Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Klin Calçados leva inovação sustentável e tecnologia inédita à FIMEC
Defesa Civil alerta para temporais no RS neste começo de...
CPI dos Pedágios cobra suspensão do leilão do Bloco 2...
Guarda Municipal de Novo Hamburgo realiza operação no bairro Canudos
Missão do Sebrae RS à NRF impulsiona varejo gaúcho a...
Receita Certa libera R$ 294 mil para 66 mil moradores...
Gaúcha Salva acelera expansão e mira novos mercados após ciclo...
Aviva anuncia condomínio de R$ 102 milhões com praia artificial...
Saúde mental de adolescentes desafia escolas na era digital
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

preservação

Business

Investimento em energia solar preserva 390 árvores por ano em fazenda de arroz

Por Marcel Vogt 05/06/2023
Por Marcel Vogt

Economia de quase R$ 20 mil mensais e uma preservação de 390 árvores por ano. Esses dados correspondem ao investimento em energia solar feito pela Fazenda Bartz, com base localizada em Camaquã, no interior do Rio Grande do Sul, e demonstram os impactos positivos da geração fotovoltaica no agronegócio. Investimentos do tipo, já é realidade há muitos anos no setor industrial e em áreas residenciais, agora vêm crescendo e batendo marcas históricas no campo.

Acreditamos ser um mercado utilizado por todos os clientes futuramente e não podemos ficar para trás. E claro, pensamos em ter uma boa economia.

No caso da Fazenda Bartz, que conta com 4,5 mil hectares para produção de arroz, soja e gado de cria e recria, tendo o arroz como primeira e principal atividade produtiva. Foram instalados 812 módulos, em um investimento de R$ 760 mil. A usina tem capacidade de 449,9 kWp com foco de uso nas estruturas de armazenamento próprio, mangueiras, sistema de irrigação e casas para moradias existentes na propriedade. Ainda no que diz respeito ao meio ambiente, a usina, com projeto e instalação da Solled Energia, de Santa Cruz do Sul, vai representar uma economia média de 62,63 toneladas de gás carbônico (CO²) e de mais de R$ 240 mil por ano na conta de energia elétrica.

De acordo com o proprietário, Leopoldo Bartz, que gere o negócio junto aos filhos Marcos e Wagner, a opção pelo investimento fotovoltaico foi feito pensando na economia e na modernidade, apostando em um mercado revolucionário, novo e crescente no Brasil. “Acreditamos ser um mercado utilizado por todos os clientes futuramente e não podemos ficar para trás. E claro, pensamos em ter uma boa economia com esse projeto que é sustentável e pagável em curto prazo. Vamos desfrutar desse investimento por décadas”, comemora ele.

Tendência para novos investimentos 

A produção média nos últimos anos na Fazenda Bartz girou em torno de 300 mil sacos de arroz, 80 mil sacos de soja, além da criação de duas mil cabeças de gado. Para que toda essa produção se mantenha e seja até mesmo ampliada, a energia fotovoltaica é vista como fator determinante. “Avaliamos o crescimento da energia solar no agronegócio como uma ferramenta única, viável e rentável, sendo tendência para novos investimentos neste ramo”, completa o empreendedor.

Números no agro

Conforme Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) a expectativa é de crescimento na adesão a usinas fotovoltaicas no agro, estimulado pela consolidação de normas legais e pela gama de possibilidades de investimento em energia solar por parte de produtores rurais. Dados da associação apontam que houve um aumento de 115% no número de sistemas instalados nos campos do Brasil entre os seis primeiros meses de 2021 e o mesmo período de 2022, sendo 44 mil sistemas em 2021 e 94,6 mil no ano passado. “A energia solar é uma excelente alternativa para o agro, já que preserva o meio ambiente, com produção de energia limpa, e ainda reduz custos de produção”, enfatiza a coordenadora estadual da ABSolar e diretora da Solled Energia, Mara Schwengber.]

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2023 0 Comentários 869 Visualizações
Ensino

Pró-Sinos e Feevale dão início ao projeto EducAÇÃO

Por Marina Klein Telles 12/04/2023
Por Marina Klein Telles

Começou nesta semana mais uma edição do projeto social Feevale Educação Socioambiental na Bacia do Rio dos Sinos, promovido em conjunto pelo Consórcio Pró-Sinos e pela universidade. A aula inaugural aconteceu no fim da tarde da última segunda-feira (10), e contou com a presença do presidente do Pró-Sinos e prefeito de Sapucaia do Sul, Volmir Rodrigues.

No total, 94 professores e profissionais que atuam com educação ambiental, representando 21 municípios, estão participando do curso com o objetivo de tornar-se multiplicadores das ações de conscientização promovidas pelo Pró-Sinos junto às comunidades.

Os educadores estarão aptos a desenvolver os temas relacionados ao saneamento básico nas escolas e nos demais grupos. “É uma honra contar com a presença desse expressivo número de pessoas que irão levar às comunidades diversas informações relacionadas a temas como os cuidados e a preservação com a água, as formas corretas do descarte dos resíduos sólidos, entre outras questões relevantes para a conscientização ambiental no dia a dia dos municípios”, destaca o presidente do Consórcio Pró-Sinos.

As próximas aulas, referentes aos módulos dois a cinco, estão agendadas para os dias 17 e 24 de abril e 2 e 8 de maio. Além disso, estão previstas atividades de campo e um encontro de boas práticas, respectivamente nos dias 15 de maio e 5 de junho, durante a Semana do Meio Ambiente, quando ocorrerá a conclusão das atividades.

Ao longo do curso serão abordados, entre outros temas, a geomorfologia, a biodiversidade e a caracterização biogeográfica da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos, além de questões ligadas à limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, consumo sustentável, abastecimento de água, esgotamento sanitário e saúde pública. Os municípios que contam com participantes no curso são: Nova Santa Rita, Portão, Parobé, Esteio, Novo Hamburgo, São Francisco de Paula, Nova Hartz, São Leopoldo, Cachoeirinha, Sapucaia do Sul, Canoas, Araricá, Campo Bom, Estância Velha, Triunfo, Montenegro, Butiá, Taquara, Dois Irmãos, Três Coroas e Ivoti.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2023 0 Comentários 648 Visualizações
Variedades

Ministro das Comunicações anuncia iniciativas tecnológicas para preservação da Amazônia

Por Stephany Foscarini 20/05/2022
Por Stephany Foscarini

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, irá anunciar, nesta sexta-feira, 20, ações do Governo Federal voltadas para o uso de tecnologia avançada para a preservação da floresta amazônica, com monitoramento de desmatamentos e incêndios ilegais. A convite do ministro, o empresário e fundador da SpaceX, Elon Musk, veio ao Brasil para tratar com o governo sobre investimentos na região.

Faria abordará, ainda, as ações da Anatel em relação aos marcos regulatórios da região Norte e os avanços dos projetos de conectividade para escolas e unidades de saúde em áreas rurais, comunidades indígenas e locais remotos.

A meta do Ministério é conectar 100% das escolas até o final do ano e fazer com que a tecnologia ajude na preservação da floresta e no desenvolvimento da região.

Credenciamento

Os jornalistas interessados em acompanhar a coletiva pós-evento deverão enviar nome completo, com RG e CPF (equipes devem acrescentar dados de fotógrafos e cinegrafistas), e nome do veículo para o e-mail imprensa@mcom.gov.br ou para (61) 98247-0107.

Serviço

Iniciativas tecnológicas do Governo Federal para preservação da Amazônia
— Local: Hotel Fasano – Porto Feliz (São Paulo)
— Data: 20 de maio (sexta-feira)
— Horário: 14h (horário de Brasília)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2022 0 Comentários 582 Visualizações
Cidades

Comusa lança campanha uso racional da água, #FechaPraPreservar

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

Com a chegada do verão e do calor, mais do que nunca é hora de controlar o desperdício de água tratada e retomar hábitos que reduzem o consumo. Nesse período, o aumento no consumo é de quase 7%, principalmente nos sábados, que apresenta um aumento de 7,3% em relação aos outros dias da semana.

A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo dá início a mais uma campanha de verão “#FechaPraPreservar”, com o foco em conscientizar a comunidade hamburguense e oferecer dicas de hábitos diários que auxiliem a evitar o desperdício. “Em 2020, tivemos a maior seca da história da Comusa e as expectativas para essa temporada é de um verão quente e com poucas chuvas.

Mesmo que estejamos melhorando a captação e armazenamento de água na autarquia, ainda é preciso um cuidado da população para economizar a água tratada, principalmente, pela questão ambiental”, justifica a diretora-geral interina, Andrea Braun. “Temos uma obrigação legal de fazer esse alerta, mas, nesse ano, é ainda mais importante conscientizar nossa população e trabalhar para que ela também propague essa mensagem”, explica.

A campanha foi produzida pela assessoria de imprensa da Comusa e vai apresentar, nas redes sociais e site, dicas e dados importantes sobre o desperdício de água.

 

Dicas para economizar água

No banho: fecha pra ensaboar. Em um banho de 15 minutos, economia de 162 litros
Lavando a louça: com torneira aberta = 243 litros. Fechada = 20 litros
Ao escovar/barbear: 5 minutos de escovação com torneira aberta = 12 litros de água em casa / 80 litros em apartamento. Fechada = 11,5 litros em casa/79 litros no apartamento
Lavar a roupa: 5 quilos de roupa consome 135 litros. Use em capacidade alta apenas 3 vezes por semana/reaproveite a água para lavar o quintal
Para regar as plantas: 10 minutos de mangueira aberta = 186 litros. Com regador ou esguicho-revólver = economia de 86 litros
Lavar o carro:  30 min com mangueira = de 216 até 560 litros. Com balde = 40 litros;
Lavar a calçada: 15 min. = 279 litros. Dica: use a vassoura para limpar calçada e quintal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

11/01/2022 0 Comentários 595 Visualizações
Projeto
Variedades

Projeto arrecada recursos para restauro de acervo histórico do Estado

Por Eduarda Ferreira 15/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A Biblioteca Pública do Estado ), instituição da Secretaria da Cultura (Sedac), tem um projeto que busca a arrecadação de recursos para o restauro de obras do acervo. Assim, o “Biblioteca Pública Recuperando a Memória” reúne 70 obras que caracterizam a história gaúcha e necessitam de recuperação.

Mesmo bem acondicionados, os livros ainda sofrem com os efeitos do tempo. Além disso, na maioria dos casos, as obras que precisam de restauro são antigas, de edições esgotadas, o que eleva seu grau de importância na missão de resguardar a memória do Estado. A diretora da BPE, Morganah Marcon, enfatiza a relevância da parceria com a sociedade. “Esta contribuição é muito importante para que possamos disponibilizar e manter o nosso acervo em condições, principalmente as obras históricas e raras. É também uma oportunidade para que o público da biblioteca possa auxiliar no projeto de restauro e na recuperação do acervo”, ressalta.

Desta forma, podem participar do projeto pessoas físicas ou jurídicas, por meio da doações que variam entre R$ 200 a R$ 800 – dependendo do tamanho e estado de conservação do livro. Como forma de reconhecimento, quem doar recebe um Ex-libris – selo com o nome do adotante, que ficará no livro recuperado. Os interessados em adotar obras podem entrar em contato pelo telefone (51) 3224-5045 (com Rosane) ou pelos e-mails bibliotecapublicadors@gmail.com e bpe-rs@sedac.rs.gov.br. A Biblioteca Pública, situada na rua Riachuelo, 1.190, Centro de Porto Alegre, está funcionando mediante agendamento, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. Os agendamentos devem ser feitos pelo e-mail agendamento.bpe@gmail.com.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/01/2021 0 Comentários 625 Visualizações
Variedades

Cédula de R$ 200 eleva a atenção para a preservação do lobo-guará

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A nova nota de R$ 200, lançada nesta quarta-feira (02), chama a atenção para o lobo-guará, animal que estampa a cédula, e relembra os brasileiros da importância da preservação desse animal emblemático da fauna nacional. 

Maior canídeo da América do Sul, podendo pesar até 36 kg, o lobo-guará é considerado como “quase ameaçado” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e sobrevive graças a esforços de preservação realizados por projetos como o Onçafari, que atua no estudo e conservação da espécie.  

“As análises também são úteis na tomada de ações para a conservação do animal.”

Apesar de ser encontrado em outros biomas brasileiros, o animal é tido como o símbolo do Cerrado, onde está a maioria dos 24 mil indivíduos que existem no Brasil. Entretanto, as populações de lobo-guará vêm sofrendo um declínio significativo ao longo dos anos. “Em nossa base dedicada à espécie, localizada na Fazenda Trijunção, na divisa dos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais, realizamos estudos por meio do monitoramento direto e dos dados obtidos pelos rádio-colares”, destaca Mario Haberfeld, fundador do Onçafari. Segundo ele, essas informações permitem entender suas áreas de vida, territórios e hábitos. “As análises também são úteis na tomada de ações para a conservação do animal”, pontua.

Entre as principais ameaças para o lobo-guará estão a descaracterização ambiental/perda de habitat (redução da qualidade de áreas adequadas à sobrevivência), a morte de indivíduos devido a conflitos com humanos (caça) e os atropelamentos. É estimado que a espécie sofrerá uma redução populacional de, pelo menos, 29% nos próximos 21 anos (três gerações), considerando apenas a perda de habitat. Esse dado está embasado em uma taxa média de desmatamento do Cerrado de 1% ao ano (dados de desmatamento –2002). Essa perda na população coloca a espécie na categoria “vulnerável” (VU) no Cerrado.

“A valorização dos lobos em vida livre nos possibilita construir pontes entre a ciência e a população.”

“Com nosso trabalho desenvolvido na Fazenda Trijunção, desde 2018, entendemos que a educação ambiental e a pesquisa científica, aliadas ao ecoturismo, são uma das principais e mais poderosas ferramentas para reverter o avanço das ameaças. A valorização dos lobos em vida livre nos possibilita construir pontes entre a ciência e a população, gerando resultados práticos que beneficiam a comunidade local e a vida selvagem”, explica Haberfeld.

Foto: Edu Fragoso | Fonte: Assessoria

02/09/2020 0 Comentários 1,K Visualizações
Cidades

Plano de Manejo do Parcão busca preservar a área

Por Gabrielle Pacheco 26/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Todos concordam que preservar a natureza é fundamental. No caso de uma Unidade de Conservação (UC) é muito mais do que isso. É lei. Mas poucos sabem o quanto é difícil equilibrar a preservação de um parque natural com as possibilidades de utilização pela comunidade. Por esse motivo, de cinco em cinco anos, a Lei Federal n° 9.985/2000 exige que seja feito um Plano de Manejo.

E é justamente o que vem sendo feito no Parque Henrique Luiz Roessler, o Parcão. Já em fase de conclusão pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, ele deve ser apresentado à comunidade em agosto na 2ª Reunião Técnica de Planejamento onde os moradores poderão sugerir possíveis correções e alterações no estudo.

Segundo o secretário de Meio Ambiente, Udo Sarlet, o Plano de Manejo é um instrumento de equilíbrio entre a natureza e o convívio da comunidade no parque. “Queremos que a população se aproprie do que é seu, sob o aspecto de usar e proteger o local. O Plano não representa impedimento de uso, mas sim um regramento para que todos possam usar e preservar o seu espaço”, explica Sarlet.

Entre as principais ações que o plano prevê estão o regramento nas questões de educação ambiental, comunicação, fiscalização, programas de pesquisas e, especialmente, corte e manejo das espécies de árvores exóticas invasoras.

O corte de árvores é sempre motivo de debate e polêmica entre a comunidade. No entanto, ele é necessário quando se fala em preservação de uma Unidade de Conservação. “Espécies como pinheiro, jambolão e eucalipto precisam ser removidas, pois elas se proliferam sem controle e representam uma ameaça para espécies nativas e para o equilíbrio dos ecossistemas. Nos últimos anos tivemos um crescimento muito grande de árvores tanto exóticas quanto nativas”, explica o secretário.

Para os visitantes, o Plano de Manejo vai ajudar na utilização correta do parque. “Adoramos vir ao parque e aproveitar esse espaço de contato com a natureza. Mas é preciso que todos se conscientizem do que a preservação representa”, diz a moradora do bairro Canudos Maria Aparecida Plentz, 52 anos, que costuma levar a neta para brincar nos brinquedos infantis da praça.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2019 0 Comentários 547 Visualizações
Variedades

Mutirão reúne associados do Clube dos Jangadeiros

Por Gabrielle Pacheco 15/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O mutirão de limpeza da orla e dos molhes “Vamos abraçar o Janga” mobilizou associados do Clube dos Jangadeiros na manhã deste sábado, 13 de abril, na ilha do local.

A ação teve como objetivo promover a conscientização e a preservação do meio ambiente.

No total, o grupo recolheu sete sacos de lixo, com capacidade para 100 litros cada, de resíduos e madeiras que estavam em torno das águas. Assim, limpando o local e abrindo um novo ambiente para lazer e confraternização no clube.

“É importante levarmos a mensagem de preservação e cuidado com o meio ambiente para as águas do Guaíba e também o nosso clube, para que, com a mobilização, possamos incentivar todos a cuidar desse bem tão precioso. Além disso, é uma região que podemos aproveitar para tomar um chimarrão, trazer nossas famílias e curtir as tardes no Janga”, destacou o Comodoro Pedro Pesce.

Novos associados no clube, o casal Rafael Gama e Karina Palma trouxeram seus filhos Pietra e Sebastian, de 8 e 3 anos, para a ação e destacaram a importância de ensinar sobre a preservação.

“Essa é uma questão fundamental por ensinar sobre a limpeza das belas áreas ambientais que temos e são prejudicadas pelo lixo urbano. Também por seu lado pedagógico, mostrando a preservação para as crianças e plantando essa semente para o futuro”, disse Rafael.

Após o mutirão, os associados se reuniram para uma confraternização com piquenique e a inauguração da nova churrasqueira redonda na ilha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2019 0 Comentários 625 Visualizações
Variedades

Projetos terão apoio de R$ 1,8 milhão para preservar áreas e espécies no litoral brasileiro

Por Gabrielle Pacheco 26/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Projetos que buscam conservar ambientes costeiros e marinhos brasileiros, preservar espécies ameaçadas e aliar inovação e meio ambiente terão o apoio de cerca de R$ 1,8 milhão. Ao todo, 15 iniciativas distribuídas em 11 estados do País foram selecionadas pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Segundo o coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Robson Capretz, a necessidade de proteção de ambientes costeiros e marinhos tem despertado cada vez mais a atenção da sociedade.

“Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU são muito baseados na qualidade de vida e o potencial econômico que vêm dos mares e a população brasileira tem uma relação muito estreita com o oceano. Considerando o tamanho da costa que temos no País e a dependência que temos dela, torna-se cada vez mais importante investir em estratégias para a conservação marinha”, ressalta.

Os projetos que receberão apoio são dos seguintes estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Alagoas e Pará.

Confira um dos projetos do RS:

Restauração ecológica no Parque Nacional Lagoa do Peixe – Criado em 1986 para proteger aves migratórias e ecossistemas litorâneos do Rio Grande do Sul, o Parque Nacional da Lagoa do Peixe enfrenta hoje um problema com a expansão de pínus na região.

Essa árvore exótica foi introduzida na região há muitos anos e hoje ocasiona a degradação dos ecossistemas naturais, além de causar mudanças na paisagem e perdas da biodiversidade local.

O projeto proposto pela Associação Socioambientalista Igré é controlar essa população invasora e assegurar o restabelecimento dos ecossistemas nativos no local, como os campos de dunas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/02/2019 0 Comentários 621 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Klin Calçados leva inovação sustentável e tecnologia inédita à FIMEC

  • 3

    Defesa Civil alerta para temporais no RS neste começo de semana

  • 4

    CPI dos Pedágios cobra suspensão do leilão do Bloco 2 e alerta para tarifas “muito caras” em audiência pública em Lajeado

  • 5

    Guarda Municipal de Novo Hamburgo realiza operação no bairro Canudos

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO