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Gastronomia

Miolo Vinhas Velhas Tannat 2020 é Ouro no Uruguai

Por Amanda Krohn 01/11/2022
Por Amanda Krohn

O Miolo Vinhas Velhas Tannat 2020 foi reconhecido por um júri internacional formado por representantes da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e de técnicos das Associações de Enólogos da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Peru e Uruguai. Reunidos em Punta Del Este de 18 a 21 de outubro, durante a 8ª edição do Concurso Internacional Tannat al Mundo Terruño de Oro, eles degustaram às cegas e conferiram Medalha de Ouro para o vinho que integra a Coleção dos Sete Lendários – The Seven Legendaries of Miolo.

Organizado pela Associação de Enólogos do Uruguai, o concurso contou com a patronagem da OIV e do Instituto Nacional de Vitivinicultura (Inavi), reunindo 167 amostras de 55 vinícolas da Argentina, Bolívia, Brasil e Uruguai. “Receber Medalha de Ouro para o nosso Miolo Vinhas Velhas Tannat 2020 justamente no país onde o Tannat é emblemático, é um reconhecimento que vai além do nosso horizonte e mostra ao mundo que cada terroir precisa ser compreendido para entregar o que ele melhor produz. Estamos muito felizes e orgulhosos”, destaca Adriano.

O Vinho

O vinho foi criado a partir de vinhas com 46 anos. O processo de elaboração deste vinho inicia pela seleção dos cachos, que são desengaçados sem esmagamento. A maceração pré-fermentativa a frio leva uma semana. Já a fermentação alcoólica e maceração são feitas a uma temperatura controlada de 25°C, com gestão da extração fenólica, pigeages e delestages. Para maior extração tânica, a maceração pós-fermentativa dura, em média, de 10 a 15 dias, com longo período de cuvaison (40 dias). Após o descube por gravidade e separação do vinho flor do vinho na prensa, o amadurecimento é feito em barricas novas de carvalho francês por 12 meses, potencializando os atributos da cepa. Persistente, como a casta se comporta, este vinho é robusto e pujante, com alta capacidade de guarda.

“O vinhedo é a nossa fortaleza e este vinho retrata muito bem a excelente adaptação da casta Tannat na Campanha Central, onde ela se revela em sua plenitude. A possibilidade de fazer um vinhas velhas nos moldes europeus nos enche de orgulho. É a materialização de toda nossa tradição no manejo de vinhedos e em extrair o melhor de cada terroir”, celebra o enólogo Adriano Miolo, Diretor Superintendente da vinícola.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2022 0 Comentários 434 Visualizações
Variedades

Brasileira é eleita presidente da Organização Internacional da Vinha e do Vinho

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

Pela primeira vez na história, uma brasileira assume a presidência da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Regina Vanderlinde, professora de biotecnologia da Universidade de Caxias do Sul, foi eleita na última sexta-feira (6), em Paris, para suceder a alemã Monika Christmann pelos próximos três anos no comando da principal entidade vitivinícola do mundo. Ela é a terceira mulher a presidir a OIV de forma consecutiva.

A eleição ocorreu na Assembleia Geral Extraordinária da OIV, com 36 dos 45 votos dos países membros favoráveis à candidata brasileira e 99,2 votos ponderados.

Agora o Brasil entra, definitivamente, no mapa vitivinícola mundial. Todos vão querer saber por que e como uma brasileira assumiu o comando da principal organização do vinho. É um atestado definitivo da qualidade da produção dos vinhos brasileiros”, afirma o presidente da seção gaúcha da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS), Orestes de Andrade Jr.

Logo após sua eleição, Regina disse ao presidente da ABS-RS: “Eu espero ser uma embaixadora, divulgando e promovendo o vinho brasileiro pelo mundo”.

A OIV é quem define os padrões internacionais para a produção de vinhos e derivados da uva. A organização acompanha todos os aspectos econômicos e comerciais do setor no mundo todo. “É uma honra e uma grande conquista para o Brasil. Um reconhecimento à importância crescente da nossa vitivinicultura”, comemora o presidente do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Oscar Ló. Ele acrescenta que a produção brasileira de vinhos e derivados deve ganhar maior atenção e destaque no mundo com a presidência da OIV. “É mais uma oportunidade que se abre para mostrarmos nossos produtos em nível internacional”, observa.

Em contato com Orestes Jr., presidente da ABS-RS, Regina também disse que o seu mandato será pautado por três ações fundamentais. Primeiro, o desenvolvimento do setor vitivinícola em todos os níveis, mobilizando todo o potencial científico e técnico para enfrentar os novos desafios presentes e futuros.

Segundo, contribuir para promover um modelo de comércio internacional baseado na legalidade e na transparência das trocas comerciais. E, por último, incentivar a ideia de que viticultura e desenvolvimento territorial sustentável caminham juntos permitindo o turismo enológico.

Quero exercer uma ação diplomática constante para integrar novos países à OIV, além de trabalhar para que a organização seja reconhecida pelo Codex Alimentarius”, disse Regina.

A candidatura de Regina Vanderlinde teve forte apoio do governo brasileiro, por meio do Ministério da Agricultura e do Ministério das Relações Exteriores. Conforme nota do MRE, durante seu mandato, Regina Vanderline buscará fortalecer o comércio e o turismo vitivinícola e a sustentabilidade da produção, por meio do uso de tecnologia e práticas inovadoras.

Em nota, o MRE destaca que a eleição da brasileira coloca em destaque a importância e o potencial de expansão do mercado vitivinícola brasileiro. O consumo anual per capita de vinho no Brasil ainda é modesto (1,53 litros, contra 40 litros na França) e cerca de 80% do que é consumido provém de importações, a despeito do reconhecimento internacional que os vinhos nacionais vêm recebendo.

Professora da Universidade de Caxias do Sul (UCS), Regina Vanderlinde é natural de Braço do Norte (SC) e formada em farmácia bioquímica e tecnologia de alimentos pela Universidade Federal de Santa Catarina. Tem mestrado e doutorado em enologia pela Universidade de Bordeaux e trabalha na OIV desde 2011.

Em 2012, assumiu como secretária científica da Subcomissão de Métodos de Análise de Vinhos da entidade, o primeiro posto permanente obtido pelo Brasil na OIV. Regina ainda é gerente-geral do Laboratório de Referência Enológica (Laren) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, mantido em parceria com o Ibravin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2018 0 Comentários 776 Visualizações

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