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Recomeçar

Cidades

Canoas amplia o convênio com Susepe para ressocialização de apenados do regime fechado

Por Ester Ellwanger 28/09/2021
Por Ester Ellwanger

A prefeitura de Canoas formalizou, na última sexta-feira, 24 de setembro, pedido de ampliação do convênio com a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) para que o programa Recomeçar atenda apenados do regime fechado. Até então, o projeto era destinado à ressocialização de presos do regime aberto e semiaberto. A parceria prevê a criação de uma ilha de costura nas dependências do Complexo Penitenciário de Canoas, para que os detentos produzam fraldas, absorventes biodegradáveis, uniformes escolares, roupas, cadeiras, entre outros produtos. Canoas será a primeira cidade gaúcha a utilizar a mão de obra prisional do regime fechado.

Para o secretário municipal de Cidadania, Paulo Bogado, o projeto é importante para a redução tanto da criminalidade como das despesas da prefeitura. “Quanto mais trabalho prisional, mais oportunidades de ressocialização, o que impacta diretamente nos índices de criminalidade. Além disso, a prefeitura também economiza cerca de 35% do gasto que teria para fazer esse tipo de serviço, já que a Lei de Execuções Penais (Lep) não prevê custo trabalhista. Como, neste caso, o preso está no regime fechado, já recebe alimentação e não precisa se deslocar, a prefeitura arcará apenas com o salário mínimo”, destacou.

Atualmente, cerca de 126 presos do regime aberto ou semiaberto prestam serviços ao município. Eles se agregam às diversas equipes de trabalho das secretarias, subprefeituras e coordenadorias, realizando reformas e pinturas de locais públicos, restauração de paradas de ônibus, revitalização de praças e parques, além de outras atividades, como carregamento e transporte de cargas, serviços gerais ou cozinha. A previsão é de que cerca de 40 presos do regime fechado atuem na ilha de costura, inicialmente.

De acordo com o delegado penitenciário da 1ª Região, Benhur Calderon, os presos que demonstrarem interesse terão que passar por uma triagem psicossocial. “Esse trabalho de reinserção é extremamente fundamental. A prisão perpétua não existe no Brasil. Por isso, nós temos que preparar o preso e qualificá-lo para que ele possa, depois de sair do presídio, ter uma nova oportunidade profissional e, assim, evitar a sua reincidência no crime”, ressaltou.

A Associação para Projeto, Pesquisa e Ação Ambiental e Social (Abrasinos) colaborou com a doação de treze máquinas de costura para a confecção dos materiais, que serão utilizados em hospitais, escolas, e outras instituições do município, além de beneficiar pessoas em vulnerabilidade social.

Recomeçar em Canoas

O Programa Recomeçar é uma ação conjunta entre a prefeitura de Canoas e o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que contribui para a inclusão social dos apenados por meio de serviços prestados ao município. Os detentos contam com carga horária de oito horas diárias, recebem um salário mínimo, como previsto na Lei de Execuções Penais (Lep), e têm direito à remissão de pena (para cada três dias trabalhados, diminui um dia da pena).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/09/2021 0 Comentários 497 Visualizações
Saúde

Senado determina que exames para diagnóstico de câncer devem ser feitos pelo SUS no prazo máximo de 30 dias

Por Gabrielle Pacheco 11/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O PLC 143/2018, mais conhecido como PLC dos 30 dias, foi aprovado ontem, 10, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.

O projeto estabelece que, nos casos em que a principal hipótese diagnóstica seja a de câncer, os exames necessários para confirmação devem ser feitos no prazo máximo de 30 dias.

Agora, a determinação segue para votação em regime de urgência no Plenário do Senado e deve ser votado na semana que vem.

A partir da aprovação, será adicionado um parágrafo à Lei nº 12.732 de 2012, conhecida como Lei dos 60 Dias, que determina que o tratamento oncológico deve iniciar em até 60 dias a partir da confirmação do diagnóstico do câncer registrado em exame anatomopatológico.

A rede pública de saúde passará, portanto, a dispor do prazo máximo de 90 dias entre a identificação dos primeiros sintomas do câncer e o início do tratamento.

O avanço da pauta é mais uma conquista da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) e suas ONGs associadas. O projeto foi votado ontem por conta de mobilização encabeçada pela Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília (Recomeçar).

“Desde a proposição do projeto, há mais de 5 anos, estamos lutando por sua aprovação. O período de confirmação do diagnóstico é uma necessidade urgente que certamente terá grande impacto sobre a assistência aos pacientes com câncer no Brasil”, afirma Maira Caleffi, presidente voluntaria da FEMAMA.

A reivindicação da Recomeçar integra a iniciativa “30 dias: por um diagnóstico que salve vidas!”, contemplado no Edital FEMAMA 2018, que proporciona aporte financeiro para desenvolver iniciativas de advocacy de suas ONGs associadas.

A pauta é prioridade da Federação, já que a determinação de um prazo para o diagnóstico na rede pública garantirá mais efetividade à Lei dos 60 dias.

“Atualmente, há uma lacuna que prejudica a Lei. Por não ter definido um prazo para a fase de investigação da doença, os pacientes esperam muito tempo até obterem a confirmação do câncer em biópsia, o que diminui expressivamente as chances de cura. Com a aprovação, será possível proporcionar um tratamento mais assertivo aos pacientes – muitas vidas serão salvas”, explica Maira.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/04/2019 0 Comentários 656 Visualizações

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