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pediatria

Saúde

Pediatra orienta acerca da prevenção de doenças respiratórias

Por Amanda Krohn 12/09/2022
Por Amanda Krohn

Devido às mudanças bruscas de temperatura no Rio Grande do Sul, é comum a ocorrência de doenças respiratórias nas crianças. A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) reforça a importância de alguns cuidados, como a vacinação, por exemplo. O pediatra Marcelo Pavese Porto ressalta que é essencial que os pais mantenham a carteira vacinal de seus filhos em dia.

“Nunca se vacinou tão pouco. Não estamos falando só de Covid-19, mas de todas as outras doenças. Isso está fazendo com que estejam ressurgindo doenças importantes como sarampo, coqueluche, além dos riscos severos de algumas meningites”, alerta. “Por tudo isso estamos sugerindo que as pessoas retomem a vacinação, conversem com o seu pediatra e não deixem de aplicar as doses necessárias”, continua.  Porto explica também sobre a vacina contra a gripe. “Ela precisa ser feita anualmente. Embora sintomas gripais apareçam com uma série de outros, a Influenza pode ser grave e matar. Existe vacina disponível a partir dos seis meses de idade. Então, não justifica as pessoas não fazerem”, salientou.

Outros cuidados

Marcelo Pavese Porto lembra que cuidados relativamente simples também devem ser seguidos. Um deles é não levar as crianças que tenham algum sintoma gripal ou resfriado para escola ou para a creche. “Primeiro eles precisam de um tempo de repouso para se recuperar. A imunidade dele está baixa e o expõe a pegar outras doenças. Além de tudo, é claro, tem a cadeia de transmissão”, observa. “A criança que está com uma gripe ou resfriado não deve ir para escola porque vai transmitir para outros. Em caso de febre, é ainda mais grave. Em hipótese alguma ele deve ir para escola”, prossegue.

O profissional enfatiza também a necessidade da proteção aos bebês recém-nascidos. “Não indicamos que levem crianças muito pequenas em aniversários, festas, shows, ou em um shopping, por exemplo, ou que recebam aquela série de visitas quando ainda é muito pequeno. Abaixo dos quatro meses, deve-se evitar aglomeração de pessoas”, disse. Por fim, no caso de bebês, Marcelo Pavese indica que manter o aleitamento materno também é um cuidado primordial. “Feito de forma exclusiva até os seis meses de vida, ajuda não apenas na produção de anticorpos que a mãe passa para o bebê, mas proporciona outros fatores de defesa”, determina. “É fundamental na prevenção de doenças. Mesmo depois de seis meses é importante manter na medida do possível”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2022 0 Comentários 839 Visualizações
Saúde

Hospital Universitário de Canoas reabre 15 leitos de retaguarda pediátrica

Por Amanda Krohn 14/07/2022
Por Amanda Krohn

Até o final da manhã desta quarta-feira (13), o Hospital Universitário de Canoas (HU) registrava o atendimento de oito pacientes, a maioria casos respiratórios, nos leitos de retaguarda pediátrica que foram reabertos na terça-feira(12). Desde ontem, o complexo de saúde retomou o funcionamento de 15 leitos de retaguarda e 1 leito para isolamento, que são exclusivos para usuários encaminhados pelas UPAs Boqueirão e Rio Branco, HPS de Canoas, Centro de Atenção à Saúde da Criança de Canoas e município de Nova Santa Rita.

“Com abertura dos leitos de retaguarda já foi possível atender as UPAS e HPS, por exemplo, com a transferência de pacientes que necessitavam de um suporte principalmente na área respiratória”, destaca o diretor técnico e pediatra do HU, Paulo Nader. Ele lembra que a reabertura da Emergência Pediátrica do HU, que estava fechada, temporariamente, desde 6 de junho, acontece de forma gradual. “Neste primeiro momento, iniciamos o serviço dos leitos de retaguarda e, posteriormente, em uma segunda etapa de contratação de médicos especialistas, vamos conseguir reabrir o pronto atendimento pediátrico”, explica Nader.

Os leitos de retaguarda, localizados na Emergência Pediátrica, visam atender os pacientes com quadros clínicos de média complexidade, geralmente de curta permanência. Com a reabertura dos leitos de retaguarda pediátrica do HU será possível diminuir o número de pacientes em observação nas UPAs, desafogando o sistema e garantindo melhores condições e conforto para os pacientes.

A retaguarda pediátrica do HU ganhou nova pintura, adesivagem, iluminação revitalizada, reparos nas portas e outras pequenas melhorias. O espaço, localizado no andar térreo do complexo de saúde canoense, conta com três consultórios para atendimento médico, sendo um deles multiprofissional, uma sala de procedimentos, uma sala de espera e três salas de internação.O serviço de pronto atendimento deve ser retomado em outro momento.

Além dos 15 leitos de retaguarda pediátrica e 1 leito de isolamento, o Hospital Universitário de Canoas (HU) oferece 36 leitos de Internação Pediátrica; 30 leitos de UTI Neonatal, 5 leitos de enfermaria canguru e 10 leitos de UTI Pediátrica. Ou seja, com esse acréscimo de leitos de retaguarda, o Hospital Universitário conta com 97 leitos para o público infantil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2022 0 Comentários 805 Visualizações
Saúde

Pediatras reforçam importância de atividades físicas e alimentação saudável para crianças

Por Gabrielle Pacheco 25/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A obesidade é um dos distúrbios nutricionais mais prevalentes entre crianças e adolescentes, em todos os países. A obesidade tem origem multifatorial e resulta da associação de fatores genéticos e ambientais. A pediatra e nutróloga integrante do comitê de nutrologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Claudia Hallal Alves Gazal, ressalta que entre os fatores de risco modificáveis para o aumento dos casos de obesidade infantil nos últimos anos, estão as modificações do estilo de vida das famílias e da sociedade incluindo a inatividade física, a alimentação não saudável, modificações nos padrão do sono, entre outros.

“É importante ressaltar que devemos prevenir a ocorrência da obesidade infantil identificando crianças mais vulneráveis. O pediatra deve monitorar as curvas de crescimento desde o nascimento com intuito de identificar precocemente modificações no ganho de peso e índice de massa corporal (IMC)”, afirma.

Durante muitos anos, houve um esforço para que as crianças permanecessem menos tempo em frente às telas, porém no cenário do distanciamento social este cuidado ficou prejudicado.

“A recomendação segue para evitar exposição a “tela” para crianças com menos de 2 anos de idade e nas crianças maiores restringir a no máximo 2 horas por dia. Esta ideia baseia-se na associação com obesidade, padrão sono irregular, piora nos hábitos alimentares além de retardo desenvolvimento linguagem e cognitivo. Com a necessidade do distanciamento social, a exposição a “telas” deve ser monitorada para não exceder estas recomendações. Isto é possível através da manutenção de rotina saudável de acordo com a faixa etária da criança e adolescente”, completa.

Entre os cuidados a serem estabelecidos está a inclusão de horários estabelecidos para refeições (incluindo desjejum), horários para atividades recreativas de acordo com faixa etária (lazer ativo – jogar bola, andar bicicleta, dançar, pular corda, “amarelinha” entre outras), horários para atividades de leitura em livros impressos, horário para os estudos escolares, horários para uso de “telas” e, também, horário para dormir garantindo um adequado tempo e qualidade do sono. A diminuição na duração do sono é associada ao desenvolvimento da obesidade. Crianças de 1 a 5 anos precisam cerca de 10 a 14 horas por dia, dos 6 aos 13 aos cerca de 9 a 11 horas por dia enquanto adolescentes devem dormir de 8 a 10 horas por dia.

Alimentação

De acordo com a pediatra e nutróloga integrante do comitê de nutrologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Claudia Hallal Alves Gazal, seguindo a “regra de ouro” do Guia Alimentar para População Brasileira publicada pelo Ministério da Saúde deve-se sempre preferir alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.

Para que seja seguida esta regra é fundamental o engajamento dos pais ou cuidadores para um planejamento da alimentação semanal da família. Nas compras de mercado ou feiras incluir alimentos in natura ou minimamente processados que serão consumidos nas refeições através de preparações caseiras! Como feijões, lentilhas, arroz, carnes, ovos, leite, legumes, verduras e frutas da estação.

Já os alimentos processados são adicionados geralmente sal ou açúcar ou outra substância de uso culinário aos alimentos in natura para torná-los duráveis e mais agradáveis ao paladar. O consumo destes alimentos deve ser limitado pois os métodos de processamento utilizados na fabricação alteram de modo desfavorável a composição nutricional.

Os alimentos ultraprocessados feitos em geral por indústrias de grande porte envolvem diversas etapas e técnicas de processamento e muitos ingredientes, incluindo sal, açúcar, óleos e gorduras e substâncias de uso exclusivamente industrial. Estes ingredientes dão cor, sabor, aroma, textura e durabilidade o que diminui geralmente o custo. Estes “alimentos” devem ser evitados na alimentação infantil pois alteram o paladar e podem levar a um hábito alimentar desfavorável.

Forma prática de distinguir alimentos ultraprocessados é consultar a lista de ingredientes, a presença de um número elevado de ingredientes (frequentemente cinco ou mais) e de ingredientes com nomes pouco familiares, não usados em preparações culinárias caseiras.

Fatores de Risco:

  • Crianças vulneráveis:
    Pais obesos
    Prematuros
    Pequeno para a idade gestacional (PIG)
    Grande para idade gestacional (GIG)
    Interrupção precoce do aleitamento materno
    Diabetes gestacional materna
    História familiar de diabetes
    Alimentação e merenda escolar inadequada
    Ansiedade materna, mãe jovem
Foto: Divulgação/Marcelo Matusiak | Fonte: Assessoria
25/10/2020 0 Comentários 1,K Visualizações
Saúde

Edital da Feevale seleciona médicos para os programas de residência médica

Por Gabrielle Pacheco 14/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale lançou o Edital N. º 01/2020 – Coreme, que consiste no processo seletivo para o ingresso de médicos nos programas de residência médica da Instituição. Com o objetivo de qualificar profissionais médicos, a Instituição selecionará candidatos, para iniciar a residência médica em março de 2021.

Os programas oferecidos pela Feevale, reconhecidos pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), são: Medicina de Família e Comunidade e Pediatria. As inscrições permanecerão abertas até o dia 14 de outubro e podem ser realizadas no site www.feevale.br/residenciamedica, mesmo endereço em que mais informações como, por exemplo, investimento e etapas do processo, podem ser obtidas.

Sobre os programas

Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade

O programa tem como objetivo formar médicos para atuar na Atenção Primária à Saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), compondo equipes multidisciplinares, com uma prática integradora e resolutiva, com excelência clínica para atender a pessoas em todas as fases do ciclo vital, nos contextos individual, familiar e coletivo. A carga horária total da residência é de 5.760 horas.

Programa de Residência Médica em Pediatria

O objetivo da residência médica em Pediatria é formar um médico pediatra capaz de prestar assistência integral à criança e ao adolescente em crescimento e desenvolvimento, realizando a busca ativa de novos conhecimentos, participando dos processos educativos dos pacientes e de seus familiares em relação às questões de saúde mais prevalentes, atuando em equipe interdisciplinar e nas diversas áreas que compõem a especialidade. A residência possui a carga horária total de 8.640 horas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2020 0 Comentários 662 Visualizações
Variedades

XII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria vai acontecer online

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O XII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria vai acontecer neste ano de forma online. A programação começa na sexta-feira, 18 de setembro, com a solenidade de abertura gravada com mensagens dos organizadores e autoridades às 7h45min. No período da manhã as palestras tratam a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), Distúrbios do comportamento, pneumonias e tuberculose. Durante a tarde, a pauta traz os riscos dos alimentos ultraprocessados, tratamento da icterícia neonatal, fórmulas infantis, doenças crônicas não transmissíveis do adulto, distúrbios do sono e dificuldades alimentares. Encerrando a programação do dia, os palestrantes falam do manejo da dor, bronquiolite, importância da “golden hour” no atendimento de urgências e infecção no trato urinário.

No sábado (19) a programação inicia com aula sobre Otites de repetição, imunidade, alta do alojamento conjunto, corticoterapia tópica, autismo e vacinas. Para as 12h30min está prevista apresentação de Temas Livres selecionados. O encerramento acontece às 13h.

“Uma vez que estamos todos vivendo um momento de grandes dúvidas e indefinições, a Diretoria da SPRS entende o atual caráter de exceção causado pela pandemia da Covid-19, e, respeitando as recomendações do Ministério da Saúde, adequamos o tradicional formato presencial do Congresso Gaúcho de Pediatria para transmissões online. Com isso, mantemos intocado o compromisso de não interromper a nossa tradicional oferta de atualização médica, ao mesmo tempo que asseguramos a segurança e a saúde de nossos participantes, palestrantes e patrocinadores”, afirma o presidente da SPRS, Sérgio Luis Amantéa.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 747 Visualizações
Saúde

Anemia atinge pelo menos 20% das crianças no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O momento de distanciamento social pode ser útil para uma reflexão sobre os hábitos alimentares e um dos aspectos importantes é ficar atento a quantidade de ferro que é consumida, especialmente quando se trata de gestantes e bebês. Os dados mais recentes no Brasil mostram que a anemia atinge cerca de 20 a 30% das crianças. Há variações conforme a região do país e a causa mais frequente é a anemia pela deficiência por ferro. Por conta disso, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) reforça a importância dos pais estarem atentos a isso.

“A anemia é um problema global que exige atenção desde o pré-natal com a gestante, durante o aleitamento materno e na alimentação complementar fortificada com o devido acompanhamento pediátrico. Além disso, promover o aleitamento materno exclusivo é importantíssimo e quando este não for possível, o uso adequado de fórmulas para lactantes e não o leite de vaca.”, explica o médico nutrólogo pediátrico e diretor da SPRS, Matias Epifanio.

O efeito da anemia acontece no crescimento podendo comprometer o desenvolvimento cerebral. Outros fatores são relacionados com habilidades cognitivas, capacidade motora e aspectos comportamentais. Em 2018, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou uma diretriz sobre o consenso considerando mais que uma doença, uma urgência médica.

No Brasil os dados relacionados a anemia variam muito pelos aspectos regionais, mas a maior parte dos casos concentram-se em crianças menores de 3 anos e gestantes. O conceito da Organização Mundial da Saúde (OMS) para anemia é quando ocorre um desvio dois numerais abaixo do esperado, dos níveis de hemoglobina circulante no sangue. Os parâmetros são determinados conforme a idade e outros fatores como sexo, gestação, altitude, entre outros.

“A avaliação clínica em muitos casos não é suficiente. As vezes para uma detecção precoce é preciso um olhar da evolução da criança desde o pré-natal, alimentos complementares, vínculo de aleitamento materno, entre outros aspectos, finaliza Matias.

O consenso sugere a suplementação que todo recém-nascido a termo de peso adequado, deve receber do 3o mês de vida até os 24 meses de vida 1 mg de ferro elementar por quilo a cada dia. Há diferenciações se o bebê nasceu abaixo do peso ou pré maturo sendo indispensável a consulta ao pediatra para o correto acompanhamento.

As carnes e alguns órgãos, como o fígado, apresentam alta densidade e biodisponibilidade de ferro. Alguns vegetais também apresentam quantidades razoáveis de ferro, porém sua biodisponibilidade pode ser menor. Os elevados requerimentos fisiológicos de ferro na primeira infância tornam a criança especialmente vulnerável à anemia por deficiência de ferro durante os dois primeiros anos de vida. Neste sentido, atenção especial deve ser dada ao período de amamentação e à posterior fase de introdução de alimentos complementares, quando deverá ocorrer a introdução oportuna, correta e apropriada dos alimentos ricos em ferro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2020 0 Comentários 644 Visualizações
Variedades

Sociedade de Pediatria do RS tenta reverter decisão que afasta pediatras da rede básica de saúde

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma atualização no Protocolo de Enfermagem da Atenção Primária à Saúde – Saúde da Criança prevê que enfermeiros atuantes na Atenção Primária no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde do município de Porto Alegre poderão fazer a prescrição de medicamentos, solicitação de exames de rotina e complementares e encaminhamentos para a atenção especializada pertinentes às condições descritas no protocolo e as atividades de enfermagem. Segundo a Sociedade de Pediatria do RS, a medida afasta ainda mais a assistência pediátrica, conduzida por pediatras de formação, da rede básica de saúde do SUS.

“Políticas de saúde são processos complexos, dependem da combinação de uma série de fatores, sejam políticos ou econômicos, de indicadores assistenciais e de prioridades de nossos governantes, algumas vezes dissociadas da própria vontade da população”, afirma o presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Sérgio Amantéa.

O presidente da sociedade que representa a classe de pediatras no Rio Grande do Sul, acrescenta o complexo e importante processo de formação profissional pelo qual o pediatra é submetido ao longo dos anos.

“Em nosso país a graduação numa escola médica exige 7500 a 9000 horas de estudos. Para ser pediatra, um médico deve buscar formação complementar num programa de residência médica. Desde o ano passado, todos os programas de residência médica do país em pediatria, por determinação do MEC, passaram a contemplar um período estendido de formação, de dois para três anos. O Brasil foi um dos últimos países do mundo a ajustar este prazo, considerado insuficiente para caracterizar a figura do pediatra. Hoje podemos dizer que, para uma especialização em pediatria, o médico deve adicionar a sua formação um tempo muito similar a própria graduação, isto é, algo por volta de mais 9.000 horas de atividades teórico-práticas”, completa.

No Rio Grande do Sul, o presidente da SPRS, Sérgio Amantéa, relatou que estão sendo orquestradas várias ações em reação à portaria municipal. Além disso, a SPRS tem estimulado debates na imprensa sobre o tema, onde defende a importância de revogação da Portaria, e conquistado o apoio de outras entidades médicas estaduais, como o Conselho Regional de Medicina (Cremers), o Sindicato dos Médicos (Simers) e a Associação Médica do Rio Grande do Sul. (AMRIGS).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 736 Visualizações
Saúde

AMRIGS se posiciona contra medida que autoriza enfermeiros a atenderem na área pediátrica

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A autorização está presente no Protocolo Assistencial de Enfermagem para o município de Porto Alegre recentemente publicado pelo executivo municipal. A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) de forma conjunta com o Conselho Regional de Medicina (Cremers) e com o Sindicato dos Médicos (Simers) estão atuando para de reverter a decisão. A preocupação é que a medida afaste ainda mais a assistência pediátrica, que deve ser conduzida por pediatras de formação, da rede básica de saúde do SUS.

“O médico da criança é o pediatra e acreditamos que é um direito da população ser atendido por ele. Os pediatras passam ao longo dos anos por um complexo processo de graduação, demandando de 7500 a 9000 horas de estudos e, para ser pediatra, um médico deve buscar formação complementar num programa de Residência Médica”, afirma o presidente da AMRIGS, Alfredo Floro Cantalice Neto.

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) está mobilizada, também, junto à Sociedade Brasileira de Pediatria, levando o tema ao Ministério da Saúde para que seja revertida a decisão. Segundo o presidente da SPRS, Sérgio Amantéa, estão sendo orquestradas várias ações em reação à portaria municipal. Dentre elas, está o pedido de mandado de segurança contra a Prefeitura de Porto Alegre por desrespeito à Lei nº 12.842/2013 (Ato Médico).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 669 Visualizações
Variedades

SPRS reforça a importância das atividades físicas para as crianças durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

No período de isolamento domiciliar, atender às recomendações de prática de atividades físicas tem sido um desafio. Neste sentido, visando aumentar o nível de atividade física, crianças e adolescentes podem praticar atividades físicas em casa de forma lúdica brincando de bambolê, cabra cega, amarelinha, pular corda, caminhar sobre corda no chão e cabo de guerra, entre outras. As ideias de atividades incluem jogos tradicionais de recreio em ambientes fechados (esconder e procurar, marcar, pular) e criatividade (construir uma pista de obstáculos, jogar vôlei de balão ou aprender a fazer malabarismos).

“Sabemos que a casa tem espaços menores e mais limitados do que a rua, mas a criatividade é fundamental nessas horas. É preciso colocar para fora a ansiedade e angústia por estarmos confinados. Vários aplicativos foram lançados com atividades lúdicas para crianças e podem ser aliados. Um circuito pode ser feito dentro de casa ou estimulados jogos que impliquem em série de movimentos”, afirma o médico pediatra e associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), José Paulo Ferreira,

Assim como para os adultos, a disciplina agora vai ajudar também no cenário pós-pandemia. A ideia é que as crianças depois não saiam de forma tão intensa para atividades estando totalmente despreparadas.

“O que é interessante lembrar é que a atividade física para criança ou adolescência é uma forma de prevenção de uma série de doenças relacionadas a obesidade, diabetes e pressão alta. Atividade física e alimentação adequada favorecem muito. Estamos em pleno momento de uma pandemia e todos estão dentro de casa, mais angustiados e nervosos. O que acaba acontecendo é ficarmos mais sedentários e comendo um pouco mais. Neste momento é importante se cuidar para evitar esse ganho de peso e, sobretudo, trabalhar a saúde mental, uma vez que para as crianças, assim como para os adultos, o esporte ajuda no combate ao stress e ansiedade.

Segundo documento publicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria Idealmente, as crianças e adolescentes deveriam acumular 60 minutos de atividade física de intensidade moderada a vigorosa por dia, incluindo modalidades que estimulem ossos, músculos, mobilidade articular e exercícios envolvidos no desenvolvimento motor e de habilidades como equilíbrio e coordenação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 997 Visualizações
Variedades

Alterações no Código de Trânsito Brasileiro não contemplaram medidas de proteção para crianças

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A aprovação das novas medidas que alteram o Código Brasileiro de Trânsito (CTB), no que tange a proteção das crianças, foi recebida pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) com um alívio, pela retirada do projeto que previa não aplicar multas para quem não usa a cadeirinha, porém os critérios do tipo de equipamento a ser usado continuam alvo de críticas. 

“Como pediatra e pesquisador de segurança infantil, lamento que o Projeto de Lei aprovado pela Câmara de Deputados continue ignorando as recomendações atuais sobre transporte de crianças em veículos, conforme sumarizadas no último documento científico da SBP sobre esse tema”, afirma o médico associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Danilo Blank.

O conteúdo disponibilizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria detalha que segundo as recomendações atuais das melhores práticas para o transporte de crianças em automóveis, apoiadas em evidências científicas, o consenso é que as limitações se baseiem no tamanho da criança – primordialmente a estatura, mas também o peso – e à capacidade do dispositivo em acomodá-la. Quando se referem a idades, tais recomendações o fazem apenas para situar mais ou menos na linha de desenvolvimento os limites determinados pelo tamanho da criança.

“A proposta de alteração do artigo 64 do Código de Trânsito Brasileiro continua omissa quanto às melhores recomendações para os tipos de assento apropriados para diferentes tamanhos de crianças. Enfim, pelo menos o projeto aprovado bloqueou a inexplicável intenção do Governo Federal de retirar simplesmente da legislação brasileira as punições pelo transporte inapropriado de crianças em automóveis”, completou.

O médico destaca que a importância de manter todas as crianças menores de 1,45m — não somente até os 10 anos — em assentos de segurança está na superioridade comprovada da proteção desses dispositivos. Assim, cabe ao pediatra orientar os pais para que se certifiquem que seus filhos utilizem os equipamentos mais seguros e adequados, independentemente da lei.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 1,1K Visualizações
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