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Business

Com produção de tabaco 13,7% menor na lavoura, contratação de safreiros cai 8%

Por Jonathan da Silva 11/04/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas na lavoura, que representaram mais de 83 mil toneladas de tabaco a menos para o processamento, uma queda de 13,7% na comparação com a produção de 2023, o volume de contratações de safreiros também sofreu redução. Conforme levantamento do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa), o total de postos de trabalhos gerados até o momento somam 11 mil trabalhadores nas indústrias, queda de 8,3%, mil postos de trabalho a menos, na comparação com ano passado.

De acordo com o presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior, o revés do clima, com as cheias nos meses de setembro, novembro e as tempestades seguidas durante o período, acabaram reduzindo a colheita do tabaco em todo o sul do Brasil. “O reflexo desta redução foi sentido com força pela indústria, que recebeu menos 83 mil toneladas de tabaco. A consequência direta foi no número de trabalhadores temporários que acabou caindo também. Nós tínhamos uma expectativa de repetir o total de empregos do ano passado – 12 mil trabalhadores na safra – mas, no entanto, não conseguimos alcançar este índice”, comenta Baptista Júnior.

Presidente Gualter Baptista Júnior

Ainda assim, a avaliação do Novo Stifa é positiva. Mesmo com uma redução significativa de tabaco, na casa dos 13,7%, o volume de trabalhadores contratados recuou apenas 8,3%, o que representa mil safreiros a menos neste ano. “É preciso olhar para este desempenho e entender que o mercado do tabaco é dinâmico, e mesmo com uma retração da produção, a indústria conseguiu manter um bom ritmo, empregando agora, no auge do processamento, 11 mil trabalhadores, entre sazonais e efetivos. Isso é um dado muito importante, que representa sim uma queda, mas que ainda é menor do que o reflexo na lavoura”, avalia o presidente.

A expectativa agora é para uma continuidade no período de processamento. Historicamente, safras que empregam menos trabalhadores têm uma característica especial: a longa duração dos contratos. Para o presidente do Novo Stifa, a tendência é que os empregados sazonais sejam mantidos por um período maior, avançando sobre o segundo semestre do ano. “Isso é positivo, pois representa mais renda circulando na cidade. Um maior tempo de safra permite ao trabalhador que ele realize investimentos e amplie sua perspectiva de compras. Quando a safra é mais longa, Santa Cruz do Sul e a economia regional saem ganhando”, analisa Baptista Júnior.

Projeção positiva

Visto que o Brasil é o maior exportador de tabaco do mundo, a projeção para a safra de 2025 é considerada animadora pela entidade. Isto porque haverá uma demanda reprimida da safra atual que acabou sendo menor do que a indústria esperava. “Este olhar que pode ser considerado otimista é real. O consumo do tabaco no mundo não reduziu, mesmo com todos os problemas de contrabando e descaminho, ele segue como um produto muito procurado. E se neste ano, o mercado nacional entregou menos, haverá uma tendência de crescimento na procura, para o ano que vem”, projeta o presidente do Novo Stifa.

Novo Stifa faz projeções positivas para 2025

Fotos: Jcomp/Freepik/Divulgação e Nascimento MKT/Divulgação
11/04/2024 0 Comentários 332 Visualizações
Variedades

Comércio gaúcho com boas perspectivas de vendas para o inverno

Por Marcel Vogt 30/05/2023
Por Marcel Vogt

O mês de maio ficou marcado por temperaturas mais frias, que serviram para lembrar aos gaúchos que o inverno, cujo início acontece em 21 de junho, está próximo. As mudanças climáticas ao longo dos anos têm feito com que invernos mais gelados sejam menos frequentes no Rio Grande do Sul. Nesse 2023, com a perspectiva de influência do fenômeno El Niño, indicações meteorológicas apontam que as massas de ar frio em junho, julho e agosto deverão se intercalar com períodos mais aquecidos. Além disso, a estação deve ser marcada por grande umidade.

Neste 2023, existe a perspectiva de incremento das vendas, algo entre 8% e 10% na comparação com o inverno do último ano.

Diante desse cenário, o comércio gaúcho começa se preparar para atender a demanda dos consumidores que vão atualizar seus guarda-roupas. Na avaliação da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), vestuário, calçados e acessórios, tradicionalmente os segmentos que incrementam vendas na estação, terão, novamente, um bom desempenho neste ano.

“Historicamente, o segmento de vestuário apresenta, no inverno, um crescimento de quase 10% nas vendas em comparação com estações intermediárias, como outono e primavera. É um período em que blusões, malhas, moletons, cobertores, pantufas e pijamas, entre outros artigos, são muito procurados pelos consumidores. Outras alternativas de aquecimento, como lareiras, aquecedores, fogões a lenha e aparelhos de ar-condicionado, ajudam a impulsionar a comercialização do segmento de móveis e eletrodomésticos” destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente aponta que o comércio de vestuário segue buscando recuperar as perdas que teve nos momentos em que a crise sanitária impedia a circulação das pessoas, o que afetou a economia de maneira intensa. Portanto, o inverno de 2023 deve representar mais um passo nesse processo de retomada.

“2022 já teve uma boa resposta nas vendas de artigos como roupas, calçados e acessórios. O volume de vendas chegou a casa do R$ 1 bilhão. Neste 2023, existe a perspectiva de incremento das vendas, algo entre 8% e 10% na comparação com o inverno do último ano. O atual cenário econômico do país, com diminuição dos índices inflacionários e a antecipação dos 13o salário de aposentados e pensionistas do INSS, para o início de junho e de julho, o que injeta mais dinheiro circulante na economia, permite aos lojistas terem uma expectativa de resultados positivos na comercialização de produtos que ajudam a amenizar os dias frios” avalia Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS lembra, ainda, que mesmo com a projeção de uma variação térmica bastante acentuada, o Rio Grande do Sul, por ser o estado mais Meridional do país, sempre tem períodos em que o frio é intenso. Desta forma, os lojistas devem estar preparados para ofertarem ações que beneficiem o consumidor e desperte neles o desejo da compra, como promoções que englobem preços e prazos acessíveis, além de viabilizar uma experiência de compra única e personalizada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 602 Visualizações
Business

CNC aumenta para 3,8% projeção de crescimento do PIB em 2021

Por Caren Souza 04/06/2021
Por Caren Souza

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aumentou de 3,2% para 3,8% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), em 2021. A projeção tem como base o resultado positivo divulgado nesta terça-feira (01/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra que o PIB brasileiro cresceu 1,2% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com os três meses imediatamente anteriores – o maior avanço para um primeiro trimestre desde 2011 (+1,4%).

A expectativa da CNC é que o PIB se mantenha estável no segundo trimestre de 2021. De acordo com o presidente da Confederação, José Roberto Tadros, a adoção de medidas restritivas em abril tende a prejudicar o consumo das famílias, principal agregado sob a ótica da demanda.

“Quatro fatores podem dificultar um crescimento mais vigoroso da economia no transcorrer deste ano: um possível recrudescimento da pandemia diante do aumento recente no número de casos e da lentidão no processo de imunização da população, inflação elevada, desemprego em alta e o risco de uma crise energética diante do nível historicamente baixo dos reservatórios das hidrelétricas”, afirma Tadros.

Apesar desses riscos, o resultado acima do esperado e o cenário potencialmente mais positivo da vacinação no segundo semestre levaram a entidade a revisar as projeções para cima. Somado à elevação de 11,2% no acumulado do segundo semestre do ano passado, o avanço do PIB no primeiro trimestre de 2021 elevou o nível de atividade econômica ao mesmo patamar verificado antes da disseminação da covid-19. O PIB brasileiro totalizou R$ 7,65 trilhões nos últimos quatro trimestres encerrados em março.

Consumo das famílias recua

Sob a ótica da produção, destacaram-se a agropecuária (+5,7%), os serviços de transportes (+3,6%) e as indústrias extrativas (+3,2%). Mesmo ainda afetado pelo isolamento social, o comércio seguiu o ritmo de expansão da economia, oscilando +1,2% – maior taxa positiva para esse período desde 2018 (+1,3%). Das doze atividades pesquisadas, apenas a indústria de transformação (-0,5%) e os serviços públicos, como educação, saúde, defesa e seguridade social (-0,6%), apresentaram recuos no período.

Pelo lado da demanda, após crescerem 20% no quarto trimestre de 2020, os investimentos desaceleraram (+4,6%), mas garantiram o avanço no nível de atividade, na medida em que o consumo das famílias (-0,1%), o consumo do governo (-0,8%) e o setor externo (-7,9%) contribuíram negativamente. “O desempenho negativo do consumo das famílias no primeiro trimestre pode ser atribuído a uma série de fatores econômicos, como a elevação do nível geral de preços e o avanço do desemprego. Contudo, a intensificação do isolamento social ao longo dos três primeiros meses do ano contribuiu significativamente para a queda do consumo”, explica Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo.

Fonte: Assessoria
04/06/2021 0 Comentários 725 Visualizações
Business

Crescimento econômico para 2019 projetado em 0,8%

Por Gabrielle Pacheco 27/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta quinta-feira (27) uma análise completa da atual situação da economia brasileira por meio de duas seções da Carta de Conjuntura.

A previsão é de que o Pib deve ter crescimento de 0,8% em 2019 e uma aceleração do crescimento da economia em 2020, quando o Pib fecharia com alta de 2,5%. Para o segundo trimestre do ano, a expectativa é de alta de 0,5% em relação ao trimestre anterior.

A previsão de inflação para 2019 é de 3,9%. A análise do Grupo de Conjuntura aponta que o equacionamento do problema fiscal pode estimular os investimentos e tirar a economia da tendência de baixo crescimento.

Com relação à atividade econômica, a análise aponta para um recuo da produção industrial de 0,4% na margem em maio. Já as vendas no comércio e o volume de serviços devem registrar avanço de 1% e 0,7%, respectivamente, em comparação com o mês de abril deste ano.

O Indicador Ipea de Risco Brasil tem se mantido, desde outubro do ano passado, em terreno negativo e com tendência de queda. A medida tradicional de risco-país, o Credit Default Swap (CDS), se encontra 62,4 pontos base abaixo do ponto em que estaria caso tivesse seguido o movimento comum dos emergentes. Esse baixo patamar de risco combinado com a melhora da confiança dos empresários permitiria uma aceleração do crescimento a partir do quarto trimestre deste ano.

O elevado grau de ociosidade da economia do país, estimado em 3,2% pelo Indicador Ipea de Hiato do Produto, mostra que há espaço para uma retomada mais intensa do crescimento sem que haja impactos inflacionários. Mesmo com a aceleração do crescimento, o país ainda fecharia 2020 com quase 2% de ociosidade, o suficiente para evitar pressões inflacionárias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2019 0 Comentários 483 Visualizações
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