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Cultura

Museu de Arte Carlão passará a ser atração em Novo Hamburgo neste ano

Por Jonathan da Silva 20/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo está transformando a Casa da Cultura Dalilla Clementina Sperb, em Hamburgo Velho, no futuro Museu de Arte Carlos Alberto de Oliveira, o Museu Carlão, com previsão de abertura no primeiro semestre de 2026. O espaço será o primeiro museu do Rio Grande do Sul dedicado a um artista negro e com referência à arte Naïf. Além disso, o novo atrativo tem o objetivo de valorizar a memória e a produção de um dos nomes das artes visuais do município.

O espaço passa por melhorias para garantir condições de preservação, circulação e exposição das obras que integrarão o acervo. O secretário de Cultura e Turismo de Novo Hamburgo, Angelo Reinheimer, afirma que as adequações físicas são indispensáveis para a longevidade do acervo e que o projeto reafirma o papel de Hamburgo Velho como polo cultural da cidade. “Essa concentração é um verdadeiro centro de arte, memória e identidade, ofertado gratuitamente ao público”, observa o titular da pasta.

Carlão merece um espaço à altura de sua contribuição à arte brasileira”, destaca o secretário Angelo Reinheimer.

Circuito cultural em Hamburgo Velho

Com a criação do novo museu, o Centro Histórico de Hamburgo Velho passará a concentrar quatro instituições: o Museu Nacional do Calçado, o Museu Comunitário Casa Schmitt-Presser, o Museu de Arte Scheffel e o Museu de Arte Carlão. Segundo o secretário Reinheimer, a proximidade cria um circuito turístico e cultural no município.

Quem foi Carlão

Carlos Alberto de Oliveira, conhecido como Carlão, nasceu em Novo Hamburgo em 1951 e faleceu em 2013. Filho de operário em curtume, iniciou-se nas artes ainda jovem e, em 1968, recebeu bolsa de estudos na Escola de Belas Artes de Novo Hamburgo.

Artista autodidata de linguagem Naïf, tornou-se um dos representantes brasileiros dessa vertente, caracterizada por cores intensas, composição plana e narrativas do cotidiano. Suas obras retratam cenas de fábricas de calçados, partidas de futebol, carnavais, bares e situações de trabalho e lazer.

Membro do movimento Casa Velha nos anos 1970, teve obras incorporadas ao acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, onde realizou, em 1983, uma exposição com 25 obras sobre discriminação racial. Participou também da Bienal Naïfs do Brasil, em Piracicaba-SP, e da mostra Art in Latin America 1820–1980, exibida em países europeus na década de 1990, ao lado de José Antônio da Silva.

Servidor público municipal na Secretaria de Educação, atuou no Atelier Livre Municipal, onde lecionou e desenvolveu atividades artísticas com estudantes da rede.

Foto: Arquivo/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/02/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Cultura

Margs abre duas exposições sobre Nervo Óptico e Carlos Pasquetti

Por Jonathan da Silva 09/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), instituição da Secretaria da Cultura do Estado (Sedac), realiza nos primeiros meses de 2026 duas exposições interligadas em Porto Alegre, “Carlos Pasquetti – Espaços para esconderijos” e “Nervo Óptico 50 anos – Um manifesto”. O objetivo é de revisitar marcos históricos da instituição e da arte contemporânea no sul do Brasil, a partir de pesquisas curatoriais e de obras e documentos reunidos em mostras abertas ao público com entrada gratuita.

História do grupo Nervo Óptico

A exposição “Nervo Óptico 50 anos – Um manifesto” relembra a mostra-manifesto realizada em 1976 no Margs por um grupo de artistas que passou a ser denominado Nervo Óptico. Na época, o museu funcionava no Edifício Paraguay, na avenida Salgado Filho, em Porto Alegre. O evento, intitulado “Atividades continuadas”, incluiu apresentação de trabalhos, debates e a leitura de um manifesto assinado coletivamente. Em abril de 1977, os artistas lançaram o cartazete “Nervo Óptico”.

A mostra atual reúne trabalhos e documentação do período de atuação coletiva do grupo, que se estendeu até 1978, provenientes de coleções pessoais e de acervos institucionais. A curadoria-geral é do diretor do museu, Francisco Dalcol, em interlocução com os artistas Clovis Dariano, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos. A exposição permanece em cartaz até 26 de abril, no 2º andar do Margs.

Retrospectiva de Carlos Pasquetti

Em diálogo com a mostra sobre o grupo, o museu apresenta “Carlos Pasquetti – Espaços para esconderijos”, retrospectiva dedicada ao artista Carlos Pasquetti (1948–2022), que integrou o Nervo Óptico. Um mês antes da exposição-manifesto de 1976, Pasquetti teve sua primeira individual apresentada pelo Margs, agora revisitada. A exposição reúne obras de acervos institucionais e coleções particulares, trabalhos históricos recuperados e propostas inéditas realizadas a partir de projetos deixados pelo artista. A iniciativa é promovida pelo Margs em colaboração com o Acervo Pasquetti, mantido pela família do artista. A curadoria é do diretor do museu, Francisco Dalcol, e dos curadores convidados Alexandre Copês e Nelson Azevedo. A mostra segue até 29 de março, no 1º andar do museu.

Programa expositivo

As duas exposições integram o programa “História do Margs como história das exposições”, por meio do qual a instituição desenvolve pesquisas sobre sua trajetória, acervo e artistas que expuseram no museu, com foco em episódios e mostras do passado e suas repercussões.

Visitação

O Margs informa que o plano de recuperação, exposições e atividades educativas conta com patrocínio direto do Banrisul e patrocínios via Lei de Incentivo à Cultura Federal do Santander, da Hyundai e da EDP. As exposições podem ser visitadas de terça-feira a domingo, das 10h às 19h, com último acesso às 18h, nos 1º e 2º andares do museu, localizado na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre. Visitas mediadas devem ser agendadas pelo e-mail educativo@margs.rs.gov.br. A entrada é gratuita.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 101 Visualizações
Cultura

Novo Hamburgo anuncia criação do Museu de Arte Carlos Alberto de Oliveira

Por Jonathan da Silva 29/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo anunciou nesta semana a criação do Museu de Arte Carlos Alberto de Oliveira, que será instalado na Casa de Cultura Dalilla Sperb, no Centro Histórico de Hamburgo Velho. A iniciativa, conduzida pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Smed), vai unificar os acervos das duas pastas e preservar a obra de um dos principais nomes das artes plásticas do município, com inauguração prevista até o final de 2025.

O museu reunirá mais de 200 obras de Carlos Alberto de Oliveira, conhecido como Carlão, entre pinturas, desenhos, esboços, fotografias, reportagens, documentos e objetos pessoais. Uma das principais novidades será a transferência do quadro “13 de maio”, considerado uma das obras mais relevantes do artista, do gabinete da Smed para o novo espaço cultural. No local de origem, ficará exposta uma reprodução da obra.

Valorização do artista

Segundo o secretário de Cultura de Novo Hamburgo, Angelo Reinheimer, a iniciativa reforça a valorização da obra do artista. “O Museu Carlos Alberto de Oliveira será uma iniciativa que reforça a valorização da obra de um artista único de Novo Hamburgo, demonstrando sua relevância para a cultura local e estadual”, destaca o titular da pasta.

Reinheimer acrescenta que o novo espaço proporcionará uma experiência mais ampla ao público. “Serão mais de 200 obras que o público poderá visitar em espaço nobre do município”, ressalta o secretário.

Quem foi Carlos Alberto de Oliveira

Carlos Alberto de Oliveira, o Carlão, foi um dos fundadores do Movimento Casa Velha na década de 1970, participou de exposições nacionais e internacionais e teve obras incorporadas ao acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs). Reconhecido como o maior artista negro do município, se destacou pelo estilo de arte naïf, retratando cenas do cotidiano, a cultura operária e temas sociais. Carlão faleceu em 2013, aos 62 anos.

A Escola Municipal de Artes de Novo Hamburgo também leva seu nome em homenagem ao legado artístico e cultural que deixou para a cidade.

Reconhecimento institucional

O secretário municipal de Educação, André Luís da Silva, destacou a importância da iniciativa. “Ficamos felizes de participar deste projeto e saber que Novo Hamburgo terá um museu para preservar a obra de um artista genial”, afirmou o titular da pasta.

Silva ressaltou ainda que a equipe que já trabalhava com o acervo seguirá com o trabalho sob a coordenação da Secretaria de Cultura, garantindo a preservação e o cuidado com o patrimônio.

Três museus em Hamburgo Velho

Com a criação do Museu Carlos Alberto de Oliveira, o Centro Histórico de Hamburgo Velho passará a contar com três espaços culturais: o Museu Comunitário Casa Schmitt-Presser, a Fundação Ernesto Scheffel e o novo museu dedicado ao legado de Carlão.

Foto: Débora Ertel/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2025 0 Comentários 324 Visualizações
Cultura

Museu de São Leopoldo celebra 201 anos da imigração alemã com festa no dia 25

Por Jonathan da Silva 22/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Museu Histórico Visconde de São Leopoldo realiza neste dia 25 de julho, quinta-feira, a 6ª edição da Einwanderungsfest, festa alusiva à imigração alemã no Brasil, que em 2025 completa 201 anos. O evento contará com apresentações culturais, comidas típicas, feira de artesanato, visita guiada ao museu, sessão de autógrafos e atividades para crianças. A programação é gratuita e ocorre das 10h30min às 19h30min, com previsão de cancelamento em caso de chuva.

Com o objetivo de valorizar o modo de confraternizar dos imigrantes alemães, o evento transforma a área entre a Avenida Primeiro de Março e a Rua São Joaquim em um grande pátio para celebração. O trecho será fechado para trânsito e adaptado para receber o público com segurança. “Projetamos um dia para celebrar o jeito de confraternizar dos nossos imigrantes, como uma boa mesa, dança, música e brincadeiras”, destaca o presidente do museu, Cássio Tagliari.

Nossos antepassados, mesmo com as dificuldades, encontravam nas festas populares momentos de alegria e de convivência. E este é o nosso desejo: uma grande confraternização em torno da memória e do legado que eles nos deixaram”, enfatiza Cássio Tagliari.

Programação

A programação inclui uma apresentação da Banda do 19º BIMtz, jogos germânicos, atrações musicais típicas e danças do Grupo de Folclore Germânico. O público poderá visitar o acervo do museu com acompanhamento de monitores e as crianças terão acesso a uma fazendinha com animais de pequeno porte.

O espaço gastronômico oferecerá pratos tradicionais como café colonial, brezel, bolinho de batata e chopp. Às 13h, o escritor e pesquisador Rodrigo Trespach realiza sessão de autógrafos do livro 1824, que aborda a chegada dos imigrantes de língua alemã ao Brasil e a formação das primeiras colônias.

A Einwanderungsfest tem patrocínio da Sicredi Pioneira, Stihl, Itecê e Vila Rica Imóveis, e apoio da União FM e JB Cópias.

História

O Museu Visconde de São Leopoldo, fundado em 1959, é uma instituição privada sem fins lucrativos e referência na preservação da memória da imigração alemã no Brasil. O acervo reúne mais de 10 mil objetos, 25 mil livros, 85 mil fotografias, além de periódicos e documentos históricos.

O dia 25 de julho remete à chegada dos primeiros 39 imigrantes alemães à então Real Feitoria do Linho-Cânhamo, em 1824, data que marca o início da colonização alemã no país. Desde então, o museu promove eventos festivos em alusão à data.

Serviço

  • O quê: 6ª Einwanderungsfest (Festa da Imigração Alemã)
  • Quando: 25 de julho de 2025, das 10h30min às 19h30min
  • Onde: Museu Histórico Visconde de São Leopoldo (Av. Dom João Becker, 491)
  • Quanto: Entrada gratuita
  • Observação: Evento cancelado em caso de chuva
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2025 0 Comentários 271 Visualizações
Cultura

Museu da Cultura Hip Hop RS lança cinco editais com chamada pública para projetos culturais e esportivos

Por Jonathan da Silva 11/04/2024
Por Jonathan da Silva

O Museu da Cultura Hip Hop RS está com inscrições abertas para a primeira convocatória do “Programa Vem pro Museu”, que disponibiliza verba de R$ 270 mil para projetos de todo o Rio Grande do Sul nas áreas de exposições museológicas, eventos esportivos, escritores e escritoras, eventos culturais, produção musical e gravação musical. O edital permanente tem o objetivo de receber propostas de instituições, coletivos e artistas do hip hop para integrar a programação do Museu durante os próximos 14 meses.

Cada área é contemplada em cinco editais diferentes do Programa Vem pro Museu. Além disso, um formulário para recebimento de outras propostas também está disponível, para que desta forma o Museu receba projetos de atividades que não se adequam às normas dos editais.

Para participar da primeira chamada, interessados devem se inscrever através das redes oficiais do Museu até o dia 30 de abril. O resultado será divulgado em 6 de maio.

Os projetos inscritos serão analisados por uma curadoria composta por representantes de cada elemento da cultura hip hop: graffiti, breaking, MC, DJ e o conhecimento. O edital Programa Vem pro Museu é permanente e novas convocatórias serão anunciadas ao longo do ano.

Museu da Cultura Hip Hop RS

Com o valor total de R$ 270 mil de verba orçamentária, os projetos podem apresentar propostas conforme as normas de cada edital. O programa faz parte da agenda do Museu de Cultura Hip Hop RS que conta com o financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio master da Petrobras. Realização do Ministério da Cultura, Governo Federal, União e Reconstrução.

Os cinco editais do programa

Exposições Museológicas
Esta convocatória visa receber propostas de exposições museológicas de artistas e coletivos de hip hop para integrar a programação do Museu da Cultura Hip Hop RS. Nesta primeira chamada três projetos serão contemplados por um total de R$ 100 mil. As exposições selecionadas ficarão em cartaz por cerca de três meses cada, na sala Hip Hop Criado na Rua. Para mais informações, acesse o edital aqui.

Eventos Esportivos
Serão selecionadas propostas de competições esportivas gratuitas com preferência para entidades e coletivos de cultura do hip hop do estado do Rio Grande do Sul. Podem ser inscritos projetos nas modalidades breaking, skate, basquete 3×3 e futebol 7. Nesta primeira chamada, quatro projetos serão contemplados por um total de R$ 40 mil. Após o período de organização, os eventos esportivos serão executados em um dia a definir, na Quadra Petrobras ou na quadra de futebol da praça em frente ao Museu de Cultura Hip Hop RS. Para mais informações, acesse o edital aqui.

Escritores e Escritoras
Esta convocatória busca receber propostas de escritores e escritoras de livros, histórias em quadrinhos e/ou fanzines autorais. A ideia é integrar a programação do Museu da Cultura Hip Hop do RS, apresentações literárias, poéticas ou visuais gratuitas para o público. Nesta primeira chamada, 14 projetos serão contemplados por um total de R$ 27 mil. Os escritores e escritoras selecionados terão suas propostas executadas em um dia de programação, na Biblioteca Divilas. Para mais informações, acesse o edital aqui.

Eventos Culturais
O calendário do Museu conta com a realização de seis eventos durante os próximos 14 meses. E para compor as atrações desses eventos, serão selecionados, através deste chamamento, DJs, MCs, grafiteiros e dançarinos de breaking. Nesta primeira chamada, 44 artistas serão contemplados por um total de R$ 90 mil. Após o período de organização, os artistas terão suas apresentações no Multipalco, conforme a realização dos seis eventos. Para mais informações, acesse o edital aqui.

Produção e Gravação
Esta chamada busca receber propostas de artistas para produção musical (beat, gravação, mixagem e masterização) músicas do gênero rap. As canções serão lançadas pelo Estúdio do Museu da Cultura Hip Hop RS. Nesta primeira chamada, cinquenta projetos serão contemplados. Os selecionados terão quatro horas de produção e gravação no Estúdio DEEJAY ONLY JAY. Para mais informações, acesse o edital aqui.

Formulário para todo o Brasil

O Programa Vem pro Museu, além dos cinco editais, anuncia também o lançamento de um formulário fixo, disponível nas redes oficiais do Museu da Cultura Hip Hop RS. Por meio deste formulário, podem ser enviadas propostas de atividades de artistas, coletivos e instituições ligadas à cultura hip hop, esporte e educação de todo o Brasil. A ideia é que a curadoria do Museu seja abastecida por projetos que não se encaixam nas normas dos editais durante todo o ano.

Como visitar o Museu

Localizado na Rua Parque dos Nativos 545, Vila Ipiranga, em Porto Alegre, o Museu fica aberto para visitação de quarta à domingo, das 9h às 12h e das 14h às 17h, inclusive aos feriados. Neste período, é possível optar por visitas agendadas ou livres.

O Museu é aberto para visitação do público

As visitas agendadas acontecem duas vezes ao dia, às 9h e às 14h, sendo destinadas a grupos de até 50 pessoas. Para marcar uma visita basta acessar o formulário de agendamento. Toda visita agendada é guiada por mediadores que conduzem o grupo com explicações sobre as mostras em cartaz.

As visitas livres são abertas ao público, não sendo obrigatório agendamento. Nesta modalidade, caso o interessado deseje ser guiado pelos mediadores, basta chegar ao Museu no horário em que se iniciam as visitas agendadas para participar junto ao grupo do dia. Mais informações sobre programação através das redes oficiais do Museu da Cultura Hip Hop RS.

Museu da Cultura Hip Hop RS

Inaugurado no ano do cinquentenário do hip hop no mundo, o Museu da Cultura Hip Hop RS é o primeiro da América Latina dedicado ao movimento. Com um espaço de quatro mil metros quadrados, o Museu é uma iniciativa coletiva da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, e objetiva o fortalecimento de outros estados brasileiros para criação de museus, organizando uma rede capaz de construir o Museu Brasileiro da Cultura Hip Hop nos próximos cinco anos.

Vista aérea do Museu

O complexo conta com cerca de seis mil itens de acervo físico e digital sobre a história do hip hop gaúcho. Inspirado no The Universal Hip Hop Museum nos Estados Unidos, conta com salas expositivas, atelier de oficinas, café, loja, estufa agroecológica, biblioteca, estúdio musical, multipalco e a Quadra Petrobras. O Museu da Cultura Hip Hop do RS tem financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio master da Petrobras. Realização do Ministério da Cultura, Governo Federal, União e Reconstrução.

Fotos: Museu da Cultura Hip Hop RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2024 0 Comentários 507 Visualizações
Cultura

Espaço Cultural Castellan inaugura exposição sobre 200 anos da imigração alemã

Por Jonathan da Silva 10/04/2024
Por Jonathan da Silva

A primeira exposição do ano no Espaço Cultural Castellan, em São Leopoldo, em atividade desde 2022, será dedicada aos 200 anos da imigração alemã e contará com o apoio do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, cidade que leva o título de Berço da Colonização Alemã no Brasil (Lei 12.394/2011). A abertura oficial acontece no dia 23 de abril, às 18h, com a presença do prefeito Ary Vanazzi (PT) e terá um recital de canções alemãs com o barítono Carlos Rodriguez  e a pianista Mari Brito. O evento é gratuito na Rua Osvaldo Aranha, 503/102.

Obra

Com o tema “ Em todo o mundo, as horas mais lindas só encontrei em minha casa”, a mostra reúne obras dos artistas Alexandre Reis, Ernst Zeuner, H. Eisinger e Maurício Hilgert, com curadoria da Genuínaobra.

A exposição pode ser visitada de 25 de março até 2 de agosto. Antes do término haverá mais um evento a ser divulgado, conforme informação da tabeliã Jenifer Castellan de Oliveira, idealizadora do Espaço Cultural. Confirmar presença até o dia 19/04, pelo WhatsApp 51 98982-2797.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2024 0 Comentários 526 Visualizações
Cultura

Dois Irmãos busca mais patrocinadores para o projeto de restauro do Museu Histórico

Por Jonathan da Silva 05/03/2024
Por Jonathan da Silva

Com a confirmação do patrocínio das empresas Killing S.A. Tintas e Adesivos e Calçados Pegada ao projeto de Restauro do Museu Histórico Municipal de Dois Irmãos, o município intensifica as buscas por mais patrocinadores. Dois Irmãos foi autorizada a captar o valor de R$ 1.938.795,00, estimado para as obras de restauração completa da casa construída na primeira metade do século XIX. As intervenções visam manter viva a história dos antepassados e preservar a estrutura que sofre com a ação do tempo.

Com aprovação para captar recursos por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC/RS), o projeto de restauro do Museu de Dois Irmãos recebeu sinal positivo das duas empresas que decidiram apoiar à iniciativa e confirmaram a destinação de recursos através do abatimento do ICMS por meio da LIC/RS, a Killing S.A. Tintas e Adesivos e a Calçados Pegada. De acordo com as regras da Lei de Incentivo Gaúcha para projetos de preservação do patrimônio, o projeto precisa captar 50% do total, para prosseguir e poder iniciar as obras.

O vice-prefeito Juarez Stein comemorou a decisão dos empresários. “Estamos muito felizes e gratos com o apoio das empresas Killing e Pegada e a decisão de investir na preservação do Museu Histórico de Dois Irmãos, que guarda uma grande parte da história da nossa comunidade e do município”, destacou.

De acordo com a chefe do Departamento de Cultura de Dois Irmãos, Elisandra Bremm, a busca por mais patrocinadores foi intensificada com as confirmações das primeiras empresas parceiras ao restauro. “Nossa expectativa é conseguir outras empresas para apoiar a restauração da casa que conta muita da história da colonização alemã e de Dois Irmãos”, revelou. A dirigente cultural destaca o bicentenário da imigração alemã celebrado neste ano, o que pode contribuir para o investimento na preservação do patrimônio construído ao longo de dois séculos.

Empresas interessadas em patrocinar o projeto podem entrar em contato pelo telefone/WhatsApp (51) 9 9750-3028 ou pelo e-mail cultura@doisirmaos.rs.gov.br.

O projeto de restauro do Museu é uma realização da Prefeitura Municipal de Dois Irmãos, tem como proponente Associação Cultural Cantares, financiamento do sistema Pró-Cultura RS da Secretaria Estadual da Cultura e planejamento cultural da Simples Assim.

Importância cultural do Museu Histórico Municipal

O Museu Histórico Municipal de Dois Irmãos foi inaugurado em 1986 e ativado em 1989 no prédio de uma antiga residência da cidade com estilo enxaimel. Tombado pelo município de Dois Irmãos, o museu desde a sua ativação atende a escolas, comunidade em geral e turistas, sendo uma das principais fontes de pesquisa sobre a imigração alemã do município.

Conforme a tradição oral, a casa teria sido construída na primeira metade do século XIX por um Weimann de São Leopoldo e, além de residência, o espaço tinha um armazém e uma padaria que funcionavam em um anexo da casa. Em 1918, Carolina Schäffer e seu esposo Carlos Kieling adquiram o imóvel e áreas de terra em seu entorno. A partir daí o porão da casa foi utilizado como marcenaria. O casal também produzia farinha de mandioca e nos fundos da casa havia uma atafona – moinho movido à tração animal. Eles tiveram oito filhas que se dedicavam à costura e a casa ficou conhecida como “Casa da Costureira Kieling”. A máquina de costura utilizada por uma das filhas, faz parte do acervo do Museu que até hoje é conhecido popularmente como “Casa Kieling”.

Em seu acervo, o espaço conta também com documentos e fotos antigos, com móveis e objetos decorativos que remetem às residências dos imigrantes alemães, de forma que cada espaço do museu é um cômodo da casa. O local também preserva uma venda, com itens usados por pequenos comerciantes do passado e ainda há no porão objetos e ferramentas usadas na lavoura e em pequenas fábricas de calçados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2024 0 Comentários 510 Visualizações
Cultura

Killing S.A. apoia restauração do Museu Histórico Municipal de Dois Irmãos

Por Jonathan da Silva 27/02/2024
Por Jonathan da Silva

Autorizada a captar recursos de até R$ 1,938 milhão por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC/RS), a gestão do Museu Histórico Municipal de Dois Irmãos e a Prefeitura do município receberam a confirmação de que a Killing S.A. Tintas e Adesivos aderiu ao projeto neste mês de fevereiro. Localizado no Vale do Rio dos Sinos, assim como a matriz da Killing, que fica em Novo Hamburgo, o Museu deverá receber uma série de restaurações e até ampliações de suas áreas e atrativos, assim que terminar a fase da captação dos valores necessários para as obras.

A notícia da adesão da Killing S.A. reforça que se trata de um dos mais relevantes projetos focados em garantir a preservação da memória da cidade de Dois Irmãos e do legado da imigração alemã no Rio Grande do Sul, que completa 200 anos em 2024. “Reconhecemos que somos parte e estamos inseridos no contexto histórico-geográfico e social de toda a região. O Museu é um equipamento cultural importante, documental e lúdico, bem como vetor de conhecimento e inspiração. Se a nossa adesão ajudar a atrair mais investidores, ficaremos ainda mais felizes em participar da iniciativa”, observa o gerente de marketing da Killing S.A., Guilherme Medaglia.

Segundo informações da Prefeitura de Dois Irmãos, além da Killing, a empresa Calçados Pegada também aderiu ao projeto em fevereiro. Até outubro deste ano deve ser feita a captação dos recursos. Pelas regras da Lei de Incentivo Gaúcha para a área de preservação do patrimônio, o projeto precisa captar 50% do total para poder iniciar as obras. Depois disso, o prazo é de 15 a 18 meses para a conclusão da reforma e da ampliação.

O vice-prefeito de Dois Irmãos, Juarez Stein, que é um dos entusiastas da iniciativa comemorou a decisão dos empresários. “Estamos muito felizes e gratos com o apoio das empresas Killing e Pegada e a decisão de investir na preservação do Museu Histórico de Dois Irmãos e valorizar a nossa comunidade”, afirmou ele. Para a chefe do Departamento de Cultura de Dois Irmãos, Elisandra Bremm, a busca por mais patrocinadores foi intensificada com as confirmações das primeiras empresas parceiras ao restauro. “Nossa expectativa é de conseguir outras empresas para apoiar a restauração da casa que conta muita da história da colonização alemã e de Dois Irmãos”, revela Elisandra.

As empresas interessadas em patrocinar o projeto, podem entrar em contato pelo telefone ou WhatsApp (51) 99750-3028 ou ainda pelo e-mail cultura@doisirmaos.rs.gov.br. O projeto de restauro do Museu é uma realização da Prefeitura Municipal de Dois Irmãos, tem como proponente Associação Cultural Cantares, financiamento do sistema Pró-Cultura RS da Secretaria Estadual da Cultura e planejamento cultural da Simples Assim.

Sobre o Museu Histórico Municipal Dois Irmãos

Inaugurado em 1986 e ativado em 1989, no prédio de uma antiga residência da cidade com estilo enxaimel, o museu é tombado pelo município de Dois Irmãos. Atende escolas, comunidade em geral e turistas, sendo uma das principais fontes de pesquisa sobre a imigração alemã no estado. Segundo a tradição oral, a casa teria sido construída na primeira metade do século XIX por um Weimann de São Leopoldo e, além de residência, o espaço tinha um armazém e uma padaria que funcionavam em um anexo da casa. Em 1918, Carolina Schäffer e seu esposo Carlos Kieling adquiram o imóvel e áreas de terra em seu entorno. A partir daí, o porão da casa foi utilizado como marcenaria. O casal também produzia farinha de mandioca e nos fundos da casa havia uma atafona – moinho movido à tração animal. Eles tiveram oito filhas que, muito habilidosas com o manuseio de linhas e agulhas, se dedicavam à costura e a casa ficou conhecida como “Casa da Costureira Kieling” ou “Casa Kieling”. Em seu rico acervo, conta com documentos e fotos antigas, móveis e objetos decorativos. Preserva uma venda, com itens usados por pequenos comerciantes vários anos atrás e inda há no porão, objetos e ferramentas usadas na lavoura e em pequenas fábricas de calçados.

Museu Histórico Municipal Dois Irmãos

Sobre a Killing S.A Tintas e Adesivos

Indústria química brasileira com mais de 60 anos, a Killing S.A. está entre as dez maiores fabricantes de tintas do país e é a líder na América Latina em adesivos para calçados e líder em adesivos para a indústria brasileira de colchões com a marca Kisafix. Somando os segmentos de tintas e de adesivos, são mais de 4 milhões de litros/mês de produtos desenvolvidos para aplicações diversas, incluindo soluções para necessidades profissionais/corporativas ou para o varejo/consumidor final. Mantém investimentos em pesquisa e tecnologias para gerar inovação em matérias-primas e processos responsáveis na esfera ambiental. Opera na matriz, localizada no Rio Grande do Sul, e em unidades no estado da Bahia, na Argentina e no México. É uma empresa certificada como Great Place to Work (GPTW) e possui 496 colaboradores. Observa as melhores práticas de governança corporativa e relações éticas com parceiros comerciais e fornecedores.

Fotos: Prefeitura de Dois Irmãos/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2024 0 Comentários 580 Visualizações
Cultura

Museu Hugo Daros ajuda a preservar a história de Gramado

Por Ester Ellwanger 27/06/2022
Por Ester Ellwanger

Com a missão de produzir conhecimento e valorizar a história de Gramado, a casa de pedras localizada na Rua São Pedro, 347, hoje denominada Museu Municipal Professor Hugo Daros, guarda em seu interior boa parte da história do município. O museu, que foi criado na década de 80, tem como principal objetivo documentar, preservar, conservar e comunicar a história de Gramado e das pessoas que fizeram parte de sua construção.

O acervo, composto por fotografias e por itens de pessoas que fazem parte da história de Gramado, começou a surgir antes mesmo da criação do museu, durante uma gincana municipal realizada na década de 70. Atualmente, novos itens são agregados ao acervo através de doações da comunidade. “Percebemos que após a pandemia as pessoas se reconectaram com suas origens e passaram a nos procurar mais. Esse contato com os gramadenses é muito importante porque as pessoas nos trazem suas histórias e doam materiais com enorme valor histórico”, afirma o museólogo da Prefeitura de Gramado e responsável pelo museu, Márcio Dillmann Carvalho.

O patrono do museu, professor Hugo Daros, foi um exemplo de participação humanitária, política, cultural, esportiva e educacional em Gramado. Ele também é considerado o primeiro historiador da cidade. No museu, é possível encontrar itens que pertenceram ao professor, como seu título de eleitor e materiais que eram usados em seu escritório.

O Museu Professor Hugo Daros tem entrada gratuita e seu funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h45 e das 13h30 às 17h45.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/06/2022 0 Comentários 776 Visualizações
Cultura

Museu da Santa Casa realiza visita guiada com tradução em Libras 

Por Ester Ellwanger 10/06/2022
Por Ester Ellwanger

No próximo sábado, 11 de junho, às 15h, será realizado o Museu Acessível, uma visitação mediada com tradução em Libras no Museu Joaquim Francisco do Livramento do CHC Santa Casa, em Porto Alegre.

Na visitação, em parceria com a OVNI Acessibilidade, serão abordados aspectos da trajetória da Santa Casa em diferentes períodos e contextos. O hospital mais antigo do Rio Grande do Sul é protagonista em diferentes frentes de assistência à sociedade e sua história está atrelada ao desenvolvimento urbano e constituição do campo da saúde na capital e no estado.

A exposição permanente Fragmentos de uma História de Todos Nós é composta por um acervo com mais de 7 mil objetos e imagens, além de cenários reconstituídos que mostram como era o cotidiano dos pacientes e servidores em épocas passadas.

 

A inscrição é gratuita e deve ser realizada na página do CHC no Sympla: bit.ly/symplaCHC.

 

 Foto: Lucas Pedruzzi/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

10/06/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
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