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Saúde

Estudo alerta para risco de puberdade precoce causada pelo uso de cosméticos em crianças

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

Um estudo conduzido na Universidade de Passo Fundo (UPF) aponta que o uso de cosméticos por crianças — como shampoos, cremes, maquiagens e perfumes — pode provocar desregulação hormonal e antecipar o início da puberdade. A pesquisa, realizada pela estudante de medicina Ana Júlia Schiavon Zanin, sob orientação da professora Andressa Van Riedel, chama atenção para os riscos da exposição precoce a substâncias químicas presentes em produtos de beleza, fenômeno impulsionado pela popularização das rotinas estéticas infantis nas redes sociais.

A pesquisa revela que a pele infantil, por ser mais fina e ter maior proporção entre superfície e massa corporal, absorve com mais facilidade substâncias químicas. Além disso, órgãos como fígado e rins ainda estão em desenvolvimento, o que reduz a capacidade de eliminar toxinas. O sistema endócrino — responsável por regular o crescimento, a puberdade e o desenvolvimento neurológico — também é mais vulnerável à ação de compostos que imitam ou bloqueiam hormônios naturais. Entre eles estão os ftalatos, o bisfenol A (BPA) e os parabenos, conhecidos como disruptores endócrinos.

A estudante Ana Júlia Schiavon Zanin explica que a exposição dessas substâncias pode afetar a maturação puberal, o funcionamento da tireoide e o metabolismo. “Os pais devem evitar que seus filhos utilizem produtos com parabenos, ftalatos e bisfenol A, e os órgãos reguladores precisam exigir rótulos claros indicando a presença desses químicos, para que a população possa fazer escolhas mais seguras”, alerta a pesquisadora.

Necessidade de orientação e regulação

Segundo Ana Júlia, o estudo também busca contribuir para a conscientização de profissionais da saúde sobre o tema. “Médicos e profissionais de saúde devem estar atentos a esses riscos e instruir as famílias sobre a escolha de produtos mais seguros, apesar das lacunas de conhecimento e dos desafios regulatórios. A pesquisa contínua é fundamental para identificar essas substâncias e seus mecanismos, bem como desenvolver estratégias de prevenção mais eficazes”, afirma a estudante.

A professora Andressa Van Riedel, da Faculdade de Medicina da UPF e orientadora do trabalho, destaca que o estudo está sendo aprofundado para publicação em revistas científicas. A pesquisa foi baseada em uma revisão bibliográfica realizada em bases de dados como PubMed, SciELO e UpToDate.

Compostos que afetam o equilíbrio hormonal

O bisfenol A (BPA) é encontrado em embalagens plásticas, antigas mamadeiras e revestimentos internos de latas. O aquecimento desses materiais pode liberar o BPA em alimentos, sendo a principal forma de exposição. Contudo, o contato com cosméticos também pode resultar em absorção pela pele e interferir na regulação hormonal.

Os ftalatos, presentes em fragrâncias e plásticos, estão relacionados a alterações na testosterona e em outros hormônios masculinos. Em meninos, podem causar atraso puberal ou redução da distância anogenital — marcador de interferência hormonal — e, em meninas, antecipar o desenvolvimento das mamas. Também afetam a função da tireoide e estão associados ao aumento do risco de obesidade, diabetes tipo 2 e hipertensão.

Já os parabenos, usados como conservantes, imitam a ação do estrogênio e interferem no metabolismo e no crescimento. No tecido adiposo, estimulam a formação de novas células de gordura e podem contribuir para resistência à insulina. Em meninas, a ação estrogênica pode causar telarca precoce, caracterizada pelo surgimento antecipado das mamas.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 215 Visualizações
Saúde

Se diagnosticado precocemente, câncer de colo de útero tem um índice de cura de 100%

Por Stephany Foscarini 07/05/2022
Por Stephany Foscarini

Conscientizar a população feminina a respeito do câncer de colo de útero, com ênfase nas medidas preventivas é um dos objetivos do Hospital Sapiranga. A iniciativa tem grande valor na atenção à saúde da mulher, tendo em vista que, em 2021, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 270 mulheres morreram no país devido à doença.

É importante na prevenção desse câncer a vacinação contra o HPV, disponível nos Serviços de Saúde para mulheres de 11 a 26 anos. As infecções genitais por HPV (papiloma vírus humano) estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento de câncer de colo de útero, portanto, a vacinação de grandes populações trará uma queda na incidência desse tipo de câncer”.

Terceiro tumor maligno mais comum no público feminino brasileiro, o câncer de colo de útero tem um índice de cura de 100% se diagnosticado precocemente, conforme a ginecologista e obstetra do Hospital Sapiranga, Andreia Meine. “É importante na prevenção desse câncer a vacinação contra o HPV, disponível nos Serviços de Saúde para mulheres de 11 a 26 anos. As infecções genitais por HPV (papiloma vírus humano) estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento de câncer de colo de útero, portanto, a vacinação de grandes populações trará uma queda na incidência desse tipo de câncer”, explica a médica.

Muitas vezes não há apresentação de sintomas, sendo o diagnóstico feito a partir da coleta de um “pré-câncer” (exame realizado por profissional habilitado que coleta células do colo do útero que são, posteriormente, analisadas em laboratório). Quando presentes, os sintomas são bem inespecíficos, como corrimento vaginal, sangramento vaginal irregular ou sangramento após as relações sexuais. É fundamental, deste modo, prestar atenção aos exames preventivos. A recomendação de coleta de citopatológico de colo de útero é a partir do primeiro ano da primeira relação sexual, de forma anual, pelo menos até os 50 anos de idade. A partir daí pode-se intervalar em dois anos a coleta do exame, se o resultado dos anteriores foi sempre normal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2022 0 Comentários 893 Visualizações

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