uma segunda etapa, que trata de mobiliar os lares para o retorno das famílias. Não há uma data para até quando a campanha terá continuidade, dependerá do recebimento dos recursos, que podem ser enviados para o Pix oficial do Sincovat, na chave CNPJ 90803974000104, ou adquirindo itens que auxiliem a mobiliar as casas das famílias que constam no cadastro da entidade.

O levantamento das principais necessidades do momento aponta para geladeiras, máquinas de lavar, roupeiros, mesas com cadeiras, sofás, fogões, toalhas e roupas de cama, cobertores e utensílios de cozinha (panelas, talheres, pratos, copos, xícaras, potes e panos de prato).

Para que as famílias atingidas tenham acesso aos donativos, é necessário que efetuem cadastro junto ao Sincovat. São pré-requisitos ter vínculo de emprego e estar em um endereço que não esteja em área de risco para uma nova enchente. “Depois de atender os pré-requisitos, realizamos o cruzamento das informações com as prefeituras. Se mesmo assim permanecer alguma dúvida, vamos até a casa da família”, explica Nicole. Mais detalhes podem ser obtidos na página do Sincovat no Instagram (@sincovat_vt).

Fotos: Leandro Augusto Hamester e Nicole Schneider/Sincovat/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2024 0 Comentários 373 Visualizações
Política

Prefeita Fátima Daudt articula recursos para Novo Hamburgo dentro de seu partido

Por Jonathan da Silva 10/07/2024
Por Jonathan da Silva

Por meio de interlocução da prefeita Fátima Daudt, o MDB nacional destinará R$ 3 milhões para ações de enfrentamento à calamidade pública em Novo Hamburgo. O município já recebeu R$ 1,650 milhão para ações em saúde. Ainda estão previstos R$ 850 mil para obras e R$ 500 mil para turismo. Os recursos são oriundos de emendas parlamentares de deputados federais e senadores do partido em todo o Brasil. Todos os 44 deputados federais e 11 senadores do MDB concordaram em remanejar R$ 1 milhão, cada um, para as cidades gaúchos afetadas pelas enchentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2024 0 Comentários 699 Visualizações
Projetos especiais

Campanha incentiva consumo de negócios e produtos locais para reerguer Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 10/07/2024
Por Jonathan da Silva

Uma campanha publicitária de promoção dos negócios e produtos de Porto Alegre foi lançada nessa segunda-feira (8). A “Nosso Porto Alegre de Novo” tem como objetivo ajudar na reconstrução econômica e social da capital após a catástrofe climática. A campanha foi idealizada pelo DestinoPOA, plataforma oficial de turismo e eventos da cidade.

Para impulsionar a campanha e o objetivo dela, o portal destinopoa.com.br está dando espaço de destaque para a publicidade. “Queremos que, apesar de tudo, nossa cidade volte a sorrir. Por meio do DestinoPOA, vamos conectar as pessoas e os estabelecimentos, oferecendo o mais completo catálogo de negócios de Porto Alegre”, explica a gerente do projeto, Gabrielle Signor, que também é sócia da Somos.RS, grupo especializado em negócios de turismo. O portal já tem mais de 230 empreendimentos cadastrados.

Ao navegar no site ou no Instagram (@destinopoaoficial), é possível escolher o que fazer ou comprar entre as diversas opções disponíveis, que incluem gastronomia, comércio e entretenimento. Os usuários também conseguem acompanhar o status referente aos estabelecimentos que estão abertos ou fechados. A campanha conta ainda com a venda de vouchers solidários, em que parte do valor será doado a empresas impactadas pela enchente.

Outra novidade trazida pela campanha é a possibilidade de autocadastro para o catálogo de negócios do portal, em destinopoa.com.br/cadastro. Empresários ou colaboradores responsáveis podem incluir empresas, experiências ou produtos, a fim de centralizar as informações de estabelecimentos da cidade e facilitar a busca dos moradores e visitantes.

O objetivo da medida é que as pessoas realizem ações simples do cotidiano, mas significativas para o momento de redescobrir a capital. “Na hora das refeições, pedimos que procurem restaurantes e lancherias de Porto Alegre. Que no momento de comprar ou doar roupas, busquem lojas ou marcas locais e também que consumam o trabalho de profissionais liberais e autônomos, como cabeleireiros, diaristas, instrutores de exercícios e freelancers. Dessa forma, entendemos que vamos fazer a economia voltar a girar mais depressa”, pondera Gabrielle.

Moradores de outras localidades também podem participar do movimento, já que existem empresas de Porto Alegre que vendem para outros estados, como marcas de roupas e acessórios, cervejarias, vinícolas e muitas outras opções. “E, se alguém tem viagem marcada para Porto Alegre, pedimos que não cancele, mas remarque. É com esse fluxo que vamos recuperar os negócios e levar pequenas doses de felicidade às milhares de vidas duramente afetadas pela inundação”, completa a gerente do projeto.

Peça da campanha

Fotos: Guilherme Fernandes/Destino POA/Divulgação e Divulgação |  Fonte: Assessoria
10/07/2024 0 Comentários 364 Visualizações
Cidades

São Leopoldo recebe equipamentos da Infraero para manutenção e reconstrução da cidade

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) entregou materiais e doações para auxiliar na manutenção e reconstrução da infraestrutura de São Leopoldo na manhã desta terça-feira (9) para o prefeito Ary Vanazzi (PT). Foram enviados um trator, três torres de iluminação, três marteletes, três placas compactadoras, materiais hidráulicos, três geradores e um caminhão. Além dos equipamentos, foi recebida a doação de um carregamento de garrafas de água e agasalhos que serão destinados à Central de Arrecadação de Donativos (CAD), localizado no Macromix da Scharlau.

O prefeito Vanazzi agradeceu a entrega dos materiais e as operações que a Infraero realizou desde o começo das enchentes. “A Infraero nessa tragédia nos ajudou muito, fazendo diversas doações. Usamos esses caminhões aqui, para distribuir os mantimentos para a comunidade leopoldense. Queria agradecer muito a todos vocês, os funcionários que estão aqui, que vieram dirigir os caminhões, agradecer muito por esse apoio que fizeram nesse momento tão difícil”, afirmou o chefe do executivo leopoldense.

Um dos representantes da Infraero, Maurício Moromizato, enfatizou a importância destas contribuições. “A gente se mobilizou muito para fazer essas doações, a Infraero não mediu esforços para trazer esses equipamentos para São Leopoldo, tanto no início com ajuda humanitária e agora com essa contribuição de equipamentos para a infraestrutura. É de extrema importância essa movimentação que fizemos, por tudo que aconteceu, estamos sempre à disposição para qualquer ajuda que a cidade e a prefeitura precisar”, destacou Moromizato.

As três placas compactadoras, o trator e as três torres de iluminação ficarão com a Secretaria de Obras e Viação do município (Semov), sendo utilizados para nivelar o asfalto danificado pelas enchentes, realizar trabalhos noturnos de manutenção e outros serviços de infraestrutura na cidade. A cedência dos itens tem duração de seis meses.

Também estavam presentes na solenidade de entrega os secretários de Obras e Viação, Geraldo Passos, e de Cultura (Secult), Marcel Frison, o profissional de serviços aeroportuários, David Henrique, e outros funcionários da Infraero.

Foto: Thales Renato/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 537 Visualizações
Política

Governo do Estado isenta ICMS nas operações de reconstrução do Salgado Filho

Por Jonathan da Silva 05/07/2024
Por Jonathan da Silva

O governo estadual gaúcho passou a conceder isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) nas operações destinadas à reconstrução do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. A medida tem como objetivo auxiliar na retomada das atividades no terminal. Por meio do Decreto 57.684/2024, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (4), a iniciativa já está em vigor. A isenção, que vale até 31 de dezembro de 2024, tornou-se possível após a aprovação do Convênio ICMS 69 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

A medida inclui operações e prestações internas e de importação de bens, máquinas, equipamentos, partes, peças, componentes aeronáuticos, ferramentas, estruturas metálicas e instalações, sejam esses itens novos ou usados, além do serviço de transporte. A medida tributária também se aplica a contratos de arrendamento mercantil. “Buscamos com as companhias aéreas a ampliação dos voos para os aeroportos regionais do estado, que tem sido fundamentais para a rede área emergencial. Mas o funcionamento do Salgado Filho é vital para nossa economia. Por isso, esperamos um pronto entendimento entre a União, como poder concedente, e a Fraport, como concessionária, para que a abertura ocorra o quanto antes”, afirma o governador Eduardo Leite (PSDB).

De nossa parte, seguiremos fazendo, como essa medida, tudo que for possível para acelerar o restabelecimento da normalidade”, declara Leite.

Além do Salgado Filho, o benefício abrange a Base Aérea de Canoas e outros aeroportos considerados integrantes da malha aérea emergencial. A sistemática se estende à concessionária que explora a prestação de serviços aeroportuários e às prestadoras de serviços, conforme instruções da Receita Estadual. “Essa é uma medida do estado que busca acelerar a reconstrução e a retomada do funcionamento pleno do Salgado Filho. O aeroporto impacta significativamente a atividade econômica do Rio Grande do Sul, e buscamos ser parceiros neste momento de recuperação do estado como um todo”, explica o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.

A isenção abrange ainda a parcela referente ao diferencial de alíquotas do ICMS nas operações interestaduais. Além disso, não será exigido o estorno do crédito fiscal.

Impacto do fechamento do aeroporto

Um estudo recente divulgado pelo Governo do Estado aponta que, se o Salgado Filho continuar fechado até dezembro de 2024, poderá haver um impacto de R$ 2,5 bilhões a R$ 3,2 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul. O levantamento considera os efeitos em ativos e no comércio, o que inclui companhias aéreas, hotéis, estacionamento, combustíveis e transporte por táxi e aplicativos, entre outros.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2024 0 Comentários 399 Visualizações
Cidades

Recolhimento de resíduos pós-enchente será finalizado nesta semana em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 04/07/2024
Por Jonathan da Silva

O serviço de retirada dos bens inutilizados por moradores afetados pela enchente das ruas de Novo Hamburgo será finalizado nesta sexta-feira, 5 de julho, pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam). Ao longo de mais de 50 dias de trabalhos ininterruptos, já foram retiradas das vias mais de 35 mil toneladas de materiais inservíveis. Os bairros Industrial, Santo Afonso, Canudos e Lomba Grande (Vila Integração) foram os mais afetados e concentraram as ações.

Os trabalhos foram iniciados na terceira semana de maio, logo após os primeiros dias em que as águas do Rio dos Sinos começaram a baixar, permitindo que as equipes acessassem os locais de forma segura. “Estamos na etapa de rescaldo, de retirada de alguns resíduos descartados pelas pessoas que chegaram às suas respectivas residências depois de algum tempo”, explica o secretário do Meio Ambiente, Ráfaga Fontoura.

Locais da Vila Palmeira, no bairro Santo Afonso, receberão nesta sexta-feira o serviço final de recolhimento e varrição. A Vila Kipling e Getúlio Vargas, no bairro Canudos, e o bairro Industrial também terão os trabalhos concluídos. “Quando chegamos aos locais, as vias estavam intransitáveis. Agora, depois de muito trabalho, os resíduos não estão mais nas vias”, comenta a diretora de Limpeza Urbana, da Semam, Cristiane Hermann.

A ação de limpeza contou com dezenas de caminhões, retroescavadeiras e servidores. Além disso, o serviço foi apoiado pelo Exército Brasileiro com maquinários e militares do 19º Batalhão de Infantaria Motorizado de São Leopoldo e do 1º Batalhão de Engenharia de Combate do Rio de Janeiro.

Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2024 0 Comentários 458 Visualizações
Ensino

Governo estadual destina R$ 5,3 milhões para mobiliário de escolas atingidas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 01/07/2024
Por Jonathan da Silva

O governo estadual gaúcho anunciou um novo investimento de R$ 5,3 milhões para a substituição de móveis nas escolas estaduais atingidas pelas enchentes de abril e maio. Do montante, R$ 5,1 milhões terão como destino a compra de conjuntos de mesa e cadeiras para alunos e professores, enquanto cerca de R$ 200 mil serão direcionados para itens específicos como gaveteiros, quadros magnéticos brancos e mesas de diretor. A medida é parte do Plano Rio Grande de recuperação do estado.

Serão adquiridos 5.640 conjuntos de mesa e cadeira para alunos, em diferentes tamanhos, 686 conjuntos de mesa e cadeira para professores, 69 mesas adaptadas para pessoas com deficiência física, 61 balcões de pia, 21 bancos altos em aço carbono, 142 banquetas em aço, 94 mesas de reunião para as salas administrativas, 14 gaveteiros, 347 quadros magnéticos brancos, 177 chaleiras elétricas e 9 mesas de diretor.

As 124 escolas contempladas pela medida atendem mais de 45 mil alunos da rede estadual de ensino, localizadas nos municípios de Agudo, Arambaré, Arroio do Meio, Bento Gonçalves, Cachoeira do Sul, Cachoeirinha, Candelária, Canoas, Capela de Santana, Caxias do Sul, Cerro Branco, Colinas, Cruz Alta, Eldorado do Sul, Encantado, Esteio, Estrela, Feliz, Flores da Cunha, Forquetinha, General Câmara, Guaíba, Igrejinha, Júlio de Castilhos, Lajeado, Lindolfo Collor, Maratá, Montenegro, Muçum, Novo Hamburgo, Palmares do Sul, Parobé, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo, Santa Maria, São Francisco de Paula, São Jerônimo, São José do Norte, São Leopoldo, São Sebastião do Caí, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara, Torres, Três Coroas, Triunfo, Venâncio Aires e Viamão.

Técnicos da Secretaria da Educação (Seduc) e da Secretaria de Obras Públicas (SOP) estão conduzindo a avaliação estrutural e o desenvolvimento de projetos para a recomposição das instituições de ensino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2024 0 Comentários 318 Visualizações
Política

Leite promove diálogo entre entidades empresariais e governo federal

Por Marina Klein Telles 27/06/2024
Por Marina Klein Telles

O governador Eduardo Leite promoveu, no início da tarde da quarta-feira (26), mais uma reunião entre representantes de entidades empresariais gaúchas e o ministro de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta. O encontro, que ocorreu no Palácio Piratini, em Porto Alegre, teve como objetivo buscar soluções para problemas econômicos decorrentes das enchentes.

Participaram da reunião representantes da Associação Gaúcha de Supermercado (Agas), da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e do Sistema Fecomércio-RS, além dos secretários estaduais da Casa Civil, Artur Lemos; da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi; de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans; da Fazenda, Pricilla Santana; de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo; e de Comunicação, Tânia Moreira.

As autoridades discutiram, principalmente, a necessidade de ajustes na iniciativa do governo federal de manutenção do emprego e da renda – o Programa Emergencial de Apoio Financeiro para trabalhadores – e na operacionalização de linhas de crédito para empresas atingidas. As entidades reivindicam a ampliação do prazo para acesso ao Apoio Financeiro e a flexibilização tanto das regras para esse apoio quanto das normas para obtenção de financiamentos pelos empreendimentos afetados.

“O programa de manutenção de emprego e renda não está se revelando suficiente para abarcar as necessidades do Estado, pois impõe uma série de regras que estão limitando o seu acesso. O que observamos é que o programa dispõe de um orçamento que vai ficar sem uso devido a tantas exigências”, avaliou Leite.

Dentre as obrigações impostas às empresas para acessar o Apoio Financeiro, as entidades questionam, por exemplo, a exigência da declaração de redução do faturamento e da capacidade de operação do estabelecimento. Reivindicam também a dilação do prazo para que os empreendimentos possam aderir ao programa, que se encerra nesta quarta (26/6).

Até a tarde desta quarta, cerca de 10 mil empresas gaúchas se cadastraram no programa, que vai pagar duas parcelas no valor de um salário mínimo para trabalhadores de negócios afetados pelo desastre.

Em relação aos financiamentos, Leite disse que os critérios estabelecidos acabam deixando de fora muitos empreendimentos que necessitam do benefício. “Entendemos que o governo federal deve editar uma medida provisória para flexibilizar as normas de acesso ao crédito junto aos bancos, ajudando empresas que têm dificuldade de acessar essas linhas a conseguirem os financiamentos e manterem suas operações”, disse.

Para o governador, as reuniões têm sido produtivas e levarão a bons resultados. “Esta é mais uma rodada importante, focada nesses dois pontos críticos, e esperamos que haja respostas efetivas por parte do governo federal em breve. Precisamos muito do apoio da União. Muitas ações já foram encaminhadas, mas são necessários ajustes em algumas políticas públicas”, pontuou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 294 Visualizações
Saúde

Prazo para cadastrar projetos de recuperação da rede de saúde com recursos federais termina nesta terça

Por Jonathan da Silva 25/06/2024
Por Jonathan da Silva

O prazo para o cadastro de projetos voltados à reconstrução da estrutura de saúde do estado a partir de recursos federais se encerra nesta terça-feira, 25 de junho. Gestores de municípios e entidades filantrópicas devem realizar suas inscrições pelo sistema InvestSUS, do Ministério da Saúde. Propostas de obras de recuperação da rede de saúde básica também poderão ser apresentadas ao programa federal PAC Saúde até a sexta-feira, dia 28.

Prioritariamente, os recursos são para aquisição de equipamentos e construção ou reforma de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos municípios afetados pela enchente de maio. Conforme o ministério, serão priorizadas no processo de reconstrução as áreas em estado de calamidade e emergência. O edital também está aberto para gestores de outros estados que queiram atuar em projetos de recuperação no Rio Grande do Sul.

PAC da Saúde

O prazo de inscrições no PAC Saúde foi prorrogado pelo Ministério da Saúde até sexta-feira, 28 de junho, dando mais tempo para gestores do estado e dos municípios protocolarem propostas pela plataforma InvestSUS. Com um investimento de R$ 30,5 bilhões em 2024, o novo PAC Saúde tem foco na atenção primária e especializada, prevendo o aumento do número de UBSs, maternidades, policlínicas e Centros de Atenção Psicossocial. Também destinará recursos para universalizar serviços essenciais na rede pública (como o Samu), além de retomar investimento em políticas públicas, especialmente em obras de infraestrutura econômica, social e urbana.

No InvestSUS, as etapas envolvem cadastramento, envio, análise e aprovação de cada proposta. O prazo anterior para a apresentação dos projetos era até o dia 20. De acordo com o ministério, o adiamento visa dar mais tempo aos estados e municípios para a elaboração e apresentação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2024 0 Comentários 321 Visualizações
Política

Governo gaúcho e Univates assinam termo para revisão de Planos Diretores no Vale do Taquari

Por Jonathan da Silva 21/06/2024
Por Jonathan da Silva

Um acordo entre o governo do Estado e a Universidade do Vale do Taquari (Univates) com o objetivo de rever os Planos Diretores das cidades no Vale do Taquari foi assinado nesta sexta-feira (21), no Centro Administrativo de Contingência, em Porto Alegre. Serão destinados R$ 3,1 milhões do Tesouro Estadual para que o corpo técnico da instituição de ensino realize estudos que amparem o desenvolvimento dos documentos. A medida faz parte do Plano Rio Grande.

Nos últimos nove meses, as cidades da região foram atingidos por três tragédias meteorológicas, impactando a vida e a infraestrutura da região. A revisão dos Planos Diretores busca fortalecer a resiliência urbana e rural, garantindo mais proteção diante de desastres do tipo.

O governador Eduardo Leite (PSDB) ressaltou que a atuação da universidade fortalece os laços com a comunidade do Vale do Taquari. “A Univates tem uma profunda conexão com a realidade local, é uma instituição comunitária, com espírito de responsabilidade”, elogiou Leite. “Por isso essa parceria é fundamental para proporcionar sistemas de drenagem e mobilidade adequados à realidade local, além de resiliência”, completou o governador. “Nos 55 anos da Univates, nosso desenvolvimento se confunde com o do Vale do Taquari. Então, para nós, trabalhar na reconstrução e recuperação da região, com reconhecimento do governo do Estado, é motivo de orgulho”, afirmou a reitora da universidade, Evania Schneider.

O contrato com a Univates terá duração de 20 meses, dividido em três fases. Na primeira, após 60 dias, serão entregues os documentos de zoneamento de risco e as diretrizes preliminares de ocupação prioritária. A segunda fase, com prazo de 14 meses, compreende a entrega do Plano Diretor, que abarca diferentes aspectos do desenvolvimento municipal, e o Plano do Perímetro Urbano, mais específico para a delimitação e organização espacial das cidades. A terceira fase, com prazos variáveis podendo chegar a seis meses, incluirá a elaboração do Plano de Parcelamento do Solo, que regula a divisão de terrenos para urbanização ordenada; o Plano de Habitação Social, com diretrizes para moradia digna à população de baixa renda; o Plano de Mobilidade, que trata do planejamento do sistema de transporte e circulação urbana; e o Código de Obras e Edificações, com normas para construção e segurança de edificações.

“Vamos desenvolver projetos para fazer o Vale do Taquari retomar o rumo do crescimento o mais rápido possível”, destacou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Carlos Rafael Mallmann.

Representando os prefeitos do Vale do Taquari, o prefeito de Muçum, Mateus Trojan (MDB), destacou que os desafios enfrentados são importantes para pensar o desenvolvimento das cidades. “Esse é um grande passo para evoluirmos na capacidade de tomar decisões com segurança e para ofertarmos uma expansão urbanística qualificada”, apontou Trojan.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 299 Visualizações
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