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Variedades

Filipinas passam a liderar importações de carne suína do Brasil e setor registra recorde

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

Com as Filipinas pela primeira vez na liderança dos principais destinos, as exportações brasileiras de carne suína atingiram 130,9 mil toneladas em outubro de 2024, o que representa um crescimento de 40,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, o setor alcançou um recorde histórico, totalizando US$ 313,3 milhões, o que significa um aumento de 56,4% na comparação anual.

Entre janeiro e outubro deste ano, o volume total exportado foi de 1,121 milhão de toneladas, registrando alta de 10,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando o país exportou 1,013 milhão de toneladas. A receita acumulada das exportações em 2024 subiu 5,2%, totalizando US$ 2,482 bilhões, contra US$ 2,361 bilhões no ano anterior.

No acumulado do ano, as Filipinas assumiram pela primeira vez o posto de maior destino das exportações de carne suína do Brasil, com 206 mil toneladas, um aumento de 103,3% em comparação com o mesmo período de 2023. Na sequência, vêm China, com 199,9 mil toneladas (-40,6%), Chile, com 92,5 mil toneladas (+33,9%), Hong Kong, com 89,4 mil toneladas (-11,8%) e Japão, com 75,8 mil toneladas (+137,2%).

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, comentou o novo cenário de exportação para o setor. “Após anos como principal destino das exportações de carne suína do Brasil, a China cedeu lugar para as Filipinas, em um momento em que vemos o setor ampliar significativamente a capilaridade de suas exportações. No mês de outubro, dos 10 primeiros importadores, apenas dois não registraram crescimentos expressivos, o que coloca a suinocultura exportadora do Brasil em um novo quadro, com maior sustentabilidade comercial”, afirmou Santin.

Santa Catarina continua como o principal estado exportador de carne suína, com 68,6 mil toneladas embarcadas em outubro, 45,7% a mais que no ano passado. O Rio Grande do Sul exportou 27,6 mil toneladas (+25,6%), Paraná, 20,6 mil toneladas (+44,5%), Mato Grosso, 3 mil toneladas (-19,2%), e Mato Grosso do Sul, 2,9 mil toneladas (+54,6%).

Foto: DC Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 410 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 2,7% em maio, mas receita cai 10,4%

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

O volume de exportações de carne suína do Brasil para o exterior totalizou 104,5 mil toneladas em maio conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o que representa um crescimento de 2,7% em relação ao que foi embarcado no mesmo período do ano passado, com 101,7 mil toneladas. No entanto, a receita gerada pelos produtos exportados foi de US$ 225,2 milhões, uma queda de 10,4% no saldo de maio de 2023, quando o saldo foi de US$ 251,4 milhões. Para os cálculos, são considerados tanto itens em natura quanto os processados.

No total do ano, de janeiro a maio, as exportações de carne suína somam 506,6 mil toneladas, o que significa um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo período de 2023, que contabilizou 481,1 mil toneladas exportadas. Todavia, a receita gerada foi 7,3% inferior a do recorte do ano anterior. Neste ano, o valor somado é de US$ 1,064 bilhão, enquanto em 2023 o saldo foi de US$ 1,149 bilhão.

De acordo com o presidente da APBA, Ricardo Santin, o ritmo das exportações segue paralelo positivo em relação ao recorde obtido em 2023. “A Ásia e nações das Américas seguem como ‘motor’ das vendas internacionais do setor, porém, com mudanças no tabuleiro dos principais importadores. A expectativa é que tenhamos resultado equivalente ou superior aos registrados no ano passado, porém, com maior presença de outros destinos”, pontua Santin.

Rua demonstra otimismo com os resultados

Principais destinos

A China segue como o principal importador da carne suína brasileira, somando 111,4 mil toneladas importadas entre janeiro e maio, número que no entanto é 36,7% menor do que o total embarcado no mesmo período do ano passado. Em crescimento estão as Filipinas, que importaram 70,2 mil toneladas, número 84,8% maior que o recorde da mesma época de 2023. Na sequência dos maiores importadores aparecem o Chile, com 43,017 mil toneladas (aumento de 25,7%), Hong Kong, com 43,006 mil toneladas (queda de 16,2%), Singapura, com 32,3 mil toneladas (aumento de 11,2%) e Japão, com 27,4 mil toneladas (aumento de 92,8%).

O fluxo de exportações para a Ásia está ganhando novos contornos, com o notável crescimento das vendas para Filipinas, Singapura e Japão, assimilando as quedas das importações chinesas e ampliando a capilaridade das exportações brasileiras.  Ao mesmo tempo, vemos um antigo parceiro do Brasil, a Rússia, retomando as importações do produto”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Estados que mais exportam

Santa Catarina segue como o estado brasileiro que mais exporta carne suína. De janeiro a maio, SC soma 280,5 mil toneladas exportadas, o que representa um crescimento de 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2023. Na sequência, aparecem os outros dois estados do sul: o Rio Grande do Sul, com 106,2 mil toneladas (queda de 4,1%) e o Paraná, com 65,3 mil toneladas (queda de 1,75%). Mato Grosso, com 14,8 mil toneladas (aumento de 46,3%) e Mato Grosso do Sul, com 11 mil toneladas (crescimento de 1,4%) completam o top 5.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 342 Visualizações
Variedades

Calendário do IPVA 2020 se encerra com arrecadação de R$ 2,4 bilhões

Por Gabrielle Pacheco 06/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O calendário de pagamento do IPVA 2020 (Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor) encerrou em 27 de abril. De acordo com dados da Receita Estadual, foram pagos R$ 2,4 bilhões de uma arrecadação bruta prevista em R$ 3 bilhões. Do total arrecadado com o tributo, metade é repassada de maneira automática às prefeituras conforme o município de emplacamento.

A inadimplência, contabilizada até o dia 3 de maio, somou 20,63% dos valores previstos na arrecadação. Em relação ao número de veículos sujeitos à tributação, a quantidade de inadimplentes atingiu 25,95% das placas.

Segundo o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, apesar da crise gerada pela Covid-19 a inadimplência não se elevou se comparada com anos anteriores. “Na comparação dos últimos três anos, com a finalização do calendário de pagamento do IPVA em abril, observa-se que a inadimplência se manteve nos mesmos patamares, cerca de 20%”, destacou. Em igual período de 2019, a inadimplência nos valores pagos foi de 19,97% e, no ano anterior, 20,71%.

Para o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, a arrecadação do IPVA foi fundamental para manter o planejamento do Estado e dos municípios gaúchos, tendo em vista que os pagamentos haviam iniciado ainda em dezembro, com etapas de pagamento à vista, com descontos e parcelamentos. “Com tantas dificuldades apresentadas a diferentes setores da sociedade no mês de abril, foi possível manter o calendário de pagamento, garantindo previsibilidade às gestões municipais e garantindo recursos para diversas despesas necessárias em todo o Estado neste momento”, avaliou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2020 0 Comentários 596 Visualizações
Variedades

Receita 2030 apresenta Nota Fiscal Fácil, projeto gaúcho para simplificar emissão de notas fiscais

Por Gabrielle Pacheco 23/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Receita Estadual do Rio Grande do Sul, em parceria com a Procergs e sob a coordenação técnica do Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat), está avançando em um novo projeto para simplificar a emissão de documentos fiscais eletrônicos no Brasil.

É o Regime Especial Nota Fiscal Fácil (NFF), que tem a finalidade de tornar o processo de emissão o mais simples possível para o contribuinte por meio de um aplicativo que faz a solicitação de documentos fiscais. A proposta, de aplicação nacional, reforça o pioneirismo gaúcho na área e integra a agenda Receita 2030 – projeto com 30 iniciativas para modernizar a administração tributária estadual, que mantém o planejamento de grande parte de suas ações de longo prazo neste momento.

“Essa agenda propositiva tem como focos a transformação digital do fisco e a simplificação extrema das obrigações dos contribuintes. A Nota Fiscal Fácil interage diretamente com diversas das 30 iniciativas previstas, como a criação da obrigação fiscal única, a simplificação dos procedimentos para contribuintes do Simples Nacional e Microempreendedores Individuais e a implementação da conformidade cooperativa para segmentos econômicos”, explica Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.

Por meio do aplicativo da NFF, serão coletadas todas as informações necessárias e suficientes para emissão do documento fiscal, deixando a complexidade de geração dos arquivos correspondentes sob a responsabilidade de um sistema centralizado, o Portal Nacional da NFF.

A previsão, segundo o fisco, é que o Regime Especial, instituído por meio do Ajuste Sinief nº 37, de dezembro de 2019, abranja a emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) por Transportadores Autônomos Rodoviários de Carga, de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) por produtores primários, contribuintes eventuais e não contribuintes e de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) nas vendas presenciais a consumidor final.

A implementação, contudo, será gradual, iniciando a partir de junho de 2020 para algumas operações. “Acreditamos que será um novo marco tecnológico no setor fiscal. Vamos mudar de patamar, evitando diversos problemas que temos hoje em dia com emissões”, destaca Ricardo Neves.

Para ampliar o alinhamento do projeto aos demais processos do fisco e compartilhar os avanços da iniciativa, o projeto foi apresentado em evento virtual promovido pela Receita Estadual no dia 17 de abril. A iniciativa contou com a participação simultânea de 250 servidores do fisco gaúcho, além de representantes da Procergs, Receita Federal do Brasil e Secretarias da Fazenda de outros Estados.

“Hoje em dia, é difícil emitir um documento fiscal eletrônico. Queremos simplificar esse processo, com foco naqueles contribuintes que desejam cumprir a legislação e que possuem um grau de risco de não cumprimento baixo. Fazer certo tem que ser a maneira mais fácil,” disse Vinicius Pimentel de Freitas, auditor fiscal da Receita Estadual e um dos responsáveis pelo projeto.

Premissas da NFF

• Poucos campos e simplicidade de uso
• Informar apenas os dados necessários para descrever a operação ou prestação
• Aplicativo de emissão colocado à disposição pelo fisco para ser executado em dispositivos móveis
• Documento auxiliar puramente digital, consultado no Portal Nacional da NFF
• Mínima interferência com as aplicações autorizadoras das Secretarias da Fazenda

Saiba mais sobre o Regime Especial NFF

• Legislação nacional
• Aplicativo com diversas funcionalidades, tais como autenticação, sincronização de bases, associação de usuários, cadastro de emitentes, cadastro de frota, cadastro de produtos, emissão de documentos fiscais eletrônicos, cancelamento de documentos fiscais eletrônicos, comprovante de entrega, consulta de documentos fiscais eletrônicos, emissão em contingência, entre outras
• Aplicativo recolhe informações e transmite para o Portal Nacional da NFF
• Portal supre todas as informações complexas (CFOP, cest, cBenef, CST, tributação federal, entre outras)
• Portal Nacional gera arquivo do documento correspondente, assina e utiliza o webservice da unidade federada autorizadora
• Emitente assume responsabilidade pelos efeitos de emitir documento com as informações digitadas
• Para mais informações, clique aqui e consulte o portal da NFF 

O que é o Encat

O Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat) é um fórum de estímulo à cooperação fiscal e ao intercâmbio de melhores práticas dos fiscos estaduais, sendo a entidade responsável pela coordenação nacional dos projetos de DF-e no Brasil.

Pioneirismo gaúcho na área

O pioneirismo gaúcho no desenvolvimento de tecnologias para a área fiscal é antigo. Em 2006, por exemplo, foi processada no Rio Grande do Sul a primeira Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) do Brasil. A inovação representou um marco para o país, pois reduziu custos e facilitou significativamente os negócios e o funcionamento geral da economia.

Na sequência, com o objetivo de massificar o uso de documentos fiscais eletrônicos no Brasil, foi criada a Sefaz Virtual RS, estrutura que integra e presta serviços de processamento e autorização dos Documentos Fiscais Eletrônicos (DF-e) de 22 estados brasileiros, com autorização em tempo real pela Procergs.

Assim, seguindo a tendência de substituição do papel pelo meio eletrônico, foram implementados também o CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), em 2010, e o MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais), em 2012.

A expansão para o varejo, por meio da NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica), em 2013, foi consequência desse processo irreversível de uso das novas tecnologias.

Em 2017, foi a vez do BP-e (Bilhete de Passagem Eletrônico) ser lançado, um documento de existência apenas digital que substitui uma série de outros para as prestações de serviços de transporte de passageiros.

Ao todo, a SVRS já registra mais de 25 bilhões de DF-e processados, com uma média diária atual superior a 25 milhões. O maior volume é representado pela Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). Como reconhecimento, a SVRS recebeu em 2019 o Prêmio Excelência em Governo Eletrônico (e-Gov), considerado o concurso mais importante do país na área de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) dentro da esfera pública. A iniciativa foi vencedora da categoria e-Administração Pública.

Com a criação do Receita 2030 estão em andamento diversas novas medidas voltadas à modernização do fisco, à simplificação das obrigações tributárias e à melhoria do ambiente de negócio. O Regime Especial Nota Fiscal Fácil é um dos exemplos. “Os avanços tecnológicos são capazes de gerar muito mais eficiência à Administração Tributária. Pretendemos continuar quebrando paradigmas e desenvolvendo iniciativas com pioneirismo e transparência”, finaliza Ricardo Neves.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2020 0 Comentários 761 Visualizações
Cultura

Carnaval deve movimentar cerca de R$ 8 bilhões

Por Gabrielle Pacheco 09/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

A festa mais famosa do calendário brasileiro deve atingir seu maior índice de receitas relacionadas ao turismo em 2020, segundo pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo), atingindo um faturamento real 1% acima do registrado no ano passado. O maior volume de receitas registrado foi em 2014, quando a festa movimentou o equivalente a R$ 9,4 bilhões (valor corrigido pela inflação). De acordo com o levantamento, o setor especializado em alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes, deve movimentar sozinho o equivalente a R$ 4,8 bilhões na época do feriado.

Isso acontece graças aos maiores índices de demanda que incidem sobre esse setor, que gera mais movimento durante o feriado em si. Já o setor de transporte, que conta com empresas especializadas em aluguel de veículos, transporte aéreo e rodoviário, deve movimentar cerca de R$ 1,3 bilhão, pois representa uma parcela menor do faturamento da festa, já que sua demanda se concentra mais nas semanas que antecedem e procedem o feriado de carnaval. O setor de hospedagem, além disso, deve faturar o equivalente de 861 milhões.

“Essa movimentação financeira que acontece no carnaval está intimamente ligada ao aumento da demanda por trabalhadores”, destaca Thomas Carlsen, COO da mywork, startup de controle de ponto online. “A data é um dos principais momentos de geração de empregos temporários no setor de turismo, e não poderia ser diferente, já que o fluxo de visitantes no país aumenta muito”, acrescenta o executivo. Os serviços turísticos, no geral, devem apresentar uma melhora na época do carnaval, graças à recuperação gradual da economia do país somada à baixa da inflação e à alta do dólar, que reduz os preços do turismo no Brasil para muitos estrangeiros.

“Essa movimentação financeira que acontece no carnaval está intimamente ligada ao aumento da demanda por trabalhadores.”

Além de tais fatores econômicos, o turismo no Brasil tende a se manter em alta não apenas no período do carnaval, mas em toda a época de verão no hemisfério sul, uma vez que o país está fora do radar das pessoas como um local arriscado para se contrair o CoronaVírus. Aliado a isso, o aumento das ofertas de vagas de emprego podem representar uma melhoria significativa na economia do país no primeiro trimestre do ano. Estima-se que as contratações de trabalhadores temporários serão 2,8% maiores este ano do que os índices registrados em 2019 segundo a CNC, sendo que as principais oportunidades serão oferecidas pelo segmento de alimentação.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/02/2020 0 Comentários 554 Visualizações
Business

Governo do RS defende criminalização de sonegadores de ICMS

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Às vésperas da votação pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre criminalizar a conduta reiterada de contribuintes que não pagam ICMS, o governador Eduardo Leite, o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, e o procurador-geral de Justiça, Fabiano Dallazen, se reuniram com o ministro Luís Roberto Barroso, relator do recurso apresentado por devedores ao STF. No encontro desta terça-feira (10), em Brasília, os representantes do governo gaúcho destacaram a relevância do tema no atual contexto fiscal do RS.

“Estamos fazendo todo o esforço para viabilizar receitas para o RS. Estamos cobrando devedores, combatendo sonegação, cobrando a dívida ativa, e estamos aqui neste esforço para sensibilizar o Supremo Tribunal Federal no sentido de tornar crime a conduta do devedor contumaz. Será muito importante para que o Estado possa garantir receitas a partir daqueles devedores que não pagam ICMS com regularidade”, destacou Leite. Barroso ouviu os argumentos, embasados por dados da Procuradoria-Geral do Estado, Secretaria da Fazenda e Ministério Público, que mantêm uma parceria inédita no país para cobrar sonegadores.

“Estamos fazendo todo o esforço para viabilizar receitas para o RS.”

A discussão sobre o assunto teve início com o questionamento feito por devedores que impetraram habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) relacionados a processos pela prática do delito de apropriação indébita tributária. O julgamento no STJ foi realizado em agosto do ano passado. Por seis votos a três, os ministros negaram o pedido de empresários, reafirmando que a prática foi apropriação indébita tributária. A pena prevista é de seis meses a dois anos de prisão, além de multa, conforme o artigo 2º, inciso II, da Lei no 8.137, de 1990.

Em virtude do resultado negativo, os devedores recorreram ao STF e o julgamento em definitivo pelo plenário está marcado para esta quarta-feira, 11. De acordo com a tese defendida pelo RS, juntamente com os demais Estados e o Distrito Federal, e reafirmada em documentos apresentados ao ministro Barroso no âmbito do processo, a decisão do STJ deve ser mantida, consolidando o tema e reconhecendo que o não recolhimento do ICMS, por meses seguidos – chamado de “devedor contumaz” –, é uma conduta intencionalmente ilícita, com dolo de apropriação indébita, causadora de lesão a toda a sociedade, nos termos da Lei Federal 8.137/90.

A partir de um trabalho desenvolvido pela Câmara Técnica do Colégio Nacional de Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg), a PGE-RS enfatiza que, pelo fato de o ICMS não se tratar de custo e nem despesa operacional da empresa, já que onera exclusivamente o consumidor, sendo que a respectiva receita do imposto também não pertence à empresa, seria inegável o dolo deliberado na conduta de cobrar o tributo do consumidor, embutido no preço da mercadoria, e não repassar ao Estado. Salienta, ainda, a ineficácia da execução fiscal como medida única para a recuperação dos créditos tributários e combate à apropriação contumaz de ICMS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2019 0 Comentários 509 Visualizações
Business

Empresas Randon registram crescimento superior a 20% até setembro

Por Gabrielle Pacheco 14/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Após apresentar um primeiro semestre com índices de crescimento em praticamente todos os indicadores, as Empresas Randon reforçam a consistência de seus resultados, entregando mais um trimestre com boa performance. No acumulado de 2019, a receita bruta total atingiu R$ 5,5 bilhões, aumento de 26,2% no comparativo com os nove meses de 2018. Em linha com este crescimento, está a evolução de 24,8% da receita líquida consolidada, que somou R$ 3,8 bilhões nos nove meses de 2019.

O lucro bruto foi de R$ 954,7 milhões, com margem bruta de 25,1% e o EBITDA consolidado avançou 21,8%, e somou R$ 530,1 milhões nos nove primeiros meses do ano. O crescimento das receitas se deve principalmente à retomada do mercado doméstico, pois no mercado externo fatores como a disputa comercial entre China e EUA e a instabilidade econômica da Argentina afetam os negócios e apresentam desafios, seja pela redução da demanda ou pela diminuição da confiança para novos investimentos.

“Mesmo com volatilidade no mercado, conseguimos receitas robustas e manutenção das margens, o que mostra a consistência das ações da companhia”, comenta o CFO das Empresas Randon, Paulo Prignolato (foto). Ele lembra que a projeção de safra recorde, aliada à estabilidade econômica brasileira, com juros e inflação baixos, influenciam na melhora da confiança dos agentes econômicos.

“Mesmo com volatilidade no mercado, conseguimos receitas robustas e manutenção das margens, o que mostra a consistência das ações da companhia.”

Também a Fenatran, que aconteceu em outubro, em São Paulo, contribuiu para a continuidade da realização de bons negócios durante o atual e o próximo ano. Nesta que é a maior feira do transporte de cargas da América Latina, as Empresas Randon apresentaram mais de 20 lançamentos e inovações, que destacam ainda mais a empresa entre os principais players globais de transporte de carga.

A receita bruta total, com impostos e antes da consolidação, somou R$ 2,0 bilhões no 3T19, 23,7% superior à receita obtida no mesmo período de 2018 (R$ 1,6 bilhão). No 3T19 a receita líquida consolidada somou R$ 1,4 bilhão, aumento de 23,6% no comparativo com o 3T18, quando somou R$ 1,1 bilhão.

O lucro bruto do 3T19 atingiu R$ 338,6 milhões, 24,4% superior ao lucro bruto do mesmo período do ano anterior (R$ 272,3 milhões). A margem bruta passou de 24,5% no 3T18 para 24,7% no 3T19. No 3T19, o EBITDA consolidado somou R$ 192,1 milhões, aumento de 28,6% em relação ao valor obtido no mesmo trimestre de 2018 (R$ 149,4 milhões). A margem EBITDA passou de 13,5%, no 3T18, para 14,0%, no 3T19.

Foto: Jefferson Bernardes/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/11/2019 0 Comentários 596 Visualizações
Cidades

Apresentado balanço financeiro da 15ª Fenachim

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Festa Nacional do Chimarrão (AFenachim) apresentou, na última quinta-feira (15), na Sala de Reuniões da Prefeitura de Venâncio Aires, o Balanço Financeiro e Social da 15ª Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), realizada entre os dias 1º e 5 e 9 a 12 de maio no município. A festa teve uma receita total de R$ 1.679.950,75, proveniente de patrocínios, locações e bilheteria, com despesas da ordem de R$ 1.591.712,40, gerando um resultado positivo de R$ 88.238,35.

“Só temos a agradecer a todos que se envolveram e que contribuíram para que a festa fosse reformulada, dentro da nossa realidade, proporcionando este excelente resultado financeiro e social”, destacou a presidente da 15ª Fenachim, Cleiva Giovanaz Heck.

Além das receitas e despesas, o relatório financeiro da 15ª Fenachim ainda apresentou os investimentos realizados no Parque Municipal do Chimarrão, em ornamentação, pinturas, reformas, Plano de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI), que totalizaram R$ 123.949,67.

“Considerando este valor, chegamos a R$ 212.188,02 entre o resultado da festa e as obras que ficam para a comunidade no parque”, destacou Eduardo Heissler, que juntamente com Rejane Heck, integrou a Comissão Financeira da festa.

“Só temos a agradecer pelo apoio e parceria de todos. Estes números se devem à união, ao trabalho voluntário e à dedicação a Fenachim”, frisou a presidente da AFenachim, Luana Pereira.

Segundo Heissler, a entidade alcançou os três objetivos traçados: dar transparência financeira ao evento, conseguir tornar a festa autossustentável e gerar um resultado positivo. Já o prefeito Giovane Wickert ressaltou que a festa cumpriu o seu papel, contribuindo de forma muito positiva para o legado do evento.

“A Luana, na reestruturação da AFenachim, e a Cleiva, primeira mulher a assumir a presidência da festa, exerceram com muita fibra o seu papel. E com a soma de esforços de voluntários e festeiros, cumpriram esta importante missão”, destacou Wickert.

Foto: Leandro Osório/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2019 0 Comentários 652 Visualizações
Business

Turismo de negócios cresce no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 26/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Durante o primeiro semestre de 2019, as viagens a negócio no Brasil cresceram 14,7%, se comparado com o mesmo período do ano passado. Os dados são de um levantamento da Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), realizado com empresários do setor.

O aumento no índice, consequentemente, gerou mais receita para o país. Os gastos destes turistas também cresceram 14,8%, saindo de R$ 4,85 bilhões, nos seis primeiros meses de 2018, para R$ 5,57 bilhões neste ano.

O ministro do Turismo interino, Daniel Nepomuceno, comemorou o dado, já que este tipo de viagem possui grande relevância para o desenvolvimento do segmento de Viagens, movimenta ainda mais a economia nacional e ajuda a minimizar o efeito da sazonalidade no setor. Dados do Ministério do Turismo comprovam que a receita gerada pelos turistas internacionais que vem ao Brasil a negócios é 33,4% maior que para viagens a lazer.

“O Brasil apresenta grande potencial para a realização destes tipos de eventos, que podem ser o norte para desenvolvermos o turismo dentro e fora do país. Para nós, isso é animador, pois o turismo de negócios reduz a sazonalidade do setor e atrai turistas especializados que podem gastar acima do esperado, resultando em emprego e renda” finalizou.

Entres os setores que mais apresentaram alta, de acordo com a pesquisa da Abracorp, estão o rodoviário, o de hotelaria e o de aviação, que cresceram 56,8%; 25,7% e 24,8%, respectivamente. Juntos, os três movimentaram mais de R$ 3,3 bilhões na economia do país. As principais rotas responsáveis pelo crescimento no setor aéreo são localizadas nas pontes aéreas Rio/São Paulo e Brasília/São Paulo.

Para o diretor-executivo da Abracorp, Gervasio Tanabe, as medidas propostas pelo atual governo podem ter provocado este crescimento. “Todas as ações, nestes primeiros seis meses, sinalizam de forma positiva uma expectativa de alta no mercado de Viagens. Isso muda até o ânimo das empresas, fazendo com que elas se movimentem ainda mais e que seja possível alcançar esse aumento de quase 15% em todo o ano de 2019”.

Tanabe ainda destacou que o setor de infraestrutura deve impulsionar ainda mais esse crescimento no resto do ano. “A partir dos anúncios, feitos pelo governo, de investimentos na infraestrutura, acho que o setor terá um aumento ainda maior. Na medida que se investe na privatização de empresas, o capital se movimenta”, concluiu o diretor.

Dados do Ministério do Turismo apontaram que, em 2018, o turismo de negócio foi o segundo principal motivo da vinda de estrangeiros para o Brasil.

Do número total, 13,5% visitaram o país com esta finalidade. Entre os destinos mais procurados estão São Paulo (48,7%), Rio de Janeiro (19,7%), Curitiba (4,5%), Campinas (3,9%) e Porto Alegre (3,4%). O gasto médio per capita, por dia, desses viajantes foi de US$ 84,33.

Recentemente, um estudo mundial da Associação Internacional de Congressos e Convenções (Icca) apontou o Brasil como o principal destino latino-americano para a realização de congressos e eventos corporativos. Em todo mundo, o país está entre os 20 destinos mais procurados pelos executivos para a realização de eventos deste tipo, ocupando a 17ª posição. São Paulo, Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu lideram a lista das cidades mais demandadas no Brasil.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/07/2019 0 Comentários 872 Visualizações
Gastronomia

Receita: Mousse holandesa para refrescar os dias de verão

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com as temperaturas altas do verão nada melhor que uma sobremesa incrível e geladinha, não é mesmo? Para ajudar você, a Isabela, marca de massas, torradas e biscoitos atuante no Sul do país, ensina uma receitinha de Mousse Holandesa. Aproveite as dicas e refresque-se com muito sabor!

Ingredientes

Mousse
1 tablete de chocolate branco (200g) picado
1 embalagem de cream cheese
1 lata de creme de leite
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colheres (sopa) e gelatina incolor sem sabor
2 claras em neve

Montagem
15 biscoitos Tortinha Chocolate Isabela

Cobertura
1 barra de chocolate meio amargo (180g) picado
1 embalagem de creme de leite (200g)

Modo de preparo

Mousse
– Em uma panela pequena derreta em banho-maria o chocolate branco. Reserve.
– Bata na batedeira o cream cheese com o açúcar até ficar cremoso. Junte o chocolate derretido, o creme de leite e a baunilha. Acrescente a gelatina previamente amolecida e dissolvida em banho-maria, sem ferver. Misture delicadamente as claras.

Montagem
– Em uma forma desmontável, média, ajeite as Tortinhas Chocolate Isabela na borda, com o recheio voltado para fora. Coloque a mousse. Leve à geladeira, por no mínimo, 4 horas.

Cobertura
– Em uma panela pequena dissolva o chocolate em banho-maria. Espere amornar. Junte o creme de leite, misturando bem. Sirva sobre a mousse desenformada.

Rendimento: 8 a 10 porções

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/01/2019 0 Comentários 1,K Visualizações
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