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Uma em cada quatro empresas gaúchas precisou remodelar o negócio durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 26/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

A remodelagem do negócio é uma realidade para 25% das empresas gaúchas, segundo a mais recente pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios, do Sebrae/RS. Além disso, 6% dos entrevistados indicaram já estar estruturando um novo negócio, acelerando processos de digitalização ou tendo que se reinventar para manter o faturamento ativo.

Conforme a pesquisa, algumas mudanças implementadas pelas empresas durante o ano de 2020 devem ser mantidas no pós-pandemia. Entre elas, o relacionamento com clientes por redes sociais (54%), a adoção de controles financeiros mais rígidos (40%), a venda por redes sociais (35%), manutenção de equipes reduzidas (23%), a redução/adequação de estrutura física (19%), e o relacionamento com fornecedores e compras de insumos on-line (18%). Além disso, a expectativa de manutenção dos negócios para os próximos 30 dias é citada por 46% dos entrevistados.

“O mercado mudou, e as empresas precisam entender estas mudanças e se adaptar a elas rapidamente”

“As lições aprendidas com a modificação de cenário ocasionada pela pandemia não devem ser esquecidas pelos empreendedores. Assim, as adaptações e reestruturações dos negócios, como a adoção de novos canais de relacionamento com os clientes, devem ser mantidas e aperfeiçoadas daqui para a frente”, destaca o diretor superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy. “O mercado mudou, e as empresas precisam entender estas mudanças e se adaptar a elas rapidamente, caso contrário poderão ter muita dificuldade de sobrevivência”, acrescenta.

Estabilidade no faturamento

O comportamento do faturamento permaneceu praticamente estável de outubro para novembro Assim, a principal necessidade dos pequenos negócios permanece sendo o capital de giro (53%), com estabilidade dos percentuais em relação aos meses anteriores.

Entretanto, outros temas ganham destaque para a expectativa da retomada das atividades, com foco em mercado e produtos. São eles: orientação sobre o uso de ferramentas digitais para venda e relacionamento com clientes (27%), análise sobre tendências e perspectivas do mercado (25%), consultoria/orientação para gestão financeira (25%), alternativas para diversificar produtos e serviços (25%), parcerias com outras empresas para otimizar os negócios (21%), consultoria para readequação e remodelagem de negócios (15%), e busca de novos fornecedores (15%). Por fim, o levantamento do Sebrae/RS foi realizada de 04 a 17/11 e ouviu 484 clientes atendidos. A margem de erro é de 4,4%.

Outros dados da pesquisa:

Remodelagem do negócio
25% novembro
17,5% outubro
14% agosto

Empresas funcionando
89% novembro
92% outubro
87% setembro
87% agosto
79% julho

Para ajudar os empreendedores a buscarem melhores soluções para as suas empresas, o Sebrae/RS criou uma página em seu portal, totalmente dedicada à remodelagem de negócios. Assim, maus informações estão disponíveis gratuitamente em: https://sebraers.com.br/modelodenegocio. Além disso, a organização também atende aos empreendedores por meio do telefone 0800.570.0800, das 10h às 16h, e no www.sebraers.com.br, via chat. O atendimento presencial segue o mapa do distanciamento controlado do Governo do Estado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/11/2020 0 Comentários 589 Visualizações
Business

Pela primeira vez, três empresas brasileiras compõem ranking dos maiores varejistas do mundo

Por Gabrielle Pacheco 17/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de registrar um forte crescimento nos resultados, mas que atualmente se encontra em um ponto importante de virada do cenário econômico global, a pesquisa “Os Poderosos do Varejo Global 2019”, elaborada pela Deloitte, revisa esta situação da economia e seu impacto no varejo diante do aumento da inflação, mudanças nas políticas fiscais e econômicas, da desvalorização cambial dos mercados emergentes, entre outros fatores, que geram agora uma leve desaceleração.

O Brasil está presente no ranking com três grandes empresas, são elas: Lojas Americanas, na 178ª posição, seguida pela Raia Drogasil (223ª) e pelo Magazine Luiza (249ª).

“Dado o fato de a economia estar ainda em processo de recuperação, após uma das piores recessões dos últimos tempos, ter não só uma, como três empresas brasileiras ao lado de grandes nomes de um ranking mundial é um fator relevante para as perspectivas do setor varejo e o futuro econômico do país”, avalia Reynaldo Saad, sócio-líder da indústria de Consumer da Deloitte.

No ranking global, gigantes como Walmart e Amazon aparecem nos chamados Top 10, com Walmart em primeiro lugar, mantendo sua posição de maior varejista de todo o globo. De acordo com o levantamento, que compreendeu o ano fiscal de 2017, as 250 maiores varejistas globais geraram receitas agregadas de US$ 4,53 trilhões, representando um crescimento composto de 5,7% em relação ao ano anterior.

Especificamente sobre o país, o estudo analisa que o Brasil está em uma encruzilhada. A economia se recupera lentamente de sua pior recessão da era moderna. Um governo recém-eleito com promessas de grandes mudanças, cuja direção ainda permanece incerta, liderado por um presidente da direita. A expectativa se encontra na direção que o governo determinará ao futuro econômico dos brasileiros.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/02/2019 0 Comentários 655 Visualizações

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