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ONU

Business

Sistema Ocergs deve entregar R$ 2 milhões a projetos de cooperativas gaúchas

Por Amanda Krohn 21/12/2022
Por Amanda Krohn

Com mais de 400 organizações espalhadas pelo Rio Grande do Sul, as cooperativas representam uma das principais forças da economia gaúcha. Esse impacto também é social — e para potencializar as ações positivas realizadas nesse âmbito, o Sistema Ocergs lançou o Programa Fundo Social. Com um orçamento disponível de R$ 2 milhões, a primeira edição da iniciativa recebeu inscrições de projetos voltados à educação, saúde, cultura, integração social, geração de renda e meio ambiente.

O processo de inscrições foi finalizado no dia 28 de novembro — 29 projetos foram inscritos. Agora, um corpo técnico da instituição analisará os projetos. Os escolhidos serão divulgados em janeiro de 2023. Serão aceitos até dez projetos de até R$ 200 mil — um projeto por cooperativa. No entanto, é possível haver um adicional para projetos de intercooperação. Segundo os organizadores, um dos requisitos é que o projeto esteja voltado ao desenvolvimento da comunidade em que a cooperativa está inserida ou ao Rio Grande do Sul, de modo geral.

Para o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, a iniciativa traz mais inovação e profissionalização para os projetos executados pelas cooperativas. “Nossa organização desenvolve um planejamento integrado para que as cooperativas cresçam com sustentabilidade econômica e social. A eficiência econômica se concretiza por meio dos resultados que apresentam e o Fundo Social vem para inovar e profissionalizar os projetos sociais que já são desenvolvidos pelas cooperativas há muito tempo”, reforça.

Jeito diferente de fazer negócio, o cooperativismo é sustentável e provoca um ciclo virtuoso de desenvolvimento, beneficiando a economia local e a comunidade por meio da geração de emprego e de renda. Já presente em muitas cooperativas gaúchas, o Fundo Social foi aprovado pelo Conselho Administrativo do Sescoop/RS, fazendo parte do Planejamento Estratégico da entidade.

O Fundo Social do Sescoop/RS atende os pilares “Social” e “Ambiental” da agenda ESG, além dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e o 7º Princípio do Cooperativismo, Interesse pela Comunidade. O programa prevê regras específicas para a contemplação dos projetos, além de critérios de seleção e de prestação de contas.

Foto: Sicredi União Metropolitana RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/12/2022 0 Comentários 521 Visualizações
Business

Sistema Fecomércio RS recebe Prêmio Melhores Práticas ODS 2022

Por Amanda Krohn 19/12/2022
Por Amanda Krohn

Na última sexta-feira (16) foi anunciado o reconhecimento do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac com o Prêmio Melhores Práticas ODS 2022, organizado pela Fundação Ibero-Americana para Gestão da Qualidade (Fundibeq). O Projeto ODS na Prática foi inscrito em setembro e resume todas as ações desenvolvidas pelo sistema alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do Pacto Global da ONU, incluindo a oficina ODS na Prática, oferecida pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac gratuitamente e que está disponível no site https://fecomercio-rs.org.br/odsnapratica, no formato EAD.

Para o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, a premiação é resultado de um trabalho sério que vem sendo desenvolvido. “Esse reconhecimento internacional ratifica o compromisso do Sistema com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e reforça que estamos no caminho certo”, pontua. A cerimônia de entrega ocorrerá em março de 2023.

A Fundibeq é uma fundação sem fins lucrativos que visa melhorar a competitividade das empresas e a eficácia das organizações públicas através do Modelo Ibero-americano de Excelência em Gestão. Este modelo incorporou, em sua última revisão, as preocupações de organizações, empresas, instituições públicas e as partes interessadas, considerando de forma relevante a abordagem de sustentabilidade das organizações.

O objetivo do Prêmio Melhores Práticas ODS é reconhecer empresas ou instituições que possuem alguma boa prática nesta área em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e que comprovaram em sua estratégia um sólido histórico de envolvimento no apoio a esses objetivos.

Foto: Carlos Macedo/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/12/2022 0 Comentários 439 Visualizações
Política

Nova política de segurança visa reduzir mortes e lesões no trânsito em 50%

Por Amanda Krohn 26/07/2022
Por Amanda Krohn

O Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) visa reduzir, no mínimo, 50% as taxas de mortes e lesões no trânsito até 2028. O Plano foi desenvolvido de acordo com a Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2021-2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), de 2018. Além do Rio Grande do Sul, outros 19 Estados firmaram compromisso junto à Secretaria Nacional de Trânsito. São eles: Distrito Federal, Piauí, Paraná, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Roraima, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Acre, Paraíba e Rondônia.

Secretário nacional de Trânsito, Frederico Carneiro

De acordo com o secretário nacional de Trânsito, Frederico Carneiro, as iniciativas do Pnatran são pautadas em seis pilares: Gestão da Segurança no Trânsito; Vias Seguras; Segurança Veicular; Educação para o Trânsito; Atendimento às Vítimas; e Normatização e Fiscalização. “Eles permitem que o trânsito seja analisado de forma singular em todas as suas áreas, atuando efetivamente onde necessário e com a ajuda de outros atores, como órgãos estaduais e municipais”, explica.

Frederico informa que as revisões do Programa estão previstas para ocorrer de dois em dois anos, sendo a mais recente no ano de 2021. Nesta última, a Secretaria Nacional de Trânsito recebeu a contribuição de mais de 100 especialistas, de cerca de 50 órgãos e entidades, representando a sociedade como um todo. “O processo de revisão foi importante para incorporar os conceitos de Sistemas Seguros e Visão Zero, que possuem princípios de que nenhuma morte é aceitável no trânsito e de que erros humanos e distrações são inevitáveis, mas mortes e lesões graves não são”, aponta Carneiro. “Ela também adicionou novas ações para garantir melhores práticas em todo o sistema”, acrescenta. A próxima revisão está prevista para ocorrer em 2023. Para o secretário, o processo é essencial para a mudança de paradigma e para o sucesso de um plano robusto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2022 0 Comentários 556 Visualizações
Cidades

Integrantes de Missão de Paz são homenageados pela Câmara de Vereadores Santa Cruz do Sul

Por Amanda Krohn 05/07/2022
Por Amanda Krohn

Numa proposta do vereador Serginho Moraes (PTB), a Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul realizou uma sessão solene em homenagem aos militares que integraram as missões de paz da Organização das Nações Unidas (ONU). A sessão homenageou 119 militares pelos serviços prestados em diversas missões pelo mundo.

A solene foi conduzida pelo presidente Rodrigo Rabuske (PTB) e contou com a presença do vereador e secretário da Câmara, Raul Fritsch (Republicanos); do Tenente-Coronel Marcelo Soares de Oliveira, comandante do 7º Batalhão de Infantaria Blindado; do Tenente-Coronel Claiton Fernando Marmitt, comandante do Corpo de Bombeiros de Santa Cruz do Sul e do Major Fábio Vilnei da Silva Azevedo, comandante da Brigada Militar de Santa Cruz do Sul.

O vereador Serginho Moraes destacou que a ONU tem a missão de melhorar a qualidade de vida e promover a harmonia entre as nações e nas nações do mundo. “Por isso, envia militares a países em que há zonas de conflito armado para dar assistência à população. Nesses locais há falta de estrutura adequada de vivência, casos de catástrofes, retirada de tropas em que houve conflito, cessar-fogo, entre outras situações”, citou.  Ele destaca que estas missões de paz são as conhecidas Forças de Manutenção da Paz das Nações Unidas, que, em inglês significa United Nations Peacekeeping Forces. Elas são forças militares multinacionais instituídas pela ONU, com a aprovação e objetivos designados pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Os familiares do falecido Rafael Maieski Salaib receberam o diploma em seu nome.

A solenidade

Durante a sessão, o capitão Luís Mário Rodrigues Lopes e o 1º sargento Rafael Ferrari receberam em nome dos demais. Além disso, os familiares de Daniel Poczwardowski, Rafael Maieski Salaib e Guilherme Sefrim Custódio, já falecidos, receberam a homenagem póstuma.  A Unidade do Exército Brasileiro, estabelecida no município de Santa Cruz do Sul, que alojou o 8º Batalhão de Infantaria Motorizado – 8º BIMtz e, atualmente, o 7º Batalhão de Infantaria Blindado – 7º BIB, teve vários integrantes que participaram de missões de paz.

Como funcionam as Missões de Paz

Os militares participantes destas missões de paz são conhecidos como boinas azuis e, em inglês, tem o nome Peacekeeping, que significa, literalmente, manutenção da paz. O azul se refere à cor da bandeira da ONU e os militares que integram as missões de paz usam capacetes, bonés, chapéus azuis. O dia 29 de maio foi instituído como o dia dos Peacekeepers, pelo qual a ONU  homenageia todos os homens e mulheres que servem em Operações de Manutenção de Paz.

Esta foi a data de início da primeira Operação de Manutenção de Paz das Nações Unidas, autorizada pelo Conselho de Segurança, no ano de 1948.  A operação foi realizada através da Resolução Nº 50 do mesmo ano, que dispõe sobre a Organização das Nações Unidas de Supervisão da Trégua no Oriente Médio – UNTSO, que ocorre até os dias atuais.

As missões de paz normalmente duram 6 a 12 meses, cujo período de tempo pode ser alterado pelo Conselho de Segurança da ONU. A ONU mantém missões de paz em 16 países, envolvendo 97 mil militares oriundos de 124 países, sendo 1.279 militares do Brasil.

Brasil nas Missões de Paz

O Brasil, desde 1956, participa com destaque em missões de paz da ONU, sendo que a ONU realizou um total de 71 Operações de Manutenção de Paz e o Brasil participou de 41 e contribuiu com mais de 58 mil militares e policiais. Lembramos algumas missões das quais o Brasil participou: Costa do Marfim, República do Congo, Saara Ocidental, Chipre, Líbano, Sudão do Sul, Sudão, Haiti, entre outras.

Entre as missões de paz mais destacadas com a participação do Brasil, está a do Haiti, na qual foi destinado o maior número de efetivo de militares brasileiros, ou seja, 980 e o restante dos 1.700 eram de outros países. No Haiti, o Brasil foi incumbido de pacificar a população, ajudar a melhorar a condições de vida, de saneamento, alimentação, saúde, infraestrutura urbana, entre outras.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2022 0 Comentários 988 Visualizações
Saúde

Em decisão inédita, ONU aprova resolução sobre doenças raras

Por Stephany Foscarini 17/12/2021
Por Stephany Foscarini

Pela primeira vez, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução relacionada ao tema das doenças raras, que afetam cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo. O documento foi sancionado por consenso esta quinta-feira (16), durante Assembleia Geral do organismo, e teve a assinatura de 54 países, incluindo o Brasil.

No texto, as Nações Unidas reconhecem os desafios vividos pela população que sofre com essas enfermidades, desde o acesso ao diagnóstico e tratamento, até o preconceito e exclusão social. A resolução estimula os países membros a fortalecerem seus sistemas de saúde, adotando estratégias, planos de ação e legislações para o bem-estar das pessoas com doenças raras e suas famílias.

Além disso, pede que as nações fomentem a criação de redes de profissionais e centros especializados em doenças raras, com foco na pesquisa, melhor qualidade de vida para essa população, além de ter acesso a serviços de saúde. O documento é uma demanda de vários anos de especialistas, associações, federações e ONGs de todo o mundo que lidam com esse tema.

Avanço importante

Para o geneticista Roberto Giugliani, um dos especialistas mais influentes do mundo no assunto, a iniciativa da ONU representa um avanço muito importante. “Essa ação coloca as doenças raras na pauta global dos debates da saúde, reconhecendo os desafios vividos por esses pacientes e suas famílias e, também, exortando os países a tomarem ações efetivas em benefício dessas pessoas”, celebra o pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Roberto Giugliani

As premissas estabelecidas pela ONU estão no cerne da Casa dos Raros, projeto no qual Giugliani foi um dos idealizadores. O local será um centro integrado de assistência aos pacientes com doenças raras, oferecendo atendimento multidisciplinar, pesquisa na área e formação de profissionais sobre o tema. A primeira unidade da Casa, pioneira no Brasil e na América Latina, será inaugurada nos próximos meses em Porto Alegre (RS).

Nosso projeto está em linha com os objetivos estabelecidos pela ONU, criando não apenas um centro especializado sobre essas enfermidades, mas articulando uma rede de apoio que integrará parceiros públicos e privados, dentro do tripé de assistência, pesquisa e formação em doenças raras.

“Nosso projeto está em linha com os objetivos estabelecidos pela ONU, criando não apenas um centro especializado sobre essas enfermidades, mas articulando uma rede de apoio que integrará parceiros públicos e privados, dentro do tripé de assistência, pesquisa e formação em doenças raras”, enfatiza Giugliani.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/12/2021 0 Comentários 718 Visualizações
Variedades

Comusa reafirma compromisso com o Pacto Global da ONU

Por Milena Costa 25/06/2021
Por Milena Costa

Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo reafirmou neste mês, pelo segundo ano, seu compromisso com o Pacto Global da ONU, iniciativa mundial que reúne empresas e entidades com o objetivo de promover a sustentabilidade no meio ambiente, os direitos humanos, trabalho e combate à corrupção. Para poder continuar como empresa ativa no Pacto, a Comusa precisa apresentar um relatório anual com atividades e ações realizadas que se encaixem nos parâmetros da iniciativa, além de resultados já mensurados.

Entre os destaques de 2020 a 2021, as ações tomadas pela autarquia durante a pandemia para auxiliar a população, suspendendo o corte de água, obras de regularização fundiária juntamente com a Prefeitura de Novo Hamburgo, e o encaminhamento das obras das Estações de Esgoto da Vila Palmeira e da Roselândia. Para o vice-prefeito e diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, a parceria com a ONU faz com que a autarquia busque novas iniciativas para trabalhar dentro dos objetivos propostos pelo Pacto.

“Estamos melhorando o serviço, a relação de trabalho com os servidores, buscando transparência com a população e pensando no futuro, cuidando do meio ambiente”.

“A Comusa esteve sempre muito ligada com o trabalho de sustentabilidade, mas em ano de pandemia isso foi dificultado. Ainda assim, apresentamos novas iniciativas tão importantes quanto aquelas que já havíamos apresentado em 2019. Estamos melhorando o serviço, a relação de trabalho com os servidores, buscando transparência com a população e pensando no futuro, cuidando do meio ambiente”, destaca.

Direitos Humanos

Desde o início da pandemia, a Comusa tem privilegiado a segurança de seus servidores. Além de serem reduzidos os turnos de trabalho e criado uma escala alternada para os colaboradores, ainda em 2020, a autarquia se preocupou em disponibilizar todas as ferramentas necessárias para que grupos de risco possam realizar seu trabalho por home office. Ao longo de todo o ano, essa iniciativa se manteve flexibilizada até março.

Agora, a autarquia atua em 75% de sua capacidade, revezando nos setores com maior número de participantes. Para aqueles que precisam continuar no local de trabalho, visto que é um serviço essencial, providenciou um estoque substancial de álcool gel e adotou medidas de distanciamento social junto aos servidores, reforçando o uso obrigatório de máscaras, que também foram fornecidos pelo setor de recursos humanos.

A Comusa deu início a uma movimentação, junto à Assemae, para a vacinação de servidores do saneamento em todo o País. O pedido foi levado às esferas estaduais e federais, bancadas do Congresso e Ministério da Saúde.
Melhorias de espaços físicos e remanejamento de setores para melhor adequação em espaços mais amplos e menos restritivos.

Campanha de arrecadação de alimentos e agasalhos, juntamente com a Ascom, para doações à famílias que foram atingidas pela pandemia.
Durante a pandemia, suspendeu o corte de água de famílias inadimplentes, permitindo o parcelamento em até 30 parcelas.
Obras de regularização fundiária em loteamentos de baixa renda no Município. Apenas no bairro Canudos, são 48 famílias beneficiadas com tratamento de esgoto.

Trabalho

A Comusa informatizou todos os seus processos tornando eles 100% digitais ainda em 2020. A mudança foi bem aceita pelos servidores que já se adequaram à mudança. A autarquia é a primeira do Município a implementar com sucesso esse sistema
Reformas e limpeza dos espaços da autarquia com construção de novas áreas de lazer para os servidores.
Renovação da frota de veículos
Cursos de capacitação gratuitos a servidores e gestores

Meio-Ambiente

A Comusa realizou atividades comemorativas à Semana do Meio Ambiente, com produção de vídeos e matérias detalhando o funcionamento das novas ETEs que estão sendo construídas, dicas de sustentabilidade e informações sobre a preservação do Rio dos Sinos.

Distribuídas cestas de coleta de material orgânico em todos os prédios para criação de minhocário no setor Socioambiental.
Distribuição de mudas de árvores para servidores e plantio simbólico no parque Floresta Imperial, administrado pela autarquia.

Revisão do Plano de Saneamento do Município para análise do impacto de filtros e fossas no tratamento de esgoto, além da finalização e início da operação de duas novas ETEs, na Vila Palmeira e no bairro Roselândia.

Vistoria da Fepam no terreno que será construído a nova ETE Luiz Rau, que será responsável pelo tratamento de esgoto de 50% do Município. O processo foi agilizado pelo departamento jurídico da autarquia. O projeto estava parado desde 2016.
Apresentação do projeto 3D da ETE Luiz Rau pela empresa licitada. Expectativa é que a obra possa ser concluída até 2022.

Anticorrupção

A implementação do sistema de processos digitais em março de 2020 é um passo para tornar os processos da Comusa ainda mais transparentes para a fiscalização da população e órgãos de controle. Neste ano, a utilização dessa ferramenta permitiu evitar erros nos processos e agilizar o funcionamento da autarquia.

1 – Medidas dos Resultados
2 – Investimento de mais de R$ 13 mil em capacitação para gestores e servidores, com 24 inscrições.
3 – As novas ETEs vão elevar o tratamento de esgoto de 5% para 7,5% em todo o Município.
4 – Famílias já estão sendo beneficiadas com obras de regularização fundiária que, além de garantir esgoto tratado, ainda permitem que a Prefeitura legalize suas moradias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2021 0 Comentários 598 Visualizações
natura
Business

Natura lança política para enfrentar a violência de gênero

Por Gabrielle Pacheco 26/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Agora as empresas do grupo Natura&Co na América Latina (Avon, Natura, The Body Shop e Aesop) passaram a contar com uma política de enfrentamento à violência de gênero. Assim, a iniciativa visa a adoção de procedimentos e recursos para apoiar as colaboradoras que estiverem em situação de violência. Antes dessa unificação, as principais empresas do grupo, Natura e Avon, já possuíam protocolos locais de apoio às colaboradoras em situação de violência em alguns países. Agora, os protocolos serão ampliados para toda a região, reforçando o compromisso com a causa e a equidade de gênero na América Latina.

A ação, que marca o início da campanha anual internacional “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” – no Brasil, com duração de 21 dias – reitera o compromisso do grupo com a erradicação da violência de gênero. Além disso, o plano estabelece ações para abordar, dentro dos próximos dez anos, algumas das questões mais urgentes do mundo: enfrentar a crise climática, proteger a Amazônia, garantir a igualdade e a inclusão.

Dados da violência

No mundo, segundo indicadores da ONU (Organização das Nações Unidas), uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência física ou sexual. De acordo com dados do Atlas da Violência 2020, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Somente em 2018 uma mulher foi assassinada a cada duas horas no Brasil. Além disso, atualmente, com o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19, o cenário se torna ainda mais dramático. Segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, houve um aumento de 431% em relatos de brigas de casal por vizinhos em redes sociais entre fevereiro e abril deste ano. Já outro estudo da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, durante a quarentena, registrou um crescimento de cerca de 18% no número de denúncias desde que as políticas de confinamento entraram em vigor.

A violência também gera elevados custos para os serviços de atendimento de saúde, segurança e justiça. A ONU estima que o custo da violência contra as mulheres represente 2% do produto interno bruto global, ou seja, cerca de 1,5 trilhões de dólares. No Brasil, de acordo com a Pesquisa de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, feita pela UFC (Universidade Federal do Ceará) em convênio com o Instituto Maria da Penha, vítimas de violência doméstica faltam em média 18 dias de trabalho por ano, o que gera uma perda anual de aproximadamente R$ 1 bilhão ao país. Além disso, essas mulheres enfrentam problemas de concentração e estresse relacionados ao ambiente laboral.

“A violência de gênero, em suas diferentes formas, impacta negativamente a saúde, o desenvolvimento interpessoal, a segurança e a vida de milhares de mulheres. Nesse sentido, as organizações empresariais têm um papel fundamental na promoção de mecanismos de equidade de gênero”, afirma Josie Romero, Chief Operating Officer da Natura &Co e membro do Comitê de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, grupo formado por lideranças de diferentes áreas da organização. “É por essa razão que a Natura &Co América Latina tem o compromisso de estabelecer protocolos e políticas que proporcionem um espaço de trabalho que contribua para a erradicação de qualquer forma de violência contra mulheres e meninas”, acrescenta.

#IsoladasSimSozinhasNão

Com uma abordagem interseccional, a política regional incluirá processos educativos para aumentar o reconhecimento das inúmeras formas de violência vivenciadas pelas mulheres e ferramentas de conscientização que promovam mudança de comportamento. Também estão previstos procedimentos de acolhimento e acompanhamento integral de colaboradoras que se encontrem em situação de violência com o apoio de equipes multidisciplinares.

No início da pandemia, as empresas de Natura &Co já haviam unido esforços diante desse desafio. O movimento #IsoladasSimSozinhasNão, liderado pelo Instituto Avon e criado pela Fundación Avon, foi endossado pelo grupo para combater o aumento da violência doméstica durante o período de isolamento. Agora unidas, as empresas podem ampliar, de maneira integrada, o potencial de proteger toda sua rede de relações, entre consultoras, colaboradores e consumidores, cada uma seguindo suas próprias ações no combate à violência de gênero.

“Para a Natura, cada pessoa importa. O lançamento da política regional de apoio a colaboradoras em situação de violência de gênero reforça o nosso pacto social com a redução da desigualdade e da intolerância, que só pode ser alcançada através de ações efetivamente transformadoras que incluam toda a nossa rede de relações, incluindo consultoras, consumidoras e parceiros”, diz Cida Franco, diretora de vendas da Natura Brasil.

Empoderamento feminino

Desde 2019, a empresa realiza um programa de conscientização com sua força de vendas focado em violência de gênero e vem ampliando a oferta de mecanismos de apoio. Um exemplo é o aplicativo Tina, canal de acolhimento psicossocial disponível para todas as consultoras da Natura que acolhe, orienta, informa e direciona mulheres que estejam passando por algum tipo de violência. Por trás da plataforma, um time multidisciplinar de mulheres especializadas no tema, composto por assistentes sociais, advogadas e psicólogas, realizam o atendimento de forma humanizada, individualizada e confidencial, criando um ambiente acolhedor e seguro. Até o momento, o aplicativo já acolheu 81 mulheres em situação de violência.

Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon, que desde 2008 articula com empresas públicas e privadas, organizações sociais e órgãos públicos no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, relembra que todos os países afetados pela pandemia, começando com China e Itália, observaram um aumento nos índices de violência doméstica. E no Brasil, infelizmente, não foi diferente. “É urgente reforçar o apoio a estas mulheres, já que o lar, que deveria ser um lugar seguro, é, na verdade, o espaço no qual estão ainda mais expostas ao risco. Não há possibilidade de termos uma sociedade justa construída com violência contra mulheres e meninas, que se agravou à sombra do confinamento. Agora, como o quarto maior grupo de beleza do mundo, a Natura &Co possui uma poderosa plataforma para unir esforços e mudar essa realidade”, afirma a executiva.

Em 2019, o Instituto Avon lançou a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra as Mulheres, com chancela da ONU Mulheres e apoio técnico da Fundação Dom Cabral. Com mais de cem empresas signatárias, entre elas Natura Brasil e The Body Shop, a coalizão formaliza a adesão aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, criado pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global, e tem o objetivo de engajar empresas do setor privado na causa de combate à violência contra meninas e mulheres.

Campanha “16 dias de ativismo”

O “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” é uma campanha anual e internacional que começa no dia 25 de novembro (Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher), e vai até 10 de dezembro (Dia Internacional dos Direitos Humanos). No Brasil, a mobilização abrange o período de 20 de novembro (Dia da Consciência Negra) a 10 de dezembro, totalizando 21 dias de ativismo.

Iniciada por ativistas no Instituto de Liderança Global das Mulheres, em 1991, a campanha envolve governos, sociedade civil, escolas, universidades, empresas, associações esportivas e as pessoas que individualmente manifestam solidariedade às mulheres em situação de violência, às ativistas, aos movimentos de mulheres e às defensoras dos direitos humanos das mulheres para pôr fim à violência contra mulheres e meninas. Todas as empresas do grupo Natura &Co farão ações globais de apoio à causa.

Sobre Natura &Co

Natura &Co é um grupo global de cosméticos multicanal e multimarcas que inclui Avon, Natura, The Body Shop e Aesop. O Grupo registrou receita líquida de R$ 14,4 bilhões em 2019 e R$ 32,9 bilhões em base proforma, incluindo a Avon. As quatro empresas que compõem o grupo estão empenhadas em gerar impactos econômicos, sociais e ambientais positivos. Há 130 anos, a Avon é sinônimo de mulher: oferecendo produtos de beleza inovadores e de qualidade que são vendidos principalmente para mulheres, pelas mulheres.

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira do segmento de cosméticos e higiene pessoal, líder em vendas diretas. Fundada em 1976 em Brighton, na Inglaterra, por Anita Roddick, The Body Shop é uma marca global de beleza que busca fazer uma diferença positiva no mundo. A marca de beleza australiana Aesop foi fundada em 1987 com o objetivo de criar uma linha de produtos superlativos para a pele, o cabelo e o corpo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/11/2020 1 Comentário 755 Visualizações
Parceiros
Variedades

ONG Parceiros Voluntários é reconhecida como parte do Pacto Global da ONU

Por Gabrielle Pacheco 25/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com 23 anos e mais de 8,5 milhões de pessoas beneficiadas, a ONG Parceiros Voluntários agora faz oficialmente parte do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Criado em 2015, o projeto iniciou uma nova agenda de desenvolvimento sustentável, que teve como resultado a criação de um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade. Assim, essa é uma iniciativa de responsabilidade corporativa, com quase 12 mil participantes empresariais e não empresariais em 140 países.

Segundo Daniel Santoro, presidente da ONG Parceiros Voluntários, essa ação global busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, chamada de Agenda 2030, que inclui os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). “A principal intenção é colaborar, como uma rede de solidariedade, a fim de mobilizar a comunidade empresarial de todo o mundo. Assim, buscamos incentivar a adoção de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção”, avalia.

Agenda 2030 da ONU

Na prática, essa relação consolida o que está na essência da Parceiros Voluntários desde sua fundação: auxiliar, através da intermediação das partes, na criação de um mundo melhor, mais justo e seguro, econômica, social e culturalmente, para as próximas gerações. “Todos os participantes têm como objetivo entre agora e 2030, lutar para acabar com a pobreza e a fome em todos seus territórios; combater as desigualdades dentro e entre os países; construir relações sociais pacíficas, justas e inclusivas; defender os direitos humanos e incentivar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres; assim como assegurar a proteção duradoura do planeta e seus recursos naturais”, explica Santoro.

Além disso, como participante, a ONG Parceiros Voluntários assume o compromisso de apoiar os Dez Princípios do Pacto Global da ONU; propagar esses princípios dentro de sua esfera de influência, através de uma declaração clara desse compromisso; participar das atividades do Pacto Global da ONU de acordo com o seu tipo de organização; e comunicar a cada dois anos os resultados de seu engajamento no Pacto Global e seus esforços para apoiar os dez princípios defendidos pela ONU.

Sobre a Parceiros Voluntários

Organização Não-Governamental, sem fins lucrativos e apartidária, a Parceiros Voluntários foi criada em janeiro de 1997 por iniciativa do empresariado do Rio Grande do Sul. A partir da crença de que toda pessoa é solidária e um voluntário em potencial, a Parceiros Voluntários atua em todo o Brasil e possui sedes no Rio Grande do Sul e São Paulo. A ONG mobiliza, articula e coordena múltiplas redes de relacionamentos, com os diferentes setores das comunidades, para cocriarem soluções que visam a integração dos sistemas econômicos, sociais, ambientais, políticos e culturais na construção de um Brasil mais próspero e solidário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2020 0 Comentários 617 Visualizações
Business

Empresária brasileira está entre as finalistas de prêmio da ONU para mulheres empreendedoras

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A empresária Agda Oliver, proprietária da oficina Meu Mecânico, localizada em Ceilândia (DF), é uma das dez finalistas do Prêmio Empretec para Mulheres Empresárias. A premiação, organizada a cada dois anos pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), reconhece o empenho e a dedicação de mulheres empreendedoras que aplicaram os conhecimentos adquiridos para transformar suas comunidades depois de participarem do Empretec, metodologia desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e executada com exclusividade no Brasil pelo Sebrae.

Em sua 7ª edição, a cerimônia de premiação está prevista para ser realizado em dezembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, a depender da confirmação dos organizadores. Além do Brasil, outros nove países estarão representados na disputa que ainda não teve brasileiras vencedoras em edições anteriores “Estou em êxtase e muito emocionada por estar entre as finalistas. Sei que o fato de estar lá já é bastante positivo, mas eu quero ganhar. Quero muito trazer essa premiação internacional para o Brasil”, contou Agda.

A empresária foi selecionada dentre 40 empreendedoras de todo o Brasil pela coordenação nacional do Empretec, que indicou outras cinco mulheres empreendedoras em Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro e Tocantins. Os nomes foram repassados para um grupo de especialistas da UNCTAD que analisou e escolheu quais seriam as dez finalistas dessa nova edição do prêmio que reúne mulheres de 40 países, que assim como o Brasil, promovem o Empretec.

O Sebrae tem acompanhado a participação da empresária brasileira e com o apoio da unidade regional do DF, ela está preparando sua apresentação com fotos e vídeos que contam um pouco a rotina do seu pequeno negócio e o impacto gerado pelo Empretec no seu desenvolvimento pessoal e profissional. “O Sebrae, mais uma vez, está pegando na minha mão e agora me colocando em condições de representar o Brasil”, reforçou.  Trajetória de sucesso

Natural de Arinos, município localizado no Noroeste de Minas Gerais, a 280 quilômetros de Brasília, Agda Oliver veio para a capital federal no início dos anos 2000 quando trabalhou em áreas dominadas pela presença masculina, como postos de combustíveis, hipermercados e instituições bancárias.

A vontade de ter seu próprio negócio sempre a acompanhou, mas ganhou força quando ela passou pela experiência de ser enganada em uma oficina mecânica. A partir do episódio, Agda começou a estudar conceitos de mecânica e a pesquisar mais sobre o próprio carro por meio da internet e manual de fábrica. Atraída pelo setor automotivo, ela decidiu montar uma oficina mecânica e procurou para buscar orientações e concretizar o negócio. Ao participar do Empretec, ela reuniu conhecimento e desenvolveu habilidades para tornar seu empreendimento viável.

A oficina foi aberta na região de Ceilândia Sul e aos poucos a marca cresceu e conquistou clientes tanto no DF como em Goiás, tornando-se uma referência, principalmente para o público feminino que representa cerca de 70% da clientela. Por mês, são em média 300 clientes na oficina. Ela reconhece que o sucesso ao longo dos anos teve a participação do Sebrae. Segundo a empreendedora, a instituição traz credibilidade para o negócio. “Eles me ensinaram a ouvir o cliente, que é quem de fato determina o sucesso de um empreendimento”, declarou.

Em 2012, a empresária tornou-se a primeira empreendedora do DF a vencer o Prêmio Nacional Sebrae Mulher de Negócio. A iniciativa reconhece a atuação de mulheres empreendedoras em todo o país, cuja história de vida pode ser exemplo para aquelas que têm o mesmo propósito.

“O Sebrae está na torcida para que os jurados se sensibilizem e que essa possibilidade de vitória se torne real. A Agda conseguiu aprimorar ainda mais suas características ao participar do Empretec. Com resiliência, paixão e muito trabalho duro tem mostrado o que uma empreendedora precisa fazer para se sair bem nos dias atuais. As mulheres querem ser protagonistas de suas trajetórias e o Sebrae estará sempre ao lado dessas guerreiras. Nós acreditamos na força da mulher e reforçamos, constantemente, a cada uma delas a consciência sobre suas capacidades”, analisa a diretora técnica do Sebrae no DF, Rose Rainha.

O Empretec

A solução é uma metodologia chancelada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e promovida em cerca de 40 países. No Brasil, é desenvolvida com exclusividade pelo Sebrae em todo o território brasileiro com o objetivo de desenvolver o potencial empreendedor e identificar novas oportunidades de negócios. Em todo o país, já foram realizadas mais de 12 mil turmas com 286 mil participantes, representando 60% do público em todo no mundo.

Para quem já participou do Empretec ou sonha em participar, já estão abertas as inscrições para o Empretec Summit Brasil 2020, que este ano será totalmente online. O evento acontece entre os dias 18 e 20 de agosto. Serão três dias de palestras e painéis com grandes nomes do mercado, mentorias e muita interação em ambiente digital gamificado com espaços para discussão de tendências e rodadas de negócios. As inscrições podem ser feitas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2020 0 Comentários 683 Visualizações
Variedades

Feevale participa de evento da ONU

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale foi convidada, por meio do professor Fabrício José Rodrigues de Lemos, do curso de Direito, para participar do evento 75 minutos de conversação: tecnologia e ensino superior. A atividade é promovida pela United Nations Academic Impact (Unai), iniciativa que promove um trabalho de alinhamento das instituições de ensino superior com os objetivos e princípios da Organização das Nações Unidas (ONU).

A Unai está realizando o evento em comemoração aos 75 anos das Nações Unidas. São conversas on-line, com duração de 75 minutos, onde especialistas debatem questões de relevância global. A participação da Feevale será no dia 15 de julho, das 9h às 11h15min (horário de Brasília), quando será abordado o tema tecnologia e ensino superior: pesquisa virtual e educação no novo normal.

A intenção é discutir sobre como a pandemia está mudando e mudará a educação, em particular o ensino superior, e qual o papel que a tecnologia terá nesse processo, sobretudo em termos de ensino e pesquisa. Além disso, a proposta é refletir sobre cultura digital e as potenciais oportunidades em um mundo globalizado e interconectado.

Interessados em participar do evento devem registrar interesse até o dia 13, pelo link.

Sobre a Unai

A United Nations Academic Impact (Unai), rede da qual a Universidade Feevale faz parte, auxilia seus membros a disseminar informações sobre iniciativas e atividades da ONU, fornecendo ideias sobre como essas atividades podem ser aplicadas em nível local nos câmpus universitários, nas salas de aula e nas comunidades. Também disponibiliza uma plataforma em que acadêmicos e pesquisadores podem se conectar e compartilhar ideias, pesquisas e recursos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 666 Visualizações
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