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Preço

Variedades

Preço do litro de leite no RS é projetado a R$ 2,53 em abril

Por Jonathan da Silva 29/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite/RS) projetou em R$ 2,5333 o valor de referência do litro do leite no estado em abril. O dado foi divulgado nesta terça-feira (28), durante reunião na sede da Federação da Agricultura do RS (Farsul), reunindo representantes de produtores, indústrias e entidades do setor. A projeção representa alta de 10,47% em relação ao valor estimado para março, de R$ 2,2932, e sinaliza recuperação no mercado leiteiro gaúcho.

Além da projeção de abril, o Conseleite também consolidou o valor final de março em R$ 2,3721 por litro, um índice 11,67% superior ao resultado fechado de fevereiro, que havia sido de R$ 2,1243, o que representa, de acordo com a entidade, um cenário de recuperação.

Como foi realizada a projeção

Os indicadores divulgados pelo Conseleite são elaborados pela Universidade de Passo Fundo (UPF), com base em informações repassadas pelas indústrias e considerando a movimentação registrada nos primeiros 20 dias de cada mês.

Segundo representantes do colegiado, os números apontam melhora na remuneração da cadeia produtiva após período de queda nos preços e dificuldades tanto no campo quanto na indústria.

O coordenador do Conseleite/RS, Kaliton Prestes, representante da Fetag, defendeu a metodologia utilizada pelo conselho. “Quando o mercado está em baixa, se bate na metodologia e nos cálculos. Este momento é ideal para reforçar a importância desse colegiado e sua legitimidade. Temos a prova real dessa metodologia que são os demais Conseleites do Brasil. Estamos realmente captando a tendência do mercado”, afirmou Prestes.

Mercado interno

O vice-coordenador do Conseleite, Darlan Palharini, representante do Sindilat, avaliou o momento atual como positivo, mas destacou a necessidade de sustentação dos preços. “Estamos em um bom momento. Precisamos trabalhar agora para manter esses preços por mais tempo, e isso passa por garantir o escoamento do leite brasileiro para diferentes mercados. Apesar de o poder de compra do brasileiro ser baixo e do alto endividamento das famílias, o ano eleitoral deve ajudar a injeção de recursos na economia com a antecipação dos 13º salários dos aposentados e liberação de recursos do FGTS”, salientou Palharini.

O dirigente também alertou que a produção nacional tende a se recuperar nos próximos meses e sugeriu atenção das entidades quanto ao avanço das importações de leite da Argentina, diante do aumento da oferta naquele país.

Ofício ao governo federal

Durante a reunião, o Conseleite deliberou pelo envio de ofício aos ministérios da Agricultura e Pecuária, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. O objetivo é alertar o governo federal sobre os impactos do excesso de importações de leite pelo Brasil.

Segundo Kaliton Prestes, a manutenção do tema junto aos ministérios é necessária para o acompanhamento permanente da situação.

Foto: Carolina Jardine/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Política

Reajuste no preço de medicamentos entra em vigor no Brasil

Por Jonathan da Silva 01/04/2026
Por Jonathan da Silva

Entrou em vigor nesta terça-feira (31) o reajuste anual dos preços de medicamentos em todo o país, após publicação no Diário Oficial da União. A atualização foi aprovada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e estabelece um teto médio de 2,47% para 2026. A medida vale para medicamentos com preços regulados e define limites máximos de aumento conforme o nível de concorrência no mercado, com o objetivo de controlar a variação de preços no setor farmacêutico.

De acordo com a CMED, o índice máximo permitido será de 3,81% para medicamentos do Nível 1, de alta concorrência; 2,47% para o Nível 2, de concorrência intermediária; e 1,13% para o Nível 3, de baixa concorrência. Os percentuais têm como base a inflação medida pelo IPCA acumulado em 12 meses até fevereiro e funcionam como limite para os reajustes aplicados pelas farmacêuticas.

Aplicação do reajuste

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado do Rio Grande do Sul (Sinprofar RS), Leomar Rehbein, explica que o reajuste não é automaticamente aplicado no teto máximo definido pela CMED. “O reajuste dos medicamentos nem sempre ocorre com base no teto máximo definido pela CMED. Muitas farmácias optam por elevações menores de preço, a fim de conquistar e fidelizar clientes”, destaca Rehbein.

O dirigente também ressalta que a atualização dos preços não ocorre de forma imediata para todos os produtos. “Outro detalhe é que o reajuste não é automático, ou seja, não significa que todos os medicamentos estarão com preços mais elevados a partir de 1º de abril”, pontua o presidente da entidade.

Segundo Rehbein, as farmácias podem aplicar o reajuste de forma gradual ao longo do ano, desde que respeitem os limites estabelecidos pela Câmara de Regulação. O dirigente também destaca que a maior parte dos medicamentos comercializados no país possui preços regulados, embora existam exceções com valores livres.

Orientações ao consumidor

Para os consumidores, a recomendação é de atenção na hora da compra. O presidente do Sinprofar RS orienta a pesquisa de preços e o uso de benefícios oferecidos pelas farmácias. “Vale lembrar que a grande maioria das farmácias possui ainda programas de fidelidades com benefícios importantes para os consumidores, o que ameniza o reflexo do reajuste”, pontua Rehbein.

Setor farmacêutico

O dirigente também avalia o impacto do modelo de regulação de preços sobre o setor e defende a revisão das regras atuais. “O modelo atual traz dificuldades para que os estabelecimentos farmacêuticos possam equilibrar suas contas, uma vez que na série histórica o reajuste acumulado de preços de medicamentos está abaixo do IPCA. Sabemos do impacto de reajustes de preços no orçamento das famílias, mas para o setor farmacêutico quanto menor for o valor do medicamento, maiores são os desafios e obstáculos para manter o equilíbrio financeiro . E, em 2026, o reajuste médio no preço dos medicamentos é o menor em quase 20 anos. E abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, que foi 3,81%”, conclui o presidente do Sinprofar RS.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/04/2026 0 Comentários 117 Visualizações
Cidades

Procon de Santa Cruz do Sul notifica postos de combustível por aumento de preços

Por Jonathan da Silva 18/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Procon de Santa Cruz do Sul notificou todos os postos de combustíveis do município para que apresentem esclarecimentos formais sobre os recentes aumentos nos preços ao consumidor. As notificações foram encaminhadas na sexta-feira (13) e concedem prazo de três dias úteis para envio das informações. A medida integra uma ação de fiscalização que busca verificar a formação de preços no mercado local e prevenir possíveis práticas abusivas.

Os estabelecimentos devem apresentar documentos que justifiquem eventuais reajustes, incluindo notas fiscais de aquisição de combustíveis, relatórios ou cupons fiscais de venda, cópia do Livro de Movimentação de Combustíveis (LMC), informações sobre o estoque atual e a data do último reajuste. Também foi solicitado que informem o valor dos combustíveis antes e depois do aumento, a margem de comercialização, a distribuidora fornecedora e o preço pago por litro na última compra.

Segundo o coordenador do Procon, Marcelo Estula, a ação tem caráter fiscalizatório. “A legislação brasileira não estabelece controle ou tabelamento de preços, porém o Código de Defesa do Consumidor veda a elevação de preços sem justa causa”, afirmou Estula. O coordenador também destacou que os estabelecimentos que não apresentarem as informações no prazo poderão ter processos administrativos instaurados.

Orientação nacional

A iniciativa segue recomendação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que orientou os Procons do país a intensificarem a fiscalização no setor de combustíveis. A medida ocorre em um contexto de instabilidade internacional no setor energético, associada a conflitos no Oriente Médio, que impactam a dinâmica global de preços.

De acordo com documento encaminhado aos órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, a Senacon reforça que não cabe aos Procons controlar preços, mas verificar se os aumentos estão fundamentados em custos reais, como aquisição, logística e tributação. A orientação também inclui a verificação da transparência das informações ao consumidor e o cumprimento das normas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Possíveis sanções

Caso sejam identificados indícios de aumentos sem justificativa adequada, os postos poderão responder a processos administrativos, com possibilidade de aplicação de sanções previstas na legislação, como multa. A fiscalização busca assegurar que os preços praticados sejam transparentes e compatíveis com os custos informados.

Atendimento ao consumidor

Consumidores que desejarem registrar reclamações, denúncias ou solicitar orientações podem procurar o Procon de Santa Cruz do Sul, que atende de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h, na Rua Júlio de Castilhos, 733, no Centro. As reclamações podem ser registradas até as 15h, sem necessidade de agendamento. Também é possível contato pelo telefone 151 ou pelo número (51) 3120-4650, que possui atendimento via WhatsApp.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Variedades

Rodada de negociações sobre preço do tabaco termina sem acordo

Por Jonathan da Silva 15/01/2025
Por Jonathan da Silva

As negociações entre produtores de tabaco e empresas fumageiras para definir o preço da safra 2024/2025 terminaram sem acordo após reuniões realizadas nos dias 14 e 15 de janeiro na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul. Das 11 empresas confirmadas, cinco participaram das discussões, enquanto outras cancelaram por falta de propostas alinhadas às condições estabelecidas pela comissão representativa dos produtores, que exige reajustes baseados, no mínimo, no custo de produção.

No segmento de tabaco tipo Virgínia, a China Brasil e a UTC apresentaram propostas que cobrem apenas o custo de produção. A Universal Leaf ofereceu, além do custo, um acréscimo de 1,05% para recuperação de valores da tabela. A JTI, que já havia participado de uma reunião em dezembro, elevou sua proposta para um reajuste de 10,50%, porém de forma não linear. Já a BAT discordou do custo de produção acordado com a comissão e não apresentou proposta.

No tipo Burley, as propostas das empresas atenderam ou superaram o custo de produção, o que foi considerado positivo pela comissão.

O presidente da Afubra, Benício Albano Werner, destacou que os produtores insistem em um percentual de reposição das defasagens acumuladas em safras anteriores. “A valorização do produtor e a recuperação dos valores na tabela são fundamentais para a segurança e a rentabilidade do sistema integrado de produção”, afirmou Werner.

Propostas de reajuste no custo de produção

Os percentuais de reajuste propostos pelas empresas variaram conforme os tipos de tabaco:

  • Universal Leaf: 7,45% (Virgínia) e 0,66% (Burley)
  • China Brasil: 6,18% (Virgínia)
  • UTC: 8,43% (Virgínia) e 2,49% (Burley)
  • BAT: 10,55% (Virgínia) e 7,01% (Burley)
  • JTI: 10,10% (Virgínia) e 5,19% (Burley)
  • Alliance One: 8,27% (Virgínia) e 3,99% (Burley)
  • CTA: 8,46% (Virgínia) e 3,58% (Burley)
  • Philip Morris: 8,58% (Virgínia)
  • Premium: 8,60% (Virgínia) e 0,83% (Burley)

Próximos passos

A comissão representativa dos produtores, que inclui a Afubra, Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, continuará pressionando por ajustes. Uma nova e última rodada de negociações está prevista para o início de fevereiro.

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/01/2025 0 Comentários 643 Visualizações
Business

Negociações de preço do tabaco encerram sem acordo

Por Gabrielle Pacheco 27/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A segunda rodada de negociação realizada na última sexta-feira (24), na sede da Afubra, em Santa Cruz do Sul, acabou, mais uma vez, sem acordos e com sentimento de frustração por parte da Comissão de Representação dos Produtores. Após receber oito empresas para negociação, a representação denuncia o desrespeito das fumageiras com os produtores de tabaco, pois as propostas de reajustes apresentadas não cobrem sequer o custo de produção.

Outro ponto levantado pelas entidades é que as empresas descumprem as regras estabelecidas no Fórum Nacional de Integração do Tabaco – Foniagro sobre a metodologia do levantamento do custo de produção. “É alarmante que as empresas que participaram da negociação apresentaram valor inferior ao custo de produção por elas levantado, variando de 2,1% a 2,85% os reajustes propostos. Sendo que uma não apresentou nem o custo e nem proposta de negociação. Um desrespeito com os produtores de tabaco, eles não veem a realidade do campo” afirma a Comissão de Representação.

A Comissão, no final do dia, deu por encerrada a negociação para esta safra e solicitou reunião do Foniagro para o dia 5 de março, com objetivo de padronizar a metodologia do custo de produção e unificar o levantamento dos dados para serem seguidos pelas empresas e a representação dos produtores. A Comissão de Representação dos Produtores de Tabaco é formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Federações dos Sindicatos Rurais (Farsul, Faesc e Faep) e Federações dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/01/2020 0 Comentários 624 Visualizações
Variedades

Sul registra maior alta do diesel no país

Por Gabrielle Pacheco 30/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

No mês passado, os motoristas da Região Sul viram o preço do diesel avançar acima dos 3% nas bombas, revela o levantamento de setembro do Índice de Preços Ticket Log (IPTL). O cenário também foi de alta para a gasolina e – com destaque – para o etanol, que teve na região o litro mais caro do país, vendido no Rio Grande do Sul a R$ 4,094.

“Analisando o comportamento de preços na região, percebemos uma alta relevante no valor do diesel, acima da média nacional, que foi de 2,5%. Outro dado que continua a chamar atenção nos postos do Sul está na variação de preços entre os Estados. No caso do etanol, a diferença chega a 41%, quando se compara a média do litro vendido no Paraná, de R$ 2,899, com a do Rio Grande do Sul, de R$ 4,094”, comenta o Diretor-Geral de Frotas e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Jean-Urbain Hubau.

“Outro dado que continua a chamar atenção nos postos do Sul está na variação de preços entre os Estados.”

No recorte regional, os postos gaúchos permanecem no topo do ranking dos maiores preços para todos os tipos de combustível. Já Santa Catarina apresentou o valor médio da gasolina mais barata, com o litro vendido a R$ 4,071, que também é a menor média nacional para o combustível. No Paraná, foram encontrados os valores mais baixos para o etanol, diesel comum e diesel S-10, comercializados a R$ 2,899, R$ 3,446 e R$ 3,523, respectivamente.

No contexto nacional, o cenário foi de aumento nos preços dos combustíveis nos postos. O etanol e a gasolina registraram a menor variação em relação a agosto, com 0,3% e 0,4%, respectivamente, enquanto o preço do litro do diesel S-10 aumentou 2,6%, e, do diesel comum, 2,5%. Já o gás veicular natural (GNV) avançou 0,56%, com o preço médio de R$ 3,365.

Em Porto Alegre

Na capital gaúcha, abastecer com gasolina na zona sul sai mais barato para os motoristas. A diferença chega a 1,4%, com o litro vendido a R$ 4,314, ante os R$ 4,375 dos postos do Centro. Já na zona leste, o etanol tem o menor valor, com média de R$ 4,025, ante os R$ 4,05 da zona sul. O IPTL também revela que as análises das principais regiões da cidade mostram que, pelas médias contabilizadas, a gasolina manteve a margem de vantagem acima dos 70% do preço médio do etanol, uma opção mais econômica para os motoristas.

O IPTL é um índice mensal de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que traz grande índice de confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2019 0 Comentários 934 Visualizações
Variedades

Preço das passagens aéreas cai 16,85% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 12/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

As passagens aéreas no Brasil ficaram mais baratas em 2019. A constatação é da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado de janeiro a setembro deste ano, o preço do bilhete teve uma queda de 16,85%, item não-alimentício com a maior redução para o consumidor brasileiro.

A diminuição no valor das passagens aéreas é uma das frentes que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, busca trabalhar para o desenvolvimento do setor no Brasil. Segundo ele, o índice é uma resposta de algumas das ações que a Pasta vem realizando para estimular as viagens domésticas.

“Isso é resultado de um trabalho importante que estamos realizando para tornar o turismo mais acessível. Com a atração de novas empresas e destravando legislações que emperram o setor, poderemos proporcionar aos brasileiros mais oportunidades de conhecer o país”, comemorou.

“Isso é resultado de um trabalho importante que estamos realizando para tornar o turismo mais acessível.”

No final de setembro, durante agenda em São Paulo, Álvaro Antônio propôs a criação de um grupo de trabalho que buscará reduzir o preço das passagens aéreas, além de aumentar o número de rotas para atender diversos destinos turísticos do país.

Um dos objetivos será buscar o equilíbrio entre oferta e demanda com políticas públicas mais eficazes para tornar os modais de transporte mais integrados e estruturados. Melhorias de infraestrutura dos aeroportos, conectividade e atração de investimentos são algumas das iniciativas a serem desenvolvidas.

A chegada das empresas “low cost” devem representar ainda uma importante ferramenta para melhorar o preço das passagens aéreas para os brasileiros. Ao todo, cinco empresas já demonstraram interesse em operar no país: a Air Europa, que mostrou interesse em atuar no mercado doméstico; a Sky e a Norwegian, que já estão realizando voos internacionais; a Flybondi, que começou a operar nesta sexta-feira (11), e a JetSmart, que voará no país a partir de dezembro.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/10/2019 0 Comentários 530 Visualizações
Variedades

Região Sul registra o maior aumento no preço da gasolina no País, revela o Índice da Ticket Log

Por Gabrielle Pacheco 26/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de meses de baixa, o preço dos combustíveis ficou mais caro nos postos da Região Sul, revela o levantamento de março do Índice de Preços da Ticket Log (IPTL).

A gasolina apresentou alta de 3,7%, no comparativo com o mês anterior, e foi comercializada a R$ 4,41. É a maior variação para o combustível no País, mas a região ainda concentra o menor preço médio do litro.

A alta também foi acompanhada pelo etanol, com aumento de 7,8% e o litro vendido a R$ 3,564. “O aumento dos preços na região reflete a alta percebida para o combustível em todo o País, que foi de 2,6%. Com o etanol não foi diferente, e os postos do Sul apresentaram o segundo maior aumento e o dobro da variação média nacional, que foi de 4%”, comenta o Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Jean-Urbain Hubau (Jurb).

No recorte regional, Santa Catarina lidera o ranking da gasolina mais barata da região, com o litro vendido a R$ 4,099. A variação para o combustível na região chega a quase 10%, quando o litro é comparado ao preço médio mais caro encontrado nos postos do Rio Grande do Sul, que foi de R$ 4,499.

Os motoristas gaúchos ainda pagaram os maiores preços do etanol (R$ 4,11) e do GNV (R$ 3,448). No Paraná, mesmo com a alta de 7%, foi registrado o menor valor para o etanol, comercializado a R$ 3,09.

No contexto nacional, março foi o primeiro mês a registrar aumento nos preços para todos os tipos de combustível. A gasolina, com o litro vendido em média a R$ 4,443, e o etanol, a R$ 3,559, apresentaram alta de 2,6% e 4%, respectivamente. O preço médio do gás veicular natural (GNV) aumentou em 1,6%, comercializado a R$ 3,307. Com o diesel e o diesel S-10, não foi diferente: aumento de 1,9% e 2%, respectivamente, nos postos de todo o País.

Na análise do primeiro trimestre, o preço médio da gasolina (R$ 4,385) ultrapassou o patamar de 2018, com alta de 2,2%. Já o litro do etanol apresentou variação abaixo de 1%, com média de R$ 3,476, ante os R$ 3,45 dos primeiros meses do ano passado

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/04/2019 0 Comentários 511 Visualizações
Variedades

Entidades assinam protocolo com duas empresas fumageiras

Por Gabrielle Pacheco 07/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

A terceira rodada de negociação do preço do tabaco para a safra 2018/2019, realizada hoje, 7, na sede da Farsul, em Porto Alegre/RS, resultou na assinatura de protocolo com duas empresas fumageiras: a JTI e a Souza Cruz.

Com a JTI, a Comissão assinou o protocolo com um reajuste médio de 4,5%. No protocolo, ficou acordado que a tabela de preços da safra 2018/2019 servirá de base para o início da negociação de preços para a safra 2019/2020.

A Souza Cruz, que na reunião de janeiro havia ofertado um reajuste de 3,08%, aumentou esta oferta para 3,5%. A Comissão assinou o protocolo com a empresa, mantendo a cláusula de que esta também será a base para o início de negociação para a próxima safra.

Com a Philip Morris, a Comissão não firmou acordo para esta safra, por diferenças no cálculo do custo da mão de obra do produtor de tabaco e no percentual de aumento proposto, que ficou muito aquém da lucratividade necessária para o produtor. A questão da diferença no valor da mão de obra voltará a ser debatida em reunião da Foniagro (Fórum Nacional de Integração do Tabaco).

Das sete entidades, a Fetag foi contrária às assinaturas, pois discorda dos reajustes propostos pelas empresas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/03/2019 0 Comentários 648 Visualizações

Edição 305 | Abr 2026

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