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Quarta Colônia

Cultura

Pipa Parade 2026 terá obras em 18 cidades gaúchas entre janeiro e março

Por Jonathan da Silva 21/11/2025
Por Jonathan da Silva

O Pipa Parade 2026, exposição de arte a céu aberto organizada pela Wine Locals em parceria com o Governo do Estado, será realizado de 12 de janeiro a 12 de março do próximo ano em 18 municípios do Rio Grande do Sul, com obras instaladas em diferentes pontos das cidades. A iniciativa utiliza barricas transformadas em esculturas para promover a Vindima Gaúcha, ampliando a experiência do enoturismo para além da Serra Gaúcha e movimentando o turismo regional.

Após reunir mais de 1,5 milhão de visitantes na edição de 2025, quando as obras ficaram expostas na serra gaúcha, o projeto passa a abranger os municípios de Ametista do Sul, Antônio Prado, Bento Gonçalves, Canela, Caxias do Sul, Dom Pedrito, Encruzilhada do Sul, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Gramado, Monte Belo do Sul, Pelotas, Pinto Bandeira, São João do Polêsine – Quarta Colônia, Santana do Livramento, São Francisco de Paula e Vacaria.

O projeto transforma barricas em grandes telas de arte, com esculturas personalizadas por artistas locais e nacionais. A proposta é criar um percurso cultural que destaque a diversidade do território gaúcho e gere impacto econômico pela atração de visitantes.

Aumento no enoturismo e expectativas

Em 2025, a Wine Locals registrou crescimento de 25% nas vendas de experiências de enoturismo durante o período da exposição. Para 2026, a previsão é ampliar em 40% o número de visitantes.

O COO da Wine Locals, Matheus Vigel, afirma que a ampliação geográfica fortalece a identidade cultural do estado. “O Pipa Parade cresceu, e com ele cresce também a valorização do vinho, da arte e da identidade do Rio Grande do Sul. Levar o projeto para novas regiões é uma forma de conectar o público com o que temos de mais genuíno, a cultura e o trabalho das pessoas que fazem do nosso estado um destino único. Essa expansão é um reflexo do engajamento que o projeto conquistou e do potencial que temos de transformar o enoturismo em uma experiência cultural completa”, destaca Vigel.

Tema e curadoria da edição 2026

A edição 2026 terá como conceito a sinestesia, com o tema “A Uva Sentida”. As obras serão feitas a partir de barricas que combinam arte visual, texturas e referências gustativas ou sonoras ligadas ao período da vindima. A curadoria é assinada por Anna Mattos, Camila Proto e Daniela Giovana Corso, com gestão e produção artística de Ana Fagundes. O projeto conta com patrocínio do Governo do Estado.

O secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Ronaldo Santini, afirma que o evento integra diferentes áreas criativas e econômicas. “O Pipa Parade é mais do que uma exposição, é um movimento que conecta arte, vinho e turismo de forma inspiradora. Ele traduz o espírito criativo e empreendedor do povo gaúcho, levando a experiência da vindima para além da Serra e revelando o talento de artistas e produtores de diferentes regiões. Ao mesmo tempo em que impulsiona o turismo e movimenta a economia local, o projeto reforça a identidade cultural do Rio Grande do Sul e mostra ao Brasil e ao mundo que o nosso Estado é um destino de experiências únicas, onde tradição e inovação caminham juntas”, afirma o titular da pasta.

Ações paralelas

Em Pelotas, o projeto terá uma ação prévia: um live painting durante o Viva o RS Festival, no dia 13 de dezembro, em que o público poderá acompanhar a criação de uma das obras que ficará exposta na cidade. Outros dois live painting estão previstos para ocorrer em São Paulo, considerado um dos principais mercados consumidores de experiências ligadas ao vinho gaúcho, e em Porto Alegre.

O que é a Wine Locals

A Wine Locals é uma plataforma de enoturismo e eventos de vinhos presente no Brasil, Uruguai, Argentina e Chile. A empresa já comercializou experiências para mais de 100 mil pessoas e atua também na criação e promoção de eventos proprietários e corporativos voltados ao setor.

Foto: Jotape Pax/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2025 0 Comentários 103 Visualizações
Cidades

Quarta Colônia atrai interessados em segunda moradia no interior do Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 05/03/2025
Por Jonathan da Silva

A região da Quarta Colônia, localizada no centro do Rio Grande do Sul, tem atraído cada vez mais pessoas interessadas em adquirir uma segunda moradia voltada para descanso e lazer. Composta por nove municípios, a área combina atrativos naturais, patrimônio histórico e uma forte influência da cultura italiana, despertando o interesse de quem busca refúgio em meio à natureza e longe dos centros urbanos e do litoral.

A Quarta Colônia preserva costumes e tradições herdados da imigração italiana e oferece diferentes opções de lazer e contato com a natureza. Entre os principais atrativos está o Geoparque Quarta Colônia, reconhecido pela Unesco, que conta com trilhas e formações geológicas. A região também possui cachoeiras, vinícolas familiares, cantinas e uma oferta gastronômica baseada em produtos artesanais.

Presença no portfólio da CVC

Recentemente, a Quarta Colônia passou a integrar o portfólio da operadora de turismo CVC, ampliando sua visibilidade para turistas de diferentes regiões. O processo para inclusão da região na operadora foi conduzido pela proprietária da agência de turismo Viaggio Quarta Colônia, Andreia Brondani. “Com essa nova oferta, a região se consolida como um destino ideal para quem deseja desfrutar de um local em meio à natureza, longe da agitação dos grandes centros urbanos e do movimento das praias no verão”, afirmou Andreia.

Empreendimentos e investimentos

Além de atrair turistas, a Quarta Colônia tem despertado o interesse de investidores no setor imobiliário, impulsionado pela busca de refúgios permanentes em áreas rurais. O partner fundador da desenvolvedora imobiliária Vōrtica by Gr, Giancarlo Castagna, destaca a perspectiva de crescimento da região. “Enxergamos um potencial gigantesco na região, acreditando que o turismo ecológico e cultural pode ser um dos grandes vetores de crescimento, desde que ocorra de forma responsável e integrada”, comentou Castagna.

Principais atrações da Quarta Colônia

  • Geoparque Quarta Colônia: trilhas e formações geológicas reconhecidas pela Unesco.
  • Cachoeiras de Faxinal do Soturno: áreas naturais para banho e contemplação.
  • Vinícolas e cantinas: gastronomia baseada na cultura italiana, com vinhos e pratos típicos.
  • Arquitetura histórica e igrejas: construções que refletem a herança europeia.
  • Eventos culturais e festivais: celebrações locais voltadas à preservação das tradições regionais.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2025 1 Comentário 327 Visualizações
Projetos especiais

Parceria entre Vōrtica e Oscip oferece microcrédito sem juros na Quarta Colônia

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A incorporadora Vōrtica by GR e a Imembuí Microfinanças lançaram no dia 6 de dezembro o programa Juro Zero Empreender, uma linha de crédito sem juros inédita no Brasil subsidiada pela iniciativa privada. O objetivo é beneficiar pequenos empreendedores da Quarta ColôniaA, no Rio Grande do Sul, por meio de uma linha de R$ 250 mil destinada a apoiar negócios locais em nove municípios do território reconhecido como Geoparque Mundial pela Unesco.

De acordo com o diretor-geral da Imembuí Microfinanças, Arlimar de Oliveira, esta é a primeira vez que uma empresa privada subsidia integralmente os juros em um programa de microcrédito no Brasil. “A empresa privada é o braço forte que chega para somar, não para substituir. Tenho plena convicção de que esse incentivo aos municípios da Quarta Colônia ajudará a desenvolver a região de forma sustentável”, afirmou Oliveira.

O programa permitirá que empreendedores tenham acesso a até R$ 10 mil em crédito, desde que atendam aos critérios estabelecidos, como ter um avalista com renda compatível e manter o pagamento das 10 primeiras parcelas em dia. Nesse caso, o empreendimento Almai, da Vōrtica by GR, subsidiará as duas últimas parcelas, correspondentes aos juros.

Impacto regional e objetivos

O partner da Vōrtica by GR, Fabrício Kubaski, destacou o propósito do programa em fomentar o desenvolvimento econômico e social da Quarta Colônia. “Estamos comprometidos em inspirar mudanças positivas na região, acreditando no potencial do Almai como um catalisador para novos negócios e oportunidades. Essa iniciativa busca deixar um legado transformador, fortalecendo a comunidade do entorno em que estamos inseridos”, explicou Kubaski.

O diretor do Geoparque Quarta Colônia, Victor de Lima Maffini, ressaltou a importância da iniciativa para o desenvolvimento regional. “Este é um passo fundamental rumo ao objetivo final do nosso Geoparque, que é criar uma rede de sustentabilidade que abrange o desenvolvimento contínuo da região. Estamos criando uma base sólida para o futuro e o exemplo da Vōrtica marca o início de um ciclo positivo”, afirmou Maffini.

Funcionamento do programa

Segundo a Imembuí Microfinanças, o programa Juro Zero Empreender deverá beneficiar cerca de 30 microempreendedores individuais (MEIs), microempresas, agricultores familiares e autônomos dos municípios de Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Sêca, São João do Polêsine e Silveira Martins.

Para participar, os interessados precisam atender a critérios como não ter restrições em órgãos de crédito e faturamento anual máximo de R$ 360 mil. Os créditos serão liberados até que o valor total de R$ 250 mil seja atingido.

Os responsáveis pelo projeto

O Almai é um empreendimento residencial da Vōrtica by GR, localizado no Recanto Maestro, em Restinga Sêca. O projeto envolve um investimento de R$ 62 milhões e prevê a geração de 1,2 mil empregos diretos e indiretos.

Já a Imembuí Microfinanças é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) fundada em 2001. Com atuação em mais de 160 municípios do Rio Grande do Sul, a instituição já concedeu R$ 162,3 milhões em microcrédito a 27,7 mil empreendedores no estado.

Mais detalhes sobre o programa podem ser obtidos pelos telefones (55) 99981-3586 ou (55) 99926-7442, no site imembuimicrofinancas.org ou nas redes sociais da Imembuí Microfinanças.

Foto: Azzo Estudio/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 332 Visualizações
Variedades

Geoparque Quarta Colônia aguarda avaliação da Unesco

Por Ester Ellwanger 18/02/2022
Por Ester Ellwanger

Após envio do pedido oficial para a certificação dos territórios, o projeto Geoparque Quarta Colônia, no Rio Grande do Sul, segue no processo de busca do reconhecimento pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A entrega do dossiê foi realizada em novembro de 2021 pelo Ministério das Relações Exteriores, em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Federal do Pampa (Unipampa). No momento, a proposta aguarda visita de técnicos da Unesco programadas para o primeiro semestre deste ano.

A sugestão para a região da Quarta Colônia foi facilitada graças ao Projeto Geoparques, desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) desde 2006. Essa iniciativa consiste na indução da criação de geoparques em solo nacional a partir de estudos e da produção de propostas com potencial para se desenvolverem como territórios geoturísticos.

Contando com o corpo técnico do SGB-CPRM, o projeto é um pontapé inicial para a concepção de um geoparque, estimulando comunidades, autoridades governamentais e iniciativa privada a investirem na implementação desse modelo turístico. A medida foi bem sucedida de forma que, em 2012, o Serviço Geológico do Brasil publicou o livro “Geoparques do Brasil – Propostas” e está produzindo o seu segundo volume.

Segundo a Unesco, um geoparque reconhecido pela instituição consiste em “áreas geográficas unificadas, onde sítios e paisagens de relevância geológica internacional são administrados com base em um conceito holístico de proteção, educação e desenvolvimento sustentável.” Esse modelo tem como prerrogativa envolver as comunidades locais, estimular a conservação do território e o seu desenvolvimento sustentável. O Geopark Araripe, do sertão do Ceará, é o primeiro e único geoparque criado no Brasil legitimado pela Unesco.

O projeto do Geoparque Quarta Colônia foi desenvolvido a partir de uma parceria entre a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus). Esta última instituição produziu, em conjunto com o SGB-CPRM, um inventário dos geossítios do território entre os anos de 2008 e 2010.

 

Desse trabalho foi produzida a sugestão de geoparque da região que fomentou as discussões iniciais sobre o projeto. Dando prosseguimento ao debate e à consolidação da proposta de geoparque, a UFSM e o Condesus promoveram uma série de trabalhos na região em 2018. No ano seguinte, o consórcio cita a realização de “mais de 180 viagens para sensibilização e capacitação com o poder público e setor produtivo dos municípios”. Essas ações culminaram no envio da solicitação para o reconhecimento do geoparque pela Unesco e sua integração à Rede Global de Geoparques.

 

Projeto

O projeto aspirante conta com nove sítios morfológicos, dividido em seis localidades; 10 hidrosítios, espalhados por sete lugares da região; 14 sítios paleontológicos utilizados apenas para pesquisas; e 39 geossítios, em que já foram encontradas fósseis com idades de até 250 milhões, também disponíveis para visitação turística.

Com destaque para os fósseis do período Triássico, a Quarta Colônia conta com um rico material fossilífero, que compreende cinco associações diferentes de fósseis. A fauna da Formação Sanga do Cabral, única com exemplares do Triássico Inferior na região, conta com a presença de sedimentos de procolofonídeos e de anfíbios temnospôndilos. As amostras dos períodos subsequentes encontram-se em outra localidade do geoparque.

A Formação Santa Maria, Cenozona de Therapsida e Biozona de Traversodontídeos têm cinodontes em seus territórios e pertencem ao Triássico Médio. Já a Cenozona de Rhynchosauria registra as primeiras ocorrências de dinossauros basais, enquanto a Cenozona de Mammaliamorpha tem uma fauna repleta de microvertebrados. Ambas são da era Triássico Superior. Esse conteúdo é de extrema importância para a paleontologia brasileira e mundial.

Localizada no coração do Rio Grande do Sul, a região da Quarta Colônia é composta por nove municípios: Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Seca, São João do Polêsine e Silveira Martins. Fazendo jus ao nome, a área sucedeu à quarta colônia de imigrantes italianos, sendo criada em 1877. Essa região fica próximo da cidade de Santa Maria e é utilizada como campo de pesquisas pela UFSM, que o utiliza para diversas ações de extensão universitária.

Para integrar a Rede Global de Geoparques, é preciso passar por duas etapas até garantir o selo de geoparque. No fim do ano passado, a iniciativa avançou da fase inicial de projeto para o segundo passo: aspirante ao reconhecimento da Unesco. Nesses próximos meses, a comunidade da Quarta Colônia aguarda com muita expectativa a visita e a inspeção dos técnicos da instituição para que a região obtenha a chancela para se tornar um geoparque global.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/02/2022 0 Comentários 1,6K Visualizações

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