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produção

Cultura

Empresa de Novo Hamburgo produz evento que marca retomada cultural de Rio Grande

Por Jonathan da Silva 20/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Um Cultural, empresa de Novo Hamburgo, é a responsável pelo planejamento cultural e pela produção do evento que marca a retomada cultural de Rio Grande, a 4ª edição da Noite do Centro Histórico, que ocorre nos dias 6 e 7 de setembro no coração da cidade do sul do estado. O principal objetivo da atividade é dar oportunidade para que o diversos públicos acessem e usufruam de prédios históricos e museus do município.

Além de reconhecer o patrimônio histórico e arquitetônico da cidade de Rio Grande, o evento busca valorizar o centro histórico como um local de convivência para a comunidade, salientando seus atributos turísticos e de lazer. A programação, que normalmente acontece em maio, foi transferido para os dias 6 e 7 de setembro neste ano e traz o tema “A Força do Povo Gaúcho”. No município, o Centro Histórico foi o local mais afetado pela enchente de maio e junho. Em função disso, o evento terá papel importante na reconstrução do espaço.

Mais de 10 mil pessoas em 2023

A Noite do Centro Histórico 2023 teve um público de mais de 10 mil pessoas, que lotaram museus e espaços culturais do centro de Rio Grande. Em 2024, nos dois dias, sempre das 18h à meia-noite, o público contará com palcos culturais, atrações nos museus participantes, teatro, dança, música, passeios de escuna, tiro de canhão, personagens históricos, ações itinerantes com a beleza dos prédios históricos iluminados como cenário.

O projeto é uma realização de Makki Produções e Ministério da Cultura/Governo Federal, com patrocínio de CMPC e Havan, realização de CDL de Rio Grande com apoio de MTG RS, prefeitura de Rio Grande e Sesc. O financiamento é da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O planejamento cultural e a produção são da Um Cultural.

Locais da Noite do Centro Histórico

  • Biblioteca Rio-grandense (Rua General Osório, 454)
  • Câmara do Comércio (Praça Xavier Ferreira, 430)
  • Catedral de São Pedro (Rua General Bacelar, 440)
  • Coleção Sacra do Museu da Cidade do Rio Grande (Rua Marechal Floriano Peixoto, s/ nº, Capela São Francisco de Assis)
  • Fototeca Municipal (Largo Eng. João Fernandes Moreira, s/nº, térreo do Paço Municipal)
  • Mercado Público (Rua General Osório, 1)
  • Monumento-túmulo do General Bento Gonçalves da Silva (Praça Tamandaré – Rua 24 de Maio)
  • Paço Municipal/prefeitura (Largo Eng. João Fernandes Moreira, s/nº)
  • Praça Xavier Ferreira (Rua Marechal Floriano Peixoto, 193)
  • Prédio da Alfândega (Rua Andradas)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2024 0 Comentários 552 Visualizações
Business

Com produção de tabaco 13,7% menor na lavoura, contratação de safreiros cai 8%

Por Jonathan da Silva 11/04/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas na lavoura, que representaram mais de 83 mil toneladas de tabaco a menos para o processamento, uma queda de 13,7% na comparação com a produção de 2023, o volume de contratações de safreiros também sofreu redução. Conforme levantamento do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa), o total de postos de trabalhos gerados até o momento somam 11 mil trabalhadores nas indústrias, queda de 8,3%, mil postos de trabalho a menos, na comparação com ano passado.

De acordo com o presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior, o revés do clima, com as cheias nos meses de setembro, novembro e as tempestades seguidas durante o período, acabaram reduzindo a colheita do tabaco em todo o sul do Brasil. “O reflexo desta redução foi sentido com força pela indústria, que recebeu menos 83 mil toneladas de tabaco. A consequência direta foi no número de trabalhadores temporários que acabou caindo também. Nós tínhamos uma expectativa de repetir o total de empregos do ano passado – 12 mil trabalhadores na safra – mas, no entanto, não conseguimos alcançar este índice”, comenta Baptista Júnior.

Presidente Gualter Baptista Júnior

Ainda assim, a avaliação do Novo Stifa é positiva. Mesmo com uma redução significativa de tabaco, na casa dos 13,7%, o volume de trabalhadores contratados recuou apenas 8,3%, o que representa mil safreiros a menos neste ano. “É preciso olhar para este desempenho e entender que o mercado do tabaco é dinâmico, e mesmo com uma retração da produção, a indústria conseguiu manter um bom ritmo, empregando agora, no auge do processamento, 11 mil trabalhadores, entre sazonais e efetivos. Isso é um dado muito importante, que representa sim uma queda, mas que ainda é menor do que o reflexo na lavoura”, avalia o presidente.

A expectativa agora é para uma continuidade no período de processamento. Historicamente, safras que empregam menos trabalhadores têm uma característica especial: a longa duração dos contratos. Para o presidente do Novo Stifa, a tendência é que os empregados sazonais sejam mantidos por um período maior, avançando sobre o segundo semestre do ano. “Isso é positivo, pois representa mais renda circulando na cidade. Um maior tempo de safra permite ao trabalhador que ele realize investimentos e amplie sua perspectiva de compras. Quando a safra é mais longa, Santa Cruz do Sul e a economia regional saem ganhando”, analisa Baptista Júnior.

Projeção positiva

Visto que o Brasil é o maior exportador de tabaco do mundo, a projeção para a safra de 2025 é considerada animadora pela entidade. Isto porque haverá uma demanda reprimida da safra atual que acabou sendo menor do que a indústria esperava. “Este olhar que pode ser considerado otimista é real. O consumo do tabaco no mundo não reduziu, mesmo com todos os problemas de contrabando e descaminho, ele segue como um produto muito procurado. E se neste ano, o mercado nacional entregou menos, haverá uma tendência de crescimento na procura, para o ano que vem”, projeta o presidente do Novo Stifa.

Novo Stifa faz projeções positivas para 2025

Fotos: Jcomp/Freepik/Divulgação e Nascimento MKT/Divulgação
11/04/2024 0 Comentários 336 Visualizações
Gastronomia

Cooperativa Languiru volta a produzir iogurte sachê e bebida láctea sabor morango

Por Jonathan da Silva 01/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Cooperativa Languiru anunciou a retomada da produção de iogurte sachê e bebida láctea sabor morango. Com foco no sabor morango em primeiro momento, os produtos voltaram ao mercado na última quinta-feira (28). Os itens podem ser encontrados em supermercados do Vale do Taquari.

O retorno se dará com a produção mensal de 5 mil litros em cada linha. De acordo com o coordenador do setor de leite da Languiru, Jones Kohl, a retomada da indústria e da produção de bebida láctea e iogurte permite à cooperativa renovar as energias em seu ressurgimento. “Relembrando o slogan da Languiru, ‘alimentando gerações’, nos motiva a levar estes produtos de alta qualidade ao nosso cliente”, pontua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2024 0 Comentários 848 Visualizações
Business

Avicultura e Suinocultura devem registrar altas de produção e de exportações

Por Marina Klein Telles 17/08/2023
Por Marina Klein Telles

O ano de 2023 deve ser marcado por novos aumentos na produção e na presença internacional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Estas são as projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), apresentadas ontem (16), em coletiva de imprensa realizada na sede da associação em São Paulo.

Carne de frango

Conforme a ABPA, a produção de carne de frango deverá alcançar até 14,95 milhões de toneladas produzidas ao longo dos 12 meses de 2023, número 3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 14,52 milhões de toneladas. A disponibilidade de produtos no mercado interno deverá alcançar 9,85 milhões de toneladas, volume 1,5% superior às 9,70 milhões de toneladas registradas em 2022. Com isto, o consumo per capita de carne de frango deverá ficar em 46 quilos neste ano, dado 1,5% maior que os 45,2 quilos per capita registrados em 2022.

Pela primeira vez na história, o setor deverá superar a barreira de 5 milhões de toneladas exportadas, se confirmadas as projeções da ABPA. Neste ano, a expectativa da entidade é de embarques totais de 5,20 milhões de toneladas, volume até 8% superior aos embarques registrados em 2022, com 4,82 milhões de toneladas. “O Brasil deverá seguir ganhando espaço no mercado internacional. Isto, em parte, graças à ampliação dos negócios com os principais parceiros comerciais e à redução dos embarques dos principais concorrentes dos exportadores brasileiros. Ao mesmo tempo, já se nota um melhor equilíbrio entre a oferta e a demanda neste segundo semestre, com custos de produção mais razoáveis após três anos de altas históricas no preço dos principais insumos”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

No caso da carne suína, as projeções da ABPA também apontam para a superação do total de 5 milhões de toneladas — neste caso, para a produção. Ao todo, o país deverá produzir 5,05 milhões de toneladas de carne suína neste ano, número até 1,5% maior que as 4,983 milhões de toneladas produzidas em 2022. A disponibilidade de produtos para o mercado interno deverá se manter estável em relação a 2022, com total de 3,85 milhões de toneladas. O mesmo deverá ocorrer, também, com o consumo per capita, repetindo o índice de 18 quilos registrado em 2022.

Já a projeção para as exportações é de 1,25 milhões de toneladas, 12% maior do que a produção de 1,12 milhões no ano passado. “A abertura e ampliação de diversos mercados relevantes no tabuleiro internacional do comércio de carne suína, aliado à sustentação da demanda dos principais compradores do Brasil reforçam a perspectiva de crescimento dos embarques. Neste sentido, frente à manutenção da demanda interna, a produção deverá se consolidar em torno de cinco milhões de toneladas”, avalia o diretor de mercados, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2023 0 Comentários 460 Visualizações
Business

Produção de calçados deve crescer em 2023

Por Marina Klein Telles 11/04/2023
Por Marina Klein Telles

A produção de calçados, conforme projeção da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), deve crescer entre 1% e 1,7% em 2023, para um total entre 857 a 863 milhões de pares produzidos. Diferentemente de 2022, quando o aumento da produção (+3,6%) foi impulsionado pelas exportações, que cresceram mais de 45% em receita na relação com o ano anterior, o incremento ao longo do ano deve se dar pelo consumo doméstico. Essas e outras projeções serão comentadas na próxima Análise de Cenários, em 25 de abril.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, ressalta que, para 2023, com a retomada da China após um período de muitas restrições em função da política de Covid Zero, e a inflação mundial em alta, a expectativa é de que as exportações brasileiras de calçados caiam em relação a 2022. “Desta forma, a expectativa é de que alcancemos um índice positivo na produção setorial, entre 1% e 1,7%, portanto acima das projeções de crescimento do PIB brasileiro, hoje em 0,9%”, projeta.

A Análise de Cenários, que prevê apresentações de Priscila e do professor e doutor em Economia Marcos Lélis, acontecerá de forma digital a partir das 15h30 do dia 25 de abril. Além das projeções de produção e exportação de calçados, o evento marca o lançamento do Relatório Setorial da Indústria de Calçados, que traz dados da atividade, análises e projeções setoriais e macroeconômicas para curto e médio prazos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2023 0 Comentários 705 Visualizações
Business

Calçadistas apontam desafios para o desenvolvimento

Por Stephany Foscarini 31/05/2022
Por Stephany Foscarini

A indústria calçadista, desde a segunda metade do ano passado, experimenta uma recuperação na atividade. Com crescimento de 9,8% na produção de calçados em 2021, dado que foi impulsionado pela exportação, que cresceu mais de 30%, o setor vislumbra a continuidade da recuperação em 2022. A expectativa da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é de um crescimento produtivo entre 1,8% e 2,7%, para mais de 820 milhões de pares produzidos.

Hoje, o custo produtivo no País ultrapassa R$ 1,5 trilhão por ano, o que representa 6% do PIB. Apesar de alguns avanços nos últimos anos, especialmente no que diz respeito à desburocratização, existe um longo caminho a ser trilhado”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o crescimento poderia ser ainda maior, caso existissem melhores condições de competitividade, especialmente no que diz respeito à redução de custos tributários, melhorias mais profundas na legislação trabalhista, melhores condições logísticas, entre outros pontos que fazem parte do chamado “Custo Brasil”. “Hoje, o custo produtivo no País ultrapassa R$ 1,5 trilhão por ano, o que representa 6% do PIB. Apesar de alguns avanços nos últimos anos, especialmente no que diz respeito à desburocratização, existe um longo caminho a ser trilhado”, comenta o executivo.

Somam-se aos problemas relacionados aos custos produtivos, a oscilação cambial, a quebra do fluxo da cadeia produtiva global em função da pandemia de Covid-19, que encareceu fretes e o preço de insumos, e dificuldades de contratação de mão de obra em um momento de reaquecimento do mercado.

Oscilação cambial

Para o empresário Giuliano Gera, diretor da PG4 Galleria, de Franca/SP, a instabilidade cambial é “a mãe dos problemas” no que diz respeito à competitividade, tanto no mercado doméstico quanto internacional. Atualmente, a empresa exporta entre 55% e 60% de sua produção de mais de mil pares de calçados masculinos e importa cerca de 5% dos insumos utilizados na fabricação, isso fora a importação indireta. “Hoje temos a quinta maior indústria de calçados do mundo. Se tivéssemos mais estabilidade, certamente estaríamos muito à frente. A oscilação cambial tirou do nosso cluster a possibilidade de alçar voos maiores, de poder reinvestir em tecnologia e produtividade. A variação impede a criação de um bom ambiente de negócios”, avalia.

Além da questão cambial, Gera destaca os constantes aumentos de custos de matérias-primas, efeito direto da quebra de fluxo de abastecimento em nível global, e a inflação persistente no mercado interno, que vem minando o poder de compra do consumidor. “No meu ponto de vista, também existe um equívoco na condução da política de juros. Não existe uma inflação por demanda, mas o Banco Central aumenta os juros. Acabam piorando as condições de investimento e ainda aumentando o endividamento do consumidor”, comenta o empresário.

Esse problema vem aumentando nos últimos cinco anos. Não é de hoje. Penso que a solução seria um resgate do prestígio da atividade. O jovem não quer mais trabalhar com calçados. Temos um curso excelente na área do Senai de Franca que não consegue preencher as vagas existentes”.

A dificuldade na contratação de mão de obra é outro desafio do setor calçadista, segundo Gera. “Esse problema vem aumentando nos últimos cinco anos. Não é de hoje. Penso que a solução seria um resgate do prestígio da atividade. O jovem não quer mais trabalhar com calçados. Temos um curso excelente na área do Senai de Franca que não consegue preencher as vagas existentes”, pontua, ressaltando que o problema ficou ainda mais evidenciado no momento de retomada da atividade pós-Covid 19.

Para ler a matéria completa, clique aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2022 0 Comentários 721 Visualizações
Variedades

Marcopolo registrou um crescimento de produção no segundo trimestre

Por Milena Costa 03/08/2021
Por Milena Costa

No segundo trimestre de 2021, a Marcopolo registrou um crescimento de produção acima do percentual registrado no mercado nacional. No 2T21, o Brasil registrou um aumento de 4,7%, com 3.456 unidades produzidas, no comparativo a 2T20. No mesmo período, a Marcopolo atingiu um crescimento de 21,6%, com 2.483 unidades produzidas nas unidades brasileiras, incluindo a produção de modelos Volare.

A receita líquida da companhia somou R﹩ 823,7 milhões no 2T21, aumento de 3,2% ante o 2T20. O lucro bruto atingiu R﹩ 60,5 milhões, com margem de 7,4%. O EBITDA totalizou R﹩ 140,5 milhões, com margem de 17,1%. O lucro líquido foi de R﹩ 200,9 milhões, com margem de 24,4%, beneficiado pelo reconhecimento dos processos de exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins, que representaram impacto positivo de R﹩ 383,0 milhões, antes de impostos.

O setor de fretamento está entre os segmentos que contribuíram positivamente com o desempenho da companhia no 2T21, seguido pelos modelos entregue ao programa Caminho da Escola.

“Começamos a perceber sinais de recuperação da confiança de clientes e usuários.”

“Começamos a perceber sinais de recuperação da confiança de clientes e usuários. Um dos indicativos é o aumento do interesse de compra e maior uso das frotas paradas, o que deve levar a compras efetivas mais adiante. A companhia segue confiante de que a demanda retornará de forma mais intensa no fim do 3T21, com boas perspectivas para o 4T21, quando a maioria da população brasileira deverá ter tomado a primeira dose da vacina contra Covid-19”, observou o CFO.

No 2T21, com o programa federal Caminho da Escola, a Marcopolo entregou 368 unidades, sendo 120 micros, 18 urbanos e 230 modelos Volare. Em junho deste ano, foi realizada uma nova licitação, pela qual a companhia terá o direito de 3.900 unidades, do total de 7.000 ônibus licitados.

“Aguardamos a homologação desta licitação para iniciar a produção. Além disso, seguimos otimistas com o avanço da vacinação, a reabertura das escolas e universidades e a retomada do segmento turismo”, afirma José Antonio Valiati, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Marcopolo.

Mercado externo

Mesmo diante do cenário adverso provocado pela pandemia, no segundo trimestre deste ano, a produção da Marcopolo direcionado para exportações foi 18,8% superior ao mesmo período do ano anterior. Nas unidades localizadas fora do Brasil, a produção cresceu 61,2%, contra uma base mais fraca de 2020, quando parte das operações se encontravam com as atividades suspensas em função da pandemia. Os números representam um total de 30,9% da receita líquida da companhia no 2T21.

“Países mais avançados na vacinação, como o Chile, mostram recuperação de volumes, ao mesmo tempo que mercados importantes, como Peru e América Central, avançam mais lentamente”, comenta Valiati.

O continente africano segue como um mercado importante para a companhia, com volumes expressivos previstos para o segundo semestre de 2021. Na África do Sul, há indicação de recuperação de volumes no curto prazo. Neste cenário, no 2T21, a produção consolidada para país africano foi de 90 unidades durante o período, frente aos 24 veículos no mesmo período de 2020.

Na América Central, o volume da produção consolidada alcançou 190 veículos no segundo trimestre deste ano, ampliando a participação no México, que no segundo trimestre do ano anterior representou 161 unidades. Na Argentina, a Marcopolo mantém a produção acelerada de ônibus urbanos, com 145 unidades fabricadas no 2T21.

Perspectivas para 2021

No segundo trimestre, a companhia fez importantes lançamentos. Em maio, lançou a linha Volare New Attack, aliando a robustez, conforto e segurança do modelo a um visual mais moderno. Em junho, foi a vez do modelo Marcopolo Viaggio 800, dedicado ao setor de fretamento. Entre os diferenciais da carroceria, a largura maior, que proporciona mais conforto e espaço interno ao passageiro, posicionando o produto na linha premium do segmento que mais se destacou no período da pandemia.

E em julho, foi lançada a Geração 8, composta por modelos destinados ao transporte rodoviário. Os ônibus apresentam evoluções substanciais de performance, segurança, conforto e design, desenvolvidos com foco em clientes e usuários.

Os novos veículos apresentados ao mercado reforçam o posicionamento da Marcopolo no mercado mundial de ônibus, propondo soluções inovadoras em mobilidade. Os lançamentos deverão contribuir e estimular as vendas já a partir do fim do terceiro trimestre, em um momento de retomada do segmento.

Foto: Marcopolo/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2021 0 Comentários 612 Visualizações
Business

Taurus firma convênio com a UCS para utilização do grafeno em sua produção

Por Milena Costa 05/07/2021
Por Milena Costa

A Taurus, uma das maiores fabricantes de armas do mundo, oficializou nesta quarta-feira (30) um convênio com a Universidade de Caxias do Sul (UCS) para realizar pesquisa e desenvolvimento de armamentos com grafeno.

O material à base de carbono é considerado um dos mais leves e fortes do mundo (tido como 200 vezes mais resistente do que o aço), e pode ser adicionado à composição de inúmeros produtos para aprimorá-los. Também é considerado o material mais fino que existe (da espessura de um átomo ou 1 milhão de vezes menor que um fio de cabelo). O grafeno caracteriza-se por ser de elevada transparência, leve, maleável, resistente ao impacto e à flexão, entre outras propriedades.

A parceria entre a Taurus e a UCS acontecerá através da UCSGRAPHENE, primeira e maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina instalada por uma universidade e que faz parte do TecnoUCS – Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação. A estrutura – junto aos demais laboratórios de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico de toda a universidade, assim como atuação do centro de tecnologia e equipe técnica da empresa parceira ZextecNano – permitirá a rápida realização de testes e desenvolvimento de protótipos de armas.

“Os armamentos contendo grafeno em sua composição são mais leves e resistentes. Essa parceria da UCS com a Taurus abre portas para a pesquisa e fabricação de produtos muito mais modernos e tecnológicos”

De acordo com o coordenador da UCSGRAPHENE, professor Diego Piazza, “o grafeno é o futuro para inúmeras áreas, incluindo a indústria de armas. Os armamentos contendo grafeno em sua composição são mais leves e resistentes. Essa parceria da UCS com a Taurus abre portas para a pesquisa e fabricação de produtos muito mais modernos e tecnológicos”, pontua Piazza.

Por ser uma tecnologia disruptiva, o grafeno tende a competir com tecnologias existentes e substituir materiais com décadas de uso. Suas aplicações permitem desenvolver produtos com alta resistência mecânica, capacidade de transmissão de dados e economia de energia. Como material de alta engenharia, o grafeno é um dos principais recursos da atualidade em nanotecnologia, sendo utilizado por exemplo na produção de telas e displays LCD, touch screens, componentes eletrônicos com altíssima capacidade de armazenamento e processamento de dados, baterias de recarga instantânea, entre outros.

“O desenvolvimento de aplicações de grafeno nas armas de fogo será um divisor, um fato muito relevante, para o mercado mundial de armas curtas”

Para o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, a utilização do grafeno na produção de armas de fogo será uma revolução neste mercado. “O principal pilar estratégico da Taurus é a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação que são capitaneadas pelo Cite (Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia). A aplicação de grafeno elevará ainda mais a qualidade e eficiência na produção dos nossos produtos. O desenvolvimento de aplicações de grafeno nas armas de fogo será um divisor, um fato muito relevante, para o mercado mundial de armas curtas”, afirma Nuhs.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2021 0 Comentários 746 Visualizações
Variedades

Dia Mundial do Leite: Brasil tem diversos motivos para celebrar

Por Milena Costa 01/06/2021
Por Milena Costa

Em comemoração ao Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, o Sebrae e a Associação Brasileira do Produtores de Leite (Abraleite) se unem com a finalidade de reconhecer o trabalho dos profissionais envolvidos na cadeia produtiva do leite em todo o Brasil. Essa atuação é considerada uma das principais atividades econômicas do país, com forte impacto na geração de emprego e renda. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, o Brasil é o 3º maior produtor mundial de leite, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

“Queremos valorizar esse produto nobre, pelo seu valor nutricional e contribuição para a saúde. Além de ser um forte aliado para uma vida saudável, a produção de leite está presente em todo o país, gerando renda para milhares de famílias no campo.”, ressalta Cláudia Stehling, analista de competitividade do Sebrae.

Segundo ela, para que a cadeia leiteira seja sustentável, é indispensável um trabalho árduo dos produtores e o acesso a conhecimento em várias áreas. “Na prática, o Sebrae atua nesta direção ao preparar os produtores para entregarem produtos de qualidade à sociedade. Tentamos mostrar ainda o que eles podem fazer para agregar valor ao produto”.

Essa cadeia produtiva, que compreende os produtores e o setor de industrialização, gera milhares de empregos em todo o país, desencadeando forte influência na economia. A atividade é desenvolvida em 98% dos municípios brasileiros.

“Diante da crise sanitária que o mundo enfrenta, é indispensável que a população saiba a importância do leite para garantir uma vida mais saudável. Afinal, é uma importante fonte natural de cálcio e minerais, exercendo papel preponderante na melhoria do sistema imune”, indica Geraldo Borges, presidente da ABRALEITE.

Grandes números

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção nacional de leite em 2019 foi de 34,8 bilhões de litros, com aumento de 2,7%. Esse foi o 2º maior volume da série histórica do instituto, que iniciou em 1974, atrás apenas do ano de 2014 (35,1 bilhões de litros), conforme o resultado da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) 2019.

Dados do relatório “Estatística da Produção Pecuária”, do IBGE, revelam que no 1º trimestre de 2021 a aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspeção sanitária, incluindo federal, estadual ou municipal, foi de 6,52 bilhões de litros. O valor correspondeu a um aumento de 1,3% em comparação ao volume registrado no mesmo período do ano passado.

Fonte: Assessoria
01/06/2021 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Produção tem redução menos intensa e emprego cresce nas indústrias do RS

Por Milena Costa 31/05/2021
Por Milena Costa

A Sondagem Industrial de abril, divulgada nessa segunda-feira (31) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra redução menos intensa do que a normal na produção, além de geração de emprego e um pequeno acúmulo de estoques.

“Para os próximos meses, a serem mantidas as flexibilizações para setores econômicos e para o comércio, e com o aumento da vacinação, os empresários gaúchos esperam crescimento da demanda e do emprego”, afirma o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O indicador de produção atingiu 48,1 pontos na pesquisa de abril. Abaixo de 50, revela queda em relação a março, após três altas seguidas. Historicamente, porém, a produção recua em abril, mas a de 2021 foi menos intensa do que a esperada, de acordo com a média histórica do mês: 44,8 pontos. O emprego, por sua vez, seguiu em alta, a décima consecutiva, contrariando o padrão sazonal negativo do mês. O indicador de abril foi de 52,1 pontos.

A utilização da capacidade instalada-UCI recuou para 76%, seguindo a sazonalidade negativa do indicador em abril, três pontos percentuais abaixo de março, mas 4,4 superiores à média histórica do mês. Apesar disso, o indicador de UCI em relação à usual ficou em 48,6 pontos em abril. Pela primeira vez abaixo de 50 desde julho de 2020, mostrou que os empresários gaúchos consideraram o nível de UCI abaixo do usual para o mês.
Em relação ao estoque planejado, o indicador foi de 51 pontos. Acima de 50, indica que houve formação de estoques indesejados pela primeira vez desde abril do ano passado.

Futuro

Na pesquisa realizada com 191 empresas – 36 pequenas, 61 médias e 94 grandes – entre os dias 3 e 12 de maio, os indicadores de expectativas para os próximos seis meses continuaram acima dos 50 pontos, não se alterando significativamente em relação a abril. As expectativas dos empresários gaúchos continuam bastante positivas, projetando expansão da demanda (56,1 pontos), das exportações (55,8), do emprego (52,2) e das compras de matérias-primas (54,9).

Mesmo assim, a propensão do empresário gaúcho para investir diminuiu. O indicador de intenção caiu de 58,5 pontos, em abril, para 55,8, em maio, mas mantendo-se acima da média histórica de 49,9 pontos. Das empresas gaúchas consultadas na Sondagem, 62,8% afirmaram ter a intenção de investir nos próximos seis meses. Uma redução de três pontos percentuais na comparação com abril, quando 65,8% indicaram essa possibilidade.

Fonte: Assessoria
31/05/2021 0 Comentários 563 Visualizações
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